Arquivo mensal: março 2011

A trilha sonora da guerra assimétrica!

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A guerra assimétrica dos boçais manipulados contra Aloprado Alonso – Parte II

Eis as batalhas que se seguiram em duas frentes de batalha, a Comunidade Ringue Filosófico e a do Reino dos Debates, após a deflagração do combate assimétrico guerrilheiro por Eduardo Mazza ao manipular Brayner e Demmes e Big John a ingressar na peleja retórica do discurso latente das funções de linguagem aristotélicas e maquiavélicas.

Os resultados finais demonstram as vitórias conquistadas por Aloprado Alonso “o senhor dos exércitos da retórica”:

1.A dominação de Brayner para sua utilização como bucha de canhão na infantaria leve pela Velha Raposa Comunista e Demmes seu aliado bombado mas com pouco cérebro

Brayner menciona:

Não vejo porque levantar polêmica em cima de um assunto cujo fim se aproxima. Lembrem-se: o acordo foi tirarmos as conclusões finais embasadas no debate que alguns chamaram de “batalha final.”
Muitas teorias sensacionais brotaram da imaginação de muitos e me surpreendeu. Ao ponto de até me fazer achar tais teorias um tanto cômicas. Houve teoria de complô, manipulação, e depois de todas serem definitivamente desmentidas, me perdoe, caro Demmes. Mas você me vem com essa?

A propósito, já está quase tudo acertado entre mim e o Alonso. Digamos que houve até uma certa diminuição de antipatia entre mim e ele, o que acho que colaborará para o debate que se sucederá.

Em nota de esclarecimento enviada ao covarde Brayner, Aloprado Alonso dá os meios para restabelecer a paz naquela  comunidade, mas Brayner rejeita por tolice de meninote com medo das polêmicas sobre sua pessoa:

Sr. Brayner e demais boçais e não boçais.
Só aceito essa história da entrevista pelo seguinte:
Me comparar com o Big John foi idéia daquele lunático do Mazza com o Demmes pelo que andei lendo. Segundo ponto não sou fake, nem criei fakes como o Big John acusa, eu tenho mais oq fazer da vida como todo mundo dessa comu, isso é abobrinha da cabeça prodigiosa imaginária dele e uma provocação besta de uma pessoa em estado insano. Por mim podem apagar o post que ele Big John, Mazza e outros tocarem no sacro santo meu nome. Meu nome não é pinto de borracha para ficar na boca deles.

Apague todos os tópicos imbecis criados sobre minha pessoa, tipo aquele do Dan, pois li numa mensagem do meu blog ele sendo extremamente indelicado com essa tal de Ana que me parecer uma boa moça. Acho esse Dan um tremendo idiota e sem educação e falso sem moral e escrúpulos. Nisso concordo com o tal Júlio que tomou as dores dela.

Mantenha apenas dois tópicos relacionados a minha pessoa: O Grande Mestre Alonso Ensina, deixando apenas a minha abertura, pq o resto foi só babaquice mesmo da parte de todos. Segundo, Rumo à ditadura do Lulismo, pois acho um tema que irá ser ainda debatido.

O Mazza e o Demmes me chamaram para o debate, se quiserem criem um nova comunidade para fazer isso ambos de comum acordo, pois naquela jossa da comu do Big John vejo que ele só quer me torrar o saco sem falar nada com nada como sempre fez, e nem mesmo seguir as próprias regras que ele mesmo criou de cortesia ele segue. Acho a redação desse sujeito chata e prolixa, cansativa de ler, pois não sabe ser sintético e refinado na retórica.

Sobre o tópico do Brasil Varonil, xinguei todos que me xingaram, e não me arrependo, e resta no meu blog resposta ao comentário do sempre cretino Dan Kazama, que explica tudo de forma clara e consisa sobre esse tópico covardemente excluído pelo que li por um drogado confesso.

Para todos os fins o único inimigo real que vejo nessa comunidade e fora dela é o Sr. Eduardo Mazza que já que tive a oportunidade de debater com ele em mais comunidades há anos, e ele sem sombra de dúvida gosta de colocar a qualquer um em situações de xeque mate, como agora faz com Demmes em especial e outros.

Brayner, nomeio vc como portador exclusivo dessa nota para divulga-la no tópico O Grande Mestre Alonso Ensina, após o post de abertura, para que os boçais e não boçais da comunidade leiam e comentem apenas lá, e em nenhum outro espaço, pois só autorizo a edição dessa nota nesse tópico supra mencionado.

Se não postarem essa nota considero injusto e covarde ato de desonestidade intelectual e moral. Pois nela esclareço e resolvo todos os problemas causados pelo Sr. Mazza à essa comunidade. Condeno ele como único e exclusivo culpado e bode expiatório de toda essa história ter chegado ao ponto que chegou. Espero que efetuem um julgamento justo dessa nota e cultuem o meu mito de forma a aprenderem com esse mito algo de bom, que é a superação das intrigas pessoais e aprimoramento da capacidade de justiça e debate ético.

Assim falou o Grande Mestre Aloprado Alonso aos boçais e não boçais da comunidade Ringue Filosófico.

Tréplica de Brayner o bucha de canhão:

“Eu acho um tanto desnecessário publicar o que tu me escreveste na comunidade, mas certamente já informei ao Denis que apesar de sua idéia inicial fosse sair em minha defesa, coisa que eu não preciso, suas atitudes e falácias não estão sendo nada louváveis. Um abraço”.

Isso só demonstra que essa nota deveria ter sido talvez enviada para Jobs que é mais esperto e tem culhões, e assim talvez a publicasse para findar o debate sobre minha pessoa em cerca de meia dúzia de tópicos naquela malfadada comunidade Ringue Filosófico.

Brayner não tem coragem de suportar pressão e nem quis findar o debate sobre minha pessoa e agora está na mão de Demmes e Mazza como bucha de canhão na guerra assimétrica.

 

2. Big John a cavalaria manca dominada pelo discurso da Velha Raposa

Do bombardeio sobre a falsidade ideológica em prol da guerra assimétrica contra Aloprado Alonso.

Mazza desfere golpe contra a cavalaria desavisada de Big John

Mazza ao ingressar no Reino dos Debates, assaca:

“Venho a este reino desmascarar a farsa de Janus perpetrada por esses supostos debatedores.

Como podem debater entre si, se são de fato a mesma pessoa com duas identidades?

Notem as provas cabais da dupla face:

“Eu, como Dom Quixote, invento adversários para minha diversão! (Voltaire) Derrubar ídolos é meu ofício (Nietzcshe)

Eu sou um gladiador armado com uma espada virtual, especializado nas melhores e mais conhecidas escolas de debates, transformei esse vício num esporte , mas não perdi a sensibilidade que me caracteriza, nem a poesia que me encanta.

Um dia, entretanto, cansado de desafetos e sangue em minhas mãos, resolvi encontrar um refugio, e entre amigos praticar “boxe simulado” terminando em paz aquilo que dantes culminava em tragédia, seja também meu convidado, vem comigo”.

Big John é Aloprado Alonso, e suas duas faces fogem do debate comigo, até pq posso comprovar isso!

Come to die Big John e Aloprado Alonso sua esquizofrenica dupla personalidade está por um fio! Ambos são o dito “pedófilos filosóficos” Agora convoco ambos, para combater essse velho que já chamam de “velho desdentado” e “velha raposa comunista”numa amostra que temem minha pessoa e minha verdade a qual eu e Demmes desmascaramos conjuntamente na casa Ringue Filosófico.

Big John contra ataca a escaramuça de Marechal Zhukov em Berlim empregada por Mazza sem saber do que se trata:

Em primeiro lugar

Nunca mais ouse repetir aqui nomes de outras casas, até por respeito aos membros.

Se enfurecido está, por menosprezar-lhe o convite, isso é compreensível, asseguro que sua hora chegará, mas esse palco TEM atores determinados. Respeito a manifestação explícita do pedófilo filosófico. Como seria eu, Big John, Alonso Aloprado e debateria contra minha própria pessoa?

Já foi provado por vários colegas, que a sua insanidade ultrapassou todos os limites, não necessitando mais que três paragrafos para que se concluam que suas palavras são heresias descomunais.

Contenha-se, visite outros tópicos, pois vozes haverão de se levatar para enfrenta-lo, mas nesse nível onde quer meter-se, já entra vergado pelo peso de meu chicote.

Por favor, eu o ajudo a encontrar diversas oportunidades de testar suas habilidades, venha, e cuidado com os degraus.

Big John

Mazza diz ao Cavaleiro Big John após enfurece-lo.

Mazza usa retórica latente contra “Big John Alonso” para aumentar número de personagens na Guerra Assimétrica contra Aloprado Alonso, mas se dá mal.

Os objetivos de Mazza são dois. Ele quer deixar caótica duas frentes de batalha  – as comunidades Ringue Filosófico e Reino dos Debates – para fazer prevalescer sua fama de retórico comunista conforme ele mesmo entrega as cartas a Fabi nessa citação:“Não seríamos verdadeiros comunistas se não soubéssemos modificar inteiramente nossa tática de conformidade com o momento. Todos os recuos, todos os zig-zags da nossa tática têm um único fim: a revolução mundial.” (Dimitrof)”.

Da Velha Raposa ao Cavalo Novo:

“Citar o nome de outra casa te ofende, te deixa em posição de amostra da sua fragilidade retórica aos seus súditos. Não vou mais citar, mas te peço não apague esta minha primeira argumentação, com é de praxe nessa outra casa que reflete uma reprodução falida de uma falsa democracia.

Enquanto esta representa um poder monarquico inexistente, e seu monarca se revenrencia como maior de todos, digo a ti, queres ser imperador romano e não rei. Até pq aos imperadores romanos se prestam cultos como divindades, fato compravado pela sua faceta alopradiana em se denominar O Grande Mestre Alonso. Ora ora ora… Big e Grande adjetivos de uma personalidade com ego inflado como bem referido acima, de um pavão que abre sua cauda em leque para se expor em busca de notoriedade.

Este ego que não cabe em si mesmo, e gera por sublimação da personalidade de um em outro, ou seja, clivagem embrionária de uma personalidade desgastada pelo tempo e pela falta de reconhecimento alheio e de terceiros de sua qualidade dos argumentos, a qual necessita por desespero fuga se mesmo para que em outra encontre autoreconhecimento.

Note que um se diz lenda e outro se diz mito, e ambas as coisas, são na sua essencia um misto de desejo de ser lembrado, com a busca desenfreada por sucesso e fama.

Fama que o embrião Aloprado Alonso poderá garantir ao útero sofismatico de seu criador Big John, ou será o inverso? Será Big John o embrião no útero sofismático de Aloprado Alonso?

Lanço essa questão aos seus súditos que hão de se levantar contra mim como exército de seu déspota, dono dessa casa, para que eles defendam como servos e vassalos seu senhor feudal Big John”.

Big John perdido em dois fronts fica sem argumentos e expulsa Mazza:

“plac plac plac para voce desdentado”.

A Primeira expulsão

O post anterior foi deletado e o Eduardo expulso.

Embora tenha sido recebido de forma respeitosa, mesmo conhecendo-lhe os antecedentes, veio determinado a dissiminar veneno contaminando a todos com inverdades e alucinações, disvirtuando tópicos e atacando ostensivamente presentes e ausentes. Nada contrinuindo, senão expalhando um terror esquizofrênico peculiar de uma criatura senil. Assumo a sua expulsão e ninguém lamentará a sua morte.

Big John

3. O exército de Aloprado Alonso vence sem lutar.

Baseado nas lições de Sun Tzu em a Arte da Guerra, o General Aloprado Alonso explica sua vitória.

“O líder planeja no início, antes de começar a agir”, e “o líder avalia os problemas e os previne.” Em termos de operações militares, A Arte da Guerra coloca cinco aspectos que devem ser determinados antes de empreender qualquer ação: Caminho, o clima, o terreno, a liderança militar e a disciplina.

Qual era o problema? O problema era que após minha expulsão por boxeadores desvalidos de argumentos na comunidade Ringue Filosófico sendo todos eles nocauetados por meus argumentos, o Sr. Eduardo, começou a se valer disso para me atacar via retórica latente de comunista, operando sistemática lavagem cerebral no Demmes e Brayner e outros ainda escondidos nas trevas daquela comunidade.

O caminho a seguir a partir disso era o da diplomacia, e não o da luta, e o da espionagem dos argumentos postados por Eduardo Mazza e seus interlocutores naquela comunidade, e por fim avaliar o clima emocional de cada um ali. Nesse posto de observador disso tudo eu tinha uma visão holística da situação toda, para preparar terreno e atingir um só objetivo eliminar o Mazza e seus aliados.

Nisso encaixo outra lição de Sun Tzu: “O preceito das operações militares é não supor que o inimigo não avance, mas dispor de meios para lidar com ele; não confiar que o adversário não ataque, mas esperar em ter o que não pode ser atacado.”

Assim sendo, com o menor espaço de tempo e esforço da minha parte, vejo que os antigos inimigos pouco a pouco são dominados pelas suas contradições, e se exaurem nas lutas entre si, e com isso são transferidos para o meu lado de forma a serem aliados no meu ataque final contra a Velha Raposa. Por isso Brayner e Big John passam a ser instrumento do meu exército contra o Velho Comuna, pois um já o expulsou da comunidade Reino dos Debates, após ficar sem saída, e Brayner está como uma bucha de canhão sendo disparado por todos os lados e servindo de escudo com essa história de entrevista a qual todos querem ver para depois criticar e assim dar respaldo e base a outro ataque de Eduardo Mazza, sendo que em nota eu já tinha resolvido isso, mas Brayner como não sabe interpretar um texto claro, é ainda vítima do teorema fajuto do velhote.

Com isso vencerei o Velho Comuna no único front que lhe restou que é a comunidade do Ringue Filosófico, sem levantar um dedo sequer diretamente contra ele.

A guerra assimétrica dos boçais manipulados contra Aloprado Alonso

Esse texto irá demonstrar que Brayner Iscariotes foi mais uma vez manipulado para criar um confronto assimétrico contra minha pessoa com base em mentiras sórdidas e busca por participarem na minha grande fama intelectual.

Dessa vez, o veneno dos manipuladores não ficou atrás das câmeras e trocas de mensagens via MSN em sua totalidade, como foi no caso da manipulação de Brayner para me expulsar daquele antro de boçais energúmenos por não terem argumentos válidos contra a idéia contida no tópico “Juventude Imbecil do Brasil Varonil”.

Como podemos compreender pelas falas abaixo elencadas a seguir,  Brayner sofreu desta vez manipulção não apenas da cúpula dona da Comunidade Ringue Filosófico, mas também da Raposa Comunista Sr.Eduardo Mazza e outros aproveitadores como o contraditório Big John que deseja me imitar mal e porcamente, pois não tem quilate intelectivo nenhum e Demmes o ladrãozinho barato de minhas idéias. Além dos demais que querem buscar fama dentro da minha prórpia fama e história de grande debatedor em diversas comunidade de filosofia e afins do Orkut. (risos)

Eis as novas cenas, atos e falas desse teatro de boçais energúmenos:

Big John sai da toca e peita a Velha Raposa e se contradiz

Insistente esse Eduardo não?
Parece um membro da SS em pleno exercício de caça aos judeus?
Quanto ganharia e de quem receberia esse pagamento?

Eu acuso formalmente, três quatro membros daqui de serem fakes de sustentação de um finado, portanto, indignos de crédito, indignos de resposta, indignos de atenção. Cuja passagem pelo tópico nauseante que fala da expulsão, nem esteja mais chamando a atenção, pela razão simples de:

Ou ser sustentado e mantido por fakes do falecido, ou membros que não “entenderam” AINDA, o papel a que estão se prestando. TIREM o nome do falecido do assunto, o que restaria a esses membros na comunidade? NADA.

Ceder, voltar atrás, dar nova chance, admitir fraqueza, será o mesmo que capitular, vergar os joelhos, entregar-se. Nessa hipótese, não somente para mim, Big John mas para todos os sensatos com alguma visão, melhor seria deixar a comunidade para sempre, admitindo a covardia e a falta de hombridade.

O finado que se diz debatedor, recusou-se ao meu convite, desafiado por três vezes aqui e acolá, ele gosta de carne mastigada, pré-digerida, e não é nada que assuste a ninguém, indigno de todo esse circo criado e institucionalizado por ele mesmo, alternando a cada um Um dos seus TRÊS ou QUATRO rostos na própria defesa.

Eu, Big John, já teria expulsado esses quatro, obrigado ao falecido fazer uma dezena de novos perfis, novos rostos e novos sexos. Um dia ele cairia na real, pois para isso demandaria tempo dispendioso, e, a não ser que sua vida seja de um ócio inimaginável, esse energúmeno deveria ter algo melhor a ocupar-lhe.

Big John cai em suas próprias palavras e se contradiz, e toma parte do plano assimétrico via a manipulação da Raposa Comunista do Mazza.

O finado ressurgiu

E no meu próprio reino ousou disafiar-me, não na figura de um dos seus fakes bajuladores, as quais devoto repúdio e desprezo, mas na sua própria figura, cuja foto altera a cada nova manhã movido por uma inconstância que chamo de volúvel e insatisfação pessoal. (Precisa conhecer Freud e Lacan)

O fato é que o espaço está aberto e o desafio aceito, há promessas de sangue, suor e escravidão, longe de influências de fantasmas as quais serão, instantaneamete identificadas e excluidas, sem a menor cerimonia ou dor de consciência.

O debate será exclusivo aos demais caberá acompanhar. e tenho previsto que em três míseros dias, o finado receberá no peito uma estaca de madeira a remete-lo em definito para jamais regressar. Muito nos empenharemos já que temos muito que perder, por isso, acredito que será um épico!

Chama-se “Come to Die”

Isso é tudo, Big John o lendário

Brayner para Mazza

Se você quer debater também com o Alonso, não vejo porque me opor. seria até melhor, e esclareceria muita coisa. Mas eu peço, por favor, que me deixem ser o primeiro. Eu quero acabar com isso de uma vez.
Não demoraá mais que dois dias. me deem dois dias. Este é o meu pedido.

Mazza para Brayner

Tudo bem será o primeiro, mas quero que me permita debater com ele aqui e sobre o tema que eu quiser abordar com ele.

Noto que vc está mais receptivo com aqueles que tratava com certa antipatia.
Aguardo suas considerações finais com ele para que possa então debater com ele, longe dessa intriga toda.

Obrigado.

Brayner para Mazza

ok, muito obrigado.

Ana a bela para Brayner e Mazza

Vejo que chegaram num acordo sobre o Aloprado até que enfim hein!!!!

Isso sim é diplomacia e não guerra!!

Mazza para Ana

Sim chegamos num acordo.

E isso será a cartada final para o Brayner limpar a barra dele em face dessa intriga do Aloprado Alonso.

Noto que isso desgrada ao imaginativo e revanchista Big John, que vencido por Aloprado Alonso, não se conforma que seja Brayner quem irá debater com o finado alopradiano.

Fazer oq se a inveja corrói e a vaidade sobe a cabeça.

Noto que o Brayner não tem esses problemas de delírio quanto figura de alopradiana, assim como tem o Big John.

Nem mesmo o Demmes, que é aquele que acuso de roubar as idéias de Aloprado Alonso. Ambos encaram o Aloprado Alonso de forma realística, ao contrário do pobre menino assustado que monta seu cavalinho de argumentos insanos e mancos que é o Big John uma lenda falsa e sustentada por uma pessoa prolixa.

Assim sendo espero esse debate entre Brayner Afonso e Aloprado Alonso.

Brayner aceita o acordo sem ver claúsulas de guerra generalizada

Um acordo ao meu ver justo. –> Aceitação do acordo por parte de Brayner “O manipulado pela segunda vez”.

Vocês pediram uma entrevista com o Alonso afim de por um ponto final nessa história. Porém, ao meu ver, isso só botaria mais lenha na fogueira. Então, recusando ao vosso pedido, eu vos fiz uma proposta: Que me colocassem diante do Alonso para um último debate. Vocês aceitaram. Eu já entrei em contato com o Alonso e ele já aceitou o debate.

Mas, há uma ultima coisa que devo pedir antes que eu, Brayner, dê esse show para vocês. Paz. Eu quero que ao verem este vídeo, vocês concluam de uma só vez quem tem razão ao ver de vocês. Depois disso, terão dois dias para postar seus comentários finais.

Não estou fazendo isto para fugir do assunto. Não pensem isso de mim. Eu apenas não quero ver ninguém desferindo ofensas um contra o outro, pois neste caso, pessoas se rebaixariam ao nível de troll. Quero que acabe a briga do Demmis e do eduardo como acabou a briga entre mim versus a Ana e o Eduardo. Eu e meus companheiros temos muitos planos para a comunidade ainda, e para que se concretizem, precisamos nos focar em outros assuntos.

Eu quero que aquilo que vocês chamam de “mito Alonsiano” deixe de ser o nosso pão e circo. O que me dizem?

Mazza consegue seu intento ardiloso manipulando Brayner sem que ele note para deflagrar a guerra assimétrica contra Aloprado Alonso.

Acordo fechado

Também quero paz. E que vc cumprindo essa primera etapa do acordo, após isso quero o debate entre minha pessoa e de Aloprado Alonso postado nesse canal como já combinado. Ainda chamo o Big John ao mesmo, ambos de forma individualizada cada um em tópicos diversos com temas diversos.

Ao Big John lanço o desafio de provar que eu seja um nazista com base na história do nazismo em face a do comunismo, pois sou declaradamente comunista, e não nazista.

Big John confunde as duas coisas pelo visto. E diante disso comprovarei que ele é um ser dotado de um imaginário doentio e pervertido por se passar por pseudo-intelectual arrogante e megalomaniaco copiando assim como Demmes faz com idéias alopradianas, Big John copia o estilo alopradiano de retórica suja e prolífica sem sentido.

Demmes tb chamo ao mesmo desafio individualizado, visto que me chamou de comunista oportunista e roubou as idéias de Aloprado Alonso por não ter suas próprias idéias originais, e irei provar isso.

Grato pela atenção!

Aguardo o debate de Brayner e Aloprado Alonso enquanto isso.

Fabi diz sobre o debate

Queria muito saber quem ele acusaria.
Percebo que alguns membros da comunidade
não aceitam pensamentos diferentes.
Será que não há por aqui um sistema de autopreservação
ou preservação de uma determinada espécie.

Quanto ao debate do Brayner x Alonso quero ver se ele
conseguirá DESMITIFICAR não a pessoa com quem ele
debaterá, mas a idéia de que os jovens, mesmo tendo
uma gama de conhecimento, não sabem pensar.

Mazza responde Fabi

Big John é um reacionário, um falastrão pior que Aloprado Alonso e Demmes unidos, ele é um duelista em busca de luz ao sol na fama dos outros, ele usa acusações quem nem o próprio Aloprado Alonso teve a desfaçatez de fazer e não comprova ela com fatos.

Ele notou que o Demmes conseguiu roubar as idéias de Aloprado Alonso e agora quer duelar com o mito dele.

Big John inventa fatos inexistentes para ocasionar mais tumulto e insídia, é simples assim, ele usa sua mente com protótipos de uma realidade concebida em sua imaginação doentia e diz que elas são fatos reais, quando são só ilusões da mente dele.

O Aloprado Alonso no mínimo desafiou uma juventude inteira, já o Big John desafia um finado, um ente que não está aqui para rebate-lo, pois isso lhe dá a segurança de não ser confrontado e vencido por Aloprado Alonso novamente, que foi aquele que mostrou exatamente oq vc disse que a juventude tem meios mas não sabe usar ela em prol de si mesma.

Note que nessa juventude está inserido Big John um menininho em idade escolar, em fase de formação cognitiva, que quer ser como Dom Quixote e lutar contra Moinhos de Ventos, que é Aloprado Alonso ou algum de nós na fértil cabecinha dele.

Visto que já temos um debate real entre Brayner Afonso e Aloprado Alonso, Big John se corrói de inveja juvenil boboca pq Aloprado Alonso aceitou Brayner como oponente, e declarou que ele Big John é incapaz de debater com ele como todos bem sabem disso.

The End Act 4

No próximo post: “A guerra assimétrica dos boçais manipulados contra Aloprado Alonso – Parte II” irei demonstrar como vencerei todos esses boçais pois meu intelecto é um exército maior que todas essas facções guerrilheiras de ignorantes unidos e manipulados forjam contra mim para participar da minha grande fama.

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA-HA

O teorema fajuto sobre um amedrontado

O medroso Brayner diz á Bela Ana:

“Mil perdões em incomoda-la. Primeiro eu quero dar as boas vindas a você que acabou de entrar na comunidade ringue filosófico.
Segundo, eu queria dizer que me chamou a atenção a mensagem que você postou sobre eu der um bode expiatório. Nada contra você, afinal, você não acompanhou o episodio. Há cerca de duas semanas, eu ja havia advertido o tal membro que a proxima agressão moral resultaria na sua imediata expulsão e dei a ele uma nova chance de se redimir.
Mas as pessoas que queriam a expulsão do alonso me pressionaram para expulsa-lo de imediato, enquanto aqueles que me acusaram de abuso de poder tambem me pressionavam. Eu fiquei entre a espada e a parede, e agi contra a vontade de todos.
Eu só queria te deixar a par disso para evitar equívocos. Eu enviei mensagem pessoal para não causar polêmica, então eu agradeceria se você fosse compreensiva e não comentasse isso com ninguém.
Mais uma vez, seja bem vinda e muito obrigado”.
Brayner

Ana a Bela diz ao fajuto:

Antes de tudo obrigada pela calorosa recepção de sua parte.

Primeiro não entendi pq postou isso na minha page de perfil e scraps e não aqui nesse tópico, pois isso ao meu ver demonstra que vc está fugindo da questão e da polêmica de um ato que vc por si só, ou manipulado por essa pressão que revelou ter sido alvo, causando de forma talvez arbitrária e insólita a expulsão de um membro devido apelo de uma minoria sem argumentos em face dos argumentos desse membro.

Segundo, ao ler o seu post de abertura nesse tópico, este informa os fatos e motivos da expulsão, e vejo que apagaram o tópico denominado “Juventude Imbecil do Brasil Varonil” como forma de garantir e ocultar também ofensas ao Aloprado e também jogar uma pá de cal sobre os arguementos verdadeiros dele, vejo isso pq ao ler os demais posts desse tópico fica claro que ele tinha ao menos um argumento forte e convincente não rebatido a altura por todos que o odeiam tanto.

Terceiro, isso não faz dele dono da verdade nem vcs tb, mas a atitude tomada foi sem dúvida demonstração de fraqueza em matéria de debate pelos fatos e motivos que citei acima.

Quarto, espero que agora vc responda aqui esses detalhes e esclareça a situação.

Se não o fizer entenderei que sim foi utilizada sua pessoa como bode expiatório diante duma situação crítica na qual vc tomou uma escolha errada e motivada por outros.

Caso contrário se o fizer, retiro o termo “bode expiatório” referindo-se a sua pessoa nessa situação e peço humildemente desculpas se o ofendi. Para tal quesito deverá como pede o Edu fundamentar filosoficamente suas ações e resposta.

Em defesa de Brayner age o caridoso e misericordioso Frade que diz:

“Em sentido figurado, um “bode expiatório” é alguém que é escolhido arbitrariamente para levar (sozinho) a culpa de uma calamidade, crime ou qualquer evento negativo (que geralmente não tenha cometido). A busca do bode expiatório é um ato irracional de determinar que uma pessoa ou um grupo de pessoas, ou até mesmo algo, seja responsável de um ou mais problemas sem a constatação real dos fatos”.

Agora isso suscita outra questão quem foi o real bode expiatório: Alonso ou Brayner?

A Raposa comunista e seu teorema fajuto sobre um amedrontado:

Brayner um bode expiatório às avessas?

Bah tchê! Que intriga!

Voltamos ao ponto de origem quando Brayner parece ter sido o executor da pena capital alopradiana a mando de uma pequena elite despótica dominante da comunidade.

Acho duas coisas sobre isso. Brayner tentou ser politicamente correto mas o poder subiu à sua cabeça, e, com isso ele tb quis ganhar fama secundária na reputação de Aloprado Alonso como tantos outros tb querem.

Pergunto aos meus pares aqui. Brayner foi desmascarado por Ana?

O Teorema de Brayner continua de pé pelo visto sem solução ainda.

A Douta Fabi enterra os cadáveres deixados por Aloprado Alonso aos corvos após reduzir a mente deles ao pó:

Parece não, ele foi o executor. Mas quando se utiliza o termo “a mando” deixa a entender que ele executou ordens o que poderia levar ao raciocínio de que essas ordens podem ter sido contra a vontade dele…aliás ele também dá a entender isso quando se utiliza de sua camaradagem em avisar e aconselhar o Aloprado sobre sua conduta na comunidade, se colocando como um intermediário pacificador. Mas nós sabemos que ele tinha vontade, e muita, de se livrar do Alonso.

(…)e com ele eu aprendi que há momentos em que ou você mostra autoridade ou “passam por cima do seu crânio.”(…)

O erro do Brayner foi utilizar com o Alonso o que ele aplicava ao seu irmão, o capeta em forma de guri, como ele mesmo o chama. Com o irmão ele aprendeu mostrar autoridade… e aquele “passam” seria uma mensagem subliminar que, além do irmão, havia mais alguém a quem o Brayner deveria mostrar autoridade? Será que ele tinha medo do Alonso passar por cima do crânio dele? E será que não passou? Sim. Não só dele … pensaram todos da mesma forma que até formaram fila oferecendo seus crânios de bandeja para o massacre (eu sei, é muito forte essa palavra, mas é para ver se causa algum efeito).

Eu já disse, o Brayner demonstra ter um espírito de dependência da opinião alheia. Eu não vejo nele o espírito de líder. Isso é mal… imagino no cotidiano como é.

Comentários sobre o genocídio virtual de boçais imberbes realizado por Aloprado Alonso:

Agora posso elucidar o tópico O Grande Mestre Alonso ensina de forma cabal, ainda incompreendido por muitos.

Ecce Homo, título do livro de Nietzsche significa “Eis o Homem”. O capítulo indicado era “Porque sou tão inteligente”.

Fabi mata a charada ao dizer: “Todo mundo tem conhecimento de Nietzsche, mas na hora de comentar sobre a sua obra ninguém se habilita, só elogia”.

Mas quem é o Homem? O Homem a ser entregue por esse Yehudhah ish Qeryoth do Brayner sou eu mesmo ora bolas do meu saco, que não tinha na ocasião bola de cristal para ver e decifrar essa vidinha medíocre que ele levava sendo pisoteado por uma criança de quatro anos de idade que ele mesmo intitula o próprio irmão de capeta. Se ele é capeta logo a mãe deve ter trepado com Satanás, e tido vários diabinhos supostamente segundo a lógica de Brayner. E o Brayner nada mais é assim que a perfeita reencarnação de Judas o traidor do Filho do Homem!

A Fabi mata a charada e diz que os outros coleguinhas de Brayner são como fariseus ao encalço do Mestre Alonso querendo matá-lo, pois ele traz a boa nova filosofal ao mundo das cavernas que eles coabitavam naquela comunidade de energúmenos boçais.

Lá naquele tópico que apagaram me xingaram de filho da puta para cima, sem dó nem piedade, mas não me faço de vítima como isso, e nem me nivelo a eles, pois acho que mãe de Brayner não deve realmente ter tido relação com Lúcifer para que seus filhos sejam endiabrados. Creio piamente que esse boçal fez pacto com o Coisa Ruim para deixar de ser torpe e burro e o diabo passou a perna nele, levou a alma dele para os confins do inferno, e deixou o irmão mais novo de embaixador do inferno na terra para lembrar do pacto macabro de Brayner com Azazel ou Samael. Os outros boçais todos também pelo jeito fizeram pacto com o demo, e levaram o mesmo fim.

Assim sendo minha tarefa foi exorcizar esse boçais que se encontravam na frente de seus computadores em algum cyber café nos confins do inferno ou da floresta amazônica e tirar deles o gramunhão do Pazuzu da burrice, assim como o Pe. Lankester Merrin o fez em O Exorcista.  O Frei irá se horrorizar em ler o que irei escrever a seguir, mas esses jovens são os bodes expiatórios do capeta na terra, essa juventude burra, metaleira e amaconhada da Wicca.

Confesso, falhei na missão de exorcizá-los, pois não restou outra opção senão matar todos eles intelectualmente via argumentos alborghettianos, olavianos e do bigodudo do Nietzsche irrefutáveis.

Espero que a Fabi não faça uma lápide para estes ordinários dizendo aqui jaz a poeira dos boçais que Aloprando Alonso lançou ao vento, porque nem isso eles merecem.

Porque sou um mito

Porque me tornei um mito para aqueles jovens sem domínio da critica da razão pura kantiana? Simples, tão simples como tomar pirulito de boca de criança, ou melhor, no caso deles, uma piroca de borracha da boca deles, em especial do Brayner o mais manipulado de todos.

Sou o primeiro filosofo real e de verdade que passou por aquela comunidade por isso a devastação foi total e aniquiladora do pensamento desses jovens boçais, pois simplesmente eles ainda vivem na era do pensamento mítico anterior ao pensamento filosófico-científico.

Mais simples impossível, me tornei mito no momento óbvio da expulsão, pois aqueles boçais não conseguiram me refutar com base no pensamento filosófico-científico, mas sim de acordo com a mentira deles, da imaginação deles. O próprio termo grego mythos significa esse modelo de discurso de uma tradição cultural, pois o pensamento mítico pressupõe a aceitação e adesão dos indivíduos na medida em que constitui as formas de sua experiência do real.

Assim sendo o mito não se justifica, não se fundamenta, decorrente disso nem se presta ao questionamento, à critica ou à refutação, ele é simplesmente aceito e aderido por indivíduos de determinada sociedade ou comunidade que exclui automaticamente as perspectivas pelas quais poderia ser discutido. Essa perspectiva nada mais é que o uso do pensamento filosófico-científico.

Por isso aquela cambada de boçais deveria mudar o nome daquela comunidade Ringue Filosófico para Ringue do Pensamento Mítico, pois lá só tratam dos mitos que aceitam enquanto indivíduos e consciente coletivo, sem nunca fundamentar nada de nada de forma pura e basicamente filosófica.

Na sua obra Metafísica de Aristóteles ele mesmo indicou que Tales de Mileto seria tido como primeiro filósofo, pois antes dele não teria havido pensamento filosófico para explicar o mundo a sua volta. O mesmo ocorre com minha pessoa em face desses boçais, de forma clara e simples assim.

Quando ingresso naquele antro do não saber, logo crio conflito com essa corja boçal, pois eles se recusam a pensar de forma filosófica, logo são mentirosos de pior espécie, são de um naipe irrelevante e uma afronta ao pensamento racional crítico. Eles e grande soma da geração que eles representam.

Por isso minha metafísica, é agora ali decifrada paulatinamente por novos personagens que surgem das sombras, pois irradiei luz sobre o palco deles como um holofote, e lhes forneci cenário para que esses atores me expliquem aos boçais que ainda teimam em não pensar filosoficamente. Ingrata é a missão desses no qual vejo Arcanjo Jobs, um jovem aprendiz de filosofia sendo o único do meio daquela raça como sendo capaz de entender e desmistificar tudo isso.

Separo esse rapaz do joio do trigo pois eles crescem juntos e aos olhos dos incautos são semelhantes, mas são diametralmente opostos pois Jobs ama o saber e saber ler, pesquisar e escrever, ao contrário dos demais jovens de sua geração que ali se encontram fadados ao fracasso intelectual.

Outras quatro personas são ali capazes de me explicar, são elas a raposa comunista do Eduardo Mazza, que ainda irá destruir aquela comunidade após elaborar minha sentença póstuma. Frei Leo, que deu a esses jovens bases do pensamento filosófico-científico, mas eles por preguiça e falta de tutano mental não foram capazes de aprender. E duas fêmeas pensadoras, Fabii e Ana que conseguem traduzir o pensamento mais refinado desses três anteriores aos boçais energúmenos e idiotas que nem mesmo assim conseguem captar a mensagem do prolífico guru Aloprado Alonso.

Na busca por desvendar minhas técnica de retórica, devo admitir que esses cinco tem conseguido certo sucesso, pois sabem notar as camadas do meu pensamento e explicá-las aos poucos ainda com equívocos e suposições tolas como no caso da raposa comunista.

Todavia minha retórica metafísica segue esses parâmetros: A metafísica é a mais elevada das ciências filosóficas, por lidar com problemas que transcendem e abrangem todas as dimensões do conhecimento; mas ao mesmo tempo é a mais simples, porque se cristaliza em princípios que todos os seres humanos de inteligência superior ou mediana podem compreender, uma vez superada a barreira da linguagem técnica. Fato este que os boçais não são capazes de operar.

Embora o termo grego antigo metà (depois de, além de) e physis (natureza ou física) que a nomeia tenha surgido de uma confusão acidental entre a ordem e o conteúdo dos livros de Aristóteles, ele é perfeitamente adequado para designar a matéria desta ciência, constituída pelas dimensões da realidade que vão além da esfera da “física”, no sentido aristotélico do termo, isto é, a esfera dos seres submetidos ao fluxo temporal (o sentido moderno da palavra “física” é muito mais limitado).

Desde a Crítica da Razão Pura de Kant,  tornou-se crença comum dos intelectuais no Ocidente que as proposições metafísicas, ultrapassando o âmbito espaço-temporal da experiência humana, não podem ser testadas e, portanto, só valem como juízos formais, referentes ao conhecimento que a mente tem de si mesma e não a qualquer objeto real.

Mas é falso que o eterno e o infinito sejam inacessíveis à experiência humana e constituam noções puramente formais. Sua experiência apenas difere da experiência corpórea, na qual os objetos se tornam “conteúdos” da mente, submetidos, portanto, às leis do pensamento. O eterno e o infinito são acessíveis mediante um tipo de experiência em que a mente não absorve o objeto, mas é por ele absorvida e transformada. Milhões de seres humanos tiveram experiências desse gênero, e é ridículo exigir que, para ser aceitas como conhecimento válido, elas sejam “controladas” por quem não as teve – ou, pior ainda, por quem se recuse a cumprir as condições requeridas para tê-las.

Simplesmente não existem experiências universalmente comparticipáveis sem o atendimento de determinadas condições prévias, às vezes bem trabalhosas e complexas.

A “experiência científica” não é mais acessível aos seres humanos em geral do que o são as experiências espirituais. A credibilidade universal de que ela desfruta hoje em dia resulta apenas de que a multidão foi adestrada para confiar em experimentos terceirizados, sem poder testá-los diretamente; e se confiança idêntica é negada às experiências espirituais, isso se deve a causas sociológicas que nada têm a ver com a validade respectiva dos dois tipos de experiências.

Assim sendo os jovens dessa geração boçal não fazem nada além de serem alvo de uma gama de informações que eles apenas conseguem ruminar e devolver para onde essa informação saiu originariamente, não conseguindo portanto, processá-la e digeri-la, muito menos transformá-la em algo útil a sua existência humana ou espiritual.

Com isso eles foram adestrados pelo seu meio a serem pessoas preguiçosas e obesas mentalmente com toda sorte de porcarias pregadas pela mídia e marketing que dia após dia alimenta suas cabeças vazias e incapazes de formular pensamentos de ordem técnica, e com isso seu espírito nutre-se desses dejetos fecais de uma cultura juvenil imbecilizante que na fase adulta se transformará em nada mais nada menos,  do que em frustrações do hodierno para essa juventude imbecil do Brasil varonil.

Pronto eu mesmo me desmitifiquei agora! HAHAHAHAHAHAHAHAHA-HÁ!!!!!!

Aloprado Alonso: Um filósofo profético

Eis o teatro da catástrofe mental e suas falas e personagens:

Ato 2 Fala 1 – Da Raposa Comunista ao Big John

Não entendi porque ainda foste combater Aloprado Alonso no campo dele, que é o Blog dele. É de lá que emanam a barbárie desse olavate, e não nessa comunidade do Frei Leon que se demonstra reacionário, por mais que ele tenha partipação nela.

Big John meu camrada, se mostre um verdadeiro revolucionárioe não fuja mais uma vez da luta de classes intelectual.

Tenho visto que tens perdido rounds aqui pelo fato de ter se tornado imitação barata do pequeno burguês Aloprado Alonso. Nisso ele tem razão tu buscas fama na vácuo deixado por ele nessa comunidade.

Tem se valido das mesmas artimanhas dele, mas sem sucesso, pois os colegas dessa comunidade já estão vacinados contra essa argumentação cheia de floreios mas que na matéria de fundo é omissa filosóficamente e apenas angaria polêmicas fúteis.

Junte-se ao Aloprado Alonso na caverna platônica, ao menos ele soube compreender partes do meu discurso, sou obrigado a admitir que ele é um osso duro de roer, pois demonstrou naquele Blog de pequeno burgês ser um sofista mediano.

Se tu quiseres aprender vinde à mim, se tu queres contender vá ao epicentro desse tsunami da bárbarie que é o Blog dele!

Passar bem caro Big João

Ato 2 Fala 2 – O monólogo do Frade

A todos que possa interessar,

Lendo o blog do finado Alonso, ele se mostra vivo, sim vivo, na forma de uma assombração que visa alimentar aquilo que ele chama de mito da sua pessoa.

E essa “pseudo-assombração” nasceu ao terem expusaldo, de forma injusta ao meu ver, assim já respondo ao item do chamado Teorema de Brayner proposto pelo Eduardo.
E referencial filosófico disso nada mais é que manutenção do bem estar psicológico e de poder de comando absoluto poucos. Brayner se revelou ser um Francis Bacon absolutista, que nesse momento aparece subdividido em algumas figuras da comunidade, além da dele própria.

Outra coisa, essa sim desastrosa. Alonso coloca Brayaner, Arcanjo e eu como peças em um tabuleiro manipulado pelo Eduardo, creio que essa acusão deva ser refutada.

Não somos donos nem servos de quem quer que seja.

Fala 3 – Apelo de um Boçal Bombado á razão da Raposa Comunista

sr. eduardo

Falei que não mais me pronunciaria a respeito desse assunto a o frei léo…
mas veja bem não concordo com o seguinte trecho da sua citação :

”Aqui reside o que chamo do “Teorema de Brayner” nessa situação. Brayner visou legitimar uma punição ESPECÍFICA para um comportamento de ataque as leis da comunidade, ou seja, vimos aqui um ataque, mas não vimos uma defesa justa da comunidade, pois um só se tornou justiceiro em nome de muitos. ”

1º O Brayner não se fez justiceiro em nome de muitos, na verdade conversando com alguns, muitos queriam fazer isso, só lhes faltava coragem ou poder para isso.

2º O senhor já leu os tópicos do ”finado” ? e interpretou com clareza ?
O senhor acha correto a forma de desrespeito moral que o ”finado” proferia em suas palavras ?

3º O ”finado” foi advertido várias vezes por alguns moderadores, para que não faltasse com o respeito a os membros dessa comunidade. O mesmo não ouviu e continuo com seu ataques morais, quebrando as regras dessa comunidade. Acho que foi justa a sua punição, do contrário isso não seria uma comunidade séria e deveria mudar seu nome pra ”casa da mãe joana”.

4º Acho que um debate sobre o ” finado”, não vai adiantar, apenas vai enaltecer mais o lunático aloprado. Um conselho, vamos parar de falar desta pessoa , pois o que estamos fazendo é realmente o tornar um mito. E creio que a história já ta cheia de traidores.

5º Quanto aos seguidores do ”finado”, boa sorte com seu mártire.

Fala 4 – A resposta esmagadora da Raposa Comunista ao Boçal Bombado

Hermes Henry

Se tu disses que não iria mais falar sobre o ausente, porque quis agora se habilitar a falar sobre ele? Quais seus reais motivos em fazer isso?

Eu indiquei os quatro atores e teóricos que poderiam discorrer sobre o Aloprado na instrução, e me posicinei como tal pos li todos os posts dele anteriormente, e tenho o perfil dele como olaviano, fator que tu não conseguiu indentificar em suas falas falseadas, por não ter noção cognitiva de leitura e produção textual.

Se quer estar habilitado a falar nesse tema do Julgamento Póstumo do Aloprado se declare antes de tudo oponente natural e teórico dele com fundamentos, ou continue no seu ostracionismo voluntário contraproducente.

No item quatro do seu raciocínio vc dá influxo apenas à criação do mito alopradiano e não o refuta de acordo com as regra do embasamento filosófico científico ora soclicitado, assim como não o fez nos outros três antecedentes. Siga as regras por favor. Seu parecer opinativo pessoal é nulo nessa questão.

No quinto item, vc mais uma vez dá influxo ao mito de Aloprado Alonso ao tratá-lo como ‘mártir”, note que suas colocações e posições não tem embasamento filosofante são apenas posições de alguém por ele desmoralizado intelectualmente e tomou isso pelo lado pessoal como muitos fizeram, sem saber que o processo do debate filósofico tem rusgas.

Para tal aprendizado recomendo a leitura de “Furtado vs Conciliador e outros do Polo Passivo”, dentre eles o Advogado da Injustiça do procedimento filosofal.Tal obra acadêmica de grande valor nutricional a formação dos graduandos em filosofia em alto nível.

No mais, passar bem ao colega.

Fala 5 – A argumentação correta do Frade

Eduardo

Diante desse argumento “ad homine” noto que as referências alonsianas sobre o Sr. são procedentes quanto ao comunismo latente em sua pessoa naquele texto dele sobre a sua tentativa de xeque mate em todos nessas comunidade.

Agora pelo visto temos respaldo teórico e fático daquele que o Sr. acusa como ausente, para também averbar as suas contradições discursivas, ou até mesmo a insidia do seu discurso a qual o Alonso parece ter esclarecido de forma oportuna, mas não cabal ainda.

Para seguir as regras que o Sr. mesmo estabeleceu do embasamento filosófico científico consultando a útilma opus citada por vossa senhoria, noto que está o Sr. exatamente a tomar a postura do sublocador o qual é o advogado da injustiça na op. cit.

À todos,

Noto com isso que ao invés de desonerar a critica ao finado Alonso o Sr. retoma ela em seu favor, e a usa de forma a produzir maior massacre quanto a figura dele numa espécie de Senado Romano vs Carneades.

Explico assim aos indoutos que de acordo com esse tema histórico que essa Comunidade irá fazer as vezes de Senado Romano enquanto o Alonso faz o papel de Carneades. Recomendo que se interem dos pormenores caso não saiba da totalidade de fatos dessa cena histórica, agora reproduzida aqui na Comunidade.

Portanto, Alonso conseguiu gerar aqui nada mais que um amplo debate sobre filosofia e conhecimento sobre a bagagem de cultura e potencial argumentativo de cada membro da comunidade como um todo, e isoladamente em especial aqueles que sentem raiva dele, foram trazidos a tona como os Pretores Romanos ou Senadores da alta cúpula dessa história.

Se não notaram ainda, aqui está posta um discussão amplamente filosofica onde apenas quem tem conhecimento para desvendar os enigmas do discurso do oponente pode debater, além de ter autodomínio para suportar o que o Eduardo chamou de “rusgas do procedimento de debate” entre filosófos e pensadores.

Por isso que a denúcia de Alonso naquele tópico de uma juventude não conseguir elaborar raciocínios se renova a partir disso.

Ato 3 Fala 1  – Boçal Bombado rouba as idéias de Aloprado Alonso na cara dura.

sr. eduardo

Eu já me pronunciei sobre o assunto e não vou rebater a sua suposta ”superioridade intelectual” ,kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Quanto a o senhor deveria deixar de ser covarde e ir la no blog do alonso onde dissertou sabiamente sobre você, comunista de merda!
Analisando o que o senhor escreveu nos seus post, apesar de não gostar de citar autores, pois eu tenho meus próprios conceitos. Pude concluir :
Michel Eyquem de Montaigne (Saint-Michel-de-Montaigne, 28 de fevereiro de 1533 — Saint-Michel-de-Montaigne, 13 de setembro de 1592) foi um escritor e ensaista francês, considerado por muitos como o inventor do ensaio pessoal. Nas suas obras e, mais especificamente nos seus “Ensaios”, analisou as instituições, as opiniões e os costumes, debruçando-se sobre os dogmas da sua época e tomando a generalidade da humanidade como objecto de estudo. É considerado um céptico e humanista.
Montaigne começou a sua educação com o seu pai. Este tinha um espírito por um lado vigilante e metódico e por outro aberto às novidades. Após estes estudos enveredou pelo Direito. Exerceu a função de magistrado primeiro em Périgoux (de 1554 a 1570) depois em Bordéus onde travou profunda amizade com La Boetie.
Retirou-se para o seu castelo quando tinha 34 anos para se dedicar ao estudo e à reflexão. Levou nove anos para redigir os dois primeiros livros dos Essais. Depois viajou por toda a Europa durante dois anos (1580-1581). Faz o relato desta viagem no livro Journal de Voyage, que só foi publicado pela primeira vez em 1774.
” o que não tem nada em comum com o senhor alonso, já que o mesmo foi expulso, e não se retirou com livre e espontânea vontade como foi o caso de Michel eyquem de montaigne”.
Visto a sua total ignorância e falta de interpretação coerente , fico a me perguntar, como um comunista frustrado como você pode ser professor de alguma coisa. Com esse senso de interpretação tão baixo.
Mas nada pessoal…

Ato 3 Fala 2 – A Raposa Comunista desmascara o Boçal Bombado.

Caro H. Henry

Vejo que vc incorporou alma de seu carrasco o Aloprado Alonso ao me chamar de merda e outros adjetivos baixa propriedade. Peço assim ao moderador que lhe advirta da mesma forma que faria como se fosse com o Aloprado Alonso, por medida de fineza e justiça.

Noto ainda, que vc H.H. foi induzido pelo texto de Aloprado Alonso no Blog dele o qual ele entitulou de “A Tentativa de Xeque Mate do Velho Comuna”, vc não só leu como roubou a idéia dele ao citar isso, pois a idéia originária de citar a vida de Michel de Montagne foi dele, e não sua, logo isso é plágio.

Noto mais uma vez que furtou ou incorporou todo o raciocínio de Aloprado Alonso contido nesse texto e o qual veio a usar no seu prórpio aqui nessa comunidade haja a vista que Aloprado Alonso foi ausentado dela por um movimento de 10 contra 1 pelas minhas contas, sendo que a comunidade tem cerca de 300 participantes. Proporcinalmente isso não foi democrático, mas foi sim tribunal de exceção anti democrático para realizar a vontade duma minoria.

Noto outra coisa, que acreditou nas referências de Aloprado Alonso quanto minha pessoa, mas elas são falsas, e isso por sinal demonstrou que vc H.H. não faz pesquisa nem checa informações. Na verdade sou sim adepto do PC do B, mas não sou cientista político, mas sim psicanalista, e dou aula de história pois na juventude me graduei tb nessa carreira.

Concluo assim a sua total inércia de ser um pensador original, sem mais nada a detalhar sobre ti.

Passar bem.

Ato 3 Fala 3 – A Raposa Comunista baixa a guarda diante do saber de um Frade Católico

Fr.Leon

Percebo que há coisas mais interessantes nesse seu último post endereçado à mim do que debater a sua reacionaridade pessoal verificada em larga escala nas idéias que produz em seus posts.
Concordo quanto a abertura do debate pelos fatos ocorridos com Aloprado Alonso, e concordo tb que são poucos os que terão honestidade e subsídios argumentativos e intelectuais para apresentarem inovações e fundamentação filosófica quanto ao tema.

Noto que estamos lidando com pessoas que levaram toda a complexidade do discurso de Aloprado Alonso para o lado sentimental, e não racional. O discurso dele foi como ele diz bombástico para o entendimento profundo desses nossos amigos que ainda cursam a gradução.

Por isso concordo que sim houve aqui um debate absolutista da Comunidade como figurante do papel de Senado Romano, e o Aloprado na figura de Carneádes.
Entendo que no texto dele em seu Blog ele tenha concretizado agora de forma mais aguda toda a discussão, pois lança mais uma vez mão da manipulação de sentimentos que começa dar frutos pois Barone reclamou disso em outro post em outro tópico e H.H. já se mostra desconfigurados de sua identidade e passa incorporar os artifícios alopradianos em seu discurso.

Noto finalmente que o debate está limitado aos que detém originalidade de pensamento e base teórica de retórica e experiência nesse setor. São eles eu, o Sr, Arcanjo Jobs até agora.

Contudo, não excluo aqueles que fizeram breves pontuações sobre o tema de forma nova e colaborativa, como seria o caso da Fabii, já que os demais estão contaminados pela paixão de ódio por Aloprado Alonso.

Também devo concordar com o Sr. que aquilo dito pelo Aloprado no discurso contra a juventude tem se revelado, pois HH roubou as idéias dele e não produziu sequer uma linha de pensamento próprio, assim temos prova viva de Aloprado Alonso na minúcia do seu discurso tem razão.

E admito tais coisas com certa dor, mas as admito por honestidade intelectual. A qual falta à muitos ainda aqui e mundo a fora.

Abraço fraternal caro Fr.Leon!

Ato 3 Cena 4 – Boçal Bombado teme ser advertido pelo Moderador Covardão, e baixa a bola diante da Raposa Comunista e não confessar ter roubados as idéias de Aloprado Alonso.

sr. eduardo

Não copiei ninguém. é nítido pra qualquer um , quando você expressa suas idéias, o seu desejo comunista.
Quanto a dissertação sobre Michel de Montaigne , eu não precisei copiar o senhor Alonso, já que conheço bem a história e obra do autor.
Mas confesso que fiquei pasmo ao lêr com atenção o seu post, com a falta de senso de interpretação .
O senhor pode até não ser comunista, mas deseja ser, ou o senhor encarna em suas hilárias dissertações outra pessoa…
Um personagem talvez…
passar bem…

Epílogo: Aloprado Alonso narra o pano de fundo desse teatro débil mental ao melhor estilo Shakespeariano

Disse o mestre William: “Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar”

O teatro de personagens boçais, e a tragédia de sua burrice surpreendem aos expectadores mais atentos e os fazem rolar de rir, como também a este que vos narra essa tragédia épica da fruto da tolice humana, a qual não aprende com seus mestres por preguiça e porque acha que arriscar seria assassinar o seu bem estar. Gargalhemos desses boçais em coro uníssono: HAHAHAHAHAHAHAHA-HÁ!

Quero tratar sobre essa situação de forma filosófica agora. Para tanto preciso antes revelar que sou um Filósofo Profético diante desse teatro onde o meu Mito começou a surtir efeitos  na vida dos boçais que agora roubam o meu modelo discursivo e idéias com faz Big John e Hermes Henry o Boçal Marombado.

Essa raça está me colocando no altar do teocentrismo na vida deles, está me endeusando na vida deles, eles só pensam em mim, só falam de mim nessa comunidade orkuteana falida de alcunha Ringue Filosófico, a qual o Professor Eduardo que abolir com seu estratagema comunista.

O discurso do Professor Mazza ainda me deixa no nível do antropocentrismo, mas os demais me colocam como um semi-deus nas suas colocações. Uns nutrem ódio por Alonso outros seguem as minhas idéias, e isso se torna um combate de ateus alonsianos vs devotos alonsianos, cada dia mais e mais e mais…

Irei aderir uma regra da Raposa Comunista de fundamentação filosófica para estabelecer cenário filosófico sobre esses seres boçais de última categoria, quase primatas por não saberem elaborar um simples silogismo.

Naquela comunidade existe um choque de monistas contra mobilistas e alguns gatos pingados meio epicuristas representado na figura da Raposa Comunista.

Conforme isso vou traçar uma teoria de esboço do resultado do que esses agentes irão ocasionar naquela comunidade e assim comprovar minha posição de Filósofo Profético, sendo este por assim dizer o meu The Final Cut pinkfloydano. (O álbum parece ser divido em duas histórias separadas que se intercalam. A visão de Waters sobre os problemas do mundo atual, prefigurada na Comunidade Ringue Filosófico como um todo, e uma pequena história sobre a paranóia de um veterano nesse caso configurado na pessoa do Professor Eduardo)

O pensamento mazziano quer transformar a comunidade em um laboratório stalinista, sua intenção nada mais é que gerar uma espécie de revolução espartaquista numa comunidade virtual. Esse é o primeiro passo, ao ponto que ele admite que eu fui a bomba de pulso eletromagnético e de efeito moral destruiu com o referencial filosófico de muitos como ele mesmo explica na fala referida a Barone, e gerou uma grave desmoralização intelectual de muitos naquele comunidade.

Ele apóia essa minha ação, pois ela abre campo para que ele retomar naquela comunidade o pensamento marxista heterodoxo já abalado por mim, e implantar seu pensamento visando dominar o contexto dos boçais para escravizá-los com suas idéias e destruir a comunidade de forma total jogando uns contra os outros. E ele faz isso usando a minha fama ali, pois ela tem poder de mobilização. Assim enquanto um pensa estar me achincalhando, está na verdade tomando parte no plano de Mazza para destruir a paz naquela comunidade. Ele assim usa o meu pensamento e mito ali para desestruturar tudo e todos e destruir a comunidade. Chamo isso de “A destruição dos boçais-intelectuais de merda via Mazza”.

Mazza em sua esperteza nota grupos de Harry Potter e Hogwarts (Jobs e seus colegas mais inteligentes) e uma cúpula de Senhor dos Anéis, ou do Anel do Brayner, pois usam o Brayner como mecanismo de defesa enquanto se escondem (O dono da comunidade, Hermes e  Dan no caso).

Falo nesses termos cinematográficos pois, os boçais assim podem compreender, pois se falasse que em termos de Liga Espartaquista os boçais não entendem mesmo, pois tem baixo grau de conhecimento de história e creio que não entenderam nada quando o Frade citou a cena de Carneades no Senado Romano.Nesse contexto o Mazza é Valdermort, só para constar, mas os boçais não se deram conta disso ainda, e quando se derem já estarão dominados por ele. (risos)

E isso é facílimo de ocorrer, pois os boçais não são nerds, são metaleiros que não sabem fazer um tríade nem uma escala pentatônica. Grande maioria ali é doutrinada por Aleister Crowley e literatura de wicca boçalista. Tem um ser ameba chamado Agustus naquela comunidade que disse numa enquete que ler o Senhor dos Anéis é mais importante que conhecer a Constituição Federal, por aí já se confirma o baixo nível intelectual dessa ralé juvenil que será dominada por um velhote paranóico de forma fácil e dócil em breve.

Por isso quando fui o promotor da denúncia que essa Juventude Imbecil com diminuto grau de saber, o Mazza viu nisso a oportunidade de ser juiz dessa causa e mandar neles conforme bem entender, pois ele faz uma encenção cômica que defende o direito deles terem me banido, mas na verdade ele quer mesmo é mandar na cabecinha oca deles. (risos)

Nesse point reside o dualismo da Velha Raposa Comunista, por um lado ele elogia e busca restabelecer um senso democrático e reanimar moral boçal, e por outro acusa os chefões da comunidade de absolutistas medievais. Ele faz isso pois, notou que censura boçal ao meu pensamento e denúncias a falta de qualidade da inteligência desses boçais, é nada mais que uma fratura exposta do inconformismo deles diante da minha total razão. Isto é, é uma fratura exposta da burrice deles e inveja da minha potencialidade intelectual.

Assim sendo fica demonstrado o monismo dos entes comunitários em sua maioria. Enquanto isso o meu Mito se alastra e demonstro ser um Filósofo Profético!!!! (gargalhada)

Ok, era isso, hasta la vista baby!

Alborghetti manda um recado aos Comunistas

A tentativa de xeque mate de um velho comuna!

Boa noite, meus amigos e meus inimigos (“copyright” de Matinas Suzuki). Dando uma bisbilhotada, na Comunidade Orkuteana Ringue Filosófico devastada por minha pessoa depois de uma bomba atômica argumentativa lançada por mim mesmo no vazio mental dessa estirpe juvenil abitolada, eis que me deparo com um tal Professor Eduardo Mazza, docente duma faculdade gaúcha em ciência polítca, se julgando capaz de me impor toque de recolher nas minhas posições e idéias.

Diante de um velhote desses com esse nível de erudição eu poderia estufar o peito e falar: Fu-deu! Agora me pegaram… Mas nada disso, ledo equivoco dessa raposa comunista, e dos admiradores infantes dele nessa tosca comunidade que só debate bobeiras e papo de índio.

Lendo os posts dele, logo percebi que o sujeito era comunista, na melhor da hipóteses um anarquista desiludido. Me acusou de inúmeras coisas conforme terão a oportunidade de ler pois reproduzo a fala desse filho da puta energúmeno mor ancião e seus interlocutores em quatro falas a seguir:

Fala 1 – O começo da putaria mazziana

O Julgamento Póstumo de um Ausente.

Boa noite srs.

Se me permitem um parecer opinativo, tenho notado que toda essa discussão gira em torno de figura polêmica de um ausente que não pode se defender na medida que desferem contra a pessoa dele impropriedades. Por mais que ele as tenha causado, o fato é que o citado não está presente e em condições de se levantar em face disso.

Isso acarreta que a partir do ponto que alguém defenda uma vertente da visão do ausente, os presentes que discordavam da presença do ausente encaram isso como presença do mesmo, quando apenas subsiste a remanescencia da memória do mesmo e alguns pontos de conexão com suas idéias esclarecidas.

E o ator que veio as esclarecer não adere a pessoa nem as idéias do ausente, nem mesmo se confunde como o ausente injustiçado. Ao contrário disso, resta evidente que o exegeta dessas idéias só quis esclarecer a tendência de fatos ora averiguados pelo discurso do ausente, este sim discriminado por todos por serem notoriamente vítimas do discurso do ausente.

Segundo nível dessa problemática é nada mais que o ponto inicial da raiz somática disso. E esse segundo ponto é a expulsão do ausente de forma injusta manejada pelo clamor dos que ainda restam presentes.

Dito isso, vamos a lição de Michel de Montaigne nos Ensaios que nos ensina que quando há um julgamento póstumo do ausente ele será sempre falso, pois o ausente não pode mais defender suas idéias nem mesmo sua pessoa, e segundo quem venha a esclarecer o discurso do ausente é visto na ótica dos que restam presentes, como sendo uma reencarnação do ausente “ipsis litteris”.

Senhores me digam agora como irão resolver essa problemática que começa em Montaigne mas irá terminar em Focault na visão da obra Vigiar e Punir?

Grato pela atenção!

Fala 2 – Frei Leo se vale do discurso alheio para tirar o dele da reta.

Eduardo, essa visão do Montaigne tem tudo haver, e se teve algo de bom na expulsão do Alonso, é poder discutir essa abordagem do Montaigne sobre a morte, mas que serve a lide ora em debate porque tratam o ausente como finado mesmo. rs

Espero que os demais colegas da comunidade agora se sirvam desse referencial teórico postado pelo Eduardo e discutam seriamente a questão que foi proposta nesse post, tendo em vista os fatos da expulsão de um radical extremista plasmado na figura do Alonso agora denomidado como O Ausente.

PS: o Aloprado deve estar bravo com isso, pois isso, obstou a criação do mito dele. RS

Fala 3 – A Farsa do uso de Focault.

O Julgamento Póstumo de Aloprado Alonso

Se alguém (p. ex. eu) tenho uma doença difícil de ser tratada, diagnosticada, identificada [etc], o que eu quero? Um médico SOBERANO que me trate como PACIENTE (passivo) e que CURE minha enfermidade.

Pois bem. Se, como encontramos hoje, há violências que são praticadas sobre um tipo específico de sujeitos (no caso alopradiano x os jovens): o que eu, que sofri tal agressão, quero? O respaldo social soberano.

No caso da expulsão do Aloprado ainda se faz justiça aos dois pólos da relação conflituosa. O foco disso é que suas idéias encontraram eco e o discurso dele atrai opositores que não o refutaram ainda.

Não defendo a criação do mito de Aloprado. Defendo que haja uma refutação filosófica da real identidade de Aloprado Alonso.

Pensar que alguém “É”, é pensar numa identidade (ele É ASSIM, e não É ASSADO). Então não nos referimos mais a identidades, mas a processos de subjetivação que são, em última anállise, experimentações. O que quero dizer com isso? Quero manifestar que Aloprado Alonso é um engodo filosófico, que se esconde nas camadas de seu discurso agressivo, posicionado na direita conservadora. Além disso, ele usa as camadas dessa manipulação e coloca em xeque mate a reputação das pessoas, mas ainda não enfrentou as potencialidades intelectuais delas.

Aqui reside o que chamo do “Teorema de Brayner” nessa situação. Brayner visou legitimar uma punição ESPECÍFICA para um comportamento de ataque as leis da comunidade, ou seja, vimos aqui um ataque, mas não vimos uma defesa justa da comunidade, pois um só se tornou justiceiro em nome de muitos.

Alonso queria isso? Não de forma alguma! Ele queria desestabilizar o senso comum e não ser refutado no campo filosófico, e o que vimos foi isso, o êxito da barbárie dele que deixou esse eco.

Sim. Mas não podemos deixar de enxergar, como eu disse, que há um crime específico em vista dum grupo de sujeitos e específicos. Que delito é esse?
Aloprado Alonso mentiu, e precisa ser desmascarado em sua real identidade ainda ocultada e prejudicada de ser revelada pela expulsão.

E aqui chamo os colegas debatedores a fazerem isso, a desmascarar Aloprado Alonso e trazer a tona a sua real capacidade filosófica.

Ele tem ao menos aqui, quatro adversários e juízes de fato, O próprio Brayner que o expulsou, o Big John que diz que o chamou ao debate, Arcanjo e Frei Leon que se posicionaram contrários a expulsão, mas que podem figurar como colegiados nisso que chamo de julgamento póstumo de Aloprado Alonso.

Fala 4 – As regras do xadrez mental do Velho Comuna

Instrução do Julgamento de Aloprado e notas.

Retiro o Big John de juiz da causa alopradiana, ele se revela mais autoritário e insidioso que o próprio Aloprado conforme a fala do nosso amigo Arcanjo.
(Isso pode ser passível de discussão mais aprofundada também).

Nisso noto o senso de democracia aqui. Se houver uma autoridade suprema e autoritária qualquer lugar se torna palco de injustiças.

Não quero com isso colocar o Brayner numa posição de déspota, porque ele agiu em prol do clamor popular que aqui o respaldava, e conforme a norma da comunidade.

Com isso convoco os meus pares aqui a elaborar uma acusão justa sobre a real identidade do Aloprado com fundamentos filosóficos mínimos, como o Frei Leon já colocou naquele tópico “Filosofia para todos”.

Os quesitos desse introdutório são essas perguntas:

– Brayner agiu justamente em ter expulsado Alonso com base no clamor e regras sem dar defesa prévia para Aloprado Alonso?
-Big John realmente chamou Aloprado Alonso para o debate e se revelou seu adversário natural, ou apenas buscou imediata fama no vácuo de Aloprado?
-Frei Leon defendeu o pensamento de Alonso de forma a criticar todos os membros da comunidade?
-Aloprado Alonso é um engodo filosofal porque?

De acordo com essas respostas será elucidada toda essa problemática acerca do Ausente e suas idéias e real identidade.

Grato com a atenção!

—> Ok, lá vou eu agora desmascarar esse facínora comunista dos pampas, aliás, vou depená-lo como um pato da       Lagoa dos Patos!

Primeiro vou expor aqui a figura de Michel de Montaigne de forma concisa e dar a localização topográfica dessa colocação dele sobre o dito “O Ausente”  na obra e vida do próprio Montaigne – que visão desse ameba hein que elaborou tal açoite filosófico.

Vamos lá… Não é de estranhar que Michel Eyquem, senhor de Montaigne, mandachuva num castelo em Périgord, no interior da França, ao alcançar os 37 anos de idade e sendo acometido de problemas provocados por cálculos renais, só tivesse a morte como expectativa.

Cansado dos labores públicos, vendeu seu cargo de magistrado em 1570 e retirou-se para sua propriedade, enfurnando-se na biblioteca que ficava no terceiro andar de uma torre arredondada, junto ao castelo da sua família. Na fronte da porta constava o lema Liberdade, tranqüilidade, ócio, princípio aos quais tratou de seguir.

Na alta sociedade daqueles tempos o ócio produtivo, intelectual, era uma atividade que não envergonhava nenhum nobre. Montaigne também manifestou-se emocionalmente esgotado com a guerra civil entre católicos e huguenotes que grassava pela França. Dando as costas a todas aquelas confusões, dedicou-se a escrever.

Ok, Seu Comunista Filho da Puta enxergue que foi Michel de Montaigne que se retirou, ou melhor –AUSENTOU-  da vida pública por facultas agendi própria caralhooo!!!!

Retomando a minha postura de lord inglês continuo o relato sobre Michel de Montaigne: Exausto do mundo, passou a viver só para si, tornando-se personagem do seu próprio interesse (sendo repudiado mais tarde por Pascal exatamente por isso). É de Jacob Buckhardt, o grande historiador da cultura da Renascença, a idéia de que foi por aquele época, pelo século XV-XVI, que o Homem deu lugar ao Individuo, isto é o Homem descobriu a sua singularidade, o seu ineditismo. Um ser inequívoco, absoluto na sua excepcionalidade, cuja personalidade ou vivência jamais poderá ser passível de repetir-se em qualquer outra circunstância. Até aquele época os homens pertenciam a uma corporação de oficio, a um grêmio profissional, a uma grande família ou a uma dinastia, até que se descobrem como indivíduos com possibilidades de construírem seu próprio destino.

Ok, ta vendo que é ele que se retira para ficar na dele, não é um bando de populacho idiota que o expulsa de lugar nenhum ou de sua comunidade???

O Ausente é o próprio Montaigne, mas o Professor Eduardo pensa que eu reencarnei ele na melhor forma kardecista ele numa comunidade de Orkut Ah faça-me o favor Professor vai ao INSS receber sua aposentadoria e não torra!!!

Eu não faço parte daquela comunidade de insanos, como se fosse uma corporação ou agremiação porra!!!!

Depois disso ele me lança no limbo da alegoria da caverna de Platão para que eu me liberte, ao dizer: “tenho notado que toda essa discussão gira em torno de figura polêmica de um ausente que não pode se defender na medida que desferem contra a pessoa dele impropriedades. Por mais que ele as tenha causado, o fato é que o citado não está presente e em condições de se levantar em face disso”

Nessa primeira fala do professor comuna, ele me coloca numa posição de cativo, pois seu discurso insidioso também revela camadas e níveis de figura de linguagem que podem manipular.

Segundo ele, eu estou fora da órbita, isto é, ao ser expulso me colocaram na caverna novamente, pois teria eu uma visão distorcida da realidade do mundo sensível, e deveria ser mandado para lá novamente. Bom isso para quem domina Platão já sacou o que quis dizer.

Na segunda fala ingressa o Frade dizendo que essa colocação obstaria a criação do meu mito, antes disso ele esclarece o posicionamento de Montaigne via nota de rodapé. Visto que o Frade não é nenhum ignorante como os parcela dos chefões daquela comunidade, o Frade destoa e ao mesmo tempo impulsiona o argumento do Velhote Comuna, pois isso livra a cara dele de certo das polêmicas com o anormal do Big John. Foi um tacada brilhante do Frei Leo nesse ponto, ele usa um aikidô na filosofia e busca fugir da polêmica, pois parece ser uma pessoa centrada e avesso a controvérsias.

Na terceira fala, o Velho Comuna irá focar-se em outro Michel, agora o Michel Focault se torna o fio condutor da segunda fase da acusação dele contra minha pessoa. Ele na verdade só faz referência ao Focault, mas só usa o conceito de identidade individual vs a identidade coletiva do Focault, no mais ele segue a trilha da Alegoria da Caverna de Platão.

A grande intenção do Velhote é causar o caos, pois ele espera que eu seja convidado a retornar, ou peça para voltar á Comunidade Ringue Filosófico, e que num ato de valentia intelectual eu enfrente aqueles que já venci como se fosse uma revanche de Davi contra Golias, mas que nesse “take two” eu seria o Golias decapitado pelo povo oprimido da comunidade. Isso demonstra uma rara forma de inserir animus de vendeta nos oponentes, e apenas isso.

Nesse ponto ele explora e tenta manipular o sentimento de revolta dos meus fracassados oponentes, e ele nota isso de forma mais clara na figura de Big John, que é o mais revoltado de todos, e irá focar nele a pressão para que haja distúrbio, hora o elogiando, e hora o rechaçando como será notado nas falas do Velhote.

Após isso ele incentiva os boçais a uma nova ação contra a minha pessoa, tenta lhes motivar ânimo e coragem para isso, mas como ele não sabe, ele lida com mulas empacadas, e seres sem pretensão de serem humilhados uma segunda vez.

Depois disso ele usa mais duas falácias, uma é tentar colocar combustível de alguma forma no meu ego para que eu vá ao embate contra os boçais, a outra é criar o Teorema de Brayner, visando dar status ao pobre menino, além de buscar fazer ter coragem e se achar capaz ser o Davi contra Golias, pois ele dá ao garoto razões de ter atendido ao clamor dos seus machos dominadores, e depois de estar agindo dentro da lei contra um fora da lei, ao fazer alusão as regras da comunidade.

Daí vem a tentativa de xeque mate do Professor Eduardo o Velho Comuna. Ele vai buscar colocar os quatro membros mais atuantes nesse embate contra e favor das minhas prolíficas argumentações no tabuleiro se movimentando conforme suas coordenadas. Ele vai aqui criar uma tensão sobre a minha capacidade vs a capacidade desses quatro e usá-los de duas formas:  Uma como escudo para eu que não atinja ele diretamente nas minhas colocações, pois estaria ocupado contendendo com quatro ao mesmo tempo, enquanto a Velha Raposa alimenta a fogueira da minha inquisição e se torna com isso o doutrinador dessas amebas que usa de escudo. A segunda forma consiste exatamente em usá-los no ataque me torrando a paciência cada um com encheções de linguiça diferentes. Devo admitir é brilhante esse estratagema, se isso se realmente ocorresse, pois ele usa uma técnica de Michael Corleone para atacar um único inimigo com diversos capo regimes.

Na quarta fala o Velhote irá, dar as regras desse xadrez mental. Irá primeiramente instigar o ego irracional de Big John, que numa hora ganha elogio, mas que agora já tendo vislumbrando certo sucesso contra minha pessoa com auxílio dos demais – porque ele sozinho não vale nada, menos do que nada – fica em uma situação de gerador de polêmicas secundário nessa trama do Velho Comuna. Se Big John tivesse se valido da mesma estratégia do Frei em se fazer retirada filosófica estratégica, o Velhote o teria usado nessa jogada, mas notou a imbecilidade costumeira de Big John a tempo e mudou o traçado da jogada para apenas três peças em quatro movimentos nesse tabuleiro que ele chamou de Julgamento Póstumo de Aloprado Alonso.

Vamos evidenciar as peças: A mais fraca é certamente o Brayner ele não tem conteúdo para fazer nada, mas o Velhote dá suporte para ele, pois ele representa a ralé daquela comunidade, e os chefões da comunidade machos dominadores dele.

Depois disso vem um que pode ser usado como um coringa nas mãos do Velhote, o Jobs tem o perfil de um propedeuta, de um aprendiz que sabe observar e falar de forma certa na hora certa quando menos se espera. Ele seria o Muddy Fox vs Gordon Gekko, o qual o Velhote sabe bem do que falo!

Por fim vem o Frade, que é uma espécie de check and balances, com o apoio dele ele consegue manter a polêmica e a briga no ar, pois hora o Frade simpatiza comigo e me defende com honestidade e hora me repudia de forma independente.

O Big John nessa tática se tornou carta fora do baralho, pois é uma anta mesmo.

Os movimentos da Velha Raposa são as perguntas, delas as peças não podem fugir, pois ele cria parâmetro e direciona a ação, por mais que os quesitos estejam ligados as peças eles só visam uma coisa: Centrar fogo sobre mim e gerar discórdia entre eles(as peças), para que o caos se manifeste e a comunidade se autodestrua. Assim nem preciso responde-las pois o engodo é na verdade a própria Raposa Comunista.

O que o Velhote quis fazer é arrumar uma forma de debate corrente contra mim, no formato Olavo de Carvalho vs Aleksandr Dugin, nada mais a declarar, além de que, o meu Mito já está consolidado naquela comunidade de abestalhados!

Aloprado Alonso O Mito

Estou aqui a ver as últimas postagens desses carcomidos que querem feedback na minha fama, e noto que há uma figurinha chamada Big John a me apredejar pelas costas mais uma vez…

Big John meu tolo coleguinha de Orkut que utopicamente deseja se afamar na minha vasta e renomada produção e reputação de intelectual devastador de incautos pseudo-filósofos me difamando aos quatro ventos. Vejam o que o imberbe irracional escreveu ao único que conseguiu até agora elucidar minimante a minha “ars agumentadum” que foi o Frei Leo:

Diz besta qualificada do Big John ao Frade Discípulo:

“Vamos por partes, se ele atacou a baixa intelectualidade que predomina, segundo sua observação a maioria dessa comunidade é composta por imbecis, contudo caro Frei, em vários momentos, encontrou ele adversários que o calaram, não tendo como reagir diante de situações flagrantes, onde seu próprio despreparo tornou-se evidente a quem ver quisesse, ou tivesse compromisso apenas com a verdade. Vejo que não está entre tais.

A própria opção pelos despreparados e inexperientes, já demonstrava que ele queria navegar por águas tranqüilas. Quando, em meu tópico sobre “estranhas pessoas” notei que poderia constituir-se em adversário, o convidei e depois desafiei para aquele tópico, sendo relutante no início foi e acabou ali manobrado e levado ao solo.

O senhor poderá não reconhece-lo, discordar que tal tenha ocorrido, ou mesmo dizer que a escrita de Big John não é convincente muito menos sustentável, não será nosso único ponto de divergência já que o elege acima de todos demais, embora seja o perdedor que acabo por comprovar.

O senhor também comete uma série de equívocos, o que para mim o transforma em amador, equiparando-o aqueles a quem critica, por exemplo, falácias das mais primárias como essa:
.. “Aloprado só demonstrou que a tese inicial dele era válida, o Jobs mesmo já verificou isso, a Fabi tb. Agora coube a mim explicitar isso de forma a ser obrigado a criticar muitos aqui quanto a forma e qualidade”
Então, porque o julga (e os motivos são seus) e um ou dois o apóiam, por conseguinte isso seria necessariamente verdade? Argumentum ad numerum, ad populum, ad nauseam, dezenas de falácias, visão insustentável a luz de uma análise rápida (estou no almoço) diria que sob o aspecto primariedade, o senhor está incluído com justiça entre os despreparados que atacou no início. Está à vontade e em casa, pois agora está entre os tais!
Permita-me ofertar-lhe algo, e não diga que já conhecia, pois ignora sua prática. Leia com parcimônia e reconsidere a quem deve elogiar ou a quem reconhecer como digno de seu público reconhecimento”.

 

Diante dessa blasfêmia do herético e apóstata Big John o Frade com dons de inquisidor do sacro santo tribunal de defesa do culto alonsiano, refuta Big John cabalmente:

“No momento que vc ingressa numa comunidade com o título “Ringue” isso para alguns é um chamado ao nocaute do adversário filosófico a todo custo.

E foi isso que tanto o Alonso e vc tb pelo visto quis fazer ao abrir um tópico e chamá-lo para o debate degladiador, que pelo visto girava em torno da figura do Alonso, ou seja, iria tratar da temática do ser do Alonso vs o seu ser Big John. E isso de filosófico descambaria para a psicanálise da personalidade de um vs a do outro.

Com efeito um iria analisar a conduta um do outro e ficar numa conversação sem progressão filosofante, até pq isso é temática da própria degladiação ou psicanálise barata.

E creio eu que o finado Alonso notou isso e nem sequer deu bola, pois como visto e confirmado a personalidade dele é arrogante e irrefutável, como um Lula dono da verdade e razão.

Sinceramente, na hora que vc abriu aquele tópico vc quis pegar carona na má fama dele para criar a sua e caiu do cavalo, pq o próprio Alonso não permitiu isso, e não vou ser eu o bode expiátório disso conforme vc parece ensejar em suas colocações. Sendo assim procure outra pessoa para falar mal e posicionar-se contra o famigerado Alonso que gerou toda essa comédia que já se torna dantesca.

E é fácil acha-lo vá visitar o blog dele, onde pelo que vi ele anda se divertindo tirando sarro de todos nós com a típica pose de rei do mundo filosofante da internet.

Creio que se forem lá pelejar com ele, ele irá se divertir muito. Caso contrário não alimentem mais intrigas sobre esse ser mitológico que se tornou o Alonso nessa comunidade e na vida alheia de muitos aqui.

Um abraço a todos!”

 

Ante a blasfêmia e heresia bigjohnsiana e argumentos eficazes do Frade, agora sendo este membro da Ordem de Santo Alonso o protetor dos intelectuais, tenho que me revelar daqui do meu grau de glória suprema nos meus suntuosos aposentos quase celestes na cobertura do edifício Mont Blanc no Morumbi, para esse povo escravizado e cativo do festival de besteiras que assola o país como diria – este sim finado – Stanislaw Ponte Preta.

 

Eis a revelação corja e farândola inculta do Ringue Filosófico: Em verdade vos digo, sou o Grande Mestre Alonso, que esmagou as duplicidade neural de tico e teco de muitos, e agora devastou essa comunidade chifrim, pois está escrito: “O profeta barbudo, trará luz as trevas e poucos se salvarão, os que não receberem de bom grado a palavra do profeta com linguajar alarmante e que corta a mente dos incautos como espada afiada, perderão suas almas, continuarão nas trevas e serão taxados de analfabetos funcionais para todo o sempre”.

 

Diante disso, passo a expor o desmascaramento e procedimento de aniquilação desse herege intelectual do Big John. Primeiro a comunidade não é composta em sua totalidade por imbecis, mas sim os roqueiros metidos a sabe tudo com diplominha de autarquia falida de ensino superior e suas gazelas defensoras são sim os reais imbecis dessa parva e débil comunidade, a qual só trata de teminhas televisivos, e jamais de algum tema literário ou filosófico em strictu sensu, e isso em nada acultura a vida desses costumeiros debatedores. E foi exatamente essa laia que não aceitaram a salvação de suas faculdades mentais e foram lançados as trevas e obscuridade conforme a profecia alonsiana é clara!

O Big John agora num expediente ardiloso quer criar polêmica sobre a figura do Frade, a quem devoto respeito, ao contrário da corja dantesca “roqueamaconhada”.  Ora essa, Big John seja homem ao menos uma vez nessa sua medíocre existência! Mostre que tens culhões e venha aqui postar um comentário contra a minha pessoa que você tanto despreza feito um ser humano decente. Essa coisa de transferir esse seu ódio para o Frade só demonstra mais uma vez a sua incapacidade de aceitar o óbvio, e o óbvio é que você não passa de um cocôzinho mentiroso que posa de intelectual, mas que na verdade mal se formou ainda no Mobral.

Quanto a atacar bestas quadradas inexperientes, isso sim me fez rir muito, haaaaaaaaa!  Você é dessa mesma laia, por favor se inclua nela, que é o seu devido lugar, é como se um cego falasse de outro cego e um quisesse guiar o outro no campo do saber…Assim gargalho novamente: Ahahahahahahahaha-há!

A ousadia e desfaçatez de Big John me assusta, ele é um debatedor ao meu ver de futebol de segunda divisão em boteco de cachaceiros, disso sim ele entende. Quando ele criou aquele tópico notei que ele redige tão mal gramaticalmente e sem sentido as suas frases que o simples fato dele conseguir formar uma frase coerente causaria um tsunami na mente dele.  E se aquilo foi vocativo ao debate, eu dou risada da cara dele novamente, pois ele não serve sequer para ser o chão de um chiqueiro de suínos, quanto mais querer a debater comigo.

Visto que o Frei Leo anulou todo esse discurso do Big John que só visa polemizar na busca desesperada dele em ocupar o meu espaço na tosca desses boçais, ele colabora para criação do meu mito de forma mais aguda, assim devo agradecer a burrice dele e não executar a pena capital de decapitação desse verme, pois ele é o outdoor ambulante no espaço cibernético da minha fama.

Fama esta que ele quer tomar, mas nunca terá cacife para tal, pois padece de desonestidade e ferramentas mentais do meu quilate de polimata, quanto ele galga ainda o posto de primata. Dado isso, o Frade merece aplausos novamente, mas como sou justo vejo que ao me comparar com o Lula ele comete o primeiro equivoco quanto ao seu mestre.

Pois bem, o vácuo mental pelo visto agora depois desses fatos dá lugar ao sentimento do logos alonsiano que encarna que palpita no espírito exorcizado desses boçais, que depois de terem se deparado com meu brilho, viram a luz e querem segui-la, mas temem pois o Mestre Alonso tem uma didática de Pai Mei e não tolera egomaníacos sem o mínimo de habilidades neurais que já acham que sabem tudo sobre tudo!

Para finalizar vejo que nosso caro Jobs, um dos raros sensatos daquele sítio, faz propaganda do meu blog, e nas palavras do próprio: “eu já disse o que tinha para dizer, e reitero aqui a minha insastifação com a decisão tomada pelo moderado Brayner. Eis o resultado da imbecilidade coletiva de vocês”

Depois do meu bombardeio intelectual nessa comunidade eles jamais serão os mesmos, pois Aloprado Alonso O Mito reside na lembrancinha desses boçais hahahahahahaha!!!

Poderão me chamar de maquiavélico?

Aqui vai mais um triste e vexatório exemplar da inatividade mental dessa juventude brasielira que diz cursar universidades e cursar filosofia.

O Boçal Energúmeno diz ao Grande Frade

Apesar de concordar com alguns pouco pontos do seu notório discurso, eu não posso e não devo me calar diante de alguém que defende os conceitos errôneos do finado alonso. Se o senhor tivesse prestado atenção nos posts do finado, veria que ele quando era discordado saia do salto e não falava nada além de xingamentos e ofenças, isso é debater em alto nível ?… 

2º- Falar o que alguém já falou ou escreveu é muito fácil, não costumo muito a citar autores , não pq não conheça, mas sim pq tenho minhas próprias idéias e conceitos.
Eu poderia citar a obra inteira de Ecce Homo pra vc, mas prefiro me ater as minhas próprias idéias. Eu tenho meu próprio ponto de vista e não me atenho mais que o necessário a grandes autores. Apesar de admirar vários…

3º- sem mais fique claro amigo, sem resentimentos, apenas estou a defender aquilo que acredito!

O Grande Frade diz:

Vou aqui assumir o legado do Alonso momentaneamente, e mostrar no que ele teria razão de acordo com a verdade dos fatos.

Quer dizer será um julgamento póstumo dele ou julgamento depois do banimento? O que estamos fazendo é fugindo dele, dizendo: Ok expulsamos ele, se livramos dele, mas as idéias dele perduram”. Porque as idéias dele perduram em debate apenas como o único argumento dos inimigos dele dizendo “ele só xinga e xinga e xinga, não debate” – sendo que ele demonstrou que debateu em outros tópicos como o Brayner mesmo acrescentou sem ofender em nada.

Por isso pergunto a todos pq ainda debatem sobre a obra do defunto? Ela se tornou maior que ele, e ele aqui se torna desde já lenda ou mito rs. E convenhamos era isso o que ele queria, sair de cena, ficar no posto de divindade dele e a partir de agora poder cantar vitória no estilo dele. Alguém mais conseguiu isso aqui com tanto êxito?

Nesse ponto ele soube manipular não a opinião de uma certa parcela do público dele, mas soube manipular o sentimento dos opositores dele. E isso na vida real ocorre sempre, é só analisar. Por isso há uma valia nessa situação cômica toda, pois dela se tira um lição prática.

Com isso, qdo vc escreve “ofenças” ele já cai matando, em cima dos seu menor deslize, e diz que será incapaz de contra arrazoar ele, concorda? E isso era na verdade a argumentação dele, usar o xingamento e deboche para desestabilizar quem ele achava pela frente e se encaixava no perfil de “jovem imbecil” que ele já tinha descrito anteriormente. Assim o Alonso foi paulatinamente um a um criando sofismas e pouco a pouco sempre aparecia mais um querendo ou irritá-lo ou tirar a razão dele, e ele sabia que era essa intenção de cada um que respondesse a qualquer colocação escabrosa dele.

A Paz disse que ele estava usando a A Arte de Insultar, e estava mesmo, o argumento dele era nesse ponto o mesmo do Olavo de Carvalho, o de xingar quem não tem vocação intelectual e fazê-los correr com medo ou jogar pedras nele com raiva.

Quando ele cita o Ecce Homo, ele não tá nem aí se vc leu ou não leu o livro, nem ele talvez tenha lido, só que se alguém ali postasse algo sobre o livro (o que ninguém fez) ele seria obrigado a debater com base no livro que citou. Ninguém conseguiu acorrentar ele na própria brecha que ele dava, e o que isso ocasionava era ele trancafiar quem quer que seja no reducionismo voraz dele a base de xingamentos até que foi expulso.

Tá correto que ele extrapola e não segue regras da comunidade, e que o que todos que foram “vitimas” dele queria foi realizado. Agora ele está lá decapitando vcs e me enaltecendo por defender ele e saibam, quando deixarem de falarem dele ele vai dizer que foram vcs os vencidos e mortos por ele nesse campo de batalha.

Como ele é debochado vai exibir a cabeça de cada um como prêmio fazendo chacota.

Bom é isso, mas sem ressentimentos, isso aqui é até bom para elaborarem as suas capacidades de estudo e pesquisa, pois por de trás dessa comédia tem conceitos de retórica, argumentação, filosofia e formação de opinião.:

A tréplica do Boçal:
não vou mais me ater a esse campo da falacias, já que a pessoa em questão mesmo tendo a sua admiração , não existe mais entre nós. E outra não tive medo em nenhum momento do finado, apenas quando o rebatí e ele veio com xingamentos ví que não valia a pena.
Quanto a o seu ponto de vista aconselho que se atenha mais as suas próprias idéias, e cite menos o que os outros já falaram.
boa tarde!
ah, não se preoculpe eu não vou mais rebater este tópico, pois não tem mais sentido!
Dos comentários de Aloprado Alonso sobre o diálogo do Boçal Energúmeno com o Grande Frade discípulo honoris causae.
É preciso antes de mais nada louvar a clareza em decifrar a minha retórica e honestidade intelectual do Frade, e após isso dar aos leitores o conceito de analfabeto funcional para compreenderem o baixo nível intelectual do Boçal Energúmeno.
Analfabeto funcional é a denominação dada à pessoa que, mesmo com a capacidade de decodificar minimamente as letras, geralmente frases,sentenças, e textos curtos e os números, não desenvolve a habilidade de interpretação de textos e de fazer as operações matemáticas. Também é definido como analfabeto funcional o individuo maior de quinze anos e que possui escolaridade inferior a quatro anos, embora essa definição não seja muito precisa, já que existem analfabetos funcionais com nível superior de escolaridade.

Existem três níveis distintos de alfabetização funcional, a saber:

  • Nível 1, também conhecido como alfabetização rudimentar, concebe aqueles que apenas conseguem ler e compreender títulos de textos e frases curtas; e apesar de saber contar, têm dificuldades com a compreensão de números grandes e em fazer as operações aritméticas básicas.
  • Nível 2, também conhecido como alfabetização básica, concebe aqueles que conseguem ler textos curtos, mas só conseguem extrair informações esparsas no texto e não conseguem tirar uma conclusão a respeito do mesmo; e também conseguem entender números grandes, conseguem realizar as operações aritméticas básicas, entretanto sentem dificuldades quando é exigida uma maior quantidade de cálculos, ou em operações matemáticas mais complexas.
  • Nível 3, também conhecido como alfabetização plena, concebe aqueles que detêm pleno domínio da leitura, escrita, dos números e das operações matemáticas (das mais básicas às mais complexas).

Agora caros leitores, notem a qualidade e quantidade de idéias que fatos que o texto do Frade faz e concatena e agrupa de forma sintética em face ao pífio texto desse Boçal selvagem que se limita a uma frase rudimentar e limítrofe escrita com erros ortográficos recorrentes.

Diante disso meus estimados leitores tem a exata noção de um jovem sem o menor grau de escolaridade básica, e que mesmo assim pasmem, diz ele cursar filosofia numa universidade amazonense. Ora essa, que universidade é essa que aceita em seus bancos um discente nesse teor pífio e cavernal??? Sim, senhores há essas faculdades que dizem formar pensadores, mas na verdade aceitam em seus bancos deformados impensantes. Creio eu, modestamente, que seja fruto de alguma cota universitária aos portadores de limitrofia mental essa vaga concedida ao Boçal. Caso contrário, O boçal Enrgúmeno ocupa lugar de algum silvicula muito mais racionalizado que ele, e isso atesta o precariedade das universidades nos rincões desse país.

Após isso temos um outro malfadado e reticente moderador covarde a insurgir-se em face ao nobre Frei

Relato amendrontado de um Moderador Covarde:

“Eu disse que ficaria apenas como um espectador passivo, mas depois do que você acabou de colocar eu sinto que posso contribuir com algo mais na discursão.
Não economizarei nos caracteres, mas tenham paciência e leiam até o final. Por favor.

Nos primeiros 4 dias da curta estadia do Alonso aqui, fui o primeiro a bater de frente com ele. Mas ao quarto dia, percebi que Alonso fazia por onde provocar raiva em mim. Ao me dar conta, parei de falar com ele imediatamente. Daí ele começou a importunar outros jovens e ao ver isso, eu fiz um apelo a esses jovens que não respondessem aos chingamentos de Alonso, já que esta era a intenção dele.

Foi um apelo inútil. Comu tú mesmo, frei léo, o disseste, Alonso manipulou a todos. E eu nada pude fazer. A expulsão não teve haver com manipulação ou não. Teve haver com uma sucessão de infrações ao regulamento da comunidade. Alonso teve o que queria? Sim! Ele foi mais esperto que a maioria? Sim! Ele é isso tudo que você falou? É.

E porque eu não consigo admirá-lo? Porque alguém que usa o intelecto para destruir e não construir, não merece admiração. Se ele acha que a juventude precisa crescer mais intelectualmente (e isso eu também acho) ajude-a a crescer em vez de espor as fraquesas de uma geração que ainda está começando a sua jornada intelectual!”

 

A réplica extra orkuteana do Grande Mestre Alonso

Passivo é um termo que se encaixa bem com esse moderador medroso, pois sem sombas de dúvidas ele é um passivo a vontade de muitos machos que fazem e desfazem dele o que querem, aliás foi a mando dos machos dele que este diminuto mental me expulsou.

Veja que ele implora pedindo por favor para que o leiam, que o escutem, pois ninguém dá a menor pelota para o que diz e pensa, nem mesmo os amigos dele daquela sinistra comunidade. Em face disso, tenho pena dele, e pegarei leve com esse vermezinho o a qual apelidei de papinha de chuchu intelectoíde.

Vejam só como os jovens hoje em dia, são motivados por raiva, são rebeldes sem causa, este papinha mesmo confessa que produzi raiva nele, assim sou obrigado a rir-me da cara dele Hahahahahahaha-ha!!! Esse papinha é tão sensível, revela uma bichisse melancólica de grau máximo de quem não deu a toba na noite que passou, como já tratei disso na Psicanálise dos deprês.

Bateu de frente comigo? Hahahahahaha-ha!!! Esse ai só bate de costas com qualquer macho, e notem que o número 4 tem fundamento nisso, pois é a posição que ele é mazocado pelos machos dele, assim ele usa isso sublinarmente devido seu subconsciente ter avivado essa memória durante a escrita do texto.

No restante das colocações dele ele foi mais light, mas confesso destruí mesmo com todos dessa comunidade já de caso pensado, pois são uma corja de jovens imaturos e sem condições de formular idéias e expressá-las de acordo com a realidade que vivem. Até mesmo o réles papinha de chuchu confessa que essa sua geração é uma merreca intelectual que vai afundar ainda mais esse país no desastre cultural e social.

Como tive uma educação espartana e de alto grau de exigências tanto qualitativas como quantitativas, desde cedo aprendi que essas lacunas, que ele chama de fraqueza, devem ser corrigidas e sanadas na formação intelectual do cidadão para que ele prospere e ajude seu meio social a progredir.

Sendo assim, esse moderador medroso foi o mais manipulado de todos,  pois ele revela uma hora estar gamado em mim no tocante a idéias, e na outra se sente encurralado pela força da minha estratégia e argumentos. Com isso, desmascarei e vaporizei a opinião deste rol e aniquilei essa raça que jaz nas trevas do inculturismo.

Diante de todos esses fato poderão me chamar de maquiavélico? Sim podem e devem!