Arquivo mensal: março 2013

Paulo Ghiraldelli Jr – uma praga que tem que ser cortada pela raiz

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Título original:  “Paulo Ghiraldelli Jr – o apóstolo do vírus da imbecilidade brasileira  aos quatros cantos do mundo via redes sociais”

A queda do nível de consciência pessoa  é chamada na psicologia de “imbecilização”. Ocorre quando pessoa sofre redução ou empobrecimento de sua capacidade moral decorrente de sua forma de agir e pensar.

Como já sabido, a anos travo uma verdadeira rinha de galo com “pessoas” do porte diminuto racional e moral de Paulo Ghiraldelli e seu séquito de retóricos falidos tais como Chico Sofista, João Xavier, Roger D’André e Roberta Aires dentre outros – cujos nomes esqueci pois são mais medíocres que estes – os quais se destacam e ilustram com toda sorte de exemplos de amostragem de insânia moral o desmantelamento da racionalidade humana no Brasil.

Esse estado moral e mental tão deprimente não se deve apenas ao consumo de drogas como no caso do maconheiro Chico Sofista e Roger D’André ou de ansiolíticos como na situação do depressivo João Xavier nem mesmo na conduta de meretriz de Roberta Aires “a professorinha de matemática” devido sua natureza de alpinista social a base de barganhas sexuais que ruboriza até Vera Fischer e Dercy Gonçalves.

Essa situação se alastra à medida que o fenômeno vaidade e poder chega  a dimensões maiores e mais alarmantes da esquizofrenia  galopante ainda latente não diagnosticada pelo profissional da área de saúde nesses seres e pior ainda ainda não detectada pela própria esposa de Paulo Ghiraldelli através da convivência.

Ao longo de todo esse período, essas pessoas seguem a risca o receituário de seus terapeutas psiquiátricos, de seus fornecedores de entorpecentes e cafetões  e ícones da mídia intelectual de fundo de quintal como doutrina de vida.

Dentre estes se destaca Paulinho (como é conhecido na boca pequena). Embora não exista neles nenhum sinal de que alguém ali deseje discutir seriamente o problema ou reconhecer, ao menos, em si mesmo que são pessoas recalcadas intelectualmente e moralmente por terem contraído o vírus da “ghiraldisse in persona”.

Ao contrário – Estes dementes tudo fazem para ocultar a presença do mensageiro da debilidade mental na Hora da Coruja em suas vidinhas fúteis e dão por inexistente o mal que Paulo Ghiraldelli alastra, do qual eles próprios, por suas ações e omissões, demonstram os sintomas mais salientes.

Chegaram ao cúmulo de, não podendo mais ignorar de todo o ponto irreversível que chegaram passaram a  tecer comentários jocosos  sem mencionar o nome do apóstolo Paulo Ghiradelli enviado para disseminar o ódio entre as pessoas anormais e conhecimento honesto, como se os textos abandonados por tal apóstolo em seu blog fossem epístolas evangélicas e achados do fundo do baú da desmemória nacional e tivessem saltado dali por suas próprias forças para mente desses incautos.

Desde logo, esses escravos e seguidores pertinazes de Paulo “Garibaldelli” só enxergam a degradação cultural do Brasil nos outros e não neles mesmos, devido  aspectos de escassez de de vergonha na cara e falta de estudos básicos tão graves que se dependessem destes a reprodução em massa da raça humana mediana todos nós com certeza preferiríamos o fim apocalíptico do mundo em fogo e enxofre.

Assim como eles parecem manipular os debates correntes em suas comunidades como a Duelos Retóricos e Vida Sofista com seus testemunhos de ghiraldisses a um nível de consciência “elevado” e “honrado” advindo duma herança quase ariana – se não fosse aquela barba e rabicó de cavalo e cara de interiorano paulista do Paulo – eles poderiam até fundar um New Terceiro Reich ou Reino dos Debates da Era de Gigantares para fanfarronar suas falácias sórdidas chiquistas, bigjohnsianas, rogeristas e robertistas, todas essas afluentes da demência ghiraldélica.

Entretanto, o justo e correto e ético a ser feito pelo Paulo seria fundar uma casa de reabilitação de seus seguidores chamado-a de “Recanto da Coruja”. Só que isso jamais ocorrerá, pois ele não possui ética desde da hora que acorda até a hora que vai dormir. Ele apenas sonha ser uma pessoa ética em seus delírios.

É justamente aí que a queda do nível de consciência pessoal justifica falar de “imbecilização”, pois, quando se percebe a mera diminuição de pessoas por quilômetro quadrado com diploma superior por méritos ou aumento de posts imbecis por autor parafraseando ou psicografando Paulo Ghiraldelli é que temos a certeza absoluta de que estamos falando mais propriamente de ” “falência intelectual e moral” do populacho recalcado bem representando por esses quatro elementos supracitados.

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A tributocracia brasileira

Estado ladrão carga tributária assaltante propriedade

 

O regime tributário brasileiro, ou melhor dizendo, do Estado Ladrão brasileiro não pode ser considerado um sistema, porque, ao longo do tempo, foi sendo emendado e remendado como arapuca que visa pegar o contribuinte.

 

Pode-se dizer em linguagem popular, que ele está cheio de “puxadinhos” – alguns deles  feitos por meio de lei, mas outros resultantes de interpretações do fisco que acabam, muitas vezes, sendo definidas apenas na  Justiça.

 

Recente decisão do STF definiu  que não cabe a inclusão do ICMS no cálculo do PIS e da COFINS da importação, ao contrário do que pretendia a Receita, em uma contenda que se arrasta há muitos anos. A Justiça impôs nova derrota ao fisco, dessa vez através do Tribunal Regional Federal da 1ª região, que decidiu não caber a incidência de contribuição social sobre valores pagos a título de  “reembolso de quilometragem”, como defendida pelo INSS.

 

Divergências como essas acabam custando muito caro às empresas, que têm de recorrer à Justiça, onerando a máquina fiscal, que tem se defender e sobrecarrega o Judiciário. Podem ainda trazer sérios problemas às finanças públicas, quando a cobrança se baseia em atos de legalidade duvidosa, e o fisco precisa ressarcir os contribuintes, ou retirar dos cálculos da arrecadação os valores esperados.

 

Além da elevada carga tributária – incompatível com o nível de renda do País – a superposição de impostos, a falta de clareza das regras e a complexidade da legislação geram uma parafernália burocrática que acarreta pesados custos para as empresas e causam grande insegurança e riscos.

 

Parte importante da complexidade da tributação resulta do ICMS, imposto sobre valor adicionado utilizado inicialmente em países europeus de regime federativo e que, ao ser transposto para uma federação composta de 27 unidades autônomas, acabou por criar uma legislação diferente para cada estado, apesar das tentativas de uniformização.

 

Complicação adicional decorre das transações interestaduais, que transferem créditos fiscais de uma para outra unidade da federação, com alíquotas inferiores às internas.

 

A concessão de incentivos fiscais com base no ICMS por parte de alguns estados distorce a localização dos investimentos e afeta a concorrência entre empresas localizadas em diferentes locais, como no  caso das importações, por determinados portos. A redução significativa das alíquotas prejudica  a produção nacional e transfere crédito indevido na transação interestadual.

 

Para evitar a continuidade da ” guerra fiscal” a Resolução 13/2012 do Senado Federal estabeleceu uma alíquota única 4% nas transferências interestaduais de produtos importados (antes eram de 7% ou 12% ). Ocorre que a operacionalização dessa decisão se mostrou muito complexa porque muitos produtos podem sofrer industrialização após a importação incentivada, exigindo demonstração do grau de nacionalização adicionado.

 

Para comprovar o valor nacional adicionado e se enquadrar na alíquota de 4% na transação interestadual, foi instituído um formulário de controle e, o mais grave,  a exigência do CONFAZ de que as empresas demonstrem na nota fiscal (que vai para os clientes) o valor da parcela importada e o percentual de conteúdo de importação, abrindo informações comerciais sensíveis do ponto de vista dos negócios.

 

A ACSP e a FACESP discutiram o assunto, levando às autoridades fazendárias sua posição contrária à exigência de abertura de dados que representam segredo comercial, ao mesmo tempo em que muitas empresas recorreram ao Judiciário para não exporem esses dados.

 

Anuncia-se agora que o CONFAZ, em sua reunião de abril, vai alterar a exigência, estabelecendo que tais informações devam ser apresentadas apenas na FCI- Ficha de Conteúdo de Importação, que será enviada ao fisco.

 

Essa mudança, se efetivada, representará uma vitória do bom senso, eliminando um dos pontos controversos da implementação da Resolução 13/2012. Entretanto,  não resolve o problema das dificuldades de elaboração dos demonstrativos, representando mais um custo burocrático para as empresas.

 

No momento em  que o Congresso Nacional discute uma reformulação mais ampla do ICMS, é importante que os empresários fiquem atentos e que acompanhem as discussões sobre o tema, de maneira a evitar que somente  os interesses do fisco venham a ser  considerados na reforma, resultando em mais custos para os contribuintes.

 

 

 

 

Debate sobre Marxismo na Ringue Filosófico – Parte I

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Braz –> Para tornar mais grave a nossa indigência, floresce o “marxismo legal”, amparado nos umbrais das academias, a produzir subjetividades e especulações, quando não a cometer desatinos, imputando como sendo um socialismo real aquilo que nunca chegou a ser socialismo.

 

AA:  Marxismo é um pensamento a priori não acadêmico, mas sim dum movimento social, a saber: Socialismo & Comunismo.

 

Braz : Quando Marx o teorizou e chamou a atenção da universidades que a consideraram importante boa apenas teórica e não prática claro que existia antes o comunismo primitivo a dos cristãos  que Marx a considerava apenas ação humanistas e o socialismo comunitário proposto pela própria burguesia leis —- Quem quiser ler sobre  isto no livro de Michel lowi  “A teoria da revolução no jovem Marx”

AA: Quando Marx começou a teorizar mais minuciosamente quando ele estava na França (e com influência de Engels) trabalhando para uma revista do Partido Socialista depois disso expressou o caldo mais grosso de suas perspectivas de política econômica numa associação belga de trabalhadores. O processo todo se deu em suma fora dos centros acadêmicos. Marx além disso JAMAIS compreendeu a cristandade e pensamento judaico-cristão e direito romano e filosofia grega como alicerces de suas perspectivas. Pelo contrário esvaziava ela de sentido axiológico. O marxismo heterodoxo este sim é de formatado e originado em centros acadêmicos, ao contrário do “premier marxism” que foi feito dentro de estruturas de movimentos sociais visando fundamentar esses movimentos em sua época.

AA: Outra interpretação ao enunciado. (Para não dizerem que sou positivista ou olavista) O Braz Augusto Menezes tem razão quando menciona que o marxismo legal é uma causa indigência, ora pois, o jusmarxismo encabeça as seguintes propostas:

I – Divergência em relação ao determinismo histórico marxista e ênfase na importância da superestrutura (aspectos religiosos, culturais e ideológicos da sociedade) para a dominação burguesa no capitalismo, e não somente no papel da propriedade privada dos meios de produção e na relação de exploração que ocorre entre burguesia e proletariado na base ou estrutura, desfazendo, de certa forma, a tradição economicista do marxismo ortodoxo, embora reconhecendo que, em última instância, o componente econômico da sociedade é determinante, sem, contudo, negar a influência dos elementos ideológico e cultural, e reconhecendo a relevância destes últimos

 

Considerações:

 

1.1) A evolução teórica em relação à visão marxista do Estado e a revitalização do conceito de superestrutura:

 

Em três pontos principais, Gramsci representou uma evolução, e não uma ruptura, com o marxismo – leninismo tradicional e ortodoxo:

 

a) divergência em relação ao determinismo histórico marxista e ênfase na importância da superestrutura (aspectos religiosos, culturais e ideológicos da sociedade) para a dominação burguesa no capitalismo, e não somente no papel da propriedade privada dos meios de produção e na relação de exploração que ocorre entre burguesia e proletariado na base ou estrutura, desfazendo, de certa forma, a tradição economicista do marxismo ortodoxo1, embora reconhecendo que, em última instância, o componente econômico da sociedade é determinante, sem, contudo, negar a influência dos elementos ideológico e cultural, e reconhecendo a relevância destes últimos;

b) ampliação do conceito marxista de Estado;

 

c) consideração de que a sociedade civil está situada na superestrutura, e não na estrutura, conforme afirmava Marx.

 

Gramsci apresentou uma visão evolutiva em relação ao materialismo histórico de Marx e Engels. Segundo o referido materialismo histórico destes últimos, de acordo com Magalhães (2001:75),

 

“as instituições sociais, políticas e culturais, as ideologias predominantes e a própria consciência da coletividade são modeladas pelas relações econômicas e pelas condições materiais – ou, em termos marxistas, a superestrutura social é sustentada por uma base econômica. Marx e Engels identificaram uma série de estágios históricos correspondentes ao desenvolvimento progressivo da produção material, partindo do comunismo primitivo, prosseguindo pela escravidão e pelo feudalismo, até chegar ao capitalismo, o qual seria suplantado pelo socialismo e, por fim, pelo comunismo avançado”.

Segundo Taylor (in Marsh & Stoker, 1995:253): “Para Gramsci, a mudança histórica não pode ser entendida em termos de um desenvolvimento linear simples (Comunismo inevitavelmente supera o capitalismo), mas tem que ser julgada em toda a sua complexidade. Ela é aberta e contingente e existem dimensões políticas, ideológicas e culturais que são cruciais para o desenvolvimento da consciência. ‘Consciência’ aqui se refere a mais do que a experiência econômica da exploração; ela envolve um entendimento de como as pessoas estão sujeitas aos efeitos de visões ideológicas concorrentes em relação ao mundo”.

 

è  Conclui-se, então, que, para Gramsci, ao contrário do marxismo economicista tradicional, não é só o aspecto econômico que merece consideração, os componentes superestruturais, referentes à ‘consciência’ tais como a cultura, a religião, a ideologia, as diferentes visões de mundo (burguesa e proletária) também são importantes para explicar a dominação burguesa na sociedade capitalista. Os argumentos anteriormente apresentados são enfatizados por Taylor, que escreve que:

 

“a chave para entender a originalidade teórica de Gramsci reside no fato de que a propriedade privada dos meios de produção é uma base necessária, mas não suficiente, para a dominação capitalista (…). Se quisermos entender a complexidade de qualquer conjuntura particular, então é essencial, na opinião de Gramsci, examinar as dimensões política, cultural e ideológica da luta de classes. Então, enquanto ele estaria disposto a admitir que o curso básico da história humana é explicado pelo desenvolvimento das forças produtivas, ele também enfatiza que sua trajetória seria modelada de acordo com as circunstâncias particulares de cada país” (Gramsci, 1971, p.240)

 

(Taylor, in Marsh & Stoker, 1995:253).

 

Ainda sobre a importância atribuída por Gramsci à superestrutura, o autor antes mencionado afirma que o pensador italiano considera que “a luta pela consciência é tão importante quanto a luta pela propriedade dos meios de produção” (Ibidem:254). Por fim, em relação ao reconhecimento, por Gramsci, da preponderância do componente econômico no funcionamento da sociedade capitalista, o mesmo autor escreve que “Entretanto, apesar de Gramsci enfatizar intensamente a autonomia da superestrutura, ele reconhece que ela está intimamente ligada às relações de produção. Apesar da hegemonia ser ético-política, ‘ela também tem que ser econômica, tem necessariamente que ser baseada na função decisiva exercida pelo grupo líder no núcleo decisivo da atividade econômica’(Gramsci, 1971, p.160)” (Ibidem:254).

Em relação ao segundo ponto, referente à ampliação do conceito marxista de Estado, trata-se do aspecto de que “o Estado era muito mais do que o aparelho repressivo da burguesia; o Estado incluía a hegemonia burguesa na superestrutura” (Magalhães, 2001:101). Coutinho (1989:76 e 77) também se refere a este assunto, que denomina de “A teoria ampliada do Estado em Gramsci (conservação / superação da teoria marxista “clássica”)” .

 

De acordo com ele:

 

“o Estado em sentido amplo, com novas determinações, comporta duas esferas principais: a sociedade política (que Gramsci também chama de “Estado em sentido estrito”ou de “Estado coerção”), que é formada pelo conjunto de mecanismos através dos quais a classe dominante detém o monopólio legal da repressão e da violência, e que se identifica com os aparelhos de coerção sob controle das burocracias executiva e policial-militar; e a sociedade civil formada precisamente pelo conjunto das organizações responsáveis pela elaboração e/ou difusão das ideologias, compreendendo o sistema escolar, as Igrejas, os partidos políticos, os sindicatos, as organizações profissionais, a organização material da cultura (revistas, jornais, editoras, meios de comunicação de massa)etc” (Coutinho, 1989:76 e 77).

 

Ou seja, a inovação promovida por Gramsci em relação à ampliação do conceito marxista de Estado foi no sentido de que Marx concebia o Estado apenas como sociedade política, como braço repressor da burguesia sobre o operariado, e Gramsci passou a considerar o Estado como parte também da superestrutura responsável pela imposição e difusão da hegemonia burguesa, embora tenha reconhecido que o Estado capitalista é, também, braço repressor da burguesia sobre o operariado, sendo, porém, mais do que isso.

Com referência à questão da sociedade civil, Carnoy (1988:92) escreve que esta última, para Marx, é o “domínio das relações econômicas”. Segundo o mesmo autor a sociedade civil ” engloba o conjunto do intercâmbio material dos indivíduos, no interior de um estágio determinado de desenvolvimento das forças produtivas. Ela engloba toda atividade comercial e industrial de um dado estágio de desenvolvimento…” (Ibidem:92). Já Gramsci considerava que a sociedade civil era “o conjunto dos organismos vulgarmente denominados “privados””(Ibidem:93).

 

A diferença entre Marx e Gramsci, segundo Carnoy (1988:93) é que, “para Marx, a sociedade civil é estrutura (relações na produção). Para Gramsci, ao contrário, ela é superestrutura, que representa o fator ativo e positivo no desenvolvimento histórico; é o complexo das relações ideológicas e culturais , a vida espiritual e intelectual, e a expressão política dessas relações torna-se o centro da análise, e não a estrutura”.

 

Carnoy também identifica nesse ponto a principal contribuição de Gramsci para a renovação e evolução do marxismo:

 

“Foi em sua concepção de sociedade civil e sua elevação da hegemonia burguesa a um lugar de destaque na ciência política que Gramsci foi além de Marx, Engels, Lênin e Trotski. Ao fazê-lo, ele enfatizou de forma muito mais aguda que os teóricos precedentes o papel da superestrutura na perpetuação das classes e na prevenção do desenvolvimento da consciência de classe (…). Ele atribuiu ao Estado parte dessa função de promover um conceito (burguês) único da realidade e, conseqüentemente, emprestou ao Estado um papel mais extenso (ampliado) na perpetuação das classes” (Carnoy, 1988:90 e 91).

 

continua…

 

Leis de ameaça

 

JusticaPograma
É proibido proibir!
Desconfio daqueles deputados que em nome dos cidadãos inventam leis estranhas sob a justificativa de fazer o bem para a sociedade.
Existe muito parlamentar por aí querendo proibir o chope nas calçadas, o quentão nas quermesses, a cerveja nos camarotes de carnaval, o vinho nas festas de nossa senhora Querupita, a caipirinha nas praias e o champanhe comemorativo da Formula 1…
Estamos caminhando cada vez mais para uma sociedade purista e careta.
De vez em quando somos ameaçados por projetos leis destes nobres parlamentares que não acrescentam em nada na vida dos cidadãos. Qual seria a justificativa para tantas leis proibitivas? Será mesmo esta a alternativa, proibir?
O fato destes senhores de leis proibirem tanta coisa evidencia cada vez mais um fato, o pânico do debate público destes ofendidos que visam tomar conta do pensamento público, esmagando e passando por cima de tudo que não concordam. Ora, colocar em xeque a liberdade do cidadão baseados em leis proibitivas não adiantam nada, de uma forma ou outra, estes leis serão burlardas e as pessoas vão continuar fazendo seus atos, sejam proibidos ou não.
O problema disso tudo é o medo que estes puritanos têm da afirmação da vida para além do bem e do mal. Morrem de medo de Eros e tentam se esconder em um “asylum ignorantiae” inundado pelo pânico da hostilidade primitiva do mundo.
A realidade para estes senhores conservadores de leis é insuportável e a verdade apresentada nua e crua é uma ferida que os agride o âmago de seus seres. Quando tais medidas são propostas, basta verificar o horror contido no discurso, e olha que estamos escrevendo apenas alguns projetos, deixando de fora, por exemplo, a proibição do uso de estrangeirismos proposta por certo bigodudo gaúcho.
O espírito desta classe que nos “representa” não passa de puro ressentimento, por isso, estes puritanos da ordem temem qualquer abalo em seu mundo do bem. É neste sentido que leis são criadas, trazer benefícios para aqueles que compactuam com esta visão de mundo estreita e ameaçadora. Esta bancada que se define pela moral dos bons costumes e do bem, assumem ares de moral extremamente ameaçadores, por isso, escondem-se em miúdos projetos que nada dizem.
Nobres parlamentares, ao invés de preocupar-se com estes projetos inúteis, que tal elaborar uma lei que proíbe a corrupção?

O uso político da legislação

O uso recorrente da legislação é, sem qualquer dúvida, um dos artifícios mais utilizados na história para a manipulação popular utilizada pelos governos em toda história da humanidade.

Em regra os governos de matiz coletivista criam as normas mais adequadas a se manter no poder, não o que seja necessário para seus países, e, simultaneamente embute medidas de controle da população ou de neutralização de benefícios nas leis criadas, supostamente, para beneficiar seu povo. Não tem sido diferente nos últimos dez anos.

No início de dezembro do ano passado, o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, alardeou para toda imprensa que iria criar uma série de medidas para desonerar o setor de construção civil, dentre elas desonerar a folha de pagamento. Em decorrência disso, foi publicada a Medida Provisória nº 601 de 28 de dezembro de 2012, alterou a Lei nº 12.546/2011, que determinou a desoneração da folha de pagamento nos setores de construção civil e varejista.

A referida Medida Provisória determina que esses setores terão o desconto da contribuição previdenciária de 20% (INSS) substituído pelo desconto de 1% a 2% sobre o valor da receita bruta. Pois bem, qualquer pessoa que se detenha um pouco em uma planilha financeira irá perceber que tal dispositivo tem apenas objetivo político/eleitoreiro mesmo.

Vejamos então, hipoteticamente, uma empresa que possua mil empregados que recebam R$ 678,00 (seiscentos e setenta e oito reais) por mês, irá poder descontar os 20% de INSS de seus trabalhadores, portanto R$ 135,60 (cento e trinta reais com sessenta centavos) por trabalhador, sendo, no total R$ 135.600,00 (cento e trinta e cinco mil e seiscentos reais) ao mês.

Contudo, caso essa mesma empresa fature vinte milhões de reais ao mês, o desconto de 1% de sua receita bruta, como determina a lei, significa a tributação do valor mensal de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), ou seja, no presente exemplo a União passa a arrecadar R$ 64.400,00 (sessenta e quatro mil e quatrocentos reais) a mais do que anteriormente. Onde fica a renúncia fiscal tão alardeada então?

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Pura retórica, portanto, assim sendo, a referida lei serve apenas para discursar nos palanques e dizer que o governo está fazendo algo para gerar mais empregos. Fica claro a quem interessa a ignorância matemática da população.

A recente aprovação da nova legislação para empregadas domésticas segue o mesmo rumo. Preocupada em garantir votos para os parlamentares no próximo pleito, as casas do Congresso Nacional decidiram ampliar os direitos das trabalhadoras domésticas, óbvio, com o dinheiro do setor privado, como sempre.

Quantos votos serão computados nas urnas após a aprovação dessa emenda a Constituição? É fácil ser generoso com o dinheiro dos outros. Infelizmente, nossos políticos estão acostumados a isso.

O governo brasileiro disputou muito com a FIFA para conseguir garantir uma boa redução dos preços dos ingressos dos jogos da Copa das Confederações, a ocorrer esse ano no país, e, da Copa do Mundo em 2014. Enquanto não conseguiu que a organização cedesse à sua pressão em aumentar o número de ingressos disponíveis para preços populares o governo não tranquilizou.

Dessa forma, conseguiu criar na Lei Geral da Copa os ingressos populares, e, garantir que estudantes, idosos e beneficiários de programas de transferência de renda paguem metade desse valor. Além disso, garantiu a disponibilidade de 1% ingressos dos jogos para indígenas e pessoas com deficiência. Estamos revivendo a era do “Panis et Circensis”, apenas mudando a localização geográfica.

Ainda no tema Copa do Mundo, temos algo irônico, o único dos grandes estádios do país que não irá participar das competições, a “Arena” do Grêmio, e, que foi integralmente financiada com capital privado, foi o único a ser concluído nos prazos exigidos pela FIFA. Todos os estádios que irão participar de ambas as competições não estão concluídos pelos padrões da organização, ou ainda não foram testados, caso do Mineirão. O Mineirão só irá estar liberado pela FIFA após o amistoso da seleção no dia 24 de abril de 2013, portanto, até o momento, nenhum estádio pronto pelos padrões FIFA, esse é o fato.

 

Curiosamente, todos têm capital governamental em suas obras, contudo, destaque-se que, em muitos casos a demora foi decorrente de demoras em liberações ou exigências governamentais.

Poderia demonstrar de forma exaustiva um sem número de legislações populistas e eleitoreiras criadas nos últimos anos, no entanto esgotaria em muito o espaço aqui, mas creio que as três legislações citadas deixam evidente o objetivo das mesmas, em especial na Lei Geral da Copa, afinal esse evento coincidentemente ocorre em um ano eleitoral e é fundamental que o governo realize a mais ampla distribuição dos referidos ingressos.

 

Não por acaso foram incluídos os beneficiários dos programas de transferência de renda do governo, sempre é bom lembrar a generosidade do governo e de em quem votar nos próximos meses, ainda mais indo ao circo, perdão, ao futebol. Em ano eleitoral o governo deve cobrar a lealdade de seus súditos, a lição foi bem aprendida pelo partido no poder.

Ainda bem que não tem kit gay!

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  • HOMOFOBIA NA ESCOLA! LASTIMÁVEL !!!!!!!!!! ME DA NOJO ISSO !!!!!!!

    Aluno gay sofre agressões e leva 10 tapas em 3 minutos de outro colega. O aluno já havia pedido ao diretor para trocar de turma, mas o diretor nada fez!

    E AÍ DILMA !!!! CADÊ O MATERIAL ANTI-HOMOFOBIA NAS ESCOLAS QUE A SENHORA VETOU ?????

    O adolescente que foi agredido por um colega de classe e cujo ato violento foi gravado por outro colega, afirmou em entrevista, que foi vítima de homofobia. De acordo com ele, que estuda na Escola Estadual Gentil de Albuquerque Malta, em Mata Grande, o autor da agressão teria ficado furioso, depois que colegas propagaram que ambos manteriam uma relação homoafetiva.

    Assustado e afirmando estar cansado de lutar contra o preconceito, o adolescente de 14 anos diz que tem medo de sofrer novas agressões. “Saíram comentando que eu tinha saído com ele [o agressor]. Ele se sentiu humilhado e me agrediu. Por isso, estou com medo”, relatou, sem ter a sua imagem e identidade reveladas.

    Antes de sofrer a agressão, a vítima afirmou que teria procurado o diretor da unidade escolar, José Timóteo, solicitando mudar de turno, já que as agressões verbais teriam se iniciado na sala de aula. “Antes disso [da agressão] acontecer procurei o diretor e pedi para mudar de turno, mas ele disse que só no próximo semestre”, contou.

    Procurado, o diretor justificou sua negativa ao aluno, afirmando que a mudança de turno esvaziaria a turma e a tornaria inviável. Questionado sobre o fato de ninguém ter impedido a agressão, José Timóteo alegou que o incidente não teria ocorrido na presença de funcionários da escola.

    “Mas os alunos foram suspensos, depois que a agressão foi divulgada na Internet e chegou ao conhecimento do Conselho Tutelar, que nos procurou para adotar as medidas cabíveis”, disse ele. Ainda sobre o fato, um comunicado está afixado na porta de entrada da Escola Estadual Gentil de Albuquerque Malta, em Mata Grande.

    Segundo a conselheira tutelar do município, Roberta Alencar, a direção da escola teria sido negligente. “Primeiro porque não atendeu ao pedido da vítima, para mudar de turno, além de não ter interrompido a agressão, que foi gravada e parou na Internet”, frisou.

    Para coibir novos atos de violência, policiais realizaram uma vistoria no interior da Escola Estadual Gentil de Albuquerque Malta. Eles apreenderam estiletes e objetos perfuro-cortantes, segundo o diretor da unidade de ensino.

    A mãe do adolescente agredido, Damiana da Graça, não prestou denúncia contra o agressor do filho. “Quero apenas que tomem alguma providência para que isso não volte a acontecer. Fiquei muito desesperada quando soube da agressão”, disse.

    ALUNO SOFRE AGRESSÕES DE COLEGA EM ESCOLA POR HOMOFOBIA
    HOMOFOBIA NA ESCOLA! LASTIMÁVEL !!!!!!!!!! ME DA NOJO ISSO !!!!!!!

    Aluno gay sofre agressões e leva 10 tapas em 3 minutos de outro colega. O aluno já havia pedido ao diretor para trocar de turma, mas o diretor nada fez!
    E AÍ DILMA !!!! CADÊ O MATERIAL ANTI-HOMOFOBIA NAS ESCOLAS QUE A SENHORA VETOU ?????

    O adolescente que foi agredido por um colega de classe e cujo ato violento foi gravado por outro colega, afirmou em entrevista, que foi vítima de homofobia. De acordo com ele, que estuda na Escola Estadual Gentil de Albuquerque Malta, em Mata Grande, o autor da agressão teria ficado furioso, depois que colegas propagaram que ambos manteriam uma relação homoafetiva.

    Assustado e afirmando estar cansado de lutar contra o preconceito, o adolescente de 14 anos diz que tem medo de sofrer novas agressões. “Saíram comentando que eu tinha saído com ele [o agressor]. Ele se sentiu humilhado e me agrediu. Por isso, estou com medo”, relatou, sem ter a sua imagem e identidade reveladas.

    Antes de sofrer a agressão, a vítima afirmou que teria procurado o diretor da unidade escolar, José Timóteo, solicitando mudar de turno, já que as agressões verbais teriam se iniciado na sala de aula. “Antes disso [da agressão] acontecer procurei o diretor e pedi para mudar de turno, mas ele disse que só no próximo semestre”, contou.

    Procurado, o diretor justificou sua negativa ao aluno, afirmando que a mudança de turno esvaziaria a turma e a tornaria inviável. Questionado sobre o fato de ninguém ter impedido a agressão, José Timóteo alegou que o incidente não teria ocorrido na presença de funcionários da escola.

    “Mas os alunos foram suspensos, depois que a agressão foi divulgada na Internet e chegou ao conhecimento do Conselho Tutelar, que nos procurou para adotar as medidas cabíveis”, disse ele. Ainda sobre o fato, um comunicado está afixado na porta de entrada da Escola Estadual Gentil de Albuquerque Malta, em Mata Grande.

    Segundo a conselheira tutelar do município, Roberta Alencar, a direção da escola teria sido negligente. “Primeiro porque não atendeu ao pedido da vítima, para mudar de turno, além de não ter interrompido a agressão, que foi gravada e parou na Internet”, frisou.

    Para coibir novos atos de violência, policiais realizaram uma vistoria no interior da Escola Estadual Gentil de Albuquerque Malta. Eles apreenderam estiletes e objetos perfuro-cortantes, segundo o diretor da unidade de ensino.

    A mãe do adolescente agredido, Damiana da Graça, não prestou denúncia contra o agressor do filho. “Quero apenas que tomem alguma providência para que isso não volte a acontecer. Fiquei muito desesperada quando soube da agressão”, disse.

    Duração: 3:24

    Curtir ·  · Seguir (desfazer) publicação · 22 de março às 21:37
    • Alonso Prado Eu tenho que rir da sua cara João Cirilo. Em plena semana santa um carolão inveterado como você deveria estar num retiro em Itaici pensando nas falácias do novo Papa Jesuíta Argentino. Mas Não! Em absoluto. Está em trocentas comunidades com aquele crentanalha (mistura de crente com canalha) do Xavier BJ tecendo cometários falso moralistas sobre porte de armas, ou proclamando aos quatro ventos devido lugar da mulher na sociedade é na copa cozinha ou cama ou tanque e ainda fica discutindo sobre Hitler com um mineiro que mal sabe onde fica “Belorizonte”. Vai ser cidadão de bem pras tuas negas ou nego ora bolas!
    • Alonso Prado Aliás, esse misantropo do Miguel Costa – deve ser parente do Francisco Costa aquele protótipo de Gabeira mal amaconhado e comido no DCE nos idos tempos da ditadura…Reclama do dimdim que Dilma pagou em Roma pra ver o Papa e não do veto seja do kit gay ou royalties seu descarado duma figa…Acorde para a realidade ou arrume um emprego que te faça contribuir com a nação onde tem uma bicha a cada meio km quadrado soltando o rabo e pegando AIDS pra ferrar mais ainda com o SUS!

Aloprado Alonso defende Papa Francisco das calúnias marxistas

Annuntio vobis gaudium magnum;
habemus Papam:

Eminentissimum ac Reverendissimum Dominum,
Dominum Georgium Marium
Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalem Bergoglio
qui sibi nomen imposuit Franciscum

papanobusão

E digo mais: Ele nunca teve rabo preso com a ditadura nem com a dita mole!

 

Verdade seja dita! Sempre tem um ateu comuna cuspindo no prato que comeu e sendo ingrato com quem lhe estendeu a mão querendo decepar-lhe o braço a arrancar os miolos com unhas e dentes!

Nas últimas décadas, os marxistas infiltrados na Igreja divulgaram a ideia de que,fora da Teologia da Libertação, só existe católico carrancudo burguês, que caga e anda para o sofrimento dos pobres. A preocupação com as necessidades materiais dos marginalizados seria uma exclusividade dos partidários da Teologia da Libertação.

Por meio de filmes, discursos e livros, os “católicos vermelhos” conseguiram convencer a muitos de que, enquanto os católicos “conservadores” ficam dentro da Igreja só pregando e rezando, eles estão nas ruas agindo, ajudando os necessitados. Que lindo.

Dom Eugênio, por exemplo, era nordestino, mas bem que podia ser mineiro… Afinal eu não tenho culpa de comer quietinho…

dom_eugenio_sales_refugiados

Nos anos 70 e 80, a Arquidiocese do Rio abrigou mais de 5 mil refugiados das ditaduras da América do Sul – entre eles, muitos ateus, que chegaram inclusive a tramar um plano para sequestrar o seu benfeitor. Mas um deles, um chileno, se arrependeu e contou tudo para Dom Eugênio, que tratou de vazar de sua residência antes que os sequestradores chegassem.

O caso provavelmente jamais teria se tornado público, não fosse a iniciativa do jornalista Fritz Utzeri, do Jornal do Brasil, que no ano 2000 convenceu Dom Eugênio a lhe conceder uma entrevista revelando toda a história.

Dom Eugênio permaneceu calado por muitos anos, mesmo sabendo que corria pelo país a sua fama de “colaborador dos ditadores”. E a hostilidade a ele só crescia entre o pessoal de esquerda, especialmente pelo seu combate contra a linha marxista da Teologia da Libertação.

No seu tempo, as bestas-feras anti-católicas que assombram a PUC-Rio – com a anuência de certos jesuítas – andavam com o rabo entre as pernas. Não tinham a coragem de atacar a Igreja com a ousadia que fazem atualmente, sem que nenhuma autoridade eclesiástica lhes ponha freio. Hoje, tem até um padre que ministra aulas lá e mantém um site que defende as práticas homossexuais. E ninguém faz nada contra!

“O dominicano Frei Betto era outro que Dom Eugenio não gostava – e, se pudesse, impedia – que se manifestasse no Rio, assim como não nutria nenhuma simpatia pelas ideias dos irmãos Boff – Leonardo e Clodovis. Leonardo, quando ainda pertencia ao clero, foi proibido de falar aos seus irmãos franciscanos no convento. Dom Eugênio ameaçou expulsá-los do Rio caso dessem vez às pregações de Leonardo. Já Clodovis foi dispensado da PUC onde dava aula. Recorreu a Roma, ganhou o processo, mas jamais voltou a uma sala: recebia o ordenado de professor, mas continuou impedido de lecionar na universidade”

Fonte: Site do JB, 10/01/2012 (“Dom Eugenio Sales, um cardeal que se impôs e fez História”)

 

Tá me dando uma coceira… Eu tenho que zoar alguma coisa, senão vou ter uma crise de abstinência!

Ok, Dom Eugênio foi um grande servo de Deus. Mas que ele tinha um mau gosto danado pra arquitetura, ah isso tinha!

Vejam alguma foto da Catedral Metropolitana do Rio, construída durante a sua gestão. Parece mais um balde velho e encardido, virado pra baixo. Tá, tá… por dentro até que é bonita, especialmente durante o dia, quando a luz natural passa pelos vitrais. Mas tudo bem…

Para fechar, tudo que disseram sobre o atual Papa Francisco, Dom Georgium Marium torcedor do San Lorenzo de Almagro é uma farsa dessa mesma trupe de mentecaptos marxistas dos infernos!

É isso aí brodis!

francesco1

Hasta la vista bromadores!

A falência moral e intelectual do ensino superior brasileiro

Excesso de cargos nesse governo engessado, burocrático e coronelista-assistencialista: http://bandnewstv.band.uol.com.br/videos/?v=14321536

 

  • Diogo Oliveira vc sabe o que é coronelismo? HAUHAUH
  • Alonso Prado Não, nem faço a mínima ideia… Eu sou um zé mané do subúrbio que precisa do PROUNI e Bolsa Chulé pra comprar um Nike falsificado na Galeria Pajé e que faço a barba malacabadamente com prestobarba amarelo. Me diga tu ó sapientíssimo Diogo Oliveira from SC…
  • Diogo Oliveira hauhua é tão estupidamente inteligente que eu prefiro ignorar. ser gnt é mais difícil que ser economista… hauha
  • Alonso Prado Ué se tu dizes que eu não sei…Porque não explica então? Também não sabe? Somos duas antas aqui debatendo sobre o que um sabe e o outro não ou sobre o tema em pauta nesse tópico?
    Antes eu imaginava que apenas nos cursos de Direito e Filosofia no Brasil existiam imbecis e pé de chinelos em busca de diplomas facilitados pela péssima qualidade e falta de rigidez teórica e prática dessas graduações.
    Infelizmente constato que nos bancos acadêmicos de Economia a coisa vai de mal a pior também tendo em vista esse tipo obsoleto de aluno representado pelo famigerado Diogo Oliveira da UFSC que diz cursar Economia com ênfase em Matemática.
    Esse é o típico aluno castrado intelectualmente que Gustavo Franco diz ser capaz de acreditar em discos voadores e enxergar na dialética materialista. (Cartas a um jovem economista pp21,22)
    Economia é uma área assim como Direito e Filosofia que exige do aluno dedicação e postura compatíveis com esmero intelectual para ir além das bases já sedimentadas desses campos. Não é campo para moleques e degenerados por trotes de veteranos enquanto calouros e farristas de repúblicas, ou meros imorais sem ética alguma serem diplomados de forma alguma.
    Aliás, temos exemplos disso tais como: Ricardo Lewandowski, Paulo Ghiraldelli, Dias Toffoli e José Dirceu dentre tantos outros que perfazem uma legião de demônios com diploma.
    A contribuição intelectual e ética destes senhores é nula e aviltante muitas vezes para a sociedade em geral e servem como exemplos maléficos de conduta para os carreiristas semeados em campus universitários como se fossem plantações de maconha.
    Para piorar, hoje em dia existem adeptos do sertanejo universitário com diploma e excelentes músicos formados em conservatório sem emprego e salários condizentes com seus estudos.
    Tudo isso denota um quadro dantesco do cenário de ensino superior brasileiro. Ante a isso, fica aqui a nossa nota de pesar sobre estes fatos.
    Afinal de contas a educação seja de base ou superior nacional está insepulta com o cadáver a mostra para todos que queiram velar esse defunto.

Máfia do hidrômetro da Sabesp e Inmetro

Hidrômetro novo, mais gastos e mais problemas. É assim que o consumidor pensa quando o assunto é a troca do equipamento que mede o consumo de água de imóveis em São Paulo, que é o segundo item mais reclamado na Ouvidoria do Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) no período de janeiro a julho deste ano foram 158 reclamações sobre o medidor.

 

No total, a Ouvidoria atendeu a 6.211 solicitações entre denúncias, reclamações e pedidos de informações sobre produtos, serviços e instrumentos de medição.

 

“Depois que as concessionárias trocam os medidores antigos, já desgastados e viciados, por novos, o consumidor toma um susto quando chega a conta no mês seguinte, pois a aferição do consumo é muito mais precisa”, explica Luiz Henrique de Almeida Silva, ouvidor do Ipem-SP. “Assim, é natural pensarem que o equipamento está com algum tipo de defeito.”

 

Houve 36 reprovações nas análises dos hidrômetros. Segundo Silva, elas ocorreram porque estavam medindo o consumo “a favor do consumidor”, ou seja, menos do que o consumo real.

 

Quando isso acontece, a concessionária faz a troca do equipamento sem custo para o consumidor e sem cobrança retroativa. “Nenhum dos hidrômetros analisados estava medindo água de forma a prejudicar o consumidor”, afirma o ouvidor do Ipem.

 

De acordo com a Sabesp, o setor de atendimento ao consumidor da empresa praticamente não recebe queixas sobre hidrômetros. A concessionária informa, ainda, que todos os hidrômetros novos passam por rigorosos ensaios fiscalizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) quando saem das fábricas. Portando, segundo a empresa, é normal que, com o decorrer do tempo e com o uso, as partes internas do equipamento se desgastem e passem a marcar menos. É quando a troca é necessária.

 

Há dois tipos de substituição: corretivas, quando é constatado o mau funcionamento, quebra, vandalismo ou fraude no equipamento; e preventivas, que levam em conta o tempo de instalação do medidor e o volume de água registrado.

 

Outras reclamações:

 

O medidor de água só perde em reclamações para bombas de combustíveis, com 205 queixas. “As bombas de combustível ficam em primeiro lugar porque sempre que o cidadão fica sabendo de uma operação do Ipem, ele fica motivado a reclamar sobre postos de combustíveis. A maioria das denúncias tem se mostrado procedente”, explica Luiz Henrique Silva, do Ipem-SP.

 

 

O caso é que isso nada mais é que uma máfia da Sabesp com Inmetro para fazer o consumidor de água e redes de esgoto pagar mais por um bem natural que está se tornando artigo de luxo.

 

Ora bolas do meu saco, num país como o Brasil até isso é golpe? Cobrem tributos dos rios, represas e Cataratas do Iguaçu já que querem o povo passando sede e fedendo porque a conta de água vem nas alturas!

O populismo é uma teoria ou uma realidade?

venezuelacheves

 

O conceito de populismo sempre foi elástico e subjetivo. Contudo, em alguns momentos da história chegou a fazer sentido. No século passado, porém, não era usado apenas para caracterizar a forma de governar de políticos de esquerda como hoje. O caudilho, que por definição governa de forma populista, poderia ser partidário de qualquer ideologia.

Em resumo, caudilho seria um chefe político que governa acima dos partidos e que adota medidas populistas ou demagógicas que agradam aos governados independentemente de serem viáveis, o que, por essa teoria, no médio e no longo prazos terminariam por causar mais malefícios do que benefícios.

No Brasil, o “caudilho populista” mais famoso é Getúlio Vargas, ainda que outros políticos trabalhistas como Leonel Brizola tenham sido associados a essa pecha.

A história do populismo, no entanto, importa menos do que o uso contemporâneo desse conceito, tal como vem sendo empregado na América Latina e, mais precisamente, na América do Sul ao longo do século XXI, período em que líderes de esquerda ascenderam ao poder por toda a região e a revolucionaram econômica e socialmente.

O recém-falecido Hugo Chávez foi proclamado “caudilho” e “populista” por ter contrariado interesses econômicos dos Estados Unidos e de classe social na Venezuela – mesmo vendendo 40% da sua produção de petróleo para o Tio Sam, e mesmo tendo em vista que 95% das exportações venezuelanas correspondem a vender sua produção petrolífera – e com isto exportado um modelo de organização social e econômica para vários outros países da região, dos quais os governantes também foram rotulados como “populistas”.

O conceito contemporâneo de populismo, assim, tem servido para grupos de direita tentarem subverterem a imagem de governos que vem reduzindo a pobreza e distribuindo renda e que, por isso, tornaram-se extremamente populares. Ante a isso, para a direita latina o venezuelano Chávez foi populista, o brasileiro Lula é populista, o boliviano Evo Morales é populista, o equatoriano Rafael Correa é populista, e por aí vai…

A direita sempre tentou vender, sobretudo aos povos de “Terceiro Mundo”, a premissa de que para a vida de um povo melhorar ele precisa antes passar pelo inferno. Distribuir renda, reduzir a pobreza, gerar empregos suficientes para que a demanda por mão-de-obra aumente e, assim, os salários se valorizem, tudo isso seria negativo.

Acredite quem quiser.

Governante bom seria aquele que “planta” hoje para que o povo colha benefícios no futuro. E se essa premissa lhe soa familiar, não é à toa.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nunca foi chamado de populista porque seu governo dito “responsável” não trouxe benefícios imediatos – ou tardios. Por isso, você sempre lê ou escuta na mídia que FHC “plantou”.

FHC não é nem foi populista porque seu governo foi impopular – terminou seu segundo mandato com 85% de rejeição. E foi impopular porque ao fim de seus oito anos de governo a inflação, o desemprego e a dívida externa explodiram, o país não tinha crédito ou credibilidade no exterior, enfim, foi uma época em que a vida dos brasileiros piorou muito.

Eis por que todo reacionário, quando confrontado com a popularidade dos governantes latino-americanos mal chamados de “populistas”, vem com aquela história de que Hitler também era popular, como se impopularidade fosse sinônimo de qualidade de um governante.

Dia desses assisti ao filme A Dama de Ferro, com Meryl Streep no papel da ex-premiê britânica Margareth Tatcher. O que se nota é a verdadeira obsessão da direita pela impopularidade, que denotaria coragem de tomar medidas impopulares que, em tese, depois produziriam efeitos benfazejos – o que, como se sabe, nunca acontece.

Em resumo, é a velha história de primeiro fazer o bolo crescer para depois dividir. Contudo, como bem sabem os brasileiros, o bolo cresce, cresce e nunca é dividido coisa nenhuma.

Populismo, portanto, é um conceito que busca deturpar a popularidade de um político associando-a à demagogia, como se ser popular fosse indicativo de não ser bom governante quando é justamente o oposto, pois se quem governa é popular é porque seu governo está satisfazendo a população.

Por fim, uma péssima notícia para os devotos dessa teoria canhestra: após anos sendo governados por “populistas”, os povos da América Latina entenderam que não é preciso sofrer indefinidamente para que um dia – que nunca chega – atinjam o bem estar social.

O conceito populismo, hoje, só faz sentido para uns poucos reacionários endinheirados.