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A jararaca está viva!

A vitória de Jair Bolsonaro foi comemorada basicamente por pessoas histéricas alienadas que passaram a noite saudando não um político ou chefe de estado, mas sim um fantoche que não conseguiu elaborar um discurso coeso de próprio punho e teve que apelar para um segundo discurso redigido por generais com algum senso de realidade.

Foi uma operação abafa gafe logo de cara no bunker bolsonarista no condimínio de luxo do novo presidente.  Isso foi feito às pressas porque certamente a imprensa caiu de pau em cima do que foi dito na live pelo novo “presidento” eleito. Conselho útil: Fiquem de olho no vice, pois depois não adianta falar que houve golpe, mesmo que seja de um vice militar dessa vez…

 

Essas primeiras aparições do presidente do povo incauto discursando primeiro de forma atabalhoada numa live de rede social, depois lendo um texto lacônico feito pela assessoria, por fim para acabar num ato de oração puxado por Magno Malta, que no passado remoto também esteve  no palanque da vitória de Dilma Rousseff, tudo isso já nos dá a dimensão da encrenca que a minoria do povo nos meteu mais uma vez!

 

Sim minoria! Considerando os votos dados para Jair Bolsonaro contra os votos que foram para o poste lulupetralha, nulos, brancos e abstenções os 147 milhões de nativos eleitores a conta fecha da seguinte forma:

 

Total de eleitores: 147 milhões de eleitores

Votos para Bolsonaro 57,6 milhões = 39,1%

Haddad 46,7 milhões = 31,7%

Brancos 2,5 milhões =1,7%

Nulos 8,6 milhões =5,8%

Abstenções 31 milhões = 21% do eleitorado

88 milhões de brasileiros aptos a votar não quis saber do

Resultado 39% x 61% que não votou no presidento eleito

 

Ter que ir votar com colete a prova de balas, escoltado por policiais federais para evitar que tentem assassinar o capitão durão também diz muito para todos nós! Bolsonaro está notoriamente em estado de alerta temendo pela sua segurança, implorando em preces para não levar um tiro de algum facínora maluco de esquerda que esteja planejando matá-lo com armas de fogo que tanto defende… Estranha ironia do destino viver aterrorizado depois de inventar o gesto da arma com as mãos como forma de explorar o senso de violência do cidadão mediano.

 

Há muitas outras contradições sobre o último dia de eleição e vitória de Bolsonaro. Todavia, o mais importante é abordar como o PT saiu dessa situação de derrota pré-anunciada e achincalhe da maioria da população. Se 88 milhões não foram votar em ninguém ou muito menos em Bolsonaro, os 46,7 milhões que votaram no pau mandado de Lula representam a massa de manobra que irá continuar torrando o saco da maioria do povo antipetista e bolsonarista nos próximos episódios da saga basbaque do Lula Livre. Resumo da ópera: o PT ainda não foi definitivamente escorraçado do cenário político por muitas razões…

 

Ciro Gomes e Cid Gomes (Gomes Brothers) passarão, se puderem, a serem os novos cabeças responsáveis por aglutinar a esquerda em torno de uma nova liderança, porém Lula lá na cadeia não vai entregar os pontos facilmente, pois a imprensa genuflexa continua em polvorosa tratando o presidiário de Curitiba como liderança política mesmo estando atrás das grades. Irônico mais uma vez que seja assim, porque Bolsonaro vence, mas vence um preposto de presidiário que deixou até Ciro Gomes e Alckmin no chinelo. Sinais dos tempos de loucura e falta de raciocínio lógico na política brasileira, pois um apostou num conchavo com PSB e PT e foi chutado, o outro fez uma aliança com o centrão que virou piada. Mais terrível é ver o eleitor se submeter a tudo isso como porcos com fome pela lavagem, não importando quem seja a mão que alimente.

 

O day after da vitória bolsonarista envergonha quem ainda detém senso de realidade intacto pela massa de clichês baratos e mentiras programadas que despejam nas redes sociais via fakes news, pois  tudo isso ao nosso redor, nos cercando com o manto do obscurantismo fascista, mantém o Brasil refém da saga do presidiário, que mesmo estando longe dos palanques fisicamente ainda inspira milhões de seguidores a combaterem um presidente predestinado ao confronto contra uma esquerda marcada pela obediência canina que segue ordens de seu dono sem hesitar. Sim! Lula está livre de certa forma, pois nunca antes na história desse país um presidiário fez frente a um presidente.

“Se quiseram matar a jararaca, não fizeram direito, pois não bateram na cabeça, bateram no rabo, porque a jararaca está viva.”

 

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Depois do casamento “até cubanos” né dona Regina?

Quando Lula foi flagrado dizendo que Pelotas (RS) era terra de viado a direita canastrona veio em cima com sangue nos olhos e facas nos dentes taxando-o de preconceituoso homofóbico. Mas quando se trata de Jair Bolosnaro dizer abertamente que: “– Agora gostar de homossexual… Abala, ninguém gosta! Tá ok? Ninguém gosta, a gente suporta!” a direita acieta numa boa sem menor sinal de proselitismo.

A atriz Regina Duarte declarou que esse tipo de comportamento de Jair Bolsonaro se trata de “homofobia da boca pra fora, pois se trata de um senso de humor ultrapassado dos anos 50”, ou seja, coisa típica de habitués do século passado. Isso saiu da boca da atriz que fez Malu Mulher, seriado que retratou a emancipação da mulher no final da década de 70.

Em plena ditadura militar, com o país sob o comando de João Figueiredo, o seriado entrou na programação televisiva  quebrando tabus. Em uma sociedade acostumada à submissão feminina, a aparição de uma mulher como a socióloga Maria Lúcia Fonseca (Malu), em rede nacional, veio para mudar todo um modo de pensar dos brasileiros e, de bônus, marcar a história.

Com direção de Daniel Filho e 76 episódios exibidos, a série Malu Mulher foi protagonizada por Regina Duarte, em um papel que marcou a carreira dela. A trama acompanha o cotidiano de Malu, divorciada e com uma filha de 12 anos, em uma tentativa de retratar a realidade da mulher brasileira no fim da década de 1970 —  o primeiro episódio foi exibido em maio de 1979. A socióloga é uma mulher de atitude e questionadora, algo relativamente incomum para o período em que a série foi exibida pela primeira vez.

Naquela época, o divórcio se tornava um ato cada vez mais comum, e o conservadorismo que afirmava que as esposas deveriam permanecer com os maridos até a morte passava a ser enfrentado pela emancipação feminina. Então, as mulheres tinham que enfrentar o preconceito e lidar com as dificuldades de uma realidade com mais independência, como dividir o tempo entre a carreira e a criação dos filhos.

E esse não foi o único tema incomum para a época em que foi abordado por Malu Mulher. A série também retratou assuntos, como legalização do aborto, violência contra a mulher, pílula do dia seguinte e gravidez na adolescência, mostrando às mulheres que uma nova realidade era possível, sim, de ser alcançada.

Quem sabe para Regina dizer que mulher deva ficar em casa, lavando louça e cuidando dos filhos seja humor da década 60 ou 70, quiçá 50 , ou quem sabe, dizer que “mulher deve ganhar menos porque engravida, mas existem mulheres competentes” seja misoginia da boca pra fora…  Pior ainda, quem sabe seja ainda coisa do século passado, dizerem que mulher deva casar virgem e só dar a bunda para preservar a virgindade antes das núpcias né dona Regina? Quem sabe a viúva Porcina diria isso, pois Malu jamais diria…

A namoradinha do Brasil foi seduzida pelo preconceito bolsonarista… Lamentável!

https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,homofobia-de-bolsonaro-e-da-boca-para-fora-diz-regina-duarte,70002564696

 

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Teremos AI-5 reeditado por MP?

 

Não sobrou outra opção em tempos de fake news e propagação desenfreada de bolsofanatismo e lulopetismo histéricos nas redes sociais e whatsapp: Fui obrigado a ressuscitar o famigerado blog ALOPRADO ALONSO para driblar a censura dos bolsolavetes e foicebookianos degradados pelo neofascismo da polarização entre bolsozumbis e lulanáticos.

 

Hoje li o editorial do Estadão, desta quarta-feira 24/10 que dizia o óbvio ululante: “O PT dá novas mostras de que não deixará o mau caminho e que não tem nenhum inconveniente em tratar o povo como idiota. A conclusão é inequívoca: Fernando Haddad é apenas e tão somente o pixuleco de Lula”.

 

Em outro jornalão da “grandimídia” estupefada, a Folha de São Paulo, propagam e difundem considerações que existem ações orquestradas para coibir a imprensa. Como frisou o comentarista Carlos Andreazza: “Ante a crescente hostilidade bolsonarista para com a imprensa livre, não há razão para supor que apenas o lulopetismo tenha pretensões de controlar a mídia”. Pois bem, se o PT intenta regular a mídia à moda bolivariana, os bolsonaristas se tornaram repetidores da ladainha trumpista que tudo que lhes desagrada é fake news ao ponto de também desejarem clamorosamente fechar jornais, revistas e emissoras de TV. Não longe disso, pregam massacre de vermelhos, banimento de opositores políticos, ou seja, querem um estado de exceção mesmo dizendo-se amantes da democracia e liberdade de expressão.

 

 

Longe desse blog ser um pseudo Observatório da Imprensa, mas resta cadente que a imprensa brasileira passa por um momento decadente, tendo em quadros da jornais, revistas e emissoras de rádio-TV representes hostis e defensores das anomalias retóricas e ideológicas pertencentes ao espectro lulopetista e bolsonarista. A deputada Joice Hasselman (PSL) não nos deixa mentir, pois se elegeu às custas de propagação de sandices como a VEJA ter recebido R$600 milhões, e outras pérolas da idiossincrasia do antipetismo da madame, à exemplo de Janaína Paschoal, ora deputada estadual pela mesma sigla no estado de São Paulo, a qual se perdeu há muito tempo em contradições ideológicas e retórica histérica de militante bolsominion.

 

 

Na mídia temos visto declarações contra e a favor aos disparates do Bolsokid quando abre a boca para falar, ao menos em dois vídeos, em constranger ou fechar o STF. Temos visto bolso apoiadores do exército do capitão ex-baderneiro de quartel xingar abertamente Rosa Weber, presidente do STF e do TSE. Há quem ache tudo isso passível de ser ignorado por quê? O PT já fez coisas semelhantes e similares tempos atrás, sendo veemente condenado pelos antipetistas ora bolsolovers, mas agora, num ato de hipocrisia moral e intelectual fingem que se trata de outra coisa, quando se trata de posturas idênticas de autoritarismo e desrespeito às instituições republicanas. Pior ainda, fazem isso em nome da falsa virtude que defendem.

 

 

 

Em tempos onde Olavo de Carvalho se tornou guru intelectual dessa massa de apedeutas do bolsonarismo, até mesmo Paulo Ghiraldelli Jr, o coruja filosófico, tem acertado nas premissas e conclusões sobre esse cotidiano basbaque onde lulopetistas e bolsolovers se digladiam nas redes sociais e pelas ruas de cidades Brasil adentro. Outros tantos, por outros meios menos midiáticos por assim dizer, também tem retratado essa realidade assombrosa de brutal ignorância e depravação moral que subvertem valores e princípios em face de tudo aquilo que nos cerca nos últimos meses. Temos testemunhados perplexos que prospera e trota rapidamente elementos para que tudo isso venha descambar em mais um governo onde os políticos do centrão, herdeiros da velha política dominarão a cena política brasileira, tomando como refém qualquer sadia boa intenção de reorientação política.  Quem quer o Brasil acima de tudo, Deus e o caralho a quatro do Frota acima de todos não reconhece que está vivendo debaixo dos escombros do falso moralismo bolsomítico e lulopetista sem enxergar o que está mais acima de todos nós. Mas paciência, o passar do tempo irá esclarecer isso com uma crueza que fará muitos caírem em depressão coletiva.

 

Isso não é uma luta contra o fascismo imaginário como Guilherme Fiúza quer fazer crer em suas pitadas de bom senso, que às vezes caem em contradição. Pelo contrário.  Não temos escolha porque abdicamos de optar pelo que seria mais razoável em nome de uma saga que flerta com o fascismo e autoritarismo para resgatar ou reconstruir um país já lançando no precipício da idolatria por políticos demagogos e populistas de estimação. Considerando que havia um tal de João Amoedo na lista de candidatos para presidente, seria melhor ter votado nesse sujeito, que agora se torna mais uma vez apático diante de tudo, ao ponto de permitir que o partido NOVO, o qual fundou sob princípios de preservação da moralidade individual e liberalismo econômico se torne em linha auxiliar do PSL, tendo como puxadores dessa tendência o deputado olavete Marcel Van Hattem, o ex líder do Vem Pra Rua, Rogério Chequer, que foi um candidato ao governo do estado de São Paulo chinfrim e pífio, visto que desconhece com profundidade os graves problemas da administração pública paulista e os entraves políticos e econômicos dos municípios da locomotiva do Brasil.

 

Estamos em tempos de constante impasse, de prevaricação contra o bom senso mediano e moral mais elevada. Vivemos atolados com boletos prestações de eletrodomésticos e financiamentos de carros, herança cultural da era consumista de Pallocci e Guido Mantega que afundou com a velha classe média e fundou a classe média imaginária. Somos subtraídos por impostos, taxas e spreads bancários escorchantes, mas muitos ainda depositam fé e esperanças no Estado polvo que lança seus tentáculos sobre tudo e todos. Pagamos caro demais para ter direito a cidadania num país onde pobres são de todas as linhagens políticas, pois vendem o voto, ou servem como gado no pasto eleitoral de igrejas neopentescotais que lavam dinheiro, ou são reféns de ideologias do partido de gangsters carcomido pela corrupção avassaladora que a Lava Jato desmembrou nos últimos anos.

 

Vamos entrar numa nova fria, numa era de ultraconservadores hipócritas, de apoteose de códigos morais e políticos dos milicos sob o argumento que “naquele tempo que era bom”. Sendo desta forma, quem sabe seja momento oportuno para considerar investir em artefatos bélicos, produzindo canhões de fakes news para whatsapp com financiamento da Lei Rouanet ou qualquer outro subsídio que nos torne o Luciano Havan da vez, pois o novo Eike Batista explorador do subsolo pátrio ainda não deu as caras.

 

Esperemos que o DOI-CODI ou DOPS não sejam reinstalados, que a censura não retorne. Vamos manter a esperança de que tudo que virá a ser não seja mais uma repetição funesta do passado recente e distante com cinquenta tons de repressão e tortura.

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Brasil acima de tudo, Deus acima de todos, Cinco em cima do Dória!

Paulista é brega em política: elege ator pornô que defende a moral e bons costumes da família, filhinho de deputado metido a macho man que ameaça ex-namoradinha com mensagens estúpidas e agressivas, jorna desempregada cuja única vocação é tripudiar em cima das cagadas do PT, e para estadual elege uma reprovada no doutorado. Estado de calamidade pública deveria ser decretado em SP.

Político honesto que é dedicado a família, que combate a corrupção com unhas e dentes e privatiza até a mãe. Tudo isso é crendice do povo brasileiro pauperizado intelectualmente pela internet, que nos primórdios servia apenas para ver mulher pelada e sacanagem Dória style…

 

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Temer e Janot são comparsas para atingir o mesmo resultado: melar a Lava Jato!

Logo após a homologação das delações da Odebrecht pela presidente do STF (em 30/1/17), a operação Mela-Jato ganhou força inusitada. O governo Temer, com o nítido propósito de estancá-la, está “jogando de vez o seu xadrez” para melar o império da lei.

A guerra Operação Lava Jato vs Operação Mela-Jato acirra-se, consequentemente, a cada dia. Dentre as estratégias para se defender da LJ e, ao mesmo tempo, atacá-la, elenca-se a eleição de Edison Lobão para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Lobão (presidente CCJ à época) veio para avançar a operação Mela-Jato. Em 11/2/17, numa entrevista ao Estadão, o senador maranhense Edison Lobão (acusado inúmeras vezes de desvio do dinheiro público), como presidente da Comissão de Constituições e Justiça e seguindo a cartilha das estratégias de estancamento da LJ, disse:

(1) não ver nenhuma inconstitucionalidade na aprovação de uma lei de anistia ao caixa dois [essa lei, na verdade, seria uma autoanistia, que viola princípios elementares como moralidade, impessoalidade, probidade, responsabilidade republicana pelos atos públicos etc.; sua aprovação seria inconstitucional e, acima de tudo, uma imoralidade];

(2) que deve haver mudanças na legislação das colaborações premiadas para permiti-las apenas para suspeitos ou réus soltos [de todas as delações feitas até aqui – cerca de 148 -, menos de 15% foram celebradas por réus presos; mais: é fácil solucionar essa questão, só permitindo a delação de réu preso quando ele a solicita];

(3) que a LJ virou um inquérito universal (com participação dos EUA, Suíça etc.) que está criminalizando a vida pública e nos enviando para a tirania [eventuais excessos da LJ devem ser corrigidos pelos tribunais; se são poucas as reformas das suas decisões é porque, em regra, a LJ está dentro do Estado de Direito];

(4) que os financiamentos de campanha são declarados à Justiça Eleitoral [esquece o senador que pode haver doação eleitoral criminosamente dentro da lei: esse é o caso da doação de propinas, de dinheiro de corrupção];

(5) que não pode ser ilegal aquilo que é declarado à Justiça Eleitoral [ocorre que, frequentemente, como disse o corregedor-geral do TSE, a Justiça Eleitoral virou máquina de lavagem oficial de corrupção];

(6) que os delatados sofrem muitos constrangimentos [o remédio aqui é acelerar a investigação para logo se comprovar sua veracidade ou inverdade];

(7) que havendo pedido do relator (Requião) coloca-se em pauta o projeto que reforma a lei de abuso de autoridade [essa lei, muito desatualizada, precisa mesmo ser reestruturada, mas deve-se ter o cuidado de não discuti-la de forma apressada];

(8) que não tem nenhuma importância o fato de 10 (dos 13 senadores investigados ou processados na Casa) estarem na CCJ [isso é um escárnio à população, uma vergonha intolerável].

Um dos gravíssimos problemas da operação Mela-Jato posta em marcha pelo governo Temer é que os senadores encarregados de sabatinar indicados para ministro do STF ou para Procurador-Geral da República não contam com “reputação ilibada” nem notório “saber jurídico”. Esse é o caso, nomeadamente, do presidente da CCJ (Edison Lobão)

 

Isso logicamente inclui Janot como sendo uma peça essencial no quebra cabeças da Mela Jato ao ser reconduzido ao cargo numa sabatina feita sob protestos de Fernando Collor, por motivos pessoais, mas com aval da maioria dos senadores. Assim como a nomeação e aceitação de Luiz Edson Fachin foi fetia com aval destes mesmos senhores, apesar deles saberem da estreita ligação dele com o PT.

A premissa da operação Mela-Jato (foro privilegiado para um amigo, presidentes de poderes e de comissões muito relevantes investigados por corrupção, indicação de um auxiliar para ministro do STF etc.) parte precisamente do obscurecimento da ética e manipulação das peças do xadrez republicano de forma sub-repetiliana.

Justamente quem tem problemas com a Justiça é que foi para a CCJ. Dos 13 investigados ou processados na Casa, repita-se, 10 fazem parte dela. É grave a baixa estatura moral das pessoas escolhidas pelos eleitores para representá-los.

 

No tocante ao Poder Judiciário vejam o seguinte: Por que será que Janot nunca denunciou Dilma, apesar de tudo que foi delatado anteriomente? Por que será que Janot nunca denunciou Mercadante, pego em áudio obstruindo a justiça? De repente, Janot está super proativo fechando o cerco em cima de Temer. Está corretíssimo em denunciar Temer, mas tapar os olhos e ignorar a morosidade do PGR com petistas é ignorância.

Meses depois de toda chicana na CCJ sob batuta de Lobão também vimos estarrecidos Gilmar Mendes et caterva, no julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE fazerem o que? Afastaram de forma premeditada, sob encomenda do Palácio do Planalto, com uma maioria produzida no TSE sob indicações de Michel Temer, afastaram um a um os delitos de caixa 1 e 2 e até 3 como versava o voto de Herman Benjamin dizendo que tais delitos eleitorais comprovados com vasto conteúdo probatório arcabouçado na Lava Jato não poderiam integrar o conteúdo acusatório da demanda julgada pelo TSE.

Meus caros, a pizza está no forno há muito tempo, mas está sendo servida aos poucos…

Abram os olhos antes que seja tarde demais e tudo acabe num banquete onde os barões ladrões da república se refestelam impunes mais uma vez!

 

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TSE: o tribunal da “maioria sob medida”

A conduta deplorável e ensandecida de Gilmar Mendes e seus pares que votaram contra a cassação da chapa DiIma/Temer no julgamento do TSE demonstra e prova cabalmente duma vez por todas que os tribunais superiores são contaminados por corrupção da toga aliada a políticos escusos.
 
Apesar dos pesares, o julgamento é histórico, sendo o grande personagem dessa tragicomédia jurídico eleitoral o corregedor geral do TSE, Herman Benjamin, que construiu um voto articulado e pautado em provas obtidas nas delações da Lava Jato e precedentes do tribunal, porém processualmente ele deixou um vasto campo aberto para seus adversários avançarem na única tese juridicamente possível de ser aceita como refutação técnica válida para se contrapor aos votos vencidos.
 
A tese de restringir o mérito do julgamento aos elementos e pedidos na petição inicial é manjada e útil para advogados de defesa incumbidos de defender clientes encrencados em causas onde provas obtidas a posteriori os colocam numa saia justa processual.
 
Temer e Dilma entram para história como réus por terem sido eleitos com dinheiro de corrupção e a eleição de 2014 será sempre lembrada como a eleição mais fraudulenta e suja da história duma democracia bananeira. Gilmar Mendes e sua gangue de toga entram para o rol dos juízes comprados definitivamente.
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A greve do grelo duro!

 

 

A senadora pelega Gleisi Hoffmann (PT-PR) convocou as mulheres para um dia de greve geral, nesta quarta-feira, 8 de março, pelo Dia Internacional da Mulher. Em discurso no plenário, Gleisi Hoffmann pediu que as senadoras e servidoras se reúnam em frente ao Congresso Nacional em uma manifestação contra os retrocessos aos direitos das mulheres. Até aí tudo bem…

Mas Gleisi para dar um toque pitoresco a sua fala resolveu dizer que as mulheres tinham que fazer greve geral dos trabalhos domésticos, bloquear estradas e também ficar sem fazer sexo nesse dia. Se esse apelo for seguido à risca, a categoria das prostitutas terá nesse mês um dia de greve geral em obediência ao chamado grevista da senadora. Como não existe nenhuma CUP (Central Única das Prostitutas) o risco do brasileiro ficar sem sexo nesse dia é zero.

 

As mulheres coxinhas e anti-feminismo esquerdista certamente só para contrariar a tresloucada senadora petista se sentirão motivadas a praticar a conjunção carnal com seus parceiros sexuais no dia de hoje. Ou seja, haverá muita gente fazendo sexo nesse Dia Internacional da Mulher fazendo chacota do pedido de greve geral de sexo feito pela senadora, a qual pelo jeito já anda praticando o celibato forçado. Ou será que o bilau do ladrão de aposentados, marido da senadora, ainda levanta depois das denúncias de corrupção?

 

A julgar pela fala sistematicamente enfezada e petulante da senadora Gleisi nos últimos meses, ao ponto de ser líder da bancada da chupeta, não é de se duvidar que vida amorosa e sexual da senadora ande estagnada ou em crise libidinosa.

A dita cuja não perece ser uma habitual militante petista do grelo duro graças a uma série de cirurgias plásticas, as quais segundo Augusto Nunes não mudam o caráter da pessoa, mas dão um toque menos grotesco a cara de pau de certos políticos.

 

Mesmo assim o marido Paulo Bernardo parece não querer agasalhar o croquete na pepeca da senadora, que por sua vez anda notoriamente pálida e carente ao expor que é necessário fazer uma greve de sexo para lutar contra as afrontas ao direito das mulheres. Ou será, o inverso, ele quis traçar a patroa e ela não está querendo dar para o marido por viver envolta numa vida cafona de militante petista regada a muitos antidepressivos que retiram a libido?

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Seja como for Gleisi convocou a greve do grelo duro e isso já entrou para os anais do Senado Federal!

 

 

Aécio não é Tancredo, mas você irá querer ele no poder!

Caso você não saiba você já é um eleitor de Aécio Neves em potencial! Isso mesmo! Em 2018 Aécio será eleito presidente caso não se tomem medidas prévias de combate a mídia tendenciosa. As últimas falas do presidente do PSDB na imprensa ou em jantares com jornalistas aniversariantes já tornou evidente que há uma conspiração midiática em favor da leniência em benefício do PSDB.

 

Desde as colunas pútridas de Reinaldo Azevedo até as notinhas do Antagonista de Diogo Mainardi, passando pelos telejornais da Globonews, já começou imperar na mídia o método que cria eufemismos para tratar com condescendência toda e qualquer situação que envolva o pré-candidato presidencial Aécio Neves em escândalos.

 

 

Os jornalões chantagistas de manchetes pirotécnicas expõem atuação institucional da imprensa como uma máquina de retalhos da informação em favor da desinformação eleitoreira partidária. Colunas e textões que defendem a honra e legado político seja de Lula, Aécio Neves; e até do oligofrênico Bolsonaro poluem as redes sociais e blogs criando um clima generalizado de desinformação e idolatria aos políticos de estimação.

 

 

As rádios, da estirpe de Jovem Pan, também trabalham nesse sentido. Ao colocarem em programas da laia do The Morning Show e Pingos nos is, sujeitos chegados a pacandaria verborrágica politiqueira ao estilo Claudio Tognolli e Reinaldo Azevedo no ar, tudo isso favorece a fanfarronice do marketing político enganador no futuro próximo e afunda o debate de teses sérias ao nível do achismo puro e simples por parte da opinião pública fiel ao escracho midiático.

 

 

Tudo isso é prato cheio para marketeiros políticos tucanos garimparem material e idéias de sobra para desconstruírem pré-candidatos já combalidos como Jair Bolsonaro ou qualquer outro aventureiro que se meta a besta na disputa eleitoral em 2018. A seringueira petulante da Marina Silva, sabiamente tem mantido certa distância das polêmicas na imprensa, pois sabe que tudo que ela disser será usado e reciclado contra ela na próxima eleição como remake da eleição de 2014. Ela anda de fininho cumprindo uma religiosa agenda anti-governo Temer, à exemplo de outros supostos candidatos como é o caso do senador Ronaldo Caiado, que vem se alinhando com o lobby do agronegócio, com os movimentos de rua e tantas outras entidades na tentativa de alavancar seu nome para a disputa eleitoral de 2018.

 

 

 

 

 

Não obstante a isso, há sem dúvida um avanço no debate acerca de questões políticas e sociais que ainda é tímido em qualidade, mas que leva em conta a quantidade em relação ao direito à liberdade de opinião e expressão. Esse direito que inclui a liberdade de defender opiniões sem interferências e de buscar, receber e difundir informações e ideias por qualquer meio de comunicação.

 

 

As redes sociais por não serem indiferentes ou sempre reagirem a qualquer polêmica política ou declarações inoportunas de políticos – como foi o caso da “suruba seletiva” de Romero Jucá – tornaram a liberdade de expressão, e facilidade de expressar opiniões por algum meio de comunicação acessíveis aos estudos de marketeiros eleitorais, sociólogos e cientistas políticos, os quais usarão uma média dessas manifestações populares para direcionar o discurso de seus candidatos a uma espécie de “senso comum aceitável pela maioria” no contexto eleitoral.

 

Em breve veremos justamente Aécio Neves falando para uma classe média descontente com a crise econômica as mesmas falácias eleitorais dignas de Trump sobre retomada do emprego dos mais encrencados com a crise, diminuição de tributos para favorecer os empreendedores e valorização do sentimento de que uma nação só pode avançar se houver quem tenha força política para bater de frente contra um sistema pervertido que assola milhões de pessoas cotidianamente.

 

 

Aécio irá vestir a fantasia de mocinho contra os vilões da república com ajuda de um batalhão de colunistas tendenciosos na imprensa de aluguel. Peças de propaganda e convencimento com frases de efeito anti-Lula à moda Dória criarão um clima de que o PSDB não é a melhor opção logicamente, mas sim a opção menos ruim para o avanço político de um candidato que traz consigo a história do avô que lutou contra uma série de desmandos no passado.

 

 

 

Os meios de comunicação e militância dos mortadelas, que repelem todos os termos desclassificados ou inclassificáveis da retórica coxinha, naturalmente terão muito trabalho para combater a “escalada conservadora” ou a temida “agenda da Lava Jato contra a candidatura de Lula”.  Em consequência disso, a liberdade de expressão ultrapassará a função deste ou daquele termo ou locução de opiniões, e será transformada em massa de propaganda eleitoral disseminadas nas redes sociais por cidadãos comuns que brigam nas trincheiras da troca de insultos e fatos controversos sobre seus políticos de estimação.

 

Esse país só irá mudar minimamente de rumo se os coxinhas e mortadelas se absterem de votar por aos menos meia dúzia de eleições. Eles podem até debater nas redes sociais o quanto quiserem, mas está evidente que quem coloca corruptos e demagogos de ego inflado no poder é esse eleitorado abestalhado que critica e continua elegendo essas figurinhas deletérias da república. Esse complexo retardado de ter político de estimação, de votar no menos pior, de se deixar levar por discursinhos megalomaníacos de tolerância zero e gestão eficiente do “político não tradicional” é um câncer! Como diria o porta voz histérico da mídia tucana: #prontofalei

 

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Eleições 2018: Corruptos x Demagogos

A modinha da “Olavo tem razão” disseminada por gente tapada e emburrecida é feita negando a realidade. Esse tipo de pessoa é tão fanático quanto qualquer comunista marxista castiço por falta de leitura e uso decente do raciocínio lógico. Esse tipo de convicção subserviente a figura de um pseudo-intelectual ou determinado político criou uma cadeia de pessoas idiotizadas por esses charlatões da imprensa e militância de grupos como MBL da mesma foma que o PT conseguiu se infiltrar nas universidades e usar movimentos sociais em favor do fanatismo lulopetista. Hoje isso se atesta ao vermos apoio irrestrito e histérico aos políticos da laia do Dória e Bolsonaro.
 
Ultimamente tenho visto, a empolgação inclusive, liberais e pasmem, até libertários dando apoio a candidatura de Jair Bolsonaro a presidência da republica em 2018. De maneira cega, indivíduos vem sendo facilmente seduzidos por fotos do Bolsonaro tiradas com livros de autores liberais clássicos nas mãos do seu ídolo. Essa é a mesma lógica que leva muitos a crerem que se Dória comeu um pastel da feira sem fazer careta é porque ele ama os pobres. Nada mais risível que crer nisso piamente.
 
A retórica empobrecida de conceitos bem alinhavados e muita das vezes circenses faz com que Bolsonaro trate soluções econômicas do território em que vivemos de maneira profunda como um pires e isto de fato chega a assustar, pois liberais e libertários são famosos por dominar com tamanha maestria a teoria econômica e explicam como poucos o quão ineficiente é o estado planejando de maneira central a alocação de recursos, porém por algum motivo irracional resolveram fazer aliança com político milico conservador que até pouco tempo atrás tinha ideias nacionalistas ultra protecionistas irredutíveis.
 
Mudar de discurso e dizer aceitar conceitos liberais ao ponto de se tornar um político mais palatável economicamente é uma farsa já conhecida na cena eleitoral brasileira. Duda Mendonça colou em Lula esse adesivo do “economicamente viável” e fez banqueiros e empresários aceitarem ele na campanha eleitoral de 2002. Isso fez que até eleitores da classe média, que enxergavam Lula como um sindicalista selvagem comunista e ignorante iletrado ganhasse votos devido essa repentina mudança de formato, mas não de conteúdo. O mesmo estão fazendo agota com Bolsonaro. Quiçá até com Dória, que se fosse profundamente liberal não teria se filiado a um partido social-democrata fabiano.
Esses sujeitos querem fama e poder. Como existe um bando de pessoas manipuláveis em todas as camadas sociais, até mesmo as mais instruídas da sociedade, as quais se julgam acima de qualquer espécie de doutrinação ou afetação midiática por terem um diploma ou uma vasta aversão a corrupção, esses são os primeiros a serem iludidos por confiarem cegamente em seus dotes morais e convicções políticas.
Os bolsonaristas mais ferozes e inconsequentes são estupidamente por tabela trumpistas e apoiadores de Marine Le Pen, sem saber que Le Pen não fará nada para mudar a lei de aborto francesa que vigora desde 1975 no país. Além do mais,  Le Pen para obter votos úteis nas urnas não se coloca contra o casamento gay. Essas duas agendas caras para os moralistas conservadores fãs de Bolsonaro não estão na ordem do dia de Marine Le Pen. Mesmo assim os famigerados bolsominions apoiam Marine Le Pen, achando que ela seja a versão do Trump de saias na Europa, e por consequência uma direitista estilo Bolsonaro à moda escargot.
Vamos ver como os bolsomicos lidam com isso: Marine Le Pen defende a legislação de aborto,  também é pró-casamento gay, mas usa a bandeira anti-imigração para se firmar como garota propaganda da direita que defende valores da família e moral cristã? Nada disso, ela desonesta intelectual como seu eleitorado. O único candidato conservador de fato é François Fillon e não Le Pen. Mas como os adoradores do Bolsomico não sabem ler em francês muito menos em inglês eles ficam idolatrando Marine Le Pen e Trump negando muitas coisas reais como se fossem “fake news”. Mas aqui está o resumo de tudo isso em bom vernáculo pátrio.
Quando FBI manda Trump baixar a bola depois de acusar Obama falsamente por tê-lo grampeado, ou quando a justiça americana derruba as ordens executivas contra imigração e entrada de muçulmanos no EUA os bolsominions brasucas se enfurecem como se aquilo fosse uma afronta pessoal aos mesmos. Isso demonstra o grau de imaturidade intelectual e leviandade moral dos mesmos.
Trump parece ser uma cópia de Bush, mas os brasileiros se esquecem de muita coisa por terem memória curta demais. Lembram de quando o Bush aumentou o orçamento das forças armadas para invadir o Iraque e Afeganistão? Lembram que uma das metas dele era também tornar a imigração mais rígida? Lembram que Bush quis mexer no seguro social e sistema de saúde também? Lembram que Bush quis fazer uma economia voltada ao mercado interno com investimento em infraestrutura só criou recessão e uma série de bolhas especulativas no mercado imobiliário? Será que Trump está copiando ele? Eu acho que sim!
Trump à exemplo de Bolsonaro, são dois sujeitos desagradáveis e egocêntricos narcisistas. Trump finge que fala para o trabalhador assalariado do EUA, mas no fundo fala em nome do capital especulativo de Wall Street. Quando Wall Street se contenta com o presidente que atende seus interesses é porque o trabalhador está prestes a pagar a conta. Logo essa conta irá chegar e daí veremos Trump repetir os fiascos de Bush no setor econômico com o mesmo requinte de impopularidade depois de altos índices de confiança e popularidade.
Ao menos no Brasil, Bolsonaro não convence nenhum banqueiro ou grandes grupos investidores, portanto, a retórica dita liberal do mesmo é nula totalmente. Quem não rasga dinheiro sabe que Bolsonaro é uma nulidade em matéria econômica e um mero esbravejador de tolerância zero quanto a tudo que está errado no país da maracutaia.
Bolsonaro segue a cartilha do Afanásio Jazadji ao bater regalias aos bandidos, falta de pulso no combate ao crime, assim como segue a mesma linha de Luiz Carlos Alborgheti se dizendo a favor dos valores da família, sendo anti-maconheiros, anti-PT e mais uma vez contra o crime organizado. Esses políticos sobrevivem de pirotecnia na mídia e pouco fizeram em suas atuações como parlamentares para mudar o panorama crítico da criminalidade e afronta aos cidadãos de bem.
Está no hora do eleitor repensar em como tornar seu voto uma arma útil nas urnas contra o sistema, que de um lado tem corruptos rabos presos e do outro demagogos exaltados que não tem a menor ideia do que seja administrar um país assim como foi o caso de Dilma.

Os petistas estão em plena pré-campanha aberta pela candidatura de Lula, porque acham que assim a Justiça ficará intimidada de prendê-lo. A senadora narizinho é a mais empolgada na campanha de Lula 2018. Faz mesmo todo sentido: uma bi-ré liderando a candidatura de um penta-réu para desviar o foco. Entraram nessa peça de propaganda os “intelectuais da esquerda” que são nada mais que as viúvas da Lei Rouanet.

Quando os figurões da Odebrecht começarem a entregar não apenas todas as falcatruas eleitorais do PT, mas também as do PMDB e PSDB, como já estão fazendo, é que começaremos a ver a classe política e imprensa vendida falar ainda mais de 2018 com o discurso que políticos estão sendo caluniados e difamados em ações judiciais descabidas. Irão bater na tecla que “precisamos fazer uma transição para um novo governo que tenha meios de tirar o país da crise”. Logicamente irão tentar afundar a Lava Jato de alguma forma também.

Reinaldo Azevedo já começou a fazer isso, pois afoito como está em ser o Franklin Martins tucano, ele já se desespera com a possibilidade de Alckmin ancorado na popularidade histérica do Dória conseguir algo no PSDB desbancando o idolatrado Aécio, o qual já está sendo alvo de depoimentos dos delatores da Odebrecht. Rodrigo Constantino já se tornou o adestrador pseudo-liberal do Bolsonaro e Marina Silva conta com almofadinhas da imprensa descontentes com o PT. A imprensa irá mentir e acobertar seus patrões como faz em todo ano eleitoral. Essa folia já começou na Folha de São Paulo, Jovem Pan e Veja antecipadamente.

No final, todos os partidos e caciques irão se unir e tentar voltar ao status quo antes da era Lula, onde aquele malufismo genérico imperava e tinha todos os meios de operar em paz com a vista grossa da imprensa servil.

2018 será um calvário!
bolsonaro

Eike no xadrez!

Eike Maravilha Batista é café pequeno ante a dimensão dos outros proxenetas da república que se locupletaram nesses anos. A fortuna que ele tinha deve ser apenas 10% do que o núcleo duro do PT tem em caixa em dois que perfazia num cálculo rápido a soma de 38 bilhões.

Eike não saiu à francesa do país, ele empreendeu fuga, isso é fato que ainda será evidenciado ao meu ver pelas autoridades competentes. No entanto, Eike mudou de rota no meio dos eventos por ter supostamente recebido farta orientação advocatícia para voltar, delatar todos seus detratores e comparsas beneficiando-se com redução da pena.

Depois disso ele se torna numa espécie de Roberto Jefferson e cairá no esquecimento ou entrará para o rol dos malvados favoritos de muita gente.

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