Arquivo mensal: setembro 2012

Hebe forever!

Hebe Camargo não era joio nem trigo, mas foi ceifada dessa vida. Uma pena…

Nos 83 seus anos de vida a velha Hebe era uma lição de vida para essas garotinhas apalermadas depressivas no sense vagabundas e repletas de celulites…

Hebe sem dúvida era mais original que Xuxa ou Eliana ou qualquer outra apresentadora de TV com o rostinho repuxado plásticas e maquiagens que escondem mulheres tenebrosas por dentro. Hebe tinha seu brilho, seu jeito sincero, não fazia pose de gente boa, sempre foi aquilo que foi sem subterfúgios.

Admiro isso nessa “gracinha” de pessoa!

Talvez o trio infernal esteja completo agora em algum recanto do céu o universo: Dercy Gonçalves, Nair Belo e Hebe Camargo…

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A conversão de Big John

É com gaudio que anúncio que Big John, o João Xavier, o suposto lendário deixou se intitular com tal alcunha e passou por um processo de conversão evanjeca sem precedentes na história da pseudo humanidade.

O “homem” agora pertence ao Nosso Senhor Jesus Cristo, e meses atrás num desatino de visão de Pedro Apóstolo ou Apóstolo Valdomiro é que o motoqueiro se converteu e fundou de quebra a chamada  Frente Revolucionária Cristã em pleno facebook intentando mandar de vez para o inferno o macaco do mal Roger D’André e com isso moralizar a comunidade na qual se tornou súdito do Leonardo Levi que por anos foi discípulo de Big John o lendário num de seus reinados de terror e mão de ferro.

Vale comentar que aprendeu valiosas lições com o antigo mestre e superou o mesmo na direção de casas foristas. Não só se livrou do macaco, mas de quebra “lindalvou-se” colocando no comando do grupo uma fiel puxa-saco.

Peripécias levianas a parte, é de Big John ex lendário e atual convertido de alguma denominação crente retangular, quadrangular ou triangular se batizou e castrou seus pecados pela raiz que este post homenageia.

 

Big John não era joio nem trigo, mas foi ceifado do “mundo mundano” como erva daninha que agora está no canteiro do Senhor. Excomungou até seu gatinho de estimação, pois passou a crer que gatos tem parte como o tinhoso e ainda lançou fora o linguajar insolente que o caracterizava e passou a recitar salmos de vitória para louvar seus passos no caminho da luz.

Depois de anos de trevas vagando pela internet proliferando toda sorte de falácias alcoviteiras e maledicentes contra minha pessoa, Big John depois de um vasto exame de consciência veio me pedir perdão.

Fez isso com a cara na chão, trêmulo e esbabacado dando testemunhos que levou uma vida frívola e servil aos pecados da gula e ira dentre outros dos capitais, exceto o da luxúria devido sua disfunção erétil.

Agora Big John é um novo ser, um pregador da boa nova e que daqui pra frente só pensa em ser arrebatado aos céus porque fulminado nos debates já foi faz muito tempo…

O camarada Russomano

No extinto e “Aqui e Agora” Celso Russomano era um repórter meia sola clássico. Depois de anos defendo as causas consumistas e arrotando falso moralismo e nenhum projeto político parece que a glória de Russomano se aproxima de seu ápice! Se tornar prefeito da cidade de São Paulo! Eliminando de quebra José Serra e Fernando Haddad do pleito com dois corpos de folga como se fosse um páreo do jockey club.

Segundo o meu desafeto Hanger Bartholomeu fiel praticante e adepto da política aeciana da classe mais abastada o Russomano é o representante ideal para uma população de emergentes endividados nas Casas Bahia oriundos do nordeste brasileiro que habitam na paulicéia desvairada.

Todavia, há coisa de um mês, ao sair dum Shopping Center luxuoso lá estava o camarada Russomano em passeata com seu séquito de mobrais acenando para o povo como Maluf já fizera tantas outras vezes por si mesmo e pelo finado Celso Pitta.

Foi uma cena atroz, dessas que doem no fígado mesmo. O sujeito caminhava em meio à multidão como um Messias dos pobres em meio a um cenário farisaico de ostentação de capital e consumismo em plena Higienópolis ou Cidade Jardim não me lembro o lugar ao certo, mas lá estava o camarada Russomano, sem lenço sem documento e sem projeto político e seguido pela multidão que o aclamava como salvador dos mendigos, donas de casa noveleiras e emergentes insolventes.

Era domingo, e eu tinha ido comprar um presente para uma das minhas amantes no tal shopping, e se eu tinha algum tesão e planos para uma noite sexualmente acalorada; aquela cena me fez broxar e passou a ser um trauma que nem Contardo Caligaris ou Flávio Gikovate há me retirar da mente.

Dou de cara com aquela manifestação eleitoral mais sórdida e escrota em pleno centro de consumo e anestesia dessa realidade marrom brasileira. Se Eike Batista ali estivesse ele mesmo teria surtado de vergonha daquilo e fugiria dali e nunca mais botaria os pés em São Paulo dada a situação traumatizante acima descrita: Ver Russomano aclamado pelo povão com seu futuro prefeito, mesmo sem projeto político.

Pasmem, mas até Luis Inácio tinha um projeto de governo e para uma nação! E Russomano tem o que além do apelo demagogo e o povo incauto ao seu lado?

O futuro nos dirá através das urnas eletrônicas que biparão os números da legenda dessa lenda urbana Celso Russomano o novo pai dos pobres…

A dieta bege

Hoje conversando com o bom baiano Leonardo Vaz sobre a péssima tendência atual da alimentação do brasileiro foi citado dois problemas primordiais:

– Falta de tempo para comer um prato completo com todos os nutrientes e de forma saudável sem pressa, saboreando a comida.

Esse elemento pressa aliado a compromissos cotidianos fizeram proliferar os hábitos de um cafezinho ali, uma bolachinha e sanduichinho acolá, ou seja essas comidinhas rápidas que enchem o bucho, mas não sustentam devidamente, pelo contrário causam estragos e geram distúrbios metabólicos.

Isso nos leva ao segundo ponto:

– A dieta bege, em geral das crianças fascinadas por lanches e batatas fritas e salgadinhos de milho e refrigerantes. Todos conhecem o cardápio do pão com hambúrguer e queijo e quiçá uma salada agrotóxica e maionese aliada ao Milk shake e horas de Playstation depois dessa bomba calórica.

Não é a toa que os gordinhos de hoje serão os cardiopatas do futuro.

Reeducação alimentar seria a solução, mas reeducação alimentar não freia uma sociedade consumista de calorias desnecessárias em excesso. Afinal de contas não se tem em todos lugares uma venda de frutas e sucos naturais, a dita culinária natureba em larga escala.

Em grandes proporções vemos carrinhos de hot dog, lanchonetes e bandeijões de comida por kilo e vendedores de churrasquinho de gato vendendo carne mal passada e possivelmente contaminada por bilhões de bactérias a preços módicos.

Outra lebre levantada foi a “americanização do cardápio brasileiro”. Respondam-me: Bacon num virado a paulista é o que ora bolas do meu saco?

Daqui a pouco a dieta do Phelps estará inclusa na merenda escolar definitivamente e adeus arroz doce e sopa com vitaminas e leitinho, e welcome panquecas, waffles bacon e ovos e refrigerantes.

Outra nuance desse assunto é o famoso “arroz brilhante”. Sabe aquele arroz feito com excesso de óleo de soja que chega a estar lustroso no prato? O uso calamitoso de frituras na culinária habitual também deveria ser repensado, pois o que há de mal com os grelhados e assados?

Para finalizar diria que precisamos de reeducação física. Nessa sociedade cheia de i-pads, i-phones e notebooks e aplicativos e redes sociais e outras parafernalhas digitais a única forma de musculação tem sido a dos dedos e não a do resto do corpo.

Agora somos todos socialistas

A idéia de um Estado babá que dá tudo ao cidadão é algo que está tão impregnado na consciência democrática moderna que será muito difícil convencer o cidadão comum a andar pelas próprias pernas. Ou pelo próprio cérebro.

Nas eleições municipais, um estranho cacoete se repete em praticamente sobre todo discurso político-partidário, de norte a sul, de leste a oeste, enfim, contaminando todas as nomenclaturas políticas. Por mais que haja uma aparente oposição entre direita e esquerda, liberais, conservadores ou socialistas, contudo, essa divergência não reflete necessariamente diferenças ideológicas, mas tão somente distinções de interesses ou de grupos políticos personalizados. Assim, as nomenclaturas partidárias tornam-se apenas ficções vazias de algum grupelho ou cacique político. No Brasil, os partidos políticos nunca foram ideologicamente fortes. São expressões inócuas de meros jogos oligárquicos de interesses.

Entretanto, não se pode negar que na fraqueza de identidade partidária das disputas eleitorais, há uma estrutura de pensamento predominante, seja nos projetos, seja nos discursos políticos. É curioso, senão surpreendente, perceber que os esquemas mentais socialistas são hegemônicos em quase todas as propostas de governo expostas na programação eleitoral. Todavia, esse socialismo não se expressa numa estrutura ideológica coerente, e sim numa cultura: discursos e prática políticas que se manifestam inconscientemente, e transforma-se num vício retórico e em uma mania burocrática, que se casaram perfeitamente com o tradicional patrimonialismo da nossa sociedade.

De uma coisa não se pode negar: as ideologias revolucionárias e estatólatras reproduzidas em universidades e escolas do país criaram um consenso assustador, um imperativo categórico inquestionável e dogmático. O Estado adquire auras sacrais e culto idolátrico,é visto como onipotente. Se antes a crença era restrita a uma diminuta elite universitária ou a um círculo de fanáticos positivistas ou marxistas, agora a doutrina do governo total expande sua influência sobre todo o corpo social. Quem negará que os políticos brasileiros, criaturas demagógicas e boçais, formadas muitas vezes, embora indiretamente, por estes mesmos cânones academicistas, não gostaram da ideia?

Nas agendas dos candidatos a prefeito ou a vereadores, observamos discursos messiânicos: idéia de que são seres superiores, milagreiros, grandes pais estatais, prometendo os serviços mais detalhados e minuciosos para atender aos anseios ou carências materiais e emocionais do cidadão comum. Um deles promete mais creches para cuidar das crianças; outros, melhores colégios ou hospitais; ou então empréstimos subsidiados de bancos “populares”, cestas básicas e geração de emprego e renda. Ou mais, centros de lazer ou ocupação para os jovens. Em suma, um processo de burocratização da sociedade muito similar ao sistema sueco de “bem estar social” ou ao regime soviético.

O problema deste discurso é o seu irrealismo, sua inoperância, sua megalomania. Ou mais, sua sedutora ameaça à liberdade civil e política em nome de samaritanos propósitos. Se os políticos repetem essas fórmulas à exaustão é porque os eleitores, bestificados por um universo de doutrinação ideológica e confiança cega no Estado, são capazes de abandonar seus papeis sociais e direitos individuais mais elementares diante dos caprichos de uma burocracia administrativa e política salvadora.

Quando os políticos se propõem a criar mais creches ou expandir o sistema educacional, o cidadão médio nutre-se de um conforto espiritual apavorante, uma vez que abdica do papel de pai ou mãe de família, para dar ao Estado um poder que até então era individual. Na verdade, a idéia de um Estado babá que dá tudo ao cidadão é algo que está tão impregnado na consciência democrática moderna que será muito difícil convencer o cidadão comum a andar pelas próprias pernas. Ou pelo próprio cérebro.

O mesmo se aplica em relação à saúde pública. Alguém pensará numa assistência médica onde o Estado não detenha o controle? Por mais que haja pessoas morrendo em filas dos hospitais municipais e por mais que o atendimento seja precário, vergonhoso, ridículo até, o cidadão médio tem a ilusão de que deve ser paparicado como uma criança birrenta e egoísta. Ele não sabe cuidar de sua saúde. O Estado cuida.

Ainda me lembro da cena grotesca do Pronto Socorro Municipal de Belém, quando os médicos e enfermeiros grevistas colocaram um caixão simbólico na frente do hospital. Confesso que aquela cena tinha um ar macabro. Alguém poderia dar credibilidade a um hospital onde o símbolo maior é uma urna funerária? Melhor seria morrer em casa do que ver aquela imagem surrealista. É provável que muitos brasileiros realmente morram em casa e ainda paguem por este serviço falido. Mas isto não consta nas estatísticas do governo.

Alguém poderia objetar afirmando que os pobres precisam de atendimento médico e as crianças sem posses precisam de educação. O problema é que ninguém pergunta como e o que o Estado pode oferecer neste sentido.

Não se pode negar que muitos pobres não têm condições de pagar um serviço caro de saúde. Ou que muitos pais tampouco possuem recursos para oferecer uma instrução necessária a seus filhos. Contudo, será que alguém já se perguntou qual o preço da tamanha concentração de poder que o Estado exige para oferecer estes serviços? Quando os tolos falam da redenção da educação universal como uma panacéia pronta para os problemas da sociedade, será que perguntam que tipo de educação se oferecerá às crianças? Ou que tipo de tratamento médico será dado aos doentes?

Não seria mais lógico que a sociedade, de forma voluntária, fizesse sua parte realizando tudo o que espera do governo, ao invés de esperar dessa classe política corrupta e ávida por dinheiro? Alguém acredita que o Estado criará tantas creches ou tantas escolas ou tantos hospitais para atender todo mundo? Mas a que custo? A custo de pilhar e estatizar toda a sociedade?

Há aí uma viciosa falta de iniciativa da própria população em resolver seus problemas. Acostumada a esperar tudo do governo, só resta se sujeitar bovinamente a uma autoridade superior, que realiza, de cima para baixo, o que poderia ser feito de baixo para cima, ou seja, pelos próprios cidadãos.

Os pobres poderiam ser auxiliados sem a interferência direta do governo? A resposta é sim. Durante séculos foi assim. As famílias, através de associações, de Igrejas, se atendiam mutuamente sem a interferência governamental. A anomalia do Estado atual é que gerou a falsa idéia de que é titular absoluto uma educação formal, retirando de outros elementos ou instituições da sociedade, o poder de educar.

Ainda me lembro de uma situação particular. Comentava a uma senhora a seguinte questão: os cidadãos, ao invés de esperarem do governo para asfaltar sua rua, poderiam tomar a iniciativa por conta própria e, no máximo, descontar tais ações dos impostos. E eis que ouvi a seguinte resposta: “deixe o governo fazer”.

Isso demonstra que a expansão governamental na democracia estimula uma sociedade de cidadãos atomizados, desarticulados, cuja inércia é retrato de uma carência completa de vínculos institucionais solidários. Na verdade, o vínculo institucional, personificado tão somente no Estado, acaba por alienar os cidadãos de seus próprios interesses e de seus direitos. Porque no final das contas, é o Estado, a classe política, a burocracia que decidem, à revelia da sociedade, o que acham que é melhor para a sociedade.

Não pretendo aqui cair num ingênuo anarquismo. Seria difícil tirar o Estado de cena, sabendo-se que ele gerou um círculo de dependência material e psíquica na comunidade e esvaziou de espaço as demais instituições políticas tradicionais, como a Igreja, a associação civil leiga e a própria família. Contudo, é necessário repensar no poder abominável deste grande monstro filantrópico. O governo deve ser subsidiário, auxiliar da sociedade nos seus papéis tradicionais, não usurpar-los em causa própria. Ou melhor, a solução primaz é fortalecer o que elemento necessário da sociedade, como a Igreja, a família e a associação voluntária, e diminuir a esfera do Estado dentro da lógica limitadora de sua ação política. Quanto menor a influência do Estado, maior a facilidade de controlá-lo e fiscalizá-lo.

Lamentavelmente, a diminuição do poder estatal parece ser uma ilusão, uma luz apagada no discurso político atual. Qual político ou burocrata da atualidade, em sã consciência, quer perder esse poder? Qual político quer perder votos ou mesmo uma eleição, ao falar a verdade para o povo, a de que não há lanche gratuito? E como defender valores tão caros à sociedade, como a liberdade, quando esta sociedade, em sua maioria, está mais apegada a bens e confortos materiais do que tomar conta de si mesma? A própria classe intelectual e universitária, tal como uma casta sacerdotal deste viés político, com algumas exceções, deseja a consagração deste Estado divinizado.

A democracia está vivendo uma curiosa situação de escravidão voluntária, onde os cidadãos consentem na servidão de um déspota opressivo, embora pretensamente generoso. São as ovelhinhas obedientes de um mau pastor.

Nos anos 30 do século XX, em meio ao totalitarismo fascista e comunista, alguém afirmava, descrevendo o espírito de uma época, que “todos agora somos socialistas”. Alguém poderá hoje dizer algo diferente, no âmago de nossas pretensas democracias liberais?

fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/13445-agora-somos-todos-socialistas.html

Afoguem o PH Ganso!

O futebol brasileiro anda cada dia mais decadente e contundido de brios.

Fato indelével deixado pela era Parreira. Aquele futebol asqueroso praticado na Copa de 94 hoje em dia dá seus frutos mais horripilantes nos gramados nacionais.

Ver um Palmeiras afundado num time de mercenários ou um Flamengo tabela a abaixo ou um Fernandão dando bronca num time que ganha mais que cidades inteiras que recebem propina de Bolsa Família me causa náusea, mas é o tricolor paulista que me causou maior espanto ao contratar o moribundo e sorumbático PH Ganso…

PH Ganso é um morto vivo no mundo do futebol. Ele não passa duma nova espécie de Ronaldo Fenômeno que assola a mídia e joga meia dúzia de partidas seguidas quando está dopado por toneladas de analgésicos e revitalizado por macumba braba.

Juvenal Juvêncio aquele pinguço, deveria, aliás, deve ter feito um cursinho de administração de boleiros com o libanês sacripanta atleticano. Não tem outra explicação para a contratação do Ganso, que deveria ser afogado num time russo e jogar na Sibéria na segunda divisão da liga vermelha.

Desde daquele jogo dos sardinhas contra o Barça – que serviu apenas de prelúdio para o que vai acontecer com o time do Titetranqueiro de alcunha sórdida Timão – é que o PH Ganso morreu e nunca mais ressuscitou para o futebol.

Jaz no Refis do Morumbi à sombra do Neymar que mais parece um socó grasnador do que jogador o famigerado PH Ganso, nada mais nada menos que mais um na lagoa pronto para ser abatido por um quarto zagueiro cheio de ranço no coração e pregos nos pés ao invés de futebol fruto da herança maldita da era Parreira.