Arquivo mensal: dezembro 2014

Maria do Rosário não é santa nem puta…

Maria do Propinario é uma santa petista idolatrada pelos idiotas úteis do PT, PC do B, PSOL e toda sorte de bandidagem vítimas da sociedade.

A pilantra de olhos esbugalhados, defensora da bandidagem, só poderia ser uma criminosa como aqueles que tanto defende não é mesmo? Essa vigarista é mais uma esquerdopata que só envergonha o estado do Rio Grande do Sul, que consegue produzir bostas desse naipe para a política nacional em abundância! Quando eu olho para esse tipo de gente, como essa descarada eu não consigo imaginar em outra coisa senão tanques nas ruas ou para salvar o país ou para proteger a liberdade dos cidadãos de bem antes que implantem duma vez a ditadura comunista que tanto sonham!

Não estou defendendo as sandices do Bolsonaro e apelando para as Forças Armadas nesse momento de imediato. Os dizeres de Bolsonaro são indecorosos desde sempre e ele perder o mandato por isso agora tornaria todas as lorotas ditas por Lula e seus asseclas quando eram mandatários de cargos eletivos doces verdades e dizeres da mais alta sabedoria e consciência intelectual e política.

Por outro lado, desde quando a Deputada Maria e toda bancada feminina desses partidos de esquerda são santas? A dona Gleisi Hoffmann já escapou de ir depor na CPI da Petro, pois teria que explicar aquela mala de dinheiro recebida num shopping em Curitiba.

Ontem o PGR em Curitiba fez um discurso que vai ficar no pé dessa cambada e denunciar um por um conforme o andamento das investigações até chegar nos grandes caciques políticos. Espero que o MPF cumpra com sua missão e que o povão que vota no Bolsonaro e nos inimigos dele na próxima eleição arrumem melhores representantes, senão o jeito é mandar essa cambada do Exército cumprir com seu papel institucional depois que todas as instituições possivelmente falharem em combater a podridão que se instalou no poder devido a blindagem e aparelhamento dos tribunais de instância superior.

Perante isso me respondam uma coisa galera da esquerda coca-cola. Sim me respondam – como diria Bolsonaro: Me respondam se forem homens com brio na cara e não queima-roscas: O Deputado Bolsonaro é tosco sim eu sei, mas ele alguma vez na vida foi citado em algum esquema de corrupção?

Até hoje só vi ele falar suas sandices, mas nunca vi até agora ele roubar e defender canalhas ladrões dos cofres da República e toda sorte de malandros e vagabundos como gostam de fazer os petistas e psolistas de plantão. Aliás, o PSOL é um partido capanga do PT que faz o serviço sujo que o PT não quer mais fazer de dar a cara a tapa na mídia defendendo o socialismo burro e capenga que não cola mais.

Essa dona Maria (omito o sobrenome por motivos de laicidade que tanto gostam) foi citada em inquéritos policiais dando cobertura para bandidos e estupradores e agora é suspeita de envolvimento com esquemas de corrupção e para vocês ela é uma santa que precisa ser defendida né militância da esquerda?

Não acreditem em mim, vão pesquisar!

Vejam quem essa mulher defende, todos bandidos, e quem defende bandido ou é advogado ou faz parte do esquema. Então ainda vão continuar defendendo essa raça de larápios que estupram a dignidade da sociedade brasileira?

Entenda como começou essa história:

O QUE A ESQUERDA NÃO QUER QUE VOCÊ SAIBA:
Toda a esquerda e a mídia sensacionalista caiu de pau em cima do Deputado Jair Bolsonaro, mas o que querem esconder de você, esquerdinha alienado, é como tudo começou:

Caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé

Champinha, menor de idade, que no dia 01/11/03, juntamente com os comparsas, sequestrou, torturou o casal de namorados e em forma de rodízio estuprou a jovem de 16 anos na frente do namorado.

Felipe foi morto no dia 02/11.
No dia 05/11 Champinha sozinho levou Liana até um matagal, deu um forte golpe com um facão no pescoço da vítima, a esfaqueou várias vezes e tentou degolá-la. Para finalizar golpeou a cabeça da estudante com o lado sem fio do facão, gerando um fatal traumatismo craniano na vítima. Assim como aconteceu com Felipe, o corpo ficou abandonado na mata.

Em entrevista Bolsonaro defendia a prisão do menor como a de qualquer criminoso maior de idade. Mas o pequeno torturador-estuprador-assassino tinha um demônio-da-guarda chamado Maria do Rosário que se opôs veementemente… o resto da história todo mundo já conhece (http://youtu.be/atKHN_irOsQ)

Veja como vive hoje esse pequeno monstro defendido por muitos (http://youtu.be/dMd7LBGy0XQ)

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Apertem os cintos o Levy assumiu!

Vamos hablar de economia ahora…

O PIB do terceiro bimestre veio zerado como era esperado. Se o preço da sua cipirinha está mais barato nessa semana alegre-se talvez seja por pouco tempo. Segundo os dados mais recentes o consumo das famílias subiu a um nível elevado e estacionou nesse patamar. Isso significa também que a sua ceia natalina irá ficar mas muito, muito mais cara mesmo! Então nada de bacalhau norueguês para você da classe C ainda. Tadinhos!

Já os gastos do Governo Federal estão elevados e dependendo de malabarismos fiscais no Congresso para fechar a conta duma economia que na gestão Dilma I foi sem planejamento e inconsequente. Agora associem esse fato ao caso do Petrolão que  paga 3% de propina com base no preço da gasolina para empreiteiros e partidos da base aliada e se pergunte na frente do espelho: Meu cartão de crédito é uma navalha ou uma varinha mágica para o PT?

Os investimentos no país em 2015 também será menor do que o esperado… Bem menor, recomendo que pegue uma lupa… A demanda por investimentos no Brasil nesse segundo mandato é a herança de Dilma para Dilma irônico não é? E esse é um dos principais problemas de curto prazo a serem combatidos por ironicamente um Ministro da fazenda que segundo Aécio é um “agente do quadro da CIA na KGB”. A econometria mais tradicional indica que a tendência de investimentos é permanecer nessa linha de baixos investimentos e fluxos de capitais que se integralizem no país para o próximo ano mesmo com a taxa de juros num nível acima de 10%. Isso significa que mesmo com taxas de desemprego em um patamar baixo a industria não irá se recuperar tão rapidamente e gerar empregos nesse setor… A tendência é de aumento de demissões ainda nesse setor e outros setores do mercado.

A entrada do Levy no comando da economia é ao meu ver um acerto, isto é, ele é detém um estilo que pode trazer segurança ao setor empresarial e readequar a situação fiscal nos próximos anos desde que Dilma não seja intervencionista no trabalho do mesmo. Se em 2015 o superávit for mesmo realizado de forma sólida como alegado pelos novos gestores da economia nacional a taxa de juros pode regredir para até 10% ou menos até o final do mandato Dilma II. Além disso, o COPOM está renovado com esses novos nomes e diante disso essa tendência pode ser praticável pelo simples fato que de Guido Mantega ter ido embora e não venha mais dar pedaladas nos próximos quatro anos. Por outro lado os rombos deixados por ele caíram no colo do novo Ministro da Fazenda que deve acertar as contas sub-rogadas do Mantega.

Outro indicador que a coisa vai ser ainda crítica por um longo tempo é que o mercado com liquidez elevada no exterior com um Ministro da Fazenda ortodoxo aqui a coisa pode mudar gradualmente se fizerem as duras lições de casa e sobretudo se trouxerem o nível de confiança para investimentos internos mediante medidas de curto e longo prazo ante um mercado externo que atualmente anda desbancando os preços commodities e ainda derretendo o valor das ações da principal empresa nacional que é alvo de incertezas devido uma vasta rede de corrupção que também é investigada pelas autoridades estrangeiras, ou melhor, pelo CVM do Tio Sam.

A Petrobrás, na Bolsa de Nova York, fechou em US$ 8,44 – ou seja: como em setembro de 2004. Dez anos de investimentos dos acionistas hold on jogados no lixo. O Procurador-Geral-da-República, ou engavetador geral, quer a demissão de toda a diretoria da Petrobras. Assim é melhor nomear diretamente um curador de massas falidas do que uma diretoria. Já José Dirceu ganhou 886.000 reais da Camargo Corrêa. E a Camargo Corrêa ganhou 139.800.000 reais de José Dirceu então para o PT a coisa está tudo bem ainda… a não ser que o Sergio Moro não demore…

Jair Bolsonaro versão “estupra mas não mata”

Dizem que a política numa democracia sólida é a capaz de reger as diferenças alicerçada na justiça e dignidade humana. No Brasil as coisas parecem que não são bem assim.

Na filosofia política clássica há o ensinamento de cada individuo isoladamente não pode ser medida para todas as coisas, e também que cada indivíduo isoladamente é fraco para defender seus interesses e ideais por si só. Ante a isso, é por tal razão que temos a política e a justiça como uma forma de reger diferenças entre as pessoas.

O discurso individual passa a ser político quando encontra eco dentre outros indivíduos que compartilham e comungam das mesmas opiniões e visões sobre determinado assunto ou interesse. Quando uma fala isolada dum cidadão encontra adeptos em outras pessoas isso torna-se uma forma de influência política sobre certa parte da sociedade. Assim sendo, quando o Deputado Jair Bolsonaro pela sua exuberância retórica encontra na sociedade defensores para suas falas e opiniões tanto como o Deputado Jean  Wyllys do PSOL ou Lula encontram adeptos para suas teses e declarações mais polêmicas estamos trazendo diversas alegações e práticas dessas figuras para o cenário da influência política e tornando cada um deles porta vozes de determinados segmentos da sociedade em grande escala.

Sem dúvida o mal uso da palavra na política decorre quando o discurso é exercido sombriamente através de discursos que contradizem valores e costumes como aqueles que incentivam violência e perseguições. Sabidamente o discurso inflamado e polêmico de alguns políticos do nosso atual cenário em conjunto com uma prática política carismática são ingredientes que influenciam a opinião de muitas pessoas e por outro lado essa livre expressão é defendida por princípios democráticos.

Diante dos graves problemas sociais e humanos que nos cercam é dever do agente político e do cidadão comum fazer uso da palavra para defender suas teses e interesses sociais. Isso é totalmente permitido numa sociedade onde a livre expressão impera como valor constitucional e democrático. Ainda mais nas casas parlamentares onde quanto mais habilmente o político souber explorar o discurso para transmitir concepções e idéias melhor este parlamentar se posicionará em alguns assuntos ou cenários ou ao menos irá atrair a atenção da mídia e população para seus dizeres. Nesse caso o Deputado Jair Bolsonaro tem se saído como um mestre da retórica em seu favor e desfavor.

Bolsonaro fala com a franqueza e defende valores que a camada mais conservadora da sociedade costuma apregoar sobre os mesmos temas em conversas particulares. Os assuntos tratados por Bolsnaro em seus discursos são eco de como essa classe pensa e fala também. Isso por um lado atrai simpatizantes e por outro gera opositores que dizem que isso viola o direito de liberdade de expressão e outros direitos. Entretanto, os opositores que alegam isso, são em resumo muitos dos mesmos que querem calar a voz da imprensa nacional, e que tratam de outros assuntos livremente fazendo o uso da palavra da mesma forma espalhafatosa que geram o mesmo efeito que Bolsonaro gera para seus simpatizantes e opositores. Isso não pode ser detido, pois qualquer tentativa por menor que seja de tentar calar as vozes dos parlamentares ou populares é um ato anti-democrático.

Quando o Deputado Jean Wyllys defende que pedofilia é algo normal e que deve ser incentivado como experiência natural da vida sexual, por mais que isso seja chocante isso reflete que há uma camada da sociedade que não conseguimos identificar – a não ser nas páginas policiais na maioria dos casos – que pensa assim e identifica-se com essa fala. Quando Bolsonaro diz que a Maria do Rosário deveria ser estuprada também gera reverberação de péssimo tom na mídia e opinião pública, mas a questão que fica é: Esses políticos com suas declarações infelizes são anti-democráticos ou reflexo duma sociedade que padece duma consciência política de péssima qualidade?

O discurso de Jair Bolsonaro não serve apenas para uma parcela da população  radicalista ora dita como de direita assim como o discurdo de Jean Wyllys não serve apenas para a esquerda. Serve também para seus opositores uns dos outros, como é o caso do Deputado Jean Wyllys e a própria Maria do Rosário também fazerem mais barulho em outras ocasiões depois que o estardalhaço causado pelas fals de Deputado Jair Bolsonaro cessarem. Seja Bolsonaro ou Wyllys quando falam sabem que logo suas declarações serão assunto de dias nas redes sociais e na mídia. Nessa guerra de declarações escandalosas ninguém ganha, pois o debate político fica amaldiçoado por duas classes de indivíduos que não querem saber de democracia, mas sim de tirania e troca de insultos com fulcro em certos ideais e imposição de suas teses a ferro e fogo.

Quando vimos a transformação que o Wikileaks fez na forma de transmitir denuncias através dum simples site de internet, podemos também pensar em como políticos como Jair Bolsonaro e Jean Wyllys tem atrás de suas figuras seguidores mais radicais capazes de levar ao extremo suas bandeiras além do mero campo das palavras. A culpa do eleitorado nisso passa longe da discussão muitas vezes, porém deveria ser trazida como fator integrante dessa disputa de teses e declarações visto que um parlamentar fala em nome de seus eleitores e expressa o que eles aderem ideologicamente e politicamente como cidadãos.

Em suma Jair Bolsonaro detém o dever de ser porta voz de quase meio milhão de eleitores brasileiros que são basicamente numa correlação simples contrários a parcela que votou em Maria do Rosário ou Jean Wyllys. Entretanto, não vemos nenhum desses pólos da conversa em debates produtivos e cordiais sobre nada no Congresso Nacional. O que nos deparamos vez após vez são condutas nocivas ao debate político democrático de excelência que gera entendimento entre diferenças. Não vimos até agora no mandato deste debates e discussões políticas que realmente atendam as reais necessidades de pessoas que encontram nesse tipo de político defensores de seus próprios ideais com base na dignidade e justiça.

Ao elegerem políticos dessa monta, o eleitor está fazendo a democracia regredir aos tempos das lutas com tacapes e pedras onde uma tribo ou clã impõe sua consciência ou vontade em face à outra pela violência prática das palavras e atos. A diferença é que agora no nosso tempo essa luta é legalmente protegida por leis de imunidade parlamentar que vigoram por quatro anos de mandato.

Se querem mais quatro anos disso nas próximas eleições a escolha cabe aos eleitores que a priori corroboram com todas as declarações e condutas daqueles em quem votaram para os representarem politicamente.