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Depois do casamento “até cubanos” né dona Regina?

Quando Lula foi flagrado dizendo que Pelotas (RS) era terra de viado a direita canastrona veio em cima com sangue nos olhos e facas nos dentes taxando-o de preconceituoso homofóbico. Mas quando se trata de Jair Bolosnaro dizer abertamente que: “– Agora gostar de homossexual… Abala, ninguém gosta! Tá ok? Ninguém gosta, a gente suporta!” a direita acieta numa boa sem menor sinal de proselitismo.

A atriz Regina Duarte declarou que esse tipo de comportamento de Jair Bolsonaro se trata de “homofobia da boca pra fora, pois se trata de um senso de humor ultrapassado dos anos 50”, ou seja, coisa típica de habitués do século passado. Isso saiu da boca da atriz que fez Malu Mulher, seriado que retratou a emancipação da mulher no final da década de 70.

Em plena ditadura militar, com o país sob o comando de João Figueiredo, o seriado entrou na programação televisiva  quebrando tabus. Em uma sociedade acostumada à submissão feminina, a aparição de uma mulher como a socióloga Maria Lúcia Fonseca (Malu), em rede nacional, veio para mudar todo um modo de pensar dos brasileiros e, de bônus, marcar a história.

Com direção de Daniel Filho e 76 episódios exibidos, a série Malu Mulher foi protagonizada por Regina Duarte, em um papel que marcou a carreira dela. A trama acompanha o cotidiano de Malu, divorciada e com uma filha de 12 anos, em uma tentativa de retratar a realidade da mulher brasileira no fim da década de 1970 —  o primeiro episódio foi exibido em maio de 1979. A socióloga é uma mulher de atitude e questionadora, algo relativamente incomum para o período em que a série foi exibida pela primeira vez.

Naquela época, o divórcio se tornava um ato cada vez mais comum, e o conservadorismo que afirmava que as esposas deveriam permanecer com os maridos até a morte passava a ser enfrentado pela emancipação feminina. Então, as mulheres tinham que enfrentar o preconceito e lidar com as dificuldades de uma realidade com mais independência, como dividir o tempo entre a carreira e a criação dos filhos.

E esse não foi o único tema incomum para a época em que foi abordado por Malu Mulher. A série também retratou assuntos, como legalização do aborto, violência contra a mulher, pílula do dia seguinte e gravidez na adolescência, mostrando às mulheres que uma nova realidade era possível, sim, de ser alcançada.

Quem sabe para Regina dizer que mulher deva ficar em casa, lavando louça e cuidando dos filhos seja humor da década 60 ou 70, quiçá 50 , ou quem sabe, dizer que “mulher deve ganhar menos porque engravida, mas existem mulheres competentes” seja misoginia da boca pra fora…  Pior ainda, quem sabe seja ainda coisa do século passado, dizerem que mulher deva casar virgem e só dar a bunda para preservar a virgindade antes das núpcias né dona Regina? Quem sabe a viúva Porcina diria isso, pois Malu jamais diria…

A namoradinha do Brasil foi seduzida pelo preconceito bolsonarista… Lamentável!

https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,homofobia-de-bolsonaro-e-da-boca-para-fora-diz-regina-duarte,70002564696

 

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Sobre a mídia golpista e seus patrocinadores e adeptos.

O filósofo americano Harry Frankfurt, ao escrever o livro “Sobre falar merda”, não poderia ser mais realista, analisando o comportamento daqui e de fora. Manda um recado direto aos que passam o tempo falando bobagens nas redes sociais, embora o objetivo dele seja o de desvendar a essência do discurso político. O livro, um mini-book com pouco mais de 60 páginas que podem ser lidos durante uma ida ao banheiro.
O livro estabelece uma diferença básica entre a mentira e o falar merda. Diz que o mentiroso esconde os fatos e inventa deliberadamente suas histórias; respeita a verdade, mesmo que fuja dela. Já o outro não tem o mínimo de classe, consideração ou respeito e tenta induzir quem quer que seja a aceitar sua versão como verdadeira, procurando sempre chamar a atenção, construindo uma impressão sobre si mesmo. Isso é um perigo porque o mentiroso, embora reconheça o blefe, respeita regras e limites; já o “evacuador” revela o seu cardápio por meio de suas ideias ou palavras – ele é mais perigoso do que aquele que mente.

O orador, no entanto, não está mentindo, afirma o filósofo, porque não tem intenção de impor à plateia crenças que considera falsas. Um político, quando sobe à tribuna para falar em público, só está interessado na opinião dos outros sobre ele: “Ele quer ser considerado um patriota, alguém que aprecia a importância da religião, que é sensível à grandeza de nossa história, cujo orgulho combina com a humildade perante Deus”.

Esse livro se encaixa como uma luva neste momento político em que velhas raposas da política envolvidas até o pescoço com operações criminosas, duvidosas, escandalosas, mentem descaradamente para provar inocência quando suas vidas já foram vistas e revistas e suas falcatruas se tornaram públicas. Do outro lado, um exército de abnegados cidadãos sem a mínima consciência, levados no bico e totalmente desinformados, tenta defender as trincheiras da corrupção, entra no jogo político de quem não quer mudanças, quando a mudança é a única saída. A corrupção tem dois lados e contaminou os coxinhas que chamam a esquerda de petralhas e petralhas que chamam os da direita de coxinhas.

Na verdade, os mentirosos, travestidos de pastores do bem, com seus sermões e mazelas buscam controlar a ira do seu rebanho e os adeptos por sua vez só falam merda. Claro que ainda sobram os corruptores. Bom, estes estão por toda parte, na mídia em especial.

Temos visto a Carta Capital por exemplo lançar todos os dias notícias deturpadas e sempre seguindo o contexto do partido do governo como algo natural e aceitável. Isso é no mínimo cara de pau. Em contrapartida os que comungam da Carta Capital. Reclamam da Veja por ser uma revista que detona diariamente o PT e todos seus asseclas via seus colunistas que são no mínimo tendenciosos e no máximo proxenetas jornalísticos assim como a redação da Carta Capital.

No final das contas todos mentem, distorcem, e por fim desinformam. Resta para nós que estamos com cabeça fora da lama a tarefa de ter sobriedade e separar joio do trigo da opinião pública. Caso contrário vamos falar merda e mentiras tanto quanto a mídia nacional alucinada.

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Coar água com a peneira

Dentre as várias abordagens possíveis na Psicologia, com concepções de homem e mundo diferentes, duas delas, talvez as mais comuns no Brasil, são o Behaviorismo Radical do americano Skinner (1904-1990), e a Psicanálise iniciada por Freud (1856-1939). O behaviorismo sempre me pareceu a mais fácil, a mais ajustada aos moldes da sociedade e que cai como uma luva ao que as pessoas querem: diagnósticos e soluções rápidas. Sem, contudo, deixar de ter seus pontos que me agradam.

Suponho que Skinner se contorcia de prazer em pensar uma sociedade onde os governantes teriam como braços direito um psicólogo responsável para pensar em práticas culturais. Os psicólogos seriam capazes de gerir contingências que possibilitassem o “bem” da cultura; Skinner falava em sobrevivência da cultura. – Sim, é algo bem ao estilo dos americanos.

Entre os vários assuntos abordados, um deles, objetivo de estudo em grande número de pesquisas nessa área, é a tal das habilidades sociais. Contendo-me nas palavras, é uma forma de você adaptar o sujeito à sociedade. É uma técnica muito eficaz, digamos, pelo menos para o sujeito comum que não se aventurou muito nos terrenos explosivos da filosofia. Na minha percepção, conversar com alguém que passou por treino de habilidades sociais é sentir-se diante de um ventríloquo, um boneco artificial que parece estar fazendo “lição de casa” na relação interpessoal: “estou feliz por você” – isso é uma piada de mau gosto!

Uma das formas usada até pelo próprio Skinner, na qual é manjada entre as disputas psicanalíticas e behavioristas – as piadas que fazem entre eles – é aquela que ironiza os conceitos de ego, superego e id que Freud usa como elementos reguladores dos comportamentos; segundo os “humoristas” não há nenhum ente ou homúnculo dentro da cabeça controlando o comportamento. Ora, pois, é óbvio que não há. Os três elementos não passam de conceitos criados para criar um possível “sistema” teórico-conceitual, ainda mais para Freud onde o “real” jamais pode ser atingível!

Parece-me que criticar ciência por ciência é como tentar coar água com uma peneira. No entanto, ninguém ousará dizer que não é assim que as ciências caminham. Não vá o leitor pensar que sou “isso” ou “aquilo” somente. As palavras acima não são mais que opiniões; não pretendem expressar nenhuma defesa da psicanálise contra o behaviorismo, se é o que pareceu. Aliás, perspectiva essa última que tão útil pode ser com a forma tal como explica o comportamento como sendo algo sempre controlado pelas contingências presentes no ambiente e requer-se pensar em 3 níveis de seleção, biológico, social e cultural – grosso modo, para o leitor que não conhece, seria dizer que toda explicação comportamental não está em outro lugar senão no ambiente.

Qualquer comportamento pode ser explicado entre as várias abordagens de formas diferentes, por vezes, o que é nocivo em uma é benéfico para outra. Resultados também são produzidos em ambas. Alguns dirão que determinadas abordagens produzem maiores resultados para determinado tipo de problema e não outra: falácia! Não me seria nada agradável ir a um psicoterapeuta e ser tratado em termos de contingências e reforçadores, por outro lado sentir-me-ia bem entre os existenciais; já outras pessoas poderiam preferir o que lhe é “pragmático”, poderiam ainda se sentir pouco a vontade em nenhuma dessas perspectivas.

Ver vários pontos as quais não concordamos nas teorias, bem o que concordamos, inclusive com aquela que mais nos identificamos, é compreensível e faz bem até para a disposição de espírito. Por mais que nos é legítimo dizer que sou “isso” ou “aquilo”, é necessário reconhecer que não há nenhum pressuposto último que nos faz melhores conhecedores da “realidade” do que os outros. Seja quais forem as peças utilizadas para pensar, estamos lidando com ficções que podem ou não potencializar nossas vidas.

Daí me surge uma questão. Não seria melhor se um psicólogo não se relacionasse com as mais diversas abordagens oferecidas dentro de suas áreas e trabalhar com a que parece melhor potencializar a superação dos problemas por parte do cliente? Também, inclusive, permutando dois ou mais pontos de vista? – Claro que decorreria daí uma série de questões a se pensar: como saber a abordagem que mais cabe ao cliente? como usar de pensamentos antagônicos? como não se perder num setting terapêutico adotando vários pontos de vista?

Muitas dessas questões decorrem da nossa própria cultura, bem como dos pressupostos que formam as teorias, muitos dos quais criados dentro da lógica formal. Ignorando que as coisas possam coexistir ao mesmo tempo, que os antagonismos estão presentes e se completam, ou ainda, podem ser complementares e conflituosos concomitantemente.

Certamente que ninguém poderia conhecer a fundo tantas e tantas coisas, mas aceitar as diversas perspectivas juntas e de alguma forma oferecer aquilo que talvez melhor se dispusesse ao bem-estar do cliente implicaria em uma relação diferente. Aliás, a compreensão de uma dada abordagem tanto mais clara pode ficar conhecendo outras, bem como as críticas mais comuns a que lhe são dirigidas; uma é essencial para a outra.

Enfim, tais preâmbulos são rascunhos de alguns pensamentos que me assustam quanto às “especializações” cada vez mais intensas nas mais diversas áreas das ciências e não só da Psicologia, germinados desde meus primeiros passos no meio acadêmico, onde tive oportunidade de conhecer vários professores “xiitas” que muito me desagradavam, bem como tantos outros que os guardo nas melhores lembranças, mesmo que falassem de abordagens das quais não me interessava muito.

Tal disposição de pensamento não significa que as pessoas não deveriam se aprofundar mais em determinados assuntos, mas que aquele especialista que só sabe pensar em termos binários, tal como um computador, e insiste em olhar o mundo somente por uma determinada lente, e não obstante, toma isso como verdade, parece-me ser um profissional de alta periculosidade inserido nas várias dimensões da vida social. Basta dar uma rápida passada entre os resultados sangrentos que as religiões monoteístas demonstram para constatar o que um ciclope do conhecimento pode realizar.

Nota de repúdio aos escroques interioranos que querem posar de vítimas

Seja cauteloso e tome cuidado para não escrever na janela errada, vá na churrascada e não peça uma lingüiça ao invés de picanha, aprenda a arte de dar um desconvite, não decepcione o papai que lhe deu seu nome e we have a man on their boat… or not!

Acham mesmo que a teoria da conspiração fomentada por sujeitos pés rapados do interior que querem ver esse blog ruir e atingir pessoas as quais não vão com a cara pelo simples fato de serem pessoas e não indigentes que sobrevivem de favores dos outros é realista? Ufa! A sentença interrogativa direta sem vírgulas deve ter dado um nó na cabeça desses semi-analfabetos interioranos que freqüentam esse blog para printar seu conteúdo e levar para seus advogadozinhos pés de chinelo que desconhecem tanto a lei de crimes digitais, quanto as leis de proteção à propriedade intelectual privada.

Nada contra os causídicos do interior paulista que sobrevivem de assistencialismo e captura de clientes dos mais sórdidos e fazem propagandismo vetado pelo estatuto dos rábulas, mas tomem tenência, levar a cabo uma propositura da ação que vai terminar em reconvenção dada a situação de violação da privacidade alheia e falsas acusações quanto à identidade física de determinadas pessoas é no mínimo risível. Basta o sujeito aparecer no dia da audiência, com seu terno alinhado, cabelo sedoso, barba aparada, abrir sua carteira, pegar sua carteira de identidade e esfregar na cara dos peticionários e pedir uma farta indenização por danos morais e quebra de sigilo da informação. Eis a famigerada reconvenção dando o ar de sua graça entonces cavalheiros! Quem conhece os meandros da lei sabem de que estoy hablando. Afinal de contas, o que impera na sociedade é o direito de resposta correspondente ao agravo e não o contrário disso.

Perante isso não convém o sujeito, obeso e em tratamento psicoafetivo ou raquítico com cicatrizes de porrada na cara recorrer aos seus coleguinhas com noções de informática ilegal para alavancar e forjar provas. A lei não considera como provas dados obtidos ou forjados sem tutela de peritos judiciais capacitados para tais finalidades; e isto em sede de motivos que ferem a incolumidade da segurança púbica e não privada dum bando de empedernidos. A lição da árvores dos frutos envenenada é soberba nesse caso e destroça qualquer alegação nesse sentido de aproveitamento próprio. Além do mais, as acusações são cruzadas, começa com um denegrindo a opinião do outro e baseando sua certeza de estar com razão no fato de que o interlocutor fora arrogante e deselegante em sua liberdade de opinar sobre determinados assuntos, além disso, foi tão sem educação com quem ora acusa tratando a figura da mesma maneira inicialmente que recebeu o mesmo tratamento, e agora posa de vítima da sociedade que vive. Portanto, reclama como um garoto mimado com ego minado por uma família ou más companhias que não lhe ensinaram a respeitar as opiniões dos outros. No máximo vai conseguir configurar retorsão injuriosa imediata e levar o juiz a julgar o processo em favor da parte que não violou leis que protegem o conteúdo privado de informações pessoais de outrem, seja Ali Babá e os quarenta ladrões ou Roberto Carlos. Isto é, não importa se é um sujeito é real ou imaterial, o que importa é que ninguém nessa vida pode manifestar uma proposta de violação de direitos violando outros. A máxima latina “prudens in loquendo est tardus” deveria ter sido seguida à risca pelo ora choramingador profissional que me acusa disso e daquilo e acusa outros de coisas ainda mais sem nexo causal. Aprenda ao menos essa lição meu caro desafeto, ou recorra ao colo do papai e da mamãe para eles lhe darem um chupeta. Ao menos isso lhe fará ficar calado. Ou queres uma pica goela  abaixo como o seu coleguinha? Tu és quem sabes, mas não sabes quem sois a quem diz ser outra persona, assim dir-se-á de ti que és néscio, tolo e grastricamente inflado pela gula!

No entanto, fatos de notório conhecimento da sociedade seja local ou nacional, divulgados pela própria pessoa, como ser militante ou não de determinado partido onde ser desonesto moralmente e intelectualmente é toada que perfaz a condição de mamãe quero ser Fernando Haddad e taxar os outros de coxinhas e liberalecos pejorativamente; isto ainda embasa que os sujeitos são dados ao acinte de forma recorrente. Ora bolas do meu saco, senhoras e senhores, criem vergonha nessa cara que nasce barba e cabeças já calvas e honrem ao menos as suas famílias não precipitando uma guerra de egos patrocinada por um gorducho chorão que não admite ser petista e um baitola que não assume sua vida profana de dar marcha ré no kibe alheio.

Já sei que um é isso e outro aquilo por informações repassadas por gente da mais refinada procedência afirmam que um é vítima de bullyng desde os tempos de colégio e é enfiado em encrencas, assim como o outro, a troco de querer estar sempre com a razão. Ora, está mais do que na cara que são dois marmanjos decadentes que querem dizer como os outros devem levar suas vidas e sobre o que é o certo e errado na vida de cada qual daqueles que tem a infelicidade de cruzarem seus caminhos obtusos e tortos. O tormento que essas pessoas adoram granjear na vida alheia faz parte da sua vida medíocre e fracassada. Não há remédio ou tratamento que cure isso, não há nem reencarnação ou tapa na cara e voadoras no peito que façam gente assim desistir de ser malévola e maledicente. Já dizia um ditado: Casa de ferreiro espeto de pau – Assim sendo, clamam por honradez e justiça, porém fazem isso desonrando e injustiçados a quem quer que seja. Isso é no mínimo hipocrisia. Além de tudo, nunca reconhecem que são pessoas de pavio curto e dadas a entrar numa briga por ninharias sem sentido. Se lhe erram o troco são vítimas das mais imoderadas roubalheiras do universo. Gente assim não precisa de razão, gente assim precisa de tratamento psiquiátrico!

E tenho dito!

Nota de esclarecimento sobre certo mau elemento que boia no rio

Conhecido como macaco no submundo catarinense Roger D’André o “Scarface made in Paraguai” sem dúvida nenhuma é o mais cretino dos cretinos da história das redes socais. Até mais que o seu mestre João Xavier seu mestre na retórica maledicente.

Há anos esse sujeito está encabeçando a minha lista de bloqueios por ter sido o maior inventor e fabricador de injurias, calúnias e difamações contra minha pessoa. Pai de mais de 50 perfis fakes e dono duma cultura tão somente apenas semi-original sobre WarCraft e Heavy Metal não vejo como um sujeito ainda pode ser acrescentado nas fileiras do chamado movimento “Submundo Cult”. Dizer que ele é uma fraude é o mínimo sobre o mesmo, visto que foi reprovado no curso de contabilidade e diz ter cursado história na faculdade local ou diz que tentou fazer, mas estava “sem tempo”. A verdade é que ele tem tempo sim, afinal é sustentado pela família da esposa e vive na mordomia num puxadinho fundo de quintal.

Certamente que dos vários círculos e movimentos que fiz parte sempre existem desafetos e trocas de farpas. Creio que figuras da laia de Roger D’André e outros me acusam devido eu ser no mínimo um cara marrento, extravagante, um tanto prepotente e arrogante. Mas quem não é assim? Podem em acusar do que for, mas não de passar desapercebido. Sou taxado como rei do marketing pessoal, de showman das redes sociais, de sedutor de meretrizes, avacalhador de políticos e outras pechas que não me trazem honra alguma, mas no fim tornam minha figura conhecida como espécie de Bukowski tupiniquim em determinados segmentos restritos. Não busco fama, nem reconhecimento, só colaboro com um verso na poderosa poesia de todos os tempo como diria Whitman.

Confesso que também não vou com a cara do Paulo Kogos, mas ele é menos insuportável, e apesar de não ir com a fachada obesa mórbida dele e não nutrir simpatia alguma pelas idéias dele creio que ao menos ele seja útil em ser um garoto propaganda de certas idéias. Ao contrário do Roger que me calunia sistematicamente, o Pauleta nunca me fez nada de maléfico além de expor sua cara feia nas redes sociais para assustar a minha visão acostumada com as belas formas das mulheres.

Dos elencados nas marcações de divulgação do meu post anterior também não simpatizo minimamente com a figura do Kim Kataguiri que mais parece um oportunista de ocasião no cenário político do que outra coisa. Rogério Chequer parece ser mais articulado que ele e muito menos propenso a histeria coletiva e bem mais alinhado no vestuário também, além de ser bem apessoado em face dum china mirrado de fala fina que adora berrar pra chamar a atenção. No entanto, parabenizo o mesmo por ter colocado Jean Wyllys no seu devido lugar que é enrabado em praça pública.

Welinton Oliviero e Octávio Henrique sem comentários, suas respectivas insignificâncias nem me permitem tecer mais comentários sobre essas bactérias que vivem parasitando no meio de pessoas do quilate de  Lorenzon, Razzo e outros os quais Gabriel, o brazuca, o socialista niilista marcou na divulgação.

No mais, faço votos que não me atormentem com acusações das mais variadas e sortidas em sordidez, e que se unam e criem um movimento de compactuação de algumas coisas comuns para ver se revolucionam a academia e educação nacional para algo além do mais do mesmo.

Dito isso, fecho minha conta passo a régua e volto quando os ares da internet estiverem menos poluídos de MAVs-PT, olavetes cínicos e mortadelas de toda sorte.

Passar bem se puderem senhores!

Nota de repúdio aos petistas anti-sociedade

Checando minha caixa de e-mails eis que me deparo com ameaças petralhas das mais variadas. Devido meu papel de cidadão que refuta e combate esse governo corrupto e associado com o que há de pior na sociedade já fiz inimizade com muita gente.

Os recalcados não admitem que suas teses deploráveis sejam postas na prova de fogo de dados econômicos, de estruturas teóricas que compravam a verdade e atestam a ineficiência e má gestão do governo petista.

Estes ensandecidos são como leões que rugem procurando a quem devorar. Não tem outra coisa na vida a não ser dividir pessoas, e desestruturar a sociedade com suas táticas pérfidas. Entretanto, a  batalha continua e a longo prazo o bem vence o mal.

Parem de me mandar e-mail com vírus seus calhordas do MAV-PT!

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Esse sujeito, nem sei quem é, mas pela cara de jamanta deve ser algum pária da sociedade que anda despachando e-mails com vírus em mala direta e às vezes erra e manda sua própria cara para assustar ainda mais quem abre o e-mail.

Não me canso de repetir que esse blog é campeão de tentativas de hackeamento, e a última pasmem veio dum diretório de escritório de banco e outra dum sindicato da APEOESP. Não sei como ainda tentam fazer poses de bom moços se valendo de estratagemas dignos de terroristas jihadistas em amor a causa do PT.

Meu twitter também sofreu retaliações, meu perfil no facebook ainda mais. Porém, é no Facebook que as coisas se desenvolvem e os estagiários do Zuckerberg só bloqueam quem é reaça, coxinha ou independente e não os MAVs que cagam e defecam em toda rede social com haterização virtual.

Vou manter meu firewall pegando fogo, minhas defesas com rastreamento reverso de prontidão, afinal trabalho com day trade e tentativa de espionagem para coleta de informações são algo quase rotineiro nessa era flash boys. Não adianta tentar fazer efeito masking e reordenar meus dados para outros diretórios e provedores. Isso somente a PF tem autorização de fazer em investigações com  ordem judicial e caso façam isso aqui saibam duma coisa a maioridade penal não vai durar muito tempo e essa conduta delitiva manda pro xadrez.

E tenho dito!

Ser LGBT com dinheiro do contribuinte cristão é hipocrisia!

Nada contra as passeatas desde que sejam pacíficas e sirvam para reivindicar direitos de forma justa e ordeira. Entretanto, a Parada Gay de SP é financiada com dinheiro público, ou seja, dinheiro do contribuinte paulistano via Prefeitura de SP dentre outras entidades. Pressupõe-se que o dinheiro venha na sua maioria dos contribuintes do município que não aderem a esse movimento e ainda por cima devem ser cristãos em sua maioria.

Diante disso, como qualquer passeata e protesto sobre qualquer tema, quem quer protestar tem todo o direito de protestar, mas deve além do respeito e civilidade ter a decência de não usar dinheiro público para suas reivindicações de setor, classe ou categoria. Isso vale para todos movimentos como MBL e Vem Pra Rua também. Diante disso, o movimento LGBT deixou muito evidente com sua postura e modus operandi que é uma espécie de massa de manobra como o MST, CUT, Sindicatos Estaduais de Professores como nos casos recentes de SP e PR, Black Blocs que servem interesses dos grupos que os financiam e não uma causa legitimamente definida por pessoas que reivindicam alguma coisa seriamente com honestidade e bom senso.

Assim sendo, os manifestantes da Parada Gay além de não estarem lutando adequadamente por seus direitos ou contra preconceitos, estão gerando preconceito contra cristãos de maneira hipócrita, pois além de tudo ora já polemizado o suficiente, utilizam dinheiro de contribuintes para protestarem contra os próprios. A má fé em tentar distorcer a honra e respeito das pessoas religiosas taxando todas indistintamente de homofóbicas denegrindo seus símbolos deixa evidente isso. Esses manifestantes tratam pessoas com discriminação, como se fossem uma manada, isso por si só já demonstra o despreparo moral e intelectual desses manifestantes LGBTs.

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LGBT Socialista?

Vide: Jean Wyllys e PSOL

Nota de repúdio à militância do PSOL na USFM

Alguns sujeitos acreditam piamente que aquilo que eles mesmos são e creem devem vincular os outros a serem como eles; e ainda dizem defender a liberdade estampada na bandeira do seu partido? Conta outra!

É vergonhoso como algumas pessoas se portam em sua conduta pessoal em relação ao mundo que vivem. Se ainda fosse apenas um caso isolado de ódio, realizado por algum bêbado, doente mental ou drogado passaria. Como se trata de algo recorrente advindo dum bêbado e drogado que acha graça e aceitável ser assim, creio, que não se possa aceitar. Nos comentários seja em redes sociais ou outros espaços existem sujeitos que expressam ódio e ignorância gratuitos ao que eles não aceitam e desconhecem cabalmente por crerem com devoção fervorosa nas suas ideologias.

Em outros lugares mais politizados do estado do Rio Grande do Sul vê-se gaúchos sóbrios em todos os sentidos, especialmente no moral e intelectual, repudiando a atitude imbecil da UFSM que se tornou um antro de militantes de esquerda dos mais recrudecentes em intolerância em face de qualquer coisa. Se os ativistas políticos, sejam professores ou alunos, estavam ou não fazendo piada com a situação do anti-semitismo, isso não importa. O que estão fazendo é danoso para sociedade.

Que fique claro que nada tenho contra os gaúchos. A questão aqui vai além da famigerada característica do bairrismo gaudério. Essa hipervalorização do local, das origens, passa uma ideia de que possam ser melhores do que o resto do país de forma inculta e ensoberbecida já depõe contra os mesmos muitas vezes, mas aqui a situação vai além disso.

O engraçado é como isso pode ser usado para controlar as pessoas. Trata-se duma vulnerabilidade no intelecto de boa parte dos gaúchos, que aceitam falácias fundamentadas no que não tem fundamento: a localização. Aliás, um mínimo de dignidade deveria ser mantido justamente por crer que suas origens são mais nobres do que as dos demais, mas no caso de alguns nativos isso passa ao largo.

Não me envolvo com política partidária; não faço parte dessa polarização que praticamente divide as pessoas em duas ou mais classes distintas no Brasil com ódio pela classe média ou mais abastada. Acredito que são os fanáticos que levam a sério demais suas posições e não a realidade e a verdade dos fatos que tornam esse país divido — numa tentativa constante de provarem que estão com a verdade aninhada debaixo de seus argumentos, de alguma forma, se sentem melhores do que os outros por agir nesse sentido deletério.

Sou um tanto globalista. Não aceito nem aquele argumento de que “somos todos brasileiros”. Um bairrismo brasileiro ainda é bairrista — apenas aumentou-se o tamanho do local que estamos superestimando. É preciso respeitar todas as culturas do mundo, inclusive todas que existem no Brasil, sem limitar-se a qualquer fronteira, seja ela política, geográfica ou cultural. Não se deve substituir um orgulho por outro. Idealmente, o bairrismo deve servir apenas como incentivo para se esforçar mais, para melhorar, e jamais para menosprezar a conquista alheia como muitos fazem e levam isso para o campo da política partidária também.

Sakamoto – senta no colo do capeta e manifesta a pomba gira mal despachada

“Jesus, hoje, seria gay. E você o desprezaria” – com esta frase Leonardo Sakamoto iniciou uma ladainha mentecapta no seu blog na UOL nesse feriado de Corpus Christi.

O Blog do Sakamoto está tentando ofender os católicos, mas católico que se preze está preocupado tendo uma vida feliz e sem mamar no saco do governo. Assim sendo, Sakamoto não se ligou ainda que na situação dele é melhor esquecer de ofender Jesus e começar logo a adular o capeta, antes que o apartamento dele fique sem energia elétrica, e ele no escuro sozinho, com as calça cagadas, as contas atrasadas, o apartamento com infiltração desmoronando na cabeça que abriga esse miolo mole que ele ousa chamar de cérebro.

Deixa  explicar pra vocês uma coisa: A partir de agora gente tipo Sakamoto vai fazer todo tipo de baixaria pra irritar católicos por causo do feriado de Corpus Chisti, todo santo ano.  A idéia é conseguir alguma reação violenta de algum coroinha ou carola para usar como material de propaganda e jogar o povo contra a Igreja.  Todos nós sabemos que o Sakamoto é contra o cristianismo, mas não tem culhão pra deixar de lado o salário na PUC e trabalhar de verdade. É um frouxo e oportunista e nada mais….

Esse quadradinho de oito hermenêutico que essa viadagem vitimista dos LGBTs chegou é resultado da falta de sexo. Se estivessem com a vida sexual bem definida e ativa não estariam se importando com aceitação sexual, social, e seja lá o que for. Vão dar a bunda e colar o velcro e não torrem o país inteiro com esse fogo no rabo pombas!

Homofobia é, no sentido estrito do termo, medo de humanos. Os canalhas da agenda LBGT usam o termo como se fosse medo exclusivo de gay… Esses noias do movimento LGBT mal sabem latim e não sabem nada de ciência pelo visto.

Não é esse comercial viado que me fará boicotar o Boticário; é o fixador dessa marca que nunca prestou mesmo. Não compro produtos dessa marca habitualmente.

Vale ainda lembrar que o Elton John pregou boicote ao Dolce & Gabbana por serem gays e não aderirem a agenda gayzista. Qualé seus mentecaptos me poupem da hipocrisia revestida de bom senso social e o caralho a 4!

E tenho dito!