Arquivo mensal: outubro 2013

Direita, esquerda volver!

Qualquer brasileiro politizado e instruído que não seja muito rico e que não integre algum esquema empresarial ou político com interesses conflitantes com um mínimo de decência humana, teme e repudia o pensamento legítimo de direita e o ideário sobre organização social que essa ideologia luta para que se torne hegemônico nos quatro cantos do planeta.

Nem precisa ser “socialista”, seja lá isso o que for em um mundo atolado até o pescoço no capitalismo, que, por definição, significa a valorização do dinheiro em detrimento do ser humano. Sejamos honestos: se você não for canalha ou ignorante, entende que o pensamento de direita se baseia no egoísmo e na desonestidade intelectual.

O pensamento de direita só faria sentido em uma sociedade sem desigualdade de oportunidades, pois tal ideário se baseia na premissa do “mérito” sem levar em conta que vencer na vida (nos estudos e no trabalho, sobretudo) também depende de vantagens que as crianças e adolescentes recebem de herança dos pais.

Um dos exemplos mais eloquentes sobre como o ideário de direita é desonesto se encontra no sistema que impõe aos estudantes que disputam vagas no ensino público superior. Os vestibulares são uma aberração. Colocam jovens paupérrimos, sem o mínimo acesso a bens culturais, para disputar vagas com jovens ricos que estudaram em escolas de excelência.

Grande mérito, o dos que chegam na frente…

Os ideólogos desse pensamento bárbaro e injusto, acalentado e difundido pela máquina de comunicação que a riqueza de que dispõe a direita impôs à humanidade, infectam qualquer sociedade livre, sendo sua verborragia obscena o preço a pagar pelas liberdades individuais. Temos que ser livres até para sermos os piores canalhas que se possa conceber.

No Brasil, a nossa direita choca as pessoas decentes e humanas mesmo que não tenham ideologia e politização. Muitos se chocam com o pensamento de direita sem nem saberem que é um pensamento político-ideológico.

Que cidadão decente, minimamente sensível e razoavelmente humanista pode concordar com o comportamento de alguém como o deputado Jair Bolsonaro, com seu racismo galopante, sua homofobia descontrolada e sua truculência (inclusive física) escancarada?

Bolsonaro, porém, não passa de expressão da direita desinibida, daquela que não tem vergonha de se assumir. Mas há outros expoentes desse pensamento que tentam disfarçar seus pendores autoritários, antidemocráticos, desumanos, egoístas.

Um Reinaldo Azevedo (colunista e blogueiro da revista Veja), por exemplo, simboliza a direita dissimulada, que não tem coragem de assumir seu ódio à diferença, seu apreço pela desigualdade, sua crença inabalável na segregação racial e social etc. Aliás, a própria revista, ou melhor, o próprio Grupo Abril é uma máquina de propaganda da direita, ou da ultradireita.

 

Enfim, a direita brasileira é horrorosa. Chocante mesmo. Ainda assim, há um certo pudor da “nossa” direita em assumir seu egoísmo imanente. Nunca se viu essa manifestação da maldade e do ódio chegar ao ponto de pregar contra o precário sistema público de saúde que o Brasil construiu e que, a duras penas, garante a cada brasileiro que não morra à míngua sem qualquer atendimento.

Ou seja: a direita brasileira tem limites, voluntária ou involuntariamente.

Quando se olha para o que a direita norte-americana fez com o país mais rico e desenvolvido do mundo, chega-se a dar graças a Deus pela direita que infesta o nosso país. Pode ser considerada altamente progressista, sob tal comparação.

Reflita, leitor, sobre o que a direita dos Estados Unidos vem fazendo nessa questão do orçamento federal. Está sabotando não só o próprio país, mas o mundo.

Em um momento em que a potência hegemônica começa a se recuperar dos estragos que o partido Republicano causou ao longo da primeira década do século XXI, esse partido se nega a aprovar o orçamento federal caso o presidente Barack Obama não retroceda da implantação de um arremedo de sistema público de saúde que mal chega aos pés do nosso SUS.

A conduta dos republicanos é tão imoral que chocou até a nossa direita. Na edição do Jornal da Globo da última terça-feira, até o colunista Arnaldo Jabor se insurgiu contra seus congêneres ideológicos norte-americanos. Sim, Jabor, que vive a vituperar contra “esquerdismo” em seus comentários naquele telejornal.

Reproduzo, abaixo, o comentário dele sobre o que está perpetrando o partido republicano.

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O Obama disse bem: o país está ameaçado por uma cruzada ideológica de direita… É isso, a alma republicana não admite a lei de assistência médica que beneficia 15% do povo, que não pode pagar.

Eles não admitem que pobres sejam ajudados porque, para americano, pobre é vagabundo, fracassado, e ninguém pode pagar por ele.

Dizem que ele nem é americano, o Obama. Que é comunista…

O partido Republicano está dominado pelo Tea Party e seu líder disse: ‘A lei da saúde é a mais sórdida lei que o ser humano já conheceu…’

O SUS americano, o ‘Obamacare’, já foi votado há três anos e o supremo tribunal federal já referendou, mas os republicanos querem chantagear o presidente de qualquer maneira, mesmo quebrando a América.

Sabe o que é isso, os Estados Unidos dando calote em suas dívidas? Imagine a repercussão no mundo, já em crise…

Mas os canalhas não ligam, são irracionais e loucos mesmo. Não se conformam com um presidente negro, preocupado com questões sociais, querendo taxar mais os ricos. Há racismo nisso, sim. Forte.

E há o desejo de destruir o seu mandato. E pior: além da chantagem, querem culpar o Obama pelo impasse, fingindo que querem negociar.

Já são quatro anos de sabotagem. Obama está definhando, mas não vai ceder. Só negocia se deixarem a saúde intacta.

Ele está certo. É melhor enfrentar essa chantagem, e sua desgraça, do que continuar essa ópera bufa

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Alguns dirão que é demagogia de Jabor, que, como a Globo, vem tentando melhorar a própria imagem. Mas esse pudor da direita brasileira mostra a distância que ainda separa os ideólogos de direita desta nação e os seus homólogos estadunidenses.

E note, leitor, que o sistema de saúde de Obama nem é um SUS da vida. Na verdade, para simplificar, trata-se de um mega plano de saúde estatal para que os mais pobres possam recorrer à medicina privada. E cheio de limites de coberturas que, em nosso sistema de saúde público, não há.

O egoísmo, pois, é uma instituição americana. A mentalidade do americano médio o faz levar os psicopatas do partido Republicano ao poder a intervalos tantos, o que faz com que o país mais desenvolvido da face da Terra tenha a menor expectativa de vida entre os países desenvolvidos. Além de pobreza e desigualdade que não se vê em nenhum país rico.

A boa notícia é que a nossa direita é mais envergonhada que a deles e não tem coragem de ir tão fundo nesse culto obsceno ao egoísmo, à desumanidade, à canalhice em estado puro. A má notícia é que essa mesma direita brasileira acredita que, um dia, poderá reproduzir por aqui a imoralidade vigente no sistema de organização social norte-americano.

 

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Áecio e Lula: Santos do pau oco

Cabe a mim a desastrosa tarefa de comparar Lula com Marina Silva dum ponto de vista fora do convencional.

 

Parto do pressuposto básico que ambos foram pé rapados nascidos e criados longe do sudeste dominado por uma elite grã-fina e classe média pequeno burguesa.  

Marina Silva era uma seringueira pé rapada e pesteada que contraiu malária e leishmaniose, quis ser freira, mas foi empregada doméstica explorada por donas de casa acreanas fechou o pau com as mesmas e resolveu estudar pelo Mobral e depois cursar faculdade e se tornar professora. Depois de algum tempo já na vida política resolveu se tornar crente da Assembléia de Deus e por isso tem dois pontos a favor contra Lula: Estudou e não é chegada em pinga.

Para melhorar seu histórico contra Lula ela deixou de fazer parte da militância do PT e passou a ter uma carreira política lastreada pela luta ambiental.   

Ora bolas do meu saco, a mulher trabalhou e estudou, não enche a cara como o Lula, saiu do PT só isso mostra que alguma boa índole ela tem. Creio que somente um escândalo ligado a dízimos da Assembléia de Deus poderia manchar a trajetória de sucesso pessoal dessa senhora, visto que nunca foi noticiado que ela tenha participado de maracutaias políticas de desvio de verbas salvo engano.

O Lula por sua vez, é pau d’água, chegado em se encostar no INSS e Sindicato só porque perdeu o dedinho,  além disso deve ter feito pacto com o capeta e ainda dado o calote no mesmo, só ficou doente mesmo depois que saiu do poder e ainda foi tratado em hospital de rico ao contrário de Marina Silva.

 

Agora se comparar com Marina Silva com o playboy do Aécio daí é covardia né? O Aécio é o príncipe boy das Minas Gerais, mesmo assim leva a fama de garoto do Rio, devido seu histórico de gostar de dar um rolê no Rio para biscatear e encher a cara de caninha mineira que trazia na mala. Marina Silva perto desse histórico dele é santa, quis ser freira, moça recatada, simples, ordeira e caseira sem a menor dúvida.  

Então em quem você vota dessa vez? Na mal caráter da Dilma que foi assaltante e continua sendo assaltante dos cofres públicos torrando grana em diárias de hotéis luxuosos ou no Aécio playboy que passa mais tempo no Rio na putaria do que fazendo política? (se bem que uma coisa se confunde com a outra)

       

Paulo Ghiraldelli Jr cai do cavalo mais uma vez

Todos sabem que a sanha charlatã do Paulo Ghiraldelli Jr em dar palpites sobre tudo externando opiniões desqualificadas sobre qualquer assunto é práxis recorrente dele e seus adeptos. Tal como o Olavo de Carvalho e olavetes sempre que se deparam com alguém que tenho a mínimo de lucidez e conhecimento sobre qualquer assunto os mesmos partem para o ataque vociferando “ad hominens” sem tamanho e ficam correndo atrás do próprio rabo da arrogância se achando os donos das últimas verdades sobre qualquer acontecimento que discorrem.

Às vezes é necessário que alguém os faça calar a boca e os prendam em alguma camisa de força retórica fazendo-os correr do debate. Foi justamente o que aconteceu quando Paulo Ghiraldelli numa manhã de primavera ao publicar o seguinte “textículo” nas redes sociais:

O CIENTISTA BURRO QUER FAZER TESTES COM ANIMAIS DURANTE MAIS 200 ANOS!

Há o cientista inteligente é há o cientista burro. O cientista inteligente acredita que se a ciência fez tanta coisa, talvez ela possa fazer mais, ou seja, pode criar novas formas de testes que dispensem os animais e o sofrimento. Os cientistas burros acham que não. Acham que a ciência pode avançar em uma coisa, outras, não deve nem tentar (!). 

Os primeiros estão procurando usar células tronco, novos tecidos e modelos computacionais para não mais usar os testes com animais. Os segundos não. É que os segundos, os burros, eles estão presos à logica da produção não de remédios, mas de novas drogas vendáveis, aquelas que são feitas em função da indução do consumo, e presos à lógica militar (que é quem financia direta e indiretamente muitos dos grandes laboratórios), onde a pesquisa é com animais porque o que se quer é pesquisar os efeitos de drogas (armas químicas, eis o problema) nos organismos. 

Essa lógica é que faz com que alguns acreditem que nunca irão poder mudar em ciência. Justo em ciência, onde tudo muda, não se pode mudar os testes com animais.

Como se vê, cientista que acredita nisso, é burro e não tem o que fazer. E você verá como que a reação ao que estou falando aqui é raivosa. Por que o burro fica muito bravo quando ele percebe que detectaram que ele é burro. E muita gente na universidade brasileira é educada na lógica que leva à burrice, e fica muito muito brava de ser cientista e, no entanto, burra. Quer ver? Vocês verão as respostas raivosas. Quanto mais raivosa, mais burra. Analisem.

Percebam que Paulo Ghiraldelli sempre prepara o terreno sabendo que sempre surgirá alguém para refutá-lo e já de antemão taxa seu interlocutor de “burro” que virá sempre e invariavelmente como uma série de “respostas raivosas” tal como Olavo de Carvalho. Isso só evidencia uma coisa: Ele mesmo não bota fé naquilo que escreveu e sabe que será refutado, mas nunca admitirá na vida que está errado, pois não passa dum vendedor de opiniões para desinformados embrutecidos intelectualmente como o mesmo.

Ante ao “textículo” seguiram as seguintes refutações feitas por um doutor da UNESP, e não qualquer um sem diploma que falaria algo sem propósito em sem conhecimento de causa e dos pormenores sobre o tema lançado pelo suposto “Filósofo de São Paulo”:

“Ao longo da história existiram filósofos que buscaram a verdade em análises racionais a respeito do universo. Outros, se resignaram a encontrá-la na opinião de seus semelhantes. Houve ainda aqueles que, afogados em sua própria soberba, lutaram para ser notáveis pela verborragia e predicados que atribuíram aos que discordaram de suas opiniões. Estes últimos, no entanto, são os mesmos que dizem que BBB é um ótimo programa. Concluam por si sós”. 

Em resposta Paulinho esperneou como sempre faz destilando seu veneno prepotente: “BOM, PARECE QUE OCORREU EXATAMENTE O QUE EU PREVIA, repararam, já apareceram os partidários que falei. O mais engraçado é que eles projetam em nós o que são. Passo uma vida formando cientistas e sou acusado de não conhecer cientistas. Falo de uma situação conhecida do pós guerra e sou acusado de montar um teoria da conspiração (!). Dá um pouco de dó dos meninos que hoje em dia vão mal no ensino médio e depois tentam a faculdade sem saber como se desenvolve a ciência, quem a financia e como que ela funciona em vários países. Aliás, vai ver desconhecem também que no Brasil é crime usar testes em animais em vários tipos de indústrias, onde já há, aqui ou no exterior, substitutivo. Bem, não podem mesmo conhecer. Optaram já pelo segundo lado. Como eu disse que fariam.”

 “passei uma vida formando gente que trabalha em laboratório e tenho formação dupla, em filosofia e ciências. Nada de conspiração. Apenas uma questão de lógica, de diferença entre países e uma questão estatística. Só a estatística de quem financia os laboratórios e de como que esses laboratório funcionam já dá para saber algo. E não fiz outra coisa durante três décadas.” – Concluiu Paulinho mentindo descaradamente.

Na réplica o doutor parece ter cravado um punhal no que restava de dignidade moral e intelectual comprovando que Paulo Ghiraldelli não tem formação dupla e ao que tudo indica nenhuma formação intelectual que se preze ao arretar: “Ad hominem” à parte como atribuição de covardes, resta em aberto os questionamentos e refutações (até o momento não vinculados) à resposta da publicação anterior. Gentilmente reapresento:

A questão é que essas pessoas que postam ou escrevem contra aexperimentação animal mesmo sabendo que não existem alternativas em muitos dos casos, acabam negligenciando o papel de imbecis que fazem, opinando sobre algo que sequer conhecem.

Eu mesmo não me atrevo a opinar (ou tentar me posicionar ideologicamente) sobre engenharia ou artes gráficas, porque essa não é a minha área. Mas algumas reclamações beiram o absurdo, como (1) exigir comitês que fiscalizem o uso dos animais, e mal sabem que isso já existe; (2) reduzir o número de animais que são empregados em atividades de ensino, e mal sabem que isso já é feito; (3) usar modelos celulares ao invés de animais em ensaios pré-clínicos, e mal sabem que isso existe há anos; (4) substituir os animais por modelos computacionais, e nem sabem que isso é impossível nos dias atuais.

Agora, colocar em uma mesma balança os beagles e os humanos me parece “humanizar” demais um animal de finalidade estritamente científica (como no caso do Instituto Royal), enquanto o aspecto asqueroso de ratos e camundongos não desperta a mesma paixão dos antiviviseccionistas.

Por isso mesmo, ao me deparar com uma realidade como esta, só me resta a conclusão de que estamos de um caso de desonestidade e ignorância de forma concomitante e concorrente. Para quem não sabe sequer o alcance da Lei Arouca, talvez tenha sido tratado durante muito tempo na base da reza, mesmo para patologias cognitivas. Ou então, estabelece as verdades por comparação e análise a partir de opiniões de seus semelhantes.”

Depois disso Paulo Ghiraldelli Jr (como sempre) afugentou-se do debate não sendo mais  visto arrotando suas teses descabidas e alardeando que seus opositores são burros e repletos de respostas inconsistentes e raivosas, visto que ao depara-se com verdade deve ter tido uma convulsão cerebral ou uma epifania moral e, no presente momento deve estar se açoitando em seu apartamento como forma de penitência por seus descalabros ao lado de sua bela esposa que o consola.

 

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É cada uma que até parece duas!

O Blogue www.homemdebem.org é uma das coisas mais escrotas que já vi na internet. Em seu último post ele defende a cura gay de forma bem específica. Fala em penetração corretiva de lésbicas e ilustra com imagens.

Algumas frases deste texto escroto:

“O estado natural do homem branco é o trabalho e o estado natural da mulher é a prostituição. Mulheres receberam um sociedade pelo nosso trabalho, existe um contrato social tácito , não existe estupro de fêmeas sem dono, apenas o acerto de contas.”

“Qual sentido de  sustentarmos tantas vagabundas com nossos impostos sem que elas não retribuam em nada?”

“Pais que tem filhas pra virarem machorras (macho+cachorra) gordas sujas tatuadas de cabelo pintado de azul cheias de DSTs.”

“Em toda a história da humanidade nunca existiu o homossexualismo feminino pelo simples fato de nenhum macho fazer nada por vagabunda nenhuma senão com objetivos sexuais. A mulher que não se prostituir de alguma forma acabaria devorada por dinossauros, estuprada e morta por hordas de bárbaros, ou simplesmente definharia com fome e frio na tundra do ártico  devido a sua TOTAL inabilidade para caçar ou construir um abrigo quente e seguro.”

“O homem branco criou o um paraíso na terra  para que todos desfrutem menos ele. A mulher é um animal sem honra nem gratidão tudo que está ai para o conforto delas foi fruto do nostro sangue.”

“Hoje  o macho delas é o  TODO-PODEROSO-ESTADO-ESQUERDISTA você é um provedor subalterno, qualquer um que levante a voz pra uma vagabunda vai preso por exercer violência psicológica.”

O título de outro post do blogue é: Vagabundas atrasando a ciência.

O texto aborda o caso do Instituo Royal. E o primeiro parágrafo do texto é o suficiente para que você entenda o contexto da abordagem:

“O que se viu  nesta patifaria promovida por vagabundas artistas globais e toda sorte de desocupadas parasitas foi uma prova de que mulheres devem permanecer sob  o chicote e a burca”.

É claro que eles não se esqueceram dos homossexuais do sexo masculino.

Há um outro post com o título: “Homossexuais deveriam ser utilizadas como cobaias humanas”.

A Polícia Federal tem obrigação de investigar a autoria do blogue e responsabilizar de forma exemplar os autores desse crime. A internet não é terra de ninguém. Toda ação nela gera rastros. E punir canalhas como os autores desse blogue que estimulam a violência contra seres humanos é muito mais fácil a partir da internet, do que em ações de rua, onde eles atacam na calada da noite, muitas vezes sem deixar vestígios.

Aliás, colegas da PF, há um post com o seguinte título: Quero que a polícia se foda.

Onde o Tio Astolfo, que assina o texto, diz:

“Eu quero que a Polícia Federal do Brasil, os integrantes do judiciário, os juízes, os procuradores e promotores. Do fundo do meu coração, eu quero que eles SE FODAM. Eu não gosto de gays, nem de esquerdistas, nem de gente que frequenta balada, eu não gosto do Brasil e muito menos da ‘cultura brasileira’”

Não dá para deixar de registrar que esse tipo de ação é resultado da campanha “educativa” que o deputado Feliciano tem disseminado Brasil afora com seus discursos de cunho homofóbicos.

Atualização: O domínio deste site foi registrado no último dia 11 de setembro a partir da fundação Private Who Is, da República do Panamá.  . Ou seja, os criminosos estão utilizando uma fundação que garante privacidade para se esconder. Mas há outros caminhos para localizá-los. E a PF certamente os conhece.

“Minha vó virou piriguete”

Ah seu filhos da puta da Rede Globo!

Não bastava ensinar sacanagem para a gurizada de Malhação agora querem doutrinar a terceira idade no sexo e aumentar o consumo de Viagra nas farmácias?

Tá na cara que isso é uma manobra para iludir a terceira idade que sobrevive de aposentadoria ou bicos e dar-lhes um falso senso de dignidade sexual supérflua e barata. Caso similar ocorre quando colocam casais de gays e lésbicas se beijando, adotando crianças, contratando barrigas de aluguel.

Hoje em dia qualquer pessoa na faixa além dos sessentas anos quer mais é ser tratado com maturidade e reconhecimento por sua trajetória e não como objeto de marketing para comportamentos onde vedem uma possibilidade que na maioria das vezes não se concretiza: a da ereção e duma trepada bem doida.

Eu fico imaginando aqui com meus botões se eu fosse contratado para escrever uma novela aos moldes da Rede Globo eu iria além do óbvio nesses casos. Eu colocaria um casal de dois gayzões suburbanos assumidos em plena terceira idade em cena baseados em dois velhotes que conheço.

 

Chamaria os personagens de Zézinho e Chiquinho para dar um tom meigo e light e os faria consumir kilos de Viagra em cena, e participar de orgias que deixariam Michel Foucault com água nos olhos.

Escalaria Tony Tornado para fazer com esse casal de bichas velhas um triângulo amoroso. Pois novela que se preze tem que rolar mais um botando o kibe sempre.  

No final das contas matava os dois de AIDS ou de porrada quebrando os ossos com osteoporose de ambos  numa festinha sadomasô geriátrica. Deixava os filhos que os rechaçaram brigar pela herança para dar um toque de hipocrisia social e ganância bem foda.

Só que daí no desfecho final o Tony tornado seria agraciado por ambos num testamento recebendo o puxadinho de ambos deixando os filhos xexelentos na lona e furiosos.   

Os alckmistas estão chegando…

Ano que vem haverá eleições e a raça ariana paulista que rechaça os petralhas e por falta de opção vota nos tucanalhas está ficando alvoroçada.

Geraldo Alckmin, o Fuhrer paulista, é certamente o cara mais odiado pelo PCC e o mais odiado pela própria polícia de seu estado. Parece um paradoxo, mas ao que tudo indica Alckmin tem um plano diabólico de querer acabar com o PCC e Polícia Militar e Civil Paulista ao mesmo tempo gerando o caos generalizado digno de ser enredo do GTA VI em Sampa.

Quase ninguém nutre muita simpatia por Alckmin isso é fato notório. O PCC quer matar ele, os contribuintes que pagam ICMS querem que ele se dane, e o pessoal da favela Pinheirinho e Cracolândia mais ainda… Entretanto, uma parcela da sociedade paulista gosta do Geraldinho. Idolatrado pela burguesia fedorenta que inclui a classe empresária, brancos, loiros de olhos azuis, cafeicultores, donos de rádio e TV e pelas donas-de-casa masoquistas que assistem Roda-Roda Jequeti no SBT. Sem dúvida Geraldo tem uma base eleitoral diversificada e metida a grã-fina, mesmo sem um tostão furado.

Prova disso é que Alckmin chegou ao governo de São Paulo respaldado pelas “elites alckmistas” que odeiam pobres, camelôs, motoboys, e torcida do Corinthians. Com isso, Alckmin transformou o estado de São Paulo  na Alckminlândia terra maravilhosa, cujos rios jorram leite e mel, não há homicídios, e as escolas públicas e técnicas estaduais preparam os melhores cérebros do mundo para ficarem no próprio estado servindo a classe patronal em troca de salários iguais ao do restante do país.

A genialidade maquiavélica do Alckmin se deve certamente a sua formação acadêmica em medicina, pois Geraldinho formou-se médico anestesista na UNITAU e de tanto detonar com cobaias em experimentos de anestesias ele resolveu fazer o mesmo com o povo paulista. Depois de centenas de analgésicos testados, descobriu que poderia viver nas tetas do povo, pois concluiu brilhantemente o óbvio: o povo brasileiro vive num estado letárgico quando se trata de consciência política.

Em 2006, Alckmin puxou o tapete do Serra e saiu candidato a presidente. Estudou o lançamento de uma grife de camisetas “De Pindamonhangaba para o mundo”. Magoado pela derrota nas urnas e desempregado, bateu de frente com o Serra novamente e saiu candidato à prefeitura de São Paulo. Com isto, resta evidente que Serra odeia Alckmin e intenta vingar-se dele tal como João de Santo Cristo se vinga de Jeremias em Faroeste Caboclo.

Imaginem Serra num duelo de escopetas com Alckmin na Praça da Sé com a Rede Globo, SBT e Record ao vivo cobrindo o acerto de contas dos dois políticos mais ordinários que sentaram a bunda no Palácio dos Bandeirantes? Surreal! Mas sonhar e viajar na maionese não custa nada  não é mesmo? Quer dizer, desde que  Alckmin não souber que não custa nada sonhar; ou ele pode até cobrar ICMS do sonhos e devaneios alheios!

Pois bem, ano que vem mais uma vez veremos os alckmistas perpetuando o reinado de seu senhor e seu mestre o Fuhrer Alckmin para o bem geral da nação paulista que odeia o PT e mais quatro anos de quatro levando enrabada do PSDB!

Fumantes de todo mundo: Uni-vos!

Definitivamente, certas coisas não convencem…

Porque é proibido fumar dentro na minha empresa se eu sou fumante?

Logo que fui acender o cigarrets a minha gloriosa secretária ficou me encarando com aquele olhar de reprovação, repúdio e asco digno duma freira inspetora de colégio interno e disse em alto e bom tom: Aqui não pode fumar!Constrangido, enfiei o rabo entre as pernas e fui fumar no terraço. Ventava muito e tive que fumar dois cigarros para que se fizesse o efeito deletério do tabaco e nicotina dum único cigarro.

Fiquei lá em cima com aquele vento na minha cara me sentindo o próprio Jack Wilshire que foi flagrado fumando e levou bronca do seu chefe Àrsene Wenger. Inclusive ele depois que foi pego no flagra fumando passou a fazer mais gols e jogar melhor. A imprensa até chegou dar-lhe a alcunha de “Tabacco Power”.

Pois bem, não é que eu seja um cara xarope, mas essa máfia dos politicamente corretos que querem evitar o consumo de cigarro e liberação da maconha deveriam ir chupar parafuso pra ver se vira prego.

Figuras como Ernest Hemingway, Niemeyer, Brad Pitt, fumantes de carteirinha e certamente todo mundo continua indo com a cara deles. Até a Gisele Bundchen já deu umas baforadas ora bolas do meu saco!

Os fumantes deveriam se unir e fazer passeatas contra o cerceamento do tabagismo em certos locais. Deveriam pegar o Dr.Dráuzio Varella para Cristo e amarrar ele numa cadeira odontológica e dar-lhe um belo Cohiba para baforar.Em tempos de repressão contra os fumantes, somente recorrendo à retórica de pessoas que sempre têm algo pertinente a dizer, como é o caso do jornalista e humorista Millôr Fernandes. Não-fumante de carteirinha (se é que existe algum documento que classifique tal opção) ele tem uma explicação bem-humorada para o fato de uma parcela da população gostar de fumar: “Os fumantes concordam até que o fumo é um vício idiota. Mas persistem em fumar porque têm uma virtude ainda mais idiota – a da liberdade. O fumante aspira a gastar sua vida como bem entende. Arruinando conscientemente o seu corpo – um ato de loucura –, o fumante ultrapassa a pura e simples animalidade da sobrevivência sem graça”.

Outro não-fumante que defende a opção dos tabagistas é o crítico literário americano Richard Klein – na verdade um ex-fumante. Ele é o autor do livro Cigarros São Sublimes. Em sua obra, o autor critica tanto os fabricantes de cigarros: “eles mentem e não fazem produtos naturais” quanto os americanos: ”é uma sociedade puritana que, depois de condenar o prazer, resolveu medicá-lo e proibi-lo”.

Klein recorreu à interpretação de várias obras de arte que têm o tabaco como tema principal, para escrever um livro compreensivo em relação aos fumantes. Entre elas estão poemas de Laforgue e Mallarmé, óperas Carmen, de Bizet, romances como “As Confissões de Zeno” de Ítalo Svevo, e filmes clássicos como Casablanca.

A partir da interpretação destes trabalhos, aliados aos tratados filosóficos como “O Ser e o Nada” de Sartre e de sua própria observação, Klein faz uma lista de qualidades do fumo, suas vantagens sociais e benefícios para as pessoas.

Benefícios? “O cigarro oferece consolo em momentos de dor; alivia a ansiedade; diminui o estresse; aumenta o poder de concentração; mitiga a sensação de fome; induz a formas de satisfação estética e de consciência reflexiva; é um instrumento para mediar a interação social e está associado a lutas de liberação sexual e política.”

Richard Klein amarra seu pensamento com um argumento parecido com o de Millôr Fernandes, o da escolha. “O cigarro hoje em dia é determinado exclusivamente a partir de seus efeitos nocivos à saúde. Mas será que este valor da saúde deve ser o único critério para definir o que é bom ou o que é belo?

Talvez as pessoas possam ter o direito de pesar as vantagens do cigarro contra seus riscos. Afinal, a própria vida é uma doença progressiva da qual só nos recuperamos postumamente. Se ter saúde é estar livre da doença, só se consegue ser saudável por meio da morte”.

A Juventude Imbecil do Brasil Varonil (The End)

Beco dos Livros é o nome secreto da associação nacional de adoradores do Harry Potter no facebook.

Brincadeira…

Na verdade é um grupo de adolescentes com baixa capacidade intelectual que não sabem ler nada além do que a mídia aprova como material literário para idade deles além de outras tendências de comportamento.

 

Uma comunidade que tal como tantas outras não sobreviveu ao famigerado tópico “Juventude Imbecil do Brasil Varonil” e mais uma vez fez dezenas de jovens boçais e manipulados que tiram fotos no espelho com i-phones sucumbir ante ao perfeito caimento da carapuça.

 

Isso torna mais uma vez evidente que ante a imaturidade natural da faixa etária em associação dum baixo nível de escolaridade tornam esses jovens donos de certas verdades que apenas subsistem na mente vazia dos mesmos facilmente manipulável pela mídia castradora que domina essa juventude vendida por bagatela ao sistema.

 

Verdades impostas por mecanismos que os tornam em adolescentes com personalidade idêntica um a dos outros e futuros adultos sem capacidade de discernimento crítico.

 

Foi-se um tempo que a juventude tinha brilho próprio e sonhos novos em larga escala. Hoje, todos notamos com pesar os jovens sendo massacrado pelo excesso de informações inúteis e condutas que transformam pessoas em mercadorias que consomem mercadorias de baixa qualidade como forma de se estabelecerem em sociedade e identificarem uma com as outras.

 

O mercado de consumo vil e dominante transforma pessoas nessa faixa etária em alvos para estratégias de marketing que anulam muitas capacidades, viabilizando apenas o que é aceito pela grande massa falida social que pensa igual, se veste igual e compra as mesmas coisas e reproduz as mesmas idéias.

 

O mundo fantasioso dos livros que muitos desses jovens consomem sem sombra de dúvida é de qualidade literária duvidosa e gera nos mesmo condutas irracionais que passam batidos a primeira vista. Esse fator associado ao baixo nível educacional nacional gera, nada mais nada menos, que uma geração perdida.

Os que tiveram alguma sorte completaram a educação básica até metade dos anos 90. Na época que uma escola pública do interior, com excelente qualidade de ensino até então em muitos casos devido a existência duma geração de professores com valores e pedagogia sólida que valorizava a pessoa como indivíduo.

Era outro mundo, com outras idéias, com uma visão educacional completamente diferente da que existe hoje. Eu escapei de ser educado no ambiente escolar que começou a ser formado a partir de então em todo o país com a implantação das idéias pedagógicas que destruíram o ensino público brasileiro e que já afetam o ensino universitário repleto de alunos massacrados por esquemas de sucateamento da liberdade de expressão autônoma.

 

O núcleo do problema está em ver o estudante como um ser incapaz, um selvagem condenado à ignorância, à pena, e, consequentemente, à aprovação automática. As escolas do Brasil estão criando uma série de gerações perdidas graças a esse raciocínio: são jovens que chegarão ao mercado de trabalho e serão rejeitados sem dó nem piedade.

Estamos gestando uma imensa crise de cérebros, de profissionais, de intelectuais, de trabalhadores capacitados que deverá estourar e ter seu ápice em  breve, tornando todos, com raras exceções em mão de obra barata e massificada em qualquer setor e área.

 

Com a adoção da chamada “progressão continuada”: em vez de séries de ensino, ciclos de longa duração. Cada estado que adotou o sistema organizou seus ciclos de forma diferente. Em alguns, eles duram dois anos, em outros três ou até quatro. A idéia é que o processo de aprendizado demanda mais tempo para acontecer.

Uma consequência direta é o fim da idéia de reprovação, que é substituída pela idéia de recuperação. O aluno agora só corre o risco de não ser aprovado ao final de cada ciclo (ou seja, a cada dois, três ou quatro anos). Daí vem o nome de progressão continuada: o estudante progride no sistema continuamente, sem interrupções.

Os defensores desse sistema argumentam que a reprovação desmotiva os estudantes e acaba causando evasão escolar. Eles acreditam que a progressão continuada, auxiliada por um intenso sistema de recuperação, pode manter o aluno na escola e garantir que ele aprenderá tudo o que precisa ao seu próprio tempo, e não no tempo da escola.

Conceitualmente, parece realmente algo bom. Cada pessoa é diferente, tem ritmos de aprendizado e interesses próprios, e a forma mais democrática de educar é respeitar essas características individuais. Com sistemas permanentes de recuperação, o déficit que eventualmente for gerado sempre será corrigido e, no fim, todos recebem uma educação de boa qualidade.

Mas, já passadas duas décadas da adoção da educação continuada, o que se vê é um cenário desolador.

Crianças estão avançando ano após ano na vida escolar semi alfabetizadas e outras com analfabetismo funcional. Muitas chegam aos últimos anos do ensino fundamental com capacidade extremamente precária de leitura (então imaginem de escrita e interpretação textual. Os conhecimentos adquiridos em outras disciplinas são praticamente inexistentes. A situação se mantém ao longo do ensino médio com pouca variação.

Isso acontece por muitos motivos: o primeiro deles é que o aluno não se sente motivado a aprender: ele sabe que não será reprovado. Estudar é uma tarefa árdua e muitas vezes chata – que entra em concorrência com a TV, o videogame, o computador, o celular, a rua e, no caso de muitas crianças e jovens, com o trabalho. Por isso, acaba sendo deixada de lado. A perspectiva de reprovação – e de atraso de vida que ela pode acarretar – é, sim, um importante motivador.

Por outro lado, o professor também se sente desmotivado. Ele sabe que terá que aprovar o aluno, tenha ele aprendido ou não. O processo de recuperação permanente é desgastante e, sejamos sinceros, não é nada compensador: em vez de elaborar, aplicar e corrigir uma prova, ter que fazer isso várias e várias vezes, comprometendo o tempo que livre.

Que professor pode fazê-lo com gosto? Sem falar do fato de que não é possível recuperar o aluno que não deseja ser recuperado. Se não estudou para fazer a prova, sabendo que será aprovado de qualquer jeito, porque o aluno estudaria depois da prova?

Outra questão, essa muito politicamente incorreta: a organização das turmas por nível de aprendizado. Hoje isso é terminantemente proibido, e as todas as turmas devem ser heterogêneas, com maus e bons alunos. Até os anos 90, as turmas eram divididas conforme o grau de aprendizado, separando os bons alunos dos maus. Alguém achou que isso também traumatiza, e que misturando tudo, seria possível influenciar os maus alunos. O que se viu é o oposto: os maus influenciaram os bons e agora o ensino é mais difícil e lento.

Em geral, os criadores de idéias, os “engenheiros” de sociedade, não gostam da realidade. Eles consideram que se uma idéia não funciona, é porque está sendo mal aplicada. Por isso há uma imensa resistência a abandonar o modelo. Alguns dirão: mas a repetência praticamente acabou depois que a progressão continuada foi adotada; ou: as notas das escolas que usam a progressão continuada subiram nas avaliações governamentais. Não nos deixemos enganar: a repetência acabou porque ela deixou de ser aplicada. E as notas subiram? Será que as boas notas de muitas dessas escolas nas avaliações do governo resistiriam a uma auditoria? Qual o grau de manipulação desses exames?

Algo assustador é que filosofias semelhantes são aplicadas em várias faculdades, que preferem empurrar seus alunos a fim de garantir a permanência deles ao longo do curso. Você pode se perguntar, mas o que elas ganham com isso? Ora, recebem recursos do governo por meio do FIES e do Prouni. Para muitas dessas faculdades, é preferível garantir o pagamento mensal, mesmo que o aluno seja mal formado, do que perder um estudante e o dinheiro que ele traz.

Vejam bem: não estou dizendo que o PROUNI ou o FIES sejam ruins, ou que os estudantes que os usam são ruins, nem que as faculdades que os aceitam são ruins. Há muitos bons estudantes que se esforçam, superam as barreiras que as escolas lhes impõem, e, graças a esses programas conseguem fazer o ensino superior. Mas há também outros tantos que optam por faculdades ruins apenas para garantir um diploma.

O que estou dizendo é que esse sistema corrompe o processo de aprendizado, o rebaixa, e cria uma situação em que estudantes mal preparados conseguem chegar à universidade, ser admitidos e continuar nelas mal preparados. Os governos, em geral, permitem isso porque estão pensando apenas nas estatísticas: querem quantidade, não qualidade. Houve uma universalização da má educação.

De que serve isso? Qual a grande consequência de todo esse processo?

Estamos ensinando gerações de brasileiros a terem baixa auto-estima, a serem preguiçosos e dependentes e alvo de qualquer filosofia de vida que lhe acomode dentro dum universo abstrato irrealista. Nesse ponto livros de baixo teor qualitativo e uso irrestrito da internet e tecnologia auxiliam e muito esse processo de degradação.

Jovens e mais jovens são programados desde crianças para acreditar que não são capazes de aprender, sem que notem isso, e que, se fossem avaliados seriamente, seriam reprovados. Com isso, se acostumam, se acovardam, e aceitam que a escola reduza seus horizontes.

Eles perdem a capacidade de acreditar em si mesmos e de lutar. Tornam-se preguiçosos: sabem que serão sempre empurrados por alguém. Sabem que não fará diferença fazer ou não fazer a prova ou o trabalho. Assim, tornam-se incapazes de ler textos mais complexos, de produzir raciocínios.

Acostumam-se a ser dependentes: sabem que sempre haverá alguém a ampará-los, hoje, um professor, amanhã, o Estado. Não aprender a inovar, a arriscar, a trabalhar, a desafiar, a criar.

Outra consequência, essa de gravidade imediata, é o aumento da violência nas escolas. Quantos casos de professores agredidos não têm surgido nos últimos tempos?

O aluno sabe que o mundo o olha como se fosse um pobre coitado, e, aqueles que já têm predisposição, se aproveitam disso. Quando um professor incauto ousa desafiar o sistema e cobra do aluno mais do que ele está disposto a produzir, pode acabar sendo agredido. Isso, aliado à visão pedagógica reinante no momento, de que qualquer coisa pode traumatizar o aluno, destruiu completamente qualquer idéia de disciplina que poderia haver em sala de aula.

Hoje, em muitas escolas, obedecendo a orientações (na maioria das vezes não escritas) das secretarias de educação e do MEC, não permitem ao professor qualquer tipo de penalidade contra o aluno indisciplinado. Antigamente era possível ser expulso de sala, ser levado para falar com a direção, assinar o livro de ocorrências. Hoje nada disso é permitido, pois pode traumatizar o estudante. Livre de qualquer penalidade, que aluno respeitará o professor?

Em meio a esse inferno educacional, há muitos bons alunos que lutam para estudar e vencer na vida. Mas a escola não quer que eles sejam bons alunos: o foco dela está nos maus. A escola nivela o ensino por baixo e puxa os bons para trás. O ambiente de desorganização e indisciplina prejudica o aprendizado. Os bons estudantes que têm a desdita de estar nessas salas de aula são sufocados e deles é exigido um esforço imenso para não cair na mesmice e prosseguir estudando e aprendendo.

O mau aluno hoje tende a preferir essa pedagogia do fracasso, pois ela é mais cômoda. A maioria dos bons professores a detestam. Há professores que a apoiam, ou porque acreditam na visão ideológica que a embasa, ou porque se acomodaram. Mas daqui a alguns anos será possível ver com mais clareza os resultados. Milhões de jovens chegarão ao mercado de trabalho quase sem instrução. Estarão mal preparados e quebrarão a cara, pois o mercado não vai passar a mão em suas cabeças. Haverá uma nova elitização: quem estudou em escolas particulares, que em sua maioria adotam os velhos modelos pedagógicos, chegará ao mercado bem preparado, bem instruído, bem educado, e conseguirá seu emprego. E o que será de quem teve que estudar nas escolas da pedagogia do fracasso, que passou a vida acreditando que não precisa e nem é capaz de se esforçar? Nossa sociedade terá para com eles uma dívida impagável. Por esses, rezemos. Rezemos também para que alguém um dia tenha coragem de perceber os imensos 

    

Enfim, o beco sem saída para essa geração já está pronto, cabe aos mesmos saírem desse esquema se forem capazes de terem inteligência e lerem a realidade que os assola de forma realista, afim de, reverter esse processo.  

  

 

O ópio do povo tolo

O Brasil é sem dúvida um país cuja desigualdade social, intelectual e moral é um grave problema de larga escala e que remonta as origens coloniais.

Desde o tempo que o escravo era propriedade do senhor de engenho e alforriado se tornou favelado, e desde que o povo indígena perdeu suas terras para o governo e ficou confinado na Reserva Nacional do Xingu devido a laboriosa luta dos irmãos Villas Boas é que o Brasil é retrato cuspido e escarrado dum governo que assassina seu povo em troca de poder e dinheiro.

 

Um idoso no Brasil na faixa dos sessenta anos em diante, após uma vida inteira de trabalho e contribuição para o INSS muitas vezes tem negado pela via administrativa e jurisdicional o direito de receber proventos por tempo de serviço ou até mesmo por invalidez. Em contraponto a isto, vemos o senhor Luís Inácio Lula da Silva, aposentado por invalidez porque perdeu seu dedinho, e após isso safo e esperto passou a ser funcionário do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e remunerado por isso, além de obviamente ter sido vultuosamente sustentado pelo PT pelo resto da vida.

 

Enquanto isso, uns reclamam de que a herança seja um sistema de transmissão de renda privada para quem nunca trabalhou e recebe do papai ricaço patrimônios bilionários como é o caso dos sucessores de Roberto Marinho.

 

Muitos idosos sem a menor escolaridade e incapazes de compreender seus direitos sociais e previdenciários em grande escala são ainda vitimizados por advogados que conhecendo os meandros da lei conseguem por uma vez ou outra aposentar ex-trabalhadores tarefeiros rurais e após o processo transitado em julgado concedendo os proventos, sacam a primeira parcela da aposentadoria dos mesmos que é uma bolada e investem no mercado imobiliário de suas localidades comprando “galinhas mortas” ofertada por corretores de imóveis vorazes sem ética.

 

O reflexo disso é naturalmente que no Brasil os mais espertos enchem seus bolsos de grana em face do populacho de boa fé e desavisado. Intimamente ligado a isso existe uma tendência charlatã desses mesmos a serem filiados a igrejolas exploradores desse mesmo povo em sua idoneidade espiritual cobrando dízimos a base de promessas de prosperidade financeira ou cura de alguma moléstia.

 

E cada vez mais, vemos a presença desses pastores de ovelhinhas na política como é caso do pastor Marcos Feliciano que agora intenta em concorrer para presidente da república ou da coisa pública que é cada vez mais privatizada para os detentores do poder político e financeiro as custas do povão bobão que assiste a tudo isso com cara de paisagem.

 

Ao notar que a bicha má da novela que ambiciosamente faz de tudo para ferrar com sua maninha e papai ricão é idolatrada pelas redes sociais repletas de “midioditizados” é que a esperança por dias melhores no Brasil desfalece e gera nojo e ódio por outra parcela do povo que se acha dono da verdade, mas que no fundo não admite que é servil aos pederastas republicanos eleitos.

 

Não adianta dizerem que o Ayrton Senna é exemplo se na maioria dos casos usam o mesmo cabelo do Neymar por pura falta de personalidade. Não adianta dizer que música sertaneja é uma merda ou que defende os animais é ir naquela porcaria de rodeio que trucida na espora animais e ainda traz cantores que cobram altos cachês pagos as custas do IPTU alheio e viabilizam ainda mais a política do pão e circo de prefeitos e vereadores que posam de bons moços nas redes sociais em reuniões dando apoio a fulanos e siclanos da mesma política viciosa que são da mesma laia de quem está nos altos patamares do poder.

 

O povo gosta do engano, e quando se sente traído por algum desses personagens logo perdoa e se esquece que o maior prejudicado foram e continuam sendo eles mesmos, e seguem o enredo noveleiro de sempre onde o vilão se safa e o mocinho tem final feliz no final das contas.

 

Esse é o ópio do povo tolo, que se faz de cego por não ter coragem de dar a cara aos tapas, socos e murros que bem merece!

 

No cú do Lula tem petróleo para todos!

O cú do Lula para vocês que ficam nas redes sociais achando que o petróleo é nosso!

Fodam-se em verde amarelo e purpurina e futriquem a vonté sobre o leilão do petróleo seus vassalos da Rede Globo. Juntem-se ao Black Bloc e tomem banho de gasolina no posto mais próximo da próxima passeata e acendam um fósforo no rabo e se explodam.

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Acham mesmo que alguém nesse país vai mudar o preço da gasolina ou de qualquer derivado do petróleo reclamando? Parem de andar de carro financiados até o talo e deixem de ser falsos moralistas com falsa consciência ecológica e andem a pé seus orelhas secas da classe média com escolaridade meia boca.

Nem ao mesmo sabem o que é uma CIDE do combustível e ficam pagando de entendidos sobre essa merda de royalties, Pré-Sal e Petrobrás! Nem o Lula sabia o que era CIDE naquele debate eleitoral quando o Garotinho perguntou para o mesmo sobre o tema. E olha que o Garotinho não é lá essas coisas sobre o assunto!

Daqui a pouco aparece o Eike Batista pedindo pra perfurar o cú do Lula, para explorar a xavasca da Dilma em busca de petróleo e enquanto isso o povão que adora carrinho financiado e motoca de cem cilindradas continua enchendo o rabo dessa corja com impostos e contribuições, desde daquele IPI até a CIDE, sem notar que são eles quem pagam o pato e não adianta reclamar na rua!

Eis o comento daquele trancredista-aeciano mineiro castiço:

“O PETRÓLEO É NOSSO!” Esta será a partir de hoje a frase mais falsificável por pelo menos mais 35 anos, a despeito das promessas anti-privatizações e anti-entreguismo.

Campo de Libra. O que vem depois? Aquário, Sagitário, Capricórnio e Peixes? 

Paradoxalmente a esta nomenclatura astrológica, estamos falando de uma riqueza que se encontra nas profundezas do mar e que, ao andar dos leilões, não vai sobrar nada nem ao céu, em terra ou no mar. Parcerias são boas para o partido, mas e o país, ganha o quê?

Um “negoção” da China e para a China, literalmente”.

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Um beijo de língua da presidente da Petrobrás pra vocês seus noias midiotizados!

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