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Somos todos delatores da Rainha das Mandiocas e do Cachaceiro Ladrão!

O impeachment, na minha visão, funciona como o botão que se aperta para dar descarga na privada. Você já fez o que precisava ser feito e não precisa mais olhar os seus dejetos, misturados ao papel higiênico usado. E se tudo ainda não for pelo buraco adentro, engolido pelo jorro de água, você aperta o botão de novo. Simples assim o impeachment.

Hoje, milhões de brasileiros já apertaram o botão que deveria fazer sumir essa “bosta de governo petista”. Há um misto de repugnância e exasperação nas pessoas. Digamos – para continuar com a imagem escatológica – que estamos sofrendo uma insuportável prisão de ventre que faz doer a barriga, em espasmos. Nossos intestinos estão cheios, empanturrados com fatos e verdades não só sobre as mazelas do Planalto.
Mas o Congresso como sempre quer que a privada fique lotada de merda para fazer a higienização necessária com mais trabalho e mais produtos de limpeza. A começar Renan Calheiros, que também é corrupto, decidindo um eventual processo de impeachment o que serve para nós povo brasileiro é isso e ponto final. Nada mais nos resta a não ser isso. Os congressistas, deputados federais, a maioria está sendo processada por malfeitos e também não é lá essas coisas que legitimam o apelo do povo, mas mesmo assim, nos priores do mundos onde PT detém poder é o que temos para nos livrar do lulopetismo.

Seriam Eduardo Cunha e Renan Calheiros o nosso purgante salvador? Pelo visto sim infelizmente. Como sabemos, mais da metade desses indivíduos que assentam cadeiras no parlamento nacional nem eleitos foram de fato, foram puxados por outros políticos de mais renome e tradição eleitoral. Pagaram as despesas de campanha com dinheiro das empresas que os querem lá para manter o status quo sempre o mesmo; a saber: Na cantilena do roubo e enganação demagógica.

Esses caras exageraram na dose da roubalheira não é de hoje. São canalhas contumazes, viciados por anos e anos de impunidade. Eles tem alçadas de poder, verbas de tudo quanto é jeito, sinecuras – e agora preparam seus filhotes para lhes suceder na boca rica. O nepotismo corre ainda solto, vide Maranhão dos Sarneys, Pará dos Barbalhos e tantos outros recantos . Não há o que se esperar deles, não virá de lá nenhuma atitude cívica – como votar o impeachment da Dilma por bem e dever constitucional e obediência às leis da República e sim por vozes das ruas que ocuparem a Praça dos Três Poderes como fizeram na Praça Tahir no Egito.
Pois eles também deveriam ser “impichados”. Vale o mesmo sentimento para com a Justiça, que a imprensa todo dia mostra como um vulgar balcão de negócios e interesses. O STF é escritório de advocacia do PT e dos corruptos, o STF ou STJ sala anexa e despachante do Kakay, Podval & Cia para libertar colarinhos brancos como Daniel Dantas e Zé Dirceu. A Petrobrás, o BNDES, as estatais todas aparelhadas pelo Lula e quase quarenta Ministérios. O numerário cabalístico dos 300 picaretas hoje remonta a cargos em comissão aos milhares até para agentes cubanos.

Dilma preside esse lupanário (palavra antiga, puteiro seria melhor) com seu beicinho arrogante, perpetrando absurdos com a cumplicidade de seus 39-pé-no-saco de ministros. Nem vou listar os despautérios, quem não é analfabeto, do MST ou bóia-fria sabe de cor que a senhora Dilma extrapolou não é de hoje. Os fatos se igualam à gastança grega, ao chavismo e ao castrismo. Estamos fartos desse governo que fala sobre mandiocas e marolinhas.
Ela, no passado, conseguiu até falir uma lojinha de badulaques chineses, seu maior empreendimento até ser guindada a ministra pelo pior dos brasileiros vivos. Essa desgraça e anomalia política denominada Lula tornou o Brasil um país miserável por excelência na arte de roubar do povo e lhe prometer o mundo e os fundos sem lhe dar nada além de direitos básico mal cumpridos.

Então é o seguinte: as manifestações já apertaram o botão da privada, coletivamente, num ato de dignidade e consciência política. Esses 9% de aprovação não sustentam ninguém no poder num país sério. Mas lá dentro da privada a merda rodou, rodou – e não foi embora. Falta um balde de água. Falta uma mudança total, de tudo. Falta uma greve geral que tenha a força de liquidar essa quadrilha do PT, incrustada no poder. Falta o impeachment da Dilma. Quem será essa pessoa que vai salvar os restos deste país não sabemos, mas o que precisa ser feito para que tudo se resolva o quanto antes é tirar a Dilma e Lula de onde eles estiverem e mandá-los para cadeia.

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A República jaz insepulta como um cadáver de zumbi

Ei Partido Só De Bunda-moles vê se te orienta desse jeito o Deputado Carlos Sampaio não aguenta e cai fora desse partido que parece querer queimar apenas a rosca do Lula e não de Dilma e todo o PT! A culpa deve ser mesmo do FHC dessa vez…

Pra começar devemos definir que imoralidade e Lula tem o mesmo significado. A deficiência moral e ética do Lula é contagiosa. PT é uma epidemia corruptiva ainda irremediada e sem cura no nosso sistema político e social. E essa epidemia cancerígena parece ter infectado FHC, Serra e outros caciques do partido. Quando vejo Alckmin dizendo que Marta é coleguinha e vai fazer bem para oposição eu sinto nojo e percebo que o PSDB é ingênuo como um garotinho que tem seu lanche roubado por um valentão no recreio escolar.

E por que digo tudo isso? Porque uma minoria de pseudo-cidadãos, de pseudo-homens justos e tolerantes, fazem um barulho infernal toda vez que se procura fazer algo de concreto em prol de todos, porque escandalosamente privilegiarem minorias indecentes como, por exemplo, a indecente Maria do Rosnário, o execrável Jean Wyllys e a machona da Jandira Feghalli como exemplares de democracia e igualdade. Isto é apenas uma pequena amostra laboratorial que deu certo, e do atestado de existência do caudilhismo e peleguismo ligado ao Luladrão: o senhor das massas e pai dos pobres reféns da situação.

O que a sociedade precisava era mudar de rumo; mas, evidentemente só a mudará com o voto mais consciente, ou seja, qualquer coisa menos esta bosta que aí está de eleitor bunda mole e vendido ao Estado ladrão, ou então pela força de uma revolução da sociedade que preza por valores do Estado Democrático de Direito acima de qualquer coisa que aí está encalacrada na República.

A coisa toda fede agora seu odor mais podre, mas o lixo foi sendo lançado ao longo do tempo. Nesses últimos anos, em especial todo o tempo da era Lula e Dilma, foi implantado um sistema de desmoralização da honestidade e o cidadão de bem ingressou num estado de letargia do qual está despertando agora. Combater o atraso da nossa falta de ação anterior é parte do processo. Isso explica porque uma minoria de malfeitores comanda uma maioria, que pode não ser santa, mas ao menos não coaduna com essa espécie de profanação da ética e moral explícita e delinquente

Penso que se FHC não tivesse inventado a ondinha da reeleição, ele faria o sucessor e nos livraria de ter que engolir o PT por 16 anos. Ainda por cima engolir Pepe Mujica que revelou quem é o verdadeiro golpista da democracia e vocês aí se desculpando ao falar em impeachment enquanto Lula fazia sua sucessora com direito a reeleição.

Enquanto isso, a República e valores da moralidade pública e demais princípios do artigo 37 e tantos outros da Constituição jaz insepulta como cadáver que apodrece em praça pública. Aniquilados pela desordem gerado por corruptos, pelegos, black blocks e escumilha petralha ainda crédula no lulopetismo. Sim, vivemos num país onde ser cidadão de bem é ser otário!

Lula contaminou a todos e matou o sistema imunológico da oposição que agora como nunca antes na história desse país é toda sem ética tanto quanto o PT!

E tenho dito!

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Os ratos da República e a oposição bunda mol

Vaccari ir em cana é a ponta do iceberg…

O papelão nacional está nos corredores e gabinetes da CGU que não quis investigar em tempo hábil – leia-se antes das eleições de 2014 – as doações ilegais para campanha da Dilma. Doação vinda do exterior, identificada pelo Ministério Público da Holanda, e repassada para as autoridades federais brasileiras que se omitiram em analisar os fatos. A SBM tentou acobertar a Petrobras até o fim. Um e-mail do chefe da auditoria interna da companhia holandesa, em 4 de maio de 2012, dizia o seguinte: “Cancelar as referências para análise das atividades relacionadas ao Brasil e a Julio Faerman e órgãos relacionados, já que nós desejamos colocar essa parte da investigação em espera, por enquanto

O escândalo na CGU se complica. Ontem a Folha de São Paulo disse que, em 27 de agosto de 2014, o delator da companhia holandesa SBM, Jonathan Taylor, denunciou à CGU o pagamento de propina na Petrobras, mas as autoridades brasileiras abafaram o inquérito até Dilma Rousseff ser reeleita. A CGU respondeu que o inquérito só foi engavetado porque faltavam provas mais consistentes sobre as denúncias. Hoje o correspondente em Londres da Folha de São Paulo, Leandro Colon, desmonta essa mentira e prova que não faltavam provas…

Resta evidente que a CGU, TCU, STF, CPI são mecanismos do governo de blindagem contra as investigações da PF e MPF e até do próprio TCU que descobrem crimes de responsabilidade no cargo de Presidente da República, no mandato anterior e quiçá atual mandato por continuidade.  Portanto, meus caros amigos, fundamentos jurídicos para pedido de impeachment já existem, estão cristalizados, materializados, mas o governo e oposição blindam esse tema por puro rabo preso com manobras de bastidores que a mídia não divulga nada!

Agora vejam a manobra de quem tem rabo preso com isso em relação a esses fatos:  Eduardo Cunha disse não haver fundamentos jurídicos para o pedido de impeachment.

Existe ainda outro fato bruto em face disso; que é o seguinte: Dilma Rousseff cometeu um crime de responsabilidade e pode ser cassada por causa disso. Segundo a Folha de São Paulo, o ministro José Múcio Monteiro, relator do processo contra as fraudes praticadas no ano passado para encobrir o déficit fiscal, vai seguir a linha do procurador Júlio Marcelo de Oliveira e recomendar a investigação contra as pedaladas do governo.

O plenário do TCU, formado por nove ministros, pode acatar ou não a recomendação, em votação prevista para esta quarta-feira.  Se a recomendação for acatada, assim PSDB bunda mole, que finge fazer oposição dura, finalmente vai se sentir à vontade para apresentar um pedido de impeachment contra Dilma Rousseff.

A origem disso tudo está no parecer do procurador do Tribunal de Contas da União, Júlio Marcelo de Oliveira, o qual requereu ao TCU que tome para si a investigação do escândalo da empresa holandesa SBM, que doou ilegalmente 300 mil dólares à campanha de Dilma Roussef e, segundo o inglês Jonathan David Taylor, ganhou como cala-boca um contrato de 3,5 bilhões de dólares com a Petrobras — tudo indevidamente escondido pela Controladoria-Geral da União até depois da eleição.

O procurador pede, inclusive, que o TCU mande um emissário a Londres, para ouvir Jonathan David Taylor, ou que faça o ex-executivo da SBM vir ao Brasil.

Vejam o trecho final da representação de Júlio Marcelo de Oliveira:

“Ao ver do Ministério Público de Contas, a gravidade e a materialidade dos fatos envolvidos nesta investigação recomenda que este processo seja convertido em auditoria e que o próprio TCU investigue a fundo a denúncia de pagamento de propinas pela empresa SBM Off Shore para obtenção de contratos com a Petrobras.

Com efeito, dispondo o TCU das amplas competências que a Constituição Federal lhe outorga, incluída a de processar e julgar danos cometidos contra a Administração Pública, condenando os responsáveis em débito, e a larga dimensão dos eventos de corrupção na maior empresa brasileira, afigura-se de todo recomendável que o próprio TCU assuma o comando desta investigação, em vez de aguardar os eventuais e incertos desdobramentos de investigações conduzidas pela própria Petrobras e pela CGU.

Para tanto, pode o TCU requerer à Petrobras e à CGU o envio de cópia integral de todos os processos de investigação sobre esse tema, para a partir desse ponto, promover suas próprias investigações.

Independentemente da conversão dos autos em auditoria a ser conduzida pelo próprio TCU, entende o Ministério Público ser extremamente útil, ao conhecimento que esta Corte de Contas deve ter sobre o caso, a oitiva do ex-diretor da SBM, Jonathan David Taylor, como medida instrutória, o que desde logo se requer e que certamente muito contribuirá para a elucidação das questões tratadas nos autos.

Para tanto, sugere o Ministério Público de Contas a ida de auditores do TCU ao Reino Unido para entrevistar o ex-diretor e colher com ele elementos de prova de que disponha ou, alternativamente, o estabelecimento de tratativas para promover a vinda do ex-diretor ao Brasil para sua oitiva pelo TCU.

Brasília-DF, em 14 de abril de 2015.”

Portanto xadrez para o Vaccari que é apenas um office boy do PT é um avanço, mas há coisas mais graves por debaixo dos panos. A prisão temporária ou preventiva dele já era esperada pelo PT que foca suas energias em outras frentes como CGU e TCU que é daí que bicho pode pegar fora das investigações da Lava Jato e de forma mais célere contra Dilma. Enquanto isso, o obeso Vaccari se torna bucha de canhão, terá que defecar agachado enquanto estiver preso e poderá ter crises de câimbra a exemplo do que aconteceu com seu colega de partido e de crimes, obeso também, André Vargas. Vargas faz alongamento antes de “mandar o barro” mas não tem surtido efeito pois dolorosas câimbra continuam a fazê-lo sofrer. Tadinho…

Entonces…das duas uma: Ou Dilma cai por pedalada fiscal ou por corrupção. No primeiro caso ela se fode sozinha, no segundo fode a política nacional inteira e cai todo mundo junto. Podem escolher o que vocês querem.

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O tiro que saiu pela culatra – Manifesto contra a corrupção do povo brasileiro

O tiro que saiu pela culatra é isso aqui…

Entidades ligadas ao governo federal patrocinou em meados de 2013 uma manifestação via Movimento Passe Livre e algumas lideranças sindicais um protesto para atormentar o Alckmin e tentar desestabilizar a política de São Paulo visando dividir a opinião pública paulista para angariar votos nas eleições do ano seguinte.

Apostando alto na mão pesada do governador paulista em lidar com atritos públicos nas ruas usando a truculência policial como foi no caso do Pinheirinho a pretensão era ferrar com Alckmin nesse sentido e criar uma celeuma em torno disso. Essa estratégia montada falhou, pois não foram às ruas apenas os pseudo-militantes ligados aos movimentos sindicais de classe e manifestantes do Movimento Passe Livre. Saíram às ruas massas difusas como a classe média e classes mais baixas reivindicando medidas contrárias a impunidade em casos de corrupção e pautas referentes ao aumento do custo de vida de um modo geral entre outras reivindicações como melhoria na educação, saúde  e segurança pública. Portanto, a coisa toda não ficou apenas nos R$0,20 lema do MPL. Foi muito além disso, fazendo o tiro sair pela culatra.

De lá pra cá, o descontentamento geral com a classe política em geral emergiu e alastrou-se pela população de forma mais orgânica e desvinculada de ideologias partidárias, de classe ou segmentos econômicos. A insatisfação com a péssima qualidade da política nacional ressoava de norte a sul do país como um recado que fez as instituições políticas lançarem algumas medidas que pretendiam atender as reivindicações das ruas logo em seguida as manifestações daquele período.

Hoje dois anos depois e após uma eleição nacional marcada por jogo sujo no marketing eleitoral e discurso político que quase nada teve de propositivo, e por outro lado exacerbou em técnicas de desconstrução do adversário das urnas mediante acusações de todos os moldes. Destaca-se nisso a campanha da situação em face aos oposicionistas; devido contar com a máquina pública ao seu favor como foi no caso dos Correios e outras formas de propaganda indevida e negativista.

Terminadas as eleições no meio de trocas de farpas entre situação e oposição devido escândalos de corrupção gravíssimos intimamente ligados à gestão do governo aliado ao fenômeno da forte polarização eleitoral, tudo isso fez com que houvesse rumores de que uma falsa legitimação eleitoral estivesse também ocorrendo para atender ao sistema de manutenção do poder que evita a renovação dos quadros políticos e mantém o continuísmo dos mesmos atores políticos no comando da República.

Sem dúvidas foi dentro dessa situação de atos e fatos que surgiram os contornos mais evidentes e aspectos mais contundentes de que há um fingimento ou uma crença fundada em discursos de divisão com base na tese que há uma elite de direita ou classe média organizada que quer retirar direitos sociais e avanços econômicos da população mais pobre a todo custo caso esse governo não tivesse sido eleito novamente apesar dos números e índices sociais e econômicos que mascaravam a derrocada da política dos mandatos anteriores. Essa foi a tese encabeçada pela militância que apóia o governo e que hoje taxa de golpista e anti-democrática qualquer livre manifestação em face do governo, que por pior que possa parecer, se funda em dados factíveis concretos e contrários a administração atual. Disso conclui-se que a crítica ao atual status quo não nasce e permanece num discurso calcado em acusações sobre o passado meramente, mas sim revela um presente e passado pouco recente desastroso alicerçado em fatos para formular essa crítica que é tida como golpista e anti-democrática.

Une-se a isso uma tradição sócio-econômica maléfica que assola o Brasil há décadas e séculos. Fenômenos sociais, políticos e econômicos ligados a baixa escolaridade e cultura política do cidadão mediano, ao apadrinhamento e coronelismo político, a uma economia sustentada por mão de obra assalariada que depende da estrutura do governo para atender todas suas necessidades mais básicas. Isso se deve na esmagadora parte dos casos ao próprio Estado e governos personificarem uma entidade que atravanca o desenvolvimento social e econômico dos setores produtivos da sociedade e do cidadão comum servindo a todos com péssimos serviços e condições de vida niveladas por baixo, as quais ainda pesam mais por serem onerosos para todas as classes e camadas da população via tributação excessiva.

Nenhum governo avançou o prometido, bem como, em nenhuma fase dos governos recentes houve de fato respeito à dignidade da cidadania de qualquer pessoa independente de classe ou condição econômica no Brasil. Há uma reiterada falácia repetida à exaustão que a miséria foi erradicada e que os níveis de distribuição de riqueza aumentaram devido aos planos sempre eficientes do governo nesse sentido. O que houve na realidade foi um mundo que ficou mais rico devido iniciativas privadas eficientes e excessivamente tributadas e não um governo que tornou mais próspera a economia particular do cidadão mais pobre através do trabalho e emprego desempenhado por este. O governo não funcionou como deveria e sempre andou de mãos dadas com os setores de grande produção de bens e riquezas por pura conveniência. Sempre existiu no fundo um interesse mútuo em diversos casos para que o poder fosse dividido com os grandes espectros mediante troca de favores.

Enquanto isso o cidadão incauto e desavisado crê piamente que existe um político apto a compreender suas necessidades mais básicas, porém o político até se passa por compreensivo e até entrega o que o seu eleitor sempre desejou, mas não é por bondade é porque o sistema se funda até mesmo nessa relação eleitor-eleito na base da troca de favores e interesses influenciados pelo que se ganha em troca. Essa é a face da corrupção estrutural que reina no Brasil. Uma corrupção fundada em valores oriundos duma tradição que remonta as suas bases do colonialismo, do coronelismo, do caudilhismo e de tantas outras facetas da nossa trajetória política como nação.  O brasileiro na maior parte dos casos não possui uma identidade política profunda e história de grandes lutas que visam tornar eficiente a coisa pública para todos, mas sim tornar a coisa pública servidora dos seus próprios interesses isolados. Nesse ponto há que se entender, e hoje grande parcela da população parece ter acordado para essa realidade óbvia, que para a coisa pública servir a todos indistintamente a coisa pública precisa ser administrada honestamente para depois sim se tornar eficiente.

Governar para setores e camadas se valendo de suas necessidades ou interesses não é uma democracia é uma grande farsa chamada ainda de Estado Democrático de Direito, onde na realidade ninguém possui direitos efetivos, mas sim interesses atendidos enquanto continuarem os corruptos sendo eleitos por aqueles que se corrompem por qualquer coisa. Seja uma doação eleitoral ou uma promessa feita pessoalmente ao eleitor que confia naquele político que promete mundos e fundos para todos, tudo isso é uma trama e jogo de interesses e não gera benefícios para a população, pelo contrário vicia o povo ainda mais nas antigas formas de se fazer política e manter pessoas públicas desonestas no poder.

Hoje nas ruas nas manifestações do dia 13 de março vimos muito disso ainda. Noticiou-se que militantes defensores do governo, ou melhor dizendo, do partido que  governa, recebiam dinheiro para participarem da manifestação em defesa da democracia e reforma política e outros tantos jargões coringas falaciosos que iludem apenas pessoas sem discernimento da verdade dos fatos.  Isso é a amostra, é o retrato cabal que uma parte da população ainda é cúmplice do sistema de desmandos, falcatruas e corrupção institucional que se mantém no poder.  Hoje sexta feira 13 de março de 2015 o tiro saiu pela culatra mais uma vez…

Domingo dia 15 de março de 2015 – e quantas vezes for preciso – aguarda-se que gente honesta saia às ruas para comprovar que nem todos são como estes que se manifestaram na data de hoje no Brasil. Antes que digam ou acusem que isso é um discurso de ódio, perseguição ou divisão, lembrem-se por favor: Não estamos sendo pagos para proteger a própria honra e liberdade, pois isso não tem preço. Estamos contra os crimes de lesa pátria que atingem a todos, inclusive àqueles que ainda se vendem por ninharia para defender o que já se tornou indefensável há tempos…

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No ritmo do samba do impeachment

Lula e Dilma, juntos, deram um prejuízo de R$ 535 bilhões na Petrobras. Devem ser acionados por crime de lesa pátria. Impeachment é pouco, mas dadas as circunstâncias políticas que o país atravessa já seria um bom começo…

A pergunta-chave que gira em torno da polêmica sobre impeachment, seja em nível federal ou estadual é a seguinte: Quem assume o no lugar do presidente/governador afastado? A Lei 1.079/50, que define os crimes de responsabilidade e regula o processo de julgamento de impeachment, é clara ao apontar que é o vice. Também é indiferente se o impedimento ocorre na primeira ou na segunda metade do mandato. Fernando Collor, por exemplo, foi afastado antes da primeira metade do mandato presidencial e quem assumiu foi Itamar Franco. A situação muda de figura, porém, se o vice também for alvo de um processo de impeachment. Nesse caso, se o titular e o vice forem afastados na primeira metade do mandato, é convocada uma nova eleição direta. Se o afastamento dos dois ocorrer na segunda metade do mandato, o novo mandatário é escolhido pelo Poder Legislativo via eleição indireta para completar o mandato. Há muita confusão sobre o impeachment porque em matéria de legislação eleitoral, normalmente a cassação envolve a chapa e não apenas o mandatário investido no cargo.

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A Presidente não consegue coordenar o governo politicamente e a saída da Graça Foster mostra que ela não tem respaldo junto ao empresariado e improvisou banqueiros para administrar uma empresa de extração de petróleo. Dilma perdeu o congresso para o Eduardo Cunha e isso aponta que os próximos dois anos ela não terá voz ativa no Congresso. O PMDB não vai ter cacife para se defender se manter dando apoio para Dilma tão logo sejam denunciados os políticos na Operação Lava Jato. Com a popularidade em baixa e cenário político descoordenado, se o PT perder a base aliada lhe restará apenas a sua militância de base, a qual Lula fez questão de provocar na festa de 35 anos do partido. A conjuntura política é muito próxima do impeachment de Collor.

Na última pesquisa Datafolha sobre a popularidade da presidente, em dezembro do ano passado, Dilma havia registrado 42% de menções “ótimo” e “bom” ao seu governo, além de outros 33% de menções “regular” e 23% de “ruim” e “péssimo”. Apenas três meses depois, a presidente, em início de segundo mandato, vê sua curva de popularidade sofrer uma guinada radical, e agora são 44% os que afirmam que seu governo é “péssimo” e “ruim”, 33% dizem que é regular e apenas 23% preferiram as menções “ótimo” e “bom”.

Uma queda tão abrupta que igualou Dilma ao FHC de 2000, quando 43% consideravam “ruim” ou “péssima” a gestão do presidente tucano. O atual momento, aliás, guarda diversas semelhanças com o início do segundo mandato de Fernando Henrique, que sofreu forte abalo em sua popularidade após as medidas que teve que tomar no início do novo governo, e por conta do pessimismo crescente na economia. De tanto compararem seus governos com os de FHC, os petistas, quem diriam, acabaram se tornando uma versão piorada da administração tucana, que, apesar dos problemas, não gerou o escândalo do petrolão, o maior roubo de dinheiro público já visto na história do país.

Enfrentando os mais baixos índices de popularidade desde que assumiu a presidência, em 2011, Dilma Rousseff, segundo a “Folha”, pretende chamar ao Palácio do Planalto o marqueteiro João Santana, para ajudá-la a engendrar uma estratégia de recuperação da sua desgastada imagem. Dilma, que é vista hoje como “falsa” e “mentirosa” por mais da metade da população, chamou o rei da mentira para tentar mostrar para a população que ela não é mentirosa. Certamente, o marqueteiro que ganhou R$ 70 milhões na campanha colocará a presidente em cadeia nacional de TV para anunciar novas mentiras que tentarão aplacar a raiva dos brasileiros por terem sido enganados pelas tantas mentiras contadas na campanha.

Vai ser interessante ver o que o marketing presidencial inventará para convencer os brasileiros de que o pacotão de maldades deve ser bem aceito por todos. As medidas anunciadas pela nova equipe econômica para diminuir o rombo nas contas públicas incluem a elevação de tributos, ajuste nas regras do seguro-desemprego, pensões e auxílio doença, contingenciamento nas verbas de programas sociais, entre outras iniciativas que complicam a vida não apenas da classe média, mas também dos mais pobres. A mentira pode até fazer um presidente ganhar a eleição, mas não é capaz de fazê-lo governar. No fim, a verdade sempre prevalece.

Diante desse cenário e palco nos resta aguardar para ver o que esse carnaval trará para PT, PMDB e seus aliados sambarem…