Arquivo mensal: abril 2013

Big John Xavier – e seus delitos virtuais contra a honra alheia

  • Xavier BJ Marise Lima Muniz vi seu voto e tenho lido calado os seus comentários nada dignos duma mulher da sua idade e até a troça a que se dá em parceria com Alonso, CONTRA o meu nome lendário, mas há uma pergunta e vou fazê-la: 

    Se até a minha exlusão já foi cogitada, estando eu calado nos últimos dias pela nova máfia que batizo de Marilonsofista…Ver mais
  • Xavier BJ Alguns votantes desse enquete dos horrores, se envergonharam, desapareceram, à excessão de nomes desconhecidos como essa amigade “todas as horas” Marize, com a qual falei acima é uma capanga do bode. Outros, que aparentam não ser fake, Raissa por exemplo, desapareceram, talvez envergonhados, sequer testemunhando ou justificando suas escolhas, como disse, menos uns sujeitos admitidos na casa ontem. Penso ainda que ela seja mais uma das rameiras me serviço do bode.

    Ora, não quero crer que VOTAR num debate, seja lá uma coisa que se faça segundo nossa simpatia ou antipatia, comum a um ou outro debatedor, mas SIM com relação ao desempenho de ambos. Nessa questão de simpatia o Brasil elegeu o Collor, derrubando-o depois.

    Se alguns membros estão olhando essa “capa” de simpatia ou antipatia, vou adotar brevemente, a foto de Brad Pitty e a voz e palavras de Antonio Gasparetto, passando a representar um papel apropriado para receber votos de um grupo incapaz de reconhecer um debate de idéias, que não esteja ligado à imagem de pessoas populares/belas,celebres e etc… Isso, acredite, fez alguns membros votarem no meu adversário.

    Mesmo assim, depois de tal vexame, alguns desses sumiram do contexto da casa, certamente envergonhados com que pretendo lhes dizer na cara. Há ainda os ausentes, personagens importantes, cujos votos DEVERIAM, via de regra, reconhecer a qualidade. Esses NÃO votaram, ainda, e aguardo, ansioso suas justificativas. Quero ver do que são feitos se é de HONRA ou se é de DEVASSIDÃO. 

    Assim foi o debate sobre brigas virtuais, como se comprova, até nas votações armadas e fajutadas, ignoradas pelos célebres covardes, auspiciosamente, mas que não serão jamais esquecidos.

    Big John o lendário
  • Alonso Prado Que poder, que fakes, que golpe no Leonardo Levi, que associação com o pobre Chico Sofista pela “glória inglória” heinXavier BJ? Ponha-se no seu lugar meu chapa…Tu ficou dois dias calado com pressão alta, piripaques cardíacos batendo a cabeça na parede por causa – mais uma vez duma enquete? Faiz Favoire…Desde quando aMarise Lima Muniz é sua inimiga Xavier? Agora que retorna desfiando seu rosário de mimimi com direito até a dizer que o grupo estava morto sem debates quer que alguém te dê crédito e devido respeito? Vai mentir pra outra platéia Big John. Essa aqui já conhece seus enredos falidos e repetitivos oriundos de crises de inveja com ansiedade. Passar bem se puder!
    há 5 horas · Editado · Curtir · 1
  • Xavier BJ Essa é sua estratégia, mostrar desinteresse, até que alguém lhe confie algum poder, é o que quer. Você é como aqueles crocodilos africanos estacionados no lodo dos rios, aguardando, pacientes, o retorno dos gnus.
  • Alonso Prado Poder? Que poder existe nessa comunidade que tanto lhe faz delirar que existe um complô maquiavélico duma luta de classes pelo “poder”…”Poder- Poder-Poder-Poder” pelo jeito repete isso também na frente do espelho como a Marise Lima Muniz disse que repete: “Sou Xavier BJ o lendário-lendário-lendário!!!!” (Eco de filme de terror) Faz nos rir das suas sandices Xavier BJ!
  • Alonso Prado Correção, ela não disse isso meramente sem fundamentos, ela desvendou a fragilidade psicótica-quixotesca doXavier BJ e provou por a+b o comportamento do mesmo…Touché!
  • Xavier BJ Ocorre que você é, tradicionalmente, um perdedor.

    Nunca empreendeu nada que resultasse em sucesso, veja o caso dessa comunidade por exemplo, tentou por três vezes assenhorar-se dela, e temos vários testemunhas que acompanharam tais fatos. Suas tentativas frustadas de GOLPE são conhecidas de todos em todos os grupos de debates. 

    Como sempre, perdeu. Então, sua vida consiste nisso, falsidade e enganação, ás vezes, como agora, sente-se importante e finge ignorar seus objetivos.

    Mas quem lhe conhece sabe, o desejo secreto pelo qual se atormenta, tomar o poder e tornar-se senhor onde sempre foi um miserável operário, ás vezes laborioso como agora, às vezes traiçoeiro como todas ocasiões em que tentou destruir a casa com todos os “seus amigos” dentro. Eu Xavier Big John o lendário irei mais uma vez desmascarar sua máfia que começou com o macaco de circo e agremiou até o combalido Gnu em certa época onde sua mentalidade era baixa e vil como a sua seu bode imundo! 

    Diga que estou menntindo seu asno!
  • Xavier BJ Marise Lima Muniz nada pode dizer comigo pois nunca deitou-se ao meu lado, jamais sentiu o perfume de meu hálito, portanto, tudo o quanto vier externar é meramente especulativo, orientado por suas instruções de cafetão.

    E, se ela se sujeita a seguir-lhe as instruções, terá de minha parte o mesmo respeito que dedico a qualquer dama que desconheço, mas avalio pelo prazer que puder me proporcionar, até para ser justo com seus próprios critérios.
  • Alonso Prado Xavier BJ não chega a ser mentira apenas o que diz, mas sim uma mentira deslavada mal intencionada e que quebra e viola TODAS as regras da casa, tanto de debates como de postura, educação e civilidade! Não sei se o Chico Sofista e Leonardo Levi e Max Campos e outros administradores notaram, mas o Xavier está querendo colocar aMarise Lima Muniz numa situação em que ela parece ser uma meretriz que se deita com qualquer um a troco de algo. Xavier faça um favor pare de inventar calúnias, injúrias e difamação ou tomaremos medidas para coloca-lo na cadeia por crimes virtuais! E tenho dito!
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A moda James Bond

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Sean Connery como James Bond: a quintessência da elegância britânica

Quando Sean Connery apareceu nas grandes telas em “007 Contra o Satânico Dr. No” – ele não apenas encarnou o espião James Bond com sua interessante coleção de apetrechos tecnológicos e frases marcantes.

Ele nos apresentou o homem mais bem vestido do mundo – um homem que despreocupadamente tira o traje de mergulhador mostrando que usava um smoking por baixo, um homem que pode manter o terno abotoado mesmo durante as cenas de perseguição mais perigosas e de maior adrenalina.

 

Bond é um verdadeiro ícone do estilo britânico, uma vez que representa tudo que um homem aspira a ser: ele é cosmopolita, é bem vestido, é bem remunerado, culto, durão, boa-pinta, uma sensação com as mulheres e, acima disso tudo, tem uma arma embaixo do travesseiro.

 

O poder de influência do estilo de Bond não dá sinais de declínio, com sites como o americano www.jamesbondwatches.com e o holandês www.jamesbondlifestyle.com revelando a obsessão dos seguidores do agente secreto a serviço de sua majestade.

Agora, os “bondófilos” podem ir além de beber um dry martini, como seu herói – agora também podem se vestir como ele. O empresário David Mason, que comprou os direitos do nome e do arquivo de Anthony Sinclair, o alfaiate britânico que fez as primeiras roupas de Connery nas telas, passou a vender versões feitas sob medida dos ternos originais.

 

Mason e Richard Paine, ex-aprendiz de Sinclair que comandou os negócios depois da aposentadoria do chefe em 1982, vendem réplicas do smoking do filme “007 Contra o Satânico Dr. No”, que consiste em um paletó com uma fileira de botões e colarinho em seda acetinada e punhos dobrados no mesmo tecido, ou do conjunto de três peças em tecido “glen-check” usado em “007 Contra Goldfinger” (1964). Os dois ternos estão disponíveis para compra em versões integralmente sob medida a partir de £ 3,5 mil (US$ 5,64 mil) e com algumas partes feitas sob medida, a partir de £ 1,95 mil, na Meyer & Mortimer, da famosa Savile Row – rua dos alfaiates mais elegantes da cidade.

 

As réplicas dos dois ternos foram lançadas na recente exibição “Designing 007” no Barbican Centre, em Londres, que agora viajará o mundo. Na entrada, um modelo de Connery como 007 se apoia sobre um Aston Martin DB5 do filme de “Goldfinger”, usando o terno de três peças com o qual atraiu Pussy Galore. Também incluiu o terno que usou no filme “Dr. No”, para jogar “chemin de fer” no cassino Le Cercle, em Londres, enquanto flertava com Sylvia Trench, a primeira “Bond girl”.

 

Para recriar os modelos, Mason pegou emprestado um dos poucos ternos originais de Bond ainda existentes com o colecionador de objetos de cinema e TV David Abberley, gestor de projetos na Lloyds TSB, na City londrina. Ele comprou o terno, feito por Sinclair para Connery usar em “Com 007 Só se Vive Duas Vezes” (1967), do filho de um técnico que trabalhou nos primeiros filmes do personagem.

Abberley não pretende usar seu terno original. “Isso seria um sacrilégio”, afirma ele. “Tenho um manequim especial feito para o tamanho certo e o exibo em uma redoma de vidro em minha casa”, conclui orgulhoso.

 

Tony Gibbon, sócio da GM Real Estate, uma empresa de investimentos imobiliários em Londres, encomendou um terno do filme “Goldfinger” e pretende comprar também o smoking, mas adaptando-o para usar no trabalho. “Cresci com Bond e continuo adorando-o.Entre todos, Connery é o cara.”

 

Uma fonte inextinguível de dinheiro

 O maior centro de pesquisas do mundo, CERN (Conseil Européen  pour la Recherche Nucléare –Conselho Europeu para Pesquisas Nucleares)há alguns meses supriu os jornais com uma notícia impactante: A construção de um acelerador de partículas – um tubo com exatos 27 quilômetros de extensão, estendendo-se do prédio do CERN na Suíça, até à França, e voltando ao seu ponto de origem; formando uma perfeita circunferência  de 8 km de diâmetro. O acelerador de partículas, conhecido também como “Grande Colisor de Hádrons”, é capaz de acelerar partículas atômicas em velocidades próximas à velocidade da luz, 300.000 km/s. Porém, o grande temor de alguns estudiosos é que o funcionamento deste aparelho crie um grande buraco negro que ponha termo a toda humanidade.

   

Por trás de muitas especulações e avanços científicos, duas questões tende a embrenhar-se em tão emaranhadas cordas da produtividade da ciência moderna: Quanto tudo isso custa ao governo, ou seja, ao bolso dos que pagam impostos? E, será que todas as custosas pesquisas científicas são realmente necessárias?

   

Os Estados Unidos, que possui uma grande fama de conceder grandes verbas a pesquisas científicas, contribuiu para um projeto anterior ao colisor de hádrons europeu. Chamava-se SCS(Super Colisor Supercondutor). Porém, após o investimento de 2 bilhões de dólares, o projetofoi cancelado. Enquanto isso, a empresa estatal de administração do espaço aéreo e sideral americano, a NASA (National Aeronautics and Space Administration), gasta bilhões em seus astronômicos fracassos. Chegando a absorver, em 2005, 100 bilhões de dólares dos cofres públicos para a construção de uma estação espacial. Nota: Calculava-se que o custo total seria de 40 bilhões de dólares – Sendo que os 100 bilhões não foi ao menos suficiente para concluir metade da construção.

 

Situações como essas não estão sendo exceções no grande peso nas costas dos Estados Unidos, a NASA.  Estes são apenas alguns dos vívidos exemplos da má distribuição de verbas que ocorre em todo o mundo. No exato momento em que países desenvolvidos esbanjam bilhões para apenas saber se em marte habita alguma forma de vida microscópica, mais de 863 milhões de pessoas desnutridas são esquecidas aqui, no planeta terra. E enquanto políticos brasileiros exigem uma completa renovação de seus móveis – sem contar que possuem salários exorbitantes e isenção de todos os impostos, estudantes são obrigados a se contentar com a refeição inválida das escolas públicas.

 

Depois de 120 anos de põe-e-tira presidente, sinto-me incapaz de dizer que algum humano poderá ter sucesso em governar outro humano.

 

 Fico meditando então sobre o verdadeiro significado da palavra “liderança”. Provavelmente devo estar errado em pensar que liderança é sinônimo de: guiar, orientar, conduzir, dirigir. Ou talvez mudaram o significado desta palavra, e o meu dicionário é que está desatualizado.  Porém, não maltrate a sua consciência por ficar indignado com a situação mundial que foi relatada. Este é apenas mais um artigo de blog que será esquecido ao lermos a edição de amanhã.  

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Lucas Pipi – o novo bode expiatório da Duelos Retóricos

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Vejam bem meus caros amigos e inimigos: Confesso que o Pipi não é exemplo algum de honestidade intelectual e conduta, mas mentir que ele foi expulso da até faculdade de Jornalismo aí é maledicência gratuita contra o mesmo.

Sabemos que o pobre rapaz é criado pela avó e cuida da mesma e tem a vida atribulada, e que ao menos nisso ele é decente como grande parte da população. Agora demonizar o rapaz dentro dum grupo onde uma senhora ou senhorita diz que acha que os membros são pessoas que aparentam loucos e insanos em tratamento ao ponto de expulsarem um pobre coitado magrelo e beberrão é um caso sério de falta de bom senso tendo em vista a manutenção da presença do Big John no mesmo espaço.

Grande parte da fama de manicômio da Duelos Retóricos se deve a presença aversiva de Big John e suas postagens que são uma metralhadora de maledicência e demonstração duma personalidade deformada e caráter quixotesco digno de pastelão do Zorra Total.

Agora o pobre e desbarbado Lucas Pipi seria tão inglório e bastardo ao mesmo ponto do que Xavier Big John? A resposta é desenganadamente: Não, não é…

Primeiro que um é misógino e lasca-se na punheta aos cinqüenta anos de idade com uma foto de lutadores de UFC num porta retrato no criado mudo. Já outro é um guri horripilante e inativo sexualmente por ser cuspido e escarrado a imagem do fracasso, mas mesmo assim ainda é uma figura simpática digna de pena e não de repulsa e aversão como no caso do Big John.

Eis uma prova disso:

“Aquele se autodenomina lendário, atentai ao significado:

Por Marise O’Dolly

Lenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos. De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana.
Com exemplos bem definidos em todos os países do mundo, as lendas geralmente fornecem explicações plausíveis, e até certo ponto aceitáveis, para coisas que não têm explicações científicas comprovadas, como acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Podemos entender que lenda é uma degeneração do Mito. Como diz o dito popular “Quem conta um conto aumenta um ponto”, as lendas, pelo fato de serem repassadas oralmente de geração a geração, sofrem alterações à medida que vão sendo recontadas.
Fonte:Wikipédia…

Quanto a ofensa e a cantada de Xavier Big John contra minhas opiniões e mais ainda contra minha pessoa uma me faz rir dele e outra me comove… rsrsrs
Só posso observar de antemão que pessoas como Big John, têm o péssimo hábito de jogar em fogueiras pessoas como eu…Pessoas que não concordam com ele e seu mundo imaginário onde ele é realmente lendário  e os outros são surreais. Só na cabecinha dele mesmo pra ser isso
Se a “Santa” Inquisição voltasse, BJ seria o primeiro da fila para obter um cargo, e eu provavelmente a primeira da lista daqueles que seriam lançados as chamas da purificação…
Só não entendi a oferta, dizendo que era o “macho” que eu precisava… pensei que estas coisas eram pecado para ele… aconselho a procurar pessoa apropriada para fazer a confissão e se redimir de seus pecados, antes que sua alma queime eternamente no inferno da Geena. Ou procure uma instituição médica psiquiátrica que ao meu ver é o mais urgente a ser feito no caso dele”.

Isso é o depoimento duma debatedora do grupo que foi ataca pelo lado “sou o fodão do grupo e aqui eu mando no pedaço” do Big John o lendário.

Pra falar a verdade o gosto musical do Xavier revela muito sobre ele levando em conta essa cantada dele para a Mari. Ele que é fã declarado do Rei Roberto Carlos com certeza deve cantarolar aquela musiqueta de novela todos os dias quando madruga para mais um dia dado a ociosidade no Facebook:

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Assim sendo, tornamos a presença ingrata dum e a ausência do outro num bode expiatório para muitos que não tem coragem de admitir a verdade: Big John é o maluco insano queridinho da administração da casa e não há espaço para outro insano e troll como o Lucas Pipi porque Big John perderia seu posto de bobo da corte e troll oficial do grupo o qual a direção da Duelos Retóricos deu exclusividade para o mesmo.

Classe-Média Em Chamas!

A Classe-média brasileira recebeu um golpe delicadamente dolorido na ponta do queixo: o PEC das Empregadas Domésticas. O fato de uma profissão desregulamentada passar a ser coberta pelas Leis Trabalhistas e passar a ser formalizada retira automaticamente um punhado de pessoas em condições de trabalho semi-escravo de suas posições.

A Redução Da Maioridade Penal melhorará essa condição da imagem

Até mesmo as que não estavam sendo exploradas desta forma, mesmo elas pertenciam a uma das profissões que – enquanto regulada pelo mercado e pelo elitismo – ainda fazia pulsar o “charme” podre da escravidão, do servilismo, do poder individual sobre o corpo do outro. Todas as relações travestidas por condições de quase-da-família encobriam as formas mais devassas de exploração, mas vale dizer que isso não é pura maldade no coração da classe-média coxinha brasileira.

Os Exemplares Malvados Da Classe-Média

Eu não acredito que exemplares da elite ou das classes que sustentam simbolicamente a elite, como Sophia Alckimin e a…

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O Nazismo Cotidiano do Brasil

Com a prisão do neonazista em MG que tirou foto estrangulando um mendigo e postou no facebook, dizendo que a polícia não faz nada com ele, afinal, ele é de bem e tá ajudando a sociedade, voltou o tema da amplitude do nazismo no Brasil.

O pragmatismo político divulgou uma pesquisa que mostra um aumento de 170% de sites de conteúdo nazista e que há crescimento considerável de partidários e simpatizantes nas regiões de São Paulo, Distrito Federal e Minas Gerais, apesar do Sul ainda ser o foco.

Nazismo no Brasil?

Vale dizer que o fato de ter descentes negros, em qualquer grau, não faz de um sujeito impossível de se tornar nazista – nem mesmo incoerente. O nazismo tem mais a ver com um projeto de limpeza onde você participa ou não do que com um projeto irracional de destruição. Se no Brasil é quase impossível se dizer “puro”…

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A falácia da maioridade penal

Ora bolas será que não percebem que determinados setores da imprensa parecem fazer uma campanha constante a favor da diminuição da maioridade penal, que passaria de dezoito para dezesseis anos (existem propostas de diminuição até para quatorze anos de idade outra para treze, doze [cada um escolhe a sua preferida: Como o Xavier Big John que defende que “bebes sejam algemados por serem filhos de bandidos como se o crime fosse congênito]). Quem prega esse tipo de redução não são jurista na maioria dos casos e sim “jornalistas” que fazem um estilo popular, a exemplo de Gil Gomes, José Luiz Datena e Marcelo Rezende, nosso querido e estimado e saudosa memória o ex Deputado e showman Luiz Carlos Alborghetti ao explorarem o enorme potencial publicitário da criminalidade junto às classes sociais menos privilegiadas.

O apelo comercial do crime é tão grande que normalmente os veículos de comunicação que exploram tal filão são líderes de audiência ou de vendas em suas respectivas,pois o que se cria na verdade é um círculo vicioso: Não se sabe se a imprensa se foca no tema porque a violência vende ou se a violência vende porque a mídia se foca no tema. Em vista disso, se a violência é vendida como fato diário, a diminuição da maioridade penal é apresentada como remédio que pelo menos acabaria com a impunidade caso não diminuísse o índice de criminalidade nessa faixa etária.

Já viram que é exatamente nos períodos eleitorais em que esse discurso ganha maior corpo? Alguns políticos exploram esse tema como promessa eleitoral da segurança e usam a redução da maioridade penal como plataforma política. Como foi o caso do senador Romero Jucá e de José Roberto Arruda (alguém lembra dele?) dentre outros que apresentaram projetos de emenda à Constituição Federal nesse sentido.

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O crescimento da violência nos últimos anos aumenta de forma significativa as chances de aprovação de uma emenda constitucional modificando a maioridade penal, já que de um lado as políticas públicas de segurança não têm surtido o efeito esperado e de outro o envolvimento dos menores com o crime é cada vez maior tendo em vista a falta de perspectiva econômica e social. Ao se sentirem pressionados pela população e pela imprensa não é improvável que os políticos cedam ao discurso fácil de que a mudança na maioridade penal pode modificar a ordem social, em uma tentativa de dar satisfação às reivindicações sociais da forma mais rápida possível.

O tema é instigante e dá ensejo a diversas colocações e esclarecimentos.

O primeiro questionamento diz respeito aos impactos que essa mudança poderia trazer para a sociedade. Ninguém em são consciência apostaria que a modificação da maioridade penal pode efetivamente diminuir o índice de criminalidade entre os jovens.

Aliás, a idéia de relacionar a diminuição da impunidade ou da ocorrência de crimes ao aumento das penas já é tratada como um mito. Na verdade, é muito mais provável que os impactos causados por essa mudança sejam negativos.

É sabido que o sistema carcerário está falido e que ao longo do tempo tem se transformado em uma verdadeira universidade do crime. Se com a adoção das medidas indicadas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente não existe certeza de que o menor infrator poderá se ressocializar, a pena de prisão é a certeza de que aquele jovem se tornará realmente um criminoso.

Provavelmente a diminuição da maioridade penal faria o efeito oposto ao propagado pelos seus defensores, realimentando o ciclo de violência e aumentando a criminalidade. É nesse contexto que aos menores de dezoito anos se aplicam medidas protetivas e medidas sócio-educativas, inclusive com a internação do menor infrator, não se devendo confundir impunidade com a falta de responsabilização criminal dos menores.

O Estatuto da Criança e do Adolescente determina para os menores de idade que cometerem infração penal um regime especial que inclui também medidas sócio-educativas que podem atingir até a própria privação da liberdade pelo limite máximo de três anos. A esse respeito, José Cordeiro Santiago[1] fala o seguinte:

Em comparação a um réu adulto, primário e de bons antecedentes, para que o mesmo permanecesse três anos recluso em estabelecimento prisional fechado, teria que ter sido condenado à pena de dezoito anos, cumprindo somente a sexta parte, segundo a progressão da pena.

Com efeito, verifica-se uma discrepância grande, pois muitas vezes o adolescente primário condenado por roubo qualificado fica recluso em uma Unidade “Educacional” por mais de dois anos, enquanto que o condenado na esfera penal comum, pelo mesmo crime, com as mesmas circunstâncias pessoais, via de regra, não excede a 6 anos e, portanto, pode iniciar o cumprimento da pena diretamente em regime semi-aberto ( artigo33, §2º, alínea “b” do Código Penal). Na pior da hipóteses, se condenado em regime fechado, cumprirá apenas 1 ano (1/6 da pena- Instituto da Progressão da Pena), contrariamente ao adolescente, que amargará cerca de dois anos em regime totalmente fechado tão degradante, odioso e violento quanto o regime prisional comum.

A maioridade penal é estipulada em dezoito anos por se tratar do período em que o indivíduo completa o seu desenvolvimento psíquico-social e, conseqüentemente, passa a responder integralmente por todos os seus atos praticados na sociedade, de forma que a legislação brasileira adota o critério biológico para auferir a compreensão do ilícito por parte do jovem infrator. Sendo assim, têm razão os defensores do estatuto de Criança e do Adolescente ao afirmarem que a proposta reducionista da maioridade penal consiste em um retrocesso social que determinadores setores querem impor a uma sociedade que clama por maior segurança a qualquer custo.

Na verdade, seria mais correto se esses setores exigissem do Estado a disponibilização dos recursos necessários à adequada implementação das políticas públicas estabelecidas pelo Estatuto de Criança e do Adolescente, no sentido de procurar reintegrar esses menores à sociedade. Se essa política pública não tem obtido êxito, a razão é exatamente a falta de alocação dos recursos por parte do Poder Público, que parece não compreender que a Constituição Federal coloca a criança e o adolescente como prioridade absoluta para o Estado e para a sociedade.

Resumo do Debate Big John x Aloprado Alonso – Brigas Virtuais – Um divisor de águas

Eis que a consumação dos tempos está diante de nossos olhos no mundo dos debates que irá separar o joio do trigo; a saber o joio os Xavieres da vida  que debatem pessoas e trigo todos nós que debatemos assuntos e idéias e não pessoas.

Big John em sua primeira participação nesse debate confessou para todos que o maior tópico de qual tomou parte foi duma briga virtual e não dum debate sério e bem condicionado sobre Jobim ser bom ou mal interprete e cantor.

Não há o que desmentir sobre sua condição de promotor e partícipe de brigas virtuais e não de debatedor ao melhor termo e uso da palavra, pois ao decorrer do debate trouxemos a baila outra briga virtual (dentre muitas) como a dele em face do “sofista impudico, agressivo…” e outros tantos renomes e adjetivos indecorosos que correspondiam a pessoa do Alex na época, com o qual Big John travou inúmeros arranca-rabos de galináceo, ou melhor, de seu próprio rabo e cérebro, pois foi nesse lugar de sua anatomia que tanto produziu seus argumentos e recebeu os contra-argumentos.

Depois, sem a menor capacidade redacional digna de quem se diz leitor de Nietzsche, Cervantes, Aristóteles e outros… fez uso sem precedentes da gramática dizendo que sua afirmação que usa o tempo verbal em regência possessiva e pessoal se aplicaria à minha pessoa e não a dele e seus partidários. Estranhamente ele diz que me compara a um lobo que anda em matilha em “quadrilhas” e tantas outras acusações das quais eu desconheço o que ética significa e etc e tal…Isso é argumento ou é maledicência caros duelistas?  

 

Vejam a prova cabal cujo fragmento suscita questões de regência verbal e de ambiguidade que redundam numa construção caótica do fraseado e depois da retórica do mesmo: [“(Nós)Brigamos porque queremos ganhar,(nós) não impomos limites porque somos irresponsáveis,(nós) tornamo-nos vulgares porque faz parte de nosso instinto como lobos em sua sobrevivência.;]

Como “nós” da noite para o dia se torna “ELE” ou “Alonso briga” da noite para o dia no vernáculo nacional, pois logo a seguir Big John se desfaz da frase sobre si mesmo a priori com esta impostura:

[“Alguém tem alguma dúvida da verdade dessas palavras? A atitude do meu adversário despertaria outro tratamento senão isso? E se ele briga qual o seu objetivo senão a vitória. Onde está a incoerência de tão sábia revelação?

Não estou me referindo a todos debatedores, mas ao meu adversário nessa questão, e tão somente a ele.”]    

  

Porque Xavier não disse logo de cara e escancaradamente: “Ele (Alonso) briga porque quer ganhar, não impondo limites a si mesmo porque ele é irresponsável, e tronou-se vulgar  porque faz parte do instinto dele ser como um lobo que luta por sobrevivência”. Não seria melhor dizer isso de cara? Ao invés de ter dito e depois desdito o dito lançando o que disse como alcunha para outrem?

 

A “sábia revelação” de Big John capenga mais ainda quando ele diz que faria uso do recurso, do direito dele ao W.O. em benefício próprio, mesmo que pese o fato de minha pessoa estar ainda dentro do prazo, ou melhor ainda, antes mesmo do prazo que era direito meu de acordo com a regra da casa ainda não ter findado ou sido escoado totalmente para minha réplica. Então quem luta como lobo por instinto em busca da vitória a ponto de brigar por um W.O. antes do prazo terminar sou eu ou ele?  

Quem se torna vulgar eu ou Xavier que elencando em cada parágrafo acusações, desde que me faltaria ética até que sou dado as fofocas, ou formador de quadrilhas, ou indecoroso, se de fato é ele que fala mal da minha vida a torta e direita dizendo que fumo, bebo e que vivo  para um bando de alcoviteiros?

 

Big John quis vestir sempre a carapuça que é dele, e não minha, de longa data como “o mais antigo debatedor” ou melhor: “briguento virtual” para se safar de seu passado insano e falso presente de guardião da moral e bons costumes que se alinha a Marcos Feliciano numa espécie de idolatria ao mesmo e suas idéias.

 

Eu sempre fui tanto as duas coisas e confesso isso de cara limpa caros leitores: Eu sempre debati sério com quem debateu sério, e sempre brigo com quem quer briga, seja virtual ou não.  A ponto de até mesmo aceitar o convite de Big John o lendário covarde, em sair no tapa com o mesmo na Praça da Sé as 18h de um dia qualquer de inverno. Sim aceitei, e estava lá naquela tarde de inverno fumando cigarro e com um lobatinho no bolso da jaqueta com cachaça mineira só para passar frio, pois Big John não deu as caras para o combate real.

 

Agora já o meu oponente posa de santo do pau oco e joga a figura de rei do quebra pau virtual para moi. E eu até aceito isso, desde que ele algum dia em sua vida confesse que ele fraudou tantas enquetes para dar cabo de seus planos de ostentação de seu ego como lendário debatedor, pois por competência retórica jamais conseguiu algo assim de forma justa.

 

Agora, justiça seja feita mais ainda: Eu Aloprado Alonso sempre quebro o pau quando estou coberto de razão, mas Big John, sempre quebra o pau mesmo quando está sem razão alguma. Sempre foi assim e sempre será.

    

A ausência do Leonardo Levi nesse debate é outra coisa que a providencia dos Deuses do debates torna justa: Quem melhor que dois dos mais famosos briguentos virtuais poderia tratar do assunto em questão?

 

Por outro lado, a carreira de Xavier BJ está por um fio nesse debate, a um passo do abismo, pois ele nega sua condição de treteiro, e insiste no velho estilo já ultrapassado nos debates.

O jeito “Big John” de debates e escola rogeriana-bigjohnsiana que foi seguida por trolls e debatedores cheios de manias de grande moral ou esperteza elevada, religiosidade ou ateísmo exacerbados sem fundamentos, defesa de estados políticos e leis opressoras é passado nesse mundo dos debates e meio social, e se quem não mudar seu discurso irá perecer duma vez por todas.

Enquanto isso, os debatedores dignamente tradicionais em boa conduta e de bom alvitre estão ganhando mais espaço nesse grupo e desmascarando duma vez por todas os alcoviteiros de plantão e pseudo-debatedores e debatedores que não debatem como Hanger Bartholomeu, Caril Amaral, Lucas Pierre, e outros que só fazem jogo de cena ou são enfeite no canto da sala.

A minha volta deu ignição e início a essa nova era no mundo dos debates que será conhecida como Idade da Luz ou Revolução Alonsiana em face da Idade das Trevas perpetrada por Big John e seus súditos irracionais!     

Um novo tempo e uma nova era onde os trolls serão depostos de suas fanfarronices e executados por novas regras mais duras e rígidas visando extirpar de nosso meio a poluição de tópicos com acintes e provocações de má fé e as picuinhas genéricas sobre intrigas e rixas pessoais.

Big John e seus correligionários não terão espaço nesse novo tempo se não mudarem, se não se converterem, e passarem a se portar como pessoas dignas de respeito mútuo.

 

E tenho dito!

 

A moda Clodovil está de volta!

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Tendência da moda é a mulherada usar cortinas dos anos 60,70,80 e achar que um estilista inventou alguma coisa…

 

Poucas mulheres tem personalidade e inteligência própria

Quem leu muito, mas muito mesmo Clarisse Lispector sabe que ela tinha personalidade e inteligência. 

Personalidade e inteligência feminina pura, sem arremedos de outra donna, e sem subterfúgios e sem recalques…

Nesses tempos atuais onde muitas feministas deturparam a real imagem e condição feminina e numa sociedade repleta de piriguetes condicionadas pelas novelas e revistas Playboy e Caras da vida sabemos que é muito difícil um real man econtrar uma real woman.

Uma Bruna Marquezine da vida se torna uma mera rapariga de Neymarketing, uma Dilma se torna um avatar de mulher de poder e uma Ana Maria Braga referencial de estilo e bom gosto. Tudo errado! Essas mulheres são frívolas – que bondade a minha: Na verdade são espécimes de mulheres condicionadas a cumprir um papel servil na sociedade e caso o descumpram…São descartadas como se fossem a carta mais fraca da mão numa rodada de truco.

Comparando-as com Miss Lispector uma tem o corpo sarado, mas é desajeitada, enquanto Clarice fuma soberbamente e com elegância seus cigarrets. Outra tem oratória agressiva enquanto tia Clarice desposa a palavra e discurso com intimidade e suavidade, e por fim uma usa roupas espalhafatosas de carioca classe chinfrim  e dona Clarice sempre está sob medida sempre.

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A olhos vistos o interior e exterior contam e revelam um mulher diferente de todas e única em si mesma e dentre tantas. Madame Bovary seria a percussora das piriguetes e mal amadas e a Dama das Camélias a linha de desfile para as Paola Bracho da vida que muita empregadinha ou secretaria quer ser na vida.

Num mundo onde Maria mãe de Jesus não é nem mais considerada santa o bom mesmo é ser devassa como a Paris Hilton e ai de quem discordar os publicitários que desconstroem a verdadeira alma feminina para vender cerveja aos marmanjos punheteiros!

Onde estaria a verdadeira mulher? Na cama, na cozinha ou nas ruas com seu velho e batido batom vermelho e saia colada no traseiro, saltos altos e penteado glamoroso  e sedoso? Talvez…mas com certeza a real woman não está passando na TV e muito menos pelas lentes de fotógrafos de revistas.