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“Vocês são tudo coisado”

Esse povo idólatra do PT que enaltece corruptos condenados como vedetes da moral e bons costumes não adora com a mesma devoção a liberdade de imprensa. Somente eles podem falar a “verdade” pelos blogs dos seus militantes virtuais e seus canais oficiais de marketing político que propagam abertamente a mentira, dissimulação e ilusão dum país sem miséria e que avança em todos os setores. O autoritarismo do PT é tanto que quer implantar a mesma lei que já vigora na Venezuela e Cuba e impedir a mídia de cumprir seu papel que é informar a nação. O chamado marco regulatório é eufemismo para controle bolivariano da livre imprensa. E se o PT se diz democrático e amante da liberdade então por que não copia da Emenda número 1 da maior democracia do planeta?

Hoje ainda o voto é livre, e isto pressupõe que os eleitores sabem votar e em quem votar com base na informação que mídia oferta para que a população possa formar sua opinião sobre este ou aquele candidato conhecendo sua biografia pública , propostas, posições e ideologias políticas. Nada disso será mais possível se o PT e seus asseclas do Senado e Câmara aprovarem regras que limita, diminuem e vedam a imprensa livre. Até mesmo esse blog sem fins lucrativos e de curto alcance seria banido por divulgar uma forma de pensar diversa e divergente da atual conjuntura social e política nacional que se diz democraticamente como maioria.

Autoritários pensam diferente e por isso retiram o direito de livre acesso a informação como meio caminho andado para retirar mais adiante o direito de voto livre e consciente. No governo militar, não se podia votar para Presidente da República, agora no golpe suave impetrado pelo PT que pretende ser o partido único que decide pelo povo, pois a cúpula considera os trabalhadores alienados e incapazes de decidir, este é o ideal a ser perseguido como seu chefe partidário Rui Falcão aponta em suas declarações logo depois de decidido o pleito eleitoral de 2014.

Isso tudo já está sendo escrito na história desse país, e por isso prestem a atenção, pois os professores alienados e alienantes made in PT estão a todo vapor ensinando que comparar as idéias de Marx as Cristo como sendo socialistas é algo natural, mas depois irão lhe retirar a fé de um e transferi-la para outro num passe de mágica. Igualmente professam coisas sobre a natureza humana colocando a igualdade comunista transformando lascívia homossexual em direitos para que sejam “todos seres humanos iguais perante a lei”. Tudo se torna estupidez, enganação e destruição que se permitirmos calados, omissos ou neutros isso tudo irá se estabelecer de forma cada vez mais aguda e profunda.

O povo pode ser traído pelo eleito, sim claro que pode, mas para isso a Democracia tem remédios, como o impedimento do governante, como no caso de Collor e tantos outros cassados pelo Legislativo ou Judiciário, e se nada disso restar é porque estamos mergulhados no Estado despótico e todos reféns da ideologia da suposta maioria democrática. Não permitamos que isso chegue a este ponto, pois teríamos que lutar pela independência em face da morte do nosso pais como uma República Democrática de fato mais uma vez.

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A vaca irá pro brejo!

Se os políticos respeitassem as leis e promovessem as mudanças que o povo pede já seria ótimo. Por outro lado apenas um cínico ou um mentiroso sem caráter audacioso pede conciliação entre o estuprador e a estuprada, seja esta uma mulher ou uma nação inteira.

Dilma Youssef, digo… Roussef  disse que vai promover a reforma política, a reforma tributária e quer unir a nação em torno desse debate. Vamos ver como o Congresso vai se comportar, pois a pauta do Legislativo está sendo sempre definida pelo Executivo e não pela sociedade através dos seus parlamentares. Nós temos um problema no Brasil: esquecemos que a maior parte das decisões importantes vêm do Legislativo que ultimamente é conivente e comprado pelo Executivo.

Mas como sabemos de longa data o comportamento político não segue demanda popular alguma, segue a necessidade do governo em manter nos trilhos seu projeto de poder a todo custo. A base logo logo entra no vagão e segue junto.

Por outro lado, a reeleição de Dilma é contrária à vontade dum mecanismo social chamado bolso do cidadão, por isso se ela escorregar nas cascas de bananas que deixou a sua trajetória futura será de extermínio da classe média e fomento da pobreza e não o que ela diz para todos que é o inverso disso, isso com toda certeza acarretará para o fim do apoio irrestrito da massa que hoje a apóia, pois a verdade irá estar tão evidente que ninguém será capaz de dizer o contrário. Afinal o bolso vazio é a única realidade que o povo sem noção entende com mais clareza.

Por mais “democrática” que tenha sido essas eleições o povo pede a cabeça de quem mete a mão no seu bolso uma hora ou outra. E o PT fez muito isso e vai continuar fazendo através do preço de tudo, especialmente da gasolina e via tributação.
Asseguro-lhes que se Aécio Neves houvesse sido eleito também escreveria coisas parecidas apenas flexionando um leve otimismo no quesito avanço econômico lento e gradual e combate contra a corrupção do PT que estaria sem blindagem a partir de então. Nada mais do que isso.

Dilma pede uma “reconciliação nacional”, mas se dirige apenas a sua base aliada magoada com as patadas que Dilma paz e amor lhes deu durante esses anos de mandato. Os termômetros ideológicos no Brasil estão fervendo e debatendo sobre esquerda e direita volver e dando apoio até para golpes militares. Toda essa discussão é em vão, o que interessa agora são as próximas batalhas entre oposição e seus soldados que são 48% da população nas trincheiras das redes sociais e outros espaços públicos. A guerra começou com duas grandes batalhas, primeiro e segundo turno, mas a movimentação estratégica e munição contra a fortaleza de mentecaptos do PT coniventes com o roubo da República faz com que a cruzada ainda seja longa e certamente vitoriosa.

Aqueles que foram chamados de “raça ariana do sul do país” por Lula e seus asseclas, de coxinhas nas redes sociais, de elite branca paulista até pelos jornalistas da ESPN Brasil, de reacionários por tantos outros, sim temos também aqueles que foram taxados de escravizadores por milhares de insanos despersonalizados sem escolaridade e cultura; todos estes são cúmplices da corja do PT. Isto é, são parasitas bolsistas que recebem sem merecer o auxílio, militantes em ambientes virtuais pagos com grana do combustível precificado falsamente, são os prevaricadores das estatais, os incentivadores de invasão da propriedade alheia, os vagabundos empadinhas que são Lulas Jrs e toda sorte de parasitas que mamam nas tetas do governo.

Há ainda os ratos de procriação parlamentar que vendem-se como prostitutas em busca dum melhor cafetão, estes, estão e estarão com seus nomes cravados nas listas do rol de culpados da Ficha Suja muito em breve! Sim todos eles serão exterminados só depende da oposição ser implacável e combatente até limpar o cenário político dessa raça viciada em mamata, improbidades e desmandos…

Não é de hoje que o PT colocou o pomo da discórdia na mesa do brasileiro em diversos cantos do país. O que era para ser uma justa ajuda se tornou numa maldição e meio de manter na coleira um eleitorado sem condições de se livrar das garras de seus novos coronéis! E este pomo é vermelho, não o vermelho do partido apenas, mas o do sangue, com seu gosto acre e seu cheiro pútrido de infâmia. Esse é o gosto pútrido como do cadáver insepulto que se tornou boa parte da sociedade brasileira!

A cada necessidade Lula recorreu aos cofres da bastarda herança maldita, das contribuições da dita “elite branca e fascista do sul” assim os usava e de outro lado acusava e apunhalava pelas costas e seus votos foram se perdendo depois disso, pois com Dilma a coisa ficou mais às claras, ela era uma versão menos convincente no drama que Lula é mestre: O drama da enganação!

Repartiram uma nação em fragmentos e despatriaram nosso dinheiro em proveito próprio. O mal maior dos pecados do PT é manter pobres os que sempre foram pobres e empobrecer quem estava ganhando a vida sem precisar se vender ao sistema ganancioso do consumismo barato da linha branca. Hoje é possível geograficamente a secessão brasileira, pois uma vez que todos são estados dependentes da federação malditamente governada por ladrões e seus lacaios. Dependentes em maior ou menor grau, mas dependentes do latrocínio moral da cidadania do mais pobre e indefeso culturalmente.
E, meus amigos e meus inimigos, tudo isso a troco de que? Duma eleição? Não! Nisto tudo está uma grande farsa de bondade que esconde um projeto de poder, de perpetuação da espécie, de identificação perene que cega mentalidade já opaca de muitos com a ideia odiosa de que acabaram com a miséria sendo que na verdade produzem mais miséria! A pior de todas elas é vender-se a quem rouba e mente e mantém refém uma nação inteira para lhe sugar o dinheiro suado e dignidade própria!

Irmãos da pátria que não sucumbiram a essa farsa medonha, farsa que combaliu com ilusões incautos e parvos, vocês desejam independência ou morte? Não há radicalismo nisso! Não, não há! É tão grande e brutal a abjeção praticada pelo partido dos ladrões e seus correligionários que mesmo que comprovada a desgraça toda, não lhes suja sequer a sola dos sapatos, pois os tribunais não aplicam mais as leis criminais ainda vigentes no país e sim a vontade do patrão ladrão! Vocês eleitores que elegeram mais uma vez a corrupção estão presos com eles moralmente em todas as condenações e encarcerados com eles da mesma forma nas prisões, por menor que seja o tempo que permaneçam por lá! Afinal eles são seus heróis e ídolos!

Hoje, nesse momento posterior a mais uma eleição onde o mando fica a cargo do partido traidor da nação, a verdade ressoa no coração e mente daqueles que em nenhum momento foram comprados pela desordem moral e intelectual que se abateu sobre a nação! Lúcidos e indignados estes irão a luta sem cessar até fazer sangrar e morrer a corrupção que transformou a República num ninho de ratos!

Engana-se a presidenta ao pensar que ela é líder duma nação hoje em dia, nunca foi, e nunca será, ela é apenas mais uma peça da engrenagem de corrupção da quadrilha de estelionatários sociais que atende pelo nome de PT!  Portanto Dilma não peça conciliação, é hipocrisia isso, pois tu queres nosso sangue e miséria desde o começo! Recolha-se a sua insignificância e aguarde teu castigo, ele virá do povo que ajudou a te colocar nessa cadeira e daqueles que nunca que te quiseram nela!

E tenho dito!

A pupila do senhor marketeiro

Ontem no famigerado debate da BAND vimos Dilma entortar a boca e Aécio sempre esboçando um sorrisinho maroto como se dissesse: “Eu ainda tenho que rebater quantas mentiras mais uai?”

Logo no primeiro bloco Aécio jogou na cara da Dilma que o Plano Real foi o melhor programa social desse país. De fato há coerência em dizer isso de certa forma, pois sem o Plano Real como seriam destinadas as verbas para os programas de redistribuição de renda? Via tabelas de valores congelados artificialmente como era feito na década de 80? Quem saberia dizer com exatidão quem tem renda superior a x ou inferior a y com a inflação correndo o dinheiro de toda população diariamente?

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Dilma parecia irritada e entortava a boca a todo momento e lançava um olhar de desdém para Aécio quando ele falava. Dilma chegou a agredir até mesmo o microfone revelando que a presidente-candidata ainda padece de cinismo incurável e não liga para quem ou o que está à sua frente.

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Quando se falou sobre a origem do Bolsa-Família Dilma chegou ao ápice da insanidade eleitoral e da mentira barata: Disse que o programa “não tem nenhum parentesco com os programas sociais do governo tucano”, o que é a mentira mais demonstrável do universo, como este blog cansou de apontar tantas outras e como felizmente Aécio demonstrou na TV ontem. Segundo a Lei 10.836/04, citada pelo candidato tucano, o Bolsa-Família tem por finalidade unificar ações de transferência de renda como o Bolsa Escola, o Bolsa Alimentação e o Auxílio-Gás, todos estes criados durante o governo de FHC. Logo podemos dizer que os espermatozoides de FHC fecundaram no governo Lula e Dilma hoje não quer reconhecer o pai da criança.

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Lula ao criar o programa Bolsa Família chamou Deus e o mundo para “sua criação” como se fossem contemplar algo originalmente concebido pela política social do PT, mas nem isso de fato aconteceu. O que ocorreu de fato foi o seguinte conforme as palavras do próprio Lula na ocasião: “Vou lembrar aqui o governador Marconi Perillo [do PSDB]. E faço aqui justiça: além de ser o estado que mais tem essa política de renda, foi o companheiro que, na primeira reunião que tivemos de governador, SUGERIU A IDEIA DA UNIFICAÇÃO DAS POLÍTICAS SOCIAIS DESSE PAÍS.” Apesar disso, Dilma insistiu na mentira no debate inteiro e, em entrevista após o fim, ainda chamou de “lenda” “fábula” “conto da carochinha” o crédito do PSDB na confecção desse programa. Eu até entendo ela dizer isso visto que a mesma vive no mundo da lua e apenas repete o que lhe é dito pelos seus marketeiros de plantão, fazendo uso duma concordância verbal digna de caipira que gosta de aparentar sabedoria que não possui.

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Como se não fosse o suficiente, Dilma mais falou de Minas Gerais do que do Brasil. Ela parecia mais uma candidata tarada por governar Minas do que por governar o Brasil. Entre uma gaguejada e outra e um xilique e outro nos intervalos em meio aos seus assessores e assistentes de marketing eleitoral Dilma continuou tentado demonstrar que Aécio foi um mau gestor público, que Aécio tem parente concursado ou voluntário trabalhando no governo mineiro é que isso é nepotismo dos mais triviais. Tentou provar o já arquivado caso do aeroporto de Cláudio que nem é dele, nem do tio-avô dele que brigava na justiça por um indenização cabível pelo terreno. Dilma só faltou insinuar com a cara lavada de maquiagem que o pó da FARC ou do CV era do Aécio sem provas e sem saber que na justiça em qualquer instância não consta mais nada sobre nada; a não ser a inocência de Aécio Neves.

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Por sua vez Dilma não se conformava com nada, queria apenas mentir, mentir e mentir e lançar elucubrações falaciosas sobre todos os assuntos advindas dos seus orientadores de plantão… Parecia querer bater no Aécio como se ainda enxergasse Marina Silva em sua presença. No final do debate agradeceu: “Esse debate foi muito olhado” – com um tom que mais parecia duma mulher que já está no aviso prévio nutrindo falsas esperanças sobre o futuro crendo  piamente que a inflação deste ano ainda chegará dentro da meta assim como ela chegará ao segundo mandato.

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Aécio Neves consolida vantagem e mercados se recuperam

Por Pedro Paulo Silveira

Sexta feira os mercados sofreram forte queda em função do pessimismo em relação em à economia global. A semana terminou com a bolsa da França caindo 5%, a da Alemanha 4,5% e a dos EUA outros 3%. O Ibovespa amargou uma queda semanal de 3%, depois de oscilar fortemente. Veja o comportamento dos mercados na sexta:

Hoje as bolsas estão reagindo timidamente na Europa mas a China emitiu sinais muito ambíguos para o mercado: dirigentes chineses e FMI chegaram ao acordo de que não será necessário nenhum pacote adicional de estímulo à economia. Apesar do sinal aparentemente positivo emitido aos agentes, essa inação pode refletir o sentimento dos dirigentes chineses de que nada pode ser feito sem piorar muito a situação de endividamento do setor privado e das províncias. Se, de fato, é isso que está ocorrendo, essa notícia tem um viés ruim para o mundo: a segunda maior economia do planeta irá crescer a uma taxa entre 6,5% e 7,5%, longo dos antigos 11% ou 12%. A notícia do dia foi o crescimento das exportações, mas elas foram engrossadas pelas vendas do Iphone; as outras rubricas vieram anêmicas. Vale do Rio Doce (Vale5) beneficiou-se da visão positiva sobre a China e está subindo 4%.

Analistas americanos acreditam na hipótese de realização do mercado acionário: depois de um longo e forte ciclo de alta, as ações podem cair 10% para, depois disso, retomarem seu ciclo de alta. Se estiverem corretos, o S&P500 pode cair mais 7% e atingir os 1.770. Os diretores do FED, que fizeram discursos na sexta feira, passaram a impressão de que a letargia da economia global está afetando as perspectivas da economia americana. Em função disso, a saída do programa de estímulo, o Quantitative Easing, pode ficar mais tarde. Mas como a economia dois EUA anda mais que presto do mundo, o dólar tente a se valorizar em relação às outras moedas e isso atrapalha a sua própria economia: as grandes corporações multinacionais dos EUA passam a ter perdas no exterior e suas exportações ficam mais caras.

Insisto em alertar que a volatilidade dos mercados nos EUA está voltando aos seus patamares normais:

No Brasil a Bolsa sobe fortemente em função da consolidação da candidatura Aécio Neves, com a divulgação da pesquisa Isto É/Sensus e com o apoio efetivado de Marina Silva. Quanto à pesquisa Isto É/Sensus minha percepção é mesma que tive, semana passada, em relação às pesquisas Verita e Paraná. É muito provável que ela esteja superestimando a vantagem de Aécio, já que 17% de vantagem em tão poucos dias parece exagero. Eis o link do post em que comento o resultado das pesquisas Verita e Paraná: http://pepasilveira.blogspot.com.br/2014/10/a-primeira-pesquisa-eleitoral-para-o.html .

Como teremos novas pesquisas Datafolha e Ibope na quarta à noite, vale a pena esperar até lá. Creio que a vantagem que esses dois institutos apontarão será menor que a do Sensus. De qualquer forma, a chance de vitória de Aécio vai aumentando a cada dia e temos poucos pregões até o segundo turno.

Tem + em: http://pepasilveira.blogspot.com.br/

Seita petralha próxima do martírio eleitoral

Enquanto Marina Silva fazia doce e ficava em cima do muro acenando para Aécio, Dilma Rousseff e seus militantes virtuais lulopetistas gastavam horas e horas a fio inventando mais e mais mentiras sobre o candidato tucano.

A começar pela bazófia no Horário Eleitoral no qual Dilma disse, no último sábado, que iria combater a corrupção, depois de, nada mais nada menos, 12 anos de poder do PT no comando da máquina pública e aparato da Policial Federal que segundo Romeu Tuma Jr serviu e muito aos interesses do PT nessa fase.

Dilma a fanfarrona se emaranha na disseminação de mentiras em campanha, enquanto isso a quadrilha petralha se locupleta fazendo miséria do dinheiro público por todos os recantos e obras, autarquias e empresas petrolíferas ou não da República.

Desfalcados de boas intenções e verdades em face do povo brasileiro o PT está chegando ao ápice de sua egolatria partidária sistemática ao ponto de tornar uma seita dogmática nos princípios de São Luis Inácio Judas Lula Iscariotes da Silva.

Até que então, Marina, em pleno domingo dia da padroeira do Brasil, reconheceu que apoiar Dilma e é pegar carona direto para o inferno e apoiar Aécio é tomar a cruz e seguir para a redenção dos pecados do PT nesses doze anos de desmandos e pecados capitais (capitais no sentido econômico)

Se a voz dos 58% que intencionam em votar em Aécio não é a voz de Deus nem a do povo vai saber. O que se sabe é que depois dessa pesquisa do instituto Sensus a militância está disposta a morrer como mártires em nome da seita luleira.

Portanto, está na hora de comprar uma vela preta e arrumar o caixão, pois o velório do PT parece certo, e a extrema unção pode vir dos próximos depoimentos dos operadores do Petrolão ou nos próximos debates na TV dos quais Dilma quer fugir deles como o diabo foge da cruz.

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos desse segundo turno, mas sem subir no salto alto, até porque tá caro comprar sapato de salto alto com essa inflação…

Índice

Não sejamos estúpidos!

Olá caros reaças, coxinhas e petralhas sórdidos leitores desse blog irrefutável!

Vamos a mais um episódio do nosso diário eleitoral do segundo turno pró Aécio Neves tendo em vista uma primeira dama loira e uma economia que saia da cova ressuscitada pelo carequinha barbudinho e suas fraguices macro e micro econômicas que demoram a funcionar devido o processo gradual ser lento e degradê, mas quando funcionam dão melhores resultados do que as pedaladas inconsequentes do Mantega.

Essa é a minha aposta tendo em vista uma avaliação prévia da atuação de ambos no cenário econômico nacional em quadros de crises ou supostas crises internacionais que se arrastam como é o caso do Guidão; o qual anda muito de bicicleta e por isso pedala muito querendo dar volta na França e FMI, mas até hoje só passou a Grã-Bretanha e voltou para posição anterior.

Nas eleições presidenciais americanas de 1992 o então candidato à reeleição George Bush (pai) era o favorito. O discurso patriótico baseado no fim da Guerra Fria e no sucesso da Guerra do Golfo uniu o país em torno do presidente. Entretanto os gastos militares e o desequilíbrio fiscal estavam abalando a economia dos Estados Unidos, provocando desemprego e queda do consumo. Foi nesse ponto que a campanha do Partido Democrata atirou.

Sempre que questionados sobre o que se baseavam as propostas e o futuro governo Clinton, ele e seus correligionários diziam sem muitos rodeios: It’s the economy, stupid! Deu certo. Clinton foi eleito e reeleito, zerou o déficit público e fez o país crescer vigorosamente.

O slogan da campanha de Bill Clinton costuma ser utilizado muitas vezes como uma forma de explicar o sucesso ou o fracasso dos governos, independentemente de onde eles sejam. No Brasil há 40 anos, mesmo sem existir o tal slogan, a relação entre política e economia está diretamente interligada. É algo natural e inseparável, pois não só o mundo gira em torno do dinheiro como o próprio instinto do ser humano o leva à competição em busca de uma evolução social.
No início dos anos 70, auge do regime militar, a população apoiava o governo que chegou a fazer o país crescer 14% em um único ano. Era o milagre brasileiro de Delfim Neto. Com o choque do petróleo o mundo inteiro foi afetado e o Brasil, que crescia baseado na importação do produto, desacelerou. A inflação aumentou, os investimentos sumiram junto com o apoio popular.
Com uma economia em frangalhos, Figueiredo abriu o país e entregou o governo ao civil José Sarney em 1985. Sem legitimidade popular por ter sido eleito vice do falecido Tancredo Neves pelo Congresso Nacional, Sarney precisou construir a sua própria imagem. E assim o fez. Em 1986 criou o Plano Cruzado, um congelamento de preços acompanhado de uma nova moeda. A popularidade do civil que apoiava os militares foi à 80%. Só por alguns meses. Depois das eleições de 86, onde o seu partido PMDB elegeu mais de 20 governadores, a inflação virou hiperinflação e o povo que se dizia “fiscal do Sarney” desapareceu. Resultado: o maranhense entregou a faixa presidencial a Fernando Collor com uma aprovação pífia.
Collor, por sua vez, aplicou uma política econômica meio atabalhoada. Seu governo até conseguiu diminuir um pouco a inflação, mas era baseado numa política econômica recessiva ao cortar o consumo das famílias com o confisco das poupanças.

Com problemas econômicos aliados às denúncias de corrupção, encerrou o seu governo com cerca de 15% de apoio popular. Itamar, o homem do fusca, assumiu o país sem muitas esperanças. Chegou a ter apenas 8% do apoio popular no final de 93. Com o início do Plano Real sua popularidade foi às nuvens e ele encerrou o governo com a avaliação positiva de 41% dos brasileiros.

Já Fernando Henrique Cardoso foi o presidente que mais sentiu as variações da economia, para o bem ou para o mal. No seu primeiro mandato, quando o Real foi consolidado através das privatizações e do controle da inflação, a taxa de miséria caiu de 40% para 30% da população brasileira. O país, apesar de não ter um crescimento que possamos classificar como ótimo em virtude das sucessivas crises internacionais, vivia momentos de otimismo e de modernização.

Consequentemente a aprovação do Presidente da República sempre ficou no azul, na casa dos 40% de ótimo e bom. Eis que logo no primeiro mês do segundo mandato (1999), o Real foi desvalorizado e os reajustes de telefone, combustíveis e energia elétrica traumatizaram os brasileiros. FHC chegou a ter apenas 13% de aprovação da população. Mas veio o ano 2000, a economia se estabilizou, o país cresceu mais de 4% e o presidente voltou a sorrir.

As curvas das pesquisas demonstravam que ele terminaria o seu mandato bem aprovado graças à economia. Eis que, em 2001, São Pedro fechou a torneira das chuvas. Sem água nas hidrelétricas o governo foi obrigado a convocar a população para um racionamento de energia. E a economia que ia bem novamente sofreu levando morro abaixo o presidente sociólogo. Nada desesperador. Com a criação de mais de 1 milhão de empregos em 2 anos Fernando Henrique viu novamente a sua popularidade subir em 2002, mas com uma pequena queda diante da crise eleitoral.

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Eis que assume Lula, que logo tratou de acalmar os mercados que tinham medo do seu discurso. Colocou o peessedebista Henrique Meirelles no comando do Banco Central e aplicou uma política econômica ainda mais ortodoxa que a do seu antecessor. O crescimento a princípio ficou estagnado e a sua popularidade foi caindo lentamente até as denúncias do Mensalão em 2005. O ano de 2006 iniciou com a dita auto-suficiência do petróleo e com os resultados de pesquisas que demonstravam a diminuição da pobreza no país aliado ao aumento do consumo. Tudo isso aproveitando a bonança mundial, coisa que seus antecessores não puderam fazer, levaram-no à reeleição.

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O segundo governo veio com um crescimento econômico vigoroso na casa dos 5% ao ano e a popularidade do presidente sindicalista bateu todos os recordes. Entretanto o início de 2009 reservou a este governo o primeiro desafio em mais 6 anos. Quase 1 milhão de pessoas ficaram desempregadas, o consumo caiu e o crescimento do PIB pode até ser negativo este ano. E adivinhe o que aconteceu com a popularidade do presidente? Caiu cerca de 10% em apenas 3 meses e  continuou despencando enquanto os problemas econômicos daquela época até hoje não foram solucionados.
Lula talvez seja o maior comunicador sócio-político que este país já viu graças a João Santana marketeiro do PT que sou usar o talento e carisma de Lula nesses quesitos. O povo gosta do que ele fala e por isso ainda o apóia. Mas, quando o assunto chega ao bolso de cada um, a avaliação muda. Lula não é imune ao desemprego e à estagnação da economia. Sua popularidade, assim como a dos seus antecessores, sofreu variações conforme o humor dos mercados e da geração de empregos.

Quando Lula promoveu um corte de 25 bilhões de reais no orçamento de 2009 que atingiu o turismo, a educação, a agricultura, a saúde, previdência social, e principalmente os investimentos em infra-estrutura através do Ministério das Cidades isso tudo passou batido aos olhos de seus apoiadores das camadas mais baixas que recebem benefícios sociais, mas os aposentados sentiram o reflexo disso no bolso devido não haver possibilidades de reajustes e aposentadorias mais abastadas a partir de então. Sem falar nos altos preços de medicamentos, alimentos, e tarifas das mais variadas.

Essa informação ainda não chegou aos ouvidos dos brasileiros até hoje, mas com certeza será sentida ao longo dos próximos anos, quando os investimentos estiveram parados nas mãos das pedaladas do Guidão que encheu os bancos estatais de grana e fez o país continuar estagnado em crescimento abaixo da média da América Latina.

Hoje vemos Argentina e Venezuela sofrendo duramente com políticas, ideologias e processos econômicos alarmantes, e diante desse cenário comparar a nossa economia e situação política com a desses dois países é uma forte tendência, visto que aqui estão sendo empregados os mesmos métodos políticos e ideológicos lá vigentes de forma insidiosa.

Dizer que 2009 e 2011 e consequentemente os anos posteriores até o presente momento são anos perdidos para economia controlada pela esfera petista é algo natural devido os números inexpressivos de crescimento do PIB e descontrole da inflação gerada nesse período. Guido Mantega deveria tratar de trabalhar para reestabelecer a economia nacional em 2010, ano de eleições que Dilma venceu, mas não está conseguindo fazer isso devido suas falhas e posições tomadas depois dessa fase serem um veneno que  ele  mesmo administrou na economia interna e o qual ele mesmo deve tomar e sucumbir.

Trocar de Ministro da Fazenda não basta também. Precisa-se alterar a filosofia de abordagem na macro e micro economia nacional tendo em conta saneamento de fatores fiscais, contas públicas, e empréstimos subsidiados para grandes empresários que poderiam recorrer a fundos privados e não ao BNDES inflado de dinheiro do contribuinte. Além disso, o cenário econômico internacional já deu demonstrações que se recupera gradativamente, e obviamente devemos pegar carona nessa recuperação gradual e crescer bem mais que zero vírgula alguma coisa visando buscar um patamar acima da média da América Latina em termos de crescimento e investimento econômico interno.

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Se não debatermos economia a fundo nessas eleições de 2014, seremos estúpidos, e se continuarmos com a atual política econômica da era Lula e Dilma, seremos estúpidos ao quadrado e cubo.

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E tenho dito!

Cenário eleitoral para o segundo turno desfavorece o PT

Como diria aquele velho redator japonês: Meus amigos e meus inimigos: A rejeição à presidente Dilma no Estado de São Paulo, Paraná e Santa Catarina dentre outros estados da federação é tão alta que está na casa dos 47% dos eleitores. Este percentual atinge a casa dos 52% de eleitores que não votariam em hipótese alguma em candidatos do PT. Em virtude dessa nova realidade – e devido ao possível apoio do PSB e Marina Silva para Aécio Neves – isso está obrigando os marketeiros e MAVs PT partiram para ataques ainda mais agressivos nesse segundo turno.

Ao que tudo indica se Aécio vencer com base nesse índice de rejeição da população ao atual governo petista isso fará Dilma & Cia sair pelas portas dos fundos do Palácio do Planalto depois de passar a faixa para o tucano.

Até como o ex-senador Eduardo Suplicy, que também é fundador do Partido dos Trabalhadores, tentou ESCONDER o nome do PT na sua campanha ao Senado. Fez isso sem sucesso, pois em São Paulo como forte reduto tucano elegeu José Serra para o Senado deixando Suplicy a ver navios dentro e fora do partido. Isso fez Suplicy pensar em voltar dar aulas de economia em algum lugar com seu velho discurso “emocionante” sobre redistribuição de renda.

Suplicy almejava vencer sua campanha para um quarto mandato de senador — visto que estava no Senado há 24 anos, e querendo mais oito anos de mandato – Para isso ele fez questão de estrebuchar em sua campanha em SP: “NÃO DIZ QUE É DO PT e nem MOSTRA SÍMBOLOS DO PT nos seus vídeos de campanha’.

A campanha de Suplicy limitou-se a mencionar o quanto ele é “honesto” e repete uma, duas, cem vezes que Suplicy “é do bem”:

Após a derrota Eduardo Suplicy parece ter ficado chocado com tratamento de seus correligionários como aponta essa matéria: “No sofá da sala –cercado de livros e fotografias da família– o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) ouve, calado, o desabafo do caçula, o músico João Suplicy.

“De dinheiro? A campanha não teve nada. O PT não deu um puto”, reclama João, ao ser questionado sobre o tratamento reservado ao pai pelo seu partido, o PT.

“E agora ele poderia ficar mais com netos, mas vai trabalhar para Dilma”, reage João, encerrando sua queixa com uma careta.

Derrotado após 24 anos de mandato, Suplicy esperava ainda ontem por um telefonema da presidente Dilma Rousseff e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva.

Enquanto conversava com a reportagem, quem ligou foi seu irmão, Paulo.

“Foi triste”, reconheceu ao telefone o senador”.

Derrotado e abandonado pelos companheiros, Suplicy sequer recebeu um telefonema de Lula ou Dilma. Parece que o que deu certo em Minas Gerais deu errado em tantos outros estados da federação nessa campanha, pois em São Paulo e Paraná os candidatos petistas Padilha e Gleisi Hoffmann em momento algum caíram nas graças do eleitorado e ficaram apenas como espectadores das campanhas do PMDB e PSDB.

Em Santa Catarina nas quatro principais cidades catarinenses o PT tombou diante de seus adversários e foi incapaz de levar o seu candidato ao governo do estado ao tão sonhado segundo turno. Tanto em Santa Catarina quanto em São Paulo, Paraná e Rio de janeiro candidatos petistas ficaram com índices baixos de intenção de votos tendo em vista toda propaganda massiva das campanhas do PT nos últimos anos se escorando nos supostos avanços da era Lula.

Em outros estados o PT também perdeu espaço dentre o eleitorado, mas ganhou em Minas Gerais log no primeiro turno, enquanto que no Rio Grande do Sul, Tarso Genro busca apoio em face de Ivo Sartori do PMDB no segundo turno.

O reflexo desse cenário nas eleições presidenciais parece apontar nitidamente para votos que não irão aderir aos planos petistas. Se uma parcela expressiva do eleitorado de Marina Silva em nível nacional votar em Aécio Neves e o percentual de votos nulos e brancos também for revertido com uma margem expressiva em favor do candidato tucano as eleições para presidente parecem apontar diretamente para que Aécio seja eleito com certa folga findando assim doze anos de governo do PT no Executivo Federal.

Marujo Lindbergh ao mar: Os ratos estão esvaziando o convés

Ora bolas do meu saco Lindbergh Farias o paladino desencantado carioca do PT! O seu discursinho enganador de ex-cara pintada anti-Collor só serve para desmascarar a si próprio e colocar em xeque mate a petralhada.

Vamos a lista de falácias do mesmo com base nesse vídeo:Lindbergh detona Aécio Neves no Senado “SQN”

1 – Lindbergh Farias é tão “competitivo” que ficou em quarto lugar para o governo do estado da Guanabara e depois da derrota nas urnas se trancou em seu apartamento no Leblon, mas antes ele passou numa churrascaria bacana em São Conrado para almoçar. Quando ele fala de inclusão social deve ser para ele mesmo, o qual reside num bairro nobre do Rio e almoça com a família numa churrascaria grã-fina enquanto o resto da população sobrevive de cesta básica e mora nas favelas do seu estado.(http://oglobo.globo.com/brasil/apos-derrota-lindbergh-se-isola-em-apartamento-deve-apoiar-crivella-no-segundo-turno-14154787)
A questão que fica é: Lindbergh Farias foi capaz de construir um discurso competitivo na sua campanha para o governo nessas eleições de 2014? A resposta foi dada nas urnas pelo povo.

2- Dizer categoricamente que 40 milhões de brasileiros entraram na classe média sendo que quem ganha R$700,00 mensais para as estatísticas do governo Lula & Dilma já são considerados classe média é no mínimo forçar a realidade dos fatos. Isto é, o governo ao baixar o patamar de renda do cidadão trabalhador para incluí-lo simbolicamente numa determinada classe social é de fato inclusão social e aumento significativo da renda do trabalhador? Incluir nas estatísticas de desemprego beneficiários do Bolsa Família que não tem emprego formal é uma taxa de desemprego real inferior a de países como França, Inglaterra, Espanha e outros onde esses benefícios assistenciais são dados para pessoas em zona de risco de sobrevivência? A dita “nova base da pirâmide social do Brasil” é no mínimo produto de manobras de estatísticas e mascaramento da realidade sócio-econômica na qual a população vive de fato.
3- Relação PIB e onerosidade fiscal na correlação feita por Lindbergh é ainda mais fantasiosa, pois 38% do PIB é advindo de tributação do Estado sobre diversos campos e setores da economia via impostos altíssimos sobre produtos e serviços e até mesmo nas operações financeiras via IOF. Além disso o atual PIB da gestão Dilma não chega a 1% sendo o pior desde a era Collor. Esse PIB irrisório mesmo com a estabilização monetária e mercado interno supostamente aquecido artificialmente faz com que o PIB ainda seja produto duma inflação que galopa a trotes largos pra sair fora da meta antes do final deste ano aumentando ainda mais preços e valores de insumos na produção que serão repassados no consumo final das família, sem citar o possível aumento gradual da taxa básica de juros via Comitê de Política Monetária. Sendo assim, um cidadão com renda de R$700,00 sobrevive sendo classe média ou deveria estar em outra categoria da pirâmide social?

4- Dilma Rousseff não melhorou em momento algum a competitividade da indústria nacional. O que vemos é a capacidade ociosa dos setores industriais aumentando mês após mês e semestre após semestre o índice de confiança do setor industrial diminuiu no governo Dilma. Como se não fosse muito, isso reflete diretamente nos postos de empregos que a indústria está deixando de criar nesses últimos anos devido a desvantagem competitiva econômica com setores industriais de outros países que possuem maiores índices de exportação e mantém a balança comercial positiva, enquanto a nossa está perto de ser negativa numa correlação de valores de exportação x importação.

5- Sobre o intervencionismo do PT no BACEN isso foi matéria de debate na campanha dessas eleições: Marina Silva manifestava o seu interesse em dar mais autonomia ao Banco Central – coisa a que o PT, mais intervencionista em tudo, se opõe.
No discurso do PT sobre essa pauta é criticado duramente por especialistas da área de economia: “A autonomia do Banco Central, um tópico obscuro em um país onde um em cada dez adultos são analfabetos” – O Financial Times por sua vez ainda declara: “tem se tornado uma controvérsia durante as eleições presidenciais”. Segundo o Financial, a campanha presidencial do PT sugere que uma maior independência do BC levaria os banqueiros a lucrarem com altas taxas de juros, encarecimento dos alimentos e a fome. O PSOL alerta que a independência do BC poderia representar uma ameaça à soberania nacional. Além disso o jornal britânico afirma que essa postura pode ser um “preocupante aumento do socialismo venezuelano” no Brasil, com essa demonização dos bancos.

Marina propôs criar uma legislação para liberar o Banco Central do controle do governo federal. Segundo o Financial Times: “As tentativas de Dilma de pressionar o BC para reduzir artificialmente as taxas de juros no país em 2012, mostram que a mudança é necessária”. Já Marina como candidata da oposição desse modelo petista declara: “Defendemos a independência do Banco Central, porque este governo com suas políticas erráticas desvalorizou o conceito de autonomia operacional e tornou-se necessário institucionalizar sua autonomia”.

Na prática, a autonomia formal significa, provavelmente, algumas mudanças de regras, como a definição de um mandato fixo para o presidente do Banco Central, Isso colocaria o Brasil em linha com outras grandes economias e a maior parte da América Latina. O BC da Colômbia é independente desde 1991 e o BC da Argentina também, embora, na prática, não tenha se separado do governo federal e devido a isso vemos este cenário caótico da economia vizinha.
No entanto, a campanha do PT e de outros partidos de esquerda usou essa proposta contra Marina, explorando as preocupações de que ela seria politicamente instável e vulnerável a manipulação das elites sendo que a mesma é oriunda do mesmo celeiro ideológico desses candidatos de esquerda.

Eis agora a cereja do bolo do Lindbergh:

6-A falácia da redução das taxas de energia elétrica: Depois das manisfestações de Julho de 2013 A presidente Dilma em rede nacional, anunciou um atípico pacote de bondades, incluindo nesse pacotão do bem a redução das tarifas referentes à conta de luz. Mas a conversa é bem outra:

“Conta de luz: relator do TCU pede R$ 7 bilhões – Ministro vê cobrança indevida e defende devolução a consumidor – O ministro Valmir Campelo, relator do processo em curso no Tribunal de Contas da União (TCU) que analisa distorções em reajustes das tarifas de energia elétrica no país, é favorável à devolução de pelo menos R$ 7 bilhões cobrados indevidamente dos consumidores. O processo entrou na pauta do plenário do tribunal ontem, mas um pedido de vistas do ministro Raimundo Carreiro adiou a votação. Antes disso, Campelo leu o relatório e seu voto, em que se manifesta favorável à devolução da quantia indevida cobrada dos brasileiros. – Caberá à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) decidir se a devolução será feita de forma individualizada aos consumidores ou se será definida com base nos próximos reajustes tarifários – afirmou o ministro, que ressaltou que o TCU tem uma atribuição constitucional para tomar essa decisão.

Prejuízo de R$ 1 bi por ano – A devolução decorre de um erro na metodologia de cálculo dos reajustes tarifários. As tarifas de energia elétrica cobradas entre os anos de 2002 e 2009 apresentaram esse erro, o que pode ter ocasionado um prejuízo mínimo de R$ 1 bilhão por ano aos consumidores no país. O voto do ministro Campelo – que ainda não foi analisado pelo plenário do tribunal devido ao pedido de vistas – determina que a Aneel calcule a diferença entre o valor arrecadado e o valor repassado dos encargos e custos de transmissão em relação a cada concessionária desde o primeiro reajuste indevido até fevereiro de 2010. Representantes de entidades de defesa dos consumidores cobraram que seja feita uma correção da metodologia dos reajustes tarifários em 60 dias e lembraram que a própria agência reguladora reconheceu que a arrecadação decorrente do erro não pertence às concessionárias de energia, mas aos consumidores”.

Os “ganhos indevidos”, segundo esses representantes, já ultrapassaria R$ 7 bilhões destacados em auditoria realizada pelo TCU em 2008. Já os representantes das distribuidoras, da Aneel e do governo presentes no plenário negaram que houvesse ganhos de receita, descumprimentos contratuais e violações aos direitos dos consumidores no episódio.” (grifos nossos)

É isso aí: Sete BILHÕES de “ganhos indevidos”, valor pertencente aos CONSUMIDORES. A “redução na tarifa” é obviamente uma falácia, conversa-mole. A população foi feita idiota mais uma vez acreditando na bondade da presidente.

Cobranças indevidas de 2002 a 2010. Ganhos INDEVIDOS num total de R$ 7 BILHÕES. Em vez de assumir essa treta, Dilma lança como “pacote de bondade” para encobrir barbeiragem da contabilidade do governo de Lula.

Mas para onde vai esse dinheiro? Vemos investimentos massivos em ampliação de obras (atrasadas) do PAC ou na rede pública de saúde, energia elétrica, educação ou transportes? Nada disso: Essa grana vai para o bolso do erário público que deveria investir essa grana em infra-estrutura em energia elétrica no Programa Luz Para Todos, mas também não foi investido nisso essa grana e sequer foi devolvida ao bolso do cidadão contribuinte.

Então pensem e reflitam: Quanto deve ter custado a compra de parlamentares do Mensalão e depois todas as manobras para comprar juízes e indicar ministros contrários as decisões de Joaquim Barbosa? Quanto custa a lista de pagamento da impressa pró-PT além do bico fechado de assessores e aliados políticos, advogados, doleiros, executivos de estatais nomeados que estão solta por aí ainda dilapidando a Petrobrás? Quanto custa todo esse aparelhamento de Estado? A conta deve bater com essa montante de 7BI não é? Sem falar nos investimentos feitos em Cuba e outros países da África e empréstimos para o MST via BNDES.

Daí o Linbergh ainda diz: “Vocês ficaram do lado dos fundos privados e não do lado do povo” Faiz favoire né seu Lindebergh!