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50 tons de manifestação e nenhuma mudança à vista

Muito interessante e necessário analisar as motivações de quem irá participar dos protestos dos dias 13 e 15 de Março.

No primeiro grupo estão toda sorte de idiotas úteis; a saber pseudo-defensores dos trabalhadores que acham que é golpismo pedir impeachment, renúncia, seja lá o que for; mesmo diante dum estado tão corrupto e aparelhado ao ponto de colocar um ex-advogado do PT para chancelar jurisdicionalmente os trâmites pré-processuais do Petrolão em relação a quem detenha foro privilegiado. Há ainda os maconheiros de esquerda pré-moldados nas faculdades federais, os gayzistas à la  Jean Wyllys que acham que mãe Dilma irá criar uma lei generosa que permita que eles queimem a rosca em praça pública e puna quem for heterossexual que discorda de toda sorte de putaria nesse quesito. Para fechar a lista há movimentos de vagabundos de toda sorte como MST, ONGs ligadas ao governo, fundações de picaretas ligadas aos padrinhos políticos e demais avacalhadores que bebem da mesma fonte dos militantes que idolatram Chavez e defendem o agora “superpoderoso” Maduro.

Estes, apesar de se auto-taxarem de democráticos, não tem nada de democráticos, pois defendem com  patas e coices o continuísmo que no fundo é uma maneira de obstar avanços na democracia de qualquer país. Exemplos disso são nossos vizinhos Argentina, Uruguai, Venezuela, Equador. Todos dando continuidade ao grupo que se enraíza e quer permanecer no poder a todo custo. Quem perde com isso são setores da sociedade onde os direitos vão sendo limitados cada vez mais como salame fatiado e servido com azeite: reduz-se liberdades, direitos e condições de desenvolver atividades desde as econômicas e  sociais até atividades políticas e direitos fundamentais como o de livre expressão de pensamento.

Quem acompanha a situação do caso Nisman na Argentina e Ledezma dentre outros na Venezuela consegue entender essa correlação entre o continuísmo e o cerceamento de atividades fundamentais para a democracia no seio da sociedade. O discurso tanto do governo argentino como venezuelano em relação a quem não os apóie cegamente é que todos são golpistas e querem impedir os avanços conquistados pelo governo, que no fundo são avanços mínimos e setorizados que não se estendem a todos os cidadãos, pois visam apenas formar uma massa de manobra que corrobora a preço de pão e circo com o governo que se instalou e entranhou no Estado tornando-o mecanismo da vontade duma minoria, duma elite política corruptora e corrupta, intransigente e violenta quando for o caso para fazer valer sua vontade ameaçada pelos que ainda lutam contra o cerceamento da democracia.

No Brasil o PT tem feito desempenhado este mesmo papel ao longo dos anos. Ao dividir as pessoas gerando atritos entre camadas sociais, setores econômicos e distanciado a voz do cidadão dos seus representantes legítimos e formadores de opinião. Consegue com isso angariar apoio e votos duma parcela enquanto a outra que não aceita as teses, planos e ideologia são renegados ao título de reacionários, golpistas, elite branca de determinado estado etc. A discordância entre as duas partes é combustível para os militantes petistas e assemelhados fomentarem o discurso do idiota útil de vitimismo e ódio disfarçado de tolerante e democrático.

No segundo grupo de manifestantes que irão às ruas no dia 15 de março há dois subgrupos dentro duma massa de três correntes principais que são distintos uns dos outros na sua essência reivindicatória que merecem destaque: O primeiro são os que querem provocar de alguma forma a atuação das Forças Armadas em retribuição ao descaso das instituições e sua ineficiência em lidar com situações de corrupção e desaceleração econômica. Para estes a retirada forçosa do atual gabinete seria a única forma de reinstalar a ordem constitucional nos Poderes da República. Não levam em conta o risco secundário que isso representa para o povo, instituições e economia. Somente querem atingir o objetivo primário de retirar do poder quem está roubando e esfacelando com direitos e condições sociais da população e o que vier a posteriori após a retirada do cancro do poder é visto com ingenuidade como um mar de rosas.

A dimensão que não conseguem vislumbrar numa ação dessas é que toda ação tem uma conseqüência e quem paga pelas conseqüências são todos no caso de efetiva concretização de uso das Forças Armadas para readequar o Estado e cenário político. As conseqüências são sem dúvida mais desgastes políticos, econômicos e mais divisão social devido já haver uma polarização, e por este tipo de medida gerar inevitavelmente uma fragmentação ainda maior de grupos com espírito de revanchismo contra esta medida militarista ora defendida por incautos e despirocados sem noção das conseqüências imediatas disso no cenário nacional em todos os aspectos.

Há o segundo subgrupo que representa uma categoria moderada e sem grandes alvos políticos.  Essa categoria não está localizada apenas na faixa da classe média, mas também nas camadas mais baixas da sociedade que reivindicam a queda do continuísmo, mas sem convicção e base alguma para fazer ecoar suas reivindicações, pois são no fundo pessoas que estão tão somente preocupadas com o viés econômico; isto é, de manutenção do seu poder aquisitivo de bens e serviços e padrão de vida. Quando a situação melhora esse tipo de manifestante se contenta com supérfluos e como pode bancar planos de saúde privados, mudar de bairro de onde a violência bate às suas portas, ou conseguir melhores opções de renda e trabalho para estes não importa se o governo rouba e permanece o mesmo, se o sistema público de segurança, saúde e educação está deteriorado, o que importa é ter feijão no prato, churrasco e cerveja no final de semana e ter um carro ou moto para dar um rolê no shopping mesmo que seja para se endividar com as facilidades do sistema bancário que suga seu dinheiro.

O terceiro setor que se manifesta vai no mesmo sentido de ruptura do continuísmo, porém, estes tem maior afinidade com questões não apenas políticas de ordem da organização do Estado, desenvolvimentos social e econômico. Estes pedem que haja uma solução rápida e sensível ao clamor das ruas e honestidade no trato da coisa pública para que haja reais mudanças e benefícios econômicos e sociais que ensejem realmente mudança contra o regime de corrupção de valores e bens públicos ora noticiados em tantos escândalos. Pedem punição exemplar para os causadores dos desmandos como um eixo básico de extirpação do continuísmo e não se coadunam com as teses dos dois outros subgrupos, aqueles que de um lado querem o uso da força dos militares e outros que querem que a coisa apenas melhore para o seu bolso.

Como visto, o cenário é de extrema divisão e falta de diálogo entre diversas camadas e setores da sociedade civil. Essas manifestações só tendem a ter um poder de maior envergadura política e social no caso de unirem as principais teses defendidas numa mesma bandeira sem haver facções que rivalizam entre si de formas antagônicas. Diante desse espectro, ir às ruas nessas datas irá gerar mais do mesmo caso não se atentem para o poder que tem em mãos e que depende de comunicação e acordo em prol dum mesmo projeto de mudanças que soe mais afinado e uníssono em face do Poder. Caso contrário, será tão somente apenas barulho de panelas e buzinas descentralizados  sem repercussão útil e eficaz na história política e social do Brasil.

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Val Marchiori: a socialite laranja e os bancos estatais que emprestam aos ricos

Determinadas coisas não convencem…

O Banco do Brasil concedeu um empréstimo de R$ 2,7 milhões para Val Marchiori, uma socialite cafona ex-esposa dum rico empresário do ramo frigorífico, que se julga blogueira, apresentadora de TV ex-modelo.  De fato, a mulher subiu na carreira de alpinista social fazendo jus ao traseiro empinado e jeitinho tolinho de ser que só engana proxenetas da alta roda. Não a condeno por isso…cada um ganha a vida com o que têm de talento e sorte…

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Valzinha, como é chamada por Narcisa, se tornou uma sub-celebridade com o programa “Mulheres Ricas”, muito embora sua única fonte de renda reconhecida seja a pensão paga aos filhos pelo pai das crianças, tipo assim a Luciana Gimenez até certo tempo atrás que vivia às custas do Mick Jagger. Bão mas isso não interessa tanto assim…

O que me deixa de cara é o seguinte:

A grana vultuosa, milionária, a bagatela de 2,7 milhões emprestados pelo Banco do Brasil pertencem, nada mais nada menos, do que a uma linha de crédito subsidiada pelo BNDES. Isto é, é o seu e o meu dinheiro de contribuinte que está indo parar nas mãos – nas bolsas Prada no caso – dessa socialite cafona e brega. Essa Valdirene nasceu com a bunda virada pra lua mesmo não acham?

Pense você meu caro amigo, casado ou divorciado que sustenta uma mulherzinha fútil cujo único talento na vida é servir de cabide ambulante de roupas, jóias e sapatos e dar supostamente uma trepada fenomenal. Você acha justo que uma mulher desse naipe receba grana do contribuinte via empréstimos?

Agora saquem a seguinte parada escabrosa de como o socialismo socialite petralha funciona nos bastadores…

Val Marchiori não poderia ter obtido o empréstimo porque:
1: Não quitou empréstimo anterior e já estava devendo ao banco em questão;

2:  Ela não possui fonte de renda formal, pois vive de bicos em programas de TV e ser blogueira ao meu ver é passatempo para escrever abobrinhas na maior parte dos casos;

3:  A empresa pela qual Val Marchiori tomou o empréstimo, uma tal Torke Empreendimentos, apresentou como comprovação de receita a pensão alimentícia dos seus filhos. Isso quer dizer a empresa no mínimo tem como sócios os filhos menores de idade da dita cuja e o capital de giro da empresa é a mesada das crianças;

4: A tal Torke Empreendimentos pegou o dinheiro para investir na área de transportes, isto é, aquisição de caminhões, embora não tivesse know how  algum nessa área e não tenha em seu quadro funcional sequer motoristas de carreta.

Como o Banco do Brasil é um dos bancos mais farofeiros do país, lá existe um mecanismo contábil, que no fundo maquiagem financeira chamado “operação customizada”.  Isto significa que através duma gambiarra contábil o banco dá crédito a quem bem entender, como quiser, na hora em que quiser e com prazos e juros diferenciados. Acha isso justo meu caro trabalhador que precisa enfiar a mão no FGTS para comprar sua casinha própria? Acha?

As atrocidades bancárias não pararam por aí não. Ainda tem mais: A Torke Empreendimentos tomou o empréstimo e, imediatamente, sublocou os caminhões para a empresa Veloz Empreendimentos, a qual por sua vez é do irmão da Valdirene, um sujeito chamado Adelino Marchiori. Parece uma operação nítida de laranja nesse caso, a qual contraria e muito uma cláusula da linha Finame/BNDES, de onde saíram os recursos desse empréstimo. Essa clausula impede cessão ou transferência dos direitos e obrigações do crédito sem a autorização do BNDES. Então podemos agora taxar a socialite de laranja sem a menor dor na consciência.

E agora vamos ao tráfico de influência que nenhum pobre tem em lugar algum no Brasil, muito menos no Banco do Brasil, Caixa  Econômica Federal ou BDNES: Val Marchiori conseguiu o empréstimo com tamanha facilitação, pois  ela é amiga pessoal de Aldemir Bendine, que é, nada mais nada menos, do que presidente do Banco do Brasil.

Toda essa história acima detalhada parece jocosa, mas no fundo é a pura realidade de como pessoas com as costas quentes agem no Brasil sem a menor parcimônia com o dinheiro público. Os bancos públicos brasileiros se transformaram em agencias de créditos para ricos empresários bem relacionados com diversos setores do governo.

E você meu caro pobretão que vai votar no PT, e você micro-pequeno empresário ou empregado que ganha salários que dizem ser melhores que na era FHC. E você? Você consegue um níquel do banco sem passar por uma tremenda burocracia e sem se endividar até a cueca? Pense bem nisso, pois a realidade da era Dilma é essa e vai continuar a ser essa: Vazamento de dinheiro do nosso bolso para os ricos ficarem mais ricos e fazer a classe média desmoronar de vez e assim os pobres irão achar ilusoriamente que subiram de patamar social segundo as estatísticas furadas do governo federal.

E tenho dito!

É um estado despótico o que querem? Então avante PT!

Os militantes em prol da manutenção do PT no poder deveriam fazer duas coisas primordiais: A primeira é estudar história do Brasil e do mundo sem recorrer a livros tendenciosos e a segunda é compreender que o setor público e político brasileiro é um ninho de ratos controlados por ratoeiras com dinheiro.

O nosso estimado país se continuar nas garras do PT e de sua péssima administração econômica e idiotismo ideológico ingressará numa fase de incontrolável desgaste social, político e financeiro. A história das nações que ingressaram nos regimes despóticos, totalitaristas e ditatoriais é farta em apontar traços semelhantes. A começar pelo fanatismo partidário nazi-fascista, pela economia instável, pela grande massa de manobra demagoga inserindo na população antagonismos e uma vibração de desconfiança com seus próprios compatriotas.

Se Dilma vencer o pleito eleitoral, investidores irão vazar, empresas irão fechar as portas porque os impostos vão aumentar progressivamente e os empregos no setor público serão disputados no tapa, o PIB irá negativar e nossa produção será dizimada por falta de investimentos em infra-estrutura moderna, a pobreza irá se instalar, os ricos poderão ir embora para onde suas fortunas os puderem levar, só ficarão os pobres e o PT no Brasil, o qual falirá e se tornará um país de terceiro mundo novamente. O socialismo bolivariano nos fará uma Venezuela maior com direito a morte e perseguições aos adversários políticos. Esse blog irá se evaporar dos servidores de internet nacionais, pois não irá endeusar ou idolatrar os falso heróis do PT.

O PT é tal qual uma praga que grudou de vez nas tetas do governo e vai sugar elas até secar e corromper a sociedade a ser conivente com seus crimes de prevaricação e peculatos que nunca antes na história desse país serão tantos. A corrupção irá se instalar até mesmo nas camadas dissociadas da política devido ser esse o sistema de manutenção social vigente no país. Igrejas e pastores irão ser donos de muitas coisas, e depois irão perder tudo. Grandes empresas serão motivadas a ceder direitos e propriedades ao todo poderoso aparato estatal em nome da reformulação econômica. O caos nas cidades será intenso, com crises constantes no setor de abastecimento e segurança. Querem tropas de choque nas ruas? Elas serão algo corriqueiro. É só esperar!

A confusão política e administrativa que fez o PT crescer dentro dos bastidores do poder irá ficar também incontrolável e serão esses espaços onde os ratos se escondem que chacina política irá começar a fazer sangrar a democracia e república. O Estado despótico irá reinar e determinar valores, medidas e contribuições e todos serão obrigados a baixar a cabeça e seguir as ordens.

Quando tudo isso acontecer insidiosamente e muitos ainda estiverem cegos para essas situações creio que será a hora de dizer: Adeus pátria amada! Agora tu és puta de quem o povo pagou para lhe fuder!

Não sejamos estúpidos!

Olá caros reaças, coxinhas e petralhas sórdidos leitores desse blog irrefutável!

Vamos a mais um episódio do nosso diário eleitoral do segundo turno pró Aécio Neves tendo em vista uma primeira dama loira e uma economia que saia da cova ressuscitada pelo carequinha barbudinho e suas fraguices macro e micro econômicas que demoram a funcionar devido o processo gradual ser lento e degradê, mas quando funcionam dão melhores resultados do que as pedaladas inconsequentes do Mantega.

Essa é a minha aposta tendo em vista uma avaliação prévia da atuação de ambos no cenário econômico nacional em quadros de crises ou supostas crises internacionais que se arrastam como é o caso do Guidão; o qual anda muito de bicicleta e por isso pedala muito querendo dar volta na França e FMI, mas até hoje só passou a Grã-Bretanha e voltou para posição anterior.

Nas eleições presidenciais americanas de 1992 o então candidato à reeleição George Bush (pai) era o favorito. O discurso patriótico baseado no fim da Guerra Fria e no sucesso da Guerra do Golfo uniu o país em torno do presidente. Entretanto os gastos militares e o desequilíbrio fiscal estavam abalando a economia dos Estados Unidos, provocando desemprego e queda do consumo. Foi nesse ponto que a campanha do Partido Democrata atirou.

Sempre que questionados sobre o que se baseavam as propostas e o futuro governo Clinton, ele e seus correligionários diziam sem muitos rodeios: It’s the economy, stupid! Deu certo. Clinton foi eleito e reeleito, zerou o déficit público e fez o país crescer vigorosamente.

O slogan da campanha de Bill Clinton costuma ser utilizado muitas vezes como uma forma de explicar o sucesso ou o fracasso dos governos, independentemente de onde eles sejam. No Brasil há 40 anos, mesmo sem existir o tal slogan, a relação entre política e economia está diretamente interligada. É algo natural e inseparável, pois não só o mundo gira em torno do dinheiro como o próprio instinto do ser humano o leva à competição em busca de uma evolução social.
No início dos anos 70, auge do regime militar, a população apoiava o governo que chegou a fazer o país crescer 14% em um único ano. Era o milagre brasileiro de Delfim Neto. Com o choque do petróleo o mundo inteiro foi afetado e o Brasil, que crescia baseado na importação do produto, desacelerou. A inflação aumentou, os investimentos sumiram junto com o apoio popular.
Com uma economia em frangalhos, Figueiredo abriu o país e entregou o governo ao civil José Sarney em 1985. Sem legitimidade popular por ter sido eleito vice do falecido Tancredo Neves pelo Congresso Nacional, Sarney precisou construir a sua própria imagem. E assim o fez. Em 1986 criou o Plano Cruzado, um congelamento de preços acompanhado de uma nova moeda. A popularidade do civil que apoiava os militares foi à 80%. Só por alguns meses. Depois das eleições de 86, onde o seu partido PMDB elegeu mais de 20 governadores, a inflação virou hiperinflação e o povo que se dizia “fiscal do Sarney” desapareceu. Resultado: o maranhense entregou a faixa presidencial a Fernando Collor com uma aprovação pífia.
Collor, por sua vez, aplicou uma política econômica meio atabalhoada. Seu governo até conseguiu diminuir um pouco a inflação, mas era baseado numa política econômica recessiva ao cortar o consumo das famílias com o confisco das poupanças.

Com problemas econômicos aliados às denúncias de corrupção, encerrou o seu governo com cerca de 15% de apoio popular. Itamar, o homem do fusca, assumiu o país sem muitas esperanças. Chegou a ter apenas 8% do apoio popular no final de 93. Com o início do Plano Real sua popularidade foi às nuvens e ele encerrou o governo com a avaliação positiva de 41% dos brasileiros.

Já Fernando Henrique Cardoso foi o presidente que mais sentiu as variações da economia, para o bem ou para o mal. No seu primeiro mandato, quando o Real foi consolidado através das privatizações e do controle da inflação, a taxa de miséria caiu de 40% para 30% da população brasileira. O país, apesar de não ter um crescimento que possamos classificar como ótimo em virtude das sucessivas crises internacionais, vivia momentos de otimismo e de modernização.

Consequentemente a aprovação do Presidente da República sempre ficou no azul, na casa dos 40% de ótimo e bom. Eis que logo no primeiro mês do segundo mandato (1999), o Real foi desvalorizado e os reajustes de telefone, combustíveis e energia elétrica traumatizaram os brasileiros. FHC chegou a ter apenas 13% de aprovação da população. Mas veio o ano 2000, a economia se estabilizou, o país cresceu mais de 4% e o presidente voltou a sorrir.

As curvas das pesquisas demonstravam que ele terminaria o seu mandato bem aprovado graças à economia. Eis que, em 2001, São Pedro fechou a torneira das chuvas. Sem água nas hidrelétricas o governo foi obrigado a convocar a população para um racionamento de energia. E a economia que ia bem novamente sofreu levando morro abaixo o presidente sociólogo. Nada desesperador. Com a criação de mais de 1 milhão de empregos em 2 anos Fernando Henrique viu novamente a sua popularidade subir em 2002, mas com uma pequena queda diante da crise eleitoral.

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Eis que assume Lula, que logo tratou de acalmar os mercados que tinham medo do seu discurso. Colocou o peessedebista Henrique Meirelles no comando do Banco Central e aplicou uma política econômica ainda mais ortodoxa que a do seu antecessor. O crescimento a princípio ficou estagnado e a sua popularidade foi caindo lentamente até as denúncias do Mensalão em 2005. O ano de 2006 iniciou com a dita auto-suficiência do petróleo e com os resultados de pesquisas que demonstravam a diminuição da pobreza no país aliado ao aumento do consumo. Tudo isso aproveitando a bonança mundial, coisa que seus antecessores não puderam fazer, levaram-no à reeleição.

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O segundo governo veio com um crescimento econômico vigoroso na casa dos 5% ao ano e a popularidade do presidente sindicalista bateu todos os recordes. Entretanto o início de 2009 reservou a este governo o primeiro desafio em mais 6 anos. Quase 1 milhão de pessoas ficaram desempregadas, o consumo caiu e o crescimento do PIB pode até ser negativo este ano. E adivinhe o que aconteceu com a popularidade do presidente? Caiu cerca de 10% em apenas 3 meses e  continuou despencando enquanto os problemas econômicos daquela época até hoje não foram solucionados.
Lula talvez seja o maior comunicador sócio-político que este país já viu graças a João Santana marketeiro do PT que sou usar o talento e carisma de Lula nesses quesitos. O povo gosta do que ele fala e por isso ainda o apóia. Mas, quando o assunto chega ao bolso de cada um, a avaliação muda. Lula não é imune ao desemprego e à estagnação da economia. Sua popularidade, assim como a dos seus antecessores, sofreu variações conforme o humor dos mercados e da geração de empregos.

Quando Lula promoveu um corte de 25 bilhões de reais no orçamento de 2009 que atingiu o turismo, a educação, a agricultura, a saúde, previdência social, e principalmente os investimentos em infra-estrutura através do Ministério das Cidades isso tudo passou batido aos olhos de seus apoiadores das camadas mais baixas que recebem benefícios sociais, mas os aposentados sentiram o reflexo disso no bolso devido não haver possibilidades de reajustes e aposentadorias mais abastadas a partir de então. Sem falar nos altos preços de medicamentos, alimentos, e tarifas das mais variadas.

Essa informação ainda não chegou aos ouvidos dos brasileiros até hoje, mas com certeza será sentida ao longo dos próximos anos, quando os investimentos estiveram parados nas mãos das pedaladas do Guidão que encheu os bancos estatais de grana e fez o país continuar estagnado em crescimento abaixo da média da América Latina.

Hoje vemos Argentina e Venezuela sofrendo duramente com políticas, ideologias e processos econômicos alarmantes, e diante desse cenário comparar a nossa economia e situação política com a desses dois países é uma forte tendência, visto que aqui estão sendo empregados os mesmos métodos políticos e ideológicos lá vigentes de forma insidiosa.

Dizer que 2009 e 2011 e consequentemente os anos posteriores até o presente momento são anos perdidos para economia controlada pela esfera petista é algo natural devido os números inexpressivos de crescimento do PIB e descontrole da inflação gerada nesse período. Guido Mantega deveria tratar de trabalhar para reestabelecer a economia nacional em 2010, ano de eleições que Dilma venceu, mas não está conseguindo fazer isso devido suas falhas e posições tomadas depois dessa fase serem um veneno que  ele  mesmo administrou na economia interna e o qual ele mesmo deve tomar e sucumbir.

Trocar de Ministro da Fazenda não basta também. Precisa-se alterar a filosofia de abordagem na macro e micro economia nacional tendo em conta saneamento de fatores fiscais, contas públicas, e empréstimos subsidiados para grandes empresários que poderiam recorrer a fundos privados e não ao BNDES inflado de dinheiro do contribuinte. Além disso, o cenário econômico internacional já deu demonstrações que se recupera gradativamente, e obviamente devemos pegar carona nessa recuperação gradual e crescer bem mais que zero vírgula alguma coisa visando buscar um patamar acima da média da América Latina em termos de crescimento e investimento econômico interno.

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Se não debatermos economia a fundo nessas eleições de 2014, seremos estúpidos, e se continuarmos com a atual política econômica da era Lula e Dilma, seremos estúpidos ao quadrado e cubo.

Pibinho-abaixo-da-meta-por-Alpino

E tenho dito!

As ossadas e pedaladas de Guido Mantega & Cia

O carequinha Armínio Fraga vem advertindo há anos acerca da existência de esqueletos fiscais acumulados no governo do PT em sua gestão econômica chefiada por Guido Mantega.

Embora isso seja uma denúncia de fundo oposicionista com viés eleitoral, não podemos descartar que a política fiscal do governo petralha vez ou outra sempre deixou escapar indícios que podem servir de provas de atividades ilícitas encobertas.

A ginástica financeira feita pelo Ministério da Fazenda e Planejamento atinge especialmente os bancos públicos, em especial o BNDES.

Há diversos esqueletos amontoados e ocultados em cantos obscuros das explicações sobre os reflexos concretos da economia nacional tendo em vista as medidas aditas por Guido Mantega. Especialmente a partir de 2009 e mais ainda em 2011, sem ainda mencionar períodos anteriores da era Lula que desembocaram no Mensalão e outros escândalos.

Essas ossadas são facilmente descobertas pelos olhos mais atentos, pois esses esqueletos são e estão propositalmente camuflados. Desta forma, podemos desconfiar de que existam ainda mais ossadas ocultas e camufladas a serem descobertas, pois lá pelas tantas, sempre surgem do nada uma falange suspeita ou uma ponta de tíbia e até mesmo crânios como caso da Petrobrás hoje noticiado pela imprensa nacional dando destaque ao depoimento de Paulo Roberto Costa na Justiça do Paraná.

O governo petista praticamente fundou um vasto cemitério envolto em trevas devido ser o maior produtor de esqueletos e ossadas deixadas nesses dozes anos de seu governo repleto de pedaladas na economia doméstica.

Resumir isso apenas ao caso do Mensalão, o qual  poderia ser um golpe de mestre devido a estrutura organizada com requintes de Cosa Nostra, sendo que poderia passar imperceptível aos radares das autoridades e impressa devido usar vários núcleos e repasses parcelados supostamente não rastreáveis, mesmo assim, veio tudo à tona. Isso se deve aos esqueletos deixado por figuras como Herinque Pizzolato ex-direitor do Banco do Brasil, e ossadas camufladas pelos núcleos de Marco Valério e Delúbio Soares que tinham em comum um articulador central ora oculto em todo sistema que a Justiça ainda insiste em não trazer para atrás das grades. Nisso Zé Dirceu como co-piloto dessa mega operação serviu de bucha de canhão.

Em outros casos não se tratam meramente de vestígios contábeis que se revelam na execução de projetos da Petrobrás ou de outras estatais e sistemas assistenciais e programas de incentivos fiscais do governo. Por outro lado também não são aplicações de anabolizantes em receitas liquidas do governo federal, nem tampouco, truques de contabilidade inventiva as quais as contas públicas não surgem aos nossos olhos totalmente transparentes.

Atualmente o até agora inexplicável rombo do seguro-desemprego, isto é, Fundo de Amparo ao Trabalhador, já detém a cifra bilionária de R$ 13 bilhões. Isso  apenas neste ano.  O peculiar nesse caso concreto é a circunstância de que vivemos numa fase, ou melhor dizendo, numa conjuntura de pleno-emprego, quando não cabem pagamentos tão altos do seguro-desemprego. Sendo assim para o que isso aponta na verdade? Há suspeitas que recaem sobre estes fatos e podem levar à descobertas de ossadas e esqueletos em sistemas como o Bolsa Família e outros programas de assistência social ou até mesmo impactos em fluxo de caixa de algumas entidades pontualmente escolhidas para serem cemitérios de esqueletos.

Outro dado suscetível de receber desconfiança paralela a esse fato é de que em abril deste ano, o Mistério da Previdência comunicou o déficit das contas da Previdência Social em cerca de R$10 bilhões a mais do que o anunciado anteriormente pelo governo federal. Naquela ocasião o ministro da Fazenda Guido Mantega ficou indignado com esse comunicado, pois de fato se tratava duma revelação que ele dizia ser equivocada e ordenou demitir o autor técnico dessas projeções “bastardas e inglórias”.  Algumas semanas depois, o rombo foi não só confirmado, mas tambm´pem corrigido para a cifra de R$ 15 bilhões. Depois disso, não se falou mais nos cálculos realistas nem do paradeiro desconhecido do técnico que os fez… Estranho não é caro leitor?

Vamos ao famigerado BNDES, este que parece ser isoladamente como o maior cemitério de esqueletos e toneladas de ossadas. Desde 2009 até o fim deste ano, o BNDES terá recebido transferências do Tesouro Nacional de nada menos que R$ 339 bilhões.  Tais quantias estratosféricas são referentes a recursos redirecionados em operações de financiamentos subsidiados ou de participações acionárias cujos destinatários permanecem ocultos sob alegação de “sigilo bancário e fiscal”.

Recordem-se que um frigorífico, o JBS, recebeu subscrições em ações da subsidiária BNDESPar o invejável volume de R$ 8 bilhões. No período de 2002 a 2015, a distribuição de subsídios do BNDES deverá alcançar a cifra de R$ 79,5 bilhões. Então querem mais ou basta?

Vamos às pedaladas entonces…

Existem coisas no mundo do futebol e da contabilidade cujo nome é “pedalada”. São manobras que envolvem bancos oficiais, nesse caso o próprio BNDES, ou a Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil e até mesmo o Banco Central (BACEN).

Essas operações estranhas começam com atrasos propositais de pagamento de obrigações do Tesouro com benefícios sociais, como Bolsa Família e seguro-desemprego. Em seguida, os bancos públicos são chamados a dar cobertura ao Tesouro, o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, com operações que funcionam mais ou menos como empréstimos.

Depois, se, além disso, o banco escorrega dos limites de crédito impostos pelas disposições macroprudenciais ou pelos critérios de Basiléia, o BACEN trata de apagar impressões digitais e começa assim a deixar ossos largados em alguns cantos.

Em maio deste ano por exemplo, apareceu o famigerado  caso dos R$ 4 bilhões, um crédito estranho a favor do Tesouro encontrado numa conta paralela de um banco privado a ser contabilizado como ativo federal, aparentemente, para escapar do efeito-calendário (caixa baixa no final do mês).

As autoridades reconhecem e atestam que está tudo em ordem e insistem em que não há nada de errado nessas operações. Se não há, por que então o esquema de despistamento operacional? E por que os peritos do Tribunal de Contas da União estão debruçados sobre elas? Essas respostas ficam para os próximos capítulos, pois como sabemos a avaliação de contas nessa esfera é lenta e recebe entraves de todos os lados, mas os ossos e esqueletos dessas pedaladas estão por aí…e serão encontrados!

guido-mantega

Marujo Lindbergh ao mar: Os ratos estão esvaziando o convés

Ora bolas do meu saco Lindbergh Farias o paladino desencantado carioca do PT! O seu discursinho enganador de ex-cara pintada anti-Collor só serve para desmascarar a si próprio e colocar em xeque mate a petralhada.

Vamos a lista de falácias do mesmo com base nesse vídeo:Lindbergh detona Aécio Neves no Senado “SQN”

1 – Lindbergh Farias é tão “competitivo” que ficou em quarto lugar para o governo do estado da Guanabara e depois da derrota nas urnas se trancou em seu apartamento no Leblon, mas antes ele passou numa churrascaria bacana em São Conrado para almoçar. Quando ele fala de inclusão social deve ser para ele mesmo, o qual reside num bairro nobre do Rio e almoça com a família numa churrascaria grã-fina enquanto o resto da população sobrevive de cesta básica e mora nas favelas do seu estado.(http://oglobo.globo.com/brasil/apos-derrota-lindbergh-se-isola-em-apartamento-deve-apoiar-crivella-no-segundo-turno-14154787)
A questão que fica é: Lindbergh Farias foi capaz de construir um discurso competitivo na sua campanha para o governo nessas eleições de 2014? A resposta foi dada nas urnas pelo povo.

2- Dizer categoricamente que 40 milhões de brasileiros entraram na classe média sendo que quem ganha R$700,00 mensais para as estatísticas do governo Lula & Dilma já são considerados classe média é no mínimo forçar a realidade dos fatos. Isto é, o governo ao baixar o patamar de renda do cidadão trabalhador para incluí-lo simbolicamente numa determinada classe social é de fato inclusão social e aumento significativo da renda do trabalhador? Incluir nas estatísticas de desemprego beneficiários do Bolsa Família que não tem emprego formal é uma taxa de desemprego real inferior a de países como França, Inglaterra, Espanha e outros onde esses benefícios assistenciais são dados para pessoas em zona de risco de sobrevivência? A dita “nova base da pirâmide social do Brasil” é no mínimo produto de manobras de estatísticas e mascaramento da realidade sócio-econômica na qual a população vive de fato.
3- Relação PIB e onerosidade fiscal na correlação feita por Lindbergh é ainda mais fantasiosa, pois 38% do PIB é advindo de tributação do Estado sobre diversos campos e setores da economia via impostos altíssimos sobre produtos e serviços e até mesmo nas operações financeiras via IOF. Além disso o atual PIB da gestão Dilma não chega a 1% sendo o pior desde a era Collor. Esse PIB irrisório mesmo com a estabilização monetária e mercado interno supostamente aquecido artificialmente faz com que o PIB ainda seja produto duma inflação que galopa a trotes largos pra sair fora da meta antes do final deste ano aumentando ainda mais preços e valores de insumos na produção que serão repassados no consumo final das família, sem citar o possível aumento gradual da taxa básica de juros via Comitê de Política Monetária. Sendo assim, um cidadão com renda de R$700,00 sobrevive sendo classe média ou deveria estar em outra categoria da pirâmide social?

4- Dilma Rousseff não melhorou em momento algum a competitividade da indústria nacional. O que vemos é a capacidade ociosa dos setores industriais aumentando mês após mês e semestre após semestre o índice de confiança do setor industrial diminuiu no governo Dilma. Como se não fosse muito, isso reflete diretamente nos postos de empregos que a indústria está deixando de criar nesses últimos anos devido a desvantagem competitiva econômica com setores industriais de outros países que possuem maiores índices de exportação e mantém a balança comercial positiva, enquanto a nossa está perto de ser negativa numa correlação de valores de exportação x importação.

5- Sobre o intervencionismo do PT no BACEN isso foi matéria de debate na campanha dessas eleições: Marina Silva manifestava o seu interesse em dar mais autonomia ao Banco Central – coisa a que o PT, mais intervencionista em tudo, se opõe.
No discurso do PT sobre essa pauta é criticado duramente por especialistas da área de economia: “A autonomia do Banco Central, um tópico obscuro em um país onde um em cada dez adultos são analfabetos” – O Financial Times por sua vez ainda declara: “tem se tornado uma controvérsia durante as eleições presidenciais”. Segundo o Financial, a campanha presidencial do PT sugere que uma maior independência do BC levaria os banqueiros a lucrarem com altas taxas de juros, encarecimento dos alimentos e a fome. O PSOL alerta que a independência do BC poderia representar uma ameaça à soberania nacional. Além disso o jornal britânico afirma que essa postura pode ser um “preocupante aumento do socialismo venezuelano” no Brasil, com essa demonização dos bancos.

Marina propôs criar uma legislação para liberar o Banco Central do controle do governo federal. Segundo o Financial Times: “As tentativas de Dilma de pressionar o BC para reduzir artificialmente as taxas de juros no país em 2012, mostram que a mudança é necessária”. Já Marina como candidata da oposição desse modelo petista declara: “Defendemos a independência do Banco Central, porque este governo com suas políticas erráticas desvalorizou o conceito de autonomia operacional e tornou-se necessário institucionalizar sua autonomia”.

Na prática, a autonomia formal significa, provavelmente, algumas mudanças de regras, como a definição de um mandato fixo para o presidente do Banco Central, Isso colocaria o Brasil em linha com outras grandes economias e a maior parte da América Latina. O BC da Colômbia é independente desde 1991 e o BC da Argentina também, embora, na prática, não tenha se separado do governo federal e devido a isso vemos este cenário caótico da economia vizinha.
No entanto, a campanha do PT e de outros partidos de esquerda usou essa proposta contra Marina, explorando as preocupações de que ela seria politicamente instável e vulnerável a manipulação das elites sendo que a mesma é oriunda do mesmo celeiro ideológico desses candidatos de esquerda.

Eis agora a cereja do bolo do Lindbergh:

6-A falácia da redução das taxas de energia elétrica: Depois das manisfestações de Julho de 2013 A presidente Dilma em rede nacional, anunciou um atípico pacote de bondades, incluindo nesse pacotão do bem a redução das tarifas referentes à conta de luz. Mas a conversa é bem outra:

“Conta de luz: relator do TCU pede R$ 7 bilhões – Ministro vê cobrança indevida e defende devolução a consumidor – O ministro Valmir Campelo, relator do processo em curso no Tribunal de Contas da União (TCU) que analisa distorções em reajustes das tarifas de energia elétrica no país, é favorável à devolução de pelo menos R$ 7 bilhões cobrados indevidamente dos consumidores. O processo entrou na pauta do plenário do tribunal ontem, mas um pedido de vistas do ministro Raimundo Carreiro adiou a votação. Antes disso, Campelo leu o relatório e seu voto, em que se manifesta favorável à devolução da quantia indevida cobrada dos brasileiros. – Caberá à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) decidir se a devolução será feita de forma individualizada aos consumidores ou se será definida com base nos próximos reajustes tarifários – afirmou o ministro, que ressaltou que o TCU tem uma atribuição constitucional para tomar essa decisão.

Prejuízo de R$ 1 bi por ano – A devolução decorre de um erro na metodologia de cálculo dos reajustes tarifários. As tarifas de energia elétrica cobradas entre os anos de 2002 e 2009 apresentaram esse erro, o que pode ter ocasionado um prejuízo mínimo de R$ 1 bilhão por ano aos consumidores no país. O voto do ministro Campelo – que ainda não foi analisado pelo plenário do tribunal devido ao pedido de vistas – determina que a Aneel calcule a diferença entre o valor arrecadado e o valor repassado dos encargos e custos de transmissão em relação a cada concessionária desde o primeiro reajuste indevido até fevereiro de 2010. Representantes de entidades de defesa dos consumidores cobraram que seja feita uma correção da metodologia dos reajustes tarifários em 60 dias e lembraram que a própria agência reguladora reconheceu que a arrecadação decorrente do erro não pertence às concessionárias de energia, mas aos consumidores”.

Os “ganhos indevidos”, segundo esses representantes, já ultrapassaria R$ 7 bilhões destacados em auditoria realizada pelo TCU em 2008. Já os representantes das distribuidoras, da Aneel e do governo presentes no plenário negaram que houvesse ganhos de receita, descumprimentos contratuais e violações aos direitos dos consumidores no episódio.” (grifos nossos)

É isso aí: Sete BILHÕES de “ganhos indevidos”, valor pertencente aos CONSUMIDORES. A “redução na tarifa” é obviamente uma falácia, conversa-mole. A população foi feita idiota mais uma vez acreditando na bondade da presidente.

Cobranças indevidas de 2002 a 2010. Ganhos INDEVIDOS num total de R$ 7 BILHÕES. Em vez de assumir essa treta, Dilma lança como “pacote de bondade” para encobrir barbeiragem da contabilidade do governo de Lula.

Mas para onde vai esse dinheiro? Vemos investimentos massivos em ampliação de obras (atrasadas) do PAC ou na rede pública de saúde, energia elétrica, educação ou transportes? Nada disso: Essa grana vai para o bolso do erário público que deveria investir essa grana em infra-estrutura em energia elétrica no Programa Luz Para Todos, mas também não foi investido nisso essa grana e sequer foi devolvida ao bolso do cidadão contribuinte.

Então pensem e reflitam: Quanto deve ter custado a compra de parlamentares do Mensalão e depois todas as manobras para comprar juízes e indicar ministros contrários as decisões de Joaquim Barbosa? Quanto custa a lista de pagamento da impressa pró-PT além do bico fechado de assessores e aliados políticos, advogados, doleiros, executivos de estatais nomeados que estão solta por aí ainda dilapidando a Petrobrás? Quanto custa todo esse aparelhamento de Estado? A conta deve bater com essa montante de 7BI não é? Sem falar nos investimentos feitos em Cuba e outros países da África e empréstimos para o MST via BNDES.

Daí o Linbergh ainda diz: “Vocês ficaram do lado dos fundos privados e não do lado do povo” Faiz favoire né seu Lindebergh!

Governo iraniano persegue Aloprado Alonso

Na deep wed a coisa tá foda!

O Governo do Irã dos Ayaotários tá puto com esse que vos fala escreve…

Descobriram que o meu blog subversivo “Happiness In Persia” não precisa de filtro, pois não está hospedado em nenhum país árabe que censura e proíbe o uso de blogs e redes sociais.

Estou ficando famoso na cidade de Tabriz terra natal do vovô ainda por cima!

Hahahahahahahahaha-ha! Se cuida Ahmadinejad eu vou te derrubar e o povo vai te enrabar!

Chupa essa pica seus ditadores ordinários !

Alborghetti desce a lenha na Universal

Ainda bem que não tem terceiro mandato!

Barbudo no controle remoto

Quando a gente pensa que a TV chegou ao fundo do poço, eles vão lá e cavam mais. Mas, engano meu. Quando não podem cavar mais, fazem é outro poço!
Trocando de canal caí num desses programas sobre animais. Dou de cara com uma matéria sobre gambás. Closes no bicho, comentários sobre o fedor que o infeliz tem e tatata. Aí entrou a explicação: o bicho fede como forma de se proteger. Disse o locutor que “3 glândulas localizadas no ânus do animal expelem um líquido que, devido ao forte odor, afugenta os predadores
Antes que eu pudesse terminar o pensamento de “ah, não vão mostrar isso…”, um mega-super close no furico do gambá começou a mostrar, em câmera lenta, o tal processo! Ou seja, você liga a TV e dá de cara com a toba  de um gambá preenchendo toda a tela da sua tv! (imagina se for uma dessas de 30 e tantas polegadas plasmáticas) E, em câmera lenta, uns troços disformes se espremendo e soltando uma nuvenzinha bizarra com um líquido nojento.
Nem ouso a perguntar “onde isso vai parar”, porque é capaz de mostrarem, sei lá, o caminho que o cocô faz até ver a luz. Que nhaca!!!