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Contra o bolivarianismo do Facebook!

Tenho sido alvo nesse última madrugada de ataques de hackers no meus perfis de Facebook, twitter e blog. Sinto em confirmar a suspeita que a rede social Facebook está sim mancomunada com os MAVs-PT, pois é a terceira vez que conteúdos contrários ao PT e PSOL são denunciados e excluídos sem real necessidade, pois em momento algum houve ofensas, mas sim argumentos e fatos de domínio público trazidos aos debate na minha timeline e grupos de política.

Um desses grupos o Política Democrática Independente, de origem do interior de São Paulo, na zona conhecida como ramal da fome, devido seu IDH ser semelhante ao das regiões mais hostis e pobres do sertão brasileiro, conta com agentes do MAV-PT como seus membros cuja função é disseminar a divisão social e reforçar o patrulhamento ideológico em face da direta ou conservadores ditos reaças e coxinhas da região. Se valem das falas à moda Paulo Betti, o qual já recebeu sua resposta de Tiago Lacerda em nota aberta via redes sociais.

Torna-se muito claro a cada dia que se passa, que cidadãos comuns estão sofrendo retaliações em seus ambientes de emprego, estudo e círculos sociais, em especial na internet, por se oporem abertamente ao governo federal e suas políticas transgressoras de direitos dos trabalhadores e sociedade civil em geral em nome dum ajuste fiscal que é mais um assalto ao bolso do cidadão. Não vamos nos dispersar como diria um suposto líder oposicionista, aquele que atualmente anda descumprindo suas palavras na época de eleição e pós eleição: Trata-se de Aécio Neves, cujo estado de origem está nas mãos do governo ditatorial e restringe a imprensa de falar abertamente e chegar até os seus destinatários como é o caso do Jornal da Cultura de Fundação Padre Anchieta já amplamente ventilado na mídia sem sucesso.

O Movimento Brasil Livre também tem sido alvos de ataques até mais violentos e diretos em face de seus militantes como a mídia internacional e nacional tem divulgado retratando  passo a passo a Marcha da Liberdade rumo à Brasília. Todos esses fatos diversos e aparentemente não concatenados entre si são fruto das ordens de Lula em dividir o Brasil e torná-lo com isso num caos social onde vizinhos adeptos do PT agridem vizinhos por causa do panelaço que expressa o descontentamento dos contrários ao governo Dilma e PT se manterem no poder trazendo o povo uma situação de dilapidação dos seus recursos financeiros e direitos sociais básicos.

A maior prova disso vem também do meio político onde Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados está quebrando as manobras do PT no parlamento é que pagina do perfil dele no Facebook há milhares de postagens da esquerda fazendo todo tipo de ofensas ao mesmo e nenhuma delas é deletada pelos fiscais dessa rede social por mais denuncias de calúnia sejam feitas. Ontem ele carimbou o atestado de cara de pau ou óbito do PSOL na votação da Reforma Política e hoje já fala em impeachment e isso com certeza irrita a militância unida das linhas auxiliares do PT.

O site O Antagonista de Mário Sabino e Diogo Mainardi também recebe ataques da escória petista que os servem na internet dia e noite propagando ofensas, ataques pessoais, falsas notícias contra a oposição e toda sorte de expedientes de hackeamento.

Há uma guerra mantida e propagada por uma lado da moeda, o perfil podre e hostil, enquanto outro buscar informar e conscientizar os brasileiros pela internet de que a nossa República faliu devido a extrema corrupção de seus eleitos e burocratas em conluio com seus militantes. O caminho disso é idêntico ao que ocorreu na Venezuela nas mãos do bolivarianismo e hoje sabemos onde isso desemboca e é contra isso que estamos lutando também no Brasil cada vez mais!

Se o Facebook ao menos é uma rede social com princípios do país onde liberdade de expressão e democracia são também parte da filosofia da empresa por que apenas os oposicionistas dos regimes bolivarianistas são achacados e impedidos de se manisfestarem pelos seus defensores via denuncias muito mais que o contrário?

O que aquele encontro de Zuckerberg e Dilma realmente representou? Censura? Será? Queremos respostas ou os fatos irão bradar mais alto!

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Cuide da sua própria vida!

A nossa vida não é uma história contada por um idiota, cheia de enganos e desenganos, e desprovida de significado. É o facebook que é assim e transforma a vida de milhares de perfis num amontoado de fatos sem conexão com a verdade e realidade na maioria dos casos. A questão que fica é que vida das pessoas contadas no facebook são as mesmas que elas tem no mundo extra facebook? Ou será tudo um conto de fadas verídico digno de novela global?

A primeira reação previsível e normal que uma pessoa tem sobre si mesma e sobre a vida que ela possui é que uma vida normal e medíocre como tantas outras, mas basta que ela veja alguém – seja na rede-social ou na vida real – se dando bem, com o pacote completo da felicidade que ela se sente tocada pela inveja ou algum sentimento depressivo. Parece-me natural que pessoas sintam auto piedade de si mesmas como se fossem as vítimas de um mundo desigual e pavorosamente desonesto e não façam nada para evitar isso. Chega um ponto que reclamar da vida se torna clichê e comparar a sua vida com a vida alheia se torna uma espécie de patologia. Até eu, que tenho uma vida extremamente agradável se não posso evitar essas reclamações clichês, mas nunca fiquei comparando a minha vidinha cheia de tantas coisas comuns a todos com a vida dos mais ou menos afortunados. Isso é pura autocomiseração doentia ao meu entender.

Confesso que nunca dei a mínima para quem se sente depressivo ou inveja ou até julga a vida alheia, porém de uns tempos para cá devido uma série de intrigas dentro e fora das redes-sociais envolvendo alguns amigos fiquei refletindo sobre o que realmente leva as pessoas a isso e não cheguei a conclusão alguma até agora. Ou cheguei a conclusões aproximadas duma possível verdade…

Ainda assim, digo – e repito: A nossa vida não é uma história contada por um idiota, cheia de enganos e desenganos, e desprovida de significado… Não precisa ser uma sumidade da psicanálise para provar isso ou contrário disso ou qualquer espécie de especialista para opinar sobre isso com alguma autoridade. De igual modo, como quase ninguém segue mesmo o palpite ou conselho alheio sobre a vida alheia, ninguém deveria se sentir oprimido ou intrigado com a vida do seu próximo em comparação a sua própria vida ou de outrem.

Alguns auto-investidos do dom da verdade sobre tudo e todos reclamam proprietários da verdade sobre a vida alheia e sobre o legado de suas ações inconseqüentes na vida de tantos outros como se aquilo fosse a única versão da realidade e verdade devido seus poderes auto-instituídos não o deixarem mentir sobre aquilo que de fato não conhecem, mas julgam saber.

A grande verdade é que raras são as pessoas que nutrem uma real solidariedade à condição na qual o outro se encontra. Sendo assim cuide da sua própria vida sem deixar que os outros cuidem dela no seu lugar!

Os maiores chatos e xaropes das redes sociais…

 

Este blog há anos trava uma cruzada contra determinados seres que ao invés de estarem num manicômio, estão nas redes sociais nos atormentado com suas visões ignorantes e fúteis da realidade.

Eu mesmo até pensei em abandonar as redes sociais para me ver livre desses seres que parecem ter sido gerados em algum laboratório de neurociência mal intencionado, o qual criou seres desprovidos de bom senso, cultura e raciocínio lógico.

Diante desse cenário caótico em que se encontram as redes sociais eu venho aqui pedir encarecidamente que me ajudem nessa campanha de revitalização mental e moral das redes socais.

Caso contrário irei formar um grupo terrorista de caça a estes seres que postam coisas inúteis nas redes sociais e fazem uso desse meio como propagador de mentiras deslavadas, brigas e contendas sem fim dos mais variados gêneros e motivos; além de outras práticas dignas de serem taxadas de insânia coletiva.

Não estou indo contra a liberdade de expressão de cada um, mas sim contra o excesso de chatice e pedantismo de certos grupos de pessoas que só sabem choramingar e falar sobre assuntos com abordagens cafonas e desprovidas de melhores reflexões.

Vamos dar nome a essa boiada então:

 

– Militantes Políticos Xaropes de Qualquer Natureza

Essa sem dúvida é a maior população de chatos e ignorantes que povoam as redes sociais em busca de atenção para suas teses política desgastadas e senso social profundamente hipócrita.

Há diversas subcategorias que a partir de militantes de esquerda e direita travam batalhas de blá blá blá e mimimi intermináveis pela busca da razão para suas propostas e teses políticas mirabolantes e sem fundamentos.

Dum lado temos coxinhas, reaças, e toda sorte de espécimes que defendem a velha e boa hipocrisia das famílias quatrocentonas, repletas de tabus e falso moralismo conservador. Do outro um bando de camaradas que querem libertinagem extrema em todos os sentidos e igualdade às custas de dinheiro do governo e muita malandragem ideológica heteromarxista.

Esses dois extremos vivem em pé de guerra. Uns defendem o PT com faca nos dentes e sangue nos olhos, já outros defendem o PSDB com o rei na barriga. Passam o dia inteiro fazendo postagens uns contra os outros. Todavia, ambos agem como fossem donos da mais imaculada verdade sobre a realidade social, política e econômica brasileira desde que Cabral descobriu essas terras.

 

– Fanáticos Religiosos de Qualquer Natureza e Ateuzolas Radicais

Aqui estão contemplados duas castas de pessoas que só sabem se intrometer uma na vida do outro. Os crentelhos querem converter o mundo inteiro tornando as redes sociais um novo território de missão para que todos aceitem Nosso Senhor Jesus Cristo como o salvador de nossas vidas! Aleluia e amém!

Já os ateuzolas radicais querem que todos neguem a religião, Deus, os santos, a Bíblia, e passem a viver de acordo com a sagrada teoria evolucionista de Darwin, com as santas teses de Richard Dawkins, e outras coisas similares…

 

– Piriguetes Exibicionistas – Solteironas Encalhadas – Mal Amadas de Qualquer Natureza

Essas são prato cheio para os marmanjos xavecarem sem dúvida alguma!

Sabe aquela garota que todo dia posta fotos do seu corpo dando muita ênfase ao bumbum, seios e coxas com roupas curtas em baladas, academias e praias? Pois é, essas são as piriguetes exibicionistas. Elas até possuem um belo corpo sim,mas uma cabecinha bem vazia. Possuem uma personalidade e mentalidade que não vai muito além de acordar, passar cosméticos, malhar, sair bater pernas, comprar roupas e depois bater uma selfie nesses points citados. Essas garotas passam anos e anos fazendo do seu perfil um centro de atração para moleques punheteiros.

As solteironas encalhadas e mal amadas são uma categoria que vive postando frases de amor, de auto-ajuda ou de como os homens são canalhas. Passam horas e horas postando mensagens bonitinhas com algum sentido moral ou intelectual profundo para que elas mesmas depois não façam nada daquilo e continuem mal amadas ou encalhadas; porque de fato são umas chatas e fúteis mesmo.

 

– Viciados em Desgraças

Já viu aquele tipo de pessoa que só sabe postar fotos e críticas fáceis sobre a fome e doenças na África, sobre a morte de milhões de pessoas por causa dum tsunami, sobre algum um caso de assassinato ou guerra que a mídia está dando enfoque ou animais maltratados?

Esses são os depressivos viciados em catástrofes e tragédias. Não passam um dia sem postar algo assim. E esperam ainda mudar o mundo se curtirem aquela postagem diz que irá doar um prato de comida para um mendigo que passa fome ali na esquina da casa dele.

Diante desse cenário caótico de postagens e seus propagadores de carteirinha, o melhor a fazer é sem dúvida evitar adicionar espécimes dessas categorias e passar a sua estadia nas redes socais de forma mais alegre e divertida longe de tanta apelação excessiva.

Para essas quatro categorias acima citadas vai aqui o meu fuck like:

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E tenho dito!

 

Curto, logo existo

Com a evolução e o aumento de usuários e da importância das redes sociais, o nome e a fotografia de cada pessoa passaram a funcionar como o substituto do sujeito. O “eu” real se esvaziou para dar lugar ao “perfil”. O filósofo francês René Descartes estabeleceu um novo modelo de pensamento no século XVII, ao formular em latim a seguinte proposição: “Penso, logo existo” (Cogito, ergo sum). Era uma forma de demonstrar que aquele que existe raciocina e, por conseguinte, põe em xeque o mundo que o cerca. A dúvida científica substituía a certeza religiosa. Hoje, Descartes se reviraria no seu túmulo em Estocolmo, caso pudesse observar o que se passa na cabeça dos seres humanos. “Curto, logo existo” (Amo, ergo sum) parece ser a nova atitude lógica popularizada pelo Facebook. A dúvida científica cedeu espaço à presunção tecnológica.

Melhor ainda é a formulação da jornalista americana Nancy Jo Sales no livro Bling Ring – a gangue de Hollywood, a dúvida sobre a existência do ego deu lugar, na cultura do ultraconsumismo e das celebridades, a um outro tipo de pergunta: “Se postei algo no Facebook e ninguém ‘curtiu”, eu existo?”

A resposta é: provavelmente não. Eu existo se meus tuítes não são comentados nem retuitados? Claro que não. E se são curtidos ou retuitados, tampouco! Ninguém existe nas redes sociais senão como representações, que estão ali no lugar dos indivíduos. Não há uma transparência ou uma continuidade natural entre o que somos de fato e o que queremos ser nas redes sociais. Isso parece óbvio, mas não o é para muita gente. Agora as pessoas reais guardam uma alta concentração de nada nos cérebros, pois preferem jogar tudo o que pensam e sentem via suas representações nas redes sociais. Elas se tornam ocam para rechear de signos seus perfis. O verdadeiro eu migrou do mundo off-line para o online.

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É óbvio que os signos na internet podem enganar, mentir e insidiosamente simular um alter ego digital. Os vigaristas e falsários pululam alegremente com suas máscaras nas redes sociais. Quando alguém me “curte” ou “não curte”, está agindo com sinceridade na mensagem ou quer agradar e parecer inteligente? Ou está ironizando? Nesse sentido, se o eu do Facebook quiser se sentir mais vivo com o número de pessoas que o curtiram, estará caindo em uma armadilha. Pois ele não é o que é nem quem curte é o que parece ser. Mesmo quando a boa-fé existe, ela deixa de o ser porque nada se mantém estável no ambiente da “curtição” do Facebook.


Até a morte está vulnerável a ataques e profanações nesse meio movediço e enganoso em que, como diz Manuel Castells, a rede é a mensagem. Quando um indivíduo morre no mundo concreto, ela continua mais vivo do que nunca nas redes sociais online, pois seu perfil e seu histórico continuam atuando como se substituíssem o ser humano que os gerou um dia. A sobrevida virtual se torna maior e mais significativa que a vida real. É por isso que os robôs do Facebook geram mensagens aleatórias para que usuários vivos ou mortos “cutuquem” alguém que já está morto, ou “curtam” perfis que já subiram aos céus. Quantos mortos não receberam cutucadas ou convites simpáticos para participar de alguma causa ou curtir alguma página de celebridade? Quantas mensagens não são deixadas para os mortos como um tributo fúnebre?

Isso não me causa calafrios. Ao contrário, pertence à natureza humana acreditar na vida após a morte – e a tecnologia proporciona isso de uma forma concreta. Desse modo, ninguém mais morre totalmente. A vida se torna um prolongamento da morte e vice-versa – o que não deixa de ser uma realidade. Também ninguém mais vive de fato por causa da tecnologia. Quando clicamos para dar sinal de vida, estamos vegetando na indeterminação. Ainda vivos, contemplamos a nossa própria atividade post-mortem.

No que diz respeito a redes sociais, portanto, morrer ou não morrer, ser ou não ser, curtir ou não curtir, vodka ou água de coco, para elas tanto faz, não é uma questão. É, sim, uma tautologia, ou seja, significa dizer a mesma coisa, ainda que sob formas aparentemente contraditórias. Os mecanismos de busca não se importam com quem morre ou vive, salvo para assinalar datas de nascimento e morte. O algoritmo que move Twitter, Facebook e outros sites lê nossas atividades com a mais suprema indiferença.

O ato de “curtir” tem um poder ontológico: ele alterou irremediavelmente a nossa forma de encarar o mundo, os outros e a nós mesmos. Pois o “curtir” é a manifestação mais aguda da insistência do ego na cadeia da lógica binária do Facebook. Se eu “curto”, desejo afirmar minha existência, mas eu menos existo do que penso que possa existir. Se alguém me “curte”, posso adquirir certeza de que estou no mundo e me encher felicidade com o elogio, mas não há como verificar a veracidade dele e, assim, se eu pensar demais nisso, mergulho na frustração e na sensação de vazio existencial. E se o mundo existe só porque todos se “curtem” mutuamente, então ele virou um círculo vicioso de aprovações que o levarão inevitavelmente ao caos. O mundo, em suma, não pode existir fora do moto perpétuo da troca infinita de elogios e aprovações. Quem curte não curte algo, mas curte o próprio ato de curtir. Esse mundo paralelo peculiar se destruiria se houvesse contradições, confrontos e refutações. As redes sociais deram origem a universos de consenso absoluto. De minha parte, não curto, logo desisto.

CRÉDITOS:  Luís Antônio Giron, editor de Cultura de ÉPOCA

A Juventude Imbecil do Brasil Varonil (The End)

Beco dos Livros é o nome secreto da associação nacional de adoradores do Harry Potter no facebook.

Brincadeira…

Na verdade é um grupo de adolescentes com baixa capacidade intelectual que não sabem ler nada além do que a mídia aprova como material literário para idade deles além de outras tendências de comportamento.

 

Uma comunidade que tal como tantas outras não sobreviveu ao famigerado tópico “Juventude Imbecil do Brasil Varonil” e mais uma vez fez dezenas de jovens boçais e manipulados que tiram fotos no espelho com i-phones sucumbir ante ao perfeito caimento da carapuça.

 

Isso torna mais uma vez evidente que ante a imaturidade natural da faixa etária em associação dum baixo nível de escolaridade tornam esses jovens donos de certas verdades que apenas subsistem na mente vazia dos mesmos facilmente manipulável pela mídia castradora que domina essa juventude vendida por bagatela ao sistema.

 

Verdades impostas por mecanismos que os tornam em adolescentes com personalidade idêntica um a dos outros e futuros adultos sem capacidade de discernimento crítico.

 

Foi-se um tempo que a juventude tinha brilho próprio e sonhos novos em larga escala. Hoje, todos notamos com pesar os jovens sendo massacrado pelo excesso de informações inúteis e condutas que transformam pessoas em mercadorias que consomem mercadorias de baixa qualidade como forma de se estabelecerem em sociedade e identificarem uma com as outras.

 

O mercado de consumo vil e dominante transforma pessoas nessa faixa etária em alvos para estratégias de marketing que anulam muitas capacidades, viabilizando apenas o que é aceito pela grande massa falida social que pensa igual, se veste igual e compra as mesmas coisas e reproduz as mesmas idéias.

 

O mundo fantasioso dos livros que muitos desses jovens consomem sem sombra de dúvida é de qualidade literária duvidosa e gera nos mesmo condutas irracionais que passam batidos a primeira vista. Esse fator associado ao baixo nível educacional nacional gera, nada mais nada menos, que uma geração perdida.

Os que tiveram alguma sorte completaram a educação básica até metade dos anos 90. Na época que uma escola pública do interior, com excelente qualidade de ensino até então em muitos casos devido a existência duma geração de professores com valores e pedagogia sólida que valorizava a pessoa como indivíduo.

Era outro mundo, com outras idéias, com uma visão educacional completamente diferente da que existe hoje. Eu escapei de ser educado no ambiente escolar que começou a ser formado a partir de então em todo o país com a implantação das idéias pedagógicas que destruíram o ensino público brasileiro e que já afetam o ensino universitário repleto de alunos massacrados por esquemas de sucateamento da liberdade de expressão autônoma.

 

O núcleo do problema está em ver o estudante como um ser incapaz, um selvagem condenado à ignorância, à pena, e, consequentemente, à aprovação automática. As escolas do Brasil estão criando uma série de gerações perdidas graças a esse raciocínio: são jovens que chegarão ao mercado de trabalho e serão rejeitados sem dó nem piedade.

Estamos gestando uma imensa crise de cérebros, de profissionais, de intelectuais, de trabalhadores capacitados que deverá estourar e ter seu ápice em  breve, tornando todos, com raras exceções em mão de obra barata e massificada em qualquer setor e área.

 

Com a adoção da chamada “progressão continuada”: em vez de séries de ensino, ciclos de longa duração. Cada estado que adotou o sistema organizou seus ciclos de forma diferente. Em alguns, eles duram dois anos, em outros três ou até quatro. A idéia é que o processo de aprendizado demanda mais tempo para acontecer.

Uma consequência direta é o fim da idéia de reprovação, que é substituída pela idéia de recuperação. O aluno agora só corre o risco de não ser aprovado ao final de cada ciclo (ou seja, a cada dois, três ou quatro anos). Daí vem o nome de progressão continuada: o estudante progride no sistema continuamente, sem interrupções.

Os defensores desse sistema argumentam que a reprovação desmotiva os estudantes e acaba causando evasão escolar. Eles acreditam que a progressão continuada, auxiliada por um intenso sistema de recuperação, pode manter o aluno na escola e garantir que ele aprenderá tudo o que precisa ao seu próprio tempo, e não no tempo da escola.

Conceitualmente, parece realmente algo bom. Cada pessoa é diferente, tem ritmos de aprendizado e interesses próprios, e a forma mais democrática de educar é respeitar essas características individuais. Com sistemas permanentes de recuperação, o déficit que eventualmente for gerado sempre será corrigido e, no fim, todos recebem uma educação de boa qualidade.

Mas, já passadas duas décadas da adoção da educação continuada, o que se vê é um cenário desolador.

Crianças estão avançando ano após ano na vida escolar semi alfabetizadas e outras com analfabetismo funcional. Muitas chegam aos últimos anos do ensino fundamental com capacidade extremamente precária de leitura (então imaginem de escrita e interpretação textual. Os conhecimentos adquiridos em outras disciplinas são praticamente inexistentes. A situação se mantém ao longo do ensino médio com pouca variação.

Isso acontece por muitos motivos: o primeiro deles é que o aluno não se sente motivado a aprender: ele sabe que não será reprovado. Estudar é uma tarefa árdua e muitas vezes chata – que entra em concorrência com a TV, o videogame, o computador, o celular, a rua e, no caso de muitas crianças e jovens, com o trabalho. Por isso, acaba sendo deixada de lado. A perspectiva de reprovação – e de atraso de vida que ela pode acarretar – é, sim, um importante motivador.

Por outro lado, o professor também se sente desmotivado. Ele sabe que terá que aprovar o aluno, tenha ele aprendido ou não. O processo de recuperação permanente é desgastante e, sejamos sinceros, não é nada compensador: em vez de elaborar, aplicar e corrigir uma prova, ter que fazer isso várias e várias vezes, comprometendo o tempo que livre.

Que professor pode fazê-lo com gosto? Sem falar do fato de que não é possível recuperar o aluno que não deseja ser recuperado. Se não estudou para fazer a prova, sabendo que será aprovado de qualquer jeito, porque o aluno estudaria depois da prova?

Outra questão, essa muito politicamente incorreta: a organização das turmas por nível de aprendizado. Hoje isso é terminantemente proibido, e as todas as turmas devem ser heterogêneas, com maus e bons alunos. Até os anos 90, as turmas eram divididas conforme o grau de aprendizado, separando os bons alunos dos maus. Alguém achou que isso também traumatiza, e que misturando tudo, seria possível influenciar os maus alunos. O que se viu é o oposto: os maus influenciaram os bons e agora o ensino é mais difícil e lento.

Em geral, os criadores de idéias, os “engenheiros” de sociedade, não gostam da realidade. Eles consideram que se uma idéia não funciona, é porque está sendo mal aplicada. Por isso há uma imensa resistência a abandonar o modelo. Alguns dirão: mas a repetência praticamente acabou depois que a progressão continuada foi adotada; ou: as notas das escolas que usam a progressão continuada subiram nas avaliações governamentais. Não nos deixemos enganar: a repetência acabou porque ela deixou de ser aplicada. E as notas subiram? Será que as boas notas de muitas dessas escolas nas avaliações do governo resistiriam a uma auditoria? Qual o grau de manipulação desses exames?

Algo assustador é que filosofias semelhantes são aplicadas em várias faculdades, que preferem empurrar seus alunos a fim de garantir a permanência deles ao longo do curso. Você pode se perguntar, mas o que elas ganham com isso? Ora, recebem recursos do governo por meio do FIES e do Prouni. Para muitas dessas faculdades, é preferível garantir o pagamento mensal, mesmo que o aluno seja mal formado, do que perder um estudante e o dinheiro que ele traz.

Vejam bem: não estou dizendo que o PROUNI ou o FIES sejam ruins, ou que os estudantes que os usam são ruins, nem que as faculdades que os aceitam são ruins. Há muitos bons estudantes que se esforçam, superam as barreiras que as escolas lhes impõem, e, graças a esses programas conseguem fazer o ensino superior. Mas há também outros tantos que optam por faculdades ruins apenas para garantir um diploma.

O que estou dizendo é que esse sistema corrompe o processo de aprendizado, o rebaixa, e cria uma situação em que estudantes mal preparados conseguem chegar à universidade, ser admitidos e continuar nelas mal preparados. Os governos, em geral, permitem isso porque estão pensando apenas nas estatísticas: querem quantidade, não qualidade. Houve uma universalização da má educação.

De que serve isso? Qual a grande consequência de todo esse processo?

Estamos ensinando gerações de brasileiros a terem baixa auto-estima, a serem preguiçosos e dependentes e alvo de qualquer filosofia de vida que lhe acomode dentro dum universo abstrato irrealista. Nesse ponto livros de baixo teor qualitativo e uso irrestrito da internet e tecnologia auxiliam e muito esse processo de degradação.

Jovens e mais jovens são programados desde crianças para acreditar que não são capazes de aprender, sem que notem isso, e que, se fossem avaliados seriamente, seriam reprovados. Com isso, se acostumam, se acovardam, e aceitam que a escola reduza seus horizontes.

Eles perdem a capacidade de acreditar em si mesmos e de lutar. Tornam-se preguiçosos: sabem que serão sempre empurrados por alguém. Sabem que não fará diferença fazer ou não fazer a prova ou o trabalho. Assim, tornam-se incapazes de ler textos mais complexos, de produzir raciocínios.

Acostumam-se a ser dependentes: sabem que sempre haverá alguém a ampará-los, hoje, um professor, amanhã, o Estado. Não aprender a inovar, a arriscar, a trabalhar, a desafiar, a criar.

Outra consequência, essa de gravidade imediata, é o aumento da violência nas escolas. Quantos casos de professores agredidos não têm surgido nos últimos tempos?

O aluno sabe que o mundo o olha como se fosse um pobre coitado, e, aqueles que já têm predisposição, se aproveitam disso. Quando um professor incauto ousa desafiar o sistema e cobra do aluno mais do que ele está disposto a produzir, pode acabar sendo agredido. Isso, aliado à visão pedagógica reinante no momento, de que qualquer coisa pode traumatizar o aluno, destruiu completamente qualquer idéia de disciplina que poderia haver em sala de aula.

Hoje, em muitas escolas, obedecendo a orientações (na maioria das vezes não escritas) das secretarias de educação e do MEC, não permitem ao professor qualquer tipo de penalidade contra o aluno indisciplinado. Antigamente era possível ser expulso de sala, ser levado para falar com a direção, assinar o livro de ocorrências. Hoje nada disso é permitido, pois pode traumatizar o estudante. Livre de qualquer penalidade, que aluno respeitará o professor?

Em meio a esse inferno educacional, há muitos bons alunos que lutam para estudar e vencer na vida. Mas a escola não quer que eles sejam bons alunos: o foco dela está nos maus. A escola nivela o ensino por baixo e puxa os bons para trás. O ambiente de desorganização e indisciplina prejudica o aprendizado. Os bons estudantes que têm a desdita de estar nessas salas de aula são sufocados e deles é exigido um esforço imenso para não cair na mesmice e prosseguir estudando e aprendendo.

O mau aluno hoje tende a preferir essa pedagogia do fracasso, pois ela é mais cômoda. A maioria dos bons professores a detestam. Há professores que a apoiam, ou porque acreditam na visão ideológica que a embasa, ou porque se acomodaram. Mas daqui a alguns anos será possível ver com mais clareza os resultados. Milhões de jovens chegarão ao mercado de trabalho quase sem instrução. Estarão mal preparados e quebrarão a cara, pois o mercado não vai passar a mão em suas cabeças. Haverá uma nova elitização: quem estudou em escolas particulares, que em sua maioria adotam os velhos modelos pedagógicos, chegará ao mercado bem preparado, bem instruído, bem educado, e conseguirá seu emprego. E o que será de quem teve que estudar nas escolas da pedagogia do fracasso, que passou a vida acreditando que não precisa e nem é capaz de se esforçar? Nossa sociedade terá para com eles uma dívida impagável. Por esses, rezemos. Rezemos também para que alguém um dia tenha coragem de perceber os imensos 

    

Enfim, o beco sem saída para essa geração já está pronto, cabe aos mesmos saírem desse esquema se forem capazes de terem inteligência e lerem a realidade que os assola de forma realista, afim de, reverter esse processo.  

  

 

Lucas Pipi – o novo bode expiatório da Duelos Retóricos

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Vejam bem meus caros amigos e inimigos: Confesso que o Pipi não é exemplo algum de honestidade intelectual e conduta, mas mentir que ele foi expulso da até faculdade de Jornalismo aí é maledicência gratuita contra o mesmo.

Sabemos que o pobre rapaz é criado pela avó e cuida da mesma e tem a vida atribulada, e que ao menos nisso ele é decente como grande parte da população. Agora demonizar o rapaz dentro dum grupo onde uma senhora ou senhorita diz que acha que os membros são pessoas que aparentam loucos e insanos em tratamento ao ponto de expulsarem um pobre coitado magrelo e beberrão é um caso sério de falta de bom senso tendo em vista a manutenção da presença do Big John no mesmo espaço.

Grande parte da fama de manicômio da Duelos Retóricos se deve a presença aversiva de Big John e suas postagens que são uma metralhadora de maledicência e demonstração duma personalidade deformada e caráter quixotesco digno de pastelão do Zorra Total.

Agora o pobre e desbarbado Lucas Pipi seria tão inglório e bastardo ao mesmo ponto do que Xavier Big John? A resposta é desenganadamente: Não, não é…

Primeiro que um é misógino e lasca-se na punheta aos cinqüenta anos de idade com uma foto de lutadores de UFC num porta retrato no criado mudo. Já outro é um guri horripilante e inativo sexualmente por ser cuspido e escarrado a imagem do fracasso, mas mesmo assim ainda é uma figura simpática digna de pena e não de repulsa e aversão como no caso do Big John.

Eis uma prova disso:

“Aquele se autodenomina lendário, atentai ao significado:

Por Marise O’Dolly

Lenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos. De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana.
Com exemplos bem definidos em todos os países do mundo, as lendas geralmente fornecem explicações plausíveis, e até certo ponto aceitáveis, para coisas que não têm explicações científicas comprovadas, como acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Podemos entender que lenda é uma degeneração do Mito. Como diz o dito popular “Quem conta um conto aumenta um ponto”, as lendas, pelo fato de serem repassadas oralmente de geração a geração, sofrem alterações à medida que vão sendo recontadas.
Fonte:Wikipédia…

Quanto a ofensa e a cantada de Xavier Big John contra minhas opiniões e mais ainda contra minha pessoa uma me faz rir dele e outra me comove… rsrsrs
Só posso observar de antemão que pessoas como Big John, têm o péssimo hábito de jogar em fogueiras pessoas como eu…Pessoas que não concordam com ele e seu mundo imaginário onde ele é realmente lendário  e os outros são surreais. Só na cabecinha dele mesmo pra ser isso
Se a “Santa” Inquisição voltasse, BJ seria o primeiro da fila para obter um cargo, e eu provavelmente a primeira da lista daqueles que seriam lançados as chamas da purificação…
Só não entendi a oferta, dizendo que era o “macho” que eu precisava… pensei que estas coisas eram pecado para ele… aconselho a procurar pessoa apropriada para fazer a confissão e se redimir de seus pecados, antes que sua alma queime eternamente no inferno da Geena. Ou procure uma instituição médica psiquiátrica que ao meu ver é o mais urgente a ser feito no caso dele”.

Isso é o depoimento duma debatedora do grupo que foi ataca pelo lado “sou o fodão do grupo e aqui eu mando no pedaço” do Big John o lendário.

Pra falar a verdade o gosto musical do Xavier revela muito sobre ele levando em conta essa cantada dele para a Mari. Ele que é fã declarado do Rei Roberto Carlos com certeza deve cantarolar aquela musiqueta de novela todos os dias quando madruga para mais um dia dado a ociosidade no Facebook:

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Assim sendo, tornamos a presença ingrata dum e a ausência do outro num bode expiatório para muitos que não tem coragem de admitir a verdade: Big John é o maluco insano queridinho da administração da casa e não há espaço para outro insano e troll como o Lucas Pipi porque Big John perderia seu posto de bobo da corte e troll oficial do grupo o qual a direção da Duelos Retóricos deu exclusividade para o mesmo.

Olavettes fãs do Feliciano e Malafaia e outros anômalos

Vejam bem, esses dias, eu defendia a falta de ética do Silas Malafaia em ser um escroque trambiqueiro da fé num arranca rabo como os olavattes jihadistas da comunidade Olavo der Carvalho no Facebook, os quais, defendem  integralmente esse anômalo e ainda por cima defendem Marcos Feliciano, que é o “tipo do sujeito semelhante ao Silas Malafaia, só que faz chapinha, depila as sobrancelhas, provavelmente usa saia, e tem um pareamento XY no cromossomo 23. E ainda é contra negros, homossexuais, ateus, e se diz defensor dos Direitos Humanos.

Realmente, com uma humanidade tão torta, ele seria o bom exemplo do que perpetrar no veio da discórdia social. assim como defendem o Silas Malafaia – defendi a tese da falta de ética de ambos. agora dessa vez defendo a falta de ética desse trio acima citado”.

Esse trio de porquinhos facínoras que posam de éticos e democratas ao grande público, mas que no fundo são totalitaristas direitistas enfronhados a espera duma pica de seu séquito fanático que precisa urgentemente ser execrado publicamente pelas mentiras que propagam e anomalias que defendem e modo hediondo que se portam!

Foda-se se Feliciano foi eleito democraticamente! Ele está lá representando uma parcela de imbecis que votaram nele e são tão racistas quanto ele. Racismo é crime! E se é crime ele é delinquente e quem apoia ele faz apologia ao crime de racismo!

Esse zé mané está folgando demais da conta já com a imunidade parlamentar dele e tá na hora da Polícia Federal enquadrar esse sujeito num ajaula com 30 crioulos pra enrabar ele… Daí ele poderá amaldiçoar a vontade…!!!

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O mesmo serve para os olavattes que amaldiçoam como esquerdista e comunistas qualquer um que discorde de meio milimetro da doutrinação olavista que recebem via True Outspeak e cursinhos de filosofia que no máximo tem como alunos deturpados mentais em busca de um novo ídolo para embasá-los teoricamente na mesma merda que o Paulo Ghiraldelli Jr embasa seus corujetes no Hora da Coruja de forma contrária e hedionda.

São duas faces da mesma moeda da hipocrisia que reina absoluta nas redes sociais e sites de filosofia fundo de quintal em busca de cabeças ocas que se tornam papagaios treinados com os mesmos argumentos preconceituosos e descabidos de seus domadores e ai de quem discorde deles!

Deve ser por isso que o livro olaviano “O imbecil coletivo” é a magnus opus do mesmo, pois somente uma coletividade de imbecis poderiam ler e crer ao mesmo tempo naquilo com tanta devoção e  boa fé como se fosse um evangelho para direitistas meia sola.

E tenho dito!

Segue a matéria da Folha que revela mais uma ponta do iceberg do racista Feliciano:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1257600-feliciano-volta-a-afirmar-que-africanos-sao-amaldicoados.shtml

 

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Não se juntem a essa gentalha!

Dentre todas as associações virtuais de facínoras pseudo-intelectuais a Duelos Retóricos sem sombra de menor dúvida é a pior de todas. Podem taxar aquele antro grupal do Facebook de Central Única de Trolls ou Sindicato dos Mentecaptos do ABC; a saber ABC: Anômalos – Borderlines e Corruptos.

Todos daquele grupo nesse exato momento ligados à cúpula do  mago-rinpongay-pró-evolução-das-massas Leonardo Levi e Roberta Ayres suposta professora de matemática que confunde raiz quadrada com metro cúbico estão numa associação de alcoviteiros em nível nacional irracional de tormento de pessoas de boa índole e trollagem de outros grupos de debates.

A doutrina DR de idealização pela própria auto comiseração de princípios oriundos de suas atitudes pederásticas os levam a crer em tudo que negue suas ações, sendo desta forma ávidos séquito de escritores que perfilam desde Nietzsche lido em resenhas até Caio Fernando Abreu lido in totum, tendo ainda sua bagagem intelectual o mago Paulo Coelho que influi na tendências de Merlin made in Paraguai de Leonardo Levi e do satanista fundo de quintal do Chico Sofista, que de sofista não tem nada, não passa apenas dum ghiraldette alcucinado de maconha que perde mais debates que Big John Xavier o lendário traste.

Como se não fosse muito, une-se a essa triologia de três porquinhos uma vasta legião de fracassados e losers que em primeiro lugar: Seguem a mesma doutrina bigjohnsiana de ódio ao Bode do Alonso Prado. Segundo: Acham que o mesmo é católico e direitista quando na verdade é sufista e desligado de tendências politicas como esquerda e direita etc. Terceiro: Se associam para falar mal do mesmo se revezando na perseguição de provocações contra o mesmo ao invés de limitarem-se a sua insignificância mobral moral e ficarem calados para não sofrerem chacota e serem desmascarados nas atitudes torpes e imundas que propagam.

Dessa vez somos obrigados a dar nome aos bois de piranha desse plano arquitetado pelo Sofistinha, ou melhor dizendo, dos bois e piranhas que fazem parte dessa CUT: Marise Lima Muniz e Luciano Alonso dentre outros ainda nomes de menor periculosidade como os cariocas da gema com salmonela Francisco Costa e Denis Magallanes adeptos da mesma presepada.

A primeira já foi até citada nesse blog como a nova Dercy Goncalves do universo do caos do sadomaosoquismo da terceira idade, o segundo merece destaque por sexual slave dessa dominatrix e ser ex-alcoólatra “mato-grossano carcará de capivara”, e fazer auto-psicanálise em si mesmo lendo livrecos de psicologia e fazendo terapia ocupacional desenhando Gandhi, Einstein e outros e suas frases quando não fica espumando e destilando veneno contra qualquer coisa que seja católica ou de classe social mais abastada.

Estou me esquecendo de mais “alguém”? Com certeza sim, mas não faz mal esses outros também se limpa com jornal…

Ensaio para uma Ditadura!

Dilma Charuto

 

 

Vejam bem, eu posso ser surtado em muitas de minhas ações, palavras e opiniões, mas ao menos, eu não me dou ao despeito e desbunde de ser catequizado por novelas e redes sociais e ideologias políticas ou não políticas furadas, pró e contra isso e aquilo, como são os odiosos ateuzolas e fanáticos religiosos defensores do repertório de fanfarronices do Deputado Marcos Feliciano, petralhas, tucanalhas e demos do DEM e PMDB dentre tantos outros anômalos que ocupam o Legislativo e altas esferas do Executivo e Judiciário nacional.

 

Novelas – pra começo de conversa – é uma espécie de engenharia social que transforma nos últimos tempos idiotas em zumbis, até o ápice de estado vegetativo da moral que é o Big Brother Brasil. Redes sociais como o Facebook – ao menos no Brasil é assim – aqui as redes sociais são muito mais usadas para propagar o que essa geração palerma adere e reflete do que ser um veículo útil de formação de opinião e manifestação de livre pensamento.

 

Por estas e outras, é que projetos de lei como o MARCO ZERO da INTERNET e decisões judiciais que privilegiam deputados de serem, tanto patrocinadores como beneficiários da CENSURA usando todos os poderes da República como se fosse uma coisa sua é que torna o Brasil um país de tolos com efeitos notórios nas redes sociais e bem encenados em novelas como Avenida Brasil.

 

Tolos que elegem essa raça manufaturada por marketing falsificador de princípios e lesa pátria via má utilização dos cargos públicos e das verbas públicas, onde quem paga sempre a conta é o povo.

 

Dizer ante a isso que “erradicou” e que retirou a população da miséria é um jargão coringa falacioso, pois enquanto ainda se tem 3 MILHÕES de crianças fora da escola, e enquanto a educação nesse país é de baixa qualidade, não se poderá afirmar JAMAIS  que saímos da miséria. Afinal de contas, MISÉRIA também é algo que se liga ao caráter, personalidade e intelectualidade do ser humano de forma una, indivisível, ou seja, indelével.

 

Por isso meus caros leitores e leitoras, avancem onde não querem deixar que avancemos que é na MORAL SOCIAL; ou fiquem calados, amordaçados e de mãos amarradas com as próximas medidas desse governo que flerta com uma nova forma de ditadura e perpetuação no poder.

 

E TENHO DITO!