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Aécio não é Tancredo, mas você irá querer ele no poder!

Caso você não saiba você já é um eleitor de Aécio Neves em potencial! Isso mesmo! Em 2018 Aécio será eleito presidente caso não se tomem medidas prévias de combate a mídia tendenciosa. As últimas falas do presidente do PSDB na imprensa ou em jantares com jornalistas aniversariantes já tornou evidente que há uma conspiração midiática em favor da leniência em benefício do PSDB.

 

Desde as colunas pútridas de Reinaldo Azevedo até as notinhas do Antagonista de Diogo Mainardi, passando pelos telejornais da Globonews, já começou imperar na mídia o método que cria eufemismos para tratar com condescendência toda e qualquer situação que envolva o pré-candidato presidencial Aécio Neves em escândalos.

 

 

Os jornalões chantagistas de manchetes pirotécnicas expõem atuação institucional da imprensa como uma máquina de retalhos da informação em favor da desinformação eleitoreira partidária. Colunas e textões que defendem a honra e legado político seja de Lula, Aécio Neves; e até do oligofrênico Bolsonaro poluem as redes sociais e blogs criando um clima generalizado de desinformação e idolatria aos políticos de estimação.

 

 

As rádios, da estirpe de Jovem Pan, também trabalham nesse sentido. Ao colocarem em programas da laia do The Morning Show e Pingos nos is, sujeitos chegados a pacandaria verborrágica politiqueira ao estilo Claudio Tognolli e Reinaldo Azevedo no ar, tudo isso favorece a fanfarronice do marketing político enganador no futuro próximo e afunda o debate de teses sérias ao nível do achismo puro e simples por parte da opinião pública fiel ao escracho midiático.

 

 

Tudo isso é prato cheio para marketeiros políticos tucanos garimparem material e idéias de sobra para desconstruírem pré-candidatos já combalidos como Jair Bolsonaro ou qualquer outro aventureiro que se meta a besta na disputa eleitoral em 2018. A seringueira petulante da Marina Silva, sabiamente tem mantido certa distância das polêmicas na imprensa, pois sabe que tudo que ela disser será usado e reciclado contra ela na próxima eleição como remake da eleição de 2014. Ela anda de fininho cumprindo uma religiosa agenda anti-governo Temer, à exemplo de outros supostos candidatos como é o caso do senador Ronaldo Caiado, que vem se alinhando com o lobby do agronegócio, com os movimentos de rua e tantas outras entidades na tentativa de alavancar seu nome para a disputa eleitoral de 2018.

 

 

 

 

 

Não obstante a isso, há sem dúvida um avanço no debate acerca de questões políticas e sociais que ainda é tímido em qualidade, mas que leva em conta a quantidade em relação ao direito à liberdade de opinião e expressão. Esse direito que inclui a liberdade de defender opiniões sem interferências e de buscar, receber e difundir informações e ideias por qualquer meio de comunicação.

 

 

As redes sociais por não serem indiferentes ou sempre reagirem a qualquer polêmica política ou declarações inoportunas de políticos – como foi o caso da “suruba seletiva” de Romero Jucá – tornaram a liberdade de expressão, e facilidade de expressar opiniões por algum meio de comunicação acessíveis aos estudos de marketeiros eleitorais, sociólogos e cientistas políticos, os quais usarão uma média dessas manifestações populares para direcionar o discurso de seus candidatos a uma espécie de “senso comum aceitável pela maioria” no contexto eleitoral.

 

Em breve veremos justamente Aécio Neves falando para uma classe média descontente com a crise econômica as mesmas falácias eleitorais dignas de Trump sobre retomada do emprego dos mais encrencados com a crise, diminuição de tributos para favorecer os empreendedores e valorização do sentimento de que uma nação só pode avançar se houver quem tenha força política para bater de frente contra um sistema pervertido que assola milhões de pessoas cotidianamente.

 

 

Aécio irá vestir a fantasia de mocinho contra os vilões da república com ajuda de um batalhão de colunistas tendenciosos na imprensa de aluguel. Peças de propaganda e convencimento com frases de efeito anti-Lula à moda Dória criarão um clima de que o PSDB não é a melhor opção logicamente, mas sim a opção menos ruim para o avanço político de um candidato que traz consigo a história do avô que lutou contra uma série de desmandos no passado.

 

 

 

Os meios de comunicação e militância dos mortadelas, que repelem todos os termos desclassificados ou inclassificáveis da retórica coxinha, naturalmente terão muito trabalho para combater a “escalada conservadora” ou a temida “agenda da Lava Jato contra a candidatura de Lula”.  Em consequência disso, a liberdade de expressão ultrapassará a função deste ou daquele termo ou locução de opiniões, e será transformada em massa de propaganda eleitoral disseminadas nas redes sociais por cidadãos comuns que brigam nas trincheiras da troca de insultos e fatos controversos sobre seus políticos de estimação.

 

Esse país só irá mudar minimamente de rumo se os coxinhas e mortadelas se absterem de votar por aos menos meia dúzia de eleições. Eles podem até debater nas redes sociais o quanto quiserem, mas está evidente que quem coloca corruptos e demagogos de ego inflado no poder é esse eleitorado abestalhado que critica e continua elegendo essas figurinhas deletérias da república. Esse complexo retardado de ter político de estimação, de votar no menos pior, de se deixar levar por discursinhos megalomaníacos de tolerância zero e gestão eficiente do “político não tradicional” é um câncer! Como diria o porta voz histérico da mídia tucana: #prontofalei

 

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