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A greve do grelo duro!

 

 

A senadora pelega Gleisi Hoffmann (PT-PR) convocou as mulheres para um dia de greve geral, nesta quarta-feira, 8 de março, pelo Dia Internacional da Mulher. Em discurso no plenário, Gleisi Hoffmann pediu que as senadoras e servidoras se reúnam em frente ao Congresso Nacional em uma manifestação contra os retrocessos aos direitos das mulheres. Até aí tudo bem…

Mas Gleisi para dar um toque pitoresco a sua fala resolveu dizer que as mulheres tinham que fazer greve geral dos trabalhos domésticos, bloquear estradas e também ficar sem fazer sexo nesse dia. Se esse apelo for seguido à risca, a categoria das prostitutas terá nesse mês um dia de greve geral em obediência ao chamado grevista da senadora. Como não existe nenhuma CUP (Central Única das Prostitutas) o risco do brasileiro ficar sem sexo nesse dia é zero.

 

As mulheres coxinhas e anti-feminismo esquerdista certamente só para contrariar a tresloucada senadora petista se sentirão motivadas a praticar a conjunção carnal com seus parceiros sexuais no dia de hoje. Ou seja, haverá muita gente fazendo sexo nesse Dia Internacional da Mulher fazendo chacota do pedido de greve geral de sexo feito pela senadora, a qual pelo jeito já anda praticando o celibato forçado. Ou será que o bilau do ladrão de aposentados, marido da senadora, ainda levanta depois das denúncias de corrupção?

 

A julgar pela fala sistematicamente enfezada e petulante da senadora Gleisi nos últimos meses, ao ponto de ser líder da bancada da chupeta, não é de se duvidar que vida amorosa e sexual da senadora ande estagnada ou em crise libidinosa.

A dita cuja não perece ser uma habitual militante petista do grelo duro graças a uma série de cirurgias plásticas, as quais segundo Augusto Nunes não mudam o caráter da pessoa, mas dão um toque menos grotesco a cara de pau de certos políticos.

 

Mesmo assim o marido Paulo Bernardo parece não querer agasalhar o croquete na pepeca da senadora, que por sua vez anda notoriamente pálida e carente ao expor que é necessário fazer uma greve de sexo para lutar contra as afrontas ao direito das mulheres. Ou será, o inverso, ele quis traçar a patroa e ela não está querendo dar para o marido por viver envolta numa vida cafona de militante petista regada a muitos antidepressivos que retiram a libido?

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Seja como for Gleisi convocou a greve do grelo duro e isso já entrou para os anais do Senado Federal!

 

 

Eike no xadrez!

Eike Maravilha Batista é café pequeno ante a dimensão dos outros proxenetas da república que se locupletaram nesses anos. A fortuna que ele tinha deve ser apenas 10% do que o núcleo duro do PT tem em caixa em dois que perfazia num cálculo rápido a soma de 38 bilhões.

Eike não saiu à francesa do país, ele empreendeu fuga, isso é fato que ainda será evidenciado ao meu ver pelas autoridades competentes. No entanto, Eike mudou de rota no meio dos eventos por ter supostamente recebido farta orientação advocatícia para voltar, delatar todos seus detratores e comparsas beneficiando-se com redução da pena.

Depois disso ele se torna numa espécie de Roberto Jefferson e cairá no esquecimento ou entrará para o rol dos malvados favoritos de muita gente.

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Todos contra Temer!

O costume da mídia usar os mesmos argumentos falaciosos diante de todas circunstancias é o que trouxe Marina Silva à tona novamente. Os beiçudos da imprensa precisam vender a divisão e intransigência de pontos de vista; e daí dão espaço e voz aos que agem irracionalmente movidos por razões torpes em busca de poder.
A imprensa vendida, assim como os manifestantes do MST que nada cultivam na agricultura, mas cultivam no seio social mais nada além da divisão e semeiam medo nas pessoas por onde passam, assim também é a imprensa de nossos dias. Sabem apenas bradar o mesmo discurso enfadonho e decrépito na mentira, sabem apenas empunhar suas foices e facões nas redes sociais, emissoras de rádio e TV. Marina Silva é um fantoche da mídia para eles darem o seu recado ao governo. Logo virão outros tendo o mesmo espaço na mídia.
 
Versa a Lei de Coulomb, que é uma lei da física que descreve a interação eletrostática entre partículas carregadas eletricamente, que as cargas iguais se repelem e as cargas opostas se atraem. Marina Silva é uma carga oposta aos interesses da sociedade, por isso ela é eleitoralmente viável, o povo não sabe votar, não sabe o que essa falsa evangélica seringueira representa, e ela fala o que uma parcela de desavisados quer ouvir. Cuidado com essa mulherzinha de voz de taquara rachada que nos últimos dias ocupou espaço na mídia pregando a teoria de renúncia, de novas eleições e se colocando na ordem do dia como pré-candidata novamente.
Hoje Marina Silva, estampa manchete do Estadão fazendo suas análises inoportunas sobre a cena política. Desta vez ela foi chamada a falar em face de Temer.
Qualquer pessoa minimamente sensata e racional, sem olhar movido por paixões estapafúrdias na política, sabia desde o início que em meio a acalorados acontecimentos políticos, principalmente com a batalha entre governo e oposição sobre impeachment, que muito se discutiu sobre as consequências que um processo como este traria ao país. Agora o impeachment é um ato concreto no espaço e tempo e seus efeitos já foram exauridos quando Temer assumiu o governo em definitivo. Marina Silva é uma das partes que não aceita essa realidade e agora reaparece falando suas habituais teorias aos interlocutores da imprensa. A mesma imprensa que ao invés de debater o governo Temer com base em verdades, prefere debater o panorama com meias verdades de acordo com toda avassaladora onda de delações da Odebrecht.
O problema da governabilidade de Temer será sempre afetado por conta dessa grave crise econômica, com dois anos de recessão que ele herda de Dilma. É necessário marcar um ponto no espaço e tempo e colocar o impeachment como ponto de partida duma herança que se impõe ao herdeiro do cargo. É sabido que Temer, até por ele mesmo, que ele não vai resolver por si só todos os problemas do quadro político em torno dele organizando sua base em torno de sua agenda para governar em paz. Tanto isso é verdade que, os bundamolengas teleguiados pela Globonews e colunistas da escória reinaldiana não estão relatando o fato do Aécio estar tramando a queda do Ministro da Fazenda de forma intencional, premeditada e sistemática por todos os meios que forem possíveis.
O PSDB está apostando no “quanto mais pior melhor” para eles aparecerem em 2018, ou antes disso, como mocinhos em meios ao vilões e incompetentes do governo Temer. Isso mostra que Meireles é apenas um alvo secundário, o principal é Temer. Fazer ruir a economia nas mãos do PMDB é meio caminho andado para atestar o óbito político de Temer e todo PMDB. Todos queremos a melhoria da economia em curto prazo, mas isso é inviável, é uma falsa esperança, as medidas tomadas por Meireles ainda não surtiram efeito concreto justamente porque a base aliada do Temer joga contra eles ao lado de petistas ensandecidos no Congresso e nas ruas. O tempo para os remédios de Meireles fazerem efeito demora e isso joga a favor de Aécio e seu plano de desestabilizar o governo Temer.
 
O clima hostil, de má fé entre pares e punhaladas nas costas é constante e chegou às ruas, mercado e opinião pública. Isso faz a imprensa vender o complô do afastamento de Temer e consequente justificação para tomarem uma medida extraordinária de eleições diretas implodindo a Constituição mais uma vez. Isso só favorece um sujeito chamado Aécio e seus patrocinadores da mídia globelzebu. Quem viver verá essa saga aeciana contra Meireles sendo levada a cabo em conluio com a mídia para desembocar no projeto de PEC de novas eleições ou algo parecido como a tese de renúncia já solta na mídia por Marina Silva.
 
No meio desse caldeirão, não podendo contar com uma voz petista que tenha autoridade e respaldo, a mídia chama Marina Silva para fazer eco as teses oposicionistas ao governo Temer. Isso é péssimo. Temer não terá tranqüilidade política ante um cenário tão conturbado, principalmente se a Lava Jato continuar trazendo essa “agenda negativa” para o Planalto. Negativa no sentido de não criar estabilidade, do ponto de vista político a quem tanto precisa dela nesse momento, isto é, Temer e seus fiéis escudeiros envolvidos até o talo nas delações da Odebrecht que vazam seletivamente segundo os detratores da operação da República de Curitiba. Destaque-se que a Lava Jato não tem compromisso com a estabilidade política alheia, nem do PT nem do PMDB ou PSDB. A Lava Jato tem compromisso com operar a justiça independente de qualquer mote ou clichê politizado que queiram colar na operação ou no juiz Moro.
 
Mesmo assim, a classe política, através de Renan e outros pares, não vê com bons olhos que a corrupção tenha finalmente virado pauta entre os diversos setores da sociedade e que isso pode acarretar em um amadurecimento maior sobre o assunto por parte da sociedade e órgãos judiciais. Renan ataca magistrados e procuradores, e tem aval de grande parte dos parlamentares que sabem ter rabo preso com caixa dois, propinas e lavagem de dinheiro investigadas pela Lava Jato. As pesquisas mais recentes tem mostrado como a corrupção é percebida como um dos maiores problemas do sistema político brasileiro e que a Lava Jato é apreciada por atacar esse problema em pontos nevralgicos. Isso somado ao esgotamento no papel dos partidos no diálogo com a sociedade é ponto de ignição para o desespero de políticos que querem alçar voo nas próximas eleições. 
Com um sistema complexo de acontecimentos, o processo de mudança ainda será lento e criticas ao governo Temer serão incentivadas pela imprensa devido ao seu histórico de político de ex-aliado do PT e delações da Odebrecht o colocarem na ordem do dia. Estruturalmente, o problema que estamos tratando é em como proteger o estado brasileiro deste perverso meio político querendo manter o poder, e de empresas tentando aproveitar do poder para ambas as castas terem enriquecimento ilícito. Política é basicamente poder, de quem decide e quem ganha, isso naturalmente vai gerar incentivo para grupos tentarem influenciarem o processo para uma nova eleição ou chegarem a 2018 com mais viabilidade política perante a opinião pública desinformada pela imprensa subserviente aos partidos e governos. 
Temer será posto a prova, e ele terá que mostrar dia após dia que tem o poder em suas mãos até 2018.
 

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PT o partido dos terroristas!

Em março deste ano, a ainda presidenta Dilma sancionou, com vetos, a lei 13.260/2016, conhecida como Lei Antiterrorismo. Assunto que ela sem dúvida alguma entende, pois é expert em práticas dessa natureza…

Entre os artigos que foram validados a partir do projeto aprovado pelo Congresso Nacional está o que classifica como atos de terror “incendiar, depredar, saquear, destruir ou explodir meios de transporte ou qualquer bem público ou privado”.

E ora bolas do meu saco, vejam só: Não foi exatamente o que vimos acontecer ontem em Brasília, São Paulo e outras cidades, com os protestos contra a PEC 55?

O que falta para as autoridades policiais enquadrarem os meliantes que foram presos durante o quebra-quebra de ontem nesta nova legislação? Por que a falta de coragem em tachar de “terrorista” quem verdadeiramente pratica o terrorismo?

E tem mais…

Como se não bastasse a violência absurda cometida por vândalos em Brasília, a pretexto de protestarem contra a PEC do teto de gastos, soube-se que deputados do PT foram à delegacia pressionar delegados a não enquadrarem na Lei de Segurança Nacional os manifestantes presos. Graças aos petistas, os criminosos responderão apenas por danos.

Acordo de leniência com quem age como um terrorista é uma covardia, aumenta a sensação de impunidade e fragiliza a democracia. No fundo, são todos iguais, os vândalos, os seus patronos e a causa que defendem.

PT é o partido do terrorismo não tenham dúvidas!

 

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Menos Ana Júlia menos…

No day after da maior derrota já sofrida pelo PT nas urnas, o que fizeram os petistas? Reconheceram a derrota? Fizeram um mea culpa? Foram humildes e enxergaram os seus erros? Não, de forma alguma. Os parlamentares petistas apareceram neste começo de semana com o mesmo discurso virulento contra a PEC 241 (agora PEC 55, no Senado), e defendendo com unhas e dentes a ocupação de escolas. Nesta questão da ocupação, ao tentarem elevar a estudante Ana Júlia à posição de símbolo nacional, mostram que não estão preocupados com a qualidade do ensino, mas apenas com a luta política. Derrotados nas urnas, o PT está tentando cooptar o manifestante do futuro. Ignorados pelo povão e rejeitados pela classe média, os petistas tentam se reinventar buscando apoio em jovens que ainda nem entraram para a vida política. Com certeza, acreditam estar formando uma nova base para lhe dar sustentação nas ruas. Sem mortadela para oferecer, o PT tenta conquistar novos adeptos com mentiras e manipulações. Não será assim que conseguirão fugir do abismo.

 

A questão da fama repentina da estudante secundarista Ana Júlia Ribeiro, que fez sucesso ao defender a ocupação das escolas. A crítica que fizeram sobre essa militante mirim da esquerda, que ofendeu a esquerda nas redes sociais, foi a de que a estudante disse reiteradamente ser apartidária, o que, depois, se mostrou uma afirmação mentirosa. Além de ser filha de um advogado e militante petista, Ana Júlia havia sido orientada pelo deputado estadual Tadeu Veneri, do PT. Ontem, a estudante (que, na verdade, compõe um movimento que não quer deixar ninguém estudar) esteve em Brasília, onde participou de um evento organizado pela senadora Gleisi Hoffmann, e no qual pontuaram senadores petistas e lideranças de movimentos sociais de esquerda. No seu discurso, a estudante filha de papai petista disse que “nós vamos desenvolver métodos de desobediência civil, vamos levar a luta estudantil para a frente”. Além do discurso totalmente partidário, ainda é incendiário, muito parecido com o que é feito por UNE, MST, CUT e outros da mesma estirpe. Ana Júlia tem toda a liberdade para se tornar uma militante petista, mas já começa muito mal sua carreira mentindo ao dizer que não tem partido.

Escolas invadidas por massa de manobra juvenil do PT no PR é amostra grátis do que esse estado se tornou nos últimos anos: Um buraco negro!

 

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Temer já tem todas as cartas na manga!

“Jornalismo militante e a multidão invisível” esse é o título de um texto produzidos por um líder MBL sobre sociedade civil e o papel da imprensa na cobertura política.
Num país onde o coronelismo midiático é expresso esse debate é bem vindo. O jornalismo chapa branca domina a pauta diária de informação para grande massa. Diariamente soterrados por opiniões de comentaristas da laia de Cristiana Lobo ou Airton Soares, não raro é do twitter que algum livre pensador, ou livre jornalista rebelde, que desembarcou dos grandes órgãos da imprensa diz algumas verdades sem ser coagido pelo editor de política controlador.
A censura hoje em dia mora dentro das redações da imprensa falada e escrita. Seu codinome é Beija Bunda do governo que lhe sustenta com verbas de propaganda como podemos notar pela Carta Capital e blogs sujos como o Brasil 247. Quem lê e acredita no que é manifesto nessas revistas e blogs é militante pelego do PT e seus aliados genuflexos ao lulopetismo decadente que precisam passar urgente por uma lobotomia moral.
Esses dias zapeando os canais da TV aberta, lá estava eu, no quarto dum hotel, camisa amassada desabotoada, ar condicionado no máximo, com uma bela dose de vodca com muito gelo e limão para ter que aturar William Bonner comentando a carta “vazada” de Michel Temer dizendo que a carta era indiscutivelmente um desabafo, porque, ora, estava descrito na própria carta que era um desabafo ora bolas do meu saco! Que lógica cartesiana impressionante!
Todavia o “dasabafo vazado” repercutiu no plenário da Câmara dos Deputados. A carta de Temer foi mais nitroglicerina pura num quebra pau homérico anunciado entre deputados governistas, soldadinhos de chumbo do Planalto, liderados por um almofadinha peemedebista carioca chamado Leonardo Picciani e outros Sibás Machados genéricos do baixo clero.
O que já fedia enxofre se tornou escandalosamente em mais um cenário de deputados cretinos mantidos à tributação excessiva numa farra em que os rumos do país são definidos por esses sacripantas calhordas corrompidos por dólares na cueca, como vem personifica o líder do governo na Câmara Federal e seus asseclas.
Um dia depois, vimos Eduardo Cunha emanar seus poderes sórdidos na Comissão de Ética em mais uma oportunidade barrando pela sexta vez o andamento do processo contra ele naquela comissão vendida aos interesses espúrios duma classe política corporativista. Evidente como batom no colarinho, Eduardo Cunha distribuiu ordens para rachar Fausto Pinato, um deputado meia sola paulista que está sendo acusado de receber propina do para foder com Cunha duma vez por todas. Certamente a grana preta iria parar nas cuecas do deputado do PRB que entraria na galeria de deputados famosos por usar esse método da ceroula endinheirada para fins nada lícitos.
Ao relatar as ofertas de propina, Pinato, porém, não deu nomes e diz que não sabia se as pessoas queriam que ele votasse contra ou a favor de Cunha. Ora bolas deputado! Acha mesmo que essa conversa furada contada para a grande imprensa cola?
Segundo Pinato, uma das vezes em que foi abordado para receber, ele estava em um aeroporto de São Paulo, local estratégico onde emissários petistas da ORCRIM adoram entregar malas cheias de pixulecos aos seus destinatários. Certa vez usaram um hotel e shopping em Curitiba para entregar o din-din deslavado para Gleisi Hoffmann e Requião; e daí vem o “santo” Pinato diz que não sabe de onde essa grana vem?
Pinato, para azar de Cunha, era um peão que cederia aos apelos da opinião pública com extrema facilidade. Para sorte dele, ou por manobra dele, acabou sendo destituído do cargo após a Mesa Diretora armar sua substituição na surdina. A troca foi realizada na sessão em que deveria ser votado o seu parecer preliminar, após sucessivos adiamentos, defendendo a continuação das investigações por suposta quebra de decoro parlamentar.
Cunha é acusado de não ter declarado contas bancárias na Suíça e de ter mentido em depoimento à CPI da Petrobras sobre a existência delas. Ele nega ser o dono das contas, mas apenas ter o usufruto de ativos geridos por trustes. Daí aparece o tal Fausto Pinato, um deputado sem traquejo, testa de ferro da Universal, e diz: “Nessas abordagens, essas pessoas, que eu não sei quem eram, diziam, fazendo sinal de dinheiro com a mão: ‘Você pode arrumar a tua vida’. Eu já desviava, não dava ‘trela’ para o assunto. Procurei ficar bem reservado.”
Enquanto o coro dele era tirado na Comissão de Ética, Picciani dava seus últimos suspiros de líder do PMDB na Câmara. Temer já tramava derrubar o garotinho seduzido pela pedófila política Dilma por outro deputado fiel aos seus interesses. O nome dum deputado ligado ao lobby da mineração, forte dentro da casa em diversos partidos era o nome mais indicado para fazer essa outra substituição para beneficiar outro peemedebista, ou seja, desta vez o próprio Michel Temer, taxado por Ciro Gomes como “capitão-do-golpe do impeachment”.
Resultado desse rolo foi que o desabafo de Temer na verdade foi uma bafão para todo Congresso Nacional sentir que o PMDB está predestinado ao poder quando o impeachment ronda o Planalto. Não será um aliado da Dilma como Ciro Gomes que irá ter capacidade e nem habilidade e muito menos meios de negociar com um cacique do PMDB como Eunício Oliveira – que odeia Ciro – para deixar de servir ao grande mestre peemedebista forjado sob medida para ser o segundo na linha de sucessão.
Renan Calheiros e outros tantos terão que se dobrar aos planos de Temer e sua trupe. Terão que seguir o mesmo destino de Eliseu Padilha e  destroçar o PT com requintes de ações mafiosas do Poderoso Chefão sob a batuta de Michael Corleone. Enquanto isso, Cunha barra pela sétima, oitava, nona ou décima vez o andamento do processo de quebra de decoro parlamentar contra ele, e coloca a casa em xeque para que tudo que Temer venha a tramar em conversas aqui e acolá se reflita positivamente ao seu favor.
O que vemos é Temer e PMDB esvaziando o poder do Planalto com apunhaladas certeiras nas costas de todos os aliados do PT. Temer retira passo a passo Dilma de cena e a coloca a presidenta em saias justas diante da opinião pública. Dilma cai feito um patinho e de quebra faz Jacques Wagner ser parceiro dela na tentativa desatinada de minar a reputação de Temer diante duma nação que está cansada dessa novela da usurpadora da república que usou dinheiro surrupiado da Petrobras para se eleger e reeleger.
Agora é a vez de Temer, como um dia foi de Itamar, e com carta ou sem carta de desabafo, o PMDB tem o baralho inteiro em suas mãos e é uma questão de tempo desinstalar Dilma do Planalto. As cartas marcadas estão na manga do paletó de Temer.
E o suposto “golpe” não vai passar na TV, pois o jornalismo da grande mídia perdeu a capacidade de ler na entrelinhas dos fatos…
E tenho dito!
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A falência do Poder Judiciário no Brasil

O Judiciário brasileiro é totalmente cooptado por politicagem. Quem duvida disso basta ver que as filhinhas de Luiz Fux e Marco Aurélio Mello operando jurisdicionalmente com a mesma capacidade dum Dias Toffoli na magistratura brasileira.

Para piorar esse quadro há uma leva significativa de professores de Direito que se interpretam a legislação pátria à base de marxismo heterodoxo achando que deturpar a legislação com determinismo sociológico é algo digno de mestrado ou doutorado. Na verdade são massa de manobra com diploma universitário e pós graduação com alguma alfabetização, mas independência intelectual e moral não está incluso no curriculum acadêmico dessa laia.

Além do mais, depois do cultuado decisório que extinguiu doações de campanha no STF, que permitiu que um juiz – Barroso – atuasse numa causa na qual ele atuou como advogado, não há mais do que se falar em respeito às normas processuais vigentes no país. O STF fez questão de rasgar numa tacada só Constituição, códigos processuais e mais uma miríade de normas regimentais do seu próprio tribunal e outras regras do ordenamento jurídico.

Como se não fosse o suficiente, o STJ está prestes a dar um sinal à sociedade brasileira de que existe meios legais para manter os corruptos e canalhas que estão destruindo o Brasil no poder. É o fim do mundo! Os Odebrecht e PT estão apostando todas as fichas no poder econômico que tem, diga-se de passagem, hoje, todos nós sabemos como foi conseguido; para manipular as decisões daquele tribunal, pois o STF já se tornou adendo jurídico da assessoria jurídica do PT há tempos!

Não é por acaso que Gilmar Mendes é uma voz que destoa do silêncio e omissão de togados canalhas e corruptos vendidos ao PT e empresas com juízes no bolso.

E tenho dito!

A situação temerária do governo Dilma

As tentativas de apaziguamento entre pares nesse descalabro todo através de acordos secretos não reduziram o medo, quase pânico, que sacode as glândulas sudoríparas de numerosos homens públicos do passado e presente. A miniaturização da política é tamanha que qualquer conversa entre dois parlamentares já é um risco de destronar qualquer pessoa nesse meio.

Muitos deles começam a buscar, na memória, frases ditas sem cuidados e sem malícia, pelo telefone, ou pessoalmente, a pessoas de pouca confiança. Teme-se, e com alguma razão, que a manipulação dos registros fiscais, patrimoniais de qualquer político ou ente relacionado aos mesmos que torne qualquer conversa um libelo do caos total. Não obstante o medo, e, provavelmente, o surgimento de suspeitas infundadas contra homens “honrados”, o vendaval será saudável para quem se aliou ao mal e quer redenção.

Resumo da ópera: A análise de cenário indicava que a Lava Jato chegaria até Eduardo Cunha sem dúvida mais cedo ou mais tarde. Sabendo do óbvio Mercadante apostou tudo nessa possibilidade, sem avaliar quando tempo levaria para isso ocorrer. Cunha seria eleito de qualquer maneira chefe da casa de achacadores e isso seria péssimo para quem está do outro lado da Praça dos 3 Poderes. Aos trancos e barrancos, Mercadante tentou rearticular a base e puxar o tapete de Cunha, coisa tal que foi a razão do esfacelamento da base aliada na Câmara.

Conselheiros próximos a Dilma convenceram-na a abrir espaço para o vice-presidente Michel Temer, ou seja, trata-se daquelas raposas velhas e sábias que ajudam a acomodar a base, seja qual for o governo, FHC, Lula ou Dilma. E aí que a porca torce o rabo, pois petistas não sabem ser coadjuvantes devido a arrogância ostensiva, um sentimento de superioridade que dificulta o relacionamento com mortais comuns, especialmente do meio político.

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As últimas informações sobre os conflitos com o vice-presidente Michel Temer não são animadoras. Temer é um político experiente, responsável, que, em função de sua carreira sem arranhões, tornou-se uma espécie de avalista da governabilidade. Jamais avançou além das suas atribuições e só se colocou em campo depois de convocado. Agora ele sabe que o mote da última intriga foi atribuir a ele ambições de voos autônomos, por sua afirmação de que há necessidade de se unir o país para superar a crise em torno de “alguma pessoa”.

Esse jogo inconsequente poderá jogar pela janela a última âncora de governabilidade do governo Dilma, que é o PMDB inteiro. Daí será o fim!

E tenho dito!

O PT corre atrás do leite derramado

Durante seus 35 anos de existência, o PT sempre manteve pelo menos um traço de coerência: apostou na divisão do país para travar a luta política e, quando já estava no governo, abusou da cizânia como arma eleitoral e instrumento de perpetuação no poder. Agora, que o governo Dilma está nas cordas, os petistas acenam com diálogo. Qual PT é o verdadeiro?

Nos últimos dias, com a situação política, econômica (cuja cereja do bolo foi a nova meta de déficit prevista para este ano), social e ética do país atingindo níveis de deterioração nunca antes vistos, os petistas puseram para circular a versão de tanto Lula quanto Dilma buscam diálogo com a oposição, mais especificamente com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em favor da “governabilidade”. Agora governadores também seriam alvo deste “pacto”.

Sim: debater o país, buscar as melhores alternativas de forma suprapartidária e republicana são práticas desejáveis e típicas de democracias e de democratas maduros. São, no entanto, tudo o que o PT jamais fez nos seus 35 anos de história e, principalmente, nos 13 anos no poder até agora.

Foram anos em que o PT reiteradamente provocou o embate, estimulou a divisão, recusou a opinião crítica (qualquer uma), atacou instituições e transformou adversários em inimigos. Agora, quando o calo aperta de vez, a postura muda num passe de mágica. Será?

Quem por acaso tiver alguma dúvida deveria revisitar os discursos de Lula tanto quando presidente – em que tudo acontecia no Brasil como “nunca antes na história” – e também quando, depois de sair do Planalto, aboletou-se sobre palanques pelo país afora e manteve-se em sua campanha permanente.

Quem ainda alimentar alguma suspeita sobre em qual PT deve-se acreditar, pode gastar horas assistindo aos programas de TV da presidente Dilma na campanha do ano passado ou revendo suas frases ensaiadas para serem repetidas nos debates presidenciais, segundo as quais o problema do Brasil do presente estava sempre no passado.

FHC foi o anátema desta estratégia. Tudo de ruim que possa ter ocorrido no Brasil nos últimos 20 anos foi sempre creditado a ele pela narrativa petista. Nas campanhas eleitorais do PT, culminando com a mais torpe delas, a do ano passado, o ex-presidente foi sempre retratado como o Judas a ser malhado pelas agruras – principalmente as atuais – dos brasileiros.

Depois de anos de distorção e mentiras, agora, num passe de mágica, o PT transforma FHC no esteio da governabilidade. Das duas, uma: Ou os petistas estão finalmente reconhecendo a importância de fato do ex-presidente para a história contemporânea do país ou estão, mais uma vez exercitando seu conhecido oportunismo. Em que PT acreditar?

Ao mesmo tempo em que assopra, o partido de Lula e Dilma morde. Ao mesmo tempo em que põe para circular a tese do diálogo, o velho PT de guerra prepara, junto com seus satélites, vários atos ao longo de agosto para tentar tachar, segundo a Folha de S.Paulo, de “antidemocráticas” e “golpistas” as manifestações de insatisfação em relação ao governo petista programadas para o próximo dia 16. Qual PT vale na prática?

Ao mesmo tempo, Lula também planeja correr o Nordeste para defender-se e ao governo – provavelmente expiando a culpa pela penúria atual nos bodes de sempre e não na gestão de sua pupila. Em quem confiar: em quem diz buscar diálogo ou em quem vocifera contra os adversários em reuniões quase diárias pelo país afora?

No mesmo momento, petistas no governo também tentam modificar critérios para aplicação de verbas publicitárias oficiais de maneira a privilegiar veículos alinhados ao petismo, em detrimento de parâmetros técnicos de alcance e audiência. Em quem apostar: nos que acenam com equilíbrio ou em quem ensaia manipular recursos públicos para – novamente – tentar cercear a imprensa?

A história é boa conselheira e pode servir sempre para iluminar o presente e ilustrar decisões e opiniões. O país quer ver saídas, desde que expressem um sentimento verdadeiro. Não é, por toda a história pregressa, o comportamento de quem até hoje agiu sempre de maneira contrária ao que agora acena. A história ensina: a mão que afaga é a mesma que apedreja.

Diante da esquizofrenia petista o que vemos é um ex-presidente investigado por tráfico de influência até mesmo no exterior e uma presidente encurralada sem apoio político e popular. É justamente nesse momento que o PT vem ardilosamente atrás do diálogo buscando um pacto pela governabilidade do país que destruiu nos últimos 13 anos no poder.

O humorismo de esquerda

Na abertura da sua História do Riso e do Escárnio, o historiador Georges Minois escreve: “O riso é um assunto demasiadamente sério para ser deixado aos cômicos”. É possível. Mas talvez também não seja sensato deixá-lo aos historiadores. Senão vejamos: Num jornal de grande circulação, o qual o tal Fábio Porchat, um suposto humorista escreveu nesse final de semana um texto primário editado uma cem vezes antes de publicar nos traz outra questão: “Por que é que todos os humoristas da televisão são de esquerda hoje em dia?” Faltam-me instrumentos para saber se essa particularidade sócio-profissional se verifica na realidade com 100% de certeza, mas creio que sim, pois depois da entrevista da Dilma Rousseff no Jô Soares parece não pairarem mais dúvidas.

Sei apenas que Jô Soares, será lembrado pelos petistas convictos que ele foi maior humorista brasileiro da era Dilma, mesmo nunca antes na história deste país ter se revelado de esquerda ou de direita – o que, aliás, tem todo o direito de fazer. Mas admito que caso em questão intrigue cientistas sociais em geral e irrite pessoas de direita em particular: deve ser difícil e até opressivo viver num país sem humoristas de direita. Imagino que o fato de o governo ser de esquerda irrite ainda mais. Além disso, a maioria parlamentar, ao menos no presente instante, parece ser de direita e isso torna a Presidente da República comandante duma República polarizada desde as eleições. Aparentemente é isso que está claro e evidente, mas não temos certeza alguma que isso seja a verdade dos fatos, pois o governo de coalizão é regido por dinheiro no bolso dos políticos e não ideologia. Assim como deve ser para o humorista de esquerda que recebe “licença para captar recursos” através da Lei Rouanet.

O esquerdismo latente dos humoristas brasileiros é assim  revelado dia após dia. Quando Jô Soares teve o atrevimento de debater o mensalão em seu programa e defender José Dirceu tudo ficou claro. Ficou mais uma vez à mostra que regulamentação política do piadismo televisivo chegou ao ponto do sensacionalismo barato típico da esquerda. Não é uma conclusão difícil de tirar, uma vez que o Jô Soares, ao invés de entrevistar Dilma no seu estúdio, a entrevistou longe de qualquer possibilidade de vaia e panelaço tudo ficou escancarado.

De acordo com o que há de mais nítido na cartilha do PT, este esquerdismo maniqueísta enviesa os temas escolhidos pelos humoristas ora contratados: “Pode-se gozar do FHC, mas não com Lula”. Surpreendentemente, a divisão ideológica faz-se entre FHC e Lula que são lâminas da mesma tesoura. Isso sim é hilário. Não se deixem levar pela realidade de que os tucanos são esquerdistas fabianistas, isso estraga a argumentação da militância petista crédula que isso é verdade e os ofende e muito. Uma boa gargalhada ao ler ou ouvir um petista dizendo que o PSDB é de direita chega ser um escárnio, uma afronta a moral e bons costumes do militante do PT mais honesto possível. Se é que isso existe. Não, a direita é FHC e seu partido falso moralista e entreguista que privatizou o Brasil quebrado por três vezes, e o seu contraponto é o PT da pátria grande, da esquerda mais gloriosa e valente de todos os tempos. Isso é dogma e não pode ser refutado!

Eis a prova cabal e irrefutável de que a culpa é do FHC para nós darmos uma boa gargalhada:

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