Arquivo mensal: dezembro 2011

Visita de final de ano

Vejamos….

Hoje acordei com aquela sensation  “seria melhor se ficasse dormindo”. Em vez disso, olho pra cima, ainda deitado, vejo a hora no iphone, olho pra mulher babando do meu lado com bafo de Amarula amanhecida, e resolvo abrir a janela. Aquela luz clara e saio tropeçando nas roupas jogadas no chão procurando meus óculos de sol . Penso: “tem que fazer um café ainda pra essa safada”.

Acordar para trabalhar é sempre uma tarefa difícil. Mas acordar para não fazer absolutamente nada nesses dias de final de ano é uma arte. Não que não goste de trabalhar, pelo contrário. Gosto sim, de sair, ver as pessoas, fechar negócios etc e tal. Realizar desafios profissionais é muitas vezes melhor do que  realizar um desafio pessoal. Entretanto, parece  errado isso de ter um horário, de ter que sair de casa e trabalhar. É a porcaria do horário comercial que torna o trabalho tão difícil para muita gente, não é vero?

Hoje é diferente me levanto para fazer nada, uma dia de ociosidade, depois de um ano de labuta! Eu penso: “Ah eu mereço isso!” Tomo um banho, solto uns peidos, escovo os dentes, mato uma barata que não morreu na dedetização,  coisas normais desde que você não more numa favela. Faço o café naquele coador de pano e saboreio meu pão francês com queijo!  Tudo bem… agora estou pronto para pensar em que raios vou fazer o resto do dia todo!

Penso: “Se colocar o pé pra fora de casa, não tem quem me faça voltar”. “Se eu ficar aqui também posso ficar louco” Coisas banais, como  atender um telefone e conversar com uma tia chata que liga nos finais de ano para contar as tragédias da vida dela me deixam um tanto… é… me deixam…puto da vida…mas eu escuto aquilo como penitência para os meus pecados até o final.

Ver TV? Nem pensar! Não, não sou idiota, e ver TV no final de ano é atestado de morte mental e social. O mundo é feito de pessoas loucas e estranhas, e de pessoas que assistem TV e estão mortas.

Resolvo fumar um cigarro para me ajudar a bolar o que farei naquele dia. Vou para a varanda e fico a observar as pessoas na rua fumando meu cigarrinho. É divertido observar as pessoas da varanda, as vezes elas … bom não é muito divertido e elas só andam pra lá e pra cá…   Fico observando e aparace uma loira peituda, logo ali na frente do portão. Tipo de mulher comum, bonita e tesuda,dezoito aninhos mais ou menos,  mas comum, afinal. De repente a bela loira diz oi. É ela diz oi. Eu me pergunto: “quem será essa gostosa?” – mas respondo oi de volta. E para o meu maior espanto ela diz: “Tudo bem Alonso?” – Opa, peraí ela sabe o meu nome? – Eu digo Tudo e contigo…?(não ouso dizer um nome nem sei quem é oras!) Daí ela pergunta algo que me deixa mais confuso ainda:

– A minha mãe taí?

Logo me passa pela mente: Mãe? Aqui? Será que ela tá no lugar certo? Não tenho sua opção e tenho que perguntar totalmente sem jeito:

– Quem é a sua mãe?

– Ué, a mulher que você estava ontem na festa…

Nisso surge a mulher com a minha camiseta na varanda e berra: Sobe filhota!

Então a gente aproveita, coloca um som, algo como MPB ou nos dias de fúria um AC/DC, Motorhead, e tomamos café juntos, por que não tomar café junto de uma mãe e filha tesudas? A garota loira bonita, veste aquele típico traje de piriguete sabe? Daí observo a mãe e vejo que ela se veste igualzinho. Algo mais brega do que a filha é claro.

Nessa situação tem algo ali que não bate. Como a filha dela sabe o meu endereço?  Na boa, mas tem algo ali que não encaixa, como se  fosse um episódio do Seinfield. Fico escutando a conversa sem sentido das duas sobre manicure, viagem pra não sei onde, troca de presentes estragados de Natal. É até engraçado o papo pela forma estabanada que ambas conversam.  Nessa hora devo estar com cara de maluco, pensando como a filha tesuda sabia que mãe tesuda estava ali. Devo estar com aquele sorriso insano de tarado estampado na cara achando que poderia até comer a filha depois de pegar a mãe, pensando até na possibilidade de fazer um mènage à trois com mãe e filha. Seria uma novidade no meu currículo e se contasse para alguém, ninguém iria acreditar!

Era uma ideia boa para um dia como aquele. Eu achava que o destino estava conspirando ao meu favor, mas não, não iria rolar…

Continuo ouvindo a conversa das duas e bolando numa forma de fazer as duas ficarem ali para o almoço talvez e dar um porre nas duas. Talvez a filha seja geneticamente como a mãe e abra as pernas depois de um porre e se ambas estiverem bêbadas o meu mènage à trois estaria garantido!  É terrível admitir, mas pensei nisso mesmo! Mas quem não pensaria o mesmo no meu lugar diante de uma mãe e filha tesudas?

Era impossível ocorrer aquilo, mas a ideia estava se tornando fixa e um desafio diria que até profissional para um cafajeste de ofício como eu! Devo estar com o sorriso insano novamente. Não consigo pensar em outra coisa, olho pros peitos duma, pra bunda da outra que lavava a louça.

Nesse momento posso dizer que o meu bermudão era um atentado violento ao pudor se estivesse diante de uma mãe e filha conservadoras e certinhas. Mas não era diante de uma mãe filha piriguetes! A filha é bonitinha, mas parece ser ordinária. A mãe eu já sabia que era…

Quem tem “sexo” escrito na testa como eu deixaria passar em branco essa chance?  Óbvio que sim. Mas não antes de tentar e esforçar ao máximo para conseguir algo inédito: Mènage à trois com mãe e filha! O importante é tentar quando tentado. Entenderam?

O problema era como. Uma mulher como a mamãe tesuda é uma dessas que ela sabe que é gostosa, ela sabe que tem centenas de caras ali morrendo por uma chance de pegá-la. A filha idem.

Avaliar essas coisas com rapidez e bolar uma forma de levar essa ideia maluca até o final é um dom. Se ela vai dar certo é outra coisa. É uma atuação na verdade, é uma encenação digna de Oscar. A gente tenta de tudo um pouco, metralha alguns elogios, tenta achar alguma brecha para a proposta indecorosa, ataca  pelas beiradas.

Pois bem, lá iria eu tentar o meu plano maluco e indecoroso se desse certo seria o máximo do máximo, se desse errado… ah se desse errado ao menos eu tinha tentado…

Do nada a mamãe tesuda diz: Acho que você gostou da minha filha! Mas é claro que eu tinha gostado. Em seguida ela acrescenta: Acho que você está afim dela. Nesse ponto da conversa as coisas ficaram meio tensas devo admitir. Afinal de contas o que ela queria com aquele papo?

Daí ela arremata: Se você pagar o triplo a gente fica aqui e faz tudo que você quiser! Na lata ela disse isso! Daí eu perguntei: Pagar? Pois é, isso mesmo! Ambas eram garotas de programa. Até aí tudo bem a proposta da mamãe tesuda era tudo que pedi ao Papai Noel e nunca recebi.

Só que daí ao invés da tia chata ligar nesse final de ano ela resolveu aparecer ali e testemunhar aquilo e cair dura no chão!

A confissão de Big John

1 minuto atrás

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gostou?

 

 

Big John !– 6 minutos atrás – Privado

Para:

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Nunca fui banido da DR, sai com minhas próprias penas. Criei o fake de Vendeta sim e daí? E a “treta” da Ana foi criada para acabar com você seu imundo do mundo dos debates!

Todos na DR, como em qualquer outra casa, tem apenas UMA certeza, você é um inútil invejoso, e o traidor da DR é o Gnu que não tem é vergonha na cara, senão já teria sumido junto com o Roger.

Se eu fosse algum fraco, não estariam todos vocês a tanto tempo tentando em vão aniquilar-me com todas as suas associações, TODAS fracassadas. Quem está de pé e quem está deitado?

Vc é semelhante a alguém que vive do favor alheio, mesmo aquele favor dispensado de cara amarrada, se liga bode.

Responder com um novo scrap

 

Escola de Sexo

A primeira escola internacional de sexo abriu na Áustria. Esqueça papel e caneta. A instituição promete muitas aulas práticas para tornar seus estudantes deuses na cama.

Qualquer pessoa com mais de 16 anos pode participar, por R$ 4 mil o período. Os alunos dormirão em quartos mistos. A ideia é que, assim, tenham condições de praticar as “lições de casa”.

“Ensinamos posições sexuais, técnicas de carícias e conhecimentos anatômicos. E tudo na prática”, diz a criadora, Ylva-Maria Thompson.”

Considerações sobre 2011

Tenho que confessar que odeio os finais de ano, e por vários motivos…

No final de ano somos forçados a reencontrar aqueles parentes insuportáveis na ceia de Natal e  comprar presentes para pessoas que não dão a mínima para você a maior parte do ano. Essa hipocrisia de final de ano deixou de ser algo realmente benéfico para a nossa sociedade desde que substituíram valores por atos desvairados de consumo propagados pela TV e mídia safada em geral. No fundo a culpa é nossa mesmo. Somos nós os próprios hipócritas que desencadeamos essa farsa natalina e de ano novo em troca de um suposto bem estar que de fato nem sequer existe.

Não se iludam meus caros com as falsas promessas de regimes, de planos espetaculares para o próximo ano, ou com esperanças de tudo vai melhorar. Tudo isso é pura perda de tempo. Criem vergonha nessa cara e façam o que tem de ser feito dia após dia para evoluírem como seres humanos e nos seus projetos pessoais. Não deixe que o tempo se encarregue de certas coisas, pois a maioria das coisas não se resolvem ou solucionam no próximo ano, mas sim através de nossa capacidade de consciência e superação cotidiana.

Este foi um ano foi  peculiar. No âmbito pessoal e profissional, mais pareceu uma montanha russa do que qualquer outra coisa. Novos desafios, novas encrencas com mulheres histéricas, novos negócios. Perdi tempo e dinheiro e a cabeça com certas coisas. Também ganhei novas amizades e grana e conheci mulheres fantásticas das quais vou sentir saudades.

Sinto muito, de todo o coração se magoei algumas mulheres depois de tê-las iludido com promessas falsas de casa, comida e roupa lavada e alguns amigos prometendo emprestar dinheiro e não emprestando porque o sou mão de vaca e prefiro ficar com a grana no meu bolso do que perder um amigo como devedor. Mas que se dane ninguém é perfeito não é mesmo?

Posso dizer também que não a ligo a mínima se não me enviarem presentes ou cartões. Não leio esses cartões e os presentes geralmente destino para uma obra de caridade que seja realmente caridade e não golpe de final de ano para tomar bens e grana de otários.

Devo confessar ainda que fraudei mais uma vez o imposto de renda e que mais uma vez a Receita Federal não me pegou nem na malha fina. Além disso, no mundo virtual, conheci um bando de pessoas idiotas que não passam de boçais e energúmenos que parasitam essas redes sociais. Por outro lado, conheci poucas pessoas realmente legais nesse meio as quais prestigiaram esse blog e que em 2012 espero que continuem a prestigiar. Estive em lugares que nunca estive antes, alguns bons e outros ruins. Bons como a cidade de Rio Grande no RS onde conheci uma gaúcha linda e formosa e lugares infernais como Itaberá no interior de SP que é uma terra de gente besta e que o sinal do celular é uma porcaria.

Em termos de política como sempre foi uma merda do meu ponto de vista. Elegemos uma bruxa para mandar nessa república de bananas e vimos o ano inteiro apenas corrupção ministerial e desvio do dinheiro público. Grande novidade em 2012 vai ser pior.

A economia quase falida do exterior só não ferrou as coisas por aqui por uma série de medidas que em 2012 não irão dar mais certo, e vamos certamente se lascar mais uma vez com aumentos de tributos uma hora ou outra. Bom isso já começou, mas em janeiro a coisa aparece mais escancaradamente. Portanto, aguardem e não passem muito desgosto antes da hora.

No golf participei de alguns torneios mas devido uma lesão no braço ocasionada por acidente de trânsito perdi dias de treino e com isso o meu segundo semestre foi por água abaixo. Não fiz nenhum hole one, e também não fiz mais birdies que no ano anterior.

Como disse odeio final de ano, pois somos obrigados a olhar para traz e ver que tudo poderia ter sido melhor ou diferente, e que agimos duma forma quando poderíamos ter agido diferente, e no fim das contas temos inúmeros arrependimentos e sentimos raiva mais do que alegrias reais que possamos nos recordar.  No entanto, é essa parcela de acertos e realizações que nos impulsiona para frente e nos faz buscar o amanhã. Embora isso seja clichê são essas pequenas conquistas diárias que levam as grandes conquistas ao longos dos anos.

Se fizermos uma estatística veremos que ao longo dos anos ganhamos mais do que perdemos. Então que nesse próximo ano todos sejam menos bestas quadradas e que todos sejam mais espertos pois é esse caminho para a felicidade e, é isso que desejo para os leitores e fãs de Aloprado Alonso.

Que 2012 nos leve para novos desafios e que a jornada nos permita sempre manter o coração aberto e firmes no caminho.

Abraços a todos e, como sempre digo, é isso aí brodi!

 

PS. Não vou mandar panetone pra ninguém.

 

Big John odeia as mulheres

A cada dia que passa eu tenho mais certeza que o Big John padece de misantropia e misoginia. Não é possível que um cidadão de meia idade cafona e mal educado pelo mobral das fraquezas desarmadas ainda por cima não tenha “se tocado”  que é motivo de chacota nessa rede social.

 

O que leva o destemido Big John a ser aquilo que é (um zero a esquerda) senão a evidencia que ele é um tremendo castrado social que vive na barra da saia da vó a base de supositório de lorazepam com feijão com arroz e tubaína? Poderiam chamar Big John de purgante? Em absoluto. Poderiam chamar o mesmo com toda propriedade de efeito do purgante.

 

Big John em sua saga orkuteana falida se acha o próprio Dom Quixote de La Mancha  dos tempos do acesso irrestrito à banda larga por boçais fratulentos mentais como ele. Ele “se acha” lendário, ou um famoso cavaleiro que vive no  seu mundinho Matrix xexelento que inventou para is mesmo chamado de “Reino dos Debates”  no qual ele passa sua pífia existência enfrentando moinhos de vento retóricos,   tagarelando com amontoados de velhas broacas sapatonas do famigerado reino, acompanhando as peripécias de Aloprado Alonso como se fosse devota de novela global, e tudo que mais ameaça a “lenda” que só existe no vácuo de sua cabeça.

 

Eis aqui o Big John mais uma vez acompanhado pelo seu fiel escudeiro, o tolete fecal nominado pelo patronímico Hanger (que em alemão significa filho da meretriz) o qual devido ao extremo “puxa-bundismo” para com seu mestre teve sua vida transformada por osmose em fezes.

 

Big John, como já sabido por todos “se acha” autor de alguma espécie de  obra-prima mundial no Orkut com seus argumentos dignos de serem redigidos em papel higiênico numa pós feijoada.

 

Como se não fosse muito, esse estrume retórico “se acha” ainda por cima tão bombado quanto Rambo e tão sagaz quanto McGyver e tão inteligente quanto Francisco Everardo Oliveira Silva.

 

Entretanto, o que me causou mais repulsa ao famigerado Joãozinho foi saber do atrevimento de Big John – o misógino – em assacar contra a nobre senhorita Renata proferindo e vociferando uma vasta gama de ofensas em face da ilibada senhorita pelo simples motivo dela ter recitado o meu nome numa comunidade. Como já sabido Big John a mais ou menos um mês atrás já arrumou confusão com a rainha dos debates, a dona Roberta, por ter botado o Big John pra correr pelo mesmo motivo de sempre: Demonstrar por a+b que ele não passa de um ignorante que não conhece sua própria ignorância.

 

Pois bem, diante disso, venho aqui, nesse tópico escarrado pelo mesmo dizer o seguinte: Big John limite-se a sua insignificância. Vá arrumar o que fazer da sua vida seu vadio malcriado. Deixe duma vez por todas de vociferar e ofender as mulheres. Se trate, tome seus medicamentos no horário, e por fim cale-se duma vez por todas seu paquiderme energúmeno deplorável analfalula.  Caso contrário FODA-SE!

 

E tenho dito!