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A greve do grelo duro!

 

 

A senadora pelega Gleisi Hoffmann (PT-PR) convocou as mulheres para um dia de greve geral, nesta quarta-feira, 8 de março, pelo Dia Internacional da Mulher. Em discurso no plenário, Gleisi Hoffmann pediu que as senadoras e servidoras se reúnam em frente ao Congresso Nacional em uma manifestação contra os retrocessos aos direitos das mulheres. Até aí tudo bem…

Mas Gleisi para dar um toque pitoresco a sua fala resolveu dizer que as mulheres tinham que fazer greve geral dos trabalhos domésticos, bloquear estradas e também ficar sem fazer sexo nesse dia. Se esse apelo for seguido à risca, a categoria das prostitutas terá nesse mês um dia de greve geral em obediência ao chamado grevista da senadora. Como não existe nenhuma CUP (Central Única das Prostitutas) o risco do brasileiro ficar sem sexo nesse dia é zero.

 

As mulheres coxinhas e anti-feminismo esquerdista certamente só para contrariar a tresloucada senadora petista se sentirão motivadas a praticar a conjunção carnal com seus parceiros sexuais no dia de hoje. Ou seja, haverá muita gente fazendo sexo nesse Dia Internacional da Mulher fazendo chacota do pedido de greve geral de sexo feito pela senadora, a qual pelo jeito já anda praticando o celibato forçado. Ou será que o bilau do ladrão de aposentados, marido da senadora, ainda levanta depois das denúncias de corrupção?

 

A julgar pela fala sistematicamente enfezada e petulante da senadora Gleisi nos últimos meses, ao ponto de ser líder da bancada da chupeta, não é de se duvidar que vida amorosa e sexual da senadora ande estagnada ou em crise libidinosa.

A dita cuja não perece ser uma habitual militante petista do grelo duro graças a uma série de cirurgias plásticas, as quais segundo Augusto Nunes não mudam o caráter da pessoa, mas dão um toque menos grotesco a cara de pau de certos políticos.

 

Mesmo assim o marido Paulo Bernardo parece não querer agasalhar o croquete na pepeca da senadora, que por sua vez anda notoriamente pálida e carente ao expor que é necessário fazer uma greve de sexo para lutar contra as afrontas ao direito das mulheres. Ou será, o inverso, ele quis traçar a patroa e ela não está querendo dar para o marido por viver envolta numa vida cafona de militante petista regada a muitos antidepressivos que retiram a libido?

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Seja como for Gleisi convocou a greve do grelo duro e isso já entrou para os anais do Senado Federal!

 

 

Aécio não é Tancredo, mas você irá querer ele no poder!

Caso você não saiba você já é um eleitor de Aécio Neves em potencial! Isso mesmo! Em 2018 Aécio será eleito presidente caso não se tomem medidas prévias de combate a mídia tendenciosa. As últimas falas do presidente do PSDB na imprensa ou em jantares com jornalistas aniversariantes já tornou evidente que há uma conspiração midiática em favor da leniência em benefício do PSDB.

 

Desde as colunas pútridas de Reinaldo Azevedo até as notinhas do Antagonista de Diogo Mainardi, passando pelos telejornais da Globonews, já começou imperar na mídia o método que cria eufemismos para tratar com condescendência toda e qualquer situação que envolva o pré-candidato presidencial Aécio Neves em escândalos.

 

 

Os jornalões chantagistas de manchetes pirotécnicas expõem atuação institucional da imprensa como uma máquina de retalhos da informação em favor da desinformação eleitoreira partidária. Colunas e textões que defendem a honra e legado político seja de Lula, Aécio Neves; e até do oligofrênico Bolsonaro poluem as redes sociais e blogs criando um clima generalizado de desinformação e idolatria aos políticos de estimação.

 

 

As rádios, da estirpe de Jovem Pan, também trabalham nesse sentido. Ao colocarem em programas da laia do The Morning Show e Pingos nos is, sujeitos chegados a pacandaria verborrágica politiqueira ao estilo Claudio Tognolli e Reinaldo Azevedo no ar, tudo isso favorece a fanfarronice do marketing político enganador no futuro próximo e afunda o debate de teses sérias ao nível do achismo puro e simples por parte da opinião pública fiel ao escracho midiático.

 

 

Tudo isso é prato cheio para marketeiros políticos tucanos garimparem material e idéias de sobra para desconstruírem pré-candidatos já combalidos como Jair Bolsonaro ou qualquer outro aventureiro que se meta a besta na disputa eleitoral em 2018. A seringueira petulante da Marina Silva, sabiamente tem mantido certa distância das polêmicas na imprensa, pois sabe que tudo que ela disser será usado e reciclado contra ela na próxima eleição como remake da eleição de 2014. Ela anda de fininho cumprindo uma religiosa agenda anti-governo Temer, à exemplo de outros supostos candidatos como é o caso do senador Ronaldo Caiado, que vem se alinhando com o lobby do agronegócio, com os movimentos de rua e tantas outras entidades na tentativa de alavancar seu nome para a disputa eleitoral de 2018.

 

 

 

 

 

Não obstante a isso, há sem dúvida um avanço no debate acerca de questões políticas e sociais que ainda é tímido em qualidade, mas que leva em conta a quantidade em relação ao direito à liberdade de opinião e expressão. Esse direito que inclui a liberdade de defender opiniões sem interferências e de buscar, receber e difundir informações e ideias por qualquer meio de comunicação.

 

 

As redes sociais por não serem indiferentes ou sempre reagirem a qualquer polêmica política ou declarações inoportunas de políticos – como foi o caso da “suruba seletiva” de Romero Jucá – tornaram a liberdade de expressão, e facilidade de expressar opiniões por algum meio de comunicação acessíveis aos estudos de marketeiros eleitorais, sociólogos e cientistas políticos, os quais usarão uma média dessas manifestações populares para direcionar o discurso de seus candidatos a uma espécie de “senso comum aceitável pela maioria” no contexto eleitoral.

 

Em breve veremos justamente Aécio Neves falando para uma classe média descontente com a crise econômica as mesmas falácias eleitorais dignas de Trump sobre retomada do emprego dos mais encrencados com a crise, diminuição de tributos para favorecer os empreendedores e valorização do sentimento de que uma nação só pode avançar se houver quem tenha força política para bater de frente contra um sistema pervertido que assola milhões de pessoas cotidianamente.

 

 

Aécio irá vestir a fantasia de mocinho contra os vilões da república com ajuda de um batalhão de colunistas tendenciosos na imprensa de aluguel. Peças de propaganda e convencimento com frases de efeito anti-Lula à moda Dória criarão um clima de que o PSDB não é a melhor opção logicamente, mas sim a opção menos ruim para o avanço político de um candidato que traz consigo a história do avô que lutou contra uma série de desmandos no passado.

 

 

 

Os meios de comunicação e militância dos mortadelas, que repelem todos os termos desclassificados ou inclassificáveis da retórica coxinha, naturalmente terão muito trabalho para combater a “escalada conservadora” ou a temida “agenda da Lava Jato contra a candidatura de Lula”.  Em consequência disso, a liberdade de expressão ultrapassará a função deste ou daquele termo ou locução de opiniões, e será transformada em massa de propaganda eleitoral disseminadas nas redes sociais por cidadãos comuns que brigam nas trincheiras da troca de insultos e fatos controversos sobre seus políticos de estimação.

 

Esse país só irá mudar minimamente de rumo se os coxinhas e mortadelas se absterem de votar por aos menos meia dúzia de eleições. Eles podem até debater nas redes sociais o quanto quiserem, mas está evidente que quem coloca corruptos e demagogos de ego inflado no poder é esse eleitorado abestalhado que critica e continua elegendo essas figurinhas deletérias da república. Esse complexo retardado de ter político de estimação, de votar no menos pior, de se deixar levar por discursinhos megalomaníacos de tolerância zero e gestão eficiente do “político não tradicional” é um câncer! Como diria o porta voz histérico da mídia tucana: #prontofalei

 

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Eleições 2018: Corruptos x Demagogos

A modinha da “Olavo tem razão” disseminada por gente tapada e emburrecida é feita negando a realidade. Esse tipo de pessoa é tão fanático quanto qualquer comunista marxista castiço por falta de leitura e uso decente do raciocínio lógico. Esse tipo de convicção subserviente a figura de um pseudo-intelectual ou determinado político criou uma cadeia de pessoas idiotizadas por esses charlatões da imprensa e militância de grupos como MBL da mesma foma que o PT conseguiu se infiltrar nas universidades e usar movimentos sociais em favor do fanatismo lulopetista. Hoje isso se atesta ao vermos apoio irrestrito e histérico aos políticos da laia do Dória e Bolsonaro.
 
Ultimamente tenho visto, a empolgação inclusive, liberais e pasmem, até libertários dando apoio a candidatura de Jair Bolsonaro a presidência da republica em 2018. De maneira cega, indivíduos vem sendo facilmente seduzidos por fotos do Bolsonaro tiradas com livros de autores liberais clássicos nas mãos do seu ídolo. Essa é a mesma lógica que leva muitos a crerem que se Dória comeu um pastel da feira sem fazer careta é porque ele ama os pobres. Nada mais risível que crer nisso piamente.
 
A retórica empobrecida de conceitos bem alinhavados e muita das vezes circenses faz com que Bolsonaro trate soluções econômicas do território em que vivemos de maneira profunda como um pires e isto de fato chega a assustar, pois liberais e libertários são famosos por dominar com tamanha maestria a teoria econômica e explicam como poucos o quão ineficiente é o estado planejando de maneira central a alocação de recursos, porém por algum motivo irracional resolveram fazer aliança com político milico conservador que até pouco tempo atrás tinha ideias nacionalistas ultra protecionistas irredutíveis.
 
Mudar de discurso e dizer aceitar conceitos liberais ao ponto de se tornar um político mais palatável economicamente é uma farsa já conhecida na cena eleitoral brasileira. Duda Mendonça colou em Lula esse adesivo do “economicamente viável” e fez banqueiros e empresários aceitarem ele na campanha eleitoral de 2002. Isso fez que até eleitores da classe média, que enxergavam Lula como um sindicalista selvagem comunista e ignorante iletrado ganhasse votos devido essa repentina mudança de formato, mas não de conteúdo. O mesmo estão fazendo agota com Bolsonaro. Quiçá até com Dória, que se fosse profundamente liberal não teria se filiado a um partido social-democrata fabiano.
Esses sujeitos querem fama e poder. Como existe um bando de pessoas manipuláveis em todas as camadas sociais, até mesmo as mais instruídas da sociedade, as quais se julgam acima de qualquer espécie de doutrinação ou afetação midiática por terem um diploma ou uma vasta aversão a corrupção, esses são os primeiros a serem iludidos por confiarem cegamente em seus dotes morais e convicções políticas.
Os bolsonaristas mais ferozes e inconsequentes são estupidamente por tabela trumpistas e apoiadores de Marine Le Pen, sem saber que Le Pen não fará nada para mudar a lei de aborto francesa que vigora desde 1975 no país. Além do mais,  Le Pen para obter votos úteis nas urnas não se coloca contra o casamento gay. Essas duas agendas caras para os moralistas conservadores fãs de Bolsonaro não estão na ordem do dia de Marine Le Pen. Mesmo assim os famigerados bolsominions apoiam Marine Le Pen, achando que ela seja a versão do Trump de saias na Europa, e por consequência uma direitista estilo Bolsonaro à moda escargot.
Vamos ver como os bolsomicos lidam com isso: Marine Le Pen defende a legislação de aborto,  também é pró-casamento gay, mas usa a bandeira anti-imigração para se firmar como garota propaganda da direita que defende valores da família e moral cristã? Nada disso, ela desonesta intelectual como seu eleitorado. O único candidato conservador de fato é François Fillon e não Le Pen. Mas como os adoradores do Bolsomico não sabem ler em francês muito menos em inglês eles ficam idolatrando Marine Le Pen e Trump negando muitas coisas reais como se fossem “fake news”. Mas aqui está o resumo de tudo isso em bom vernáculo pátrio.
Quando FBI manda Trump baixar a bola depois de acusar Obama falsamente por tê-lo grampeado, ou quando a justiça americana derruba as ordens executivas contra imigração e entrada de muçulmanos no EUA os bolsominions brasucas se enfurecem como se aquilo fosse uma afronta pessoal aos mesmos. Isso demonstra o grau de imaturidade intelectual e leviandade moral dos mesmos.
Trump parece ser uma cópia de Bush, mas os brasileiros se esquecem de muita coisa por terem memória curta demais. Lembram de quando o Bush aumentou o orçamento das forças armadas para invadir o Iraque e Afeganistão? Lembram que uma das metas dele era também tornar a imigração mais rígida? Lembram que Bush quis mexer no seguro social e sistema de saúde também? Lembram que Bush quis fazer uma economia voltada ao mercado interno com investimento em infraestrutura só criou recessão e uma série de bolhas especulativas no mercado imobiliário? Será que Trump está copiando ele? Eu acho que sim!
Trump à exemplo de Bolsonaro, são dois sujeitos desagradáveis e egocêntricos narcisistas. Trump finge que fala para o trabalhador assalariado do EUA, mas no fundo fala em nome do capital especulativo de Wall Street. Quando Wall Street se contenta com o presidente que atende seus interesses é porque o trabalhador está prestes a pagar a conta. Logo essa conta irá chegar e daí veremos Trump repetir os fiascos de Bush no setor econômico com o mesmo requinte de impopularidade depois de altos índices de confiança e popularidade.
Ao menos no Brasil, Bolsonaro não convence nenhum banqueiro ou grandes grupos investidores, portanto, a retórica dita liberal do mesmo é nula totalmente. Quem não rasga dinheiro sabe que Bolsonaro é uma nulidade em matéria econômica e um mero esbravejador de tolerância zero quanto a tudo que está errado no país da maracutaia.
Bolsonaro segue a cartilha do Afanásio Jazadji ao bater regalias aos bandidos, falta de pulso no combate ao crime, assim como segue a mesma linha de Luiz Carlos Alborgheti se dizendo a favor dos valores da família, sendo anti-maconheiros, anti-PT e mais uma vez contra o crime organizado. Esses políticos sobrevivem de pirotecnia na mídia e pouco fizeram em suas atuações como parlamentares para mudar o panorama crítico da criminalidade e afronta aos cidadãos de bem.
Está no hora do eleitor repensar em como tornar seu voto uma arma útil nas urnas contra o sistema, que de um lado tem corruptos rabos presos e do outro demagogos exaltados que não tem a menor ideia do que seja administrar um país assim como foi o caso de Dilma.

Os petistas estão em plena pré-campanha aberta pela candidatura de Lula, porque acham que assim a Justiça ficará intimidada de prendê-lo. A senadora narizinho é a mais empolgada na campanha de Lula 2018. Faz mesmo todo sentido: uma bi-ré liderando a candidatura de um penta-réu para desviar o foco. Entraram nessa peça de propaganda os “intelectuais da esquerda” que são nada mais que as viúvas da Lei Rouanet.

Quando os figurões da Odebrecht começarem a entregar não apenas todas as falcatruas eleitorais do PT, mas também as do PMDB e PSDB, como já estão fazendo, é que começaremos a ver a classe política e imprensa vendida falar ainda mais de 2018 com o discurso que políticos estão sendo caluniados e difamados em ações judiciais descabidas. Irão bater na tecla que “precisamos fazer uma transição para um novo governo que tenha meios de tirar o país da crise”. Logicamente irão tentar afundar a Lava Jato de alguma forma também.

Reinaldo Azevedo já começou a fazer isso, pois afoito como está em ser o Franklin Martins tucano, ele já se desespera com a possibilidade de Alckmin ancorado na popularidade histérica do Dória conseguir algo no PSDB desbancando o idolatrado Aécio, o qual já está sendo alvo de depoimentos dos delatores da Odebrecht. Rodrigo Constantino já se tornou o adestrador pseudo-liberal do Bolsonaro e Marina Silva conta com almofadinhas da imprensa descontentes com o PT. A imprensa irá mentir e acobertar seus patrões como faz em todo ano eleitoral. Essa folia já começou na Folha de São Paulo, Jovem Pan e Veja antecipadamente.

No final, todos os partidos e caciques irão se unir e tentar voltar ao status quo antes da era Lula, onde aquele malufismo genérico imperava e tinha todos os meios de operar em paz com a vista grossa da imprensa servil.

2018 será um calvário!
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Eike no xadrez!

Eike Maravilha Batista é café pequeno ante a dimensão dos outros proxenetas da república que se locupletaram nesses anos. A fortuna que ele tinha deve ser apenas 10% do que o núcleo duro do PT tem em caixa em dois que perfazia num cálculo rápido a soma de 38 bilhões.

Eike não saiu à francesa do país, ele empreendeu fuga, isso é fato que ainda será evidenciado ao meu ver pelas autoridades competentes. No entanto, Eike mudou de rota no meio dos eventos por ter supostamente recebido farta orientação advocatícia para voltar, delatar todos seus detratores e comparsas beneficiando-se com redução da pena.

Depois disso ele se torna numa espécie de Roberto Jefferson e cairá no esquecimento ou entrará para o rol dos malvados favoritos de muita gente.

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Todos contra Temer!

O costume da mídia usar os mesmos argumentos falaciosos diante de todas circunstancias é o que trouxe Marina Silva à tona novamente. Os beiçudos da imprensa precisam vender a divisão e intransigência de pontos de vista; e daí dão espaço e voz aos que agem irracionalmente movidos por razões torpes em busca de poder.
A imprensa vendida, assim como os manifestantes do MST que nada cultivam na agricultura, mas cultivam no seio social mais nada além da divisão e semeiam medo nas pessoas por onde passam, assim também é a imprensa de nossos dias. Sabem apenas bradar o mesmo discurso enfadonho e decrépito na mentira, sabem apenas empunhar suas foices e facões nas redes sociais, emissoras de rádio e TV. Marina Silva é um fantoche da mídia para eles darem o seu recado ao governo. Logo virão outros tendo o mesmo espaço na mídia.
 
Versa a Lei de Coulomb, que é uma lei da física que descreve a interação eletrostática entre partículas carregadas eletricamente, que as cargas iguais se repelem e as cargas opostas se atraem. Marina Silva é uma carga oposta aos interesses da sociedade, por isso ela é eleitoralmente viável, o povo não sabe votar, não sabe o que essa falsa evangélica seringueira representa, e ela fala o que uma parcela de desavisados quer ouvir. Cuidado com essa mulherzinha de voz de taquara rachada que nos últimos dias ocupou espaço na mídia pregando a teoria de renúncia, de novas eleições e se colocando na ordem do dia como pré-candidata novamente.
Hoje Marina Silva, estampa manchete do Estadão fazendo suas análises inoportunas sobre a cena política. Desta vez ela foi chamada a falar em face de Temer.
Qualquer pessoa minimamente sensata e racional, sem olhar movido por paixões estapafúrdias na política, sabia desde o início que em meio a acalorados acontecimentos políticos, principalmente com a batalha entre governo e oposição sobre impeachment, que muito se discutiu sobre as consequências que um processo como este traria ao país. Agora o impeachment é um ato concreto no espaço e tempo e seus efeitos já foram exauridos quando Temer assumiu o governo em definitivo. Marina Silva é uma das partes que não aceita essa realidade e agora reaparece falando suas habituais teorias aos interlocutores da imprensa. A mesma imprensa que ao invés de debater o governo Temer com base em verdades, prefere debater o panorama com meias verdades de acordo com toda avassaladora onda de delações da Odebrecht.
O problema da governabilidade de Temer será sempre afetado por conta dessa grave crise econômica, com dois anos de recessão que ele herda de Dilma. É necessário marcar um ponto no espaço e tempo e colocar o impeachment como ponto de partida duma herança que se impõe ao herdeiro do cargo. É sabido que Temer, até por ele mesmo, que ele não vai resolver por si só todos os problemas do quadro político em torno dele organizando sua base em torno de sua agenda para governar em paz. Tanto isso é verdade que, os bundamolengas teleguiados pela Globonews e colunistas da escória reinaldiana não estão relatando o fato do Aécio estar tramando a queda do Ministro da Fazenda de forma intencional, premeditada e sistemática por todos os meios que forem possíveis.
O PSDB está apostando no “quanto mais pior melhor” para eles aparecerem em 2018, ou antes disso, como mocinhos em meios ao vilões e incompetentes do governo Temer. Isso mostra que Meireles é apenas um alvo secundário, o principal é Temer. Fazer ruir a economia nas mãos do PMDB é meio caminho andado para atestar o óbito político de Temer e todo PMDB. Todos queremos a melhoria da economia em curto prazo, mas isso é inviável, é uma falsa esperança, as medidas tomadas por Meireles ainda não surtiram efeito concreto justamente porque a base aliada do Temer joga contra eles ao lado de petistas ensandecidos no Congresso e nas ruas. O tempo para os remédios de Meireles fazerem efeito demora e isso joga a favor de Aécio e seu plano de desestabilizar o governo Temer.
 
O clima hostil, de má fé entre pares e punhaladas nas costas é constante e chegou às ruas, mercado e opinião pública. Isso faz a imprensa vender o complô do afastamento de Temer e consequente justificação para tomarem uma medida extraordinária de eleições diretas implodindo a Constituição mais uma vez. Isso só favorece um sujeito chamado Aécio e seus patrocinadores da mídia globelzebu. Quem viver verá essa saga aeciana contra Meireles sendo levada a cabo em conluio com a mídia para desembocar no projeto de PEC de novas eleições ou algo parecido como a tese de renúncia já solta na mídia por Marina Silva.
 
No meio desse caldeirão, não podendo contar com uma voz petista que tenha autoridade e respaldo, a mídia chama Marina Silva para fazer eco as teses oposicionistas ao governo Temer. Isso é péssimo. Temer não terá tranqüilidade política ante um cenário tão conturbado, principalmente se a Lava Jato continuar trazendo essa “agenda negativa” para o Planalto. Negativa no sentido de não criar estabilidade, do ponto de vista político a quem tanto precisa dela nesse momento, isto é, Temer e seus fiéis escudeiros envolvidos até o talo nas delações da Odebrecht que vazam seletivamente segundo os detratores da operação da República de Curitiba. Destaque-se que a Lava Jato não tem compromisso com a estabilidade política alheia, nem do PT nem do PMDB ou PSDB. A Lava Jato tem compromisso com operar a justiça independente de qualquer mote ou clichê politizado que queiram colar na operação ou no juiz Moro.
 
Mesmo assim, a classe política, através de Renan e outros pares, não vê com bons olhos que a corrupção tenha finalmente virado pauta entre os diversos setores da sociedade e que isso pode acarretar em um amadurecimento maior sobre o assunto por parte da sociedade e órgãos judiciais. Renan ataca magistrados e procuradores, e tem aval de grande parte dos parlamentares que sabem ter rabo preso com caixa dois, propinas e lavagem de dinheiro investigadas pela Lava Jato. As pesquisas mais recentes tem mostrado como a corrupção é percebida como um dos maiores problemas do sistema político brasileiro e que a Lava Jato é apreciada por atacar esse problema em pontos nevralgicos. Isso somado ao esgotamento no papel dos partidos no diálogo com a sociedade é ponto de ignição para o desespero de políticos que querem alçar voo nas próximas eleições. 
Com um sistema complexo de acontecimentos, o processo de mudança ainda será lento e criticas ao governo Temer serão incentivadas pela imprensa devido ao seu histórico de político de ex-aliado do PT e delações da Odebrecht o colocarem na ordem do dia. Estruturalmente, o problema que estamos tratando é em como proteger o estado brasileiro deste perverso meio político querendo manter o poder, e de empresas tentando aproveitar do poder para ambas as castas terem enriquecimento ilícito. Política é basicamente poder, de quem decide e quem ganha, isso naturalmente vai gerar incentivo para grupos tentarem influenciarem o processo para uma nova eleição ou chegarem a 2018 com mais viabilidade política perante a opinião pública desinformada pela imprensa subserviente aos partidos e governos. 
Temer será posto a prova, e ele terá que mostrar dia após dia que tem o poder em suas mãos até 2018.
 

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PT o partido dos terroristas!

Em março deste ano, a ainda presidenta Dilma sancionou, com vetos, a lei 13.260/2016, conhecida como Lei Antiterrorismo. Assunto que ela sem dúvida alguma entende, pois é expert em práticas dessa natureza…

Entre os artigos que foram validados a partir do projeto aprovado pelo Congresso Nacional está o que classifica como atos de terror “incendiar, depredar, saquear, destruir ou explodir meios de transporte ou qualquer bem público ou privado”.

E ora bolas do meu saco, vejam só: Não foi exatamente o que vimos acontecer ontem em Brasília, São Paulo e outras cidades, com os protestos contra a PEC 55?

O que falta para as autoridades policiais enquadrarem os meliantes que foram presos durante o quebra-quebra de ontem nesta nova legislação? Por que a falta de coragem em tachar de “terrorista” quem verdadeiramente pratica o terrorismo?

E tem mais…

Como se não bastasse a violência absurda cometida por vândalos em Brasília, a pretexto de protestarem contra a PEC do teto de gastos, soube-se que deputados do PT foram à delegacia pressionar delegados a não enquadrarem na Lei de Segurança Nacional os manifestantes presos. Graças aos petistas, os criminosos responderão apenas por danos.

Acordo de leniência com quem age como um terrorista é uma covardia, aumenta a sensação de impunidade e fragiliza a democracia. No fundo, são todos iguais, os vândalos, os seus patronos e a causa que defendem.

PT é o partido do terrorismo não tenham dúvidas!

 

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Alckmin um santo homem?

Quem vê aquele homem seco, travado, de expressão fechada em algumas missas da Nossa Senhora do Líbano, pode achar Alckmin um sujeito minimamente bem intencionado e um político que foge aos padrões da corrupção tradicional do Brasil. Ledo engano. Alckmin é só mais uma na multidão de corruptos que assola a pátria.

São inúmeros os caso de corrupção envolvendo o governador paulista. A começar pelo Trensalão chegando até hediondo caso corrupção da merenda escolar que era executada de dentro do Palácio dos Bandeirantes. O governador do estado São Paulo, “São” Geraldo Alckmin, que chegou ao ponto de afirmar em Brasília, que o ex-presidente Lula não poderia usar de “subterfúgios” para fugir da Justiça, agora está lado a lado de Lula na Lava Jato citado como recebedor de propinas de empreiteiras lesa pátria. À época, ao comentar a deflagração de nova etapa da Operação Lava Jato, que cumpriu mandado de condução coercitiva para Lula prestar depoimento à Polícia Federal em São Paulo, Alckmin disse que “ninguém está acima da lei”. E agora senhor governador? Retifica a sua fala? Ou a lei só servirá para os trastes petistas, excetuando a cúpula tucana do alcance da lei?

 

Segundo os delatores da Odebrecht, foram repassados R$ 2 milhões em espécie ao empresário Adhemar Ribeiro, irmão da primeira-dama, Lu Alckmin, cunhado do governador. A entrega do recurso teria ocorrido no escritório de Ribeiro, em São Paulo.

Em 2010, o tucano venceu a eleição em primeiro turno e foi eleito governador. Na eleição seguinte, em 2014, segundo os depoimentos, o caixa 2 para a campanha de Alckmin teve como um dos operadores o atual secretário de Planejamento do governo paulista, Marcos Monteiro, político de confiança do governador. Questionado sobre a denúncia, Monteiro disse apenas que é tesoureiro do diretório estadual do PSDB em São Paulo há dois anos. Ele acrescentou que presta contas à Justiça Eleitoral com regularidade. Ora, que coincidência, mais um tesoureiro partidário envolvido em transferências de propinas! E agora um do PSDB aliado do governo paulista! Será que apenas Delúbio e Vacari foram operadores desse sistema inescrupuloso de compra e venda de apoio de empreiteiras para políticos? Será apenas Cabral o único governador atolado nesse mar de lama?

 

Segundo os delatores, o codinome de Geraldo Alckmin nas listas de propina e caixa 2 da empreiteira era “santo”. O apelido aparecia associado nas planilhas da Odebrecht apreendidas pela Polícia Federal à duplicação da rodovia Mogi-Dutra, uma obra do governo Alckmin de 2002. A palavra “apóstolo”, escrita originalmente na página, foi rasurada e trocada por “santo”.

 

O mesmo codinome é citado em e-mail de 2004, enviado por Márcio Pelegrino, executivo da Odebrecht que gerenciou a construção da linha amarela do metrô da capital paulista. Na mensagem, Pelegrino diz que era preciso fazer um repasse de R$ 500 mil “com vistas aos interesses locais” da empreiteira. Segundo consta, o executivo afirma que o beneficiário do suposto suborno era o “santo”.

A assessoria de Alckmin disse também que o apelido “santo” aparece em outros documentos apreendidos pela Lava Jato, referentes aos anos 2000 e 2004, sem qualquer relação com o governador. O PSDB declarou que não comenta supostas delações não homologadas e que reitera sua confiança nas condutas do governador Alckmin e também do ministro Serra.

 

Será que o “santo” irá operar o milagre da impunidade tucana ou dessa vez vossa santidade tucanalha irá para atrás das grades? Ou a cúpula do PGR e STF ao homologar a delação dirá: São Geraldo Alckmin rogai pelos tucanos da Lava Jato livra-os do Sérgio Moro! Oremos!

 

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O voto de cabresto de Celso de Mello

Quando mudamos de ideia a respeito de qualquer coisa na vida, há muitas vezes por de trás disso a intenção de corrigir falhas, redimir erros ou render-se a razão. Podemos chamar isso de “animus corrigendi”

Mas quando a própria noção de corrigir um erro, sanar um gravame, ou agir com falsa retratação é comprometida dando lugar a uma mudança de paradigmas para observar  interesses escusos isso se chama: “animus abutendi”, ou seja, intenção de abusar.

Foi essa segunda postura que o ministro decano Celso de Mello tomou ontem no STF ao mudar seu voto na ADPF que deu causa a lide de ontem no STF. Celso de Mello vindo posteriormente a rejeitar a liminar do colega vice-decano Marco Aurélio Mello em face do senador Renan Calheiros obrou com “animus abutendi” e precipitou o STF para além da falta de credibilidade. O decano da Suprema Corte jogou o STF no abismo da falta de legitimidade.

Quem está com a verdade do seu lado, do ponto de vista axiológico jurídico, jamais mudaria de opinião acerca das conclusões que os postulados jurídicos que formaram anteriormente a convicção decisória, para em seguida, numa outra situação particular, dar lugar a um arremedo de voto, ou voto de cabresto, em favor dum réu que nitidamente manipulou a opinião do julgador com subterfúgios extra-legais.

Juízes não podem ser pessoas que alteram suas opiniões e conclusões jurídicas, por mais genéricas que possam ser; ao sabor dos acontecimentos. Celso de Mello, ontem, no julgamento da liminar desobedecida por Renan, obrou exatamente isso da forma premeditada; e para usar palavras do próprio Marco Aurélio foi algo: inconcebível, intolerável e grotesco Celso de Mello ter agido desta forma.

O decano do STF tende a divergir de Marco Aurélio e pela praxe do colegiado, conforme regimento interno, o decano deve ser o último a votar, mas se decide antecipar o voto, isso pode influir os demais pares a segui-lo. Foi exatamente isso que ocorreu ontem, mas não por força dos argumentos do decano, e sim pela chantagem de bastidores à qual determinados ministros cederam da noite para o dia em favor de um réu no próprio tribunal, no qual, dizem zelar pela Carta Magna e sua interpretação.

Mesmo Marco Aurélio tendo dito que o STF incorreria em “deboche institucional” caso não fosse enérgico quanto aos fatos desencadeados pela desobediência de Renan em face duma ordem judicial emanada por um membro da mais alta corte judicial do país, mesmo assim, os seis ministros que acompanharam Celso de Mello, em seu voto de cabresto, levaram a cabo o acovardamento do STF em face de um senador que é investigado em mais de uma dúzia de processos criminais.

A máxima marcoaureliana de que “processo não tem capa, tem conteúdo”; uma citação clássica do eminente ministro flamenguista, apreciador de motocicletas e cavalos puro sangue, nunca foi tão veraz quanto ontem. Uns apreciaram a matéria olhando e temendo o nome contido na capa da lide, outro, desferiu um julgamento em face de um réu que ocupa um cargo de presidente do Senado, podendo ser assim censurado e até sacado do cargo por ser réu em processo crime no STF; isso desde que sejam bem observados os axiomas constitucionais numa exegese mais escorreita.

Num primeiro momento a decisão monocrática de Marco Aurélio teria efeitos concretos como qualquer outra ordem judicial acatada e cumprida à risca. Mas não foi isso que aconteceu. Renan, agindo de forma desaforada, burlou por duas vezes o oficial de justiça do STF, dando-lhe um chá de cadeira, agindo de forma evasiva através de assessores parlamentares, ou seja, foi uma amostra gratuita de quanto Renan não respeita a lei em momento algum.

Após a liminar expedida, e sem efeitos ante a realidade dos acontecimentos, o artigo 5º da lei 9.882 diz ordenava o seguinte: “O Supremo Tribunal Federal, por decisão da maioria absoluta de seus membros, poderá deferir pedido de medida liminar (…). Em caso de extrema urgência ou perigo de lesão grave, ou ainda, em período de recesso, poderá o relator conceder a liminar, ad referendum do Tribunal Pleno”. E foi isso o que processualmente aconteceu. A cautelar foi apreciada em no pleno colegiado, e foi aí que as manobras insidiosas de Renan sobre meia dúzia de togados supostos guardiões da Constituição deu razão aos dizeres de Lula quando chamou o STF de um bando de acovardados.

Apesar de Marco Aurélio ser arrogante e narcisista, sua decisão tinha que ser no mínimo apreciada com base nos postulados constitucionais pelos ministros divergentes, simplesmente por ele ser investido de poderes jurisdicionais para tal finalidade. Teriam de operar isso por respeito ao julgador e muito mais pela Constituição e instituições que servem. Mas desde o começo Marco Aurélio, que é só uma peça do STF, já foi atacado e execrado publicamente pelo colega de toga; a saber: Gilmar Mendes, um dos aliados de Renan no STF. Isso já insinuava que o STF tinha se tornado num puxadinho onde as ordens de congressistas do alto clero corrupto dão as cartas e são obedecidos cegamente pelos ministros da Suprema Corte brasileira.

O presunçoso Marco Aurélio achou que tinha bala na agulha. Deve ter achado que teria o corporativismo do STF ao seu lado, ao menos para proteger a classe de magistrados, a qual nenhum corrupto de alto escalão desse país nutre mínimo respeito ao ponto de lavrar leis contra os mesmos desmoralizando-os também com “animus abutendi” no foro legislador. No entanto, Marco Aurélio foi dilacerado apesar de ter acertado a mão dessa vez, e assim o STF recheou uma pizza à moda alagoana feita sob pedido expresso do próprio réu.

Celso de Mello, o decano, e Carmen Lúcia, atual presidente do STF, participaram dessa chicana mantendo aquela pose de santidade que cultivam sempre. Celso de Mello, com auxílio explícito de mais cinco pares, incluindo a presidente do STF, “recolocou” Renan de volta ao cargo que ele nunca perdera na prática. Isso sim foi um verdadeiro golpe contra a lei, contra as instituições e contra o povo. Testemunhamos um réu de grande envergadura mandar nos juízes instância judicial maior do país e nos poderes da República na tarde de ontem.

O voto do Celso de Mello foi contraditório, para dizer o mínimo. Ele repudiou que qualquer ente ou sujeito desacate uma ordem judicial, e depois, lavrou um voto alternativo predefinido extra lei. Daí ficou fácil, até para Dias Toffoli votar acompanhando ele, sem fundamentar nada, cair fora da sessão alegando que tinha mais o que fazer, e ainda pior foi Teori Zavascki, ele se acovardou aderindo à tese costurada nos bastidores, a qual Celso de Mello foi porta voz mor. Zavascki, justo ele, que tinha afastado Eduardo Cunha do mandato, consequentemente do cargo, se rendeu ao jogo de sombras e cordas perpetrado por Renan e lavado a cabo por Celso de Mello e demais pares que acompanharam a divergência.

Resumo da ópera: O voto de cabresto de Celso de Mello safou Renan Calheiros. Agora aguardemos o voto de cabresto dos eleitores alagoanos que deverão reconduzi-lo a mais um mandato, ao menos que haja um juiz nesse país capaz de colocar esse senador cangaceiro atrás das grades antes da próxima eleição.

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Requião de comedor de mamonas à bolivariano meia sola

Requião, um homem desequilibrado e não mais respeitado. Foi o que sobrou para ele: gritar raivosamente contra manifestantes taxando-os de “mentecaptos manipuláveis”. Déspota e destemperado, agressivo, quando no poder; gagá e ridículo, agora. Requião caminha para as sombras, no estertor da sua já empoeirada vida política.

Requião virou um heteróclito da política nacional. Bajulador do Lula e demais canalhas petistas bolivarianos. E, óbvio, que também, ele está se defendendo do que vem por aí de mais deletério quer onde haja evidências contra ele. Ah se Itaipu falasse!

Não devemos mais dar atenção a esse senhor decrépito cujo destino será o opróbrio constante até o findar de sua biografia marcada pela paspalhice. Requião não tem credibilidade para mais nada. Ele usurpa das prerrogativas do cargo para usar a tribuna para defender o indefensável nos últimos tempos como se fosse um petista convicto. Se não fosse ele do PMDB, seria fácil reconhecê-lo como senador petista, dado o recorrente uso dos mesmos jargões falaciosos dos defensores de Dilma e simpatizantes de Lula.

 

O senador paranaense hoje não passa de figura histriônica e caricatura que representa com fidelidade a política de baixo quilate moral e intelectual. Esteve ao lado de Sérgio Moro num debate no Senado sobre abuso de autoridade como relator do projeto que visa desmantelar a Lava Jato. Nessa posição de escroque duas caras ele valeu-se de toda sua cara de pau para falsamente elogiar o juiz em rede nacional, e tacar-lhe o pau pelas costas nos bastidores. Requião nas suas inserções na mídia e tribuna da casa moderadora, mas como imoderado, sempre faz questão de colocar a imagem do magistrado da Lava Jato em dúvida com jogo de palavras e falácias das mais boquirrotas Eis que Roberto Requião é exemplar e adepto da mesma hipocrisia renaniana que impera no Senado Federal há décadas.

Requião ainda teve um governo fértil em escândalos de corrupção e ingerência administrativa. Um exemplo claro disso envolve a Sanepar e a empresa Pavibrás. A Pavibrás venceu licitação no valor de R$ 69 milhões para executar obras no litoral do estado do Paraná. Em certa altura das obras, a empresa tinha recebido R$ 113 milhões, mas as obras ainda não tinham sido concluídas. Depois disso, Requião foi acusado ainda de caixa dois durante todo o tempo que passou no Palácio da Araucária.

Por essas e outras é que Requião não deve nem pode ser levado a sério como político e deve ser esquecido pelos eleitores do Paraná, e apenas lembrado pelas autoridades judiciárias. Os mentecaptos manipuláveis são sem dúvida aqueles que o elegeram e reelegeram…

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Esquerda e Direta são conceitos do passado?

A esquerda continua no processo de derretimento irreversível em diversos establishments onde a democracia e liberdade de expressão são as ferramentas para banir os políticos alinhados com a esquerda. É também essencial não deixarmos a direita autoritária livre para oprimir em outros lugares ou tomarem o espaço vazio deixado pela esquerda populista. Nunca se esquecendo é claro, de continuar a pregar o caixão do marxismo e suas ideologias auxiliares.

O próximo front dessa batalha será na França ano que vem. Aguardemos o desenrolar dos efeitos negativos e positivos da eleição de Donald Trump, pois esse fato será pano de fundo para que a extrema direita angarie mais adeptos e vitórias eleitorais em vários lugares da Europa no futuro.

Depois do desmanche do bloco socialista e da incontestável constatação de que o paraíso do proletariado não passa de lorota, as coisas começaram a mudar em vários lugares do mundo desde a queda do muro de Berlim. A visão de mundo de esquerdistas e direitistas convergiu a ponto de ser hoje muito difícil  apontar diferenças significativas. Cada uma das duas correntes de pensamento deu um passo em direção à outra.

Desencantados com experiências fracassadas, os socialistas já não preconizam intervenção do Estado em todos os meandros da sociedade. Por outro lado, assustados com o liberalismo excessivo que levou ao baque econômico de 2008 a direita já reconhecem a necessidade de uma certa dose de regulação por parte do Estado na economia e intervenção direta nos mercados financeiros.

Diante disso, falar em esquerda e direita faz menos sentido a cada dia que passa. Assim mesmo, clichês têm vida longa. Na Europa, jornalistas e analistas ainda fazem questão de colar uma etiqueta na testa de mandatários e de partidos. A força do hábito faz que apliquem automaticamente os mesmos parâmetros a políticos e à política de países longínquos.

No Brasil depois de quatro mandatos com presidentes de esquerda há uma evidente antipatia aos partidos e políticos de viés socialista. Para todos analistas mundo a fora Evo da Bolívia, Maduro da Venezuela, os irmãos Castro de Cuba, Rafael Correa do Equador e outros tantos políticos latinos são classificados como políticos de esquerda e ditadores populistas. Outros como, Michèle Bachelet do Chile, Mauricio Macri da Argentina, Horacio Cartes do Paraguai são taxados como de direita.

Não compartilho dessa percepção. A linha divisória entre campos políticos na América Latina não passa entre esquerda e direita. Dizer que nossos mandachuvas se dividem entre sérios e populistas estaria mais próximo da verdade. Os europeus e norte-americanos têm enorme dificuldade em se dar conta disso.

Os sérios podem ser partidários de maior ou menor intervenção do Estado ‒ não é essa a marca que os distingue dos outros. O mesmo vale para os populistas. A diferença mais marcante entre eles é que os sérios, que se tornaram mercadoria rara, vendem pastel com recheio. Já os populistas ‒ que, no Brasil, ocupam o topo da pirâmide há vários anos ‒ vendem pastel de vento.

 

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