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Dilma no país das maravilhas… SQÑ

Esse post vai deixar muito luleiro e dilmeiro pseudo-socialista com a cara de bunda, assim como Nelson Motta deixou Juca Kfouri na ESPN quando perguntando se ele era de direita. Vamos aos fatos!

Logo no primeiro dia de abertura do mercado após o governo corrupto ter sido reeleito na figura da assombrosa Dilma Yousseff tudo poderia acontecer, mas nem tudo aconteceu. O que vimos nos movimentos de  mercado financeiro foi  Dilma agindo conforme o mercado quer e recebendo ordens quase psicografadas que quem ela queria matar durante a campanha eleitoral, isto é, Armínio Fraga e toda política econômica do PSDB que já retirou o Brasil da hiperinflação e resgatou a credibilidade do cenário econômico brasileiro no exterior.

Governo Federal passou os últimos dois anos escondendo o rombo das instituições financeiras estatais e manipulando dados estatísticos sobre avanço social no campo da educação e redução da pobreza como se fosse aprendiz de ditador norte-koreano.

Menos de uma semana depois do final da campanha eleitoral, o governo da presidente Dilma passou a fazer tudo aquilo que atribuíam como intenção perversa dos adversários do PSDB.

Ingressaram com o pé no acelerador no pacote de “medidas impopulares”  usando a  tão criticada elevação da taxa de juros  – que, segundo o PT nos debates da TV era o que tira a comida do prato dos mais pobres – e depois disso ainda  aumentaram o preço dos combustíveis, e ainda planejam uma série de ações a serem anunciadas para tapar o o sol com peneira do até então camuflado rombo gigantesco nas contas públicas em especial do Tesouro Nacional e outras instituições tais como INSS e bancos estatais que eram os alvos prediletos das pedaladas de Guido Mantega.

Diante disso, ficou claro quem falou a verdade e quem falou a mentira na última campanha eleitoral. Infelizmente tinham razão aqueles que afirmavam que o governo petista tinha colocado a nação em enormes dificuldades e malabarismos financeiros que só serão resolvidas com sacrifício de grande parte dos brasileiros, principalmente dos mais pobres. A irresponsabilidade do PT na condução da economia só não é vista por cegos e caolhos fanáticos pelo partido e devotos de assistencialismo que se tornou mais uma vez garantidor do voto de cabresto do que mecanismo de avanço social.

Depois de represar dados e índices durante a última semana de eleição antes do segundo turno agora tudo se torna oficial: O déficit nas contas públicas brasileiras chegou a R$ 15 bilhões em setembro, o pior resultado nos últimos vinte anos quando o cenário ainda era de hiperinflação. O endividamento do país subiu de 33,6% para 35,9% apenas em 2014 o que de fato contribuiu para o crescimento nulo neste exercício.

A constante deterioração das contas públicas veio com a expansão das despesas que cresceram até setembro 13,2%. Já as receitas se elevaram apenas 7,2%. Para resolver o descompasso, o Brasil precisará fazer o que Dilma diversas vezes negou que fosse necessário durante a sua campanha: um ajuste fiscal rigoroso para combater gastos excessivos e isso no final das contas gera menos investimento em saúde, educação, segurança e infra-estrutura devido o cenário anterior ser a herança maldita deixada de Dilma para ela mesma. Quando o presidente do PT diz que o Bolsa Família já cumpriu o seu papel e que os gastos desse programa devem ser extintos ou reduzidos isso se deve a ineficácia da política econômica do PT nos últimos anos.

Na mesma semana após ganhar as eleições, o governo aumentou a taxa de juros numa clara alegação da realidade  de que a inflação não estava sob o controle, ou seja,  a inflação que hoje na ponta do lápis é de 6,84% já está fora do chamado teto da meta há semanas. Dilma que em toda a campanha eleitoral disse que não iria elevar taxa de juros mentiu e mais uma vez foi pega na sua incompetência na gestão econômica e fiscal do Estado. Ante esse cenário, resta evidente que o PT levou o país em direção ao abismo financeiro apenas para vencer as eleições. Não tinham como prioridade o interesse da população, mas apenas a obsessão em se manter no poder à custa do rombo no erário e de esquemas de cargos, propinas e mesadas para sua base aliada repleta de saqueadores e ladrões de legendas de aluguel.

A notória campanha de infâmias feita pelo marqueteiro João Santana do PT, marcada por acusações pessoais seja contra Marina Silva, seja contra Aécio Neves, era apenas uma vertente de um projeto eleitoral que visa manter no poder quem dele se locupleta. Pelo jeito, não importa que o país ficasse quebrado e próximo da bancarrota. O que importava era ganhar a eleição, a qualquer custo, pois no final das contas que recebe a conta é o povo e não o seu presidente eleito.

Após eleita, Dilma aparentemente consciente de suas dificuldades de governabilidade devido a redução da sua bancada de apoio para o próximo ano, Dilma pediu “diálogo” a todos os setores da base política de sustentação e oposição. Ora, como dialogar com quem há poucos dias difamou e atacou injustamente e, pior, escondeu dos brasileiros a real situação do país? Melhor continuar do lado de fora da porta. Pessoas que agem dessa maneira não merecem conversa séria e credibilidade seja de quem for.

Com base nesse cenário caótico da economia nacional torna-se evidente que o nosso modelo de desenvolvimento está esgotado e precisa ser mudado. Nos últimos anos, o crescimento brasileiro baseou-se no crescimento da classe média e seu potencial de consumo interno, e deixou setores como exportação e construção de infra-estrutura estacionados, ou melhor, construíram até um porto, mas lá em Cuba, compraram refinarias, mas pagaram preços exorbitantes além do valor de mercado e estes contratos de compra com cláusulas sem sentido são alvo da CPI da Petrobrás.

Até pode-se dizer que a expansão do consumo de massas em si é muito benéfica em termos econômicos e sociais,mas fica restrito a um certo limite de tempo até onde a demanda e oferta podem suprir isso sem gerar desníveis inflacionários. O problema é que esse modelo de política econômica e social não pode ser a única base de crescimento do país e tem sido justamente esta a causa da recessão que agora atravessamos. Se um país só estimula o consumo e não estimula a produção, acaba acontecendo um desequilíbrio entre forte crescimento da procura por produtos e serviços e crescimento menor da oferta destes produtos e serviços. O resultado é menor crescimento econômico, pressão inflacionária e piora da balança comercial devido à forte aumento das importações. Foi exatamente o que aconteceu no Brasil nesse período do final da era Lula e primeiro mandato de Dilma.

DILMA PENSA

Os dados econômicos não mentem: Desde 2011 o crescimento econômico tem decepcionado ano após ano e neste ano não foi diferente. Há um ano e meio, a maioria dos analistas mais otimistas acreditava que o PIB poderia crescer pelo menos 1%  em 2014. A esta altura quase no final do ano de 2014, sabe-se que o crescimento será nulo. Na economia, o vexame tem sido pior do que foi na Copa. O Brasil está tomando de 7 a 0, neste ano em diversos setores da economia que estão parando aos poucos, como evidencia a atividade industrial. A inflação está em quase 7% e o crescimento do PIB será próximo de 0%.

Isso por si só demonstra que é inevitável que uma mudança do modelo de desenvolvimento econômico seja implantada em curto prazo, favorecendo a produção e investimento em infra-estrutura sem isso o país dá o primeiro passo para se esborrachar no abismo. A própria presidente Dilma já reconheceu a necessidade de mudança, porém sabe que ela não dá o braço a torcer e tem concepções econômicas que remontam ao passado tanto quanto a sua mania de dormir de sapatos e guardar grandes somas em dinheiro em sua residência como se estivesse sempre pronta para fugir.

Em termos mais práticos, mudança significa que nos próximos anos deve ser feita uma economia de criação de soluções e não oneração tributária e de taxas de juros. O  foco deve ser em reduzir a carga e simplificar a legislação tributária, reformar leis trabalhistas, ampliar o ambiente de negócios reduzindo burocracia e estimulando investimentos privados.  Alia-se a isso  o  aumento nos investimentos em infra-estrutura e melhoria da qualidade da educação. Para que tudo isso seja possível, o governo deveria cortar seus gastos para liberar recursos,mas isso aprece que o PT não quer fazer de forma alguma, então o corte será fundo no bolso do povo até sangrar…e pagar a conta do governo Dilma que será cobrada com juros e correção monetária, quiçá como na Argentina.

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“Petista não tem pátria, tem partido”

Para os milhões de eleitores que votaram em Dilma Youssef e para toda militância briguenta e fantoche das mentiras de Lula nós brasileiros que não compactuamos com a corrupção estatal ora sistematizada pelo PT em toda a República temos a dizer uma coisa: Aqui, ninguém odeia pobre, rico, negro, branco, nordestino, paulista, homem ou mulher! Odiamos LADRÕES, e temos nojo da corrupção e vimos que a recíproca é verdadeira, pois eles amam e idolatram quem pratica desmandos e atos de improbidade.

Espero que o PSDB não assuma seu tradicional papel de bunda mole metido a lord inglês diante de tantas provas e acusações, pois os Deputados do PT só fazem discursos de ameaças e de pregação que inspira ainda mais o fanatismo de seus militantes mais ensandecidos apelando para a militância perseguir os parlamentares oposicionistas e quem quer que seja que não apóie o PT.


Todas as pessoas com o mínimo de caráter sabem que Lula quando assumiu o governo do país, tudo estava lindo e nos trilhos, afinal, FHC já havia feito a faxina e posto a locomotiva Brasil nos trilhos com vapor total. Com isso o molusco pode surfar nas benesses deixadas pelo governo tucano e se aproveitar inteiramente dos frutos semeados por FHC. Mas agora a história é diferente, dona Dilma pegou um país que foi quebrado por ela mesma, e seu segundo mandato terá um índice de aprovação pífio que só seus militontos irão endossar, ou seja, o inferno astral da megera esta apenas começando.


Ontem o mercado sinalizou claramente que não aceita a atual política econômica do Planalto e que Guido Mantega vai tarde demais pra fora do cenário. Foi só um recado que já surtiu efeito e apressou o alto comando do PT a procurar nomes para assumir a bronca e herança maldita de Dilma e Mantega. Poucos querem saber de entrar nessa encrenca, pois os fundamentos da nossa economia doméstica estão cambaleantes e o tsunami de preços altos e falta de investimento está prestes a chegar devastando empregos e poder aquisitivo do salário mínimo. O cenário é aterrador mesmo. Lembrem-se lulopetistas: “O mercado é soberano, não adianta chorar, brigar e ir contra a maré. Você se cansará e com certeza morrerá na praia”.


Além disso, o jogo sujo eleitoral pode ainda ser punido e fazer Dilma que já tem 14 pedidos de impeachement pagar caro pela sua direção de campanha ter usado os Correios, especialmente em Minas Gerais para fazer propagada difamatória contra o PSDB. A pressão sobre o TSE e demais instâncias deve ser forte devido esses Tribunais estarem repletos de ex-integrantes dos quadros da advocacia petista e outros tantos simpatizantes que se vendem nos bastidores para verem seus nomes escritos em gabinetes do STF de toda maneira. Caso típico disso é ver José Dirceu sendo livre para cumprir o resto da pena em casa após uma decisão de Barroso que já disse estar se lixando para opinião do povo para suas decisões. Desta forma, Barroso deixa claro que serve ao intento do partido e não das leis do Estado que serve de acordo com a Constituição e ordenamento jurídico vigente. Em suma cospem e rasgam a Constituição e querem que todos entrem nisso via plebiscitos aos moldes da Bolívia e Venezuela.


O país está decrescendo economicamente e socialmente depois de surfar na onda e maré alta dos fundamentos bem calibrados da era FHC. O Brasil ainda não é um estado plenamente desenvolvido em suas instituições civis e isso facilita o apodrecimento da probidade pública e aparelhamento estatal ora gerado pelo PT. O limite da expansão econômica das políticas assistenciais já exauriu os cofres públicos para esse setor. De acordo com as palavras de Rui Falcão presidente nacional do PT é hora de suspender o Bolsa Família devido ele já ter cumprido seu papel de cabresto eleitoral. Assim sendo, o bolsa Família deve ser suspenso e aplicadas novas etapas e estágios de controle social e eleitoral.

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, se reuniu nesta terça-feira com a bancada do partido na Câmara para debater medidas a fim de controlar a recessão econômica enfrentada pelo governo Dilma.

Uma das propostas mais discutidas na reunião foi a de reduzir o valor do Bolsa Família em 50% já de imediato, a partir de janeiro de 2015. Também foi posto em pauta um eventual fim para o programa em 2017.

Falcão defendeu a ideia e disse que o programa “já cumpriu o seu papel e deve ser suspenso em breve”.

“O Bolsa Família está em vigência há 10 anos e as estatísticas mostram que já cumpriu o seu papel. Além de resultar em um alívio na economia, a extinção do programa também irá interromper a sua transformação em uma iminente política de parasitismo. Estou certo de que esta é a decisão correta a ser tomada”, disse o presidente petista.

Diante da firmeza imposta por Falcão em suas ideias, a bancada petista rachou. Há deputados que defendem o corte e outros que acreditam que o programa ainda é necessário e não deve ser mexido.
O líder do PT na Câmara, Vicentinho (SP), destacou os avanços induzidos pelo Bolsa Família e disse que ainda “há muito o que ser feito”. “A miséria foi praticamente erradicada no Brasil durante estes 10 anos do Bolsa Família. Existem ainda questões a serem resolvidas, como os altos índices de analfabetismo e analfabetismo funcional no país, e eu tenho certeza de que o Bolsa Família é fundamental para se alcançar essas resoluções”, disse ele.

Aparentemente, a presidente Dilma compactua com Rui Falcão e também quer o fim do Bolsa Família. A bancada petista deve se reunir novamente nas próximas semanas para discutir mais a fundo essas medidas.”

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Hoje mesmo na Câmara dos Deputados foi derrubado o decreto bolivariano 8243/14 da presidente Dilma Rousseff firmada pela mesma antes das eleições. O decreto é destinado a criar conselhos populares em órgãos da administração pública, isto é basicamente colocar a militância do PT dentro do poder num grau de tomada de decisões dentro da sociedade civil visando implantar as políticas do PT de forma mais massiva e impactante. Isso de fato nunca será admitido por qualquer militante ou politico petista, mas no fundo o plano é esse mesmo como se isso fosse um comitê executivo descentralizado do PT dentro da estrutura de governo.  A matéria foi assinada no final de maio em uma canetada da presidente e foi alvo de pesadas críticas de juristas e parlamentares. O Senado ainda tem de avaliar o projeto de decreto legislativo para que a determinação do Planalto seja suspensa.

Para você caro desavisado ter uma ideia, a coisa será tão desgraçada, que o PT não precisará sequer de base aliada a partir de certo momento. Precisará tão somente da fidelidade canina de sua militância que passará a ser de soldados insidioso fundamentalistas do lulopetismo que vivem e morrem como se fossem jihadistas pela bandeira vermelha de seu partido e da esquerda aliada.

Se você já vê essas criaturas vociferando hoje nas redes sociais em breve eles irão fazer o mesmo nas ruas e nos estabelecimentos públicos de cidades grandes e pequenas sem serem punidos por suas condutas fora da ordem pública. Os Black Blocs e MST são uma amostra grátis disso, pois são pagos por sindicatos e financiados pelo governo do PT via BNDES.

Bastará lula ordenar espumando de ódio que eles farão o que o mestre do mal mandar: Lula diz: “Quando eu quiser que os porcos (os eleitores) façam o que e eu quero eu abro os cofres do governo e lhes dou esmolas”. Que a oposição cumpra o seu papel de vencer o PT em tudo, pois a integridade moral e verdade está do lado da oposição e essa é grande arma para se vencer os ladrões quando as leis não funcionarem mais no Brasil.

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Val Marchiori: a socialite laranja e os bancos estatais que emprestam aos ricos

Determinadas coisas não convencem…

O Banco do Brasil concedeu um empréstimo de R$ 2,7 milhões para Val Marchiori, uma socialite cafona ex-esposa dum rico empresário do ramo frigorífico, que se julga blogueira, apresentadora de TV ex-modelo.  De fato, a mulher subiu na carreira de alpinista social fazendo jus ao traseiro empinado e jeitinho tolinho de ser que só engana proxenetas da alta roda. Não a condeno por isso…cada um ganha a vida com o que têm de talento e sorte…

val

Valzinha, como é chamada por Narcisa, se tornou uma sub-celebridade com o programa “Mulheres Ricas”, muito embora sua única fonte de renda reconhecida seja a pensão paga aos filhos pelo pai das crianças, tipo assim a Luciana Gimenez até certo tempo atrás que vivia às custas do Mick Jagger. Bão mas isso não interessa tanto assim…

O que me deixa de cara é o seguinte:

A grana vultuosa, milionária, a bagatela de 2,7 milhões emprestados pelo Banco do Brasil pertencem, nada mais nada menos, do que a uma linha de crédito subsidiada pelo BNDES. Isto é, é o seu e o meu dinheiro de contribuinte que está indo parar nas mãos – nas bolsas Prada no caso – dessa socialite cafona e brega. Essa Valdirene nasceu com a bunda virada pra lua mesmo não acham?

Pense você meu caro amigo, casado ou divorciado que sustenta uma mulherzinha fútil cujo único talento na vida é servir de cabide ambulante de roupas, jóias e sapatos e dar supostamente uma trepada fenomenal. Você acha justo que uma mulher desse naipe receba grana do contribuinte via empréstimos?

Agora saquem a seguinte parada escabrosa de como o socialismo socialite petralha funciona nos bastadores…

Val Marchiori não poderia ter obtido o empréstimo porque:
1: Não quitou empréstimo anterior e já estava devendo ao banco em questão;

2:  Ela não possui fonte de renda formal, pois vive de bicos em programas de TV e ser blogueira ao meu ver é passatempo para escrever abobrinhas na maior parte dos casos;

3:  A empresa pela qual Val Marchiori tomou o empréstimo, uma tal Torke Empreendimentos, apresentou como comprovação de receita a pensão alimentícia dos seus filhos. Isso quer dizer a empresa no mínimo tem como sócios os filhos menores de idade da dita cuja e o capital de giro da empresa é a mesada das crianças;

4: A tal Torke Empreendimentos pegou o dinheiro para investir na área de transportes, isto é, aquisição de caminhões, embora não tivesse know how  algum nessa área e não tenha em seu quadro funcional sequer motoristas de carreta.

Como o Banco do Brasil é um dos bancos mais farofeiros do país, lá existe um mecanismo contábil, que no fundo maquiagem financeira chamado “operação customizada”.  Isto significa que através duma gambiarra contábil o banco dá crédito a quem bem entender, como quiser, na hora em que quiser e com prazos e juros diferenciados. Acha isso justo meu caro trabalhador que precisa enfiar a mão no FGTS para comprar sua casinha própria? Acha?

As atrocidades bancárias não pararam por aí não. Ainda tem mais: A Torke Empreendimentos tomou o empréstimo e, imediatamente, sublocou os caminhões para a empresa Veloz Empreendimentos, a qual por sua vez é do irmão da Valdirene, um sujeito chamado Adelino Marchiori. Parece uma operação nítida de laranja nesse caso, a qual contraria e muito uma cláusula da linha Finame/BNDES, de onde saíram os recursos desse empréstimo. Essa clausula impede cessão ou transferência dos direitos e obrigações do crédito sem a autorização do BNDES. Então podemos agora taxar a socialite de laranja sem a menor dor na consciência.

E agora vamos ao tráfico de influência que nenhum pobre tem em lugar algum no Brasil, muito menos no Banco do Brasil, Caixa  Econômica Federal ou BDNES: Val Marchiori conseguiu o empréstimo com tamanha facilitação, pois  ela é amiga pessoal de Aldemir Bendine, que é, nada mais nada menos, do que presidente do Banco do Brasil.

Toda essa história acima detalhada parece jocosa, mas no fundo é a pura realidade de como pessoas com as costas quentes agem no Brasil sem a menor parcimônia com o dinheiro público. Os bancos públicos brasileiros se transformaram em agencias de créditos para ricos empresários bem relacionados com diversos setores do governo.

E você meu caro pobretão que vai votar no PT, e você micro-pequeno empresário ou empregado que ganha salários que dizem ser melhores que na era FHC. E você? Você consegue um níquel do banco sem passar por uma tremenda burocracia e sem se endividar até a cueca? Pense bem nisso, pois a realidade da era Dilma é essa e vai continuar a ser essa: Vazamento de dinheiro do nosso bolso para os ricos ficarem mais ricos e fazer a classe média desmoronar de vez e assim os pobres irão achar ilusoriamente que subiram de patamar social segundo as estatísticas furadas do governo federal.

E tenho dito!

Não sejamos estúpidos!

Olá caros reaças, coxinhas e petralhas sórdidos leitores desse blog irrefutável!

Vamos a mais um episódio do nosso diário eleitoral do segundo turno pró Aécio Neves tendo em vista uma primeira dama loira e uma economia que saia da cova ressuscitada pelo carequinha barbudinho e suas fraguices macro e micro econômicas que demoram a funcionar devido o processo gradual ser lento e degradê, mas quando funcionam dão melhores resultados do que as pedaladas inconsequentes do Mantega.

Essa é a minha aposta tendo em vista uma avaliação prévia da atuação de ambos no cenário econômico nacional em quadros de crises ou supostas crises internacionais que se arrastam como é o caso do Guidão; o qual anda muito de bicicleta e por isso pedala muito querendo dar volta na França e FMI, mas até hoje só passou a Grã-Bretanha e voltou para posição anterior.

Nas eleições presidenciais americanas de 1992 o então candidato à reeleição George Bush (pai) era o favorito. O discurso patriótico baseado no fim da Guerra Fria e no sucesso da Guerra do Golfo uniu o país em torno do presidente. Entretanto os gastos militares e o desequilíbrio fiscal estavam abalando a economia dos Estados Unidos, provocando desemprego e queda do consumo. Foi nesse ponto que a campanha do Partido Democrata atirou.

Sempre que questionados sobre o que se baseavam as propostas e o futuro governo Clinton, ele e seus correligionários diziam sem muitos rodeios: It’s the economy, stupid! Deu certo. Clinton foi eleito e reeleito, zerou o déficit público e fez o país crescer vigorosamente.

O slogan da campanha de Bill Clinton costuma ser utilizado muitas vezes como uma forma de explicar o sucesso ou o fracasso dos governos, independentemente de onde eles sejam. No Brasil há 40 anos, mesmo sem existir o tal slogan, a relação entre política e economia está diretamente interligada. É algo natural e inseparável, pois não só o mundo gira em torno do dinheiro como o próprio instinto do ser humano o leva à competição em busca de uma evolução social.
No início dos anos 70, auge do regime militar, a população apoiava o governo que chegou a fazer o país crescer 14% em um único ano. Era o milagre brasileiro de Delfim Neto. Com o choque do petróleo o mundo inteiro foi afetado e o Brasil, que crescia baseado na importação do produto, desacelerou. A inflação aumentou, os investimentos sumiram junto com o apoio popular.
Com uma economia em frangalhos, Figueiredo abriu o país e entregou o governo ao civil José Sarney em 1985. Sem legitimidade popular por ter sido eleito vice do falecido Tancredo Neves pelo Congresso Nacional, Sarney precisou construir a sua própria imagem. E assim o fez. Em 1986 criou o Plano Cruzado, um congelamento de preços acompanhado de uma nova moeda. A popularidade do civil que apoiava os militares foi à 80%. Só por alguns meses. Depois das eleições de 86, onde o seu partido PMDB elegeu mais de 20 governadores, a inflação virou hiperinflação e o povo que se dizia “fiscal do Sarney” desapareceu. Resultado: o maranhense entregou a faixa presidencial a Fernando Collor com uma aprovação pífia.
Collor, por sua vez, aplicou uma política econômica meio atabalhoada. Seu governo até conseguiu diminuir um pouco a inflação, mas era baseado numa política econômica recessiva ao cortar o consumo das famílias com o confisco das poupanças.

Com problemas econômicos aliados às denúncias de corrupção, encerrou o seu governo com cerca de 15% de apoio popular. Itamar, o homem do fusca, assumiu o país sem muitas esperanças. Chegou a ter apenas 8% do apoio popular no final de 93. Com o início do Plano Real sua popularidade foi às nuvens e ele encerrou o governo com a avaliação positiva de 41% dos brasileiros.

Já Fernando Henrique Cardoso foi o presidente que mais sentiu as variações da economia, para o bem ou para o mal. No seu primeiro mandato, quando o Real foi consolidado através das privatizações e do controle da inflação, a taxa de miséria caiu de 40% para 30% da população brasileira. O país, apesar de não ter um crescimento que possamos classificar como ótimo em virtude das sucessivas crises internacionais, vivia momentos de otimismo e de modernização.

Consequentemente a aprovação do Presidente da República sempre ficou no azul, na casa dos 40% de ótimo e bom. Eis que logo no primeiro mês do segundo mandato (1999), o Real foi desvalorizado e os reajustes de telefone, combustíveis e energia elétrica traumatizaram os brasileiros. FHC chegou a ter apenas 13% de aprovação da população. Mas veio o ano 2000, a economia se estabilizou, o país cresceu mais de 4% e o presidente voltou a sorrir.

As curvas das pesquisas demonstravam que ele terminaria o seu mandato bem aprovado graças à economia. Eis que, em 2001, São Pedro fechou a torneira das chuvas. Sem água nas hidrelétricas o governo foi obrigado a convocar a população para um racionamento de energia. E a economia que ia bem novamente sofreu levando morro abaixo o presidente sociólogo. Nada desesperador. Com a criação de mais de 1 milhão de empregos em 2 anos Fernando Henrique viu novamente a sua popularidade subir em 2002, mas com uma pequena queda diante da crise eleitoral.

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Eis que assume Lula, que logo tratou de acalmar os mercados que tinham medo do seu discurso. Colocou o peessedebista Henrique Meirelles no comando do Banco Central e aplicou uma política econômica ainda mais ortodoxa que a do seu antecessor. O crescimento a princípio ficou estagnado e a sua popularidade foi caindo lentamente até as denúncias do Mensalão em 2005. O ano de 2006 iniciou com a dita auto-suficiência do petróleo e com os resultados de pesquisas que demonstravam a diminuição da pobreza no país aliado ao aumento do consumo. Tudo isso aproveitando a bonança mundial, coisa que seus antecessores não puderam fazer, levaram-no à reeleição.

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O segundo governo veio com um crescimento econômico vigoroso na casa dos 5% ao ano e a popularidade do presidente sindicalista bateu todos os recordes. Entretanto o início de 2009 reservou a este governo o primeiro desafio em mais 6 anos. Quase 1 milhão de pessoas ficaram desempregadas, o consumo caiu e o crescimento do PIB pode até ser negativo este ano. E adivinhe o que aconteceu com a popularidade do presidente? Caiu cerca de 10% em apenas 3 meses e  continuou despencando enquanto os problemas econômicos daquela época até hoje não foram solucionados.
Lula talvez seja o maior comunicador sócio-político que este país já viu graças a João Santana marketeiro do PT que sou usar o talento e carisma de Lula nesses quesitos. O povo gosta do que ele fala e por isso ainda o apóia. Mas, quando o assunto chega ao bolso de cada um, a avaliação muda. Lula não é imune ao desemprego e à estagnação da economia. Sua popularidade, assim como a dos seus antecessores, sofreu variações conforme o humor dos mercados e da geração de empregos.

Quando Lula promoveu um corte de 25 bilhões de reais no orçamento de 2009 que atingiu o turismo, a educação, a agricultura, a saúde, previdência social, e principalmente os investimentos em infra-estrutura através do Ministério das Cidades isso tudo passou batido aos olhos de seus apoiadores das camadas mais baixas que recebem benefícios sociais, mas os aposentados sentiram o reflexo disso no bolso devido não haver possibilidades de reajustes e aposentadorias mais abastadas a partir de então. Sem falar nos altos preços de medicamentos, alimentos, e tarifas das mais variadas.

Essa informação ainda não chegou aos ouvidos dos brasileiros até hoje, mas com certeza será sentida ao longo dos próximos anos, quando os investimentos estiveram parados nas mãos das pedaladas do Guidão que encheu os bancos estatais de grana e fez o país continuar estagnado em crescimento abaixo da média da América Latina.

Hoje vemos Argentina e Venezuela sofrendo duramente com políticas, ideologias e processos econômicos alarmantes, e diante desse cenário comparar a nossa economia e situação política com a desses dois países é uma forte tendência, visto que aqui estão sendo empregados os mesmos métodos políticos e ideológicos lá vigentes de forma insidiosa.

Dizer que 2009 e 2011 e consequentemente os anos posteriores até o presente momento são anos perdidos para economia controlada pela esfera petista é algo natural devido os números inexpressivos de crescimento do PIB e descontrole da inflação gerada nesse período. Guido Mantega deveria tratar de trabalhar para reestabelecer a economia nacional em 2010, ano de eleições que Dilma venceu, mas não está conseguindo fazer isso devido suas falhas e posições tomadas depois dessa fase serem um veneno que  ele  mesmo administrou na economia interna e o qual ele mesmo deve tomar e sucumbir.

Trocar de Ministro da Fazenda não basta também. Precisa-se alterar a filosofia de abordagem na macro e micro economia nacional tendo em conta saneamento de fatores fiscais, contas públicas, e empréstimos subsidiados para grandes empresários que poderiam recorrer a fundos privados e não ao BNDES inflado de dinheiro do contribuinte. Além disso, o cenário econômico internacional já deu demonstrações que se recupera gradativamente, e obviamente devemos pegar carona nessa recuperação gradual e crescer bem mais que zero vírgula alguma coisa visando buscar um patamar acima da média da América Latina em termos de crescimento e investimento econômico interno.

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Se não debatermos economia a fundo nessas eleições de 2014, seremos estúpidos, e se continuarmos com a atual política econômica da era Lula e Dilma, seremos estúpidos ao quadrado e cubo.

Pibinho-abaixo-da-meta-por-Alpino

E tenho dito!