Arquivos do Blog

Tudo que você precisa saber para não ser um eleitor idiota do PT e PSDB

PT e PSDB são os irmãos Karamazov da política nacional. Nas últimas décadas, ambos os partidos travaram duelos apaixonados e transformaram o debate público brasileiro num imenso caldeirão, um Fla-Flu. De um lado os azuis, do outro os vermelhos. De um lado o tucano, do outro a estrela. De um lado o professor, do outro o operário.

O que poucas pessoas sabem é que há mais coisas em comum entre o Partido dos Trabalhadores e o Partido da Social Democracia Brasileira do que julga nossa vã filosofia. PT e PSDB nasceram no mesmo lugar, no coração da esquerda paulistana, com concepções políticas e econômicas muito parecidas, e com duas figuras históricas – Lula e Fernando Henrique Cardoso – que não teriam ascendido sem o outro. E tudo isso nunca foi negado por seus criadores. Pelo contrário.

“Nós estamos que nem dois jogadores de futebol, somos amigos, somos até irmãos e estamos jogando em times diferentes”, jádisse Lula sobre a relação entre os partidos.

“Nossas diferenças com o PT são muito mais em relação à disputa de poder do que sobre ideologia”, jáassumiu Fernando Henrique Cardoso.

De fato, é muito difícil desassociar a história de ambos. O sociólogo francês Alain Touraine, de esquerda, ex-professor e amigo pessoal de Fernando Henrique, chegou a afirmar que o futuro do Brasil seria a união dos partidos. Em 2004, Tourainedisse que os governos de FHC e Lula faziam parte de um mesmo projeto. E tal cenário é assumido por seu pupilo. Para FHC, há uma massa política atrasada no país e a polarização entre PT e PSDB serve para tirá-lo desse atraso.

“Os dois partidos que têm capacidade de liderança para mudar isso são o PT e o PSDB. Em aliança com outros partidos. No fundo, nós disputamos quem é que comanda o atraso”,disse.

Aqui, 10 coisas que você não sabia sobre a relação entre os dois partidos que mais pediram o seu voto nos últimos tempos.

1) LULA JÁ GARANTIU ELEIÇÃO PARA FERNANDO HENRIQUE CARDOSO. E LOGO NA ESTREIA DOS DOIS NA POLÍTICA PARTIDÁRIA.

456872_354276264631676_370978480_o

Foi em 1978.

Fernando Henrique Cardoso era o príncipe dos sociólogos, um membro ativo da comunidade acadêmica paulistana que havia deixado a universidade para abraçar a vida pública. Era sua estreia de gala, o candidato de esquerda na corrida ao Senado pelo maior estado do país, a nova aposta do MDB.

Lula era o sapo dos operários, um líder do movimento sindical que tinha “ojeriza” à política partidária. Convencido por alguns amigos, abriu uma exceção para a candidatura do sociólogo do Morumbi. Pediu em troca sua adesão às bandeiras econômicas dos sindicatos, prontamente atendidas. Tal qual FH, era sua primeira vez nas corridas eleitorais. E a meta era clara: somar o máximo de votos possíveis para Fernando Henrique Cardoso.

Como conta o próprio Lula:

“Acontece que em 78, primeiro ano das greves do ABC, o MDB estava lançando sua chapa de senadores. Algumas pessoas, alguns jornalistas cujos nomes não vou dizer, queriam que a gente apoiasse Cláudio Lembo, da Arena. Fui apresentado a Fernando Henrique Cardoso. Aí fomos para a campanha. Fui representar Fernando Henrique Cardoso em vários comícios.”

Lula levou FHC às portas de fábrica e rodou com ele pelo interior do estado. Era o príncipe e o sapo unidos em torno da criação do mesmo reino – a maior figura daquilo que viria a ser o PSDB com a maior figura daquilo que viria a ser o PT. Num palanque do MDB, com artistas e figuras ilustres da esquerda paulistana, o líder operário irritou-se com a festividade. Virou-se para Ulysses Guimarães e esbravejou:

“O trato é que iria pedir votos só para o Fernando Henrique Cardoso. Todomundo sabe que sou o principal cabo eleitoral do Fernando Henrique Cardoso. Agora querem que eu peça votos também pro Montoro. Eu não vou pedir. Se não me deixarem fazer o que eu quero, eu desço e levo o palanque todo comigo, e vamos fazer o comício em outro lugar.”

Era o início de tudo. Fernando Henrique acabaria eleito primeiro suplente do senador Franco Montoro e, quatro anos depois, quando Montoro virou governador, assumiu a vaga, dando princípio à carreira política que o levaria ao cume do poder nacional. Sem o apoio de Lula em seus primeiros passos, nada disso seria possível.

2) EDUARDO SUPLICY, LULA E FHC JÁ DIVIDIRAM UMA CASA DE PRAIA EM UBATUBA

1998-016382-_19980618

Na década de setenta, Fernando Henrique Cardoso tinha umacasa de praia em Picinguaba, Ubatuba, litoral norte de São Paulo. Em 1976, entre as indas e vindas de sua vida acadêmica dentro e fora do país, deixou o imóvel nas mãos de um amigo de longa data que conhecia desde os tempos de garoto – um sujeito chamado Eduardo Matarazzo Suplicy.

“Em 1976, aluguei uma casa em Paraty e fui conhecer Picinguaba. O Fernando Henrique Cardoso tinha uma casa lá, que acabou me emprestando por seis meses quando ele foi para a França. O filho da caseira me mostrou um terreno, onde acabei construindo minha casa, dois anos depois”, conta Suplicy.

Um ano depois, o fundador do PSDB abriria as portas para o fundador do PT e sua esposa – Lula e Marisa – passarem um final de semana no imóvel. Lula ficou extasiado com a paisagem. Só reclamou dos mosquitos.

3) LULA E FERNANDO HENRIQUE CARDOSO QUASE CRIARAM UM PARTIDO POLÍTICO

fernando henrique sion

No final da década de 1970, Fernando Henrique e Lula participaram de uma reunião no ABC paulista, com intelectuais e dirigentes sindicais, para discutir o que fazer diante da iminente redemocratização no país. Nesse espaço, discutiram a criação de um partido socialista. Mas a ideia não foi pra frente. Como conta o sociólogo Francisco Weffort, fundador do PT e posteriormente ministro do governo FHC:

“Apesar das muitas afinidades, prevaleceu a divergência. Daquele grupo, uns saíram para criar o PT e outros, anos depois, o PSDB.”

Segundo Eduardo Suplicy, que reuniu Lula e Fernando Henrique diversas vezes em sua casa para discutir o futuro do país e a possível criação de uma nova legenda, ela só não nasceu pelo conflito de liderança entre os dois:

“Cada um avaliava que seria o líder maior da organização que se formasse. Tinham dificuldade de aceitar a liderança um do outro, e ficava muito difícil para ambos ficar no mesmo partido”, conta.

Por muito pouco, PT e PSDB não se tornaram um único partido.

4) OS POLÍTICOS DE PT E PSDB SE CONFUNDEM COM A HISTÓRIA DA ESQUERDA BRASILEIRA

cms-image-000384035

A história dos principais caciques tucanos se confunde com a história dos principais caciques petistas. Juntos, ajudaram a construir a esquerda brasileira.

Fernando Henrique Cardoso sempre foi um estudioso do marxismo, por influência de Florestan Fernandes. Na década de 50, auxiliava a edição da revista “Fundamentos”, do Partido Comunista Brasileiro. Também integrava um grupo de estudos dedicado à leitura e discussão da obra O Capital, de Marx. Em 1981, ao lado de Eduardo Suplicy, ingressou numa lista da Polícia Federal. Era tratado como comunista pela ditadura.

O economista José Serra foi uma das principais lideranças estudantis de seu tempo, presidente da UNE e um dos fundadores da Ação Popular, grupo de esquerda que revelaria os petistas Plínio de Arruda Sampaio e Cristovam Buarque. Serra é amigo pessoal e conviveu por anos no exílio com a economista petista Maria da Conceição Tavares, uma das principais influências intelectuais do Partido dos Trabalhadores e referência particular de Dilma.

O tucano Aloysio Nunes, vice de Aécio Neves na última eleição, foi membro da Ação Libertadora Nacional (ALN), organização guerrilheira liderada por Carlos Marighella – era seu motorista e guarda-costa. Aloysio realizou inúmeros assaltos à mão armada em nome da revolução socialista.

Alberto Goldman, ex-governador tucano de São Paulo, teve uma educação marxista. Foi membro do clandestino PCB durante a ditadura.

José Aníbal, uma das figuras mais proeminentes do PSDB paulista, foi amigo de adolescência de Dilma Rousseff, com quem estudava matemática depois das aulas, e seu parceiro na Organização Revolucionária Marxista Política Operária, também conhecida como POLOP. Aníbal foi um dos fundadores do PT, antes de ser presidente do PSDB.

Juntos, eles fundariam os dois partidos políticos mais relevantes do país.

5) NAS ELEIÇÕES DE 1989, O PSDB APOIOU LULA CONTRA COLLOR

O recém formado PSDB, criado por dissidentes de esquerda do MDB, lançou o senador Mario Covas candidato à presidência em 1989. Covas alcançou pouco mais de 7 milhões de votos no primeiro turno e terminou a corrida na quarta colocação. O que pouca gente se lembra é que o PSDB apoiou Lula no segundo turno – o PMDB, de Ulysses Guimarães, tentou seguir o mesmo caminho, mas acabou rejeitado pelo Partido dos Trabalhadores. Os tucanos, por outro lado, foram acolhidos. Em almoço com oprefeito de Belo Horizonte eleito pelo PSDB, Pimenta da Veiga, Lula ouviu do tucano:

“Eu tenho também a alegria de saber que, pela primeira vez, aqui se reúnem representantes de todas as forças progressistas do país, nesta tarde, neste almoço. Eu estou certo que isso terá desdobramentos. E acho que deve ser assim, porque o Brasil deseja mudanças em profundidade. E só essas forças progressistas podem fazer essas mudanças.”

Lula perderia a eleição para Collor em poucas semanas.

6) “LULA, VENHA CONHECER A CASA ONDE VOCÊ UM DIA VAI MORAR”

Lula e FHC

Em 1993, o Brasil passou por um plebiscito sobre a forma e o sistema de governo do país. De um lado, o PT articulava a formação de uma Frente Presidencialista. De outro, o PSDB defendia a implementação do parlamentarismo. Numa conversa informal, Lula e FHC chegaram a conversar sobre um plano em que o operário se tornaria presidente e o sociólogo primeiro-ministro.

Em 1998, como revela numa conversa com o ex-senador petista Cristovam Buarque, FHC recebeu Lula no Palácio do Alvorada e arriscou uma nova previsão.

“Cristovam Buarque: Em novembro de 1998, acompanhei o Lula para visitá-lo. Quando o senhor abriu a porta do apartamento residencial no Alvorada, disse: “Lula, venha conhecer a casa onde você um dia vai morar”. Foi generosidade ou previsão?

Fernando Henrique Cardoso: Não creio que tenha sido uma previsão, mas sempre achei uma possibilidade. E também um gesto de simpatia. Eu disse ao Lula naquele dia: “Temos uma relação de amizade há tantos anos, não tem cabimento que o chefe do governo não possa falar com o chefe da oposição”. Era uma época muito difícil para o Brasil. Eu disse lá, não sei se você se lembra: “Algum dia nós podemos ter de estar juntos”. Eu pensava numa crise. E disse ao Lula: “Não quero nada de você. Só conversar. É para você ter realmente essa noção de que num país, você não pode alienar uma força”. Lula conversou comigo no dia da posse. E foi bonita aquela posse… Na hora de ir embora, o Lula levou a mim e a Ruth até o elevador. E aí ele grudou o rosto em mim, chorando. E disse: “Você deixa aqui um amigo”. Foi sincero, não é?”

Em 1999, Fernando Henrique relatou o quanto respeitava Lula.Numa conversa com Eduardo Suplicy, revelou que quando Lula aparecia na televisão falando mal dele, simplesmente desligava o aparelho.

“Fico triste, perco até o humor. Para vocês terem uma ideia do quanto eu gosto e admiro o Lula. Você sabe, Eduardo, o que eu fiz com Lula quando ele esteve comigo no Alvorada, mostrei a ele o meu quarto e disse: “Um dia isso aqui vai ser os seus aposentos”. A gente faz isso com adversário, nem com todos os amigos a gente faz isso. Pois eu mostrei a Lula as dependências da residência oficial em que moro. Mostrei o meu quarto.”

Em três anos, Lula viraria presidente. A profecia tucana se cumpriu.

7) FERNANDO HENRIQUE FEZ CAMPANHA SECRETA PARA LULA EM 2002

tumblr_l0s4h0xzKv1qb981eo1_1280

Nas eleições de 2002, FHC retaliou José Serra, candidato pelo PSDB à sucessão presidencial, por ataques feitos a Lula durante a campanha. Fernando Henrique disse também, em conversas reservadas, que foi um erro o ataque direto ao presidente do PT, o então deputado federal José Dirceu. Dirceu era o petista mais próximo de seu governo e a ordem era que se suspendesse imediatamente as críticas a ele. Seu puxão de orelha foi transmitido ao comando do marketing da campanha de Serra.

Com Lula eleito, FHC iniciou uma campanha secreta em sua defesa. A história é narrada no livro ”18 Dias — Quando Lula e FHC se uniram para conquistar o apoio de Bush”, escrito por Matias Spektor, doutor em relações internacionais pela Universidade de Oxford e colunista da Folha de São Paulo. Como conta Spektor:

“Lula despachou José Dirceu [que viria a ser o chefe de sua Casa Civil] para os Estados Unidos e acionou grupos de mídia e banqueiros brasileiros que tinham negócios com a família Bush. Disciplinou as mensagens de sua tropa e abriu um canal reservado com a embaixada americana em Brasília. Lula não fez isso sozinho. Operando junto a ele estava o presidente brasileiro em função – Fernando Henrique Cardoso. FHC enviou seu ministro-chefe da Casa Civil, Pedro Parente, em missão à Casa Branca para avalizar o futuro governo petista. O presidente também instruiu seu ministro da Fazenda, Pedro Malan, a construir uma mensagem comum junto ao homem forte de Lula, Antonio Palocci.

Eles fizeram uma dobradinha para dialogar com o Tesouro dos Estados Unidos, o Fundo Monetário Internacional e Wall Street. Fernando Henrique ainda orientou Rubens Barbosa, seu embaixador nos Estados Unidos, a prestar todo o apoio a Lula.”

Sem esse apoio, Lula certamente não conseguira a estabilidade internacional que teve. Não fosse FHC, sua história teria tomado outros rumos. E a do Brasil também.

8) O HOMEM FORTE DA ECONOMIA DO GOVERNO LULA ERA… UM TUCANO!

No início dos anos 2000, Henrique Meirelles deixou de lado uma vida bem sucedida como executivo do setor financeiro para candidatar-se a deputado federal por Goiás. Recebeu 183 mil votos e se tornou o deputado mais votado do estado. Seu partido era o PSDB. Com o sucesso eleitoral e o respeito do mercado financeiro, foi convidado por Lula para ser o primeiro presidente do Banco Central de seu governo, cargo que ocuparia por longos 7 anos. Meirelles ainda receberia as bençãos de FHC, antes de se desfiliar do PSDB e deixar o cargo que havia sido eleito. Lula telefonou para Fernando Henrique para avisar a escolha.

Em 2003, Marcos Lisboa, outro homem forte da economia do primeiro governo Lula, declarou que a equipe econômica do governo Fernando Henrique Cardoso merecia uma “estátua em praça pública” por ter promovido os acordos com os governos estaduais e municipais na negociação da dívida e também por ter criado a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Anos mais tarde, Fernando Henrique revelou comemorar as conquistas do governo Lula.

“Eu também comemoro a melhoria na distribuição de renda. A política dele é a minha”, disse.

9) FERNANDO HENRIQUE CARDOSO EVITOU OIMPEACHMENT DE LULA EM 2005

EX PRES LULA

Durante todo governo Lula, duas figuras construíram uma ponte entre o presidente operário e o ex-presidente sociólogo: os então ministros Antonio Palocci, da Fazenda, e Márcio Thomaz Bastos, da Justiça. Os encontros foram confirmados por ambos – Palocci confirmou que esteve pessoalmente com FHC “pelo menos cinco vezes”; Bastos disse ter conversado pessoalmente com o ex-presidente apenas uma vez, em junho de 2005, mas confirmou que os contatos por telefone eram muito frequentes. Lula sempre soube das conversas e, mais de uma vez, em momentos difíceis, sugeria a Palocci: “Vai conversar com Fernando Henrique”.

Em 2005, no auge do escândalo do Mensalão e com a pressão porimpeachmentLula orientou seus dois homens fortes para pedirem a FHC que aplacasse os ânimos da oposição. O tucano aceitou de prontidão. Na conversa com Thomaz Bastos, FHC concordou que um impeachment de Lula, à época uma ameaça real, “tornaria o país ingovernável”. Fernando Henrique dizia que não queria criar “uma cisão no Brasil”. Os tucanos acataram a ordem e a história do impeachment perdeu força.

10) NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS, PT E PSDB ESTAVAM COLIGADOS EM 999 DISPUTAS DE PREFEITURAS

19set2012---fachada-de-comite-politico-no-municipio-de-ilha-grande-no-piaui-1348081172140_956x500

PT e PSDB são tratados como antagonista no cenário político nacional, mas a verdade é que em pelo menos 999 cidades (o correspondente a 18% das 5.569 cidades brasileiras), os partidos fizeram parte da mesma coligação nas últimas eleições municipais. Só no estado de São Paulo, esse número foi de 54 municípios.

Em Schroeder, Santa Catarina, por exemplo, o prefeito eleito foi o tucano Osvaldo Jurck; seu vice foi o petista Moacir Zamboni. Em 149 casos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as chapas que contaram com o PT foram encabeçadas por candidatos a prefeito pelo PSDB.

Tudo como se fossem feitos um para o outro.

Anúncios

A multidão nas ruas x paradigma da velha política

Sejamos coerentes com a situação de momento:

Acabei de chegar em BH reduto de Aécio Neves vindo do Paraná reduto do Àlvaro Dias. Em ambos os lugares a repulsa pelos mesmos é manifesta e indica que eles assinaram o atestado de óbito desse partido conivente com PT. A máscara caiu e ninguém tolera mais lideranças políticas duas caras num Brasil que precisa das ruas para ser visto como oposição séria do governo instalado no poder. A casa do PSDB desabou antes mesmo da do PT ruir totalmente. Graças a esse episódio do Fachin e daquele recuo do pedido do impeachment na última semana hoje conhecemos o verdadeiro PSDB.

A aprovação da primeira MP do ajuste fiscal na semana passada afastou as condições de se iniciar um processo de impeachment contra Dilma Rousseff. A avaliação é de um dos principais líderes da oposição: o presidente do PPS, Roberto Freire.

Para o deputado, a votação da última quarta mostrou que o governo ainda consegue formar maioria na Câmara, mesmo à custa de cargos e promessas. Ele afirma que a crise econômica não chegou ao clímax e que a oposição precisa ser “realista” ao medir as forças no Congresso.

Segundo Roberto Freire: “O impeachment não é produto do desejo individual de ninguém. Ele ocorre quando o governo não tem mais condições políticas de continuar”, diz Freire, que exerce o sétimo mandato na Câmara e votou contra os cortes no abono salarial e no seguro-desemprego. E disse ainda: “Um presidente só cai quando o país se torna ingovernável. Quem derrubou o Collor não foram os caras-pintadas nem a oposição. Foi a classe dominante, que percebeu que a permanência dele no poder estava atrapalhando o país”, afirma.
A situação atual é diferente, diz o oposicionista, porque o mercado financeiro e o empresariado se uniram a favor do ajuste. “Quem tem seus interesses atendidos pelo governo não vai trabalhar para derrubá-lo.”
Há apenas duas semanas, os deputados do PSDB se diziam prontos para protocolar um pedido de impeachment. Freire recorre a uma metáfora do boxe para explicar como o vento mudou em Brasília. “O governo estava nas cordas, mas essa votação o colocou de volta no ringue.”

Aécio Neves, Tasso Jereissati e José Serra, assim como Marina Silva estão em Nova York para cumprirem agendas distintas. Uns foram como séquito de FHC a outra participa na Universidade de Nova York, de uma série de debates sobre o tema sustentabilidade, organizados pela Rainforest Alliance, que desenvolve em todo o mundo ações para a promoção da agricultura sustentável, silvicultura e turismo. A atividade antecede a entrega do prêmio 2015 Sustainable Standard-Setter Award, que será entregue na noite desta quarta-feira no Museu de História Natural de Nova York. Marina teve seu trabalho na militância socioambiental reconhecido pela entidade.

Quando os tucanos voltarem ao Brasil encontrarão tão somente espólios e resquícios de suas bases eleitorais ainda acreditando na farsa oposicionista tucana, mas verão muitos batendo em retirada convencidos duma vez por todas que o PSDB é uma das lâminas da tesoura da qual o PT é a outra cara metade.
Aécio Neves sobrevive enquanto pode em meio a esse cenário misto de populismo petista em face da demagogia tucana por outro lado. O momento zumbi do PSDB que parece seguir ordens do PT ora do PMDB é evidente. Semana após semana temos visto a bancada tucana ladrar e depois recuar como um pinscher assustado ante as circunstâncias.

Ocupar espaço na mídia e redes sociais se tornou tática predileta do marketing psdbista para proclamar o que todos já sabem sobre o PT, mas fazem isso sem aprofundar o pensamento em idéia alguma, muito menos em atitudes concretas coerente com o discurso de fachada de Aécio.

Fazem isso sempre de olho na nova e única verdadeira oposição: a população que se veste de verde amarelo e vai às ruas gritar pelo impeachment de Dilma Rousseff.
Aécio Neves está ficando opaco e repetitivo, tem sido muito volúvel e tem dito coisas que não se tornam realidade. Sua carreira política parece chegar ao ponto de inflexão que o coloca definitivamente no rol daqueles políticos que fomentaram apenas uma promessa vazia devido suas ações nunca corresponderem aos seus discursos emblemáticos.
Tancredo Neves, seu avô, fez o que Aécio quer repetir como seu sucessor político, mas falta-lhe empenho tanto quanto veracidade com o rompimento com a velha politicagem.
Aécio caminha para o ostracismo junto de Jair Bolsonaro, Paulinho da Força, José Agripino Maia e outros tantos da dita oposição, os quais serão escorraçados da vida pública em breve devido a mesmice sádica de sua oposição fraca, covarde e meramente retórica.
Diante disso, o PSDB afunda, e olha desde já para o comedido Geraldo Alckmin como tábua de salvação, pois sabem que no Sudeste e boa parte do Sul e Centro-Oeste quer se ver livre do PT a todo custo e o governador paulista é uma opção para estes redutos eleitorais mais válida que Aécio.
A sobrevivência política de Aécio está em xeque mate. Nem mesmo ele com os votos que o levaram ao segundo turno da última eleição consegue firmar novas propostas e visão de longo alcance para que as ruas endossem seu nome como o líder da oposição. Nesse caso, vemos as ruas bradar contra o PSDB pela farsa oposicionista, pela falta de retidão de Álvaro Dias, pela incoerência dos deputados que calam-se diante da recusa do núcleo duro tucano levar adiante o pedido de impeachment na Câmara.
José Serra, aquele governador e prefeito combalido por greves da Polícia Civil e política de gabinete louvado com bolinhas de papel higiênico da tal gente diferenciada, é reflexo, nada mais nada menos, do que um político oportunista de longa data.
É perante esses tucanos sorumbáticos que o governador de São Paulo Geraldo Alckmin ainda mantém sua aura de gestor responsável, de gestos comedidos e de experiência política consumada. Alckmin sabe muito bem que não se ganham eleições majoritárias com falas sem resultados práticos e efetivos, nem com bravatas pueris ou propaganda enganosa. Ao contrário, o famoso picolé-de-chuchu sabe por experiência própria com o eleitorado paulista, que o povão é arredio a factóides e a guinadas bruscas nos rumos administrativos e da economia.
Alckmin tem se portado com dignidade e correção de conduta: não alimenta seus inimigos com munição contra ele mesmo, não se deixa intimidar por palavras ofensivas de petistas e ainda faz elogios aos ex-petistas que abandonaram a nau corrupta do PT dizendo que estes são sóbrios e enxergam a realidade. Em São Paulo, o que se vê é Alckmin cumprir promessas de campanha e ser prestigiado por aquilo que ele faz e não por aquilo que fala ou dizem dele.

Aécio atualmente discursa para fãs, enquanto Alckmin mostra resultados práticos para pessoas que são desconfiadas de discursos e as convence com obras em andamento e uma política administrativa dura em cortes de gastos, que apesar do impacto são aceitas como uma medida responsável para manter o estado em andamento.

UFPR

Aécio entrou na fase do vale tudo idêntico ao de Lula que não engana a ninguém. Como pode alguém se dizer democrata quando é presidente dum partido que vê um de seus caciques apoiar abertamente com sangue nos olhos e faca nos dentes um apadrinhado político do PT evidentemente apoiador de grupos como MST e CUT e outras mazelas para o STF? Os eleitores do PSDB de São Paulo e Paraná e até mesmo em Minas Gerais assistiram a isso como um atentado aos seus votos na legenda tucana.
Nesse ponto, os eleitores de Marina Silva, admiradores da Rede Sustentabilidade, espalhados por todo o país, mas notadamente nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo colocam suas manguinhas de fora nesse momento para inventar novas propostas para atrair esses desiludidos com o PSBD.
Já o PSB que insuflou ao longo de 2013 e 2014 a candidatura do falecido líder pernambucano Eduardo Campos, o qual representava a dita terceira via na política brasileira começa a pensar em voltar a apoiar o PT por não ter mais liderança alguma para comandar o partido de forma eficaz. Além disso, pensam em dar um tiro no pé ao fundir-se com o PPS.
O eleitorado do Paraná e de Goiás, respectivamente de Beto Richa, Álvaro Dias e de Marconi Perillo, que foram os grandes responsáveis pela boa votação de Aécio nesses importantes estados, passam agora por desgastes de sua reputação política gerados por eles próprios. Isso mostra que o PSDB está fragmentado e numa situação de recorrer a alianças espúrias ao primeiro que acenar o chapéu à exemplo do PPS de Roberto Freire ou PSB do finado Campos.

Em 2018 certamente milhões de paranaenses e goianos votarão seguindo a guia de Dias e Perillo por serem fiéis aos contos da carochinha dos mesmos que se dizem opositores do PT, mas na verdade são mais como agentes duplos dentro do PSDB, o qual não faz nada a respeito, pois Aécio não lidera nada além de si próprio com ajuda de seus colaboradores de ocasião.

Resta assim para Aécio Neves algum contingente de votos dos mineiros que o idolatram e daqueles que se tornaram fãs dele durante as eleições de 2014, mas esses não formam maioria uma vez que são em muitos casos votos estratégicos contra o PT e nada mais do que isso.

Para alguém que ainda se acha dono de 51 milhões de votos reunir em todo o Brasil base eleitoral fiel se tornou uma mera ilusão. Os fatos comprovam isso: Segundo o Datafolha 83% dos que foram as ruas em protestos contra a corrupção e pedindo impeachment de Dilma Rousseff disseram que a Aécio não significa mais que isso – uma opção de momento para não reconduzirem o PT ao poder mais uma vez. Quem será a próxima opção do PSDB ainda não sabemos, mas que essa opção tende a sair derrotada nas próximas eleições é um horizonte bastante claro devido a militância cega do PT agir mais unificada em prol dos interesses do partido.

Para efeito de análise, na Argentina manifestações contra Cristina Kirchner ocorrem quinzenalmente, lotam com meio milhão pessoas a tradicional Avenida 9 de Julho em Buenos Aires. Esses manifestantes fazem muito barulho, mas assim como se congregam, se dispersam e a vida continua – Kirschner continua governando, enfrentando a alvoroçada mídia tradicional portenha, sofrendo duros golpes em sua combalida economia, mas continua de pé e, segundo consultorias de renome internacional, deverá eleger seu sucessor no próximo pleito presidencial.

No Brasil será que seria diferente? Manifestações na Avenida Paulista de São Paulo, na Atlântica do Rio de Janeiro, no Farol da Barra de Salvador, na Praça da Liberdade de Belo Horizonte e nas pontes coloniais do Recife antigo – será que todas elas juntas, na média de uma por mês (15/3/2015 – 12/4/2015 – 17/05/2015) e com números decaindo, será mesmo que isso será suficiente para derrubar um governo como o de Dilma Rousseff que detém o Estado amplamente aparelhado e corja política vendida ao seu lado nas votações do ajuste fiscal?

Reflitam sobre isso, pois o nosso sistema de representação política está falido e corroído pelo cupim da República que é a corrupção, coronelismo e alianças espúrias entre políticos. Não temos saída a não ser nos engajarmos mais profundamente numa luta contra um sistema que reforma política alguma solucionará. Nossa história política mostra que o povo unido não muda nada, mas sim a elite política e econômica são os que decidem os rumos de nossa história. Quebrar esse paradigma é a missão dos abnegados que vão às ruas, mas para isso eles precisam centrar suas vozes contra tudo e contra todos e passar esse país a limpo duma vez por todas.

Um pouco de história do Brasil para os militantes da esquerda

Hoje em dia a modinha de ser jovem ou velho militante de partido de esquerda é ser basicamente um cidadão desconhecedor da história recente de seu país na política. Muitos certamente são fruto da falta de estudos, sem acesso a informação e pessoas incapacitadas intelectualmente e moralmente de fazer uma reflexão honesta por si mesmos em face aos fatos concretos.

 

 

 

 

Dia após dia nas redes sociais encontramos pessoas desse naipe que sem ter nenhum conhecimento superficial sobre a história mundial e nacional da esquerda, socialismo e comunismo, se tornam uma amostra grátis da classe de ignorantes que aderem e servem cegamente ao discurso de falsa integração democrática da esquerda. Servem ao debate ideológico e de realidades sociais como massa de manobra do partido de esquerda ao qual são adeptos.

 

 

 

 

Muitos desconhecem a própria história nacional e quando conhecem um fato outro logo distorcem apenas para arregimentar argumentos em desfavor das ditas velhas e novas oligarquias ou elites dominantes e classes opressoras e burgueses de toda sorte com o mal enraizado no coração contra o povo pobre. O ranço e ódio presente nessa argumentação tolhida de reflexão é a primeira amostra da intolerância e ignorância da militância de esquerda que serve de office boy aos planos do Partido dos Trabalhadores.

Por outro lado, é bem verdade, que há também os abitolados alinhados com a dita grande direta nacional. Isto é, pessoas que seguem piamente caricaturas como Olavo de Carvalho, Jair Bolsonaro, Marcos Feliciano e tantos outros retrógrados que se assemelham com muitos integrantes da esquerda no serviço em desfavor da democracia regida por princípios de convivência social honesta e moderada no debate das questões políticas do país em busca de convergências concretas.  Quando os adeptos desses saem às ruas, mesmo que sejam uma minoria barulhenta, e começam a bradar pela intervenção militar, estes fazem um eco contrário as mudanças que necessitamos operar no Brasil.

Convido o leitor (a) a analisar inicialmente a era Lula nos seus dois mandatos, e para começar cito Mangabeira Unger que dizia: “Afirmo que o governo Lula é o mais corrupto da nossa história nacional”.

Quando vemos Marcos Valério, o maquinista do trem pagador do Mensalão, que temendo sua condenação pelo STF, exigiu empenho de Lula pela sua absolvição, sob pena de provar que tudo sabia e assistia. Num país sério e com leis seguidas à risca, isso já seria o suficiente para meter ambos na cadeia. Como sabemos a cadeia foi apenas para quem tinha menos blindagem e logo o grande autor do plano resta livre e hoje ainda intenta em retornar ao poder.

Enquanto Marcos Valério  amarga seus dias na penitenciária, Lula, sempre de braços abertos com a corrupção, até hoje se esquiva de dar explicações à nação, até mesmo quando o seu marqueteiro de campanha Duda Mendonça confessou que o PT, ao arrepio do Banco Central, depositou a seu favor, em conta no exterior R$ 10,5 milhões, por serviços prestados na campanha eleitoral de Lula.

Naquela época o Secretário Geral da ONU, Khofi Annan discursou numa cerimônia de abertura da 15ª Cúpula Ibero-Americana em Salamanca  em outubro de 2005 deixando Lula, presente no evento num a posição de xeque mate. Khofi Annan, exibindo Relatório de Transparência Internacional, sobre a corrupção brasileira, evidenciou do  relatório o seguinte fato: “Estima-se que o volume de corrupção no Brasil, atinja R$ 390 milhões por ano”. Infelizmente o Secretário Geral da ONU desconhecia naquela época Mensalão e Petrolão que elevam essa quantia para a cifra de bilhões.

No auge do Mensalão, o Senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) bradou o seguinte comento: “Estou dizendo aqui, na melhor das hipóteses, senhor Lula, o senhor é um idiota; na pior, o senhor é um corrupto. Para mim V. Exa. É o Ali-Babá”.  Ainda em  vida, o Senador Antônio Carlos Magalhães mencionou: “A grande verdade que esse é um governo de ladrões. Tem homens sérios? Tem. No PT tem homens de bem? Tem. Mas no PT e no governo tem ladrões capitaneados pelo presidente Lula”.

Agora prestem mais ainda a atenção caro leitor (a) como Lula engendrou o mais elevado roubo patriótico a favor do seu filhinho Lulinha: Lulinha em 2002 era funcionário do Jardim Botânico de São Paulo, com salário de R$ 600,00. Rapidamente foi transformado em laranja, pelo seu pai, e hoje, Lulinha é um dos maiores acionistas da FRIBOI e, pasmem, acaba de comprar um jato, pois dizem que possui fazendas em Rondônia e que seu rebanho ultrapassa a 100.000 cabeças. Como se não fosse muito o laranja vendeu à construtora Andrade Gutierrez, parte da empresa de videogames que foi à falência, recebendo pelo ato final, a bagatela de 10 milhões de reais.

Agora um pouco mais disso já no primeiro mandato da presidente Dilma: A coisa começou a cheirar mal em Brasília novamente quando o então Ministro da Casa Civil Antônio Palocci foi acusado de enriquecimento ilícito. Depois disso as peças de enriquecimento à margem da lei e escândalos de corrupção começou o seu efeito dominó: Alfredo Nascimento Ministro dos Transportes foi despedido por superfaturamento das obras, cobranças de propina e formação de quadrilha. Wagner Rossi, Ministro da Agricultura, foi acusado de cobrar propina de 2 milhões de reais numa licitação; já no Ministério do Turismo, de Marta Suplicy, a PF apurou desvio de 4 milhões de reais, prendendo 8 membros da quadrilha. Tudo isso começou no governo Lula e continuou no governo Dilma.

Brasil Corrupção

Agora, no dia 23/10/2014, o doleiro Alberto Youssef, caixa do esquema de corrupção na Petrobrás, revelou à Polícia Federal e ao Ministério Público, que Lula e Dilma Rousseff tinham conhecimento das tenebrosas transações na estatal. Mesmo assim, o PT adotando a corrupção como método de governo, não foi desconstruído nesta eleição presidencial.

Eu como cidadão que deve respeitar os eleitores da Dilma começo a achar que é bom que a madame Rousseff fique no poder. Afinal quem sofre mais mesmo é quem votou nela. Quem é trabalhador, honesto, decente, honrado e vive do próprio trabalho não precisa de certas criaturas nefastas para viver e lhe prestar favores e viver de militância paga seja nas redes sociais ou na coleta de assinaturas em prol de plebiscitos e constituintes exclusivas. Logicamente sei que  todos cidadãos de bem são afetados e também padecem com isso, mas por outro lado  no geral quem vota nestas criaturas denotam uma tendência a auto destruição.

Como já se nota, Lula está com medo de Dilma não conseguir administrar a tal “herança maldita” que ele mesmo falava ser herdeiro na época de seu governo. Só que agora, não há mais a quem culpar senão a própria Dilma por ter aplicado no seu primeiro mandato a economia de viés petista, destruindo assim lentamente com os pilares e fundamentos da agenda de estabilização do país no passado.  A herança maldita foram eles quem criaram e serão eles que terão que cuidar dela. Só lamento pela violência que pode assolar o país nos próximos tempos devido o discurso de ódio e chamamento às armas feitos pelo PT contra parte da população que não aceita mais os desmandos do Governo Federal ora reeleito. Porque ter uma presidente que diz que é preciso negociar com terroristas é assombroso, e ver que ela mesma no passado foi terrorista é ainda mais aterrador para quem conhece bem a história passada do nosso país.

Dilma no país das maravilhas… SQÑ

Esse post vai deixar muito luleiro e dilmeiro pseudo-socialista com a cara de bunda, assim como Nelson Motta deixou Juca Kfouri na ESPN quando perguntando se ele era de direita. Vamos aos fatos!

Logo no primeiro dia de abertura do mercado após o governo corrupto ter sido reeleito na figura da assombrosa Dilma Yousseff tudo poderia acontecer, mas nem tudo aconteceu. O que vimos nos movimentos de  mercado financeiro foi  Dilma agindo conforme o mercado quer e recebendo ordens quase psicografadas que quem ela queria matar durante a campanha eleitoral, isto é, Armínio Fraga e toda política econômica do PSDB que já retirou o Brasil da hiperinflação e resgatou a credibilidade do cenário econômico brasileiro no exterior.

Governo Federal passou os últimos dois anos escondendo o rombo das instituições financeiras estatais e manipulando dados estatísticos sobre avanço social no campo da educação e redução da pobreza como se fosse aprendiz de ditador norte-koreano.

Menos de uma semana depois do final da campanha eleitoral, o governo da presidente Dilma passou a fazer tudo aquilo que atribuíam como intenção perversa dos adversários do PSDB.

Ingressaram com o pé no acelerador no pacote de “medidas impopulares”  usando a  tão criticada elevação da taxa de juros  – que, segundo o PT nos debates da TV era o que tira a comida do prato dos mais pobres – e depois disso ainda  aumentaram o preço dos combustíveis, e ainda planejam uma série de ações a serem anunciadas para tapar o o sol com peneira do até então camuflado rombo gigantesco nas contas públicas em especial do Tesouro Nacional e outras instituições tais como INSS e bancos estatais que eram os alvos prediletos das pedaladas de Guido Mantega.

Diante disso, ficou claro quem falou a verdade e quem falou a mentira na última campanha eleitoral. Infelizmente tinham razão aqueles que afirmavam que o governo petista tinha colocado a nação em enormes dificuldades e malabarismos financeiros que só serão resolvidas com sacrifício de grande parte dos brasileiros, principalmente dos mais pobres. A irresponsabilidade do PT na condução da economia só não é vista por cegos e caolhos fanáticos pelo partido e devotos de assistencialismo que se tornou mais uma vez garantidor do voto de cabresto do que mecanismo de avanço social.

Depois de represar dados e índices durante a última semana de eleição antes do segundo turno agora tudo se torna oficial: O déficit nas contas públicas brasileiras chegou a R$ 15 bilhões em setembro, o pior resultado nos últimos vinte anos quando o cenário ainda era de hiperinflação. O endividamento do país subiu de 33,6% para 35,9% apenas em 2014 o que de fato contribuiu para o crescimento nulo neste exercício.

A constante deterioração das contas públicas veio com a expansão das despesas que cresceram até setembro 13,2%. Já as receitas se elevaram apenas 7,2%. Para resolver o descompasso, o Brasil precisará fazer o que Dilma diversas vezes negou que fosse necessário durante a sua campanha: um ajuste fiscal rigoroso para combater gastos excessivos e isso no final das contas gera menos investimento em saúde, educação, segurança e infra-estrutura devido o cenário anterior ser a herança maldita deixada de Dilma para ela mesma. Quando o presidente do PT diz que o Bolsa Família já cumpriu o seu papel e que os gastos desse programa devem ser extintos ou reduzidos isso se deve a ineficácia da política econômica do PT nos últimos anos.

Na mesma semana após ganhar as eleições, o governo aumentou a taxa de juros numa clara alegação da realidade  de que a inflação não estava sob o controle, ou seja,  a inflação que hoje na ponta do lápis é de 6,84% já está fora do chamado teto da meta há semanas. Dilma que em toda a campanha eleitoral disse que não iria elevar taxa de juros mentiu e mais uma vez foi pega na sua incompetência na gestão econômica e fiscal do Estado. Ante esse cenário, resta evidente que o PT levou o país em direção ao abismo financeiro apenas para vencer as eleições. Não tinham como prioridade o interesse da população, mas apenas a obsessão em se manter no poder à custa do rombo no erário e de esquemas de cargos, propinas e mesadas para sua base aliada repleta de saqueadores e ladrões de legendas de aluguel.

A notória campanha de infâmias feita pelo marqueteiro João Santana do PT, marcada por acusações pessoais seja contra Marina Silva, seja contra Aécio Neves, era apenas uma vertente de um projeto eleitoral que visa manter no poder quem dele se locupleta. Pelo jeito, não importa que o país ficasse quebrado e próximo da bancarrota. O que importava era ganhar a eleição, a qualquer custo, pois no final das contas que recebe a conta é o povo e não o seu presidente eleito.

Após eleita, Dilma aparentemente consciente de suas dificuldades de governabilidade devido a redução da sua bancada de apoio para o próximo ano, Dilma pediu “diálogo” a todos os setores da base política de sustentação e oposição. Ora, como dialogar com quem há poucos dias difamou e atacou injustamente e, pior, escondeu dos brasileiros a real situação do país? Melhor continuar do lado de fora da porta. Pessoas que agem dessa maneira não merecem conversa séria e credibilidade seja de quem for.

Com base nesse cenário caótico da economia nacional torna-se evidente que o nosso modelo de desenvolvimento está esgotado e precisa ser mudado. Nos últimos anos, o crescimento brasileiro baseou-se no crescimento da classe média e seu potencial de consumo interno, e deixou setores como exportação e construção de infra-estrutura estacionados, ou melhor, construíram até um porto, mas lá em Cuba, compraram refinarias, mas pagaram preços exorbitantes além do valor de mercado e estes contratos de compra com cláusulas sem sentido são alvo da CPI da Petrobrás.

Até pode-se dizer que a expansão do consumo de massas em si é muito benéfica em termos econômicos e sociais,mas fica restrito a um certo limite de tempo até onde a demanda e oferta podem suprir isso sem gerar desníveis inflacionários. O problema é que esse modelo de política econômica e social não pode ser a única base de crescimento do país e tem sido justamente esta a causa da recessão que agora atravessamos. Se um país só estimula o consumo e não estimula a produção, acaba acontecendo um desequilíbrio entre forte crescimento da procura por produtos e serviços e crescimento menor da oferta destes produtos e serviços. O resultado é menor crescimento econômico, pressão inflacionária e piora da balança comercial devido à forte aumento das importações. Foi exatamente o que aconteceu no Brasil nesse período do final da era Lula e primeiro mandato de Dilma.

DILMA PENSA

Os dados econômicos não mentem: Desde 2011 o crescimento econômico tem decepcionado ano após ano e neste ano não foi diferente. Há um ano e meio, a maioria dos analistas mais otimistas acreditava que o PIB poderia crescer pelo menos 1%  em 2014. A esta altura quase no final do ano de 2014, sabe-se que o crescimento será nulo. Na economia, o vexame tem sido pior do que foi na Copa. O Brasil está tomando de 7 a 0, neste ano em diversos setores da economia que estão parando aos poucos, como evidencia a atividade industrial. A inflação está em quase 7% e o crescimento do PIB será próximo de 0%.

Isso por si só demonstra que é inevitável que uma mudança do modelo de desenvolvimento econômico seja implantada em curto prazo, favorecendo a produção e investimento em infra-estrutura sem isso o país dá o primeiro passo para se esborrachar no abismo. A própria presidente Dilma já reconheceu a necessidade de mudança, porém sabe que ela não dá o braço a torcer e tem concepções econômicas que remontam ao passado tanto quanto a sua mania de dormir de sapatos e guardar grandes somas em dinheiro em sua residência como se estivesse sempre pronta para fugir.

Em termos mais práticos, mudança significa que nos próximos anos deve ser feita uma economia de criação de soluções e não oneração tributária e de taxas de juros. O  foco deve ser em reduzir a carga e simplificar a legislação tributária, reformar leis trabalhistas, ampliar o ambiente de negócios reduzindo burocracia e estimulando investimentos privados.  Alia-se a isso  o  aumento nos investimentos em infra-estrutura e melhoria da qualidade da educação. Para que tudo isso seja possível, o governo deveria cortar seus gastos para liberar recursos,mas isso aprece que o PT não quer fazer de forma alguma, então o corte será fundo no bolso do povo até sangrar…e pagar a conta do governo Dilma que será cobrada com juros e correção monetária, quiçá como na Argentina.

A vaca irá pro brejo!

Se os políticos respeitassem as leis e promovessem as mudanças que o povo pede já seria ótimo. Por outro lado apenas um cínico ou um mentiroso sem caráter audacioso pede conciliação entre o estuprador e a estuprada, seja esta uma mulher ou uma nação inteira.

Dilma Youssef, digo… Roussef  disse que vai promover a reforma política, a reforma tributária e quer unir a nação em torno desse debate. Vamos ver como o Congresso vai se comportar, pois a pauta do Legislativo está sendo sempre definida pelo Executivo e não pela sociedade através dos seus parlamentares. Nós temos um problema no Brasil: esquecemos que a maior parte das decisões importantes vêm do Legislativo que ultimamente é conivente e comprado pelo Executivo.

Mas como sabemos de longa data o comportamento político não segue demanda popular alguma, segue a necessidade do governo em manter nos trilhos seu projeto de poder a todo custo. A base logo logo entra no vagão e segue junto.

Por outro lado, a reeleição de Dilma é contrária à vontade dum mecanismo social chamado bolso do cidadão, por isso se ela escorregar nas cascas de bananas que deixou a sua trajetória futura será de extermínio da classe média e fomento da pobreza e não o que ela diz para todos que é o inverso disso, isso com toda certeza acarretará para o fim do apoio irrestrito da massa que hoje a apóia, pois a verdade irá estar tão evidente que ninguém será capaz de dizer o contrário. Afinal o bolso vazio é a única realidade que o povo sem noção entende com mais clareza.

Por mais “democrática” que tenha sido essas eleições o povo pede a cabeça de quem mete a mão no seu bolso uma hora ou outra. E o PT fez muito isso e vai continuar fazendo através do preço de tudo, especialmente da gasolina e via tributação.
Asseguro-lhes que se Aécio Neves houvesse sido eleito também escreveria coisas parecidas apenas flexionando um leve otimismo no quesito avanço econômico lento e gradual e combate contra a corrupção do PT que estaria sem blindagem a partir de então. Nada mais do que isso.

Dilma pede uma “reconciliação nacional”, mas se dirige apenas a sua base aliada magoada com as patadas que Dilma paz e amor lhes deu durante esses anos de mandato. Os termômetros ideológicos no Brasil estão fervendo e debatendo sobre esquerda e direita volver e dando apoio até para golpes militares. Toda essa discussão é em vão, o que interessa agora são as próximas batalhas entre oposição e seus soldados que são 48% da população nas trincheiras das redes sociais e outros espaços públicos. A guerra começou com duas grandes batalhas, primeiro e segundo turno, mas a movimentação estratégica e munição contra a fortaleza de mentecaptos do PT coniventes com o roubo da República faz com que a cruzada ainda seja longa e certamente vitoriosa.

Aqueles que foram chamados de “raça ariana do sul do país” por Lula e seus asseclas, de coxinhas nas redes sociais, de elite branca paulista até pelos jornalistas da ESPN Brasil, de reacionários por tantos outros, sim temos também aqueles que foram taxados de escravizadores por milhares de insanos despersonalizados sem escolaridade e cultura; todos estes são cúmplices da corja do PT. Isto é, são parasitas bolsistas que recebem sem merecer o auxílio, militantes em ambientes virtuais pagos com grana do combustível precificado falsamente, são os prevaricadores das estatais, os incentivadores de invasão da propriedade alheia, os vagabundos empadinhas que são Lulas Jrs e toda sorte de parasitas que mamam nas tetas do governo.

Há ainda os ratos de procriação parlamentar que vendem-se como prostitutas em busca dum melhor cafetão, estes, estão e estarão com seus nomes cravados nas listas do rol de culpados da Ficha Suja muito em breve! Sim todos eles serão exterminados só depende da oposição ser implacável e combatente até limpar o cenário político dessa raça viciada em mamata, improbidades e desmandos…

Não é de hoje que o PT colocou o pomo da discórdia na mesa do brasileiro em diversos cantos do país. O que era para ser uma justa ajuda se tornou numa maldição e meio de manter na coleira um eleitorado sem condições de se livrar das garras de seus novos coronéis! E este pomo é vermelho, não o vermelho do partido apenas, mas o do sangue, com seu gosto acre e seu cheiro pútrido de infâmia. Esse é o gosto pútrido como do cadáver insepulto que se tornou boa parte da sociedade brasileira!

A cada necessidade Lula recorreu aos cofres da bastarda herança maldita, das contribuições da dita “elite branca e fascista do sul” assim os usava e de outro lado acusava e apunhalava pelas costas e seus votos foram se perdendo depois disso, pois com Dilma a coisa ficou mais às claras, ela era uma versão menos convincente no drama que Lula é mestre: O drama da enganação!

Repartiram uma nação em fragmentos e despatriaram nosso dinheiro em proveito próprio. O mal maior dos pecados do PT é manter pobres os que sempre foram pobres e empobrecer quem estava ganhando a vida sem precisar se vender ao sistema ganancioso do consumismo barato da linha branca. Hoje é possível geograficamente a secessão brasileira, pois uma vez que todos são estados dependentes da federação malditamente governada por ladrões e seus lacaios. Dependentes em maior ou menor grau, mas dependentes do latrocínio moral da cidadania do mais pobre e indefeso culturalmente.
E, meus amigos e meus inimigos, tudo isso a troco de que? Duma eleição? Não! Nisto tudo está uma grande farsa de bondade que esconde um projeto de poder, de perpetuação da espécie, de identificação perene que cega mentalidade já opaca de muitos com a ideia odiosa de que acabaram com a miséria sendo que na verdade produzem mais miséria! A pior de todas elas é vender-se a quem rouba e mente e mantém refém uma nação inteira para lhe sugar o dinheiro suado e dignidade própria!

Irmãos da pátria que não sucumbiram a essa farsa medonha, farsa que combaliu com ilusões incautos e parvos, vocês desejam independência ou morte? Não há radicalismo nisso! Não, não há! É tão grande e brutal a abjeção praticada pelo partido dos ladrões e seus correligionários que mesmo que comprovada a desgraça toda, não lhes suja sequer a sola dos sapatos, pois os tribunais não aplicam mais as leis criminais ainda vigentes no país e sim a vontade do patrão ladrão! Vocês eleitores que elegeram mais uma vez a corrupção estão presos com eles moralmente em todas as condenações e encarcerados com eles da mesma forma nas prisões, por menor que seja o tempo que permaneçam por lá! Afinal eles são seus heróis e ídolos!

Hoje, nesse momento posterior a mais uma eleição onde o mando fica a cargo do partido traidor da nação, a verdade ressoa no coração e mente daqueles que em nenhum momento foram comprados pela desordem moral e intelectual que se abateu sobre a nação! Lúcidos e indignados estes irão a luta sem cessar até fazer sangrar e morrer a corrupção que transformou a República num ninho de ratos!

Engana-se a presidenta ao pensar que ela é líder duma nação hoje em dia, nunca foi, e nunca será, ela é apenas mais uma peça da engrenagem de corrupção da quadrilha de estelionatários sociais que atende pelo nome de PT!  Portanto Dilma não peça conciliação, é hipocrisia isso, pois tu queres nosso sangue e miséria desde o começo! Recolha-se a sua insignificância e aguarde teu castigo, ele virá do povo que ajudou a te colocar nessa cadeira e daqueles que nunca que te quiseram nela!

E tenho dito!

Veja isso enquanto não há censura!

Bom, agora é tarde, fui até a banca comprar essa edição histórica da Veja motivado pela curiosidade atiçada pela militância do PSOL linha auxiliar de votos do PT que quis me censurar pelo fato de compartilhar a capa da revista na minha timeline do Facebook. Na timeline deles pode rolar todo tipo de abusos e discriminação social, sexual, política, mas na dos outros é pecado! Com certeza muitos deles irão ingressar aqui posando de vítimas do suposto preconceito que dizem ser vítimas. Então, deixem eles de beiço e choramingando e vamos aos fatos concretos que motivam esse post: A corrupção do PT e seus associados.

Como diria um famigerado advogado nosso conhecido: “O que está fora dos autos não existe.”  – Assim sendo vamos ao que de fato consta nos autos do processo da Operação Lava Jato que a Veja divulgou:

A revista Veja que chegou às bancas, nesta sexta-feira mesmo o PT tentando censurar e evitar que a edição de 24/10 chegasse as bancas via manobras judiciais. A revista divulga farta reportagem em que cita trechos do depoimento prestado pelo doleiro Alberto Youssef nos autos da Operação Lava Jato e de sua delação premiada, acordada entre a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.

Dentre as informações citadas pelo doleiro, há graves acusações de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a atual presidente da República e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT) tinham pleno conhecimento das irregularidades ocorridas na Petrobras, dentre as quais o desvio de recursos da empresa, o pagamento de propinas (que, segundo o delator, era feita a mando do Partido dos Trabalhadores para parlamentares de sua base aliada) e o superfaturamento de obras para viabilizar tais desvios.

Além disso, são mencionadas operações milionárias ilegais feitas a pedido do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o que revela a relação direta das operações criminosas investigadas com as ações do partido em benefício de seus maiores expoentes, Lula e Dilma Rousseff.

Conforme narrado pelo doleiro e de acordo com a reportagem divulgada, um dos fatos mais graves diz respeito ao contato de um dos coordenadores da campanha à reeleição da atual Presidente Dilma Rousseff com o doleiro Alberto Youssef, requerendo a repatriação de R$ 20 milhões que se encontravam em uma das contas do PT no exterior e que teria como destino a campanha presidencial do partido nessas eleições.

Ainda segundo Youssef, ele era o operador das contas correntes mantidas pelo PT no exterior, sendo o responsável por seu abastecimento — com parte de recursos desviados da Petrobras, por exemplo — e por sua operação. Ainda de acordo com a reportagem, tal operação não teria sido concluída por Youssef única e exclusivamente porque foi preso antes de concluir a operação.

Tais fatos são por si só graves e indicam, caso confirmados, o cometimento de diversos crimes pelos dirigentes do PT.

Lavagem de dinheiro (Lei nº 9.613/98, Art. 1º:  Ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal);

elessabiam

– Corrupção passiva (Código Penal, artigo 317);

– Corrupção ativa (Código Penal, artigo 333);

– Peculato (Código Penal, art. 312);

– Prevaricação (Código Penal, art. 319);

– Crimes contra a ordem econômica tipificados na Lei nº 8.137/90, decorrentes da ocultação de contas e valores no exterior.

Vale dizer que, ao se confirmar que todas as infrações narradas pelo doleiro ocorriam com o conhecimento do Lula e Dilma, há que se realizar um aprofundamento das investigações para verificar a sua participação nos ilícitos, seja como partícipes, co-autores ou beneficiários. Importante ressaltar que, de qualquer forma, há responsabilidade criminal a ser perquirida.

Por fim, é necessário apurar se a repatriação de recursos financeiros do exterior se concretizou, ainda que por meio de outro operador, pois, caso se confirme o ingresso de R$ 20 milhões de recursos ilegais em benefício da campanha de Dilma Rousseff, restará caracterizado o abuso de poder econômico nestas eleições. Além disso, a obtenção de recursos de procedência estrangeira por partido político poderá levar à extinção do Partido dos Trabalhadores.

Lula – O Satanás do povo brasileiro

Não sei qual critério tendencioso os institutos de pesquisa de opinião estão se valendo para apostar na vitória da Dilma com tanta certeza. Não nego com isso o fato dela ter cerca de cinqüenta por cento da população ao lado dela, em especial nas regiões Norte e Nordeste, apoiando a manutenção do coronelismo do Bolsa Família sem que haja crescimento do IDH e economia daquela região de forma satisfatória.

Os dados estatísticos corrompidos pelo PT sempre aponta para uma Dilma no país das maravilhas, quando o que atestamos na realidade é que por mais que o partido dela seja corrupto e ladrão isso em nada importa para quem vota nela. O PT manteve ao longo desses anos no poder a falsa imagem de que é o partido os pobres e humildes, sendo que também é por outro lado o partido que aninha debaixo de suas asas empresários e bancos e boa fatia da toda elite ricaça socialista socialite que cada vez fica mais rica…

Quem empobrece é a classe média que faz as classes mais abaixo terem a sensação de terem ingressado numa nova classe média que de fato inexiste na prática. O que existe é uma nova camada de contribuintes que tem seu dinheiro sugados por tributos de toda sorte e juros do mercado interno sem se darem conta disso.

Assim sendo, por mais que Dilma esteja hipoteticamente na frente segundo as pesquisas dos últimos dias, ainda assim, a militância petista continua espumando de raiva, e tendo Lula como cabo eleitoral do ódio contra Aécio e todo e qualquer cidadão que intente votar no tucano.

Isso demonstra uma nítida insegurança e medo típico de quem não está nada confiante com a manutenção das mamatas dos últimos tempos e já sendo alvo de investigações do Ministério Público sem ter mais para onde correr.

lula_duas_caras_xingamento

Muitos militantes petralhas da pior espécie passam seus dias nas redes sociais destilando todo seu ódio fomentado pelo grande pai Lula contra Deus e o mundo. Os militantes do norte e nordeste criticam a falta de água em São Paulo como se o governo do PSDB fosse o demônio, mas de nada reclamam sobre a paralisação da Transposição do Rio São Francisco, e nada mencionam sobre a permanente e constante migração de seus conterrâneos para São Paulo em busca de melhores oportunidades de emprego, salários e estudos.

Há rancor e ódio no eleitorado lulo-dilmista. Há uma expressão de cumplicidade com a corrupção do PT e vista grossa para toda e qualquer espécie de dados concretos e reais que apontem para o fracasso econômico desse governo.

Vemos artistas reacionários e falsos intelectuais apoiando Dilma e escrevendo poemas e textos em defesa de Dilma a gerentona do PAC. Muitos deles sem convicção moral alguma, a qual fica evidente em suas imagens em gravações de desmentidos e vídeos nos quais tecem elogios patéticos ao atual governo, pois sabem que se beneficiaram dele sem a menor dignidade. Entre um Carlos Vereza e um Chico Buarque de Holanda há um abismo moral e intelectual insuperável se analisarmos a verdade nua e crua da militância política de ambos.

Enquanto uns deixam transparecer que há estranhos motivos para  adesão ao lulopetismo, outros nem fingem bons motivos e vão logo de cara se engalfinhando contra tudo e contra todos que não estão do mesmo da linha vermelha.

A lógica lulopetista é irracional e fundada no ódio pelo que é divergente e isso sem dúvida é o primeiro passo largo para o totalitarismo despótico duma ditadura que abre os braços em face da nação querendo abraçá-la por um longo tempo. Lula cumpre seu papel nisso dia após dia, com mentiras, enganações e dividindo a população como bom pai da mentira.

Agora falta apenas a carta branca dessa parcela de apedeutas para ingressarmos em mais uma fase negra da história nacional, ou a oposição fortalecida prevalecerá lutando pela verdade centímetro por centímetro até vencer os vendidos ao poder que corrompem e destroem com o sentimento de pátria e unidade do povo.

É um estado despótico o que querem? Então avante PT!

Os militantes em prol da manutenção do PT no poder deveriam fazer duas coisas primordiais: A primeira é estudar história do Brasil e do mundo sem recorrer a livros tendenciosos e a segunda é compreender que o setor público e político brasileiro é um ninho de ratos controlados por ratoeiras com dinheiro.

O nosso estimado país se continuar nas garras do PT e de sua péssima administração econômica e idiotismo ideológico ingressará numa fase de incontrolável desgaste social, político e financeiro. A história das nações que ingressaram nos regimes despóticos, totalitaristas e ditatoriais é farta em apontar traços semelhantes. A começar pelo fanatismo partidário nazi-fascista, pela economia instável, pela grande massa de manobra demagoga inserindo na população antagonismos e uma vibração de desconfiança com seus próprios compatriotas.

Se Dilma vencer o pleito eleitoral, investidores irão vazar, empresas irão fechar as portas porque os impostos vão aumentar progressivamente e os empregos no setor público serão disputados no tapa, o PIB irá negativar e nossa produção será dizimada por falta de investimentos em infra-estrutura moderna, a pobreza irá se instalar, os ricos poderão ir embora para onde suas fortunas os puderem levar, só ficarão os pobres e o PT no Brasil, o qual falirá e se tornará um país de terceiro mundo novamente. O socialismo bolivariano nos fará uma Venezuela maior com direito a morte e perseguições aos adversários políticos. Esse blog irá se evaporar dos servidores de internet nacionais, pois não irá endeusar ou idolatrar os falso heróis do PT.

O PT é tal qual uma praga que grudou de vez nas tetas do governo e vai sugar elas até secar e corromper a sociedade a ser conivente com seus crimes de prevaricação e peculatos que nunca antes na história desse país serão tantos. A corrupção irá se instalar até mesmo nas camadas dissociadas da política devido ser esse o sistema de manutenção social vigente no país. Igrejas e pastores irão ser donos de muitas coisas, e depois irão perder tudo. Grandes empresas serão motivadas a ceder direitos e propriedades ao todo poderoso aparato estatal em nome da reformulação econômica. O caos nas cidades será intenso, com crises constantes no setor de abastecimento e segurança. Querem tropas de choque nas ruas? Elas serão algo corriqueiro. É só esperar!

A confusão política e administrativa que fez o PT crescer dentro dos bastidores do poder irá ficar também incontrolável e serão esses espaços onde os ratos se escondem que chacina política irá começar a fazer sangrar a democracia e república. O Estado despótico irá reinar e determinar valores, medidas e contribuições e todos serão obrigados a baixar a cabeça e seguir as ordens.

Quando tudo isso acontecer insidiosamente e muitos ainda estiverem cegos para essas situações creio que será a hora de dizer: Adeus pátria amada! Agora tu és puta de quem o povo pagou para lhe fuder!

A pupila do senhor marketeiro

Ontem no famigerado debate da BAND vimos Dilma entortar a boca e Aécio sempre esboçando um sorrisinho maroto como se dissesse: “Eu ainda tenho que rebater quantas mentiras mais uai?”

Logo no primeiro bloco Aécio jogou na cara da Dilma que o Plano Real foi o melhor programa social desse país. De fato há coerência em dizer isso de certa forma, pois sem o Plano Real como seriam destinadas as verbas para os programas de redistribuição de renda? Via tabelas de valores congelados artificialmente como era feito na década de 80? Quem saberia dizer com exatidão quem tem renda superior a x ou inferior a y com a inflação correndo o dinheiro de toda população diariamente?

zoação

Dilma parecia irritada e entortava a boca a todo momento e lançava um olhar de desdém para Aécio quando ele falava. Dilma chegou a agredir até mesmo o microfone revelando que a presidente-candidata ainda padece de cinismo incurável e não liga para quem ou o que está à sua frente.

aecio_neves_uai_we_can

Quando se falou sobre a origem do Bolsa-Família Dilma chegou ao ápice da insanidade eleitoral e da mentira barata: Disse que o programa “não tem nenhum parentesco com os programas sociais do governo tucano”, o que é a mentira mais demonstrável do universo, como este blog cansou de apontar tantas outras e como felizmente Aécio demonstrou na TV ontem. Segundo a Lei 10.836/04, citada pelo candidato tucano, o Bolsa-Família tem por finalidade unificar ações de transferência de renda como o Bolsa Escola, o Bolsa Alimentação e o Auxílio-Gás, todos estes criados durante o governo de FHC. Logo podemos dizer que os espermatozoides de FHC fecundaram no governo Lula e Dilma hoje não quer reconhecer o pai da criança.

dilmarou

Lula ao criar o programa Bolsa Família chamou Deus e o mundo para “sua criação” como se fossem contemplar algo originalmente concebido pela política social do PT, mas nem isso de fato aconteceu. O que ocorreu de fato foi o seguinte conforme as palavras do próprio Lula na ocasião: “Vou lembrar aqui o governador Marconi Perillo [do PSDB]. E faço aqui justiça: além de ser o estado que mais tem essa política de renda, foi o companheiro que, na primeira reunião que tivemos de governador, SUGERIU A IDEIA DA UNIFICAÇÃO DAS POLÍTICAS SOCIAIS DESSE PAÍS.” Apesar disso, Dilma insistiu na mentira no debate inteiro e, em entrevista após o fim, ainda chamou de “lenda” “fábula” “conto da carochinha” o crédito do PSDB na confecção desse programa. Eu até entendo ela dizer isso visto que a mesma vive no mundo da lua e apenas repete o que lhe é dito pelos seus marketeiros de plantão, fazendo uso duma concordância verbal digna de caipira que gosta de aparentar sabedoria que não possui.

dimamente

Como se não fosse o suficiente, Dilma mais falou de Minas Gerais do que do Brasil. Ela parecia mais uma candidata tarada por governar Minas do que por governar o Brasil. Entre uma gaguejada e outra e um xilique e outro nos intervalos em meio aos seus assessores e assistentes de marketing eleitoral Dilma continuou tentado demonstrar que Aécio foi um mau gestor público, que Aécio tem parente concursado ou voluntário trabalhando no governo mineiro é que isso é nepotismo dos mais triviais. Tentou provar o já arquivado caso do aeroporto de Cláudio que nem é dele, nem do tio-avô dele que brigava na justiça por um indenização cabível pelo terreno. Dilma só faltou insinuar com a cara lavada de maquiagem que o pó da FARC ou do CV era do Aécio sem provas e sem saber que na justiça em qualquer instância não consta mais nada sobre nada; a não ser a inocência de Aécio Neves.

dilmacu

Por sua vez Dilma não se conformava com nada, queria apenas mentir, mentir e mentir e lançar elucubrações falaciosas sobre todos os assuntos advindas dos seus orientadores de plantão… Parecia querer bater no Aécio como se ainda enxergasse Marina Silva em sua presença. No final do debate agradeceu: “Esse debate foi muito olhado” – com um tom que mais parecia duma mulher que já está no aviso prévio nutrindo falsas esperanças sobre o futuro crendo  piamente que a inflação deste ano ainda chegará dentro da meta assim como ela chegará ao segundo mandato.

 delma

Seita petralha próxima do martírio eleitoral

Enquanto Marina Silva fazia doce e ficava em cima do muro acenando para Aécio, Dilma Rousseff e seus militantes virtuais lulopetistas gastavam horas e horas a fio inventando mais e mais mentiras sobre o candidato tucano.

A começar pela bazófia no Horário Eleitoral no qual Dilma disse, no último sábado, que iria combater a corrupção, depois de, nada mais nada menos, 12 anos de poder do PT no comando da máquina pública e aparato da Policial Federal que segundo Romeu Tuma Jr serviu e muito aos interesses do PT nessa fase.

Dilma a fanfarrona se emaranha na disseminação de mentiras em campanha, enquanto isso a quadrilha petralha se locupleta fazendo miséria do dinheiro público por todos os recantos e obras, autarquias e empresas petrolíferas ou não da República.

Desfalcados de boas intenções e verdades em face do povo brasileiro o PT está chegando ao ápice de sua egolatria partidária sistemática ao ponto de tornar uma seita dogmática nos princípios de São Luis Inácio Judas Lula Iscariotes da Silva.

Até que então, Marina, em pleno domingo dia da padroeira do Brasil, reconheceu que apoiar Dilma e é pegar carona direto para o inferno e apoiar Aécio é tomar a cruz e seguir para a redenção dos pecados do PT nesses doze anos de desmandos e pecados capitais (capitais no sentido econômico)

Se a voz dos 58% que intencionam em votar em Aécio não é a voz de Deus nem a do povo vai saber. O que se sabe é que depois dessa pesquisa do instituto Sensus a militância está disposta a morrer como mártires em nome da seita luleira.

Portanto, está na hora de comprar uma vela preta e arrumar o caixão, pois o velório do PT parece certo, e a extrema unção pode vir dos próximos depoimentos dos operadores do Petrolão ou nos próximos debates na TV dos quais Dilma quer fugir deles como o diabo foge da cruz.

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos desse segundo turno, mas sem subir no salto alto, até porque tá caro comprar sapato de salto alto com essa inflação…

Índice