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Um pouco de história do Brasil para os militantes da esquerda

Hoje em dia a modinha de ser jovem ou velho militante de partido de esquerda é ser basicamente um cidadão desconhecedor da história recente de seu país na política. Muitos certamente são fruto da falta de estudos, sem acesso a informação e pessoas incapacitadas intelectualmente e moralmente de fazer uma reflexão honesta por si mesmos em face aos fatos concretos.

 

 

 

 

Dia após dia nas redes sociais encontramos pessoas desse naipe que sem ter nenhum conhecimento superficial sobre a história mundial e nacional da esquerda, socialismo e comunismo, se tornam uma amostra grátis da classe de ignorantes que aderem e servem cegamente ao discurso de falsa integração democrática da esquerda. Servem ao debate ideológico e de realidades sociais como massa de manobra do partido de esquerda ao qual são adeptos.

 

 

 

 

Muitos desconhecem a própria história nacional e quando conhecem um fato outro logo distorcem apenas para arregimentar argumentos em desfavor das ditas velhas e novas oligarquias ou elites dominantes e classes opressoras e burgueses de toda sorte com o mal enraizado no coração contra o povo pobre. O ranço e ódio presente nessa argumentação tolhida de reflexão é a primeira amostra da intolerância e ignorância da militância de esquerda que serve de office boy aos planos do Partido dos Trabalhadores.

Por outro lado, é bem verdade, que há também os abitolados alinhados com a dita grande direta nacional. Isto é, pessoas que seguem piamente caricaturas como Olavo de Carvalho, Jair Bolsonaro, Marcos Feliciano e tantos outros retrógrados que se assemelham com muitos integrantes da esquerda no serviço em desfavor da democracia regida por princípios de convivência social honesta e moderada no debate das questões políticas do país em busca de convergências concretas.  Quando os adeptos desses saem às ruas, mesmo que sejam uma minoria barulhenta, e começam a bradar pela intervenção militar, estes fazem um eco contrário as mudanças que necessitamos operar no Brasil.

Convido o leitor (a) a analisar inicialmente a era Lula nos seus dois mandatos, e para começar cito Mangabeira Unger que dizia: “Afirmo que o governo Lula é o mais corrupto da nossa história nacional”.

Quando vemos Marcos Valério, o maquinista do trem pagador do Mensalão, que temendo sua condenação pelo STF, exigiu empenho de Lula pela sua absolvição, sob pena de provar que tudo sabia e assistia. Num país sério e com leis seguidas à risca, isso já seria o suficiente para meter ambos na cadeia. Como sabemos a cadeia foi apenas para quem tinha menos blindagem e logo o grande autor do plano resta livre e hoje ainda intenta em retornar ao poder.

Enquanto Marcos Valério  amarga seus dias na penitenciária, Lula, sempre de braços abertos com a corrupção, até hoje se esquiva de dar explicações à nação, até mesmo quando o seu marqueteiro de campanha Duda Mendonça confessou que o PT, ao arrepio do Banco Central, depositou a seu favor, em conta no exterior R$ 10,5 milhões, por serviços prestados na campanha eleitoral de Lula.

Naquela época o Secretário Geral da ONU, Khofi Annan discursou numa cerimônia de abertura da 15ª Cúpula Ibero-Americana em Salamanca  em outubro de 2005 deixando Lula, presente no evento num a posição de xeque mate. Khofi Annan, exibindo Relatório de Transparência Internacional, sobre a corrupção brasileira, evidenciou do  relatório o seguinte fato: “Estima-se que o volume de corrupção no Brasil, atinja R$ 390 milhões por ano”. Infelizmente o Secretário Geral da ONU desconhecia naquela época Mensalão e Petrolão que elevam essa quantia para a cifra de bilhões.

No auge do Mensalão, o Senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) bradou o seguinte comento: “Estou dizendo aqui, na melhor das hipóteses, senhor Lula, o senhor é um idiota; na pior, o senhor é um corrupto. Para mim V. Exa. É o Ali-Babá”.  Ainda em  vida, o Senador Antônio Carlos Magalhães mencionou: “A grande verdade que esse é um governo de ladrões. Tem homens sérios? Tem. No PT tem homens de bem? Tem. Mas no PT e no governo tem ladrões capitaneados pelo presidente Lula”.

Agora prestem mais ainda a atenção caro leitor (a) como Lula engendrou o mais elevado roubo patriótico a favor do seu filhinho Lulinha: Lulinha em 2002 era funcionário do Jardim Botânico de São Paulo, com salário de R$ 600,00. Rapidamente foi transformado em laranja, pelo seu pai, e hoje, Lulinha é um dos maiores acionistas da FRIBOI e, pasmem, acaba de comprar um jato, pois dizem que possui fazendas em Rondônia e que seu rebanho ultrapassa a 100.000 cabeças. Como se não fosse muito o laranja vendeu à construtora Andrade Gutierrez, parte da empresa de videogames que foi à falência, recebendo pelo ato final, a bagatela de 10 milhões de reais.

Agora um pouco mais disso já no primeiro mandato da presidente Dilma: A coisa começou a cheirar mal em Brasília novamente quando o então Ministro da Casa Civil Antônio Palocci foi acusado de enriquecimento ilícito. Depois disso as peças de enriquecimento à margem da lei e escândalos de corrupção começou o seu efeito dominó: Alfredo Nascimento Ministro dos Transportes foi despedido por superfaturamento das obras, cobranças de propina e formação de quadrilha. Wagner Rossi, Ministro da Agricultura, foi acusado de cobrar propina de 2 milhões de reais numa licitação; já no Ministério do Turismo, de Marta Suplicy, a PF apurou desvio de 4 milhões de reais, prendendo 8 membros da quadrilha. Tudo isso começou no governo Lula e continuou no governo Dilma.

Brasil Corrupção

Agora, no dia 23/10/2014, o doleiro Alberto Youssef, caixa do esquema de corrupção na Petrobrás, revelou à Polícia Federal e ao Ministério Público, que Lula e Dilma Rousseff tinham conhecimento das tenebrosas transações na estatal. Mesmo assim, o PT adotando a corrupção como método de governo, não foi desconstruído nesta eleição presidencial.

Eu como cidadão que deve respeitar os eleitores da Dilma começo a achar que é bom que a madame Rousseff fique no poder. Afinal quem sofre mais mesmo é quem votou nela. Quem é trabalhador, honesto, decente, honrado e vive do próprio trabalho não precisa de certas criaturas nefastas para viver e lhe prestar favores e viver de militância paga seja nas redes sociais ou na coleta de assinaturas em prol de plebiscitos e constituintes exclusivas. Logicamente sei que  todos cidadãos de bem são afetados e também padecem com isso, mas por outro lado  no geral quem vota nestas criaturas denotam uma tendência a auto destruição.

Como já se nota, Lula está com medo de Dilma não conseguir administrar a tal “herança maldita” que ele mesmo falava ser herdeiro na época de seu governo. Só que agora, não há mais a quem culpar senão a própria Dilma por ter aplicado no seu primeiro mandato a economia de viés petista, destruindo assim lentamente com os pilares e fundamentos da agenda de estabilização do país no passado.  A herança maldita foram eles quem criaram e serão eles que terão que cuidar dela. Só lamento pela violência que pode assolar o país nos próximos tempos devido o discurso de ódio e chamamento às armas feitos pelo PT contra parte da população que não aceita mais os desmandos do Governo Federal ora reeleito. Porque ter uma presidente que diz que é preciso negociar com terroristas é assombroso, e ver que ela mesma no passado foi terrorista é ainda mais aterrador para quem conhece bem a história passada do nosso país.

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A contadora do turco

Para quem olha para Meire Poza aparentemente acha ela uma simples contadora inofensiva. Na realidade a ex-contadora de Alberto Youssef é uma caixa preta que já alegou em revista de grande circulação nacional que: “Eram malas e malas de dinheiro”

O depoimento da mesma na CPMI da Petrobrás espalhou o feijão podre até então oculto nas sacas da blindagem e jogou milho para que as galinhas dos ovos de ouro comecem a aparecer uma a uma revelando um verdadeiro esquema mafioso que supostamente leva até José Dirceu como cabeça do esquema do Petrolão.

José Dirceu teria articulado envios de malas de dinheiro através do seus assessor Breno Altman  para os demais tentáculos da operação.

No começo dessa semana em depoimentos  o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef – os dois delatores mais famosos do Brasil – começaram a detalhar um dos mais vastos, ricos e poderosos esquemas de corrupção já descobertos no país.

Nos últimos meses, as provas reunidas pelos investigadores da Operação Lava Jato fechava o cerco no rastreamento de quantias de valores movimentos pelos suspeitos e suas possíveis origens.  Com o foco das investigações se fechando foram se  revelando fortes indícios da existência de uma organização criminosa articula em diversos núcleos como no  caso do Mensalão. Isto significa que o epicentro de comando teria ligação íntima com os atuais patronos políticos da República.

Foram encontrados e apreendidos desde extratos bancários, anotações, e-mails, bem como investigados telefonemas interceptados, contas secretas em paraísos fiscais.. No presente momento  encaixam-se as peças que faltavam a este quebra cabeças. A partir da confissão dos dois principais operadores do esquema tudo passou a tomar uma linha clara de como funcionava o esquema.

Os depoimentos de Paulo Roberto e Alberto Youssef detalharam como funcionava o esquema e denunciaram a existência dum conluio com as maiores empreiteiras do Brasil. A acusação de comprarem diretores da Petrobras e de pagarem propinas aos partidos PT, PP e PMDB ficaram escancaradas nas confissões de Costa e Youssef.

Em seu depoimento Paulo Roberto mencionou que na raiz do esquema, está a mesma prática utilizada no Mensalão: O aparelhamento político da máquina pública é constante e gradual e visa entregar nas mãos dos partidos aliados controle e hegemonia de forma ilícita no comando da República. A Petrobrás ingressa nesse esquema como maior empresa do Brasil, portanto passa a ser assim o principal objeto do desejo dos movimentos escusos de políticos que acossam o Planalto.

Anteriormente antes do Mensalão chegar ao conhecimento público com todos os detalhes, Lula e o ex-ministro da Casa Civil responsável por articular alianças políticas José Dirceu relutavam em dar aos partidos o que eles tanto queriam dentro Petrobras. Paulo Roberto assumiu o cargo em 2004, por indicação do PP e com a bênção e aval do PT, mas apenas após muita pressão,pois para que Paulo Roberto Costa assumisse a cadeira de diretor, esses agentes políticos trancaram a pauta no Congresso durante 90 dias. Lula ficou acuado e teve de ceder segundo alegações de Alberto Youssef e de PRC que ainda disse:

“Na Petrobras, desde que me conheço como Petrobras, as diretorias e a presidência foram sempre por indicação política. Ninguém chega a general se não for indicado nas Forças Armadas. Então, as diretorias da Petrobras nos governos Sarney, Collor, Itamar, Fernando Henrique, quer seja nos governos do presidente Lula, foram sempre por indicação política. E fui indicado pelo PP para essa diretoria”, disse Paulo Roberto no depoimento. “Foi dito que o partido (PP) tinha interesses. É óbvio que nenhum partido indicou algum diretor só pela capacidade técnica dele.”

Segundo Paulo Roberto e Youssef, os verdadeiros chefes da organização criminosa eram os manda chuvas dos partidos – PT, PMDB e PP – que afiançavam as nomeações na Petrobras. Acima deles, apenas Palácio do Planalto de Lula sob controle do PT, que era de onde partiam as ordens para nomear os afilhados dos partidos.Segundo consta Paulo Roberto passou a operar com mais liberdade somente após o Mensalão, em 2005, à medida que a Petrobras se tornava a principal fonte de renda dos políticos.

A partir disso o conjunto de esquemas na Petrobras, que agora se convencionou chamar de Petrolão, é o ainda maior e mais amplo do que o Mensalão. Não é fato fortuito que o primeiro patrono de Paulo Roberto – o deputado e líder do PP José Janene, morto em 2010 – tenha participado tão decisivamente dos dois esquemas. Youssef também foi envolvido no Mensalão, como doleiro responsável por lavar dinheiro do operador Marcos Valério. Até o operador João Cláudio Genu, lugar-tenente de Janene e condenado no julgamento do Mensalão participou dos dois esquemas.

No segundo mandato de Lula, enquanto o MPF e STF trabalhavam no julgamento do Mensalão, parte dos acusados continuava a fazer miséria com dinheiro público. Haviam apenas mudado de praça. E estavam mais ricos e mais poderosos.

A prosperidade veio com o início da construção de refinarias, no segundo mandato de Lula. Havia anos a Petrobrás não investia na área e subitamente, resolveu construir muitas: Abreu e Lima, Comperj, Premium I, Premium II. Todas, obras orçadas em bilhões. Também comprou a infame refinaria de Pasadena no EUA, a qual segundo Paulo Roberto, foi nesse momento que as grandes empreiteiras se uniram, segundo ele num “cartel”, para fazer negócios na área de abastecimento – encarregada de tocar  essas obras; Conforme PRC esclarece:

 “Existia, claramente, isso foi dito pelos presidentes das companhias, de forma muito clara, que havia uma escolha de obras dentro da Petrobras e fora da Petrobras. Ocorreu de eu ter reuniões dentro da companhia, às vezes até reuniões com representante de grupo político, para a inclusão de empresas nas licitações”.

Ambos afirmam ainda que as propinas no caso das refinarias eram de 3% do valor do contrato:

“Me foi colocado pelas empresas e também pelo partido (PP) que, dessa média de 3%, o que fosse da Diretoria de Abastecimento, 1% seria repassado para o PP, e os 2% restantes ficariam para o PT dentro da diretoria que prestava esse serviço, que era a Diretoria de Serviços. Isso me foi dito com toda a clareza. A Diretoria Internacional tinha indicação do PMDB, então, havia recursos que eram repassados também para o PMDB”.

Segundo os dois delatores, o então diretor de Serviços, Renato Duque, indicado pelo PT e capitaneado pelo tesoureiro informal do partido, João Vaccari, era cúmplice no esquema. Youssef afirmou ter estado duas vezes com Vaccari para “tratar de Petrobras”. Disse, ainda, que cada partido tinha seus operadores e meios de repasse de dinheiro. Respeitavam-se os espaços, para não haver brigas, como a que expôs o Mensalão. Nas demais diretorias comandadas pelo PT, Paulo Roberto disse que a propina de 3% também era aplicada, mas o valor não era dividido com mais ninguém. Youssef ainda menciona: “Não operei em outra diretoria. Mas sei que existiam os mesmos moldes nas outras diretorias. Sei porque os próprios empreiteiros, operadores, eles falavam”.

No depoimento desta semana passada, Paulo Roberto contou que foi abordado no começo do ano por um candidato ao governo do Rio de Janeiro. Nesse depoimento, ele não mencionou o nome do candidato. Na delação que fez ao procurador-geral da República, contou que se tratava do então Senador Lindberg Farias do PT.

Dois lobistas que trabalhavam com Paulo Roberto confirmaram a proximidade dele com Lindberg: “O objetivo é que eu preparasse para ele um programa de energia e infraestrutura de maneira geral. E participei de umas três reuniões com esse candidato lá no Rio de Janeiro, assim como outras pessoas participaram. Foi listada uma série de empresas que poderiam contribuir para o cargo político a que ele estava concorrendo. Ele me contratou para fazer o programa de energia e infraestrutura do Rio de Janeiro. Listou uma série de empresas com que eu tinha contatos. Outras não. Hope, não conheço. Mendes Júnior, conheço. UTC, conheço. Constran, não. Engevix, conheço. Iesa, conheço. Toyo Setal, conheço. E foi solicitado que houvesse a possibilidade de as empresas participarem da campanha. E me foi dito pelo candidato.” Aos procuradores, Paulo Roberto afirmou ter pedido as contribuições de campanha, mas disse não saber se houve pagamentos.

No depoimento, Youssef confirmou que as reuniões para tratar da propina repassada a políticos e a outros agentes públicos eram registradas em atas. Desses encontros, disse Youssef ao magistrado Sérgio Moro, participavam ele, Paulo Roberto e Genu. Ele disse ainda, durante a audiência, que as reuniões eram feitas com as empreiteiras individualmente. Serviam para discutir valores, andamento das obras e, naturalmente, o pagamento da propina. Youssef afirmou que entregará esses documentos para ser anexados ao processo. Documentos estes que pode estar nas mãos de sua ex-contadora mediante cópias ou até mesmo originais.

A contadora Meire Poza admitiu ter guardado um contrato  – apreendido pela Polícia Federal em seu escritório – de um empréstimo de R$ 6 milhões entre a 2 S Participações LTDA, empresa de Marcos Valério, e a Expresso Nova Santo André, de Ronan Maria Pinto, mas disse desconhecer sua utilização por Enivaldo Quadrado.

Menciona a contadora: “Eu não tenho conhecimento de que tenha havido nenhum tipo de chantagem. Quando ele me pediu para que eu guardasse esse contrato, em momento algum falou para que ele tinha utilizado ou para quem ele tinha utilizado. Eu só soube do teor depois da publicação da revista Veja”.

Em depoimento à CPMI da Petrobras, ela disse que ficou encarregada de buscar R$15 mil durante três meses com uma pessoa ligada ao diretório nacional petista. Mas ela negou ter conhecimento de que Alberto Youssef operasse um esquema de lavagem de dinheiro com prefeituras do PT. Segundo ela disse:

Uma das coisas que eu deixei claro foi que eu não teria dito que o Beto tinha essa ascendência em prefeituras do PT. Então, voltando a isso, o Beto talvez, o Alberto Youssef, talvez esteja sendo dado a ele um poder, talvez, porque eu não sei, ele está em um processo de delação premiada, mas talvez um poder um pouco maior do que o que ele tenha”

Após a contadora Meire Poza negar ter conhecimento sobre suposto  desvio de R$ 6 milhões da Petrobras, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PE), criticou reportagem publicada pela revista Veja sobre o assunto e tentou eivar de suspostos equívocos a investigação da Operação Lava Jato.

Segundo a revista, o ex-sócio da corretora Bônus Banval Enivaldo Quadrado, condenado no julgamento do Mensalão, teria chantageado o PT para não fornecer detalhes da suposta operação que envolveria membros do partido. Mesmo sem a confirmação de Meire Poza, o deputado Rubens Bueno (PPS-PR) acredita que o contrato teria sido usado por Quadrado para chantagear o PT.

Enquanto isso, Youssef detém em seu poder 12 ou 13 atas manuscritas em papel no formato A4, sobre reuniões que ocorriam em escritórios, hotéis e restaurantes. Delas participavam políticos e executivos das empreiteiras envolvidas nas principais e mais caras contratações da estatal.

Com minúcia de detalhes, as atas ajudam a esclarecer como eram partilhados os contratos superfaturados e o caminho da propina. Uma dessas atas traz até o carimbo de uma das empresas investigadas no escândalo. Existem também anotações sobre os partidos beneficiados pelo desvio de recursos – PT, PP e PMDB.
O conjunto de provas de Youssef vai além das atas. Ele dispõe de uma série de notas fiscais, emitidas contra as empreiteiras participantes do esquema com anotações sobre o valor líquido – a propina – a dividir entre os operadores e os chefes de esquema de corrupção.

Além disso, ele garantiu aos investigadores acesso a aparelhos telefônicos ponto a ponto, usados somente entre duas pessoas, usados por integrantes do esquema. São pelo menos dez canais exclusivos de comunicação.

Outro personagem do escândalo de corrupção do Petrolão revelado por Meire Poza, é o jornalista petista Breno Altman é muito ligado a José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil do governo Lula condenado por chefiar a quadrilha do Mensalão. Altman inclusive acompanhou Dirceu à Polícia Federal, em São Paulo, quando o ex-ministro se entregou para cumprir sua pena de prisão na penitenciária da Papuda, em Brasília.

Segundo a ex-contadora do doleiro Breno Altman atuava como o “homem da mala”, entregando-lhe R$ 15 mil mensais, em espécie, para o pagamento de multa fixada pelo Supremo Tribunal Federal para o doleiro Enivaldo Quadrado, um dos condenados por integrar a quadrilha do mensalão. A oposição concluiu que esse fato é mais uma prova de que José Dirceu, chefe de Altman, comandava de fato a quadrilha do Mensalão no governo Lula – o maior escândalo de corrupção da História, antes, é claro, do Petrolão revelado pela Lava Jato, cujas dimensões parecem maiores e que ainda estão sendo apuradas pela Justiça.

CONTADORA DO DOLEIRO

Não sejamos estúpidos!

Olá caros reaças, coxinhas e petralhas sórdidos leitores desse blog irrefutável!

Vamos a mais um episódio do nosso diário eleitoral do segundo turno pró Aécio Neves tendo em vista uma primeira dama loira e uma economia que saia da cova ressuscitada pelo carequinha barbudinho e suas fraguices macro e micro econômicas que demoram a funcionar devido o processo gradual ser lento e degradê, mas quando funcionam dão melhores resultados do que as pedaladas inconsequentes do Mantega.

Essa é a minha aposta tendo em vista uma avaliação prévia da atuação de ambos no cenário econômico nacional em quadros de crises ou supostas crises internacionais que se arrastam como é o caso do Guidão; o qual anda muito de bicicleta e por isso pedala muito querendo dar volta na França e FMI, mas até hoje só passou a Grã-Bretanha e voltou para posição anterior.

Nas eleições presidenciais americanas de 1992 o então candidato à reeleição George Bush (pai) era o favorito. O discurso patriótico baseado no fim da Guerra Fria e no sucesso da Guerra do Golfo uniu o país em torno do presidente. Entretanto os gastos militares e o desequilíbrio fiscal estavam abalando a economia dos Estados Unidos, provocando desemprego e queda do consumo. Foi nesse ponto que a campanha do Partido Democrata atirou.

Sempre que questionados sobre o que se baseavam as propostas e o futuro governo Clinton, ele e seus correligionários diziam sem muitos rodeios: It’s the economy, stupid! Deu certo. Clinton foi eleito e reeleito, zerou o déficit público e fez o país crescer vigorosamente.

O slogan da campanha de Bill Clinton costuma ser utilizado muitas vezes como uma forma de explicar o sucesso ou o fracasso dos governos, independentemente de onde eles sejam. No Brasil há 40 anos, mesmo sem existir o tal slogan, a relação entre política e economia está diretamente interligada. É algo natural e inseparável, pois não só o mundo gira em torno do dinheiro como o próprio instinto do ser humano o leva à competição em busca de uma evolução social.
No início dos anos 70, auge do regime militar, a população apoiava o governo que chegou a fazer o país crescer 14% em um único ano. Era o milagre brasileiro de Delfim Neto. Com o choque do petróleo o mundo inteiro foi afetado e o Brasil, que crescia baseado na importação do produto, desacelerou. A inflação aumentou, os investimentos sumiram junto com o apoio popular.
Com uma economia em frangalhos, Figueiredo abriu o país e entregou o governo ao civil José Sarney em 1985. Sem legitimidade popular por ter sido eleito vice do falecido Tancredo Neves pelo Congresso Nacional, Sarney precisou construir a sua própria imagem. E assim o fez. Em 1986 criou o Plano Cruzado, um congelamento de preços acompanhado de uma nova moeda. A popularidade do civil que apoiava os militares foi à 80%. Só por alguns meses. Depois das eleições de 86, onde o seu partido PMDB elegeu mais de 20 governadores, a inflação virou hiperinflação e o povo que se dizia “fiscal do Sarney” desapareceu. Resultado: o maranhense entregou a faixa presidencial a Fernando Collor com uma aprovação pífia.
Collor, por sua vez, aplicou uma política econômica meio atabalhoada. Seu governo até conseguiu diminuir um pouco a inflação, mas era baseado numa política econômica recessiva ao cortar o consumo das famílias com o confisco das poupanças.

Com problemas econômicos aliados às denúncias de corrupção, encerrou o seu governo com cerca de 15% de apoio popular. Itamar, o homem do fusca, assumiu o país sem muitas esperanças. Chegou a ter apenas 8% do apoio popular no final de 93. Com o início do Plano Real sua popularidade foi às nuvens e ele encerrou o governo com a avaliação positiva de 41% dos brasileiros.

Já Fernando Henrique Cardoso foi o presidente que mais sentiu as variações da economia, para o bem ou para o mal. No seu primeiro mandato, quando o Real foi consolidado através das privatizações e do controle da inflação, a taxa de miséria caiu de 40% para 30% da população brasileira. O país, apesar de não ter um crescimento que possamos classificar como ótimo em virtude das sucessivas crises internacionais, vivia momentos de otimismo e de modernização.

Consequentemente a aprovação do Presidente da República sempre ficou no azul, na casa dos 40% de ótimo e bom. Eis que logo no primeiro mês do segundo mandato (1999), o Real foi desvalorizado e os reajustes de telefone, combustíveis e energia elétrica traumatizaram os brasileiros. FHC chegou a ter apenas 13% de aprovação da população. Mas veio o ano 2000, a economia se estabilizou, o país cresceu mais de 4% e o presidente voltou a sorrir.

As curvas das pesquisas demonstravam que ele terminaria o seu mandato bem aprovado graças à economia. Eis que, em 2001, São Pedro fechou a torneira das chuvas. Sem água nas hidrelétricas o governo foi obrigado a convocar a população para um racionamento de energia. E a economia que ia bem novamente sofreu levando morro abaixo o presidente sociólogo. Nada desesperador. Com a criação de mais de 1 milhão de empregos em 2 anos Fernando Henrique viu novamente a sua popularidade subir em 2002, mas com uma pequena queda diante da crise eleitoral.

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Eis que assume Lula, que logo tratou de acalmar os mercados que tinham medo do seu discurso. Colocou o peessedebista Henrique Meirelles no comando do Banco Central e aplicou uma política econômica ainda mais ortodoxa que a do seu antecessor. O crescimento a princípio ficou estagnado e a sua popularidade foi caindo lentamente até as denúncias do Mensalão em 2005. O ano de 2006 iniciou com a dita auto-suficiência do petróleo e com os resultados de pesquisas que demonstravam a diminuição da pobreza no país aliado ao aumento do consumo. Tudo isso aproveitando a bonança mundial, coisa que seus antecessores não puderam fazer, levaram-no à reeleição.

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O segundo governo veio com um crescimento econômico vigoroso na casa dos 5% ao ano e a popularidade do presidente sindicalista bateu todos os recordes. Entretanto o início de 2009 reservou a este governo o primeiro desafio em mais 6 anos. Quase 1 milhão de pessoas ficaram desempregadas, o consumo caiu e o crescimento do PIB pode até ser negativo este ano. E adivinhe o que aconteceu com a popularidade do presidente? Caiu cerca de 10% em apenas 3 meses e  continuou despencando enquanto os problemas econômicos daquela época até hoje não foram solucionados.
Lula talvez seja o maior comunicador sócio-político que este país já viu graças a João Santana marketeiro do PT que sou usar o talento e carisma de Lula nesses quesitos. O povo gosta do que ele fala e por isso ainda o apóia. Mas, quando o assunto chega ao bolso de cada um, a avaliação muda. Lula não é imune ao desemprego e à estagnação da economia. Sua popularidade, assim como a dos seus antecessores, sofreu variações conforme o humor dos mercados e da geração de empregos.

Quando Lula promoveu um corte de 25 bilhões de reais no orçamento de 2009 que atingiu o turismo, a educação, a agricultura, a saúde, previdência social, e principalmente os investimentos em infra-estrutura através do Ministério das Cidades isso tudo passou batido aos olhos de seus apoiadores das camadas mais baixas que recebem benefícios sociais, mas os aposentados sentiram o reflexo disso no bolso devido não haver possibilidades de reajustes e aposentadorias mais abastadas a partir de então. Sem falar nos altos preços de medicamentos, alimentos, e tarifas das mais variadas.

Essa informação ainda não chegou aos ouvidos dos brasileiros até hoje, mas com certeza será sentida ao longo dos próximos anos, quando os investimentos estiveram parados nas mãos das pedaladas do Guidão que encheu os bancos estatais de grana e fez o país continuar estagnado em crescimento abaixo da média da América Latina.

Hoje vemos Argentina e Venezuela sofrendo duramente com políticas, ideologias e processos econômicos alarmantes, e diante desse cenário comparar a nossa economia e situação política com a desses dois países é uma forte tendência, visto que aqui estão sendo empregados os mesmos métodos políticos e ideológicos lá vigentes de forma insidiosa.

Dizer que 2009 e 2011 e consequentemente os anos posteriores até o presente momento são anos perdidos para economia controlada pela esfera petista é algo natural devido os números inexpressivos de crescimento do PIB e descontrole da inflação gerada nesse período. Guido Mantega deveria tratar de trabalhar para reestabelecer a economia nacional em 2010, ano de eleições que Dilma venceu, mas não está conseguindo fazer isso devido suas falhas e posições tomadas depois dessa fase serem um veneno que  ele  mesmo administrou na economia interna e o qual ele mesmo deve tomar e sucumbir.

Trocar de Ministro da Fazenda não basta também. Precisa-se alterar a filosofia de abordagem na macro e micro economia nacional tendo em conta saneamento de fatores fiscais, contas públicas, e empréstimos subsidiados para grandes empresários que poderiam recorrer a fundos privados e não ao BNDES inflado de dinheiro do contribuinte. Além disso, o cenário econômico internacional já deu demonstrações que se recupera gradativamente, e obviamente devemos pegar carona nessa recuperação gradual e crescer bem mais que zero vírgula alguma coisa visando buscar um patamar acima da média da América Latina em termos de crescimento e investimento econômico interno.

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Se não debatermos economia a fundo nessas eleições de 2014, seremos estúpidos, e se continuarmos com a atual política econômica da era Lula e Dilma, seremos estúpidos ao quadrado e cubo.

Pibinho-abaixo-da-meta-por-Alpino

E tenho dito!

PT e dossiês tu a ver com mensalão e até com o Trensalão

José Dirceu pária da sociedade e cabeça pensante do PT é macaco velho em tramar tramóias eleitoreiras. A sua nova trapaça eleitoral já começou e tem como alvo conquistar o governo paulista e derrubar os tucanalhas do poder em São Paulo via Trensalão e tentar desmoralizar o STF de quebra. 

Vale lembrar que a tática atual é similar ao do Escândalo do Dossiê ou Escândalo dos Aloprados de 2006 e Dossiê Cayman de 1998. Reunir provas e compilar conteúdo probatório contra inimigos ou desafetos políticos é sem dúvida ainda mais antigo e antiquado e tal práxis remonta aos mais célebres casos de julgamentos e conspirações históricas. Só para citar um desses casos famosos e um tanto peculiar que tenha a ver com o caso atual, vale trazer à baila o caso em que Thomas Cromwell planejou a queda e execução de Ana Bolena acusando a mesma de incesto. Parece que o Alckmin e a “sede vacante” do palácio dos Bandeirantes são a “Ana Bolena” da vez na mira dos petralhas.

O Dossiê Cayman foi um conjunto de documento comprovadamente falsos criado com o objetivo de atribuir crimes inexistentes a políticos e candidatos do PSDB nas eleições 98 . O dossiê atribuía a prática de elisão fiscal aos tucanalhas Fernando Henrique Cardoso – o qual se candidatava à reeleição para presidente da república e , Mário Covas que intentava reeleição para governador de São Paulo e José Serra e Sérgio Motta.

Esse dossiê continha informações de que esses candidatos teriam milhões de dólares depositados em paraísos fiscais do Caribe. Investigações posteriores provaram que esse dossiê continha informações forjadas, produzidos por pessoas interessadas em ganhos com a venda do mesmo a adversários políticos dos tucanos acusados. Cópias foram espalhadas e vendidas a candidatos da oposição durante as eleições de 98. Entre eles, estaria Paulo Maluf, ex-prefeito de São Paulo, e ainda o ex-presidente Fernando Collor de Mello é acusado de, junto com seu irmão Leopoldo, de comprar o dossiê por US$ 2,2 milhão.

O Dossiê também teria sido oferecido para Lula que não se interessou em comprá-lo.
Apurou-se que montagem do falso dossiê começou quando os empresários brasileiros residentes em Miami Ney Lemos dos Santos, João Roberto Barusco, Honor Rodrigues da Silva e sua mulher Cláudia Rivieri compraram por US$ 3,2 mil a empresa CH J&T aberta em 1994 nas Bahamas4 pelo advogado americano Robert Allen Junior.
Na papelada, eles colaram uma cópia da assinatura oficial do ex-ministro das Comunicações Sérgio Motta como sendo um dos seus diretores, junto com um sócio fictício chamado “Ray Terence” e venderam as fotocópias para Leopoldo Collor e a Luiz Cláudio Ferraz da Silva, amigo da família Collor. Um dos falsificadores, Honor Rodrigues da Silva, chegou a ser preso no México.
O Ex-Reverendo Caio Fábio D’Araújo Filho, ex-líder evangélico de grande prestígio na época, foi acusado pela Polícia Federal de ser o principal intermediador do esquema. Processado por calúnia pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso. Caio Fábio D’araujo Filho revelou recentemente numa entrevista: “Caio Fábio Conta Tudo”, que teve conhecimento do tal Dossiê pela ex-senadora Benedita da Silva e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Eles foram quem incentivaram o então reverendo da Igreja Presbiteriana a tentar negociar uma cópia do documento forjado para tentar vencer as eleições de 1998, prejudicando o PSDB, e principalmente seu candidato à presidencia, Fernando Henrique Cardoso. Em novembro de 2011, Caio Fábio foi condenado a quatro anos de prisão por envolvimento no crime. A sentença, da juíza da Justiça Eleitoral Léa Maria Barreiros Duarte, foi posteriormente anulada por decisão do juiz do Tribunal Regional Eleitoral Alexandre David Malfatti, em fevereiro de 2012.

Os políticos tucanalhas não foram prejudicados naquela eleição, porém o assunto sempre volta a tona em épocas eleitorais, usado por adversários de outros partidos, É comum aparecer versões da mesma história na internet divulgadas por blogs alinhados com opositores tucanos.

Já o chamado Escândalo dos Aloprados, deve-se a repercussão da prisão em flagrante em 2006, de alguns integrantes do PT acusados de comprar um falso dossiê, de Luiz Antônio Trevisan Vedoin, com fundos de origem desconhecida. O dossiê acusaria o candidato ao governo do de São Paulo pelo PSDB, José Serra, de ter relação com o escândalo das sanguessugas. O suposto plano seria prejudicar Serra na disputa ao governo de São Paulo, no qual seu principal adversário na disputa era o senador Aloizio Mercadante. Supostamente, não só Serra era alvo, pois também haveria acusações contra o candidato à presidência Geraldo Alckmin. As investigações e depoimentos dos suspeitos demonstraram que o conteúdo do dossiê contra políticos do PSDB era falso. A expressão usada por Lula da Silva para designar os acusados de comprar o dossiê, “aloprados”, notabilizou-se.

No dia 16 de setembro, em nota assinada pelo presidente do PT, Ricardo Berzoini no site oficial do Partido dos Trabalhadores divulgada na imprensa, afirmando que:”O PT sempre rejeitou (…) a produção ilegal de dossiês (…)”. Na nota, Berzoini considera graves as novas acusações relativas ao escândalo dos sanguessugas publicadas pela revista “Isto É” e que envolvem o governo anterior. 

Segundo a nota, diz que “o PT sempre rejeitou o denuncismo eleitoral e a produção ilegal de dossiês” e confia “na apuração da Polícia Federal”, em que o partido encaminhou ao diretório nacional, o pedido de suspensão do filiado envolvido no episódio, Gedimar Pereira Passos. Berzoini atribui o suposto dossiê à tentativa de desestabilizar PT e Lula e nega que PT tenha pagado por dossiê. As prisões da dupla petista, provoca a queda de Passos, torna o primeiro ligado ao PT a cair.

Após o episódio, outros nomes ligados ao PT começaram a ser relacionados ao dossiê na semana seguinte. A Polícia Federal divulga no dia 17 de setembro, partes dos depoimentos do empresário Valdebran Padilha e ex-agente Gedimar Passos. Em depoimento à PF, Gedimar disse que foi “contratado pela Executiva Nacional do PT” para negociar com a família Vedoin a compra de um dossiê contra os tucanos, e que do pacote fazia parte entrevista acusando Serra de envolvimento na máfia. Ele disse ainda que seu contato no PT era alguém de nome “Froud ou Freud”.

Os Vedoin, de acordo com Gedimar, pediram inicialmente R$ 20 milhões de reais por “informações graves” que envolveriam “não só políticos de outros partidos, mas também do próprio PT”, mas o valor cobrado “estava fora do alcance do partido”. A negociação teria prosseguido, para R$ 10 milhões, até baixar a R$ 2 milhões. Como mesmo essa quantia foi considerada elevada, o PT, segundo Gedimar, ofereceu “uma importante revista de circulação nacional sociedade na compra das informações”. Ele disse não saber se a revista seria “IstoÉ”, “Época” “ou mesmo um grande jornal de São Paulo”. Gedimar contou à PF que “houve um acordo entre o PT e o órgão de imprensa e que chegaram a reunir pouco menos de R$ 2 milhões”. 

No dia 18 de setembro, antes de depor, Freud Godoy concede entrevista exclusiva à TV Globo na manhã (os telejornais Jornal Hoje,Jornal Nacional e Jornal da Globo exibem a entrevista de Godoy) em que admite reunião com Gedimar Passos. Ele afirma que se encontrou com ele 4 vezes, mas só tratar de assuntos relacionados à segurança do comitê de campanha de Lula e nega o envolvimento com o dossiê. Após o depoimento de 20 minutos no início da tarde, Godoy afirma à imprensa que anunciou ao governo “que deixa temporariamente o cargo” e que foi aceito de imediato pelo Lula. Ele disponibilizou à PF o sigilo telefônico e admite que a quebra revelará “4 ou 5 conversas com Gedimar Pereira Passos”, que é “poucas” na opinião dele. Negou as afirmações de Gedimar ter afirmado na PF que teria encomendado a compra do dossiê. Houve uma tentativa de acareação entre Godoy e Gedimar Passos, mas Gedimar afirmou direito constitucional e ficou calado. O advogado de Godoy afirma que acusações contra ele são falsas. 

Só no dia seguinte que a exoneração de Godoy é publicada no Diário Oficial. Godoy é o segundo integrante do PT a cair. Consultado pelas imprensas ao site do governo federal, mostra de fato um novo nome: Freud Godoy, Assessor Especial da Presidência da República, do presidente Lula. O anúncio de que um assessor próximo ao presidente Lula suscita suspeitas de mais um envolvimento de pessoas próximas ao presidente Lula.

O Presidente Nacional do Partido dos Trabalhadores, Ricardo Berzoini (SP), declara que o PT é vítima de armação no caso do dossiê, ao negar os rumores nos últimos dias que o dinheiro teria vindo do próprio partido.

A revista IstoÉ divulga a nota em que nega que a matéria sobre a acusação de Serra teria sido comprada e afirma que a matéria escrita foi apenas jornalística.
Surge novo nome do escândalo: Simone Godoy, que é casada com o ex-assessor Freud Godoy. A empresa de segurança dela possui vínculos comerciais com as principais instâncias partidárias e campanhas eleitorais do PT, faz a vigilância e o controle da portaria da sede do Diretório Nacional do PT em São Paulo.

Por conta do novo escândalo, os partidos da oposição PSDB-PFL, da coligação “Por Um Brasil Mais Decente”, protocolam o pedido de investigação contra Lula e a coligação “Lula de Novo com a Força do Povo” no TSE A oposição faz duras críticas contra Freud Godoy, chamando como “o novo Waldomiro Diniz”, em referência ao ex-chefe de gabinete do então ministro José Dirceu, responsável pela primeira crise política do governo Lula em 2004. 

A PF revela à imprensa o conteúdo do depoimento do agora ex-Assessor Especial da Presidência da República, Freud Godoy, que aponta mais um nome envolvido: Jorge Lorenzetti, que é amigo do presidente Lula, um dos chefes do comitê de reeleição e é uma espécie de “churrasqueiro oficial do presidente Lula”, que apresentou ao Gedimar Passos. No início da noite, o Presidente Nacional do PT e Coordenador da Campanha do presidente Lula, Ricardo Berzoini, declara à imprensa que Gedimar Passos é funcionário de Comitê de Reeleição e que tem o mesmo cargo de Jorge Lorenzetti: Analista de Risco e Mídia. 

Entre a noite do dia 18 para a madrugada do dia 19 de setembro, chegam algemados em Cuiabá, Mato Grosso, Valdebran Padilha e Gedimar Passos. Na manhã, o jornal Folha de S. Paulo, afirma que Passos foi segurança da campanha de Lula em 2002. A Polícia Federal faz acareação (mais tarde o conteúdo divulgado) dos quatro presos no caso dossiê: Gedimar Passos, Valdebran Padilha, Luiz Antônio Vedoin e Paulo Roberto Dalcol Trevisan. Gedimar Passos cita revista Época ter sido contratado pelo PT para negociar um dossiê com denúncias contra o candidato José Serra. Valdebran Padilha declara à PF que o dinheiro do dossiê “veio do PT”.Logo depois, o PT de Cuiabá suspende por 60 dias o filiado Valdebran e instaura comissão de ética para investigar sua participação na compra de dossiê. 

Horas depois, o Blog da Revista Época publica às 15:39:15 o “Esclarecimento”, afirmando que a revista foi procurada para publicar as denúncias contra José Serra e Barjas Negri. O blog cita que Oswaldo Bargas, ex-secretário do Ministério do Trabalho e atual responsável pelo capítulo de Trabalho e Emprego do programa de governo de Lula, procurou há duas semanas o jornalista da revista, Ricardo Mendonça. O encontro foi marcado pelo Bargas na suíte do hotel Crowne Plaza, em São Paulo, no final da tarde do dia 6 de setembro e nessa reunião estava Jorge Lorenzetti. Bargas afirmou ter sido procurado por alguém que tinha denúncias sérias contra políticos de renome, as acusações, segundo ele, poderiam ser comprovadas por meio de fotos, vídeos e de uma “farta documentação” e perguntou se havia interesse da revista em publicá-las. 

O repórter queria saber do teor da denúncia, mas que Bargas não poderia mostrar agora, mas antecipou que era contra os ex-ministros da Saúde, Serra e Negri. O blog afirma que o presidente Nacional do PT, Ricardo Berzoini, sabia da reunião, mas não às denúncias e a conversa durou 30 minutos, Bargas telefonou para avisar ao repórter que o denunciante voltara atrás e não queria mais apresentar o material e nem dar entrevista. A página do blog recebe mais de 300 comentários e tem forte repercussão, levando Bezoini a admitir a reunião. 

Surge mais um nome do escândalo: horas depois de que o Blog da Revista “Época” revelar que Oswaldo Bargas teria procurado revista, surge à informação que ele é casado com a Monica Zerbinato, secretária pessoal do presidente Lula. Nos dias seguintes, não há evidência que ela tenha ligação ao escândalo, mas o fato dela ser secretária do Lula aumenta mais evidência que pessoas mais próximas do Lula estão envolvidas no escândalo.

Quase fim de tarde, o juiz federal Marcos Alves Tavares nega todos os pedidos de prisões temporárias contra Paulo Roberto Trevisan, Gedimar Passos, Valdebran Padilha, Freud Godoy, Darci Vedoin, mas a PF indicia Gedimar Passos por supressão de documentos. O pedido foi feito pela Procuradoria da República na manhã. Na madrugada do dia seguinte, eles são soltos.
O site de Contas Abertas revela que a ONG ligada ao amigo de Lula, o churrasqueiro presidencial Jorge Lorenzetti, a Unitrabalho, recebeu R$ 18.499.684,31 milhões do Governo Federal, ganhou 21 vezes mais do que o governo FHC, que foi entre 1998-2002 foi de R$ 840.468,53. 

Um dia depois ter sido citado como envolvido, Jorge Lorenzetti anuncia em uma carta o afastamento da campanha eleitoral pela reeleição do presidente Lula, afirmando “que extrapolou limites de suas atribuições na campanha ao tratar do dossiê” e “afirmo taxativamente que em momento algum autorizei o emprenho de qualquer tipo de negociação financeira.” Ele é o terceiro integrante do PT cair. Com o afastamento, ele volta a ser o Diretor Administrativo do Banco do Estado de Santa Catarina (BESC), mas fica até o dia 28 de setembro.

O Blog de Noblat publica sobre mais um envolvido no escândalo do dossiê: Expedito Afonso Veloso, diretor de Gestão de Risco do Banco do Brasil, que foi citado pelo empresário Valdebran Padilha à PF. Segundo Padilha, o diretor Expedito Veloso e Gedimar Passos, contratado para trabalhar na campanha de Lula, o recepcionaram na semana passada no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, que os três seguiram para o hotel Íbis, nas vizinhanças do aeroporto. Foi nesse hotel que Valdebran e Gedimar acabaram presos pela Polícia Federal. Padilha confirma que no dia 6 de setembro, Oswaldo Bargas e o churrasqueiro presidencial Jorge Lorenzetti se reuniram em São Paulo com repórter da revista Época, Ricardo Mendonça, na suíte do hotel Crowne Plaza. Na ocasião, Bargas perguntou ao repórter se a revista teria interesse em publicar “denúncias fortes o suficiente para desmoralizar o candidato do PSDB ao governo do Estado de São Paulo, José Serra, e o ex-ministro da Saúde Barjas Negri”. A notícia recebeu quase 200 comentários.

No dia 20 de setembro, o consultor sindical Wagner Cinchetto afirma em entrevista à Folha de S. Paulo, que o “PT já fazia dossiês em 2002”: “Organizamos um grupo… no sentido de antecipar alguns fatos, algumas denúncias que adversários poderiam fazer e reunir material suficiente e capaz de não só combater as denúncias dos adversários como também divulgar as denúncias contra os principais adversários”. 

O jornal “O Estado de S. Paulo” revela mais um nome envolvido no escândalo: é o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza. Ele é acusado de ser uns dos envolvidos no chamado “Escândalo do Mensalão”. Segundo o jornal, a SMPB, depositou R$ 98,5 mil na conta da Caso Comércio e Serviços Ltda., de propriedade de Freud Godoy.

A diretoria do Banco do Brasil se reúne para discutir situação de diretor de Gestão de Riscos do Banco do Brasil, Expedito Afonso Veloso, que estaria envolvido em dossiê, mas horas depois, o diretor Expedito Veloso se antecipa e pede afastamento do cargo em uma nota à imprensa. Ele é o quatro integrante do PT cair.

Um dia depois que o blog da revista Época ter publicado que um membro do PT, o ex-secretário do Ministério do Trabalho Osvaldo Bargas, ter procurado a revista para publicar denúncias contra Serra, o ex-secretário perde o cargo de Trabalho e Emprego do programa de governo de Lula. Ele é o quinto integrante ligado ao PT a cair

Surgem rumores durante a tarde, de que o presidente do PT, Ricardo Berzoini, seria afastado da coordenação da campanha eleitoral do presidente Lula. Berzoini foi chamado novamente pelo Lula, que exigiu explicações imediatas sobre a origem do dinheiro, que por vez o presidente do partido sustenta que não foi do PT, fato comprovado horas depois. Berzoini diz que fica no cargo e só sai da campanha se Lula quiser. Mesmo assim, Lula afasta Berzoini da campanha no início da noite e nomeia o Assessor Especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia no comando e Berzoini divulga a nota da saída e é o sexto integrante do PT cair.
No meio da tarde, um site de jornalistas que trabalham na revista Isto É, divulga mais um nome que surge na história do dossiê: Hamilton Lacerda. Segundo o Redator-Chefe da revista Mário Simas Filho, diz que Lacerda foi pessoalmente à Redação da “Isto É” negociar a entrevista com os Vedoin. Ele esteve na Editora Três, responsável pela impressão da revista, oferecendo e negociando a entrevista com Luiz Antônio Vedoin que envolveria os políticos do PSDB com a máfia das sanguesssugas, que depois ele mesmo teria marcado essa entrevista, que foi acompanhada pelos membros do PT: Oswaldo Bargas e Expedito Afonso Veloso. Hamilton Lacerda é ex-vereador do PT e atualmente Coordenador de Comunicação da Campanha de Aloizo 
Mercadante para governo do estado de São Paulo.

Horas depois, Lacerda, divulga a nota em que admite fez a intermediação da entrevista de Vedoin para a revista Isto É, mas “é importante informar que nenhum momento houve qualquer oferta de dinheiro”. Na noite, horas depois da nota e a informação do repórter da revista, de que esteve na editora da revista IstoÉ para intermediação da entrevista de Vedoin contra políticos do PSDB e estar acompanhado com membros do PT, o candidato ao governo do Estado de São Paulo, Aloizo Mercadante, diz que “houve quebra de confiança” e decide afastar da campanha. Lacerda é o sétimo homem de cargo de confiança no PT a perder o emprego em menos de uma semana.

Dos sete integrantes do PT que caíram, cinco mantinham relações diretas com o Lula, revelando de fato que eles se envolveram no novo escândalo contra adversários políticos.

Por essas e outras, alegar que o ex-presidente Lula jamais “não sabia de nada” inclusive no caso do Mensalão delatado por Roberto Jefferson é uma afirmação esdrúxula e desconcerte devido ao amontoado de envolvidos diretamente ligados à alta cúpula petralha visando dentre outros objetivos conquistar a cadeira do governo do estado de São Paulo.

A revista Veja resistiu ao máximo a tratar do propinoduto tucano em São Paulo. Mas na edição desta semana, finalmente, ela citou o escândalo, que envolve chefões do PSDB e poderosas multinacionais, como a Siemens e Alstom. É certo que ele não deu capa e nem destilou o seu costumeiro veneno. Ela até tentou justificar o seu atraso na denúncia. Na prática, porém, a Veja confessou que foi atropelada pelo “trensalão” tucano.

No artigo intitulado “Corrupção em São Paulo: PF mostra a trilha do dinheiro”, a revista reconhece que os “documentos da Polícia Federal revelam enriquecimento inexplicável de servidores suspeitos de envolvimento no esquema que envolvia a Siemens”. A seletiva revista argumenta, de forma cínica e risível, que demorou a se manifestar sobre o escândalo porque não existiam provas concretas.

“Nunca saiu da fase genérica a acusação de formação de cartel de companhias estrangeiras fornecedoras de equipamentos para governos de São Paulo comandados desde 1995 pelo PSDB”. Agora, porém, afirma a “responsável” Veja, surgiram provas concretas de “que houve combinação de preços entre as empresas de modo a encarecer a conta para os cofres do estado”. 

“Investigação da PF sobre a atuação da multinacional francesa Alstom, uma das parceiras da Siemens no arranjo, descobriu evidências, mesmo que indiretas, do pagamento de propina a servidores. Isso coloca o caso num estágio superior ao que estava antes… Os relatórios de inteligência e laudos da evolução patrimonial de funcionários do governo paulista aos quais Veja teve acesso revelaram que ao menos quinze investigados, que ocuparam cargos nas áreas de transporte e energia, tiveram movimentações financeiras incompatíveis com seus rendimentos”.

A revista tenta jogar a culpa pelo desvio do dinheiro público em servidores do governo paulista. Mas é obrigada a citar os chefões tucanos. “Na semana passada, foi revelado que João Roberto Zaniboni, ex-diretor de operações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), recebeu 836.000 dólares em uma conta em um banco suíço. Zaniboni esteve em todos os governos tucanos de São Paulo, de Mário Covas a José Serra, passando por Alckmin”.

Com a tímida reportagem, o “trensalão” acaba de atropelar um dos últimos bastiões do tucanato paulista. Só falta agora a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovar a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de desvio de recursos públicos e de propina para figurões do PSDB – e, tudo indica, para a montagem de caixa-2 de campanha da legenda. 

Será que agora vai Dirceu? Vale a pena seguir essa novela!

Professor Chiquinho do PT – A luta continua cumpanheiro!

Professor Chiquinho do PT é seria um sujeito como outro qualquer desde que não tivesse aderido ao PT como sua religião.

A fé do nosso personagem é tamanha no PT que qualquer nota lançada pelo partido ou governo petralha sobre o Bolsa Família ser uma maravilha, ou sobre a prisão de Zé Dirceu e Genuíno ser uma conspiração da TV Globo e da direita calhorda, que tudo isso logo se transforma em dogma na cabecinha dele.

Além do menos, o Professor Chiquinho do PT é torcedor do Fluminense e isso contribui e muito para que ele exacerbe seu léxico poético narco-marxista contra vascaínos almofadinhas, flamenguistas da favela e tucanalhas adeptos de qualquer agremiação futebolística. Se não bastasse isso reclama do preço do bacalhau português que devido ao exorbitante IPI brasileiro impede que ele possa degustar a iguaria seja na Páscoa ou no Natal. Creio que ele no seu íntimo ore para São Guido Mantega que reduza o imposto ou que Santa Dilma do Perpétuo Bolsa Família crie o Bolsa Papai Noel.

Professor Chiquinho do PT é militante das antigas do PT, defende Zé Dirceu e Zé Genuíno desde o tempo que um era líder estudantil comunistinha galã da esquerda colega de quarto do Celso de Melo, e o outro guerrilheiro dedo duro no Araguaia. Idolatra Lula antes dele ter perdido o dedo e ama Dilma desde quando ela chegada a pegar na baioneta. Por essas e outras que a lenda urbana guaratibana diz que ele era militante do PT muito antes do PT sequer existir de papel passado no cartório eleitoral e receber fundo partidário.

Adepto do manual do professor marxista de Paulo Freire, o nosso estimado professor não reclama do seu salário e entende que isso seja voto de pobreza dentro da religião lulo-petista. Compreende ainda na sua douta lógica dialética que qualquer um que seja contra o PT seja da direita, católico, ou da elite dominante ou coisa que o valha. O mundo se divide em esquerda e direita, sendo a esquerda o plano celeste da probidade administrativa e a direita o inferno repleto de demônios homofóbicos, militaristas e tucanistas reaças que gravitam em torno de Joaquim Satanás Barbosa.    

Quando prenderam Zé Dirceu e Genuíno só faltou ele estrebuchar de ódio canino devido Joaquim Barbosa e sua legião de demônios da Polícia Federal cumprirem a lei. Segundo professor Chiquinho do PT e sua teoria da conspiração, Joaquim é um juiz comprado pela TV Marinho, e ter feito serão no feriado da república e mandar em cana os mensaleiros com base nas fundamentações jurídicas da Revista Veja é uma afronta a sua fé e de milhões de encostados no Bolsa Família. De fato, na crença lulo-petista o mensalão é heresia contra a sã doutrina do petralhismo e merece que professor Chiquinho se torne um apologeta dessa fé e lute numa cruzada como mártir virtual nas redes sociais contra qualquer um que se oponha a isso com foice e martelos em punho.

Talvez professor Chiquinho movido pela franca queda do seu time para a segunda divisão e prisão de seus ídolos tenha perdido a pouca lucidez que lhe sobrava, e em decorrência disso perca um pouco a compostura, e entre um cigarro e outro, mande cada um de nós tomar no nosso cú reaça, tendo assim um pouco de paz para dormir sem ter pesadelos com Joaquim Barbosa assinando mandados de prisão contra seus cumpanheiros que a esta hora ingressam no país dos calças beges.  Fazemos votos para que ele se acalme e consiga bolar uma nova teoria da conspiração, tal como:  José Dirceu e José Genoíno são inocentes e o STF é um tribunal corrupto. Ou seja, ele não vai mudar a ladainha petralha que está acostumado tão cedo.

Enquanto essa hora não chega ficamos aqui na esperança que ele acorde para o fato histórico que divide a história nacional em “Antes e Depois do Lula” no quesito impunidade, pois “nunca antes na historia desse país” político corrupto e ladrão foi preso.