Arquivo da categoria: Filosofia de Bar

Vodoos, sortilégios e feitiçarias…

Vodoos, sortilégios e feitiçarias é a isso que muitas mulheres mal amadas recorrem para conseguir vingancinhas fajutas ou infernizar a vida alheia de seus desafetos e até mesmo arrumar maridos…

Para mim magia ou macumba ou qualquer coisa do tipo é conversa de pescador na maioria dos casos, pois os seus praticantes e adeptos não passam de charlatães e estelionatários cheios da lábia que vendem ilusões para pessoas já iludidas por si próprias. Em outros casos a arte de usar algum poder sobrenatural, elemental, natural ou energético para produzir algum ataque para mim é coisa típica de seriados americanos sobre vampiros, bruxas ou sogras que infernizam a vida de um monte gente ou papo furado de nerd sobre jogos de luta, RPG e outras bossas.

Esses dias ouvi a história sobre um grande feiticeiro que prosperou na sua carreira no submundo da bruxaria fazendo o vodoo da geladeira. O ato de magia consistia numa coisa tão banal e simples e supostamente tão poderosa que até uma criança em idade pré-escolar é capaz de operar tal magia. O vodoo consiste em colocar um bilhetinho com o nome da pessoa que você detesta no freezer e deixar que o ar refrigerado gélido opere seus efeitos maléficos sobre aquela pessoa, sei lá, tipo assim, congelando a vida dela ou algo assim… Ora bolas do meu saco! Como é que acreditam numa coisa dessas? Como se o gelo tivesse poderes sobrenaturais e como se uma simples geladeira fosse um portal para o além e contato com entidades hiper-mega-ultra sensoriais capazes de congelar ou fazer a pessoa entrar numa fria… Para mim isso parece mais picolé de papelzinhos com nomes de pessoas chatas dentro da geladeira e nada mais do que isso. Qualquer propriedade sobrenatural ou mágica que isso possua para mim não passa de lorota!

Desde que o homem deixou de ser macaco, peludo e irracional, a magia do quente e frio é praticada. Por exemplo: Os homens das cavernas usavam a magia da fogueira para assar a carne abatida dos mamutes. Nesta época já existiam bruxos que faziam poções miraculosas misturando mato, pedras e água quente. Foi usando mato e água quente que descobriram os efeitos do chá. Deram a essa prática da magia o nome de “chámanismo”.

Cerca de 8000 anos atrás, os celtas usavam a magia da floresta, conhecida naturalmente como “magia da floresta”, para criar encantos e chás psicotrópicos e outras cositas mais. Estes chás de plantas e cogumelos faziam os guerreiros celtas verem criaturas monstruosas. Foi assim que surgiu grande parte da mitologia celta, como os banshees e as fadas. Esse conhecimento da magia do mato alucinógeno ficou conhecido como druidismo. Foram os celtas também que inventaram as palavras mágicas tais como abracadabra e pozinho de pilinpimpim.

Com o passar do tempo a magia passou a ficar colorida. Passaram a existir magia negra, magia branca, magia cinza qual é uma mistura da magia branca com a magia negra. Quando a pessoa consegue agradar gregos e troianos, ou anjos e demônios, ela consegue ter o domínio da magia cinza. Ela não pode ser usada para o bem porque os demônios não iriam gostar e nem para o mal porque os anjos não iriam gostar, ou seja, não serve pra nada mesmo.

Temos ainda a magia verde que é o uso da natureza para criar feitiços. É a magia usada por druidas, maconheiros, xamãs, pajés e curandeiros. É também usada pela homeopatia e a medicina alternativa de A a Z. É a magia dos hippies e dos ecochatos.

Outros exemplos de magias coloridas

  • Chá de Santo Daime:Uma mistura de ervas que faz as pessoas vomitarem até a alma para a purificação interna.
  • Cachimbo da paz:Usado pelos índios para conversas com os espíritos dos índios guerreiros.
  • Herbalife:Não se sabe ao certo, mas dizem que este produto é milagroso.
  • Chá de cogumelo:Usado pelos berserkers para libertar o demônio interior.
  • Produtos Jequiti:Tentativa de Silvio Santos de entrar no mundo do comércio de produtos milagreiros.
  • Magia Vermelha: A magia do amor. Vermelho é a cor do coração. Depois que inventaram o viagra, essa magia caiu em desuso e passou ser azul.
  • Magia Amarela:A magia do dinheiro. Amarelo é a cor do ouro. É mais fácil roubar ou ganhar dinheiro com sistemas de pirâmides do que ganhar dinheiro através da magia amarela.
  • Magia Azul:Magia da água (?). é tão importante quanto o estado do Acre.
  • Magia Marrom:Marrom é a mistura de vermelho com verde, portanto, magia marrom é a magia do amor através das plantas. Tão importante quanto a magia azul que antes era vermelha antes da invenção do viagra.

A mais temida das magias coloridas é sem dúvidas a Magia Negra – também conhecida como  Enguiço. A magia negra é uma prática milenar de se fazer justiça com as mãos, usando unhas, mechas de cabelos, dentes dos outros, cercada de vários outros nomes bonitos pra enganar os leigos, como WiccaCelta ou Igreja Mundial do Poder Deus

A magia negra começou na antiguidade, nascendo junto com império egípcio, tendo seus primeiros registros na Bíblia. O primeiro relato da descoberta da magia negra foi do momento em que Moisés jogou kisuco de morango, ou um pó vermelho qualquer nas águas do Nilo para parecer sangue. Este pó mágico  foi a primeira de inúmeras descobertas dos magos e bruxas que atravessaram gerações com seus truques e progressos que beneficiaram a humanidade.

Dentre tantos progressos, vieram a descoberta da amarração definitiva, do olho gordo, todos patenteados por Merlin, o mago. Com o passar das eras, foi no Reino Unido que surgiram muitos outros magos e bruxas especializados na arte da magia e bruxaria.  A partir das diferentes culturas dos povos da ilha bretã nasceu a principal pseudo- religião chamada de wiccanismo  O mistério wiccanasceu na época as bruxas eram feitas churrasquinho nas fogueiras da Inquisição, mas suas crenças foram mudando desde o início. Atualmente os wiccans acreditam numa população metropolitana de deuses, fadinhas, duendes, gnomos, digimons, ninfas e até Garibaldo da Vila Sésamo e em políticos do PT também. Qualquer coisa inexplicável e sem fundamento que seja desconhecida eles cultuam sem pensar duas vezes e com isso a fé wicca tem prosperado e muito nos últimos anos.

Demonizando a classe média paulista às custas da mesma

Já versava algum grande mestre da antiguidade: “Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência”.

Toda vez que vejo uma foto de Marilena Chauí ou leio ou escuto algo da lavra da mesma fico dez dias sem ter ereção tamanha é assombração que essa pseudo-intelectual deletéria consegue manifestar sobre esse pobre diabo…

Aquele discursinho batido de ranço contra a classe média paulista tendo como pano de fundo uma prefiguração teórica marxista de ideologia de classes é algo que beira a demência, mas que para universitários com minhoca na cabeça e adeptos de Marx, e acreditem se quiser, ao mesmo tempo adeptos de carteirinha de Nietzsche, é algo tão sem pé nem cabeça que é realmente assombroso.

O engraçado é que dona Chauí na sua ideologia sobre o sujeito da bastarda classe média paulista traduz necessariamente os interesses da classe a que ela mesma pertence em demonizar esta ou aquela classe e gerar a luta de classes por pura desfaçatez intelectual. Ou é isso ou ela está livre de alguma codificação social e não pertence a nenhuma classe social ou local de forma milagrosa? É risível que uma mulher com setenta anos nas costas por pura intolerância social oriunda de fanatismo por piadas de mal gosto e falta de gabarito intelectual passe os seus dias teorizando sobre a classe média paulista com veneno escorrendo pelo canto dos beiços moles visando apenas com isso tornar-se uma espécie de procuradora dos pés rapados vadios de toda sorte, a começar pela própria platéia universitária amaconhada e indolente que a aplaude nos seus descalabros contra a classe média paulista ora fascista ora burguesa e tantos outros abjetos adjetivos proferidos pelos seus macaquinhos adestrados vestidos com camisetas do Che.

Parece evidente que não exista vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo, portanto, não haveria ideologia de classe. Isto é,  toda essa conversa fiada de Marilena Chauí é obviamente  uma a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com a qual simpatiza ou odeia. Em primeiro lugar cria-se uma série postulados de como a classe social ideal deve ser, agir e pensar como bem manda o figurino marxista que quer tornar todos manada, e por isso mesmo tal conteúdo deveria ser objeto de objeção dos supostos seguidores de Nietzsche que odeiam toda sorte de moral de rebanho, pois no fundo é isso que o marxismo e socialismo faz na prática com os indivíduos que apoiam essa ideologia arrebanhadora de séquitos.

A seguir, depois de criar abstracionalmente a classe social dos sonhos com toda sorte e desmedidas de delírios sócio-políticos e econômicos, basta por mera inversão de valores e fantasia intelectual e moral, criticar toda e qualquer classe que não se encaixe na tão sonhada classe social perfeita e tão moderna e adequada aos interesses do Estado e com isso temos a sociedade planificada por teólogos de São Marx.

Assim sendo, teoria de Marilena Chauí sobre a classe média paulista é demolida e só faz a cabeça de quem não tem estudo, talento e experiência com versava logo no começo… Todavia, a velha pseudo-filosofa já se deformou tanta gente desavisada com essa ideologia barata e sem nexo com a realidade e já incentivou tanto a odiarem a classe média que todos nós esperamos sinceramente do fundo do nosso coração que estes seguidores dessa senhora logo estejam na classe alta ou permaneçam na casta mais baixa como sinal de fidelidade aos preceitos de sua mestra que é segundo estes mesmos seguidores um patrimônio da humanidade apesar de sobretudo, em que pese os fatos, ter sido sustentada anos pelo dinheiro do contribuinte classe média paulista recebendo gordos salários de quem odeia. Ou seja, a bem da verdade, a dona Marilena cuspiu no prato que comeu a vida toda….

Nota de esclarecimento

Gostaria de corrigir um erro cometido no post “Foucault é a mãe!”. Ontem na calada da noite a assessoria de imprensa do famigerado pseudo-intelectual e poser de São Pedro do Sul, informou que o notável Claudio Homrich, ora aclamado por uma pedagoga local como grande pensador municipal daquela paragem acerca de inúmeros assuntos; não é sustentado pelo próprio papai bacana, mas sim que é bancário da Caixa Econômica Federal e que banca por si próprio os próprios vícios nocivos a idoneidade moral e mental há cerca de alguns anos.

Fico feliz de reconhecer que o garotinho criado a leite com pera evoluiu e já tem economia própria e banca suas próprias gandaias, bebederias e outras extravagâncias que não convém mencionar para não escandalizar os munícipes mais conservadores que detém hábitos sexuais convencionais. Fico ainda feliz em saber e ter a honra de informar que o ícone intelectual de São Pedro do Sul estará em breve, creio que nesse final semana, dando uma conferência de filosofia em algum bar, boteco ou bolicho da cidade, restando apenas confirmar o local.

Segundo consta o nobre pseudo-intelectual gaúcho irá dar o ar da graça de suas madeixas em algum estabelecimento etílico da cidade na companhia de seus seguidores dos quais eu destacaria figuras com passagem policial por desacato a autoridade, calúnia e difamação, rixa e lesão corporal dentre outros tipos penais mais severos os quais prefiro não comentar devido ser fiel adepto do princípio da presunção de inocência até o transito em julgado dos processos crime ora em decurso nos quais estes figuram como réus.

Aproveito essa nota e reitero os meus sinceros votos de progresso ao município de São Pedro do Sul, confiando na capacidade de seus ilustres moradores e na boa índole de sua sociedade dos quais se destaca o pequenino Claudinho que honra a memória de Crescêncio José Pereira.

Foucault é a mãe!

Nelson Rodrigues tinha razão ao dizer: “De gente burra só quero vaias”.

Na calada da noite de ontem estava conversando com uma garota um tanto conservadora sobre os evolucionistas dizerem que os homens são infiéis por necessidade biológica para que a espécie humana continue. Sim os machos são infiéis por natureza; são pré-concebidos pela mãe natureza com o desejo de fecundar todas as fêmeas possíveis. Explicava isso para a garota para retirar da mente obsoleta dela que eu não passava dum vil galinha mulherengo com síndrome de Don Juan. No meio da explicação fui interrompido por um pseudo-intelectuais sulista de São Pedro do Sul que taxava-me de homossexual enrustido pelo simples fato de ter falado a verdade sobre devasso Michel Foucault. Um tanto pitoresco taxar de gay quem diz algo contra o ídolo gay do mesmo.

Há pessoas que se auto denominam rockeiros, mas em alguns casos são conhecidas como posers, e estes geralmente usam como pretexto gostarem de rock para terem alguma personalidade visto que não possuem aptidão psicológica ou emocional para se tornarem uma pessoa com identidade própria.

O famigerado filhote de rábula Claudio Homrich, ou Claudinho para os mais íntimos, é um desses típicos seres que se encaixam nessa descrição.  Segundo consta ele é sustendo pelo papai bacana o qual banca o garotinho e seus amiguinhos maconheiros por tabela e outras extravagâncias que o rapazola é chegado. Esses dias o garotinho um tanto mimado resolveu arrumar encrencas nas redes sociais e resolveu me amolar no facebook escrevendo cartinhas repetitivas  para me taxar de homossexual enrustido que não deveria ter direito de expressão na democracia devido ao fato de ter discordado da opinião do mesmo sobre o famigerado Michel Foucault seu grande ídolo o qual endossa todas opiniões e hábitos devassos

Eis a verdade que disse que deixou o pseudo-intelectual gaúcho fora de si: Mencionei que Foucault era uma bichona chapada, um drogadão que defendia o uso indiscriminado de drogas e além disso, Foucault também defendia a descriminalização de todo tipo de sexo incluindo: incesto, pedofilia e estupro. Tudo com o objetivo, segundo ele, de suprimir a culpa, e reinventar o corpo e seus prazeres.   Qualquer coisa parecida com Jean Wyllys não é mera coincidência.  Outra coisa que Foucault defendia era o regime do Irã dizendo que o Estado xiita não é uma ordem política repressiva. Mas será que ele sabe disso? Creio que não…

É sabido que há muitos seres sub-pensantes em nossos meios acadêmicos que defendem o “de haut en bas dévergondé” com unhas e dentes, e seguem o mesmo estilo de vida devasso e chapado de seu ídolo por simplesmente serem manipulados por seus docentes e orientadores acadêmicos – os quais escondem ou também desconhecem as vilanices foucaultianas – que simplesmente lavam o cérebro dos seus alunos usando os artimanhas retóricas das mais sortidas dentre as quais se destaca a redução ao absurdo e ad hominen caso você discorde de qualquer dizer sacrossanto de Foucault. Pois bem, esse parece ser o caso dum tal Claudio Homrich. Esse demente ficou defendo Michel Foucault como se tivesse falado mal, ou melhor, a verdade, sobre a mãe dele. Ao mencionar o que é de conhecimento público – que Foucault era viado e drogado – parece que este desavisado tomou pela primeira vez na vida conhecimento que seu ídolo era um queimador de rosca inveterado e que vivia chapado enquanto misturava anarquismo com concepções de Nietzsche em suas aulas politicamente corretas da nova esquerda.

Creio que não seja por acaso que os alunos das universidades aderem tão facilmente ao pensamento de Foucault e se tornem pessoas permissivas que deixam se levar pelo laxismo. Eles idolatram esse tipo de pensamento e aprendem isso com doses maciças de cinismo intelectual nos anos da graduação universitária. Repudiar qualquer forma de tradição filosófica que date mais de duzentos anos é ser intelectual e livre pensador para eles e doa a quem doer. O que vemos na realidade é que grande parte desses são apenas mais uns como tantos outros na multidão ou na manada de adeptos facilmente seduzidos e manipulados por uma intelectualidade vazia do século XX. Vemos repetidas vezes que muitos que ingressam nas faculdades de ciências humanas e são recebidos com saraivadas de relativismo moral, ateísmo, drogas e sexo fácil e ao final do curso estão graduados em falar mal da moral careta da Igreja Católica, que ter relações sexuais com qualquer pessoa por pura necessidade de satisfazer a lascívia é uma conquista cultural e que usar todos os tipos de drogas e defender todas as teses do socialismo anti-capitalista, todas as vertentes do aborto, liberação sexual e das drogas é ser contemporâneo e mente aberta. No final das contas agem todos se fossem filhos de ninguém mais ninguém menos que Michel Foucault. Isto demonstra por si só uma realidade condizente com as nossas faculdades e universidades que não formam pensadores independentes, pelo contrário, são uma linha de fabricação de pseudo-intelectuais e viciados e quiçá de futuros Jean Wyllys que defendem toda sorte de projeto indecoroso da agenda da esquerda.

Foucault louco

Essa crítica não quer dizer que todos os alunos sejam assim tão facilmente manipulados, mas sim que devemos ficar atentos a equívocos causados por essa sua peculiar formação que recebem na graduação universitária e sua inutilidade prática para o avanço do conhecimento em diversos campos. Nesse caso, refiro-me ao constante equívoco quanto à realidade e verdade sobre história da humanidade e do conhecimento e seus valores morais e intelectuais mais elevados. São tantas as distorções que impregnam os cursos, docentes e alunos que muitos já perderam totalmente a percepção que viajam na maionese o tempo todo renutrindo delírios filosóficos gerados em sala de aula. Vemos notoriamente que muitos são meros papagaios, pois são capazes apenas de repetir julgamentos repetidos à exaustão nas faculdades e redes sociais, os quais julgam científicos e racionais, mas que no fundo são sem nenhuma responsabilidade ou autenticidade intelectual e também fruto da indolência acadêmica dos alunos.

Proponho que da próxima vez que os indignados sem causa que me atacaram nesse último episódio, antes de me taxarem disso ou daquilo, ao menos leiam e estudem a obra do autor que defendem com juízo neutro de valores e não influenciados por professores e seus amiguinhos filósofos de boteco. Recomendo que leiam também autores que refutam os mesmos ao invés ocuparem o seu tempo seja na faculdade ou nas redes sociais fazendo o óbvio; que é passar recibo de universitário maconheiro ignorante  que entrou no esqueminha do faz de conta da galera que se acha o máximo da intelectualidade sem ter estudado nada até o presente momento. Do contrário, espero que  sejam trancados em alguma instituição de recuperação de viciados, e só saiam de lá quando  descobrirem que não são donos do mundo e que a  faculdade ou as redes sociais não é  quintal para os seus delírios pseudo-intelectuais…

Agora podem me vaiar à vonté!

Nota de repúdio às piriguetes e solteironas chatas

Ser devassa no Brasil é modinha. As garotas que ao invés de estarem aprendendo a cozinhar, estudar com esmero, e ter virtudes morais para serem boas mães e esposas ou algo na vida, estão a se perder do bom caminho. Na maioria dos casos essas garotas guiadas por novelas e influenciadas por companhias dequalificadas estão em baladas servindo de corrimão e se embebedando e jogando suas reputações na lama. Se tornou normal ser piriguete e querer ser popozuda ou ser a mina mais cool de qualquer lugar.

Não estou exigindo que essas meninas atoleimadas e cafonas sejam mulheres conservadoras baluartes da moral quatrocentona. Estou pedindo que sejam normais, sem tanta fanfarronice e sinceras consigo mesmas. Não é proibir de usar shortinho e mostrar a barriguinha e fazer biquinho, e sim saber quando usar shortinho e mostrar a barriguinha e fazer biquinho. Não estou querendo impor a burca ou qualquer coisa do tipo, só solicito que essas devassas sejam normais novamente, que essas meninas despudoradas com sex appeal no nível máximo 24 horas por dia deixem de agir como se fossem prostitutas em busca de clientes.

Confesso que sou um mulherengo incorrigível, mas sempre preferi as mulheres difíceis. Sim, as mais dífíceis, àquelas que tem algo além do rostinho bonito e corpão, roupas que são apenas decotes, minisaias e shortinhos e suas idéias são oriundas de telenovelismo e revista de fofocas. Cheguei ao ponto de dar em cima duma noviça carmelita devido a atração que aquela moça recatada emanava com sua pureza! Entre uma “presença de Anita” e uma “Noviça Rebelde” eu ficaria com as duas certamente, mas em termos de conquista amorosa o melhor seria conquitar a noviça sem dúvida.

Não me venham dizer que estou equivocado, por favor me poupem desse abjeto falso moralismo. Todo bom homem que tem um pingo de dignidade sabe que ser corno não está nos planos de ninguém, e que namorar ou se casar com uma escroque que escuta Bonde do Tigrão e vive trajada como se fosse uma meretriz aumenta e muito as possibilidades de ser corno. Deve haver dados estatísticos sobre isso inclusive.

As mulheres mais maduras e ainda solteironas também precisam repensar suas condutas. Elas apesar de não serem piriguetes também estão de mal a pior ao meu ver. Sempre reclamando dos homens serem cafajestes, de que nenhum deles presta, que isso e aquilo…Ora minha filha, acorda! Homem não gosta de mulher pedante e cheia de frescuras não! Se você está encalhada ou é porque é um canhão ou porque é muito chata mesmo e nada está bom para você sua fresca! Se você mulher brasileira quer um príncipe encantado, mas nunca foi lá uma princesa cheia de encantos e virtudes tire seu cavalinho da chuva e vá se orientar no psicanalista mesmo minha filha. Homem bom e decente tem aos montes, mas eles não querem saber apenas dum pedaço de mal caminho, eles querem companheiras e amantes com cumplicidade numa mesma mulher em boa parte dos casos. Então os solteirões e solteironas, independente de sexo, aprendam a ser cavalheiros e damas em todos os sentidos senão o cartório só vai ter casamento gay daqui uns anos por modinha também!

A coisa anda indo por caminhos tortuosos que casamento hoje em dia é um dos itens mais evitados a todo custo na lista de muita gente. Tem gente que não quer casar justamente com medo de quebrar a cara por ter escolhido errado ou porque acha que essa coisa de “até que a morte os separe” é muito séria e longa demais para uma vida onde o melhor é aproveitar a liberdade. Nada contra com quem não quer casar ou não se casou. Cada um que faça o que bem entende da sua vida afetiva. Só que ficar reclamando de que está sozinho por falta de melhor opção é contradição. Procure a agulha no palheiro e não a cara metade que a coisa muda de figura. Vira o disco e parem de dizer que ninguém leva ninguém a sério. Isso é mentira!

Então meus queridos leitores e leitoras, espero ter contribuido mais uma vez para que suas vidas sejam melhores com essa pequena reflexão. Me perdoem os que se sentiram magoados com algumas observações. Afinal, se a carapuça serviu a culpa é sua e não minha!

rafael

 

 

Paulo Ghiraldelli o esquizofrênico maledicente das redes sociais

http://ghiraldelli.pro.br/2013/03/calligaris-eu-torturaria/

Calligaris, eu torturaria! | ghiraldelli.pro.br

ghiraldelli.pro.br

Entro no debate Calligaris-Marcelo Coelho-Safatle sobre a tortura, mas sem fugir dos termos do psicanalista.

Curtir ·  · Seguir publicação · Compartilhar · há 8 horas

Tratado sobre a embriaguez

Todo aquele que se embriaga deveria saber as razões pelas quais se embriaga. Ao menos por prudência e sabedoria.
Encher a cara não te fará mais sábio ou prudente com toda certeza, mas saber os motivos certos para se embriagar é uma arte que deve ser levada a sério e praticada com disciplina espartana.
Esses são os requisitos básicos para perfilar-se com Baco e não com os relés mortais que se embriagam dia após dia sob o pretexto de afogar as mágoas. A bebedeira desenfreada não é religiosa nem mesmo benéfica ao espírito. Afinal de contas o homem que se entrega por longo tempo a embriagar-se se encontra servo da bebida e sem a retidão de personalidade necessária para se livrar do vício quando seu fígado ou discernimento e autodomínio já estiver corroído pelo álcool. Seria como se aprisionasse num alambique e sem saber como sair deste recipiente cavasse sua própria sepultura.
Não inspira prudência nem admiração àqueles que bebem por não serem capazes de evitar a tentação duma garrafa. Esse tipo de pessoa não passa de alvo da própria degradação pueril e sistemática duma moléstia que o levará a associações de auto ajuda. Seria sensato alertar aos incautos que beber e depois passar a se vangloriar e proferir uma repetição monótona de palavras vulgares se trata de perniciosa aberração não oriunda do estado ébrio, mas sim duma condição moral execrável e anômala a razão. Por tal motivo é que eles precisam se associar numa sessão de auto ajuda para fazer uma catarse das ações que fizeram sob domínio do álcool.
O acaso e a circunstância também não ressoa como motivo ideal para se embriagar. Todavia, pode-se tolerar aquele que bebeu nesses casos e não taxá-lo tolo, ficando apenas razoável ser taxado de imprudente caso dê algum vexame. O resultado desse tipo de embriaguez não é funesto como o primeiro daquele que bebe inveteradamente cotidianamente e por isso é passível de ser relevado.
Aqueles que possuem temperamento meio nervoso e irritadiço é recomendável que se embriague em locais adequados longe de armas e punhais para que  não venha a suicidar por uma taque de histeria compulsiva ou se tornar um potencial homicida do companheiro de algazarra ou muito menos premeditar e levar a cabo uma vingança pessoal em estado etílico.
O ato de se embriagar deve ser solene e amiúde a fatos que mereçam serem homenageados como uma bela noite de luar, um belo dia de sol, uma bela manhã de inverno ou uma bela tarde de outono. Contemplar o clima e a natureza tomando uma bebida adequada à situação é uma motivação aprovável e sensata para se embriagar.
Outras motivações que são originalmente banais e também são aprovadas são aquelas que remetem a embriagar-se durante as festas de bodas e aniversários e até mesmo por ocasiões de funerais de entes queridos. Além disso, e sem sombra de dúvida, embriagar-se para comemorar o findar de mais um dia de labuta e trabalho é plenamente aceitável e edificante caso o indivíduo esteja apto a ir trabalhar no dia seguinte.
Recomenda-se ainda que os dias de descanso e finais de semana, bem como, os passeios noturnos sabáticos sejam regados a álcool e de preferência em companhia de mulheres insinuantes que estejam dispostas a consumir pouca bebida e a partir disso entrega-se aos prazeres da carne em ocasião posterior.
Devem ter notado que há um leque de opções amplo para que se possa embriagar de forma serena e sensata sem causar maiores transtornos e extasiar-se com momentos sublimes sob o efeito de um bom produto etílico seja com gelo ou in natura.
Deveras o que não se pode fazer é incorrer numa sobriedade tão lamuriosa que quando se bebe se faça aquilo que venha a mente com um lampejar de tolice. Tais coisas devem ser feitas após a embriaguez, pois na verdade, a maioria delas sem dúvida serão atos tão insensatos e bestas que poderão arruinar a reputação de seu executor e lançar sobre o ato de embriagar-se má fama imerecida. E isso é imperdoável.

“Homens Cigarros”

Estava num bar, aguardando a chegada de um amigo, não pude deixar de prestar atenção em meia dúzia de mulheres sentadas na mesa ao lado. Resumo da conversa entre todas: Homem cafajeste é igual a cigarro: vicia, dá prazer, mas faz um mal do caraio.

Ah! E a maioria dos “homens-cigarros” são batizados com uma misturinha alucinógena…minhas queridas!

A mulher fica tonta, vendo coisa, enxergando um futuro que nem existe.

Falando nisso…vai um aí?

A ladainha do Bin Laden

Hoje ao final da tarde tomando uma cervejinha com os Hubtenberg Bothers, o famigerado desmistificador das bizarrices globais o guru J. Quincas  disse que deveriam lançar uma ladainha para cultuar o Bin Laden e entoá-la como um mantra: Sifu Bin Laden Sifu Bin Laden Sifu Bin Laden !!!

Ora bolas do meu saco, a mídia só fala nesse desgraçado faz duas semanas como se fosse o assunto da moda, ao invés de tratar de assuntos da ordem do dia como emprestar bilhões para o Paraguai fazer sei lá o que com essa grana, ao invés de mostrar a incompetência do governo que não realiza as obras da Copa, e outras coisas como porque vai prescrever o crime de formação de quadrilha da turma do Mensalão!!!

Mataram o Bin Laden naquele protótipo de CHDU no Paquistão, ou de Minha Casa Minha Vida, para divulgar a obra inerte do governo petralha. Mataram ele que não tinha nem sequer um estilingue, nem uma escopeta calibre doze enferrujada, nem uma bazuca de brinquedo pra se defender, só tinha pornografia para ele ficar batendo uma bronha lá no moquifo dele.

Estava na cara que matar o Bin Laden era o sonho de consumo de qualquer presidente mau caráter do Tio Sam, ainda mais do Obama que é acusado de ser um falsificador de quinta categoria da própria certidão de nascimento e diploma duma universidade que nunca cursou.

Agora quem será que o Obama vai mandar matar sem autorização do congresso norte americano? Fidel, Hugo Chávez, o Armadnejad??? Todos esses amigos do peito do boca de litro do Lula.

Os binladeanos, isto é, adoradores do finado barbicha de bode com anemia estão putos da vida e uma hora ou outra vão dar o troco. E na minha humilde aposta eu acho que vai ser feito isso nas Olimpíadas de Londres, vão enfiar como diria Olavo de Carvalho uma piroca de rinoceronte na bunda quem sabe da nova princesinha fashion Kate Middleton ao jogar no palácio de Buckingham um ovni roubado da Área 51, a base secreta que esconde o ET de Roswell e a Arca Perdida do Indiana Jones, e outras quinquilharias malucas, como até porque não o defunto do Osaminha!!!

Sifu Bin Laden!!!

A ébria filosofia de vida dos finados

Como dizia o velho Bukowski: “É este o problema com a bebida… Se acontece algo de mau, bebe-se para esquecer; se acontece algo de bom, bebe-se para celebrar, e se nada acontece, bebe-se para que aconteça qualquer coisa.”

Quero lhes falar sobre a minha ex sogra cachaceira que todo santo dia bebia aquela vodka com Tang, e depois fumava meio maço de Hollywood – como disse Raulzito “O cigarro do sucesso” – e depois disso começava a psicografar ou receber entidades mediúnicas (mais sóbrias que ela por sinal) e ficava mais uma meia hora falando abobrinhas do outro mundo ou do além do alcoólico das almas penadas.

Nesse ponto da existência de um jovem nerd que namora, ou melhor dá uns pega, rola forte, dá uns fight na filha da dita cuja, tudo isso não passa de diversão por sinal muito bizarra.

O fato é que além da bebeira habitual diria ao melhor estilo mesa branca, havia também celebrações de toda espécie de desgraça e sorte com bebidas tipo Montilla se fosse algo legal, e a maledeta vodka com tang a rodo se fosse algo comum, e se fosse um perrengue daqueles se misturava  o que houvesse no estoque.

Nesse ambiente alcoólico seria fácil aprender a apreciar a bebidas como óleo de freio de Scania ou querosene puro, mas o comum era mesmo regar o fígado com Campari e Bacardi até ficar doido e peidar fogo.

Esses dias a triste notícia, a coroa pé de cana mórreu, e numa forma de homenageá-la tomei uma dessas caipirinhas mais obsoletas em sua memória, e fumei um cigarro juntamente nesse “ato fúnebre” e isso me fez lembrar de Henry Allingham, veterano da Primeira Guerra Mundial e considerado o homem mais velho do Reino Unido, que completou 113 anos de vida.

Allingham, que viveu em três séculos, sob seis monarcas e 21 premiês, resume sua fórmula de longevidade em três itens: “cigarros, uísque e mulheres fogosas”. Taí creio que seja essa também a filosofia de vida que aprendi naquela época na casa da sogrinha chegada num mé…