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Você é um teleguiado?

PRATICAR SEXO: EM PRAÇA PÚBLICA, RUAS, AVENIDAS, TERRENOS VAZIOS, ATRÁS DE MUROS, DENTRO DAS ESCOLAS, NOS BANCOS DE ÔNIBUS… ETC.
Antigamente quando isso acontecia e quando algum chefe de família ou dona de casa muito cristã percebia esse ato, chamava a polícia imediatamente com base em argumentos como: atentando violento ao pudor, ofensa a ética, falta de respeito, falta de educação, afronta a família etc. Enfim onde já se viu aprontarem tal ato na frente da casa dos outros, onde crianças e outros inocentes poderiam testemunhar o ato libidinoso de conjunção carnal ali exposto para quem pudesse ver. Nem precisava ver, se fosse cego, poderia só ouvir os gemidos e gritinhos das pessoas envolvidas no coito.

Antigamente as pessoas de bem tinham o dever de zelar pelo bem da família e da sociedade na medida do possível Isso era chamado bons costumes. Aceitar um ato sexual em local público não era romantizado, salvo se fosse numa praia deserta longe da vista alheia, mas testemunhar uma relação sexual às vistas nos demais locais públicos de braços cruzados era considerado até pecado.

Mas e hoje? Onde é feito isso? Onde a família assiste isso e nada faz ou faz vista grossa? Sim senhoras e senhores de bem: Nas novelas! Principalmente nas novelinhas tão ‘conscientes socialmente”da Rede Globo que coloca também no mesmo pacote o BBB. É a TV em geral – não apenas a Rede Globo – que está trazendo tudo isso para dentro da sala dos brasileiros e infelizmente ninguém fica aterrorizado com isso como antigamente, mesmo assistindo a isso vez ou outra, e aliás do sofá da sua residência, não fazem anda além de reclamar. Assim sendo, desliguem a TV e façam jus aos seus argumentos nunca mais dando audiência para programas desse tipo da emissora!

Antes se chamava a policia para acabar com tais atos. Hoje não, tais atos vão para dentro da casa das pessoas com takes, closes, e áudio-visual apelativo capaz até mesmo de erotizar homossexualmente uma velha diabética frígida e ainda virgem com sessenta ou setenta anos nas costas. Será que dentro das salas dos brasileiros está tudo liberado? Será que a maioria das famílias brasileiras se tornou ou se tronará em breve com a família do contínuo de Sete Gatinhos? Muitas famílias estão expostas a isso, incluindo os filhos menores ou não, estão ali em frente à TV sendo teleguiados e catequizados na moral e costumes da Rede Globo.  Quando achávamos ruim que se fizesse isso em locais públicos aquilo que chamávamos até de pecado contra a castidade, adultério e fornicação veio via TV para dentro dos lares e trouxe o pecado para dentro da sua sala de estar sorrateiramente sem que se dessem conta.

Isso não pode ser culpa tão somente da emissora ou culpa do demônio. É também das pessoas que ainda fazem vista grossa para isso, seja fazer isso, ou melhor dizendo “aquilo”; seja em locais públicos, ou dentro da casa dos brasileiros pela TV. Tudo se tornou normal e banal, aceitável, pois se passa na TV está tudo ok, deve ser bom e legal e deve ser seguido…
Não que eu seja santo, mas parem e pensem ao menos uma vez na vida, quantas coisas na sua vida foi formatada ideologicamente, não por livros, nem por pessoas altamente preparadas com formação de nível intelectual elevado, mas sim pela TV brasileira e sua carga de desonestidades intelectuais e morais? Se a resposta for positiva, parabéns: Você é um teleguiado! Seu slogan deve ser: Trepação na TV e você, tudo a ver!

Big Brother

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Ensaio para uma Ditadura!

Dilma Charuto

 

 

Vejam bem, eu posso ser surtado em muitas de minhas ações, palavras e opiniões, mas ao menos, eu não me dou ao despeito e desbunde de ser catequizado por novelas e redes sociais e ideologias políticas ou não políticas furadas, pró e contra isso e aquilo, como são os odiosos ateuzolas e fanáticos religiosos defensores do repertório de fanfarronices do Deputado Marcos Feliciano, petralhas, tucanalhas e demos do DEM e PMDB dentre tantos outros anômalos que ocupam o Legislativo e altas esferas do Executivo e Judiciário nacional.

 

Novelas – pra começo de conversa – é uma espécie de engenharia social que transforma nos últimos tempos idiotas em zumbis, até o ápice de estado vegetativo da moral que é o Big Brother Brasil. Redes sociais como o Facebook – ao menos no Brasil é assim – aqui as redes sociais são muito mais usadas para propagar o que essa geração palerma adere e reflete do que ser um veículo útil de formação de opinião e manifestação de livre pensamento.

 

Por estas e outras, é que projetos de lei como o MARCO ZERO da INTERNET e decisões judiciais que privilegiam deputados de serem, tanto patrocinadores como beneficiários da CENSURA usando todos os poderes da República como se fosse uma coisa sua é que torna o Brasil um país de tolos com efeitos notórios nas redes sociais e bem encenados em novelas como Avenida Brasil.

 

Tolos que elegem essa raça manufaturada por marketing falsificador de princípios e lesa pátria via má utilização dos cargos públicos e das verbas públicas, onde quem paga sempre a conta é o povo.

 

Dizer ante a isso que “erradicou” e que retirou a população da miséria é um jargão coringa falacioso, pois enquanto ainda se tem 3 MILHÕES de crianças fora da escola, e enquanto a educação nesse país é de baixa qualidade, não se poderá afirmar JAMAIS  que saímos da miséria. Afinal de contas, MISÉRIA também é algo que se liga ao caráter, personalidade e intelectualidade do ser humano de forma una, indivisível, ou seja, indelével.

 

Por isso meus caros leitores e leitoras, avancem onde não querem deixar que avancemos que é na MORAL SOCIAL; ou fiquem calados, amordaçados e de mãos amarradas com as próximas medidas desse governo que flerta com uma nova forma de ditadura e perpetuação no poder.

 

E TENHO DITO!

Lula: O filho do barril que mudou o Brasil

Todos estão carecas de saber. E uns ainda mais. Que este é um blog assumidamente contra a burrice que assola o país.

Não chega a ser um venerável FEBEAPA do Stanislaw Ponte Preta. E quem me dera se fosse! Todavia, segue essa mesma tendência de olhar o povão e ao invés chorar preferir rir.

Uma dos maiores motivos risíveis que acomete o Brasil nessas últimas décadas é a figura destrambelhada do Lula. Não é à toa que o jornalista Diogo Mainaridi chegou a escrever “Lula é minha anta”. O material sobre o indigesto e muitas vezes cômico Luizinho é um prato cheio para ironias e críticas das mais ácidas.

O deslumbramento com o poder da parte de Lula depois que passou a ser o todo poderoso do PT é de fato uma amostra que Lula só existe se estiver sob os holofotes, o que parece que o gentil povo brasileiro ainda não compreendeu. Naquele famigerado filme que concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro “Lula filho do Brasil” esse fato fica escancarado de vez.

O Luizinho seria um peão operário como outro qualquer, o qual até evitava participar das reuniões sindicais por julgá-las algo perigoso naquela época de repressão militar Na verdade, Lula preferia assistir novelas com dona Lindu e sua namoradinha. Até que um belo dia, por capricho do destino, Deus quis que Lula participasse duma greve que acabou mal e mudasse sua forma de ver as coisas. Tipo assim São Paulo cair do cavalo na estrada de Damasco e depois disso ficar convertido.

Daí por diante, o pacato e noveleiro Lula deixou de ser mais um mero torneiro que gostava duma cervejinha e bailinho nos finais de semana e passou a ser um destemido e ousado líder sindical paulatinamente. Seu carisma e seu jeitão de trato fácil o tornam num brilhante porta voz da classe de metalúrgicos do ABC. Até essa fase creio que podemos acreditar num Lula sensato e sem rabo preso com interesses escusos.

Entretanto quando lulo-petismo começou a surgir e ganhar órbitas estratosféricas na mídia, e a pelegocracia a ganhar impulso dentro dos escaninhos da política nacional, isso passou a mostrar claramente que Lula deixou de ser um peão qualquer e passou ser uma peça mais destacada no tabuleiro de jogadas pelo poder.

Hoje em dia o adoentado e desbarbado Lula ainda tenta contentar-se em dirigir o show dos bastidores. Já que ele não está acostumado a exercer esse papel. Ele precisa de plateia de bajuladores, da pompa do poder, ou não é o Lula que todos nós conhecemos.

Se Lula é o maior presidente do Brasil desde que Cabral avistou estas terras tropicais, devemos creditar ao lulismo a idealização do Plano Real, da Lei de Responsabilidade Fiscal, das privatizações e do superávit primário. Sendo que, foi ele também o criador do Bolsa-Escola e do PROER, o fundador do Mercosul e das metas de inflação. Aliás, foi ele quem deve ter descoberto o Brasil em 1500 e mediante duma obra do PAC começou a desenvolver um povo indígena explorado pela classe patronal cacique.

Duma coisa o podem estar certos: Depois que o barbudo do ABC chegou ao poder o povo pobre passou a comer. A História já se divide entre as eras AL e DL, isto é, Antes de Lula e Depois de Lula, ou melhor ainda se sintetiza em sua máxima: “Nunca antes na história deste país“.

Parece que lula inventou a forma de fazer política no país onde a sem-vergonhice e a cafajestagem ocorriam às ocultas,  e os governos pelo menos tentavam parecer honestos; depois dele e sua turma mensaleira, a coisa mudou definitivamente.

Agora todos podem entender por que ele resolveu registrar em cartório as obras fictícias do PAC.Ele inventou o complexo do PIB pequeno: “Meu PIB é maior do que o PIB dos outros”. Claro, nada disso teve nada a ver com o agronegócio, de que os lulistas e seus amigos do MST tanto gostam, ou dum empresariado polivalente que, mesmo com tantos estímulos à produção e diante duma carga tributária altíssima, insistem em produzir e abrir postos de emprego num país em que os impostos são tão bem aplicados a ponto do aumento desenfreado dos gastos e do déficit público.

Dizer que o país não melhorou só pode ser chilique da classe média paulista ou coisa de tucanalha escroto e maledicente que quer fazer FHC parecer uma grande coisa.

Para quem cresceu ouvindo falar que o FMI era um monstro, não aprendeu ainda uma coisa: O Brasil é “credor” do FMI desde 1944, quando o Fundo foi criado dando cotas de participação e, cada país dá a sua. Mas deixa pra lá, o importante é endeusar o Lula e sua trajetória sofrida da rapadura até a pinga.

O importante é acreditar e não mais apenas dizer que o Lula pegou a economia em frangalhos, com inflação fora de controle, endividamento acelerado e disse: É um pássaro? É um avião? É um limão. Não! Em absoluto. É Lula contando mais uma piada se achando o novo pai dos pobres depois de Vargas e o todo poderoso num país onde só pensam em balada de final de semana, cerveja, futebol e enredo de novela, como o Lula fazia antes de ficar esperto.

Aliás, aquela conversa de “fazer o melhor para os mais pobres e erradicar a pobreza e desigualdade” me recorda alguns regimes que prometiam o paraíso aqui na Terra, com o problema de que as pessoas tinham que passar pelo inferno antes. O pior é que a temporada no inferno costumava se prolongar indefinidamente e o paraíso nunca chega, mas sabe como é, né? As pessoas nunca estão satisfeitas.

Creio piamente que muitos de nós se contentariam com um governo não tivesse entronizado o assistencialismo e o coronelismo, ou roubasse menos, ou não mentisse tanto, ou não afagasse tanto ditadores como Fidel e Chávez como naquele lance:Coloca a Venezuela no lugar do Paraguai no Mercosul. Inventa que o Mensalão não existiu. Se não fizessem essas coisas já estaria de bom tamanho.

 

Mas tudo bem, já que disse que não basta dizer que com Lula, nós temos que crer que o povão melhorou de vida e está comprando mais e melhorando sua qualidade de vida – embora isso não signifique que esteja surgindo uma “nova classe média” – Devemos crer ainda que o Lula não pegou o bonde andando. E que não se arrependeu nem um pouquinho de ter sido contra as mesmas políticas de que ele se disse criador depois que chegou a presidência do sindicato, digo, república.

De tudo que os jornais, biografias e tietes do Filho do Barril escrevem devo concordar apenas com uma coisa: De fato, ele se beneficia de não ter adversários com coragem para o enfrentar.

Além de cara-de-pau, o sujeito tem muita sorte, pois não tem oposição. Foi só por isso que conseguiu emplacar a Dilma. Só por isso, também, ele merece meu total desprezo.

O mais curioso é que Lula, não existe de fato. Ele não passa de um mito, uma lenda, um boitatá do folclore esquerdista tupiniquim.

É por isso que estou condenado a falar de gente do mesmo naipe dele. Daqueles que vivem num mundo idealizado e criado por si mesmos. Onde tudo segue aquilo que é fruto de sua imaginação ou falta de bom senso e desonestidade mental. Quanto mais gente assim existe, menos existe a realidade verdadeira, e mais sou obrigado a denunciar a detestável impostura desse tipo de conduta ridicularizando que merece ser ridicularizado.

Lula o “Filho do Barril” definitivamente mudou o Brasil. Fez desta nação quase todos seus semelhantes ou, os seus semelhantes fizeram dele o maior ícone do que assola o Brasil: A estupidez humana e corrupção de valores.