Arquivo mensal: setembro 2011

Motorhead yeah!

Ledo engano

Cometer gafes é algo não raro na vida de muitos, e as vezes é mais cômico que constrangedor. Quer dizer, engraçado depois, na hora é ridículo.

Certa vez, eu e minha prima estávamos num supermercado, quando de repente vejo um pessoal da divulgação de produtos distribuindo pacotinhos coloridos para às pessoas.Mãs, ao passar por eles, a mocinha esticou a mão com os pacotinhos coloridos e minha prima passou direto. Daí disse à ela:
-Ué, não vai pegar não?? É de graça! Volta lá e pega, pow!
-Eu não, q vergonha, volta vc, ora.
Aí, peguei ela pelo braço e voltei, e ao parar em frente da moça da divulgação ela perguntou “quer?”. “Dá um monte, se puder dar”, disse eu. Ela deu vários pacotinhos coloridos e os peguei feliz, já pensando em degustar as guloseimas no caminho de volta pra casa. Mas aí, vem a revelação…
– Que vergonha, pra que tu pegou isso???
– Pra comer, ora! vai dizer que tu num gosta desses chocolatinhos?
– Que chocolatinhos o quê!! Isso aí é modes, ô lesado!!

Tarado ao vivo

Brasil um país de tolos!

Isto é o nosso congresso, e nós que elegemos esta corja de imbecis corruptos… VERGONHA!

SIM, nós elegemos essa cambada, não há ninguém mais por responsabilizar, mas NÃO, não podemos ficar esperando alguém com culhões para tomar alguma providência. Temos a chance de tomar providência este ano mesmo, e a melhor coisa que podemos fazer é nos informar, e nos engajar na árdua tarefa de tentar informar o maior número de pessoas possível! Vamos eleger deputados, senadores, governadores e presidente, e é claro que o mesmo problema afeta a todos estes cargos, seja por participação ativa ou por simples conivência ou complacência.

 

Conversa de MSN sempre dá nisso…

Homem diz: olá!
Mulher diz: olá!
Homem diz: de onde fala?
Mulher diz: SP, e vc?
Homem diz: também… sua família é daqui?
Mulher diz: sim, mas meus pais são russos.
Homem diz: legal. vc deve ser bonita…
Mulher diz: aí, eu não posso responder. seria ser muito convencida… hihihihihihi!!!! =)
Homem diz: vc é modesta, heim! me fala como você é
Mulher diz: sou branca…
Homem diz: huuum.
Mulher diz: cabelo castanho, liso, meio loiro…
Homem diz: tô gostando….:P
Mulher diz: lábios carnudos…
Homem diz: uaaaau!
Mulher diz: e olhos verdes.
Homem diz: \o/ caramba!!!!!! manda uma foto, manda uma foto!
Mulher diz: tá bom, aceita aí o arquivo…

Carregando…



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A loira fatal

Certo dia, apareceu um cara no boteco que jogávamos sinuca e perguntou:
-Vocês viram a besta do Alonso?
Um dos camaradas, que passava giz no taco, respondeu:
-Não vejo o Alonso faz trezentos anos!
Outro cara que vinha chegando, indaga:
-Hoje não é sexta-feira? Sexta Feira é o dia que sai com aquela quarentona mulher do delegado rapaziada!
– É mesmo! É mesmo! Confirma um dos presentes que era investigador de polícia e conhecia o delgado corno.

O fato era que, todas às sextas Alonso se aproveitava que o dr.delga estava de plantão no cadeião e se encontrava com a esposa dele, na casa de próprio xerife. A esposa do delegado era uma coroa enxuta, que ele conhecera no estágio na Vara Criminal do Fórum João Mendes, a fulana era advogada, uma tremenda loira, alta e magra, parecia aquelas dinamarquesas de filme do James Bond.

Seus amigos sabiam que o xerifão não era flor que se cheira, mas confiavam na capacidade do amigo em não deixar vestígios. Isso se deve terem presenciado um pega na japonesa na cozinha da pastelaria ao lado. Mesmo Alonso estando de roupa preta como um ninja e tendo agarrado a fulana numa mesa cheia de farinha, ele não se sabe como,saiu com roupa preta intacta, limpinha, sem qualquer sinal de farinha, logo que notou o pai da moça um japa gordo e bigodudo, apontando na porta da cozinha e sumiu como um Saci no pasto. Reapareceu segundos depois pedindo pastel no balcão do bar como se nada tivesse acontecido.

Voltando à Loira, era notório que vida com o delega não estava bem, o cara já estava afim de se aposentar, tinha ficado intratável e asqueroso depois de anos trabalhando com facínoras da pior espécie.

Alonso ainda fazia propaganda do caso dizia aos amigos:
-Tô pegando a mulher do delegado tigrada!

No bar, entre uma tacada e outra, um dos camaradas profetiza:
-Não se espantem se, qualquer dia o Alonso aparecer num rabecão, e nós precisarmos ir ao IML reconhecer o safado!
Pois bem, o dia de Alonso enfrentar a morte tinha chegado; e era aquela noite. Numa dessas fatalidades históricas havia ocorrido uma decisão de greve da Polícia Civil e o delega estava a caminho de casa feliz da vida, disposto a dar uma com a esposa tesuda. Tinha até pasado no sex shop e comprado bugigangas de sadomasoquismo.

O delegado chega em casa com a viatura, entra de fininho e feliz da vida e ao abrir a porta da sala logo vê Alonso como veio a este mundo em cima da loira que gemia coisas indizíveis ou indecifráveis.

O delega olha a cena de sexo explícito no seu carpete, e antes de deixar cair a sacola com bugigangas pederásticas no chão saca seu “trêis oitão niquelado” e dispara como se fosse um pistoleiro de bang-bang, e bum, tá la um corpo estendido no chão como diria Januário de Oliveira…

Nisso, a loira começa a berrar:
-Não, não, eu amava ele!… eu amava ele! – soluça e cai aos prantos no carpete ensanguentado.
Logo a muvuca se forma na casa do delegado, chega o rabecão recolhe o corpo do defunto, chega a vizinha leva a loira desconsolada para casa dela, e no bar chega Alonso branco como farinha de pastel com o cigarro tremendo na boca. Os camaradas lhe questionam:
-Ué o que aconteceu que você está tremendo e pálido Alonso?
-Mataram o delgado! diz Alonso com o olhar parado na bola da vez em cima da mesa de sinuca.
-O que mas como isso?!?! Fala sério rapá! Você tá de brincadeira!
-Não, não… é verdade, ele morreu! diz antonito Alonso
-Mas como isso? Conta loga isso!
-A loira matou ele! deu um tiro nele!
-O que??? a loira esposa dele???
-Não, nada disso, era a loira amante dele, ela me salvou deu um tiro nele pelas costas equanto eu trepava com a esposa dele…

Enquanto isso no IML no bolso do delegado havia um bilhete da amante escrito: ” Se essa loira você não quer, com aquela loira nunca você não fica mais!”

Maldita sinusite!

Queridos leitores a sinusite me assacou! Não quer dizer que ela pegou no meu saco como as vossas irmãs, mas, sim que estou de molho na minha mansão, recluso no sótão ajustando a luneta com uma cyber shot panoramica acoplada para tirar fotos a longa distância duma vizinha gostosa a duas quadras…Até agora tenho apenas essa imagem que valha a pena alguma menção tirada nesta tarde:

Big enrabada

Noite escura…  Aloprado Alonso está em casa sozinho e vê um vulto  passar.
Ela aproxima-se dele por trás, achando que é um larápio e com cuidado pega uma vassoura enfia-lhe o cabo dela no fiofó do dito cujo,  e introduzindo com toda força, pergunta:
– QUEM É VOCÊ ???
Aloprado, não obtendo resposta, enfia o cabo de vassoura com mais força ainda.
– QUEM É VOCÊ ???
Mantém-se o silêncio, Alonso aperta ainda mais, e já enfiando todo o cabo de vassoura, volta a perguntar:
– QUEM É VOCÊ ???
Eis que uma voz, num tom baixo e sofredor, consegue responder:
– JOOOOÃOOOO …
Então Aloprado pergunta, apertando mais:
– JOÃO … QUE JOÃO ???
E ele responde:
– O … O . O . O … BIG JOOOOOHN !!!!!!!!

Nostalgia

Certa vez cheguei num desses bares da vida, perguntei para uma moça:

— Quer um drinque?

— Claro, por que não?

Não creio que houvesse nada de especial na conversa que tivemos ou se ela gostou da bebida e tomou varias doses. Não parecia ser de maior idade, mas, não sei como, ela tava na minha.Passei-lhe o braço pela cintura e dei-lhe um beijo.

— Me achou bonita? — perguntou.

— Sim…muito – e ela sorriu

Na hora de fechar o bar, fomos para onde ela morava. Tinha um pouco de cerveja na geladeira e ficamos lá sentados, conversando. E só então percebi que estava diante de uma criatura cheia de delicadeza e carinho. Ao mesmo tempo que se encolhia numa mistura de insensatez e incoerência. Uma verdadeira preciosidade. Uma jóia, linda e espiritual. Talvez algum homem, uma coisa qualquer, um dia a destruísse para sempre. Fiquei torcendo para que não fosse eu.

fomos pára o quarto dela e deitamos na cama e, depois que apaguei a luz, ela perguntou:

— Quando é que você quer transar? Agora ou amanhã de manhã?

— Amanhã de manhã — respondi, — virando de costas pra ela.

No dia seguinte me levantei e fiz dois cafés. Levei o dela na cama.

Deu uma risada.

— Você é o primeiro homem que conheço que não quis transar de noite.

— Deixa pra lá — retruquei, — a gente nem precisa disso.

— Não, pára aí, agora me deu vontade. Espera um pouco que não demoro.

Foi até o banheiro e voltou em seguida, com uma aparência simplesmente sensacional — os longos cabelos pretos brilhando, os olhos e a boca brilhando, aquilo brilhando… Mostrava o corpo com calma, como a coisa boa que era. Meteu-se em baixo do lençol.

— Vem de uma vez, gostosão.

Deitei na cama.

Beijava com entrega, mas sem se afobar. Passei-lhe as mãos pelo corpo todo, por entre os cabelos. Fui por cima. Era quente e apertada. Comecei a meter devagar, compassadamente, não querendo acabar logo. Os olhos dela encaravam, fixos, os meus.

— Qual é o teu nome? — perguntei.

— Porra, que diferença faz? — replicou.

Ri e continuei metendo. Mais tarde me vesti e fui embora. Mas não foi nada fácil esquecê-la.

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