Arquivo mensal: novembro 2014

O eterno calouro da Universidade Estadual de Maringá

Salvo engano o sujeito disse ser o melhor aluno do curso de Direito da Universidade Estadual de Maringá, famosa “Uningá”. Essa é a instituição que o famigerado pseudo-doutor-estagiário Eder R.Oliveira cursa com entusiasmo e aplicação posando tremendão mega advogado que faria inveja ao Harvey Birdman. Fora dos corredores da Uningá Eder posa de Malcom X nas redes-socias como profundo jurista, doutrinador e especialista em direitos autorais e profundo reformador da teoria tridimensional do direito, e faz isso deixando de lado os livros e aulas, pois ao invés de estudar para as provas prefere colar. Afinal de contas, Eder como todo bom marmanjão criado pela vó passa o seu tempo ocioso ou jogando Cartola FC ou difamando qualquer sujeito que não diga amém para suas sandices de pseudo-intelectual supostamente letrado que diz ler clássicos da literatura, mas nunca leu sequer o Sítio do Pica Pau Amarelo.

Sinceramente são alunos dessa estirpe que denigrem as instituições de ensino que cursam. Tendo em vista que a fama da UEM não é das mais elevadas, especialmente no curso de Direito, visto que o índice de reprovação de seus alunos de graduação beira a quase 100% na prova da OAB, não sei como um sujeito dessa laia paga pau de jurista, advogado ou até mesmo rábula dentro e fora das redes-sociais citando regras jurídicas ab-rogadas como se estas ainda tivessem vigência no ordenamento jurídico pátrio. Eder R.Oliveira famoso pela alcunha de Eder Quebra Barraco, devido ser um sujeito meio esquentado, tem a ousadia de aconselhar parentes e amigos com suas previsões jurídicas emaranhadas de desconhecimento prático e teórico como se arrotasse caviar Beluga a cada dica das aos mesmos.

Sabidamente, é graças a UEM que existe em Maringá uma faculdade particular cara para cada aluno que sempre estudou na rede pública, e visto que há ainda aqueles que não podem pagar faculdade particular devido essa realidade, a grande maioria dos que terminam o terceirão falidos depois de tanto consumir goró e outras substâncias apelam para bolsas de estudos como FIES e PROUNI.

Isto acontece, porque por lei promulgada pelo excelentíssimo Senhor Supremo da Capitania Hereditária do Paraná, Roberto Requião, concedeu 90% das vagas da UEM reservadas para essa galera do terceirão local, 2% para gays enrustidos, 1% para tolinhas filhinhas de papai com algum comércio na cidade, 1% para o restante dos maringaenses que de fato estudaram na vida.

Ante a isso, UEM é uma pequena universidade com fins lucrativos  pública localizada numa área cercada por mais 100 botecos, que é onde de fato os alunos aprendem alguma coisa devido a vocação nata ao alcoolismo acadêmico. Ouso dizer que é a instituição de ensino superior que mais forma filósofos e juristas de bar no mundo, sendo seu maior representante o afamado Eder Quebra Barraco Kelsen Lewandowski Dias Toffolli. Eder como bom aluno cafona de Direito curte assistir TV Justiça aos finais de semana e quando o Ministro Gilmar Mendes ou Joaquim Barbosa trocam farpas ele pega seu caderninho e anota cada troca de insulto entre ambos para depois reproduzir nas suas acaloradas discussões sobre direito nas redes-sociais.

Como Eder é um aluno aplicado em matérias criminais vem desde já vem criando sua clientela nesse ramo. Ela passa muitas de suas horas ociosas visitando seus futuros clientes em bocadas de fumo e dizendo que quando se formar ele “livra os mano das broncas na Dona Justa e treta com os puliça em troca dum pino ou unzinho do bom”.

Notoriamente a carreira de Eder R.Oliveira no mundo jurídico será promissora, isso se… ele conseguir se formar, pois suas notas como é de amplo conhecimento da UEM não fazem jus ao desempenho acadêmico sequer dum chimpanzé adestrado.

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Dr. Eder nas suas versões mezzo Lafond e versão Papai Noel

Nau da capitã Dilma à deriva

Quando encaixamos todos os dados econômicos do governo Dilma I e as medidas de abertura de terreno do seu segundo mandato a cena mais clara que temos é duma grande nau com velas esfarrapadas direcionadas contra o vento e fazendo água no casco e indo em direção ao fundo do mar.

No último mês todas as contas públicas sem exceção fecharam no vermelho. Não apenas devido aos resultados das eleições presidenciais, mas, sobretudo, por causa da hemorragia interna, cujo anúncio o governo adiou para depois do pleito. Em outubro, registramos vermelhos históricos: o pior desempenho das contas públicas desde o Plano Real, o maior déficit da balança comercial em 16 anos, um rombo nas contas externas como não víamos há muito – quase 4% do PIB. Surpreende que a balança comercial tenha ficado no vermelho mesmo com a queda expressiva das importações: mais de 15%. Queda nas importações é, geralmente, sinal de que a atividade econômica não anda nada bem. Caem por terra, portanto, as declarações do Ministro que cumpre aviso prévio de que tudo há de melhorar no último trimestre de 2014. Essa é mais uma grande mentira da gestão econômica que não correspondem aos fatos concretos.

O governo também adiou outro fato nada auspicioso constatado em outubro: segundo estudo do IPEA, a miséria, o número de pessoas sem rendimento suficiente para comprar cesta mínima de alimentos, não só parou de cair, como teve ligeira alta em 2013. Em 2013, a economia brasileira estava melhor do que agora, a inflação, que devora impiedosamente os mais pobres, estava menor do que agora. Portanto, se a miséria já havia subido em 2013, deve ter aumentado novamente em 2014, ante a mais absoluta prostração da economia brasileira que afunda como se tivesse se chocado com um iceberg. Não custa lembrar que a queda acentuada da pobreza entre 2003 e 2012 é motivo de enorme orgulho petista, principal eixo da narrativa do “nunca antes”. Narrativa que sangra entre arroubos inflacionários e a perspectiva cruel de que a economia moribunda comece a estrebuchar com desemprego crescente.

Esse cenário de revés no Brasil começou lentamente em 2011, acelerou-se em 2012, perdeu o freio em 2013 e agora em 2014 chega ao limite. Resta, agora, à nova equipe econômica – envolta por mistérios insondáveis – a mais árdua e penosa das tarefas: Estipular as balizas duma reforma econômica profunda sem interferência ideológica da visão econômica tanto da Presidente quanto de seu partido que em nada se alinham com a realidade dos fatos.

Os botes salvas vidas que sustentam o governo já estão deixando o convés e ao primeiro sinal de instabilidade as reservas irão para fornalha, pois o mercado financeiro não irá perdoar manobras arriscadas advindas do novo Ministério da Fazenda. Nessa hora eles irão ditar regras e rumos a serem seguidos impiedosamente, e caso não sejam atendidos de imediato a sangria no governo toma proporções maiores. Se nem a próxima conjuntura de acordos políticos agrada a gregos e troianos, muito menos o risco de manutenção da política econômica de Dilma agrada investidores.

A primeira rota esperada por todos é que a nova equipe econômica do governo restabeleça a confiança com o mercado, apontando metas viáveis para inflação e superávit primário. Isso sem sombra de dúvidas, passa pela indicação dum ministro da Fazenda confiável e que acelere programas de privatizações. Esse primeiro passo daria uma margem de manobra grande com mercado e colocaria o trem nos trilhos sem ainda fazê-lo mover-se com velocidade

Há ainda o grande temor de que “Dilma seja ela mesma a Ministra da Fazenda” como foram nesses quatro últimos anos de Mantega à frente do Ministério. Isto é, seguir o pensamento do partido de que a melhor forma de conduzir a economia nacional é com o Estado intervindo pesadamente na economia. A conseqüência natural disso será uma inflação ainda mais alta e uma nova onda de falta de credibilidade dos investidores, além duma provável onda de elevação da taxa de desemprego.
A terceira via também não agrada a ninguém: Neste cenário, Dilma escolheria um ministro da Fazenda que não seria tão forte, e que poderia ser facilmente demitido no primeiro alerta vermelho, mas este serviria apenas para dar diretrizes claras para a política fiscal. Neste caso, o governo Dilma II levaria de seis a nove meses para convencer o mercado de que não estaria indo para a direção errada e contra o vento que sopra dos mercados externos.

Neste contexto, dois pontos cruciais chamam a atenção: Se Dilma vai assumir um superávit primário, meta de inflação e trabalhar com Nelson Barbosa (um dos nomes cotados para o ministério da Fazenda) ou se vai nomear Henrique Meirelles, o que claramente mostraria uma intervenção de Lula. Mas se nada disso ocorrer, apertem os cintos, pois o piloto sumiu!

Diante a segunda e terceira via supracitadas o poder de influência e credibilidade de Dilma enfraquecerá e provavelmente a fará perder o controle de tudo jogando o país numa crise que se aproximaria e muito da era Sarney. Com isso o PT também faria água e na próxima eleição, o risco de ver seu grande sonho de trinta anos no poder iria por água abaixo até mesmo com Lula.

Diante disso, o momento não é ainda para pânico e nem para apostar todas as fichas que o Brasil vai virar uma Venezuela ou Argentina, como algumas linhas mais radicais de pensamento vinham alertando. Há ainda a possibilidade do PMDB ingressar no poder substituindo Dilma e toda sua visão distorcida e gestão atabalhoada da economia.

Com um provável impeachment o PMDB no poder que não deixa nossa economia balançar tanto e teria aval até dos mais céticos do mercado devido ser sangue novo para curar feridas velhas. A parte da sociedade que sobrevive de assistencialismo e mamando nas tetas do governo ainda agüenta o PT, mas o mercado e demais trabalhadores e empregadores não. Afinal de contas, são eles quem pagam as contas do governo. Com base no Estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) aponta que mais da metade da carga tributária brasileira é cobrada justamente daqueles que possuem menos, os mais pobres. Segundo o instituto, 53,8% do total arrecadado é pago por brasileiros com renda de até 3 salários mínimo, que representam 79% da população. Outros 28,5% da arrecadação possuem origem nos impostos pagos por brasileiros com renda entre 3 e 10 salários mínimos.

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Procura-se um Ministro da Fazenda que não seja petista

Como diria o pseudo deputado federal que representa a grande maioria da população: “Pior que ta não fica” – Será?

Qualquer abestado coisado que saiba usar uma calculadora consegue perceber que a economia nacional anda em frangalhos e que se o próximo ministro da Fazenda não for alguém que saiba dialogar com o mercado financeiro e fechar as lacunas deixadas pelas pedaladas de Guido Mantega a coisa irá feder tanto quanto fiofó de gambá.

Por falar em Guido Mantega: Ontem o ex-ministro ainda em atividade que se arrasta no cargo feito um morto-vivo do Walking Dead deu declarações tão sem sentido quanto óbvias com se estivesse ora tentando manobrar um sabonete escorregadio no banho ou ora olhando para o céu e dizendo que o céu é azul.

Quem conhece o apego do brasileiro pela quantidade de dinheiro que entra e sai da sua carteira sabe muito bem que essa “nova classe média” turbinada por linhas de crédito e tarada por comprar eletrodomésticos e fazer pose com imitação de i-phone ficará em breve pau da vida se começar faltar cash para suas comprinhas a prestação, ou se começarem a ficarem inadimplentes num efeito avalanche, pois entre pagar a prestação daquela TV quatrocentas polegadas e dever no cartão, eles preferem fazer as duas coisas sem a menor parcimônia e planejamento.

Se o novo Ministro da Fazenda for fraco e dado a fazer “ajustes pontuais” como  seu antecessor isso é meio caminho andado para o desastre financeiro, sobretudo numa hora que decisões difíceis precisam ser tomadas como contenção da média inflacionária e redefinições fiscais para cobrir um Estado gigante com 90 mil cargos comissionados que aparelham o governo só no primeiro escalão. Fora a farra dos conselhos populares que querem instalar a todo custo. Ser Ministro da Fazenda num país onde as pessoas são apegadas ao dinheiro mais do que a própria esposa, filhos e mãe, isso é o mesmo que ser um avarento numa família de torradores de dinheiro, pois é o Ministro desta pasta quem tem o dever de dizer “não” aos demais ministros, em nome da presidente quando o assunto é grana

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A grande pergunta do show do rombo bilionário do Tesouro Nacional é: Por que Guido Mantega não foi substituído até agora ora bolas do meu saco? A resposta é simples: Lula quis manter seu contador pessoal até surgir um nome que aceite ser bucha de canhão e tapar os buracos da desastrada Dilma que implantou o plano econômico do PT integralmente deixando de lado todos os pilares da era FHC. Assim sendo, Guido  só irá rapar fora quando o ex-presidente Lula assim decidir.

Daqui algumas semanas o Ministro Mantega que cumpre seu aviso prévio deverá fazer a “transição” ao novo ocupante do gabinete da Fazenda Nacional, isto é, ele vai dizer: “Toma aqui essa bronca agora é sua e veja o que patroa quer fazer e siga as ordens dela”. Como base na escolha do novo nome que irá ocupar o Ministério da Fazenda é que ficará evidenciado os caminhos que Dilma Rousseff escolheu tomar para gestão econômica no seu segundo mandato. Um nome igual ou à esquerda do atual ministro significará a ampliação da política supostamente desenvolvimentista, a mesma que desarrumou as contas públicas e desalinhou os preços relativos e gerou rombos nas contas públicas: Esse nome seria Aloísio Mercadante que iria apenas piorar o que Guido Mantega já tornou ruim.

Um nome mais conservador significará a sinalização de que a inflação, de fato, será combatida, isto é, Dilma teria que contratar um Armínio Fraga genérico para arrumar a casa com doses de pragmatismo técnico nada consensual com seu estilo de gerentona do PAC.

O grande problema ou equívoco é que a crença reinante no PT, mesmo depois de doze anos exercendo o poder se aproveitando da antiga política de FHC e se aproveitando dos bons ventos da economia mundial até 2008, é que a chamada teoria econômica convencional está errada na cabeça deles. Mudar essa crença dogmática de esquerdistas não é tarefa fácil, pois os petistas acreditam piamente em teses que vão desde teoremas econômicos sem sentido no plano fático, até outras teses que possam gerar até mesmo a tão temida coletivização forçada como era praxe na URSS.

Um ministro da Fazenda que entre cortando gastos e aumentando juros é tudo que o PT abomina e se depender de suas lideranças isso não acontecerá, mas por outro lado essa sangria já começou por ser evidentemente necessária para fazer as contas maquiadas do governo fecharem nesse ano. Isto é, o povo paga a conta do desastre da gestão Dilma. Quem votou nela e vai pagar tudo mais caro deve agora se calar e pagar seus boletos quietinho sem dar um pio.

Mas o fato concreto é que a inflação está subindo e está acima do teto da tal meta, e por mais que a mídia anuncie que está no teto não está. Saiam às ruas e vejam o preço do limão, cerveja e carne para ter um panorama básico da situação. O câmbio está depreciando e ora apreciado artificialmente essa bipolaridade só ajuda a especulação, os preços de tudo nas prateleiras estão desalinhados e o ministro que come caviar e toma champanhe em jatinhos diz que está tudo sob controle.

Ao escolher um novo nome os rumos do futuro serão imediatamente clareados para o mercado e se eles não endossarem o nome podem ter certeza que o juros será elevado na marra novamente pelo COPOM. Se, por exemplo, vier o Henrique Meirelles, teremos uma gestão sob a economia convencional. Se vier um Arno Augustin, teremos a persistência do desenvolvimentismo. Agora se for Nelson Barbosa, aí sim a coisa pode trepidar, pois o mesmo tem um ponto divergente com boa parte da atual e futura base aliada do governo: Ele defende um freio nos gastos em programas sociais, entre os quais se encontram as grandes vitrines dos 12 anos da gestão petista, os programas Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida.

É bom que se diga que a chamada economia convencional é a única que fornece ferramental compatível com o combate aos problemas da crise econômica. Ela “sabe” que a lei da escassez existe e que o Estado não cria riquezas, quando muito a distribui através de pesados fardos para população economicamente ativa e com emprego via tributos que recaem mais onerosamente sobre os mais pobres. Assim, isso facilita   dilapidar boa parte do que se arrecada com impostos antes de chegar ao seu destino final.

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As leis econômicas são naturais e não sujeitas ao controle de nenhum governo. Ou as respeita, ou não. O que Dilma Rousseff fez nos últimos anos foi simplesmente ignorar as leis econômicas e aplicar cartilhas de contabilidade que só fazem sentido numa URSS onde todos os dados sobre economia são pura invenção ao arbítrio do mandante.

O desenvolvimentismo pretende ser a teoria alternativa para inspirar governantes. Sua raiz esquerdista é evidente e ela parte da crença de que tudo é vontade política, incluindo a escassez, e que a emissão de moeda para “desenvolver” a economia não é um problema em si, mas como sabemos é  um problema que gera outros problemas. Toda vez que os governantes brasileiros entraram nessa barca furada levaram o país à crise econômica. É precisamente essa a origem dos problemas econômicos atuais, que Dilma, enquanto presidente da República, quis pôr o pé no acelerador do desenvolvimento se endividando e fazendo contabilidade criativa para conseguir fazer pouco gastando muito. Isto é, Dilma deixou o país mais caro para pessoas mais pobres e gerou pouquíssima riqueza para quem deveria gerar mais riqueza. No mais permitiu que ricos ficassem ricos sem correrem riscos desnecessários.

Nesse cenário dos últimos anos Dilma conseguiu apenas fazer retornar a inflação, que se aproxima dos dois dígitos, e reduzir o crescimento do PIB. De quebra, ressuscitou o fantasma dos déficits na balança comercial, com os quais o país quebrará de novo e de novo e de novo até acertarem as contas internas e investirem em infra-estrutura  e outros setores como a industria. Pior do que isso, ela administra o câmbio, queimando as preciosas reservas internacionais como se fossem sacas de café, impedindo o ajuste natural via sistema de preços. Essa política está entrando em colapso e mais alguns meses dela o barco começa a fazer água e afundar.

Ao meu ver, não é apenas o nome certo para o Ministério da Fazenda que irá fazer tudo entrar nos eixos, o que está em jogo é algo além disso: É toda uma crença política que é defendida ferreamente pelos integrantes do PT, mesmo que alguns deles saibam que a crença é errada e puramente ideológica que não funciona na prática pois não passa de teoria econômica furada. O desenvolvimentismo empobrece e desorganiza a economia, aprofundando as injustiças sociais. A ortodoxia econômica é que pode refazer as bases para a retomada do desenvolvimento e da melhoria da distribuição de renda.

Uma coisa nisso tudo é certa: O novo ministro da fazenda tá fodido logo que entrar no cargo. Simples assim.

E tenho dito!

Por uma pátria livre através da luta dos cidadãos

O povo incauto e inerte traveste sua covardia sob uma película de sensatez e coleguismo nas ruas, além de ter baixa cultura e civismo, não cultua o amor pátrio senão em ano de copa do mundo.

Pedem que outros lutem em seu lugar e tomem medidas em seu favor. Falo dos desavisados que pedem que as tropas intervenham imediatamente. Não é hora e nem lugar para isso! Pedem intervenção agora, porém na hora de tomar as medidas necessárias de combater a corrupção que se instala no poder ficaram presos ao seu comodismo diário sem pensar e refletir política.

Precisamos de restauração do verdadeiro senso de democracia nessa pátria e não de soldados, sejam estes com manto vermelho ou verde oliva nos ditando regras! Que os soldados das Forças Armadas venham sim às ruas caso estejam insatisfeitos com o modo são tratados pelo atual governo, pois prestam continência para quem lhes agride como cidadãos tanto quantos os outros!

Sim soldados das Forças Armadas, venham às ruas, mas sem farda, sem armas, e sem apetrechos militares, precisamos de ordem nas ruas, nos palácios do poder, mas precisamos também de vozes de quem nutre amor ao Brasil e quer ver esse país resplandecer democraticamente sem nenhuma ditadura novamente!

Se for o caso, e esperemos que esse dia não chegue, o dia que todas as leis já não forem mais cumpridas pelo Estado aparelhado, e a nação se encontrar refém do governo e sem liberdade e meios democráticos continuar a luta contra o poder podre, nessa hora todos devem se tornar soldados e lutar ombro a ombro com as tropas, mas enquanto essa hora não chega, que estejamos unidos lado a lado todos como cidadãos.
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Brasil – o anão político criado por Lula

A maioria dos comentaristas da mídia ocidental afirmam categoricamente que há apenas alguns poucos países comunistas que restam no planeta.

Este enorme erro ocorre  porque essas almas ingênuas não conseguem distinguir políticas econômicas que servem nitidamente aos objetivos de política externa e objetivos estratégicos de longo prazo de diversos modelos de governo que estão sendo implantados mundo a fora.

A lógica tradicional:  “Se país X ou Y é governado por marxistas – leninistas e esquerdistas, mas eles estão perseguindo “mercado” e permitindo políticas econômicas livres esse país não  intenciona ser socialista ou comunista, portanto, não são realmente um perigo e mesmo que tenham essa tendência evidente, se mantivermos a negociar com eles, podemos eventualmente converter-los para a maneira de pensar liberal e progressista”. Essa lógica não se aplica a realidade pré-existente em muitos países. Um deles é o Brasil.

A realidade mais observável do ponto de vista econômico é que comunistas sempre utilizaram políticas de “livre mercado”.  Há uma clara adaptação e uso de políticas econômicas estritamente capitalistas  que visam construir a  base econômica dum governo comunista, financiamento externo seguro, ou para fins de desinformação estratégicos.

O elemento-chave aqui é que enquanto um determinado país pode operar via alguma aparência de uma economia de livre mercado, sem parecer marxista e mesmo assim continuar a controlar todas as alavancas fundamentais do poder e da política externa é completamente voltada para ajudar o movimento comunista internacional em seus planos estratégicos de longo prazo.

Quando olhamos para a economia e modelos de estado da China , Vietnã , Laos, Mongólia , Moçambique, Laos e Angola, vemos que esses países são exemplos óbvios desse mecanismo político econômico hibrido. Devemos  acrescentar nesse time de economias e políticas pró-comunismo a Venezuela, Cuba (apenas começando nesse processo) África do Sul , Rússia e várias das repúblicas da Ásia Central e certamente o Brasil. Desta forma vemos o Brasil inserido no bloco dos BRICS e com relações externas bem próximas a Cuba e Venezuela não por acaso.

O ex-presidente presidente Lula sem dúvida sempre foi e é ainda um revolucionário marxista comprometido.  Quando Lula fez sua sucessora no governo de nosso país, ele encarregou uma ex- líder terrorista de ser a nova testa de ferro do plano o qual ele lidera no Brasil via Foro de São Paulo. A função de Dilma não foi outra senão aplicar com mais celeridade as táticas do método sócio-politico e econômico de esquerda radical em patamares mais elevados da estrutura republicana brasileira. Hoje quando vemos os decretos dela querendo constituir conselhos populares, regulação da mídia, plebiscitos e outros meios de “democracia direta” isso tudo já está previamente estipulado nos planos de longo prazo de consolidação da ideologia comunista dentro da sociedade, que ainda assim se entende e vê como sendo população duma democracia ocidental livre e representativa, quando na verdade estão sendo aliciados a viverem numa ditadura comunista sem notarem o seu gradual avanço. Chamam isso de golpe suave.

Notoriamente  percebemos que a América Latina está cada vez mais se transformando em um desafio geo-político e internacional. Por um lado, a Venezuela  sob a liderança de Hugo Chávez e agora de Maduro, continua a apoiar irrestirtamente o grupo guerrilheiro colombiano narcotraficante conhecida como a FARC. Já o atual governo do  Brasil via MST firma acordo com equipes revolucionárias socialista da Venezuela. Como sabemos as FARC protegem as atividades dos cartéis de drogas, e ainda cooperam com grupos terroristas como o Hezbollah. Por outro lado, uma série de países do Cone Sul, ora liderados pelo Brasil (e apoiado por Argentina e Uruguai ) não vai tão longe como a Venezuela em implantar a golpes de espada o seu plano de governo ditatorial comunista. Por outro lado, o Brasil desde a era Lula têm conduzido uma política externa que é prejudicial para democracias num aspecto geral.     Brasil sob o governo de Lula aproveitou o crescimento econômico do país (que foram o resultado cumulativo de anos de políticas econômicas e de desenvolvimento que começou antes de Lula assumir o cargo) para flexionar seus músculos na arena regional e internacional sob a alegação de soft power.      Quando o presidente Lula surpreendeu o mundo – apesar de ter um fundo de esquerda além de ter sido co-fundador juntamente com Fidel Castro do Foro de São Paulo – nomeando figuras conservadoras para seu gabinete a coisa serviu apenas como camuflagem. Esse movimento político teve como objetivo essencial manter a continuidade do desenvolvimento econômico do Brasil  praticamente baseado no papel forte e cooperação da comunidade empresarial. O PT que antes era contra a Constituição Federal e os pilares de liberdade individual e economia manifestos nessa carta teve que se valer disso para ter aceitabilidade internacional e manter o aparato estatal com os cofres cheios via onerosos tributos.  O fato do governo Lula não ter ido imediatamente para as políticas tradicionais de esquerda dentro do cenário doméstico e na economia levaram muitas pessoas detentoras do poder no exterior acreditar que posição do Brasil no cenário internacional seria semelhante às das grandes potencias econômicas mundiais. Isso na verdade era mera fachada ou coisa para inglês ver como diz o ditado.

Um fato que chama a atenção foi quando os políticos de Washington procuraram o Brasil como um aliado para combater a crescente influência malicioso do presidente venezuelano Hugo Chávez. No entanto, o EUA ficaram ao mesmo tempo muito desapontados e surpresos com o fato de que Lula não só não conseguiu desempenhar um papel tão esperado como também tornou-se um facilitador da agenda revolucionária e expansionista de Chávez. Seria com base nesse jogo duplo que o governo Lula teria sua sustentabilidade. Por um lado mantinha oculta sua personalidade ideológica ferrenha de esquerda para adoçar os olhos e ouvidos dos liberais do grande mundo livre que em 2008 sofreriam um baque com a crise econômica mundial.

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Nas próprias palavras de Lula notamos seu apreço aos camaradas latino-americanos:  “Chávez tem sido o melhor presidente da Venezuela em 100 anos “. Nesse sentido vemos Lula crescer e se destacar dentro da ideologia das práticas anti-democráticas empregadas pelo governo venezuelano, as quais não pertencem apenas ao reino da soberania venezuelana, mas sim a um plano maciço de dominação social implacável do Foro de SP . Em determinada época, quase no final do ano de 2010, o Brasil e seus aliados do Cone Sul apoiaram a inclusão da Venezuela no Mercosul. A inclusão dum país já com mergulhado na perspectiva socialista contradizia as regras de inserção de novos membros no mercado comum sul-americano. No entanto, apesar das nítidas práticas anti-democráticas de Chávez que contradiz cláusula do grupo que as condições de filiação devem ser prioritariamente fundadas existência de instituições plenamente democráticas no país que pleiteia entrar no Mercosul.     Além disso, Lula ajudou a contrabandear o deposto ex-presidente de Honduras pró- Chávez volta para Tegucigalpa e acolhê-lo lá na Embaixada do Brasil. Lula logo após isso, se recusou a reconhecer o governo eleito do presidente hondurenho  Porfirio Lobo e deu sinais que o suas intenções não eram bem aquelas que as  agora economias achatadas  pela crise previam ser anteriormente.  Lula passou a colaborar a Venezuela e outros países formando uma espécie de fundo de resgate econômico para retirar a ilha embargada do seu ostracionismo econômico a pedido de Fidel. Hoje vemos um porto levantado com capital brasileiro sendo construído em tempo recorde em Cuba, enquanto obras essenciais de infra-estrutura no Brasil não saem do papel.  Se isso não é crime de lesa pátria em favor dos camaradas comunistas latino-americanos o que é então?      Além desses aliados regionais, nessa mesma época o Brasil juntou forças com a Turquia para fazer um acordo com o Irã que não só não impediram o Irã de desenvolver uma bomba nuclear, mas também incentivou-a a desenvolver mais. Da mesma forma, o Brasil votou contra sanções ao Irã impostas pelo Conselho de Segurança Nacional da ONU. Assim, descobrimos que o Brasil teve e continua a ter a sua própria política externa distinta, pois recentemente Dilma foi a ONU e declarou ser um grande erro  bombardear o Estado Islãmico, o qual mata e oprime pessoas sem dar a mínima para os direitos humanos.

Nesse cenário, o Brasil  em conjunto com China , Índia e Rússia busca um mundo multi-polar, onde os Estados Unidos e países da Europa Ocidental não são as únicas superpotências. De acordo com o seu pensamento, o poder mundial está melhor compartilhada entre vários países. Este cenário não é necessariamente um mau se a cooperação máxima é atingida entre esses pólos políticos diferentes . Pode-se questionar por que os Estados Unidos, sozinho e isolado deve ser o único envolvido em cada caso de país que deseja desenvolver armas nucleares. Por que os EUA é o único país que se preocupa com os acontecimentos no mundo, enquanto o resto do mundo espera de braços cruzados o surgimento duma nova potencia nuclear? Por que os EUA é o único país a levantar preocupações quando a democracia ou direitos humanos são violados, enquanto o resto das nações apenas para satisfazer os seus interesses nacionais? De fato, não há nada de errado com a cooperação multi- lateral, porém há outros riscos.

O comportamento internacional do Brasil durante o governo Lula foi guiado por uma forte dose do obsoleto anti-americanismo trazido diretamente de formação política esquerda radical de Lula. O Brasil realmente não quer buscar um mundo multi-polar de cooperação.  Afinal de contas, a noção de multi-polaridade de Lula é baseada em sua oposição ao poder e políticas de os EUA. Assim, o Brasil tem cooperado com a agenda de desenvolvimento de armas nucleares do Irã e deu presidente iraniano  Mahmoud Ahamdinejad uma recepção de herói quando este visitou o Brasil. O Brasil também reconheceu as eleições fraudulentas que deram a vitória a Ahmadinejad, em junho de 2009, sem se importar com a violência com que as manifestações anti-governo que foram violentamente reprimidas. Esta insensibilidade se reflete em repetidas declarações feitas por Lula naquela época segundo o qual o Irã “tem direito a um programa nuclear para se defender”.

Neste contexto, é fácil entender por que o presidente brasileiro foi o primeiro a reconhecer unilateralmente a criação de um Estado Palestino, enquanto que os EUA estavam fazendo sérios esforços para um tratado de paz com israelenses e palestinos. Anos depois Israel taxa o Brasil de anão diplomático, por esse reconhecimento unilateral de Lula não ter surtido efeito algum no mundo inteiro.  Hoje quando a Suécia fez esse reconhecimento, o mundo inteiro tomou conhecimento disso, enquanto naquela época aquilo era mais um mero golpe de marketing diplomático para ficar bem na foto no mundo árabe.  Lula não estava só dando um passe livre para os palestinos em troca de nada, mas também tentando mostrar simbolicamente sua independência e oposição aos Estados Unidos e seu aliado Israel.     A lógica da política externa de Lula é incorporada não só no fato de que o Brasil ser hoje um grande país entre as dez maiores economias do planeta, portanto, devido a isso exige um lugar no mundo com mais destaque. Essa política também é guiada por um forte desejo de diminuir a influência dos EUA, não só na América Latina, mas em todo o mundo. A política de Lula é amoral e está privada de qualquer responsabilidade global, pois apóia governos ditatoriais em todos os recantos do mundo e lhes dá gordas contribuições com dinheiro do seu povo.

Jorge Castañeda, ex- chanceler mexicano, observou que o Brasil sob gestão do PT é parte de um grupo de países que se opõem de forma “mais ou menos explícita e mais ou menos ativamente” aos direitos humanos, pilares da democracia e não-proliferação de conflitos armados. Castaneda destacou a política externa do Brasil da era Lula é mais próxima ao da autoritária China (com o qual Lula aumentou astronomicamente relações comerciais e políticas) do que para o Ocidente.

Lógica de Lula é basicamente de natureza não econômica e política. Como seus companheiros da esquerda radical, ele sonha com um mundo com pouca influência americana e reivindica um papel de liderança sem oferecer quaisquer ideias que contribuem para a paz no mundo, como por exemplo estabilidade de relações conflituosas entre países árabes, direitos humanos, oposição ao terrorismo internacional e a proliferação de armas nucleares , ou  qualquer problema moral que têm sido tradicionalmente a preocupação do Ocidente. O Brasil de Lula e Dilma representa uma outra versão do Terceiro Mundo obcecados e ultrapassada anti- colonialismo. Sob um véu de sofisticação o Brasil de Lula tornou-se uma força negativa na região ao ponto de atrair Argentina e Uruguai, os países agora executados por dois líderes que compartilham atitude triunfalista de Lula.

Como o Brasil é amplamente visto pelos países ocidentais como uma potência econômica emergente, porém não é visto necessariamente como um ator político confiável. Sob a gestão de Dilma Rousseff  nenhuma alteração dessa agenda já realizada por Lula foi alterada. Dilma apenas acelerou ainda mais o desgaste institucional interno e de relações diplomáticas e até mesmo comerciais com antigos parceiros brasileiros.

O estilo duro e combativo de ex-guerrilheira de Dilma, como tal, é susceptível de reforçar as políticas de seu antecessor e elevar o grau delas ao extremo.  Não é por acaso que logo que foi reeleita ela contraria sua natureza centralizadora e autoritária e pede enganosamente um diálogo com a sociedade. Isso a fará ter uma aparência mais cordial e pacífica como de alguém que quer conversar sim, mas só para impor seus ditames e regras aos interlocutores numa clara amostra que nada mudou em sua natureza pessoal e nem nos planos do seu partido. Em meio a isso a PT lança planos de regulação da mídia, convoca seus militantes a combater ferozmente a oposição nas ruas para evitar que o clamor de impeachment venha ser um duro golpe nos planos de implantação de ao menos mais quinze anos de manutenção no poder.

Enquanto isso, lá fora os EUA e as potências ocidentais devem continuar a bloquear as tentativas do Brasil em jogar papéis maiores em assuntos internacionais, incluindo as suas exigências para se tornar um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, e daqui pra frente irão tratar o Brasil com a suspeita em todos os setores devido a má fama que ganhou nos últimos anos no cenário internacional devido apoiar ditaduras e planos de armamento nuclear de governos totalitaristas e ainda mais devido a economia que fraqueja e desmorona a passos largos.

Roberto Requião – O ditador comedor de mamonas

Roberto Requião foi no passado sombrio chefe do executivo estadual, mais conhecido na época do seu mandato como Capitania Hereditária do Paraná. Naquela época ele se achava o Imperador do Sul, protótipo de  aspirante a Ditador do Brasil.

No PMDB desde criancinha, Requião é conhecido pela camisa jeans e bochecha gorda, além do seu suave temperamento que gerou o carinhoso apelido de “Maria Louca“.  Seu maior ato político foi apoiar Lula nas eleições de 2002. Em 2006 voltou a arrotar apoio incondicional ao PT. Embora nunca tenha mudado de partido, ele é militante ativo do PT. Hoje mesmo no seu pronunciamento na tribuna Senado, depois de louvar os conselhos populares e exigir mais democracia direta para o povo se manifestar politicamente, ele mesmo, com tom autoritário mandou a galeria que vaiava ele a Senadora do Petrolão Gleisi Hoffmann calar-se e ameaçou mandar prender os mesmos num ato de autoritarismo típico de sua figura. Dizia ele que a Casa do Povo não é circo, mas ficou evidente que ele é palhaço e fantoche do PT como se fosse um boneco de posto de gasolina. Gasolina que hoje custa mais caro depois da reeleição da grande mãe Dilma Chavez Youssef que tá madura para o seu segundo mandato.

Requião o grande palhaço e proxeneta do Paraná, também é pai, pois tem a maior família do Paraná e é um patriarca bastante generoso. Hoje muitos dos familiares dele trabalham como funcionários públicos em cargos de confiança, pois segundo apontam os cientistas políticos sua prole possui o notável saber que emana dos super-genes da família Requião, o que os qualifica para os cargos devido ao QI elevado do papai Requião.

Antropologicamente a família Requião atual resulta do cruzamento de várias espécies da elite da província do leite quente. É daí que vem a ideia de que ser um Requião é ter “notável saber”.

Que tipo de saber? Não importa. O porto de Paranaguá, por exemplo, foi entregue ao irmão de Requião cujo “notável saber” se resume à psicologia.  Dizem as más línguas que Requião fica chateado por ter na família um psicólogo capaz de constatar empiricamente que ele tem Transtorno Obsessivo Compulsivo, Transtorno Bipolar, Hiperatividade, Esquizofrenia (vê opositores imaginários), Transtorno de Personalidade Borderline, Síndrome de Down e propensão ao cheiramento de gatinhos.

Roberto Requião é famoso ainda por ser o único político brasileiro a realizar um atentado contra si mesmo. Requião pegou um punhado de mamonas e enfiou na boca, ameaçando engolir as sementes e, com elas, as tóxinas.   Na época foi advertido por Lula de que as mamonas eram tóxicas e apesar da advertência, Requião estava disposto a engolir tudo, argumentando que a morte dele representaria uma renovação na política paranaense. No final ele acabou sendo convencido por Lula a cuspir e sobreviver, infelizmente.  Aliás, a tática de “cuspir e sobreviver”, é a preferida de Requião que garante cuspir apenas “nos poderosos” embora ninguém saiba quem é mais poderoso no Paraná que o ex-dono da capitania hereditária que foi derrotado nessas eleições de 2014 ao governo do estado.

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Requião ainda é notoriamente conhecido por outros usos e costumes convencionais à sua pessoa autocrítica que sempre elogia a si mesmo e atenta contra quem não é adepto de sua filosofia política autoritária. Eis uma breve lista de fatos da sua carreira política tão intensa e prolífica:

 

O jornalista de quatro dedos: Requião tentou arrancar o dedo de um jornalista que divergia ideologicamente dele e do presidente Lula. Na ocasião Requião afirmou que, com um dedo a menos, o jornalista entenderia melhor o presidente.

 

O nepotismo esclarecido: Requião cunhou o termo, hoje usado mundialmente por políticos que querem empregar seus parentes.

 

A camisa jeans: Antes de querer ser político, Requião queria ser desenho animado e usar sempre a mesma roupa. Optou pela camisa jeans e deu uma grande contribuição para a moda, provando que o jeans serve mesmo para todas as ocasiões (inclusive para correr no parque).

 

A Festa Anal: Certa vez, em uma pregação no interior, o grande mestre Requião disse “Enfie a faixa no rabo!”. Requião percebeu que não seria obedecido e, por isso, tomou a dianteira, inserindo o instrumento de protesto em seu reto governamental. O exemplo do grande estadista foi seguido pelos 350 agricultores presentes no recinto. Depois disso beberam, dançaram e foram felizes durante o evento que ficaria mundialmente conhecido como “A Festa Anal”.

A filha: Mesmo com todo o resPEITO que devemos ter ao grande proprietário da Capitania Hereditária do Paranã, é necessário dizer que nada do que ele fez no governo ou no senado se compara a grande obra que é sua filha, Roberta Requião.

Conselhos Universitários: Em um dia muito bonito no Campus da UEM em Umuarama, diante da presença do Governador do Estado RobertoRei Queijão Requião, os estudantes resolveram fazer uma pacífica manifestação por causa das péssimas condições que se encontravam as estradas de acesso a universidade, salas de aula sem iluminação e a falta de professores. O então governador com toda sua sutileza e simpatia que tem por estudantes (principalmente os da UEM) olhou para eles e disse essas palavras de amor: “Seu bando de jardineiros “cabeças oucas” (os estudantes eram de Agronomia e Veterinária) vocês não tem vergonha na cara, não sei como tem coragem de fazer protestos, estudam em uma universidade pública como a UEL (Na verdade era a UEM, mas ele se esqueceu e também esqueceu que só é publica porque pagamos impostos), onde não pagam um centavo sequer, e se dão no direito de fazer um protesto sem fundamento e sem razão só pra aparecer na TV, criem vergonha na cara!”.

Depois de toda essa emoção e comoção, tanto dos estudantes como do próprio Governador,
regressou ao seu discurso de Ditador político e esqueceu dos mínimos problemas da Universidade.

Requião ainda é reConhecido por ter postura extremamente concisa, coerente, coordenada e outros co’s, uma equipe depsiquiatras sociólogos contratada pelo CAPS-PR está avaliando as posições políticas e sexuais deste líder, que não parecem ser de esquerda, direita ou centro, mas um 69, sendo que a pesquisa até agora não rendeu resultados frutíferos.

Um pouco de história do Brasil para os militantes da esquerda

Hoje em dia a modinha de ser jovem ou velho militante de partido de esquerda é ser basicamente um cidadão desconhecedor da história recente de seu país na política. Muitos certamente são fruto da falta de estudos, sem acesso a informação e pessoas incapacitadas intelectualmente e moralmente de fazer uma reflexão honesta por si mesmos em face aos fatos concretos.

 

 

 

 

Dia após dia nas redes sociais encontramos pessoas desse naipe que sem ter nenhum conhecimento superficial sobre a história mundial e nacional da esquerda, socialismo e comunismo, se tornam uma amostra grátis da classe de ignorantes que aderem e servem cegamente ao discurso de falsa integração democrática da esquerda. Servem ao debate ideológico e de realidades sociais como massa de manobra do partido de esquerda ao qual são adeptos.

 

 

 

 

Muitos desconhecem a própria história nacional e quando conhecem um fato outro logo distorcem apenas para arregimentar argumentos em desfavor das ditas velhas e novas oligarquias ou elites dominantes e classes opressoras e burgueses de toda sorte com o mal enraizado no coração contra o povo pobre. O ranço e ódio presente nessa argumentação tolhida de reflexão é a primeira amostra da intolerância e ignorância da militância de esquerda que serve de office boy aos planos do Partido dos Trabalhadores.

Por outro lado, é bem verdade, que há também os abitolados alinhados com a dita grande direta nacional. Isto é, pessoas que seguem piamente caricaturas como Olavo de Carvalho, Jair Bolsonaro, Marcos Feliciano e tantos outros retrógrados que se assemelham com muitos integrantes da esquerda no serviço em desfavor da democracia regida por princípios de convivência social honesta e moderada no debate das questões políticas do país em busca de convergências concretas.  Quando os adeptos desses saem às ruas, mesmo que sejam uma minoria barulhenta, e começam a bradar pela intervenção militar, estes fazem um eco contrário as mudanças que necessitamos operar no Brasil.

Convido o leitor (a) a analisar inicialmente a era Lula nos seus dois mandatos, e para começar cito Mangabeira Unger que dizia: “Afirmo que o governo Lula é o mais corrupto da nossa história nacional”.

Quando vemos Marcos Valério, o maquinista do trem pagador do Mensalão, que temendo sua condenação pelo STF, exigiu empenho de Lula pela sua absolvição, sob pena de provar que tudo sabia e assistia. Num país sério e com leis seguidas à risca, isso já seria o suficiente para meter ambos na cadeia. Como sabemos a cadeia foi apenas para quem tinha menos blindagem e logo o grande autor do plano resta livre e hoje ainda intenta em retornar ao poder.

Enquanto Marcos Valério  amarga seus dias na penitenciária, Lula, sempre de braços abertos com a corrupção, até hoje se esquiva de dar explicações à nação, até mesmo quando o seu marqueteiro de campanha Duda Mendonça confessou que o PT, ao arrepio do Banco Central, depositou a seu favor, em conta no exterior R$ 10,5 milhões, por serviços prestados na campanha eleitoral de Lula.

Naquela época o Secretário Geral da ONU, Khofi Annan discursou numa cerimônia de abertura da 15ª Cúpula Ibero-Americana em Salamanca  em outubro de 2005 deixando Lula, presente no evento num a posição de xeque mate. Khofi Annan, exibindo Relatório de Transparência Internacional, sobre a corrupção brasileira, evidenciou do  relatório o seguinte fato: “Estima-se que o volume de corrupção no Brasil, atinja R$ 390 milhões por ano”. Infelizmente o Secretário Geral da ONU desconhecia naquela época Mensalão e Petrolão que elevam essa quantia para a cifra de bilhões.

No auge do Mensalão, o Senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) bradou o seguinte comento: “Estou dizendo aqui, na melhor das hipóteses, senhor Lula, o senhor é um idiota; na pior, o senhor é um corrupto. Para mim V. Exa. É o Ali-Babá”.  Ainda em  vida, o Senador Antônio Carlos Magalhães mencionou: “A grande verdade que esse é um governo de ladrões. Tem homens sérios? Tem. No PT tem homens de bem? Tem. Mas no PT e no governo tem ladrões capitaneados pelo presidente Lula”.

Agora prestem mais ainda a atenção caro leitor (a) como Lula engendrou o mais elevado roubo patriótico a favor do seu filhinho Lulinha: Lulinha em 2002 era funcionário do Jardim Botânico de São Paulo, com salário de R$ 600,00. Rapidamente foi transformado em laranja, pelo seu pai, e hoje, Lulinha é um dos maiores acionistas da FRIBOI e, pasmem, acaba de comprar um jato, pois dizem que possui fazendas em Rondônia e que seu rebanho ultrapassa a 100.000 cabeças. Como se não fosse muito o laranja vendeu à construtora Andrade Gutierrez, parte da empresa de videogames que foi à falência, recebendo pelo ato final, a bagatela de 10 milhões de reais.

Agora um pouco mais disso já no primeiro mandato da presidente Dilma: A coisa começou a cheirar mal em Brasília novamente quando o então Ministro da Casa Civil Antônio Palocci foi acusado de enriquecimento ilícito. Depois disso as peças de enriquecimento à margem da lei e escândalos de corrupção começou o seu efeito dominó: Alfredo Nascimento Ministro dos Transportes foi despedido por superfaturamento das obras, cobranças de propina e formação de quadrilha. Wagner Rossi, Ministro da Agricultura, foi acusado de cobrar propina de 2 milhões de reais numa licitação; já no Ministério do Turismo, de Marta Suplicy, a PF apurou desvio de 4 milhões de reais, prendendo 8 membros da quadrilha. Tudo isso começou no governo Lula e continuou no governo Dilma.

Brasil Corrupção

Agora, no dia 23/10/2014, o doleiro Alberto Youssef, caixa do esquema de corrupção na Petrobrás, revelou à Polícia Federal e ao Ministério Público, que Lula e Dilma Rousseff tinham conhecimento das tenebrosas transações na estatal. Mesmo assim, o PT adotando a corrupção como método de governo, não foi desconstruído nesta eleição presidencial.

Eu como cidadão que deve respeitar os eleitores da Dilma começo a achar que é bom que a madame Rousseff fique no poder. Afinal quem sofre mais mesmo é quem votou nela. Quem é trabalhador, honesto, decente, honrado e vive do próprio trabalho não precisa de certas criaturas nefastas para viver e lhe prestar favores e viver de militância paga seja nas redes sociais ou na coleta de assinaturas em prol de plebiscitos e constituintes exclusivas. Logicamente sei que  todos cidadãos de bem são afetados e também padecem com isso, mas por outro lado  no geral quem vota nestas criaturas denotam uma tendência a auto destruição.

Como já se nota, Lula está com medo de Dilma não conseguir administrar a tal “herança maldita” que ele mesmo falava ser herdeiro na época de seu governo. Só que agora, não há mais a quem culpar senão a própria Dilma por ter aplicado no seu primeiro mandato a economia de viés petista, destruindo assim lentamente com os pilares e fundamentos da agenda de estabilização do país no passado.  A herança maldita foram eles quem criaram e serão eles que terão que cuidar dela. Só lamento pela violência que pode assolar o país nos próximos tempos devido o discurso de ódio e chamamento às armas feitos pelo PT contra parte da população que não aceita mais os desmandos do Governo Federal ora reeleito. Porque ter uma presidente que diz que é preciso negociar com terroristas é assombroso, e ver que ela mesma no passado foi terrorista é ainda mais aterrador para quem conhece bem a história passada do nosso país.

Vem pra rua antes que volte o Lula!

Os lulopetistas parecem estar até agora embriagados e entorpecidos com essa ilusão dum país democrático onde a miséria não mais reside ou persiste em diversos lugares de nosso país. Os petistas vivem nessa crença como se isso fosse um dogma de fé e não suportam serem contrapostos com os fatos.

Se algum deles tivesse personalidade e caráter ainda intactos para olhar o que está acontecendo na Venezuela veria que esse é o futuro que pode se avizinhar prematuramente do Brasil.

Hoje no país do futebol que também já não é mais o mesmo, pois tanto dentro como fora das quatro linhas dá vexame devido à falta de capacidade de pensar e refletir a realidade e aceitar os fatos. Falta ainda no Brasil organização política mais contundente contra o desmando. Quando testemunhamos que uma grande parcela da população ainda permanece adormecida enquanto outra desperta e antevê um pesadelo pouco a pouco se tornando realidade, notamos claramente o quanto é preciso mudar e nos unirmos por um bem maior.

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Nesse final de semana onde manifestantes pacíficos tomaram as ruas de diversas capitais de estados vimos que ainda subsiste um clamor por mudanças e espírito de luta contra a corrupção que alicia e corrompe até mesmo o senso crítico e o torna uma máquina de defesa do indefensável. Essas pessoas recusam a pensar por si mesmas, preferem crer que há bons motivos diversos para defender o governo do PT que pouco a pouco toma face dos regimes comunistas já instalados na América Latina. Essas pessoas se recusam abandonar as ilusões infantis, os interesses mais pessoais e mesquinhos, os sentimentos pueris desejosos de um Estado mãe com tetas inesgotáveis. Perante tudo isso, não posso deixar de me lembrar de Millôr Fernandes que, ácido, dizia que desconfiava de todos que lucravam com seus ideais. E hoje o que vemos é muita gente lucrar com seus ideais retirando do nosso bolso esse lucro advindo do locupletamento republicano.

Para os que não aceitam conviver mais com isso, não é chegada a hora de enrolar as faixas e de retirar-se dos debates políticos nas mídias sociais. É hora de intensificar esse processo de conscientização e buscar unir com cola democrática todas as vozes que se opõem ao governo que prospera com a miséria dos mais pobres e que com ajuda da riqueza dos mais poderosos se mantém forte nas entranhas do Estado que rouba a todos de diversas formas.

Para as ditaduras como da Venezuela democracia é algo deformado, pois para eles enquanto todos não cantarem em coro a mesma canção não há democracia. E desde quando isso foi democracia em qualquer lugar do mundo? Para Lula assim como Chaves o que interessa nesses momentos de divisão de idéias e conceber uma desunião que chegue até fatalidade de uns contra os outros. Diante disso, é que precisamos que as passeatas contra o poder podre do PT sejam todas, sem exceção, pacíficas e sem pedidos de intervenção militar. Esse modelo de vem pra rua é o correto e deve ser mantido até o próprio regime lulopetista se corroer e cair.

Pensem por que será que o governador Geraldo Alckmin disse que o pedido de intervenção militar é inaceitável? Por que o Ministro do STF Gilmar Mendes veio aos jornais advertindo que até 2016 o STF poderá possivelmente se tornar uma corte bolivariana? O que será que houve de tão importante para o governador dum estado que dizem ter a intenção de separatismo vir se manifestar a respeito de uma passeatazinha de supostas 2500 pessoas? Por que será que um Ministro do STF estaria preocupado com a ideologização do colegiado que ele integra? Por que raios a mídia nacional em peso não relatou a verdade sobre as manifestações sendo que foram pacíficas e sem incidentes? O que fez ou faz esse povo perder o sono e se preocupar é o povo na rua clamando por mudanças reais e não por pacotes de bondades que no fundo são paliativos!

O Brasil ainda tem um povo pacífico e unido, detém ainda instituições que não foram totalmente corrompidas pelo aparelhamento estatal do PT. Então é hora de continuar nessa luta por mudanças profundas em nossa sociedade e retomar a direção da verdadeira democracia onde não é a voz dos vendidos ao poder que deve imperar sobre as outras taxando-as de anti-democráticas.

Vem pra rua, sem máscaras, de peito aberto e cara limpa, unidos contra a corrução…

E tenho dito!

Dilma no país das maravilhas… SQÑ

Esse post vai deixar muito luleiro e dilmeiro pseudo-socialista com a cara de bunda, assim como Nelson Motta deixou Juca Kfouri na ESPN quando perguntando se ele era de direita. Vamos aos fatos!

Logo no primeiro dia de abertura do mercado após o governo corrupto ter sido reeleito na figura da assombrosa Dilma Yousseff tudo poderia acontecer, mas nem tudo aconteceu. O que vimos nos movimentos de  mercado financeiro foi  Dilma agindo conforme o mercado quer e recebendo ordens quase psicografadas que quem ela queria matar durante a campanha eleitoral, isto é, Armínio Fraga e toda política econômica do PSDB que já retirou o Brasil da hiperinflação e resgatou a credibilidade do cenário econômico brasileiro no exterior.

Governo Federal passou os últimos dois anos escondendo o rombo das instituições financeiras estatais e manipulando dados estatísticos sobre avanço social no campo da educação e redução da pobreza como se fosse aprendiz de ditador norte-koreano.

Menos de uma semana depois do final da campanha eleitoral, o governo da presidente Dilma passou a fazer tudo aquilo que atribuíam como intenção perversa dos adversários do PSDB.

Ingressaram com o pé no acelerador no pacote de “medidas impopulares”  usando a  tão criticada elevação da taxa de juros  – que, segundo o PT nos debates da TV era o que tira a comida do prato dos mais pobres – e depois disso ainda  aumentaram o preço dos combustíveis, e ainda planejam uma série de ações a serem anunciadas para tapar o o sol com peneira do até então camuflado rombo gigantesco nas contas públicas em especial do Tesouro Nacional e outras instituições tais como INSS e bancos estatais que eram os alvos prediletos das pedaladas de Guido Mantega.

Diante disso, ficou claro quem falou a verdade e quem falou a mentira na última campanha eleitoral. Infelizmente tinham razão aqueles que afirmavam que o governo petista tinha colocado a nação em enormes dificuldades e malabarismos financeiros que só serão resolvidas com sacrifício de grande parte dos brasileiros, principalmente dos mais pobres. A irresponsabilidade do PT na condução da economia só não é vista por cegos e caolhos fanáticos pelo partido e devotos de assistencialismo que se tornou mais uma vez garantidor do voto de cabresto do que mecanismo de avanço social.

Depois de represar dados e índices durante a última semana de eleição antes do segundo turno agora tudo se torna oficial: O déficit nas contas públicas brasileiras chegou a R$ 15 bilhões em setembro, o pior resultado nos últimos vinte anos quando o cenário ainda era de hiperinflação. O endividamento do país subiu de 33,6% para 35,9% apenas em 2014 o que de fato contribuiu para o crescimento nulo neste exercício.

A constante deterioração das contas públicas veio com a expansão das despesas que cresceram até setembro 13,2%. Já as receitas se elevaram apenas 7,2%. Para resolver o descompasso, o Brasil precisará fazer o que Dilma diversas vezes negou que fosse necessário durante a sua campanha: um ajuste fiscal rigoroso para combater gastos excessivos e isso no final das contas gera menos investimento em saúde, educação, segurança e infra-estrutura devido o cenário anterior ser a herança maldita deixada de Dilma para ela mesma. Quando o presidente do PT diz que o Bolsa Família já cumpriu o seu papel e que os gastos desse programa devem ser extintos ou reduzidos isso se deve a ineficácia da política econômica do PT nos últimos anos.

Na mesma semana após ganhar as eleições, o governo aumentou a taxa de juros numa clara alegação da realidade  de que a inflação não estava sob o controle, ou seja,  a inflação que hoje na ponta do lápis é de 6,84% já está fora do chamado teto da meta há semanas. Dilma que em toda a campanha eleitoral disse que não iria elevar taxa de juros mentiu e mais uma vez foi pega na sua incompetência na gestão econômica e fiscal do Estado. Ante esse cenário, resta evidente que o PT levou o país em direção ao abismo financeiro apenas para vencer as eleições. Não tinham como prioridade o interesse da população, mas apenas a obsessão em se manter no poder à custa do rombo no erário e de esquemas de cargos, propinas e mesadas para sua base aliada repleta de saqueadores e ladrões de legendas de aluguel.

A notória campanha de infâmias feita pelo marqueteiro João Santana do PT, marcada por acusações pessoais seja contra Marina Silva, seja contra Aécio Neves, era apenas uma vertente de um projeto eleitoral que visa manter no poder quem dele se locupleta. Pelo jeito, não importa que o país ficasse quebrado e próximo da bancarrota. O que importava era ganhar a eleição, a qualquer custo, pois no final das contas que recebe a conta é o povo e não o seu presidente eleito.

Após eleita, Dilma aparentemente consciente de suas dificuldades de governabilidade devido a redução da sua bancada de apoio para o próximo ano, Dilma pediu “diálogo” a todos os setores da base política de sustentação e oposição. Ora, como dialogar com quem há poucos dias difamou e atacou injustamente e, pior, escondeu dos brasileiros a real situação do país? Melhor continuar do lado de fora da porta. Pessoas que agem dessa maneira não merecem conversa séria e credibilidade seja de quem for.

Com base nesse cenário caótico da economia nacional torna-se evidente que o nosso modelo de desenvolvimento está esgotado e precisa ser mudado. Nos últimos anos, o crescimento brasileiro baseou-se no crescimento da classe média e seu potencial de consumo interno, e deixou setores como exportação e construção de infra-estrutura estacionados, ou melhor, construíram até um porto, mas lá em Cuba, compraram refinarias, mas pagaram preços exorbitantes além do valor de mercado e estes contratos de compra com cláusulas sem sentido são alvo da CPI da Petrobrás.

Até pode-se dizer que a expansão do consumo de massas em si é muito benéfica em termos econômicos e sociais,mas fica restrito a um certo limite de tempo até onde a demanda e oferta podem suprir isso sem gerar desníveis inflacionários. O problema é que esse modelo de política econômica e social não pode ser a única base de crescimento do país e tem sido justamente esta a causa da recessão que agora atravessamos. Se um país só estimula o consumo e não estimula a produção, acaba acontecendo um desequilíbrio entre forte crescimento da procura por produtos e serviços e crescimento menor da oferta destes produtos e serviços. O resultado é menor crescimento econômico, pressão inflacionária e piora da balança comercial devido à forte aumento das importações. Foi exatamente o que aconteceu no Brasil nesse período do final da era Lula e primeiro mandato de Dilma.

DILMA PENSA

Os dados econômicos não mentem: Desde 2011 o crescimento econômico tem decepcionado ano após ano e neste ano não foi diferente. Há um ano e meio, a maioria dos analistas mais otimistas acreditava que o PIB poderia crescer pelo menos 1%  em 2014. A esta altura quase no final do ano de 2014, sabe-se que o crescimento será nulo. Na economia, o vexame tem sido pior do que foi na Copa. O Brasil está tomando de 7 a 0, neste ano em diversos setores da economia que estão parando aos poucos, como evidencia a atividade industrial. A inflação está em quase 7% e o crescimento do PIB será próximo de 0%.

Isso por si só demonstra que é inevitável que uma mudança do modelo de desenvolvimento econômico seja implantada em curto prazo, favorecendo a produção e investimento em infra-estrutura sem isso o país dá o primeiro passo para se esborrachar no abismo. A própria presidente Dilma já reconheceu a necessidade de mudança, porém sabe que ela não dá o braço a torcer e tem concepções econômicas que remontam ao passado tanto quanto a sua mania de dormir de sapatos e guardar grandes somas em dinheiro em sua residência como se estivesse sempre pronta para fugir.

Em termos mais práticos, mudança significa que nos próximos anos deve ser feita uma economia de criação de soluções e não oneração tributária e de taxas de juros. O  foco deve ser em reduzir a carga e simplificar a legislação tributária, reformar leis trabalhistas, ampliar o ambiente de negócios reduzindo burocracia e estimulando investimentos privados.  Alia-se a isso  o  aumento nos investimentos em infra-estrutura e melhoria da qualidade da educação. Para que tudo isso seja possível, o governo deveria cortar seus gastos para liberar recursos,mas isso aprece que o PT não quer fazer de forma alguma, então o corte será fundo no bolso do povo até sangrar…e pagar a conta do governo Dilma que será cobrada com juros e correção monetária, quiçá como na Argentina.