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Requião de comedor de mamonas à bolivariano meia sola

Requião, um homem desequilibrado e não mais respeitado. Foi o que sobrou para ele: gritar raivosamente contra manifestantes taxando-os de “mentecaptos manipuláveis”. Déspota e destemperado, agressivo, quando no poder; gagá e ridículo, agora. Requião caminha para as sombras, no estertor da sua já empoeirada vida política.

Requião virou um heteróclito da política nacional. Bajulador do Lula e demais canalhas petistas bolivarianos. E, óbvio, que também, ele está se defendendo do que vem por aí de mais deletério quer onde haja evidências contra ele. Ah se Itaipu falasse!

Não devemos mais dar atenção a esse senhor decrépito cujo destino será o opróbrio constante até o findar de sua biografia marcada pela paspalhice. Requião não tem credibilidade para mais nada. Ele usurpa das prerrogativas do cargo para usar a tribuna para defender o indefensável nos últimos tempos como se fosse um petista convicto. Se não fosse ele do PMDB, seria fácil reconhecê-lo como senador petista, dado o recorrente uso dos mesmos jargões falaciosos dos defensores de Dilma e simpatizantes de Lula.

 

O senador paranaense hoje não passa de figura histriônica e caricatura que representa com fidelidade a política de baixo quilate moral e intelectual. Esteve ao lado de Sérgio Moro num debate no Senado sobre abuso de autoridade como relator do projeto que visa desmantelar a Lava Jato. Nessa posição de escroque duas caras ele valeu-se de toda sua cara de pau para falsamente elogiar o juiz em rede nacional, e tacar-lhe o pau pelas costas nos bastidores. Requião nas suas inserções na mídia e tribuna da casa moderadora, mas como imoderado, sempre faz questão de colocar a imagem do magistrado da Lava Jato em dúvida com jogo de palavras e falácias das mais boquirrotas Eis que Roberto Requião é exemplar e adepto da mesma hipocrisia renaniana que impera no Senado Federal há décadas.

Requião ainda teve um governo fértil em escândalos de corrupção e ingerência administrativa. Um exemplo claro disso envolve a Sanepar e a empresa Pavibrás. A Pavibrás venceu licitação no valor de R$ 69 milhões para executar obras no litoral do estado do Paraná. Em certa altura das obras, a empresa tinha recebido R$ 113 milhões, mas as obras ainda não tinham sido concluídas. Depois disso, Requião foi acusado ainda de caixa dois durante todo o tempo que passou no Palácio da Araucária.

Por essas e outras é que Requião não deve nem pode ser levado a sério como político e deve ser esquecido pelos eleitores do Paraná, e apenas lembrado pelas autoridades judiciárias. Os mentecaptos manipuláveis são sem dúvida aqueles que o elegeram e reelegeram…

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Menos Ana Júlia menos…

No day after da maior derrota já sofrida pelo PT nas urnas, o que fizeram os petistas? Reconheceram a derrota? Fizeram um mea culpa? Foram humildes e enxergaram os seus erros? Não, de forma alguma. Os parlamentares petistas apareceram neste começo de semana com o mesmo discurso virulento contra a PEC 241 (agora PEC 55, no Senado), e defendendo com unhas e dentes a ocupação de escolas. Nesta questão da ocupação, ao tentarem elevar a estudante Ana Júlia à posição de símbolo nacional, mostram que não estão preocupados com a qualidade do ensino, mas apenas com a luta política. Derrotados nas urnas, o PT está tentando cooptar o manifestante do futuro. Ignorados pelo povão e rejeitados pela classe média, os petistas tentam se reinventar buscando apoio em jovens que ainda nem entraram para a vida política. Com certeza, acreditam estar formando uma nova base para lhe dar sustentação nas ruas. Sem mortadela para oferecer, o PT tenta conquistar novos adeptos com mentiras e manipulações. Não será assim que conseguirão fugir do abismo.

 

A questão da fama repentina da estudante secundarista Ana Júlia Ribeiro, que fez sucesso ao defender a ocupação das escolas. A crítica que fizeram sobre essa militante mirim da esquerda, que ofendeu a esquerda nas redes sociais, foi a de que a estudante disse reiteradamente ser apartidária, o que, depois, se mostrou uma afirmação mentirosa. Além de ser filha de um advogado e militante petista, Ana Júlia havia sido orientada pelo deputado estadual Tadeu Veneri, do PT. Ontem, a estudante (que, na verdade, compõe um movimento que não quer deixar ninguém estudar) esteve em Brasília, onde participou de um evento organizado pela senadora Gleisi Hoffmann, e no qual pontuaram senadores petistas e lideranças de movimentos sociais de esquerda. No seu discurso, a estudante filha de papai petista disse que “nós vamos desenvolver métodos de desobediência civil, vamos levar a luta estudantil para a frente”. Além do discurso totalmente partidário, ainda é incendiário, muito parecido com o que é feito por UNE, MST, CUT e outros da mesma estirpe. Ana Júlia tem toda a liberdade para se tornar uma militante petista, mas já começa muito mal sua carreira mentindo ao dizer que não tem partido.

Escolas invadidas por massa de manobra juvenil do PT no PR é amostra grátis do que esse estado se tornou nos últimos anos: Um buraco negro!

 

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Quebrando o cofrinho do Requião?

Ano passado recebi uma proposta para prestar consultoria jurídica na eleição do PT-PR. Não aceitei devido a ter tomado conhecimento por outras vias que o levantamento em relação as contas das campanhas do partido no estado estavam sob análise do Tribunal Eleitoral competente e acompanhados com grande interesse pelos Procuradores Federais da Operação Lava Jato.  Por outro lado, não havia cabimento aceitar patrocinar consultoria ao partido devido discordar das ações governamentais do mesmo em todas as esferas. Portanto por uma questão de ética e princípios profissionais recusei a generosa oferta do Partido dos Trabalhadores para servi-los numa área que me especializei no campo acadêmico e profissional, a saber: lavagem de dinheiro e causas eleitorais no quesito de financiamento de campanha. Esta última simultaneamente devido minha trajetória profissional no interior paulista em defesa de outros partidos e candidatos com contas reprovadas que se assemelham ao PT na operação de caixa dois de campanha.

Nessa última nesta sexta-feira (13), outro levantamento, esse já ligado aos autos da Lava Jato e noticiado pela mídia do Paraná mostra que a senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT), que aparece na lista do PGR Rodrigo Janot como beneficiária de recursos desviados da Petrobras, financiou a campanha de toda a bancada estadual eleita pelo Partido dos Trabalhadores no Paraná em 2014. Os deputados Tadeu Veneri, Professor Lemos e Péricles Mello receberam de Gleisi, respectivamente, R$ 54.016,00, R$ 126.617,00 e R$ 165.832,00.

As doações suspeitas nas campanhas dos deputados paranaenses não se limitam aos recursos distribuídos pela senadora Gleisi Hoffmann. Também o ex-deputado federal André Vargas (ex-PT), cassado no ano passado por associação com o doleiro Alberto Youssef, fez um verdadeiro derrame de dinheiro em forma de doações na campanha de 2010. Nada menos que R$ 893,9 mil para 32 candidaturas, sendo que parte significativa desses recursos foi parar nas contas dos mesmos deputados do PT, reeleitos em 2014 com os recursos distribuídos por Gleisi. Menos generosa que Vargas, a senadora petista igualmente distribui recursos – R$ 352 mil aos seus associados e apadrinhados políticos.

O levantamento exposto na mídia do Paraná chamou a atenção, mais uma vez, para o deputado estadual petista Tadeu Veneri, habitual e implacável crítico de desvios éticos de qualquer natureza, que agora frequenta com certa regularidade episódios nebulosos.  Em 2011, o mesmo foi investigado pelo Ministério Público pelo uso irregular de verbas de gabinete. Entre seus financiadores de campanha aparecem novas surpresas. Além de André Vargas e Gleisi Hoffmann, que têm como denominador comum o doleiro Alberto Youssef, também aparece na contabilidade de Veneri uma empreiteira alvo das investigações da Operação Lava-Jato.

Apesar de ser um crítico feroz dos pedágios e das Parcerias Público-Privadas, Tadeu Veneri foi o único candidato da Assembleia Legislativa do Paraná a receber doação da construtora Norberto Odebrecht. Na prestação de contas da campanha de Veneri, entregue ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, há o registro de duas contribuições com recursos da empreiteira: uma de R$ 71.250,00 e outra de R$ 142.500,00 – totalizando R$ 213 mil. Por incrível que possa parecer, é justamente a construtora Odebrecht quem está encarregada da duplicação de rodovia no Paraná, obra que contará com pedágio.

Não obstante disso, há uma suspeita de correlação ainda com outras campanhas aliadas com outros partidos e candidatos que já disputaram eleições estaduais e para mandatos federais posteriormente. A ligação é mais uma vez com dinheiro advindo de empresas do setor de construção de grandes obras que se coadunam com obras feitas no estado durantes as gestões passadas à época em que Lula era Presidente da República e contava com farta camada de apoio pelo governado do estado do Paraná.

Essas e outras ações deverão todas ser investigadas pela Operação Lava Jato nessa fase de investigação do núcleo político ligado aos casos de propinas e financiamento ilegal de campanha de diversos governadores, como no caso Tião Viana (AC) Luiz Fernando Pezão e do ex-governador Sérgio Cabral do estado do Rio de Janeiro entre outros suspeitos.

Perante isso, há que se recordar um fato que pode se ligar com tudo isso: Documentos, recibos e anotações de próprio punhos esquecidos na gaveta de um cofre no Palácio das Araucárias em 2010 revelam detalhes da contabilidade pessoal de Roberto Requião (PMDB) e de como ele operava seu caixa 2 entre 2003 e 2010. São cópias de empréstimos e pagamentos em dólares no Brasil e no exterior, certidões de transações imobiliárias, recibos assinados por terceiros e pela mulher do senador, Maristela Requião, cópia de depósito na conta pessoal de Maristela e o envolvimento de um secretário direto de Requião nos negócios da família do senador. Os papéis serão entregues ao Ministério Público, e uma das suspeitas é que pelo menos uma das operações tenha servido para lavar ou esquentar dinheiro desviado.

Diante desses fatos aguarda-se que a Operação Lava Jato elucide a origem dessas doações de campanha e seus destinatários políticos finais e que se houver irregularidade que se puna os envolvidos.

O eterno calouro da Universidade Estadual de Maringá

Salvo engano o sujeito disse ser o melhor aluno do curso de Direito da Universidade Estadual de Maringá, famosa “Uningá”. Essa é a instituição que o famigerado pseudo-doutor-estagiário Eder R.Oliveira cursa com entusiasmo e aplicação posando tremendão mega advogado que faria inveja ao Harvey Birdman. Fora dos corredores da Uningá Eder posa de Malcom X nas redes-socias como profundo jurista, doutrinador e especialista em direitos autorais e profundo reformador da teoria tridimensional do direito, e faz isso deixando de lado os livros e aulas, pois ao invés de estudar para as provas prefere colar. Afinal de contas, Eder como todo bom marmanjão criado pela vó passa o seu tempo ocioso ou jogando Cartola FC ou difamando qualquer sujeito que não diga amém para suas sandices de pseudo-intelectual supostamente letrado que diz ler clássicos da literatura, mas nunca leu sequer o Sítio do Pica Pau Amarelo.

Sinceramente são alunos dessa estirpe que denigrem as instituições de ensino que cursam. Tendo em vista que a fama da UEM não é das mais elevadas, especialmente no curso de Direito, visto que o índice de reprovação de seus alunos de graduação beira a quase 100% na prova da OAB, não sei como um sujeito dessa laia paga pau de jurista, advogado ou até mesmo rábula dentro e fora das redes-sociais citando regras jurídicas ab-rogadas como se estas ainda tivessem vigência no ordenamento jurídico pátrio. Eder R.Oliveira famoso pela alcunha de Eder Quebra Barraco, devido ser um sujeito meio esquentado, tem a ousadia de aconselhar parentes e amigos com suas previsões jurídicas emaranhadas de desconhecimento prático e teórico como se arrotasse caviar Beluga a cada dica das aos mesmos.

Sabidamente, é graças a UEM que existe em Maringá uma faculdade particular cara para cada aluno que sempre estudou na rede pública, e visto que há ainda aqueles que não podem pagar faculdade particular devido essa realidade, a grande maioria dos que terminam o terceirão falidos depois de tanto consumir goró e outras substâncias apelam para bolsas de estudos como FIES e PROUNI.

Isto acontece, porque por lei promulgada pelo excelentíssimo Senhor Supremo da Capitania Hereditária do Paraná, Roberto Requião, concedeu 90% das vagas da UEM reservadas para essa galera do terceirão local, 2% para gays enrustidos, 1% para tolinhas filhinhas de papai com algum comércio na cidade, 1% para o restante dos maringaenses que de fato estudaram na vida.

Ante a isso, UEM é uma pequena universidade com fins lucrativos  pública localizada numa área cercada por mais 100 botecos, que é onde de fato os alunos aprendem alguma coisa devido a vocação nata ao alcoolismo acadêmico. Ouso dizer que é a instituição de ensino superior que mais forma filósofos e juristas de bar no mundo, sendo seu maior representante o afamado Eder Quebra Barraco Kelsen Lewandowski Dias Toffolli. Eder como bom aluno cafona de Direito curte assistir TV Justiça aos finais de semana e quando o Ministro Gilmar Mendes ou Joaquim Barbosa trocam farpas ele pega seu caderninho e anota cada troca de insulto entre ambos para depois reproduzir nas suas acaloradas discussões sobre direito nas redes-sociais.

Como Eder é um aluno aplicado em matérias criminais vem desde já vem criando sua clientela nesse ramo. Ela passa muitas de suas horas ociosas visitando seus futuros clientes em bocadas de fumo e dizendo que quando se formar ele “livra os mano das broncas na Dona Justa e treta com os puliça em troca dum pino ou unzinho do bom”.

Notoriamente a carreira de Eder R.Oliveira no mundo jurídico será promissora, isso se… ele conseguir se formar, pois suas notas como é de amplo conhecimento da UEM não fazem jus ao desempenho acadêmico sequer dum chimpanzé adestrado.

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Dr. Eder nas suas versões mezzo Lafond e versão Papai Noel

Roberto Requião – O ditador comedor de mamonas

Roberto Requião foi no passado sombrio chefe do executivo estadual, mais conhecido na época do seu mandato como Capitania Hereditária do Paraná. Naquela época ele se achava o Imperador do Sul, protótipo de  aspirante a Ditador do Brasil.

No PMDB desde criancinha, Requião é conhecido pela camisa jeans e bochecha gorda, além do seu suave temperamento que gerou o carinhoso apelido de “Maria Louca“.  Seu maior ato político foi apoiar Lula nas eleições de 2002. Em 2006 voltou a arrotar apoio incondicional ao PT. Embora nunca tenha mudado de partido, ele é militante ativo do PT. Hoje mesmo no seu pronunciamento na tribuna Senado, depois de louvar os conselhos populares e exigir mais democracia direta para o povo se manifestar politicamente, ele mesmo, com tom autoritário mandou a galeria que vaiava ele a Senadora do Petrolão Gleisi Hoffmann calar-se e ameaçou mandar prender os mesmos num ato de autoritarismo típico de sua figura. Dizia ele que a Casa do Povo não é circo, mas ficou evidente que ele é palhaço e fantoche do PT como se fosse um boneco de posto de gasolina. Gasolina que hoje custa mais caro depois da reeleição da grande mãe Dilma Chavez Youssef que tá madura para o seu segundo mandato.

Requião o grande palhaço e proxeneta do Paraná, também é pai, pois tem a maior família do Paraná e é um patriarca bastante generoso. Hoje muitos dos familiares dele trabalham como funcionários públicos em cargos de confiança, pois segundo apontam os cientistas políticos sua prole possui o notável saber que emana dos super-genes da família Requião, o que os qualifica para os cargos devido ao QI elevado do papai Requião.

Antropologicamente a família Requião atual resulta do cruzamento de várias espécies da elite da província do leite quente. É daí que vem a ideia de que ser um Requião é ter “notável saber”.

Que tipo de saber? Não importa. O porto de Paranaguá, por exemplo, foi entregue ao irmão de Requião cujo “notável saber” se resume à psicologia.  Dizem as más línguas que Requião fica chateado por ter na família um psicólogo capaz de constatar empiricamente que ele tem Transtorno Obsessivo Compulsivo, Transtorno Bipolar, Hiperatividade, Esquizofrenia (vê opositores imaginários), Transtorno de Personalidade Borderline, Síndrome de Down e propensão ao cheiramento de gatinhos.

Roberto Requião é famoso ainda por ser o único político brasileiro a realizar um atentado contra si mesmo. Requião pegou um punhado de mamonas e enfiou na boca, ameaçando engolir as sementes e, com elas, as tóxinas.   Na época foi advertido por Lula de que as mamonas eram tóxicas e apesar da advertência, Requião estava disposto a engolir tudo, argumentando que a morte dele representaria uma renovação na política paranaense. No final ele acabou sendo convencido por Lula a cuspir e sobreviver, infelizmente.  Aliás, a tática de “cuspir e sobreviver”, é a preferida de Requião que garante cuspir apenas “nos poderosos” embora ninguém saiba quem é mais poderoso no Paraná que o ex-dono da capitania hereditária que foi derrotado nessas eleições de 2014 ao governo do estado.

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Requião ainda é notoriamente conhecido por outros usos e costumes convencionais à sua pessoa autocrítica que sempre elogia a si mesmo e atenta contra quem não é adepto de sua filosofia política autoritária. Eis uma breve lista de fatos da sua carreira política tão intensa e prolífica:

 

O jornalista de quatro dedos: Requião tentou arrancar o dedo de um jornalista que divergia ideologicamente dele e do presidente Lula. Na ocasião Requião afirmou que, com um dedo a menos, o jornalista entenderia melhor o presidente.

 

O nepotismo esclarecido: Requião cunhou o termo, hoje usado mundialmente por políticos que querem empregar seus parentes.

 

A camisa jeans: Antes de querer ser político, Requião queria ser desenho animado e usar sempre a mesma roupa. Optou pela camisa jeans e deu uma grande contribuição para a moda, provando que o jeans serve mesmo para todas as ocasiões (inclusive para correr no parque).

 

A Festa Anal: Certa vez, em uma pregação no interior, o grande mestre Requião disse “Enfie a faixa no rabo!”. Requião percebeu que não seria obedecido e, por isso, tomou a dianteira, inserindo o instrumento de protesto em seu reto governamental. O exemplo do grande estadista foi seguido pelos 350 agricultores presentes no recinto. Depois disso beberam, dançaram e foram felizes durante o evento que ficaria mundialmente conhecido como “A Festa Anal”.

A filha: Mesmo com todo o resPEITO que devemos ter ao grande proprietário da Capitania Hereditária do Paranã, é necessário dizer que nada do que ele fez no governo ou no senado se compara a grande obra que é sua filha, Roberta Requião.

Conselhos Universitários: Em um dia muito bonito no Campus da UEM em Umuarama, diante da presença do Governador do Estado RobertoRei Queijão Requião, os estudantes resolveram fazer uma pacífica manifestação por causa das péssimas condições que se encontravam as estradas de acesso a universidade, salas de aula sem iluminação e a falta de professores. O então governador com toda sua sutileza e simpatia que tem por estudantes (principalmente os da UEM) olhou para eles e disse essas palavras de amor: “Seu bando de jardineiros “cabeças oucas” (os estudantes eram de Agronomia e Veterinária) vocês não tem vergonha na cara, não sei como tem coragem de fazer protestos, estudam em uma universidade pública como a UEL (Na verdade era a UEM, mas ele se esqueceu e também esqueceu que só é publica porque pagamos impostos), onde não pagam um centavo sequer, e se dão no direito de fazer um protesto sem fundamento e sem razão só pra aparecer na TV, criem vergonha na cara!”.

Depois de toda essa emoção e comoção, tanto dos estudantes como do próprio Governador,
regressou ao seu discurso de Ditador político e esqueceu dos mínimos problemas da Universidade.

Requião ainda é reConhecido por ter postura extremamente concisa, coerente, coordenada e outros co’s, uma equipe depsiquiatras sociólogos contratada pelo CAPS-PR está avaliando as posições políticas e sexuais deste líder, que não parecem ser de esquerda, direita ou centro, mas um 69, sendo que a pesquisa até agora não rendeu resultados frutíferos.

A Gata Roubalheira do Paraná

Sem dúvida a trajetória de Gleisi Hoffman é um conto de fadas digno de ser descrito nesse blog com o título “A Gata Roubalheira do Paraná”.

Então vamos a nossa historinha de hoje estimados leitores…

 

Dilma poderia dizer o seguinte sobre Gleisi Hoffman quando a nomeou Ministra Chefe da Casa Civil: “Estou amando loucamente a namoradinha de um amigo meu”.

Para quem não conhece a madame Gleisi Hoffmann saibam que ela é uma grande mulher de um metro e sessenta de altura, que apesar de competente sempre perdia eleições para senadora, deputada e tals pelo Paranã porque sempre havia o comedor de mamona Requião e coisas do gênero masculino para lhe passar a perna ( sim você leu a perna) e apesar da rara boa vontade política, ela parecia que só tinha chance como vereadora, até que um belo dia quando Antônio Palocci fez a roubalheira ficar tão evidente que não mais se poderia esconder a grana toda, mesmo que não seja em dinheiro vivo… Nesse dia Gleisi teve sua beleza competência reconhecida por Dilma.

 

Finalmente então os olhos empapuçados de rímel da Dilma brilharam para a loirinha amável de Vila Lindóia e Dilma pensou com Rui Falcão e João Santana: “Por que não torná-la ministra? Tão bunitinha essa menina, pele crara, cabelo craro, coxinhas roliças, ah vou chamar ela pra ser minha mina, digo, ministra!”.
Dilma de longa data sabia que Gleisi sempre teve instinto de liderança e grande sabedoria desde seu concurso em que foi candidata ao concurso de miss pré-escola Jacaré Feliz, o qual ela perdeu e, isso reforça sua vocação para cargos importantes e ditos masculinos.

Mesmo linda e polaca loira (na verdade, semi-alemã… mas, com uma porção polaca sim!) Gleisi queria mais era saber de coisas difíceis, mas não tanque e fogão, ou seja: Achava, assim como todas as mulheres (como mesmo), que era uma ótima idéia achar um marido rico e trouxa para ter uma tranquila vida de peruazinha mas, ela não podia esconder seus ideais atrás de jóias caras e calcinhas de renda, pois apesar de loira ela tinha boas idéias para colocar em prática.

 

Movida por esse forte desejo de ter seus ideais de socialite, digo, ideais sociais levados a cabo Gleise iniciou-se na vida pública no DCE da Unicuritiba, uma das tantas faculdades particulares de Curitiba, onde se formou em Direito, com muito esmero, ao sacrificar horas do shopping para se dedicar a cola das provas e protestos contra a cor das cadeiras e mesas das cantinas, além das intensas reivindicações para o afastamento dos professores exigentes da faculdade, que se recusavam a dar notas, solicitavam trabalhos difíceis e cobrava presença nos diários de classe.

Quando entrou para política foi como vereadora pelo bairro Vila Pinto no suburbaço curitibano e assim se apaixonou pala função e fez aquela vila fodida se transformar em um bairro 60% decente, o que foi um grande feito considerando-se as condições em que aquele buraco estava, mas assim que ela estava toda animada para passar à cargos mais importantes, notou que a política era mais especialidade do Requião. Assim mesmo, por algum motivo não quis se associar ao partido dele, na qual tentou passar de vereadora a um cargo mais importante por quatro eleições seguidas, sem sucesso, pois não conseguia bons correligionários na constante esquiva de ter que ganhar a vida com algum registro na carteira de trabalho, que está nova até os dias atuais, por nunca ser usada.

O único que tinha boa vontade em apoiá-la era a bichinha gorda, Rafael Greca, mas os opositores ameaçaram expremer a fruta até sair todo sumo se ela não deixasse de apoiar a Gleisi, e mais uma vez ela perdeu o apoio da bichinha gorda e as eleições para a prefeitura de Curitiba.

Ela também possui um longo histórico de derrotas políticas, em eleições para deputada estadual e federal, prefeita de Curitiba e senadora pelo Paraná até conseguir ganhar em 2010, tendo em vista que o estado elegeu 2 senadores neste ano, ficando atrás do Requião no ranking. Neste tempo, exerceu diversas atividades em instituições geridas pelo governo do PT por conta da bondade dos seus padrinhos, na direção da Itaipú, secretarias administrativas no Mato Grosso do Sul e Londrina, entre outros cabides de emprego em que ela ocupou nos últimos anos até conquistar o maior dos cabides na Casa Civil por cair nas graças do partido dos cabides, digo, trabalhadores.

 

Como típica brasileira que quer ganhar a vida mansamente não desiste nunca, assim não desanimou e, quando o Palocci deu um grande desfalque que não soube esconder como a maioria faz, forçou a presidenta recém eleita pela escória do Bolsa Família a demití-lo para evitar mais merda no ventilador contra o governo (vide o caso Mensalão), convenceu-o a deixar o cargo e isso funcionou para sorte da aprendiz de Hugo Chávez à época dos ocorridos.
Agora, a preside(a)nta não sabia que criatura colocar no lugar, já que é difícil achar alguém sem personalidade, com rostinho bonito, patético e bobinho para reduzir o impacto dos escândalos do governo. Foi aí que se lembrou da beleza da paranaense Gleisi Hoffman e apaixonada pelo trabalho da moça, que lhe lembrou o seu (mas bem levemente) resolveu que Gleisi estava apta a ser Ministra da Casa Civil, ou pelo menos por enquanto, até a mídia abafar o caso, e ter que colocar o Palocci ou o Dirceu para chefiar o cafofo presidencial, mas como sabemos ela preferiu o bigodão do Mercadante do que a loirinha e com isso a dita cuja voltou ao Senado Federal.

Logo que voltou já se encrencou com uma CPI, e passou a ser uma figura apagada devido os escândalos e investigações da Polícia Federal estarem no rastro de muitos politiqueiros paranaenses ligados ao PT (vide André Vargas). Assim, depois de tantas vezes botando fogo naquele circo defendendo o PT de todas as falcatruas e deixando cada dia mais Álvaro Dias como o único sujeito eleito no Paraná, isso sem contar o Requião, que ainda não tem rabo preso com nada ou quase nada, pois até o galeguinho de olhos azuis e o cheirador mineiro pelo jeito têm rabo preso nessas CPIs.

Acho que agora só resta dona Gleisi continuar a defender a robalheira do PT ou quem sabe posar para Playboy e mostrar tudo aquilo que ela deveria ter mostrado a mais tempo.

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O companheiro Osmar Dias

Paladino das liberdades, o Tucano Avarento Botox Dias, exige explicação do governo terrorista da Dilma sobre a blogueira cubana que tá levando vaia no aeroporto como se fosse o timeco do Timão quando perde na Libertadores.

Antes de mais nada Ilmo. Senador Álvaro Dias do PSDB PR  – VÁ À MERDA!

Tá igual ao seu irmão Osmar Fernandes Dias, mais conhecido como  Ursinho Pimpão ou Osmardito ou Gambá, que é merda de Senador igual vossa senhoria?

Vai tomar no meio do cú essa Yani Sanches também que leva charutinho na toba. Blogueiro por blogueiro é Aloprado Alonso que arrepia o abacateiro!

Falando novamente do safado do Osmar Dias:

Osmar Dias vivia pelas ruas de Maringá mendigando esmolas. Mas uma guinada na sua vida aconteceu depois de seu irmão Álvaro Dias, que foi eleito Governador do Estado do PR e como presente de gratidão nomeou Osmar para ser seu Secretário de Agricultura.

Não se trata de nepotismo, pois Osmar sempre foi o agricultor muito competente, conseguindo inclusive triplicar milagrosamente o tamanho de sua fazenda no Estado do TO. Nem Jesus faria milagre igual com dois pães e dois peixes.

Em seguida, no ano 1995, Osmar Dias elegeu-se Senador, e está nesse mesmo cargo até os dias de hoje. Com essa virada na vida de Osmar, sua família pode viajar para a Europa a cada 3 meses com dinheiro do Senado.

Em 2006, Osmar tentou mudar de mamata cargo e concorreu as eleições para o Governo do Estado, mas sua empreitada foi fracassada. Osmar perdeu a eleição para seu grande ex-amigo  Roberto Requeijão Requião por uma diferença de 1 voto.

Até hoje Osmar não consegue se perdoar, pois pensava ter a eleição ganha e não foi votar naquela eleição. Sendo assim, provocou seu próprio desastre.

Osmar Dias e seu grande amigo Roberto Requião

Já em 2010, Osmar Dias tenta uma coligação com seu affair sua companheira Dilma para fazerem uma grande frente.

Osmar Dias e Dilma Rousseff num clube dançante da terceira idade

Osmar Dias devido ao caso com Dilma fez acordo com ela para que o MST não invada suas fazendas no TO em troca de palanque político no PR.