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A ditadura da inteligência estagnada no socialismo universitário

A doutrinação marxista nos diversos centros acadêmicos de ciências como Economia, Direito e Filosofia é um dos elementos que estão anulando a transmissão e geração de novos conhecimentos que permitiriam o Brasil e até mesmo Argentina criar uma sólida relação de inovação tecnológica, avanço social, político e econômico nesses países. O reflexo disso será uma geração centrada no pensamento burocratizante e estatizante de tudo que se refere as essas disciplinas e uma inversão de conceitos e valores que só atendem as expectativas dos leitores e fãs de Piketty.

Nos diversos grupos de estudos de universitários de Ciência Política, Sociologia também podemos notar o gradual avanço dessa tendência de mascaramento do livre pensamento e imposição de grades curriculares voltadas para uma forte gramscinização do pensamento dos alunos que por terem um cultura já bastante direcionada pelas escolas de ensino médio não conseguem escapar do esquema mental imposto em diversas faculdades.

Não estou propondo um tese de estudo anômala ou anárquica nas universidades, pois isso seria surreal, estou propondo libertação da dogmatização em larga escala que gera efeitos deletérios à cultura humana e social de qualquer país que tenha realizado esse mesmo expediente.

Notem só as chamadas dos grupos de estudo de alunos de André Singer da USP e outros congêneres: “Diálogos do Socialismo foi criado a partir da união de alguns grupos de debates  de esquerda, preocupadas com a crescente onda reacionária que vem se espalhando pelas redes sociais. O nosso propósito é o de estimular os debates e ajudar na formação política das pessoas, sempre em defesa do socialismo e da emancipação humana”. A proposta do debate unilateral que reforça o comportamento de manada resta evidente nesse caso. Ao visitar esse grupo e  citar Schumpeter e fui execrado quase a base de brados e vaias por outros membros grupo ao comprovar teses da estagnação econômica da URSS e fomento do avanço da tecnologia, força de trabalho como algo evidente no avanço do desenvolvimento social. Esse fato ocorreu no fordismo pós segunda guerra, e no EUA, e a história confirma seus avanços e retrocessos em face da economia estacionária da URSS no mesmo lapso de tempo. Eles nem quiseram ouvir a explicação, se citasse Marx ou Piketty ou até Guido Mantega seria louvado, mas como citei um autor de outra tendência fui rechaçado por pura ignorância. Sinto vergonha alheia de acadêmicos que agem desta forma, muito mais do que iletrados que não sabem uma simples tabuada ou assinar o próprio nome por extenso.

Esse é o sinal que estamos cirando geração de pessoas intolerantes, e inquisidoras sem a menor capacidade de aprender com idéias divergentes. O nosso camarada Nestor Filho, nítido eco desse tipo de conduta anos luz depois de formado nega isso de pés juntos, mas ele é amostra grátis do famigerado produto desse tipo de meio universitário.

O que chama a atenção é o comportamento desses alunos que não aderem a nada estranho aos seus dogmas já encalacrados em seus esquemas mentais pré-ordenados por concepções obscuras e facilitadoras de teses que aceitação em círculos onde a leitura da realidade é feita em recortes abstratos e não em dados brutos para serem lapidados. Se citamos por exemplo Xavier Zubiri aos mesmos desse estilo repressivo de ensino num curso de pedagogia ou Filosofia os mesmos entram em colapso e passam a demonizar o emissor de tais teses sem pensar dias vezes. Já os menos estáticos e mais abertos a escutar novas idéias sentem o grau de dificuldade em apreender conceitos e novos campos de silogismo. A dialética deles não comporta o real nem o verídico, tudo é abstração e dedução desconstrutivista e passam a vida pensando o mundo ao seu redor desta forma “relativimista”.

Um aluno da UFSM, propenso a ser filósofo de bares, nada contra o álcool, mas sim contra reduto diminuto e cerceador da liberdade de pensar por si mesmo sem ser massacrado no qual o mesmo está inserido, o já citado aqui Felipe Lopez, infelizmente parece ser incapaz de ler um livro fora da bibliografia marxista que lhe indicam. Quando me pediu um dica enumerei Michael Sandel e Alexandre Havard e ele sem saber do que se tratava de antemão já escorregou no jargão: “Bah mas isso não é socialmente viável de se ler!” – Socialmente viável? O que seria isso? Nem quis saber, pois a ladainha seria extensa e notadamente um encadeamento de pleonasmos dos alunos PSOListas do reduto sendo retransmitido em nonagésima mão.

Por essas e outras que recomendo, mandem seus filhos fazer graduação e pós no exterior, aqui o ambiente forma doutores que são uns dos outros há mais de trinta anos…Não há nada de novo no front universitário nacional, apenas um FEBAPA acadêmico com raros lampejos de neurônios iluminados em meio ao derramamento de bílis.

Volta e meia eu tenho conversado com alguns universitários que compartilham suas indignações com o fato de que suas universidades através dos seus professores os quais tem feito uma enorme apologia ao marxismo. Sei de casos de alunos que abandonaram seus cursos em virtude da pressão sofrida pelos adeptos desta conduta excludente que dizem rechaçar no tal do discurso inclusivo.  O interessante é que os professores das universidades públicas são os primeiros a meterem o pau no sistema, no capitalismo, na desigualdade social e blá, blá, blá. Todavia, são incapazes de abandonarem a vida burguesa que tem em detrimento a uma vida de privações. Pois bem, como sempre digo:A  burguesia fede,mas tem dinheiro para comprar perfume. É caso desses professores. Se ignorância fedesse e saber fosse perfume Channel com certeza eles enganariam bem usando Channel.

Ano após ano, os professores universitários fazem longas greves porque querem que seus salários sejam majorados. Ora, por acaso não são estes os defensores de uma vida simples? Por que então o desejo de aumento de salário? Controverso isso não? Ah sim, ser marxista não é fazer voto de pobreza, nem de castidade e sim liberar geral e aproveitar tudo conforme for possível. Bem Michel Foucault isso…

Sabem de uma coisa não estou cansado dessa “ditadura marxista”, o que me cansa de fato é a burrice sendo institucionalizada de forma latente e opressora sem à base de citações de Paulo Freire.  O colunista da Folha de São Paulo, Luiz Filipe Pondé publicou um texto que confirma aquilo que infelizmente tem acontecido nas principais universidades publicas do país, o qual compartilho abaixo:

“Muitos alunos de universidade e ensino médio estão sendo acuados em sala de aula por recusarem a pregação marxista. São reprovados em trabalhos ou taxados de egoístas e insensíveis. No Enem, questões ideológicas obrigam esses jovens a “fingirem” que são marxistas para não terem resultados ruins. 

Estamos entrando numa época de trevas no país. O bullying ideológico com os mais jovens é apenas o efeito, a causa é maior.  No cenário geral, desde a maldita ditadura, colou no país a imagem de que a esquerda é amante da liberdade. Mentira. Só analfabeto em história pensa isso. Também colou a imagem de que ela foi vítima da ditadura. Claro, muitas pessoas o foram, sofreram terríveis torturas e isso deve ser apurado. Mas, refiro-me ao projeto político da esquerda. Este se saiu muito bem porque conseguiu vender a imagem de que a esquerda é amante da liberdade, quando na realidade é extremamente autoritária. 

Nas universidades, tomaram as ciências humanas, principalmente as sociais, a ponto de fazerem da universidade púlpito de pregação. No ensino médio, assumem que a única coisa que os alunos devem conhecer como “estudo do meio” é a realidade do MST, como se o mundo fosse feito apenas por seus parceiros políticos. Demonizam a atividade empresarial como se esta fosse feita por criminosos usurários. Se pudessem, sacrificariam um Shylock por dia. 

Estamos entrando num período de trevas. Nos partidos políticos, a seita tomou o espectro ideológico na sua quase totalidade. Só há partidos de esquerda, centro-esquerda, esquerda corrupta (o que é normalíssimo) e do “pântano”. Não há outra opção. 

A camada média dos agentes da mídia também é bastante tomada por crentes. A própria magistratura não escapa da influência do credo em questão. Artistas brincam de amantes dos “black blocs” e se esquecem que tudo que têm vem do mercado de bens culturais. Mas o fato é que brincar de simpatizante de mascarado vende disco. 

Em vez do debate de ideias, passam à violência difamatória, intimidação e recusam o jogo democrático em nome de uma suposta santidade política e moral que a história do século 20 na sua totalidade desmente. Usam táticas do fascismo mais antigo: eliminar o descrente antes de tudo pela redução dele ao silêncio, apostando no medo. 

Mesmos os institutos culturais financiados por bancos despejam rios de dinheiro na formação de jovens intelectuais contra a sociedade de mercado, contra a liberdade de expressão e a favor do flerte com a violência “revolucionária”. 

Além da opção dos bancos por investirem em intelectuais da seita marxista (e suas similares), como a maioria esmagadora dos departamentos de ciências humanas estão fechados aos não crentes, dezenas de jovens não crentes na seita marxista soçobram no vazio profissional. 

Logo quase não haverá resistência ao ataque à democracia entre nós. A ameaça da ditadura volta, não carregada por um golpe, mas erguida por um lento processo de aniquilamento de qualquer pensamento possível contra a seita. 

E aí voltamos aos alunos. Além de sofrerem nas mãos de professores (claro que não se trata da totalidade da categoria) que acuam os não crentes, acusando-os de antiéticos porque não comungam com a crença “cubana”, muitos desses jovens veem seu dia a dia confiscado pelo autoritarismo de colegas que se arvoram em representantes dos alunos ou das instituições de ensino, criando impasses cotidianos como invasão de reitorias e greves votadas por uma minoria que sequestra a liberdade da maioria de viver sua vida em paz. 

Muitos desses movimentos são autoritários, inclusive porque trabalham também com a intimidação e difamação dos colegas não crentes. Pura truculência ideológica. 

Como estes não crentes não formam um grupo, não são articulados nem têm tempo para sê-lo, a truculência dos autoritários faz um estrago diante da inexistência de uma resistência organizada.  Recebo muitos e-mails desses jovens.”

Alguém já disse que o comunismo  no Brasil será implantado por um golpe suave, que nossa elite será burocrática, para isso uma educação redutiva e excludente de quem pensa desigual e diverge é uma das mais bem sucedidas armas satânicas dos últimos tempos para destruir a cultura de gerações inteiras. Já destruiu milhões de pessoas no mundo, a história afirma isso com dados fartos, os quais são distorcidos incutindo na mente de jovens e adultos tanto o ateísmo como o materialismo. O famoso primeiro ministro inglês Winston Churchill afirmou que o socialismo é o evangelho da inveja, o credo da ignorância, e a filosofia do fracasso. Martin Luther King chegou a afirmar que o comunismo existe por que o cristianismo não está sendo suficientemente cristão. Não sei se é bem isso ou se é simplesmente uma falta de decência em romper as limitações e pensar e agir diferente, como Eva ousou no Éden e nos causou graves problemas. Sim talvez precisemos de mais Evas nas universidades que provem da árvore do conhecimento proibido e cometam o pecado original do saber a verdade. Quem sabe isso salvará nossa cultura de vira lata  duma vez por todas…

Paz e amor e uma cruz quebrada de ponta cabeça é isso que sempre querem…

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Aos pedagogos com carinho uma maçã vermelha da bruxa da Branca de Neve

O título é de fábula e capcioso propositalmente…Pensem no enigma que está contido no título senhoras e senhores professores que por ventura cisquem os olhos nessa postagem…

Notem uma coisa, como diria, não me lembro quem: “presunção não qualifica a opinião de ninguém”. Na minha humilde opinião Clóvis de Barros Filho e Mário Sergio Cortella são ótimos professores, além do mais, possuem excelente oratória o que facilita e muito a admiração pelos mesmos. Não estou aqui citando o Pondé, que é aquele cara meio canastrão, que fala com careta de dor de barriga. Estou ante a isso apontando um fato: Esses professores são adeptos de ideologia de esquerda como outros não são, nada os impede de aderir a esta ou aquela fonte ou matriz ideológica, por mais nociva ou debalde que venha a ser como é o caso de muitas entronizadas na pedagogia.
Cabe aos professores não somatizar essas coisas pérfidas e ruins de toda sorte e não transformar o sistema educacional nessa palhaçada que vemos hoje em dia, onde muitos se acham com total direito de impor a racionalização das suas puras e doces verdades.

Para ser docente na PUC ou USP é pré requisito básico é ser esquerdista ou ter se emaranhado em toda sorte de bajulação acadêmica por anos a fio com pose de intelectual imensurável e engajado socialmente. Fernando Haddad é um exemplar desta realidade.

Provavelmente a maioria de vocês já simpatizou com algum desses dois (ou com os dois). Clóvis de Barros Filho e Mario Sergio Cortella. Ambos possuem a fala empostada, carisma e simpatia. Quem viu a entrevista do prof. Clóvis no Programa do Jô sem saber que é um esquerdista, vai achar que ele é ”o cara”. Mas depois que você começa a conhecer ambos melhor, percebe que os dois são grandes esquerdistas atuando na área educacional e perfilando idéias que muitos desaprovam. Abram os olhos galera, pois saber quais sãos as fontes dos nossos professores conta muito num sistema educacional que há décadas é corrompido por inúmeros sortilégios e malabarismos pedagógicos.

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Eu sei que neste Brasil do presente existem muitos professores que pastam devido serem pessoas dedicadas ao seu nobre ofício. Discordo da postura de muitos deles em relação a muitas coisas. Entretanto, isso não exime que os reconheçamos como peças chaves da engrenagem social. Essa realidade social conturbada que aí está nas ruas, na política e onde mais houver gente minimamente pensante é fruto da educação também. Educação aquém do que as pessoas merecem em termos de qualidade e quantidade. Por isto congratulações a quem faz o seu melhor em sala de aula sem perder a ternura.

Uspianos promovem a II Semana da Barba, Cabelo e Baseado

“Idealizado pela Frente Uspiana de Mobilização Antiproibicionista (Fuma), acontecerá nesta semana, de 16 a 20 de abril, a Semana da Barba, Cabelo e Baseado, que vai debater a política proibicionista das drogas”.

Mentira deslavada dos alunos uspianos atuais!

EU ALOPRADO ALONSO quando era mandachuva do Grêmio do Centro Acadêmico “Ratos do Porão do XI de Agosto” movimento dissidente do centro acadêmico original no qual que inventamos a semana da “Barba, Cabelo e Bar”, Choppada dos Bichos, e “Chega Vara nas  Burguesas” eventos que tinham como escopo reunir os alunos para beber e fumar até maconha para muitos outros é claro, além discutir novas propostas para o campus que hoje ta mais na merda ainda, mas não tinha esse viés de maconheiro vagabundo GAP & PROUNI do caralho que tem hoje!

A ROTA sempre ficava no pavor com as reuniões e descia o sarrafo nos alunos. No Brasil isso é normal PM x Universitários é uma tradição policialesca da truculência.

A data sempre foi Abril e Setembro para esses eventos que reuniam o pessoal em confraternização e não para a profanação do campus queimando colchões e fumando maconha a rodo pelos corredores como se a RU fosse a Cracolândia universitária.

maconheiros

Leiam a merda do texto do FUMA sobre o evento que a ideia original foi do comando “Atecubanos” do falido RP-XIA do qual eu era o líder:

“Em nota sobre o evento, os organizadores explicam que o nome escolhido “expressa a intenção da semana: o lúdico-libertário se pretende aqui como argumento político pela liberdade dos corpos. Das travestis aos nóias.

O plural é positivo, toda diferença deve ser louvada e respeitada… aos caretas, machistas e falsos moralistas, convidamos a despirem-se de seus velhos argumentos e colocarem, como faz Laerte, novos vestidos de reflexão”.

Os membros da Fuma também negam que as atividades se restrinjam a discutissão da proibição do uso de drogas dentro da universidade. “A questão da USP só entra no debate como exemplo sintomático da ineficiência da atual guerra às drogas. Nos moblizamos pela legalização de todas as drogas, em todas as partes do Brasil e do mundo”, diz o manifesto.

Segundo eles, a Semana trata de anseios universais, pois, “o mesmo pensamento que legitima a atual política de drogas, permite as militarizações das favelas, a criminalização da pobreza e o genocídio negro em todas as periferias do país”.

Confira a programação da semana.

Segunda 16.04

Exibição do documentário “Externos” + debate com Coletivo Yabá
tema: um recorte de gênero na questão das drogas
[às 20h no espaço verde]
Sessão Cheech & Chong de Cinema com larica
[às 22h no espaço verde, na Faculdade de História]

Terça 17.04

Terça i FUMA com gincanas e concurso de paródias
[às 19h no espaço verde]
– para efeitos jurídicos afirmamos que será fumado apenas orégano – substância lícita.

Quarta 18.04

Intervenção Libertária na Quartonha – cervejada com samba – uma intervenção que faça os presentes refletirem sobre o direito que lhes é dado ao próprio corpo e ao uso deste que lhes é permitido fazer
[às 18h no vão da hist]
Quinta 19.04

Plantão de cultivo – oficinas
[às 18h no espaço verde]

Orgia Poética
[às 21h no espaço verde]
Sexta 20.04

Debate”Travestis e drogados: (des)marginalizando comportamentos”

[às 18h no morrinho – se chover vai rolar no vão da história]

com: Heloísa Buarque (Profª de Antropologia e Gênero), Júlio Simões (Prof. de Sexualidades e Ciências Sociais), Alexandre Peixe Santos (Já trabalhou com Redução de Danos e tem uma longa trajetória no movimento LGBT) e a Marcha da Maconha.
Participação também do músico moçambicano Ras Haitrm, membro da congregação Rastafari de Moçambique e principal expoente do reggae moçambicano; suas letras fazem apologia à libertação da mente através dos ideais Rastafari.

Ainda na sexta:
Festa queimando o bigode – festa de arrecadação para a Marcha da Maconha.
[às 21h no espaço verde]

Confira também:

http://www.facebook.com/Al0prad0Al0ns0?ref=hl