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Trump mente como Dilma e não entende nada de economia igual a ela!

De acordo economistas liberais proteger empresas nacionais contra a concorrência estrangeira geralmente é uma má ideia.

No Brasil, boa parte dos economistas são formados em universidades públicas, isto significa que quase todos são fãs dos partidos da esquerda brasileira, ou pensam igual aos chefes de organizações de donos de indústrias, como a FIESP, ou remontam suas teses ao pensamento os antigos comandantes da Ditadura Militar com Delfim Neto et caterva, excetuando-se Roberto Campos.

Tomando isso como pano de fundo, não é à toa, que a economia brasileira é uma das mais fechadas do mundo e ainda resistente a alterações políticas que possibilitem maior dinamismo econômico e social. Em diversos setores importantes – como aviação e comunicações -, as empresas estrangeiras são terminantemente proibidas de atuar no Brasil, sob o argumento de se tratarem de “setores estratégicos”. Assim, acabam dominados por empresas nacionais, que geralmente combinam muitas reclamações de clientes com uma grande fatia do mercado, garantida pela falta de concorrência do capitalismo cartorial agenciado pelo Estado.

Outro exemplo assustador são impostos de importação. Os impostos que recaem nesse setor são mais altos e duradouros que os da União Soviética durante todo regime socialista que lá imperou por setenta anos. Basta recordar que durante o primeiro governo Dilma, diversas medidas aprofundaram o protecionismo, como a exigência feita à Petrobras, que passou a incluir uma cota para produtos nacionais em suas compras para isso ficar evidenciado. Em 2015, os resultados dessa medida aparecem com frequencia em artigos sobre a crise na Petrobras e nas páginas policiais.

 

Isto denota que a política de “proteção” se estendeu muito além da Petrobras: entre 2008 e 2012, o Brasil foi o sexto país do mundo que mais editou medidas anti-comércio, de acordo com levantamento da OMC. Não se trata de uma exceção na história do Brasil. Outros presidentes, em especial do período do governo militar, fizeram o mesmo no passado. O acúmulo dessas medidas ao longo do tempo levou o Brasil a ter, hoje, uma das economias mais fechadas do mundo.

trume

Nos Estados Unidos, a situação é bastante diferente, mas o polêmico candidato Donald Trump promete mudar isso – e repetir o que Dilma fez por aqui.  Trump promete, caso eleito, trabalhar para que as empresas americanas parem de criar postos de trabalho em países como China e México, e voltem a produzir no país, oferecendo emprego aos locais e combatendo a terceirização.  Ao comentar a implantação de uma fábrica da Ford no México, Trump foi direto e, citando nominalmente o presidente da empresa, disse: “Vou dar algumas más notícias a você (Mark Fields, CEO da Ford): Cada carro, caminhão e peça produzida nessa fábrica pagará um imposto de 35% quando atravessar a fronteira para os Estados Unidos”. E então, explicou a seus eleitores que faria isso porque “eles vão tirar milhares de empregos do país”, embora juristas afirmem que a proposta é ilegal e economistas afirmem que não é isso que vai trazer os empregos de volta aos EUA.

Trump é indesculpavelmente hipócrita ou simplesmente ignorante em economia. Não há diferença econômica, por exemplo, entre uma empresa automobilística americana que investe em fábricas no exterior e os investimentos do próprio Trump em hotéis no exterior. Nos dois casos, são empresas sediadas nos Estados Unidos buscando oportunidades econômicas lucrativas em outros países. A empresa de Donald Trump pretende inaugurar um complexo com 5 “Trump Towers” no Rio de Janeiro, cada uma com 38 andares na região do Porto Maravilha, um projeto da prefeitura que recebeu 4 bilhões de dólares em dinheiro público até as Olímpiadas. Sobre isso ele não falou nada!

 

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Marujo Lindbergh ao mar: Os ratos estão esvaziando o convés

Ora bolas do meu saco Lindbergh Farias o paladino desencantado carioca do PT! O seu discursinho enganador de ex-cara pintada anti-Collor só serve para desmascarar a si próprio e colocar em xeque mate a petralhada.

Vamos a lista de falácias do mesmo com base nesse vídeo:Lindbergh detona Aécio Neves no Senado “SQN”

1 – Lindbergh Farias é tão “competitivo” que ficou em quarto lugar para o governo do estado da Guanabara e depois da derrota nas urnas se trancou em seu apartamento no Leblon, mas antes ele passou numa churrascaria bacana em São Conrado para almoçar. Quando ele fala de inclusão social deve ser para ele mesmo, o qual reside num bairro nobre do Rio e almoça com a família numa churrascaria grã-fina enquanto o resto da população sobrevive de cesta básica e mora nas favelas do seu estado.(http://oglobo.globo.com/brasil/apos-derrota-lindbergh-se-isola-em-apartamento-deve-apoiar-crivella-no-segundo-turno-14154787)
A questão que fica é: Lindbergh Farias foi capaz de construir um discurso competitivo na sua campanha para o governo nessas eleições de 2014? A resposta foi dada nas urnas pelo povo.

2- Dizer categoricamente que 40 milhões de brasileiros entraram na classe média sendo que quem ganha R$700,00 mensais para as estatísticas do governo Lula & Dilma já são considerados classe média é no mínimo forçar a realidade dos fatos. Isto é, o governo ao baixar o patamar de renda do cidadão trabalhador para incluí-lo simbolicamente numa determinada classe social é de fato inclusão social e aumento significativo da renda do trabalhador? Incluir nas estatísticas de desemprego beneficiários do Bolsa Família que não tem emprego formal é uma taxa de desemprego real inferior a de países como França, Inglaterra, Espanha e outros onde esses benefícios assistenciais são dados para pessoas em zona de risco de sobrevivência? A dita “nova base da pirâmide social do Brasil” é no mínimo produto de manobras de estatísticas e mascaramento da realidade sócio-econômica na qual a população vive de fato.
3- Relação PIB e onerosidade fiscal na correlação feita por Lindbergh é ainda mais fantasiosa, pois 38% do PIB é advindo de tributação do Estado sobre diversos campos e setores da economia via impostos altíssimos sobre produtos e serviços e até mesmo nas operações financeiras via IOF. Além disso o atual PIB da gestão Dilma não chega a 1% sendo o pior desde a era Collor. Esse PIB irrisório mesmo com a estabilização monetária e mercado interno supostamente aquecido artificialmente faz com que o PIB ainda seja produto duma inflação que galopa a trotes largos pra sair fora da meta antes do final deste ano aumentando ainda mais preços e valores de insumos na produção que serão repassados no consumo final das família, sem citar o possível aumento gradual da taxa básica de juros via Comitê de Política Monetária. Sendo assim, um cidadão com renda de R$700,00 sobrevive sendo classe média ou deveria estar em outra categoria da pirâmide social?

4- Dilma Rousseff não melhorou em momento algum a competitividade da indústria nacional. O que vemos é a capacidade ociosa dos setores industriais aumentando mês após mês e semestre após semestre o índice de confiança do setor industrial diminuiu no governo Dilma. Como se não fosse muito, isso reflete diretamente nos postos de empregos que a indústria está deixando de criar nesses últimos anos devido a desvantagem competitiva econômica com setores industriais de outros países que possuem maiores índices de exportação e mantém a balança comercial positiva, enquanto a nossa está perto de ser negativa numa correlação de valores de exportação x importação.

5- Sobre o intervencionismo do PT no BACEN isso foi matéria de debate na campanha dessas eleições: Marina Silva manifestava o seu interesse em dar mais autonomia ao Banco Central – coisa a que o PT, mais intervencionista em tudo, se opõe.
No discurso do PT sobre essa pauta é criticado duramente por especialistas da área de economia: “A autonomia do Banco Central, um tópico obscuro em um país onde um em cada dez adultos são analfabetos” – O Financial Times por sua vez ainda declara: “tem se tornado uma controvérsia durante as eleições presidenciais”. Segundo o Financial, a campanha presidencial do PT sugere que uma maior independência do BC levaria os banqueiros a lucrarem com altas taxas de juros, encarecimento dos alimentos e a fome. O PSOL alerta que a independência do BC poderia representar uma ameaça à soberania nacional. Além disso o jornal britânico afirma que essa postura pode ser um “preocupante aumento do socialismo venezuelano” no Brasil, com essa demonização dos bancos.

Marina propôs criar uma legislação para liberar o Banco Central do controle do governo federal. Segundo o Financial Times: “As tentativas de Dilma de pressionar o BC para reduzir artificialmente as taxas de juros no país em 2012, mostram que a mudança é necessária”. Já Marina como candidata da oposição desse modelo petista declara: “Defendemos a independência do Banco Central, porque este governo com suas políticas erráticas desvalorizou o conceito de autonomia operacional e tornou-se necessário institucionalizar sua autonomia”.

Na prática, a autonomia formal significa, provavelmente, algumas mudanças de regras, como a definição de um mandato fixo para o presidente do Banco Central, Isso colocaria o Brasil em linha com outras grandes economias e a maior parte da América Latina. O BC da Colômbia é independente desde 1991 e o BC da Argentina também, embora, na prática, não tenha se separado do governo federal e devido a isso vemos este cenário caótico da economia vizinha.
No entanto, a campanha do PT e de outros partidos de esquerda usou essa proposta contra Marina, explorando as preocupações de que ela seria politicamente instável e vulnerável a manipulação das elites sendo que a mesma é oriunda do mesmo celeiro ideológico desses candidatos de esquerda.

Eis agora a cereja do bolo do Lindbergh:

6-A falácia da redução das taxas de energia elétrica: Depois das manisfestações de Julho de 2013 A presidente Dilma em rede nacional, anunciou um atípico pacote de bondades, incluindo nesse pacotão do bem a redução das tarifas referentes à conta de luz. Mas a conversa é bem outra:

“Conta de luz: relator do TCU pede R$ 7 bilhões – Ministro vê cobrança indevida e defende devolução a consumidor – O ministro Valmir Campelo, relator do processo em curso no Tribunal de Contas da União (TCU) que analisa distorções em reajustes das tarifas de energia elétrica no país, é favorável à devolução de pelo menos R$ 7 bilhões cobrados indevidamente dos consumidores. O processo entrou na pauta do plenário do tribunal ontem, mas um pedido de vistas do ministro Raimundo Carreiro adiou a votação. Antes disso, Campelo leu o relatório e seu voto, em que se manifesta favorável à devolução da quantia indevida cobrada dos brasileiros. – Caberá à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) decidir se a devolução será feita de forma individualizada aos consumidores ou se será definida com base nos próximos reajustes tarifários – afirmou o ministro, que ressaltou que o TCU tem uma atribuição constitucional para tomar essa decisão.

Prejuízo de R$ 1 bi por ano – A devolução decorre de um erro na metodologia de cálculo dos reajustes tarifários. As tarifas de energia elétrica cobradas entre os anos de 2002 e 2009 apresentaram esse erro, o que pode ter ocasionado um prejuízo mínimo de R$ 1 bilhão por ano aos consumidores no país. O voto do ministro Campelo – que ainda não foi analisado pelo plenário do tribunal devido ao pedido de vistas – determina que a Aneel calcule a diferença entre o valor arrecadado e o valor repassado dos encargos e custos de transmissão em relação a cada concessionária desde o primeiro reajuste indevido até fevereiro de 2010. Representantes de entidades de defesa dos consumidores cobraram que seja feita uma correção da metodologia dos reajustes tarifários em 60 dias e lembraram que a própria agência reguladora reconheceu que a arrecadação decorrente do erro não pertence às concessionárias de energia, mas aos consumidores”.

Os “ganhos indevidos”, segundo esses representantes, já ultrapassaria R$ 7 bilhões destacados em auditoria realizada pelo TCU em 2008. Já os representantes das distribuidoras, da Aneel e do governo presentes no plenário negaram que houvesse ganhos de receita, descumprimentos contratuais e violações aos direitos dos consumidores no episódio.” (grifos nossos)

É isso aí: Sete BILHÕES de “ganhos indevidos”, valor pertencente aos CONSUMIDORES. A “redução na tarifa” é obviamente uma falácia, conversa-mole. A população foi feita idiota mais uma vez acreditando na bondade da presidente.

Cobranças indevidas de 2002 a 2010. Ganhos INDEVIDOS num total de R$ 7 BILHÕES. Em vez de assumir essa treta, Dilma lança como “pacote de bondade” para encobrir barbeiragem da contabilidade do governo de Lula.

Mas para onde vai esse dinheiro? Vemos investimentos massivos em ampliação de obras (atrasadas) do PAC ou na rede pública de saúde, energia elétrica, educação ou transportes? Nada disso: Essa grana vai para o bolso do erário público que deveria investir essa grana em infra-estrutura em energia elétrica no Programa Luz Para Todos, mas também não foi investido nisso essa grana e sequer foi devolvida ao bolso do cidadão contribuinte.

Então pensem e reflitam: Quanto deve ter custado a compra de parlamentares do Mensalão e depois todas as manobras para comprar juízes e indicar ministros contrários as decisões de Joaquim Barbosa? Quanto custa a lista de pagamento da impressa pró-PT além do bico fechado de assessores e aliados políticos, advogados, doleiros, executivos de estatais nomeados que estão solta por aí ainda dilapidando a Petrobrás? Quanto custa todo esse aparelhamento de Estado? A conta deve bater com essa montante de 7BI não é? Sem falar nos investimentos feitos em Cuba e outros países da África e empréstimos para o MST via BNDES.

Daí o Linbergh ainda diz: “Vocês ficaram do lado dos fundos privados e não do lado do povo” Faiz favoire né seu Lindebergh!

A máfia de toga

Segundo levantamento feito nas folhas de pagamento do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro ficou comprovado que os valores pagos a magistrados superam em mais de 25 vezes o teto previsto para o funcionalismo público. É o teto, e o teto é como se fosse de um prédio de 25 andares!

A presidência do Tribunal de Justiça afirmou que os pagamentos são legais na cara dura ainda por cima. Enquanto cerca de 30% dos brasileiros ganham até 1 salário mínimo, atualmente no valor de R$ 622, um desembargador do Tribunal de Justiça ganhou mais que este valor multiplicado por mil. Em setembro do ano passado, o salário do magistrado chegou a R$ 642.962,66. PQP!!!!

A diferença entre o salário-base e o salário pago no final é referente ao pagamento de uma série de vantagens, que inclui, por exemplo, adicional de insalubridade. Desde de quando ficar numa sala de audiências com ar condicionado, usando terno e sentado em cadeiras confortáveis é insalubre ora bolas??? Será que tem adicional de periculosidade pros juízes das varas penais também que julgam os facínoras da sociedade???

Na folha de dezembro de 2010, dos 178 desembargadores, 72 receberam mais de R$ 100 mil. Um deles chegou a faturar mais de R$ 500 mil. Na publicação mais recente, em novembro de 2011, dos 177 desembargadores, 105 ganharam mais de R$ 50 mil.

Os “supermegahipersalários” dos magistrados se estendem para outros cargos do Tribunal de Justiça do Rio, como juízes. Um deles chegou a embolsar quase R$ 400 mil em dezembro de 2010. As chamadas vantagens eventuais multiplicaram até o salário de um secretário de um juiz de R$ 5.470,68 para mais de R$ 110 mil, em janeiro do ano passado.

De acordo com o presidente do TJ-RJ, Manoel Alberto Rebelo dos Santos, afirmou que os salários acima de R$ 500 mil são exceções: “O desembargador que tenha 15 férias acumuladas”. 15 férias? Eles não conseguem trabalhar mais de 6 meses sem tirar uma licença caralho!!!! Só nessa maracutaia  aí  eles recebem R$ 300 mil. Eles às vezes tem dez, quinze meses de férias. E ainda por cima férias acumuladas?  Putz! Qual deles trabalhou 10 ou 15 anos ininterruptamente? Essa matemática é de alcova!, aí ele ganha isso tudo”, explicou Rebelo.”

Esses dias o presidente do TJ-SP o desembargador Ivan Sartori que parece acobertar o seu coleguinha o Ministro Ricardo Lewandovisky, ou  “Levando $” na gíria das faculdades de direito apareceu na TV e disse que a decisão do seu mano togado sobre o caso em tela, (dessa vez na tela da TV) é correta. Ah vai ter juízite assim lá na China pombas!!!

Porque essa máfia de toga ainda reclama que falta verba para equipar a justiça e criar varas e seções judiciárias quando estão levando na mão grande dinheiro que poderia ser utilizado para melhorar a estrutura da justiça onde tem gente que precisa executar uma pequena dívida da qual pode pagar suas contas e não tem nem juizado de pequenas causas nesses recantos? Resumindo esses juízes perderam de vez o juízo! Conduta PROBA E ILIBADA  só está no papel e não na vida pública dessa máfia de toga que assola os tribunais!

E tenho dito!