Arquivo do autor:Aloprado Alonso

Temer e Janot são comparsas para atingir o mesmo resultado: melar a Lava Jato!

Logo após a homologação das delações da Odebrecht pela presidente do STF (em 30/1/17), a operação Mela-Jato ganhou força inusitada. O governo Temer, com o nítido propósito de estancá-la, está “jogando de vez o seu xadrez” para melar o império da lei.

A guerra Operação Lava Jato vs Operação Mela-Jato acirra-se, consequentemente, a cada dia. Dentre as estratégias para se defender da LJ e, ao mesmo tempo, atacá-la, elenca-se a eleição de Edison Lobão para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Lobão (presidente CCJ à época) veio para avançar a operação Mela-Jato. Em 11/2/17, numa entrevista ao Estadão, o senador maranhense Edison Lobão (acusado inúmeras vezes de desvio do dinheiro público), como presidente da Comissão de Constituições e Justiça e seguindo a cartilha das estratégias de estancamento da LJ, disse:

(1) não ver nenhuma inconstitucionalidade na aprovação de uma lei de anistia ao caixa dois [essa lei, na verdade, seria uma autoanistia, que viola princípios elementares como moralidade, impessoalidade, probidade, responsabilidade republicana pelos atos públicos etc.; sua aprovação seria inconstitucional e, acima de tudo, uma imoralidade];

(2) que deve haver mudanças na legislação das colaborações premiadas para permiti-las apenas para suspeitos ou réus soltos [de todas as delações feitas até aqui – cerca de 148 -, menos de 15% foram celebradas por réus presos; mais: é fácil solucionar essa questão, só permitindo a delação de réu preso quando ele a solicita];

(3) que a LJ virou um inquérito universal (com participação dos EUA, Suíça etc.) que está criminalizando a vida pública e nos enviando para a tirania [eventuais excessos da LJ devem ser corrigidos pelos tribunais; se são poucas as reformas das suas decisões é porque, em regra, a LJ está dentro do Estado de Direito];

(4) que os financiamentos de campanha são declarados à Justiça Eleitoral [esquece o senador que pode haver doação eleitoral criminosamente dentro da lei: esse é o caso da doação de propinas, de dinheiro de corrupção];

(5) que não pode ser ilegal aquilo que é declarado à Justiça Eleitoral [ocorre que, frequentemente, como disse o corregedor-geral do TSE, a Justiça Eleitoral virou máquina de lavagem oficial de corrupção];

(6) que os delatados sofrem muitos constrangimentos [o remédio aqui é acelerar a investigação para logo se comprovar sua veracidade ou inverdade];

(7) que havendo pedido do relator (Requião) coloca-se em pauta o projeto que reforma a lei de abuso de autoridade [essa lei, muito desatualizada, precisa mesmo ser reestruturada, mas deve-se ter o cuidado de não discuti-la de forma apressada];

(8) que não tem nenhuma importância o fato de 10 (dos 13 senadores investigados ou processados na Casa) estarem na CCJ [isso é um escárnio à população, uma vergonha intolerável].

Um dos gravíssimos problemas da operação Mela-Jato posta em marcha pelo governo Temer é que os senadores encarregados de sabatinar indicados para ministro do STF ou para Procurador-Geral da República não contam com “reputação ilibada” nem notório “saber jurídico”. Esse é o caso, nomeadamente, do presidente da CCJ (Edison Lobão)

 

Isso logicamente inclui Janot como sendo uma peça essencial no quebra cabeças da Mela Jato ao ser reconduzido ao cargo numa sabatina feita sob protestos de Fernando Collor, por motivos pessoais, mas com aval da maioria dos senadores. Assim como a nomeação e aceitação de Luiz Edson Fachin foi fetia com aval destes mesmos senhores, apesar deles saberem da estreita ligação dele com o PT.

A premissa da operação Mela-Jato (foro privilegiado para um amigo, presidentes de poderes e de comissões muito relevantes investigados por corrupção, indicação de um auxiliar para ministro do STF etc.) parte precisamente do obscurecimento da ética e manipulação das peças do xadrez republicano de forma sub-repetiliana.

Justamente quem tem problemas com a Justiça é que foi para a CCJ. Dos 13 investigados ou processados na Casa, repita-se, 10 fazem parte dela. É grave a baixa estatura moral das pessoas escolhidas pelos eleitores para representá-los.

 

No tocante ao Poder Judiciário vejam o seguinte: Por que será que Janot nunca denunciou Dilma, apesar de tudo que foi delatado anteriomente? Por que será que Janot nunca denunciou Mercadante, pego em áudio obstruindo a justiça? De repente, Janot está super proativo fechando o cerco em cima de Temer. Está corretíssimo em denunciar Temer, mas tapar os olhos e ignorar a morosidade do PGR com petistas é ignorância.

Meses depois de toda chicana na CCJ sob batuta de Lobão também vimos estarrecidos Gilmar Mendes et caterva, no julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE fazerem o que? Afastaram de forma premeditada, sob encomenda do Palácio do Planalto, com uma maioria produzida no TSE sob indicações de Michel Temer, afastaram um a um os delitos de caixa 1 e 2 e até 3 como versava o voto de Herman Benjamin dizendo que tais delitos eleitorais comprovados com vasto conteúdo probatório arcabouçado na Lava Jato não poderiam integrar o conteúdo acusatório da demanda julgada pelo TSE.

Meus caros, a pizza está no forno há muito tempo, mas está sendo servida aos poucos…

Abram os olhos antes que seja tarde demais e tudo acabe num banquete onde os barões ladrões da república se refestelam impunes mais uma vez!

 

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TSE: o tribunal da “maioria sob medida”

A conduta deplorável e ensandecida de Gilmar Mendes e seus pares que votaram contra a cassação da chapa DiIma/Temer no julgamento do TSE demonstra e prova cabalmente duma vez por todas que os tribunais superiores são contaminados por corrupção da toga aliada a políticos escusos.
 
Apesar dos pesares, o julgamento é histórico, sendo o grande personagem dessa tragicomédia jurídico eleitoral o corregedor geral do TSE, Herman Benjamin, que construiu um voto articulado e pautado em provas obtidas nas delações da Lava Jato e precedentes do tribunal, porém processualmente ele deixou um vasto campo aberto para seus adversários avançarem na única tese juridicamente possível de ser aceita como refutação técnica válida para se contrapor aos votos vencidos.
 
A tese de restringir o mérito do julgamento aos elementos e pedidos na petição inicial é manjada e útil para advogados de defesa incumbidos de defender clientes encrencados em causas onde provas obtidas a posteriori os colocam numa saia justa processual.
 
Temer e Dilma entram para história como réus por terem sido eleitos com dinheiro de corrupção e a eleição de 2014 será sempre lembrada como a eleição mais fraudulenta e suja da história duma democracia bananeira. Gilmar Mendes e sua gangue de toga entram para o rol dos juízes comprados definitivamente.
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A greve do grelo duro!

 

 

A senadora pelega Gleisi Hoffmann (PT-PR) convocou as mulheres para um dia de greve geral, nesta quarta-feira, 8 de março, pelo Dia Internacional da Mulher. Em discurso no plenário, Gleisi Hoffmann pediu que as senadoras e servidoras se reúnam em frente ao Congresso Nacional em uma manifestação contra os retrocessos aos direitos das mulheres. Até aí tudo bem…

Mas Gleisi para dar um toque pitoresco a sua fala resolveu dizer que as mulheres tinham que fazer greve geral dos trabalhos domésticos, bloquear estradas e também ficar sem fazer sexo nesse dia. Se esse apelo for seguido à risca, a categoria das prostitutas terá nesse mês um dia de greve geral em obediência ao chamado grevista da senadora. Como não existe nenhuma CUP (Central Única das Prostitutas) o risco do brasileiro ficar sem sexo nesse dia é zero.

 

As mulheres coxinhas e anti-feminismo esquerdista certamente só para contrariar a tresloucada senadora petista se sentirão motivadas a praticar a conjunção carnal com seus parceiros sexuais no dia de hoje. Ou seja, haverá muita gente fazendo sexo nesse Dia Internacional da Mulher fazendo chacota do pedido de greve geral de sexo feito pela senadora, a qual pelo jeito já anda praticando o celibato forçado. Ou será que o bilau do ladrão de aposentados, marido da senadora, ainda levanta depois das denúncias de corrupção?

 

A julgar pela fala sistematicamente enfezada e petulante da senadora Gleisi nos últimos meses, ao ponto de ser líder da bancada da chupeta, não é de se duvidar que vida amorosa e sexual da senadora ande estagnada ou em crise libidinosa.

A dita cuja não perece ser uma habitual militante petista do grelo duro graças a uma série de cirurgias plásticas, as quais segundo Augusto Nunes não mudam o caráter da pessoa, mas dão um toque menos grotesco a cara de pau de certos políticos.

 

Mesmo assim o marido Paulo Bernardo parece não querer agasalhar o croquete na pepeca da senadora, que por sua vez anda notoriamente pálida e carente ao expor que é necessário fazer uma greve de sexo para lutar contra as afrontas ao direito das mulheres. Ou será, o inverso, ele quis traçar a patroa e ela não está querendo dar para o marido por viver envolta numa vida cafona de militante petista regada a muitos antidepressivos que retiram a libido?

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Seja como for Gleisi convocou a greve do grelo duro e isso já entrou para os anais do Senado Federal!

 

 

Aécio não é Tancredo, mas você irá querer ele no poder!

Caso você não saiba você já é um eleitor de Aécio Neves em potencial! Isso mesmo! Em 2018 Aécio será eleito presidente caso não se tomem medidas prévias de combate a mídia tendenciosa. As últimas falas do presidente do PSDB na imprensa ou em jantares com jornalistas aniversariantes já tornou evidente que há uma conspiração midiática em favor da leniência em benefício do PSDB.

 

Desde as colunas pútridas de Reinaldo Azevedo até as notinhas do Antagonista de Diogo Mainardi, passando pelos telejornais da Globonews, já começou imperar na mídia o método que cria eufemismos para tratar com condescendência toda e qualquer situação que envolva o pré-candidato presidencial Aécio Neves em escândalos.

 

 

Os jornalões chantagistas de manchetes pirotécnicas expõem atuação institucional da imprensa como uma máquina de retalhos da informação em favor da desinformação eleitoreira partidária. Colunas e textões que defendem a honra e legado político seja de Lula, Aécio Neves; e até do oligofrênico Bolsonaro poluem as redes sociais e blogs criando um clima generalizado de desinformação e idolatria aos políticos de estimação.

 

 

As rádios, da estirpe de Jovem Pan, também trabalham nesse sentido. Ao colocarem em programas da laia do The Morning Show e Pingos nos is, sujeitos chegados a pacandaria verborrágica politiqueira ao estilo Claudio Tognolli e Reinaldo Azevedo no ar, tudo isso favorece a fanfarronice do marketing político enganador no futuro próximo e afunda o debate de teses sérias ao nível do achismo puro e simples por parte da opinião pública fiel ao escracho midiático.

 

 

Tudo isso é prato cheio para marketeiros políticos tucanos garimparem material e idéias de sobra para desconstruírem pré-candidatos já combalidos como Jair Bolsonaro ou qualquer outro aventureiro que se meta a besta na disputa eleitoral em 2018. A seringueira petulante da Marina Silva, sabiamente tem mantido certa distância das polêmicas na imprensa, pois sabe que tudo que ela disser será usado e reciclado contra ela na próxima eleição como remake da eleição de 2014. Ela anda de fininho cumprindo uma religiosa agenda anti-governo Temer, à exemplo de outros supostos candidatos como é o caso do senador Ronaldo Caiado, que vem se alinhando com o lobby do agronegócio, com os movimentos de rua e tantas outras entidades na tentativa de alavancar seu nome para a disputa eleitoral de 2018.

 

 

 

 

 

Não obstante a isso, há sem dúvida um avanço no debate acerca de questões políticas e sociais que ainda é tímido em qualidade, mas que leva em conta a quantidade em relação ao direito à liberdade de opinião e expressão. Esse direito que inclui a liberdade de defender opiniões sem interferências e de buscar, receber e difundir informações e ideias por qualquer meio de comunicação.

 

 

As redes sociais por não serem indiferentes ou sempre reagirem a qualquer polêmica política ou declarações inoportunas de políticos – como foi o caso da “suruba seletiva” de Romero Jucá – tornaram a liberdade de expressão, e facilidade de expressar opiniões por algum meio de comunicação acessíveis aos estudos de marketeiros eleitorais, sociólogos e cientistas políticos, os quais usarão uma média dessas manifestações populares para direcionar o discurso de seus candidatos a uma espécie de “senso comum aceitável pela maioria” no contexto eleitoral.

 

Em breve veremos justamente Aécio Neves falando para uma classe média descontente com a crise econômica as mesmas falácias eleitorais dignas de Trump sobre retomada do emprego dos mais encrencados com a crise, diminuição de tributos para favorecer os empreendedores e valorização do sentimento de que uma nação só pode avançar se houver quem tenha força política para bater de frente contra um sistema pervertido que assola milhões de pessoas cotidianamente.

 

 

Aécio irá vestir a fantasia de mocinho contra os vilões da república com ajuda de um batalhão de colunistas tendenciosos na imprensa de aluguel. Peças de propaganda e convencimento com frases de efeito anti-Lula à moda Dória criarão um clima de que o PSDB não é a melhor opção logicamente, mas sim a opção menos ruim para o avanço político de um candidato que traz consigo a história do avô que lutou contra uma série de desmandos no passado.

 

 

 

Os meios de comunicação e militância dos mortadelas, que repelem todos os termos desclassificados ou inclassificáveis da retórica coxinha, naturalmente terão muito trabalho para combater a “escalada conservadora” ou a temida “agenda da Lava Jato contra a candidatura de Lula”.  Em consequência disso, a liberdade de expressão ultrapassará a função deste ou daquele termo ou locução de opiniões, e será transformada em massa de propaganda eleitoral disseminadas nas redes sociais por cidadãos comuns que brigam nas trincheiras da troca de insultos e fatos controversos sobre seus políticos de estimação.

 

Esse país só irá mudar minimamente de rumo se os coxinhas e mortadelas se absterem de votar por aos menos meia dúzia de eleições. Eles podem até debater nas redes sociais o quanto quiserem, mas está evidente que quem coloca corruptos e demagogos de ego inflado no poder é esse eleitorado abestalhado que critica e continua elegendo essas figurinhas deletérias da república. Esse complexo retardado de ter político de estimação, de votar no menos pior, de se deixar levar por discursinhos megalomaníacos de tolerância zero e gestão eficiente do “político não tradicional” é um câncer! Como diria o porta voz histérico da mídia tucana: #prontofalei

 

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Eleições 2018: Corruptos x Demagogos

A modinha da “Olavo tem razão” disseminada por gente tapada e emburrecida é feita negando a realidade. Esse tipo de pessoa é tão fanático quanto qualquer comunista marxista castiço por falta de leitura e uso decente do raciocínio lógico. Esse tipo de convicção subserviente a figura de um pseudo-intelectual ou determinado político criou uma cadeia de pessoas idiotizadas por esses charlatões da imprensa e militância de grupos como MBL da mesma foma que o PT conseguiu se infiltrar nas universidades e usar movimentos sociais em favor do fanatismo lulopetista. Hoje isso se atesta ao vermos apoio irrestrito e histérico aos políticos da laia do Dória e Bolsonaro.
 
Ultimamente tenho visto, a empolgação inclusive, liberais e pasmem, até libertários dando apoio a candidatura de Jair Bolsonaro a presidência da republica em 2018. De maneira cega, indivíduos vem sendo facilmente seduzidos por fotos do Bolsonaro tiradas com livros de autores liberais clássicos nas mãos do seu ídolo. Essa é a mesma lógica que leva muitos a crerem que se Dória comeu um pastel da feira sem fazer careta é porque ele ama os pobres. Nada mais risível que crer nisso piamente.
 
A retórica empobrecida de conceitos bem alinhavados e muita das vezes circenses faz com que Bolsonaro trate soluções econômicas do território em que vivemos de maneira profunda como um pires e isto de fato chega a assustar, pois liberais e libertários são famosos por dominar com tamanha maestria a teoria econômica e explicam como poucos o quão ineficiente é o estado planejando de maneira central a alocação de recursos, porém por algum motivo irracional resolveram fazer aliança com político milico conservador que até pouco tempo atrás tinha ideias nacionalistas ultra protecionistas irredutíveis.
 
Mudar de discurso e dizer aceitar conceitos liberais ao ponto de se tornar um político mais palatável economicamente é uma farsa já conhecida na cena eleitoral brasileira. Duda Mendonça colou em Lula esse adesivo do “economicamente viável” e fez banqueiros e empresários aceitarem ele na campanha eleitoral de 2002. Isso fez que até eleitores da classe média, que enxergavam Lula como um sindicalista selvagem comunista e ignorante iletrado ganhasse votos devido essa repentina mudança de formato, mas não de conteúdo. O mesmo estão fazendo agota com Bolsonaro. Quiçá até com Dória, que se fosse profundamente liberal não teria se filiado a um partido social-democrata fabiano.
Esses sujeitos querem fama e poder. Como existe um bando de pessoas manipuláveis em todas as camadas sociais, até mesmo as mais instruídas da sociedade, as quais se julgam acima de qualquer espécie de doutrinação ou afetação midiática por terem um diploma ou uma vasta aversão a corrupção, esses são os primeiros a serem iludidos por confiarem cegamente em seus dotes morais e convicções políticas.
Os bolsonaristas mais ferozes e inconsequentes são estupidamente por tabela trumpistas e apoiadores de Marine Le Pen, sem saber que Le Pen não fará nada para mudar a lei de aborto francesa que vigora desde 1975 no país. Além do mais,  Le Pen para obter votos úteis nas urnas não se coloca contra o casamento gay. Essas duas agendas caras para os moralistas conservadores fãs de Bolsonaro não estão na ordem do dia de Marine Le Pen. Mesmo assim os famigerados bolsominions apoiam Marine Le Pen, achando que ela seja a versão do Trump de saias na Europa, e por consequência uma direitista estilo Bolsonaro à moda escargot.
Vamos ver como os bolsomicos lidam com isso: Marine Le Pen defende a legislação de aborto,  também é pró-casamento gay, mas usa a bandeira anti-imigração para se firmar como garota propaganda da direita que defende valores da família e moral cristã? Nada disso, ela desonesta intelectual como seu eleitorado. O único candidato conservador de fato é François Fillon e não Le Pen. Mas como os adoradores do Bolsomico não sabem ler em francês muito menos em inglês eles ficam idolatrando Marine Le Pen e Trump negando muitas coisas reais como se fossem “fake news”. Mas aqui está o resumo de tudo isso em bom vernáculo pátrio.
Quando FBI manda Trump baixar a bola depois de acusar Obama falsamente por tê-lo grampeado, ou quando a justiça americana derruba as ordens executivas contra imigração e entrada de muçulmanos no EUA os bolsominions brasucas se enfurecem como se aquilo fosse uma afronta pessoal aos mesmos. Isso demonstra o grau de imaturidade intelectual e leviandade moral dos mesmos.
Trump parece ser uma cópia de Bush, mas os brasileiros se esquecem de muita coisa por terem memória curta demais. Lembram de quando o Bush aumentou o orçamento das forças armadas para invadir o Iraque e Afeganistão? Lembram que uma das metas dele era também tornar a imigração mais rígida? Lembram que Bush quis mexer no seguro social e sistema de saúde também? Lembram que Bush quis fazer uma economia voltada ao mercado interno com investimento em infraestrutura só criou recessão e uma série de bolhas especulativas no mercado imobiliário? Será que Trump está copiando ele? Eu acho que sim!
Trump à exemplo de Bolsonaro, são dois sujeitos desagradáveis e egocêntricos narcisistas. Trump finge que fala para o trabalhador assalariado do EUA, mas no fundo fala em nome do capital especulativo de Wall Street. Quando Wall Street se contenta com o presidente que atende seus interesses é porque o trabalhador está prestes a pagar a conta. Logo essa conta irá chegar e daí veremos Trump repetir os fiascos de Bush no setor econômico com o mesmo requinte de impopularidade depois de altos índices de confiança e popularidade.
Ao menos no Brasil, Bolsonaro não convence nenhum banqueiro ou grandes grupos investidores, portanto, a retórica dita liberal do mesmo é nula totalmente. Quem não rasga dinheiro sabe que Bolsonaro é uma nulidade em matéria econômica e um mero esbravejador de tolerância zero quanto a tudo que está errado no país da maracutaia.
Bolsonaro segue a cartilha do Afanásio Jazadji ao bater regalias aos bandidos, falta de pulso no combate ao crime, assim como segue a mesma linha de Luiz Carlos Alborgheti se dizendo a favor dos valores da família, sendo anti-maconheiros, anti-PT e mais uma vez contra o crime organizado. Esses políticos sobrevivem de pirotecnia na mídia e pouco fizeram em suas atuações como parlamentares para mudar o panorama crítico da criminalidade e afronta aos cidadãos de bem.
Está no hora do eleitor repensar em como tornar seu voto uma arma útil nas urnas contra o sistema, que de um lado tem corruptos rabos presos e do outro demagogos exaltados que não tem a menor ideia do que seja administrar um país assim como foi o caso de Dilma.

Os petistas estão em plena pré-campanha aberta pela candidatura de Lula, porque acham que assim a Justiça ficará intimidada de prendê-lo. A senadora narizinho é a mais empolgada na campanha de Lula 2018. Faz mesmo todo sentido: uma bi-ré liderando a candidatura de um penta-réu para desviar o foco. Entraram nessa peça de propaganda os “intelectuais da esquerda” que são nada mais que as viúvas da Lei Rouanet.

Quando os figurões da Odebrecht começarem a entregar não apenas todas as falcatruas eleitorais do PT, mas também as do PMDB e PSDB, como já estão fazendo, é que começaremos a ver a classe política e imprensa vendida falar ainda mais de 2018 com o discurso que políticos estão sendo caluniados e difamados em ações judiciais descabidas. Irão bater na tecla que “precisamos fazer uma transição para um novo governo que tenha meios de tirar o país da crise”. Logicamente irão tentar afundar a Lava Jato de alguma forma também.

Reinaldo Azevedo já começou a fazer isso, pois afoito como está em ser o Franklin Martins tucano, ele já se desespera com a possibilidade de Alckmin ancorado na popularidade histérica do Dória conseguir algo no PSDB desbancando o idolatrado Aécio, o qual já está sendo alvo de depoimentos dos delatores da Odebrecht. Rodrigo Constantino já se tornou o adestrador pseudo-liberal do Bolsonaro e Marina Silva conta com almofadinhas da imprensa descontentes com o PT. A imprensa irá mentir e acobertar seus patrões como faz em todo ano eleitoral. Essa folia já começou na Folha de São Paulo, Jovem Pan e Veja antecipadamente.

No final, todos os partidos e caciques irão se unir e tentar voltar ao status quo antes da era Lula, onde aquele malufismo genérico imperava e tinha todos os meios de operar em paz com a vista grossa da imprensa servil.

2018 será um calvário!
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Eike no xadrez!

Eike Maravilha Batista é café pequeno ante a dimensão dos outros proxenetas da república que se locupletaram nesses anos. A fortuna que ele tinha deve ser apenas 10% do que o núcleo duro do PT tem em caixa em dois que perfazia num cálculo rápido a soma de 38 bilhões.

Eike não saiu à francesa do país, ele empreendeu fuga, isso é fato que ainda será evidenciado ao meu ver pelas autoridades competentes. No entanto, Eike mudou de rota no meio dos eventos por ter supostamente recebido farta orientação advocatícia para voltar, delatar todos seus detratores e comparsas beneficiando-se com redução da pena.

Depois disso ele se torna numa espécie de Roberto Jefferson e cairá no esquecimento ou entrará para o rol dos malvados favoritos de muita gente.

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A raça aeciana

Aécio é postulante a presidência da república. Todos sabem que ele é versado na retórica refinada até bem embasada em economia e políticas públicas. Todavia, o que salta aos olhos é o fato dele ter uma carreira política alicerçada à sombra da fama do avô Tancredo Neves.

Aécio teve votação expressiva no último pleito eleitoral de 2014. Mesmo sendo vítima duma suposta “fraude toffoliana” na saleta de totalização de votos do TSE, isso não torna ele um sujeito magnânimo e escorreito na política.

Aécio vocaliza um eleitorado carente e cafona, sendo o menos pior entre Marina Silva e Bolsonaro, ou qualquer outro do PMDB que possa aspirar a ser presidenciável.  Portanto, Aécio tem chances de ser o próximo mandachuva planaltino numa época em que a república carece de estadistas e lideranças políticas sólidas.

 

Há um sujeito oriundo de São João Nepomuceno que personifica o típico eleitor de Aécio Neves, seu nome: Hanger Bartholomeu, o ícone da indolência da classe média rentista bastarda do Plano Real. Desde que foi escorraçado duma agência do Bradesco, levando um chute no meio das nádegas brancas e moles, o sujeito vem sendo sustentado pela varoa, vivendo uma rotina de dona de casa e troll tucano nas redes sociais.

 

Hanger, mineiro castiço apreciador de lingüiça defumada, cervejinhas de marca importada, e fumante de Hollywood, não faz nada além de passar o dia lavando louça e provocando debates inúteis sobre política em grupos sub-olavianos, nos quais ele enaltece o seu ídolo eleitoral Aécio Neves.

 

A raça aeciana, a qual esse pária conjugal representa com maestria, é sem dúvida aquele tipo de pessoa que sobrevive do trabalho alheio, apostando numa vidinha fútil provinciana sustentada por aplicações bancárias sortidas como CDB pré-fixado, investimentos em fundos de crédito privado imobiliário e essas bossas bancárias para quem não consegue ser cliente da XP ou Clear investimentos.

 

Apesar de ter uma renda média estável, não quer saber da labuta, não quer sequer ajudar a própria progenitora que vive na penúria, o sujeito quer apenas e tão somente viver dilapidando rendimentos comprando carros semi-novos à prestação sem quitar nenhum leasing até o final ao ponto do veículo ser retomado depois de várias fraudes à execução. Esse é o tipo de gente que vive apostando na retomada da liquidez do mercado financeiro no dia que seu ídolo chegar ao poder.

 

Se querem saber do futuro de como será um eventual governo Aécio, olhem para esse tipo de gente que vota nele. Esse tipo de gente indolente, que sobrevive de capital de terceiros, que posa de sabichão, belo e moral, mas no fundo vive de fachada assim como Aécio que é mineiro viveu uma vida de playboy nababo no Rio de Janeiro como se fosse da gema de Copacabana.

Para fechar, o camarada ainda é torcedor do Fluminense, time mais corrupto do futebol brasileiro, depois do Corinthians laranja da Odebrecht no esquema do Itaquerão.  Se querem Aécio no poder, saibam de antemão, quem vota nele é uma raça que vive de engabelar pobres inocentes em troca de favores. Se Aécio for presidente, Hanger Bartholomeu e toda escória aeciana, irá ter orgasmos múltimos pela via retal. Pois, até mesmo a masculinidade deve ser fachada para inglês ver…

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Todos contra Temer!

O costume da mídia usar os mesmos argumentos falaciosos diante de todas circunstancias é o que trouxe Marina Silva à tona novamente. Os beiçudos da imprensa precisam vender a divisão e intransigência de pontos de vista; e daí dão espaço e voz aos que agem irracionalmente movidos por razões torpes em busca de poder.
A imprensa vendida, assim como os manifestantes do MST que nada cultivam na agricultura, mas cultivam no seio social mais nada além da divisão e semeiam medo nas pessoas por onde passam, assim também é a imprensa de nossos dias. Sabem apenas bradar o mesmo discurso enfadonho e decrépito na mentira, sabem apenas empunhar suas foices e facões nas redes sociais, emissoras de rádio e TV. Marina Silva é um fantoche da mídia para eles darem o seu recado ao governo. Logo virão outros tendo o mesmo espaço na mídia.
 
Versa a Lei de Coulomb, que é uma lei da física que descreve a interação eletrostática entre partículas carregadas eletricamente, que as cargas iguais se repelem e as cargas opostas se atraem. Marina Silva é uma carga oposta aos interesses da sociedade, por isso ela é eleitoralmente viável, o povo não sabe votar, não sabe o que essa falsa evangélica seringueira representa, e ela fala o que uma parcela de desavisados quer ouvir. Cuidado com essa mulherzinha de voz de taquara rachada que nos últimos dias ocupou espaço na mídia pregando a teoria de renúncia, de novas eleições e se colocando na ordem do dia como pré-candidata novamente.
Hoje Marina Silva, estampa manchete do Estadão fazendo suas análises inoportunas sobre a cena política. Desta vez ela foi chamada a falar em face de Temer.
Qualquer pessoa minimamente sensata e racional, sem olhar movido por paixões estapafúrdias na política, sabia desde o início que em meio a acalorados acontecimentos políticos, principalmente com a batalha entre governo e oposição sobre impeachment, que muito se discutiu sobre as consequências que um processo como este traria ao país. Agora o impeachment é um ato concreto no espaço e tempo e seus efeitos já foram exauridos quando Temer assumiu o governo em definitivo. Marina Silva é uma das partes que não aceita essa realidade e agora reaparece falando suas habituais teorias aos interlocutores da imprensa. A mesma imprensa que ao invés de debater o governo Temer com base em verdades, prefere debater o panorama com meias verdades de acordo com toda avassaladora onda de delações da Odebrecht.
O problema da governabilidade de Temer será sempre afetado por conta dessa grave crise econômica, com dois anos de recessão que ele herda de Dilma. É necessário marcar um ponto no espaço e tempo e colocar o impeachment como ponto de partida duma herança que se impõe ao herdeiro do cargo. É sabido que Temer, até por ele mesmo, que ele não vai resolver por si só todos os problemas do quadro político em torno dele organizando sua base em torno de sua agenda para governar em paz. Tanto isso é verdade que, os bundamolengas teleguiados pela Globonews e colunistas da escória reinaldiana não estão relatando o fato do Aécio estar tramando a queda do Ministro da Fazenda de forma intencional, premeditada e sistemática por todos os meios que forem possíveis.
O PSDB está apostando no “quanto mais pior melhor” para eles aparecerem em 2018, ou antes disso, como mocinhos em meios ao vilões e incompetentes do governo Temer. Isso mostra que Meireles é apenas um alvo secundário, o principal é Temer. Fazer ruir a economia nas mãos do PMDB é meio caminho andado para atestar o óbito político de Temer e todo PMDB. Todos queremos a melhoria da economia em curto prazo, mas isso é inviável, é uma falsa esperança, as medidas tomadas por Meireles ainda não surtiram efeito concreto justamente porque a base aliada do Temer joga contra eles ao lado de petistas ensandecidos no Congresso e nas ruas. O tempo para os remédios de Meireles fazerem efeito demora e isso joga a favor de Aécio e seu plano de desestabilizar o governo Temer.
 
O clima hostil, de má fé entre pares e punhaladas nas costas é constante e chegou às ruas, mercado e opinião pública. Isso faz a imprensa vender o complô do afastamento de Temer e consequente justificação para tomarem uma medida extraordinária de eleições diretas implodindo a Constituição mais uma vez. Isso só favorece um sujeito chamado Aécio e seus patrocinadores da mídia globelzebu. Quem viver verá essa saga aeciana contra Meireles sendo levada a cabo em conluio com a mídia para desembocar no projeto de PEC de novas eleições ou algo parecido como a tese de renúncia já solta na mídia por Marina Silva.
 
No meio desse caldeirão, não podendo contar com uma voz petista que tenha autoridade e respaldo, a mídia chama Marina Silva para fazer eco as teses oposicionistas ao governo Temer. Isso é péssimo. Temer não terá tranqüilidade política ante um cenário tão conturbado, principalmente se a Lava Jato continuar trazendo essa “agenda negativa” para o Planalto. Negativa no sentido de não criar estabilidade, do ponto de vista político a quem tanto precisa dela nesse momento, isto é, Temer e seus fiéis escudeiros envolvidos até o talo nas delações da Odebrecht que vazam seletivamente segundo os detratores da operação da República de Curitiba. Destaque-se que a Lava Jato não tem compromisso com a estabilidade política alheia, nem do PT nem do PMDB ou PSDB. A Lava Jato tem compromisso com operar a justiça independente de qualquer mote ou clichê politizado que queiram colar na operação ou no juiz Moro.
 
Mesmo assim, a classe política, através de Renan e outros pares, não vê com bons olhos que a corrupção tenha finalmente virado pauta entre os diversos setores da sociedade e que isso pode acarretar em um amadurecimento maior sobre o assunto por parte da sociedade e órgãos judiciais. Renan ataca magistrados e procuradores, e tem aval de grande parte dos parlamentares que sabem ter rabo preso com caixa dois, propinas e lavagem de dinheiro investigadas pela Lava Jato. As pesquisas mais recentes tem mostrado como a corrupção é percebida como um dos maiores problemas do sistema político brasileiro e que a Lava Jato é apreciada por atacar esse problema em pontos nevralgicos. Isso somado ao esgotamento no papel dos partidos no diálogo com a sociedade é ponto de ignição para o desespero de políticos que querem alçar voo nas próximas eleições. 
Com um sistema complexo de acontecimentos, o processo de mudança ainda será lento e criticas ao governo Temer serão incentivadas pela imprensa devido ao seu histórico de político de ex-aliado do PT e delações da Odebrecht o colocarem na ordem do dia. Estruturalmente, o problema que estamos tratando é em como proteger o estado brasileiro deste perverso meio político querendo manter o poder, e de empresas tentando aproveitar do poder para ambas as castas terem enriquecimento ilícito. Política é basicamente poder, de quem decide e quem ganha, isso naturalmente vai gerar incentivo para grupos tentarem influenciarem o processo para uma nova eleição ou chegarem a 2018 com mais viabilidade política perante a opinião pública desinformada pela imprensa subserviente aos partidos e governos. 
Temer será posto a prova, e ele terá que mostrar dia após dia que tem o poder em suas mãos até 2018.
 

temer

PT o partido dos terroristas!

Em março deste ano, a ainda presidenta Dilma sancionou, com vetos, a lei 13.260/2016, conhecida como Lei Antiterrorismo. Assunto que ela sem dúvida alguma entende, pois é expert em práticas dessa natureza…

Entre os artigos que foram validados a partir do projeto aprovado pelo Congresso Nacional está o que classifica como atos de terror “incendiar, depredar, saquear, destruir ou explodir meios de transporte ou qualquer bem público ou privado”.

E ora bolas do meu saco, vejam só: Não foi exatamente o que vimos acontecer ontem em Brasília, São Paulo e outras cidades, com os protestos contra a PEC 55?

O que falta para as autoridades policiais enquadrarem os meliantes que foram presos durante o quebra-quebra de ontem nesta nova legislação? Por que a falta de coragem em tachar de “terrorista” quem verdadeiramente pratica o terrorismo?

E tem mais…

Como se não bastasse a violência absurda cometida por vândalos em Brasília, a pretexto de protestarem contra a PEC do teto de gastos, soube-se que deputados do PT foram à delegacia pressionar delegados a não enquadrarem na Lei de Segurança Nacional os manifestantes presos. Graças aos petistas, os criminosos responderão apenas por danos.

Acordo de leniência com quem age como um terrorista é uma covardia, aumenta a sensação de impunidade e fragiliza a democracia. No fundo, são todos iguais, os vândalos, os seus patronos e a causa que defendem.

PT é o partido do terrorismo não tenham dúvidas!

 

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Alckmin um santo homem?

Quem vê aquele homem seco, travado, de expressão fechada em algumas missas da Nossa Senhora do Líbano, pode achar Alckmin um sujeito minimamente bem intencionado e um político que foge aos padrões da corrupção tradicional do Brasil. Ledo engano. Alckmin é só mais uma na multidão de corruptos que assola a pátria.

São inúmeros os caso de corrupção envolvendo o governador paulista. A começar pelo Trensalão chegando até hediondo caso corrupção da merenda escolar que era executada de dentro do Palácio dos Bandeirantes. O governador do estado São Paulo, “São” Geraldo Alckmin, que chegou ao ponto de afirmar em Brasília, que o ex-presidente Lula não poderia usar de “subterfúgios” para fugir da Justiça, agora está lado a lado de Lula na Lava Jato citado como recebedor de propinas de empreiteiras lesa pátria. À época, ao comentar a deflagração de nova etapa da Operação Lava Jato, que cumpriu mandado de condução coercitiva para Lula prestar depoimento à Polícia Federal em São Paulo, Alckmin disse que “ninguém está acima da lei”. E agora senhor governador? Retifica a sua fala? Ou a lei só servirá para os trastes petistas, excetuando a cúpula tucana do alcance da lei?

 

Segundo os delatores da Odebrecht, foram repassados R$ 2 milhões em espécie ao empresário Adhemar Ribeiro, irmão da primeira-dama, Lu Alckmin, cunhado do governador. A entrega do recurso teria ocorrido no escritório de Ribeiro, em São Paulo.

Em 2010, o tucano venceu a eleição em primeiro turno e foi eleito governador. Na eleição seguinte, em 2014, segundo os depoimentos, o caixa 2 para a campanha de Alckmin teve como um dos operadores o atual secretário de Planejamento do governo paulista, Marcos Monteiro, político de confiança do governador. Questionado sobre a denúncia, Monteiro disse apenas que é tesoureiro do diretório estadual do PSDB em São Paulo há dois anos. Ele acrescentou que presta contas à Justiça Eleitoral com regularidade. Ora, que coincidência, mais um tesoureiro partidário envolvido em transferências de propinas! E agora um do PSDB aliado do governo paulista! Será que apenas Delúbio e Vacari foram operadores desse sistema inescrupuloso de compra e venda de apoio de empreiteiras para políticos? Será apenas Cabral o único governador atolado nesse mar de lama?

 

Segundo os delatores, o codinome de Geraldo Alckmin nas listas de propina e caixa 2 da empreiteira era “santo”. O apelido aparecia associado nas planilhas da Odebrecht apreendidas pela Polícia Federal à duplicação da rodovia Mogi-Dutra, uma obra do governo Alckmin de 2002. A palavra “apóstolo”, escrita originalmente na página, foi rasurada e trocada por “santo”.

 

O mesmo codinome é citado em e-mail de 2004, enviado por Márcio Pelegrino, executivo da Odebrecht que gerenciou a construção da linha amarela do metrô da capital paulista. Na mensagem, Pelegrino diz que era preciso fazer um repasse de R$ 500 mil “com vistas aos interesses locais” da empreiteira. Segundo consta, o executivo afirma que o beneficiário do suposto suborno era o “santo”.

A assessoria de Alckmin disse também que o apelido “santo” aparece em outros documentos apreendidos pela Lava Jato, referentes aos anos 2000 e 2004, sem qualquer relação com o governador. O PSDB declarou que não comenta supostas delações não homologadas e que reitera sua confiança nas condutas do governador Alckmin e também do ministro Serra.

 

Será que o “santo” irá operar o milagre da impunidade tucana ou dessa vez vossa santidade tucanalha irá para atrás das grades? Ou a cúpula do PGR e STF ao homologar a delação dirá: São Geraldo Alckmin rogai pelos tucanos da Lava Jato livra-os do Sérgio Moro! Oremos!

 

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