Arquivo mensal: outubro 2016

Celso Russomano deu calote em cabos eleitorais, se atrapalhou e acionou o PROCON contra ele mesmo(!)

O inferno astral de Celso Russomano parece não ter fim, depois disparar nas pesquisas como principal favorito na disputa a prefeitura de São Paulo viu João Dória “‘um desconhecido no meio político” vencer a eleição no primeiro turno! Agora depois de terminado o pleito eleitoral apoiadores do eterno candidato a prefeitura de São Paulo estão cobrando dele pelas horas de trabalho na campanha que não foram pagas. Isso mesmo, Celso Russomano esta sendo acusado de ser caloteiro!

Cerca de 30 pessoas passaram o dia em frente a sede do PRB (partido de Russomano) reivindicando o pagamento do trabalho de cabo eleitoral que dizem ter feito na campanha. As quantias – que seriam de R$ 50 a R$ 100 por dia de trabalho – deveriam ter sido depositadas no último dia 30. Com gritos de “Celso caloteiro, eu quero o meu dinheiro”, os manifestantes chamaram a atenção de quem passava.

Ao ver a confusão Russomano vestiu a roupa da “Patrulha do Consumidor” (quadro que apresenta na TV Record) e acionou prontamente o PROCON, Ministério do Trabalho e a polícia para que aquelas pessoas recebessem seu dinheiro pelas horas trabalhadas. Ao ver que os manifestantes cobravam dinheiro dele mesmo saiu de fininho e lançou uma nota dizendo que: “Não conhece as pessoas que reivindicam o pagamento e que talvez estejam confundindo ele com o seu irmão Mozart Russomano que também foi candidato nestas últimas eleições”.

Russomano sifu…

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Mais Marcela Temer menos mulher feia da esquerda canhão!

Para quem passou 13 anos vendo imagens grotescas da petulante dona Marisa, da “horripilanta” Dilma, da cara feia da Erenice Guerra, da cara de maracujá putrefado da Graça Foster, da beiçuda da Benedita da Silva, a cara de pau seco da Maria do Rosário e cara de travecão cavalo do Jandirão, e de ministra aborteira e outros tantos canhões da república, ver Marcela é uma bênção!

Como diz o Pondé: “O mundo respira melhor com mulher bonita por perto”

 

marcela

Trump mente como Dilma e não entende nada de economia igual a ela!

De acordo economistas liberais proteger empresas nacionais contra a concorrência estrangeira geralmente é uma má ideia.

No Brasil, boa parte dos economistas são formados em universidades públicas, isto significa que quase todos são fãs dos partidos da esquerda brasileira, ou pensam igual aos chefes de organizações de donos de indústrias, como a FIESP, ou remontam suas teses ao pensamento os antigos comandantes da Ditadura Militar com Delfim Neto et caterva, excetuando-se Roberto Campos.

Tomando isso como pano de fundo, não é à toa, que a economia brasileira é uma das mais fechadas do mundo e ainda resistente a alterações políticas que possibilitem maior dinamismo econômico e social. Em diversos setores importantes – como aviação e comunicações -, as empresas estrangeiras são terminantemente proibidas de atuar no Brasil, sob o argumento de se tratarem de “setores estratégicos”. Assim, acabam dominados por empresas nacionais, que geralmente combinam muitas reclamações de clientes com uma grande fatia do mercado, garantida pela falta de concorrência do capitalismo cartorial agenciado pelo Estado.

Outro exemplo assustador são impostos de importação. Os impostos que recaem nesse setor são mais altos e duradouros que os da União Soviética durante todo regime socialista que lá imperou por setenta anos. Basta recordar que durante o primeiro governo Dilma, diversas medidas aprofundaram o protecionismo, como a exigência feita à Petrobras, que passou a incluir uma cota para produtos nacionais em suas compras para isso ficar evidenciado. Em 2015, os resultados dessa medida aparecem com frequencia em artigos sobre a crise na Petrobras e nas páginas policiais.

 

Isto denota que a política de “proteção” se estendeu muito além da Petrobras: entre 2008 e 2012, o Brasil foi o sexto país do mundo que mais editou medidas anti-comércio, de acordo com levantamento da OMC. Não se trata de uma exceção na história do Brasil. Outros presidentes, em especial do período do governo militar, fizeram o mesmo no passado. O acúmulo dessas medidas ao longo do tempo levou o Brasil a ter, hoje, uma das economias mais fechadas do mundo.

trume

Nos Estados Unidos, a situação é bastante diferente, mas o polêmico candidato Donald Trump promete mudar isso – e repetir o que Dilma fez por aqui.  Trump promete, caso eleito, trabalhar para que as empresas americanas parem de criar postos de trabalho em países como China e México, e voltem a produzir no país, oferecendo emprego aos locais e combatendo a terceirização.  Ao comentar a implantação de uma fábrica da Ford no México, Trump foi direto e, citando nominalmente o presidente da empresa, disse: “Vou dar algumas más notícias a você (Mark Fields, CEO da Ford): Cada carro, caminhão e peça produzida nessa fábrica pagará um imposto de 35% quando atravessar a fronteira para os Estados Unidos”. E então, explicou a seus eleitores que faria isso porque “eles vão tirar milhares de empregos do país”, embora juristas afirmem que a proposta é ilegal e economistas afirmem que não é isso que vai trazer os empregos de volta aos EUA.

Trump é indesculpavelmente hipócrita ou simplesmente ignorante em economia. Não há diferença econômica, por exemplo, entre uma empresa automobilística americana que investe em fábricas no exterior e os investimentos do próprio Trump em hotéis no exterior. Nos dois casos, são empresas sediadas nos Estados Unidos buscando oportunidades econômicas lucrativas em outros países. A empresa de Donald Trump pretende inaugurar um complexo com 5 “Trump Towers” no Rio de Janeiro, cada uma com 38 andares na região do Porto Maravilha, um projeto da prefeitura que recebeu 4 bilhões de dólares em dinheiro público até as Olímpiadas. Sobre isso ele não falou nada!