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Rebanho de ovelhas negras no poder

Presidentes populistas e corruptos aliados e turistas admiradores da Revolução Cubana que visitam Havana ficam perplexos: Nenhum deles por mais bem informado que seja sabia ainda que prédios à beira da ruína são uma catástrofe real dos cartões postais de Cuba. O governo cubano assim como o governo venezuelano, brasileiro e argentino dentre outros da América Latina populista e corrupta sobrevivem de propaganda mentirosa dizendo que tudo está bem em seus respectivos países. A população analfabeta funcional e cerceada de informação com credibilidade acredita piamente nessa lorota.

Talvez com exceção de Nicolas Maduro, que é dotado de vidência e mantém diálogo permanente com pássaros, talvez ele seja um presidente plenamente informado da real situação do mundo socialista a sua volta e daquilo que o povo realmente pensa sobre sua figura. Já outros como Pepe Mujica que na última semana entregou Lula de bandeja para oposição num “ato falho” de delação, este pensa o seguinte sobre o regime de Maduro: “Creio que existe um interesse em ser preso na Venezuela. É uma técnica, é a forma de luta da oposição. Induzem o governo a ultrapassar o limite. Criam uma notável contradição internacional — e esses bobos entram”.

Mujica como ex-presidente uruguaio financiado pelo lobby internacional da legalização da maconha e como antigo guerrilheiro dos Tupamaros sempre solta esse tipo de declaração e depois volta atrás dizendo que nada disse ou que foi mal interpretado. Pepe Mujica também sobrevive de propaganda enganosa, pois ele como uma celebridade da politicagem internacional devido explorar seu modo de vida simples e posando de vovozão pacato e boa praça e pai das medidas pops na política sul americana e mundial engana muitos desavisados os quais desconhecem suas reais intenções e conluios nos bastidores.
Ainda nesse cenário de contradições eivadas de bom mocismo fajuto tivemos a visita de Lilian Tintori e Mitzy Capriles ao Brasil, ora não recepcionadas por Dilma Rousseff, que diz defender a liberdade e democracia acima de tudo. Essa conduta de Dilma e Mujica, como tantas de Lula, evidenciam com solar clareza a leviandade moral e multiplas facetas dos governantes desses países em avançado estágio de corrosão democrática, republicana, social e econômica à exemplo da grande mãe Cuba ou grande vovó Rússia.
Mesmo as eleições que deveriam ser um pressuposto da democracia e poder emanado do povo, hoje em dia são a fraude capital contra a própria liberdade democrática desses países, pois retiram da sociedade o direito sagrado de optar por mudanças de rumo na administração do país.

No Brasil as fortes acusações contra o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Dias Toffoli, que é um aliado direto do PT nesse esquema de corrupção eleitoral torna esse quadro mais claro. Em outros países cria-se cada vez mais mecanismos de limitação aos direitos da oposição popular, parlamentar e política como é caso da repressão à fogo defendida por Maduro contra manifestantes de rua e prisão de políticos como Antonio Ledezma e Leopoldo Lopez. Presidentes que se mantém no poder mediante fraudes depredam a democracia e sobrevivem criando oligarquias que gravitam ao seu redor, próximas ao poder e que recebem os espólios pagos pela população que é pilhada por seus governantes corruptos que se valem disso como plano de manutenção no poder.

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Na Venezuela a verborragia e indecência tanto de Hugo Chávez como de Nicolás Maduro subordinaram até mesmo o Poder Judiciário à plena vontade do Poder Executivo gerando assim maior grau de impunidade aos seus atos e ações de seus apoiadores. Retrato cuspido e escarrado disso são as falas de Tarek William Saab, o qual exerce o cargo de “defensor do povo” do governo Maduro, que é uma espécie de face política das milícias armadas do chavismo. Este “defensor do povo” esteve no Senado à convite do PT e PSOL, partidos que são franco admiradores de carteirinha chavismo caudilho e do séquito de pelegos irracionais que idolatram o defunto como santo nos dias atuais.

Seguindo esta mesma toada o governo Dilma Rousseff tenta cada vez mais aparelhar as altas cortes do judiciário brasileiro, à exemplo do que ocorre com a indicação do “companheiro” Luiz Edson Fachin para o STF. Essa estratégia sórdida e sagaz visa abolir na prática o sistema de separação de poderes e impetrar no cerne da Democracia a ditadura perpétua da opinião unilateral, geral e irrestrita nos poderes da República.
Quando presenciamos Pepe Mujica imputando aos oposicionistas as responsabilidades pelos encarceramentos deles mesmos, o que se sustenta é que a insidiosa propaganda contra a liberdade de expressão dos cidadãos chega num nível elevado seguindo algoritmos de sustentação da máfia política populista que se mantém no poder a todo custo. A gradativa destruição da independência dos magistrados brasileiros ainda ousa atacar a Operação Lava Jato, na qual o Juiz Sérgio Moro e procuradores federais não contaminados fazem um excelente trabalho desarticulando a quadrilha posta pelo PT no comando da Petrobras. Mesmo assim os pilares tanto do Poder Judiciário quanto da diplomacia brasileira já seguem a olhos vistos os princípios da fratura da democracia e suas instituições públicas à moda venezuelana visando calar a qualquer pessoa que levante a verdade sobre os fatos que acontecem nos bastidores do poder.

Maduro tal qual como Lula e Dilma reproduzem fielmente o arquétipo dos líderes do povo oprimido pela elite dominante, posam como detentores do poder áulico de compreender as necessidades da camada mais pobre da população e dizem lutar por eles com todas as armas. Sob o argumento clássico da divisão de classes que passa desapercebida ao interlocutor com baixa cognição dos fundamentos duma verdadeira República e Estado Democrático de Direito essa espécie predatória da democracia sobrevive devorando suas próprias presas.

Quando vemos Maduro, Mujica, Dilma e Lula discursando vemos populistas vendendo o marketing da divisão de classes e duma falsa aura de anjos da guarda do povo mais pobre. Na verdade, estamos diante de lobos em pele de cordeiro, ou seja, daqueles que agem como estelionatários que compactuam do mesmo credo ideológico de que os fins justificam os meios, como foi dito por Lula à Pepe Mujica no livro “Uma oveja negra al poder”. O ex-presidente uruguaio envergonhou seus camaradas ao tocar no assunto, mas expôs todo cinismo e veleidade satânica que impera em suas personalidades dúplices.

Como sabemos a lavagem cerebral operada pelos partidos de esquerda tornam seus militantes em fanáticos cegos que não enxergam nem entendem a verdade sobre fatos óbvios nem mesmo a um palmo diante do nariz. A subordinação aos princípios ideológicos e morais de suas lideranças amputa o livre exercício da racionalidade e moralidade de seus adeptos, e mais ainda dos ocupantes de cargos públicos, isto é, tornam todos quase sem exceção em “ovejas negras al poder”. Esse rebanho hostil à verdade é compilado no seio das camadas mais pobres e deseducadas da sociedade, nas universidades onde a juventude imatura se vende ao sonho socialista duma realidade da soberania da liberdade do mais fraco, vendem utopias como realidade e tornam o sonho de luta por melhores condições de vida num pesadelo de onde emana vingança contra os mais educados da oposição e contra aqueles em melhores condições sociais e econômicas dentro da mesma sociedade.

O alinhamento ideológico nefasto impetrado por Lula, Maduro e Mujica tem implicações políticas mui evidentes que saltam aos olhos quando analisamos a forma pela qual eles tratam opositores que estão nas ruas ou meramente declarando opinião em face seus governantes corruptos e populistas. Na América Latina, o populismo e demagogia exacerbada da propaganda, do discurso político recalcado e vicioso é a tradição na qual eles se baseiam para deturpar fatos e opiniões. Presidentes de parlamentos tais como José Sarney, Renan Calheiros e Eduardo Cunha se valem do mesmo expediente retórico macabro que ilude massas de manobra de seus currais eleitorais. Mesmo que neguem que prisões aos manifestantes sejam uma medida necessária em certos casos, como é a realidade na Venezuela, estes políticos populistas e demagogos aprisionam mentes despreparadas através da sua conversa fiada repetida à exaustão sobre um Estado forte que combate as mazelas da sociedade ombro a ombro com o povo mais pobre e carente buscando a justiça social plena.

Esse é o discurso fundamentalmente já verbalizado por Fidel Castro e Che durante a Revolução Cubana. Discursos hoje travestidos com técnicas de marketing político e publicidade enganosa para atender ao mesmo princípio: A tomada de assalto da sociedade e perpetuação no poder com aval duma parcela que aderiu ao assalto moral e intelectual que subiste. Tanto quanto os prédios da orla de Havana, o que vemos hoje é uma fachada desfigurada, a qual esconde a podridão interna das lideranças de esquerda da América Latina que tornam refém pessoas ludibriadas pela retórica maquiavélica.

O populismo é uma teoria ou uma realidade?

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O conceito de populismo sempre foi elástico e subjetivo. Contudo, em alguns momentos da história chegou a fazer sentido. No século passado, porém, não era usado apenas para caracterizar a forma de governar de políticos de esquerda como hoje. O caudilho, que por definição governa de forma populista, poderia ser partidário de qualquer ideologia.

Em resumo, caudilho seria um chefe político que governa acima dos partidos e que adota medidas populistas ou demagógicas que agradam aos governados independentemente de serem viáveis, o que, por essa teoria, no médio e no longo prazos terminariam por causar mais malefícios do que benefícios.

No Brasil, o “caudilho populista” mais famoso é Getúlio Vargas, ainda que outros políticos trabalhistas como Leonel Brizola tenham sido associados a essa pecha.

A história do populismo, no entanto, importa menos do que o uso contemporâneo desse conceito, tal como vem sendo empregado na América Latina e, mais precisamente, na América do Sul ao longo do século XXI, período em que líderes de esquerda ascenderam ao poder por toda a região e a revolucionaram econômica e socialmente.

O recém-falecido Hugo Chávez foi proclamado “caudilho” e “populista” por ter contrariado interesses econômicos dos Estados Unidos e de classe social na Venezuela – mesmo vendendo 40% da sua produção de petróleo para o Tio Sam, e mesmo tendo em vista que 95% das exportações venezuelanas correspondem a vender sua produção petrolífera – e com isto exportado um modelo de organização social e econômica para vários outros países da região, dos quais os governantes também foram rotulados como “populistas”.

O conceito contemporâneo de populismo, assim, tem servido para grupos de direita tentarem subverterem a imagem de governos que vem reduzindo a pobreza e distribuindo renda e que, por isso, tornaram-se extremamente populares. Ante a isso, para a direita latina o venezuelano Chávez foi populista, o brasileiro Lula é populista, o boliviano Evo Morales é populista, o equatoriano Rafael Correa é populista, e por aí vai…

A direita sempre tentou vender, sobretudo aos povos de “Terceiro Mundo”, a premissa de que para a vida de um povo melhorar ele precisa antes passar pelo inferno. Distribuir renda, reduzir a pobreza, gerar empregos suficientes para que a demanda por mão-de-obra aumente e, assim, os salários se valorizem, tudo isso seria negativo.

Acredite quem quiser.

Governante bom seria aquele que “planta” hoje para que o povo colha benefícios no futuro. E se essa premissa lhe soa familiar, não é à toa.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nunca foi chamado de populista porque seu governo dito “responsável” não trouxe benefícios imediatos – ou tardios. Por isso, você sempre lê ou escuta na mídia que FHC “plantou”.

FHC não é nem foi populista porque seu governo foi impopular – terminou seu segundo mandato com 85% de rejeição. E foi impopular porque ao fim de seus oito anos de governo a inflação, o desemprego e a dívida externa explodiram, o país não tinha crédito ou credibilidade no exterior, enfim, foi uma época em que a vida dos brasileiros piorou muito.

Eis por que todo reacionário, quando confrontado com a popularidade dos governantes latino-americanos mal chamados de “populistas”, vem com aquela história de que Hitler também era popular, como se impopularidade fosse sinônimo de qualidade de um governante.

Dia desses assisti ao filme A Dama de Ferro, com Meryl Streep no papel da ex-premiê britânica Margareth Tatcher. O que se nota é a verdadeira obsessão da direita pela impopularidade, que denotaria coragem de tomar medidas impopulares que, em tese, depois produziriam efeitos benfazejos – o que, como se sabe, nunca acontece.

Em resumo, é a velha história de primeiro fazer o bolo crescer para depois dividir. Contudo, como bem sabem os brasileiros, o bolo cresce, cresce e nunca é dividido coisa nenhuma.

Populismo, portanto, é um conceito que busca deturpar a popularidade de um político associando-a à demagogia, como se ser popular fosse indicativo de não ser bom governante quando é justamente o oposto, pois se quem governa é popular é porque seu governo está satisfazendo a população.

Por fim, uma péssima notícia para os devotos dessa teoria canhestra: após anos sendo governados por “populistas”, os povos da América Latina entenderam que não é preciso sofrer indefinidamente para que um dia – que nunca chega – atinjam o bem estar social.

O conceito populismo, hoje, só faz sentido para uns poucos reacionários endinheirados.

 

LUTO por Hugo Chávez!

Que el alma de El Comandante y minhaseñor Chávez arda en el infierno. Hasta no más El Comandante!

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Se embalsaram minhaseñor El Comandante Chávez quando Lula “o novo pai dos pobres” morrer irão fazer piramides para a múmia dele. Talvez o Fidel faça isso antes…mas vai saber…

 

LINK sensacional sobre el cuerpo embalsamado de El Comandante: http://www.elespectador.com/noticias/elmundo/articulo-409162-chavez-embalsamar-un-cuerpo-una-cosa-macabra