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Brasil – o anão político criado por Lula

A maioria dos comentaristas da mídia ocidental afirmam categoricamente que há apenas alguns poucos países comunistas que restam no planeta.

Este enorme erro ocorre  porque essas almas ingênuas não conseguem distinguir políticas econômicas que servem nitidamente aos objetivos de política externa e objetivos estratégicos de longo prazo de diversos modelos de governo que estão sendo implantados mundo a fora.

A lógica tradicional:  “Se país X ou Y é governado por marxistas – leninistas e esquerdistas, mas eles estão perseguindo “mercado” e permitindo políticas econômicas livres esse país não  intenciona ser socialista ou comunista, portanto, não são realmente um perigo e mesmo que tenham essa tendência evidente, se mantivermos a negociar com eles, podemos eventualmente converter-los para a maneira de pensar liberal e progressista”. Essa lógica não se aplica a realidade pré-existente em muitos países. Um deles é o Brasil.

A realidade mais observável do ponto de vista econômico é que comunistas sempre utilizaram políticas de “livre mercado”.  Há uma clara adaptação e uso de políticas econômicas estritamente capitalistas  que visam construir a  base econômica dum governo comunista, financiamento externo seguro, ou para fins de desinformação estratégicos.

O elemento-chave aqui é que enquanto um determinado país pode operar via alguma aparência de uma economia de livre mercado, sem parecer marxista e mesmo assim continuar a controlar todas as alavancas fundamentais do poder e da política externa é completamente voltada para ajudar o movimento comunista internacional em seus planos estratégicos de longo prazo.

Quando olhamos para a economia e modelos de estado da China , Vietnã , Laos, Mongólia , Moçambique, Laos e Angola, vemos que esses países são exemplos óbvios desse mecanismo político econômico hibrido. Devemos  acrescentar nesse time de economias e políticas pró-comunismo a Venezuela, Cuba (apenas começando nesse processo) África do Sul , Rússia e várias das repúblicas da Ásia Central e certamente o Brasil. Desta forma vemos o Brasil inserido no bloco dos BRICS e com relações externas bem próximas a Cuba e Venezuela não por acaso.

O ex-presidente presidente Lula sem dúvida sempre foi e é ainda um revolucionário marxista comprometido.  Quando Lula fez sua sucessora no governo de nosso país, ele encarregou uma ex- líder terrorista de ser a nova testa de ferro do plano o qual ele lidera no Brasil via Foro de São Paulo. A função de Dilma não foi outra senão aplicar com mais celeridade as táticas do método sócio-politico e econômico de esquerda radical em patamares mais elevados da estrutura republicana brasileira. Hoje quando vemos os decretos dela querendo constituir conselhos populares, regulação da mídia, plebiscitos e outros meios de “democracia direta” isso tudo já está previamente estipulado nos planos de longo prazo de consolidação da ideologia comunista dentro da sociedade, que ainda assim se entende e vê como sendo população duma democracia ocidental livre e representativa, quando na verdade estão sendo aliciados a viverem numa ditadura comunista sem notarem o seu gradual avanço. Chamam isso de golpe suave.

Notoriamente  percebemos que a América Latina está cada vez mais se transformando em um desafio geo-político e internacional. Por um lado, a Venezuela  sob a liderança de Hugo Chávez e agora de Maduro, continua a apoiar irrestirtamente o grupo guerrilheiro colombiano narcotraficante conhecida como a FARC. Já o atual governo do  Brasil via MST firma acordo com equipes revolucionárias socialista da Venezuela. Como sabemos as FARC protegem as atividades dos cartéis de drogas, e ainda cooperam com grupos terroristas como o Hezbollah. Por outro lado, uma série de países do Cone Sul, ora liderados pelo Brasil (e apoiado por Argentina e Uruguai ) não vai tão longe como a Venezuela em implantar a golpes de espada o seu plano de governo ditatorial comunista. Por outro lado, o Brasil desde a era Lula têm conduzido uma política externa que é prejudicial para democracias num aspecto geral.     Brasil sob o governo de Lula aproveitou o crescimento econômico do país (que foram o resultado cumulativo de anos de políticas econômicas e de desenvolvimento que começou antes de Lula assumir o cargo) para flexionar seus músculos na arena regional e internacional sob a alegação de soft power.      Quando o presidente Lula surpreendeu o mundo – apesar de ter um fundo de esquerda além de ter sido co-fundador juntamente com Fidel Castro do Foro de São Paulo – nomeando figuras conservadoras para seu gabinete a coisa serviu apenas como camuflagem. Esse movimento político teve como objetivo essencial manter a continuidade do desenvolvimento econômico do Brasil  praticamente baseado no papel forte e cooperação da comunidade empresarial. O PT que antes era contra a Constituição Federal e os pilares de liberdade individual e economia manifestos nessa carta teve que se valer disso para ter aceitabilidade internacional e manter o aparato estatal com os cofres cheios via onerosos tributos.  O fato do governo Lula não ter ido imediatamente para as políticas tradicionais de esquerda dentro do cenário doméstico e na economia levaram muitas pessoas detentoras do poder no exterior acreditar que posição do Brasil no cenário internacional seria semelhante às das grandes potencias econômicas mundiais. Isso na verdade era mera fachada ou coisa para inglês ver como diz o ditado.

Um fato que chama a atenção foi quando os políticos de Washington procuraram o Brasil como um aliado para combater a crescente influência malicioso do presidente venezuelano Hugo Chávez. No entanto, o EUA ficaram ao mesmo tempo muito desapontados e surpresos com o fato de que Lula não só não conseguiu desempenhar um papel tão esperado como também tornou-se um facilitador da agenda revolucionária e expansionista de Chávez. Seria com base nesse jogo duplo que o governo Lula teria sua sustentabilidade. Por um lado mantinha oculta sua personalidade ideológica ferrenha de esquerda para adoçar os olhos e ouvidos dos liberais do grande mundo livre que em 2008 sofreriam um baque com a crise econômica mundial.

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Nas próprias palavras de Lula notamos seu apreço aos camaradas latino-americanos:  “Chávez tem sido o melhor presidente da Venezuela em 100 anos “. Nesse sentido vemos Lula crescer e se destacar dentro da ideologia das práticas anti-democráticas empregadas pelo governo venezuelano, as quais não pertencem apenas ao reino da soberania venezuelana, mas sim a um plano maciço de dominação social implacável do Foro de SP . Em determinada época, quase no final do ano de 2010, o Brasil e seus aliados do Cone Sul apoiaram a inclusão da Venezuela no Mercosul. A inclusão dum país já com mergulhado na perspectiva socialista contradizia as regras de inserção de novos membros no mercado comum sul-americano. No entanto, apesar das nítidas práticas anti-democráticas de Chávez que contradiz cláusula do grupo que as condições de filiação devem ser prioritariamente fundadas existência de instituições plenamente democráticas no país que pleiteia entrar no Mercosul.     Além disso, Lula ajudou a contrabandear o deposto ex-presidente de Honduras pró- Chávez volta para Tegucigalpa e acolhê-lo lá na Embaixada do Brasil. Lula logo após isso, se recusou a reconhecer o governo eleito do presidente hondurenho  Porfirio Lobo e deu sinais que o suas intenções não eram bem aquelas que as  agora economias achatadas  pela crise previam ser anteriormente.  Lula passou a colaborar a Venezuela e outros países formando uma espécie de fundo de resgate econômico para retirar a ilha embargada do seu ostracionismo econômico a pedido de Fidel. Hoje vemos um porto levantado com capital brasileiro sendo construído em tempo recorde em Cuba, enquanto obras essenciais de infra-estrutura no Brasil não saem do papel.  Se isso não é crime de lesa pátria em favor dos camaradas comunistas latino-americanos o que é então?      Além desses aliados regionais, nessa mesma época o Brasil juntou forças com a Turquia para fazer um acordo com o Irã que não só não impediram o Irã de desenvolver uma bomba nuclear, mas também incentivou-a a desenvolver mais. Da mesma forma, o Brasil votou contra sanções ao Irã impostas pelo Conselho de Segurança Nacional da ONU. Assim, descobrimos que o Brasil teve e continua a ter a sua própria política externa distinta, pois recentemente Dilma foi a ONU e declarou ser um grande erro  bombardear o Estado Islãmico, o qual mata e oprime pessoas sem dar a mínima para os direitos humanos.

Nesse cenário, o Brasil  em conjunto com China , Índia e Rússia busca um mundo multi-polar, onde os Estados Unidos e países da Europa Ocidental não são as únicas superpotências. De acordo com o seu pensamento, o poder mundial está melhor compartilhada entre vários países. Este cenário não é necessariamente um mau se a cooperação máxima é atingida entre esses pólos políticos diferentes . Pode-se questionar por que os Estados Unidos, sozinho e isolado deve ser o único envolvido em cada caso de país que deseja desenvolver armas nucleares. Por que os EUA é o único país que se preocupa com os acontecimentos no mundo, enquanto o resto do mundo espera de braços cruzados o surgimento duma nova potencia nuclear? Por que os EUA é o único país a levantar preocupações quando a democracia ou direitos humanos são violados, enquanto o resto das nações apenas para satisfazer os seus interesses nacionais? De fato, não há nada de errado com a cooperação multi- lateral, porém há outros riscos.

O comportamento internacional do Brasil durante o governo Lula foi guiado por uma forte dose do obsoleto anti-americanismo trazido diretamente de formação política esquerda radical de Lula. O Brasil realmente não quer buscar um mundo multi-polar de cooperação.  Afinal de contas, a noção de multi-polaridade de Lula é baseada em sua oposição ao poder e políticas de os EUA. Assim, o Brasil tem cooperado com a agenda de desenvolvimento de armas nucleares do Irã e deu presidente iraniano  Mahmoud Ahamdinejad uma recepção de herói quando este visitou o Brasil. O Brasil também reconheceu as eleições fraudulentas que deram a vitória a Ahmadinejad, em junho de 2009, sem se importar com a violência com que as manifestações anti-governo que foram violentamente reprimidas. Esta insensibilidade se reflete em repetidas declarações feitas por Lula naquela época segundo o qual o Irã “tem direito a um programa nuclear para se defender”.

Neste contexto, é fácil entender por que o presidente brasileiro foi o primeiro a reconhecer unilateralmente a criação de um Estado Palestino, enquanto que os EUA estavam fazendo sérios esforços para um tratado de paz com israelenses e palestinos. Anos depois Israel taxa o Brasil de anão diplomático, por esse reconhecimento unilateral de Lula não ter surtido efeito algum no mundo inteiro.  Hoje quando a Suécia fez esse reconhecimento, o mundo inteiro tomou conhecimento disso, enquanto naquela época aquilo era mais um mero golpe de marketing diplomático para ficar bem na foto no mundo árabe.  Lula não estava só dando um passe livre para os palestinos em troca de nada, mas também tentando mostrar simbolicamente sua independência e oposição aos Estados Unidos e seu aliado Israel.     A lógica da política externa de Lula é incorporada não só no fato de que o Brasil ser hoje um grande país entre as dez maiores economias do planeta, portanto, devido a isso exige um lugar no mundo com mais destaque. Essa política também é guiada por um forte desejo de diminuir a influência dos EUA, não só na América Latina, mas em todo o mundo. A política de Lula é amoral e está privada de qualquer responsabilidade global, pois apóia governos ditatoriais em todos os recantos do mundo e lhes dá gordas contribuições com dinheiro do seu povo.

Jorge Castañeda, ex- chanceler mexicano, observou que o Brasil sob gestão do PT é parte de um grupo de países que se opõem de forma “mais ou menos explícita e mais ou menos ativamente” aos direitos humanos, pilares da democracia e não-proliferação de conflitos armados. Castaneda destacou a política externa do Brasil da era Lula é mais próxima ao da autoritária China (com o qual Lula aumentou astronomicamente relações comerciais e políticas) do que para o Ocidente.

Lógica de Lula é basicamente de natureza não econômica e política. Como seus companheiros da esquerda radical, ele sonha com um mundo com pouca influência americana e reivindica um papel de liderança sem oferecer quaisquer ideias que contribuem para a paz no mundo, como por exemplo estabilidade de relações conflituosas entre países árabes, direitos humanos, oposição ao terrorismo internacional e a proliferação de armas nucleares , ou  qualquer problema moral que têm sido tradicionalmente a preocupação do Ocidente. O Brasil de Lula e Dilma representa uma outra versão do Terceiro Mundo obcecados e ultrapassada anti- colonialismo. Sob um véu de sofisticação o Brasil de Lula tornou-se uma força negativa na região ao ponto de atrair Argentina e Uruguai, os países agora executados por dois líderes que compartilham atitude triunfalista de Lula.

Como o Brasil é amplamente visto pelos países ocidentais como uma potência econômica emergente, porém não é visto necessariamente como um ator político confiável. Sob a gestão de Dilma Rousseff  nenhuma alteração dessa agenda já realizada por Lula foi alterada. Dilma apenas acelerou ainda mais o desgaste institucional interno e de relações diplomáticas e até mesmo comerciais com antigos parceiros brasileiros.

O estilo duro e combativo de ex-guerrilheira de Dilma, como tal, é susceptível de reforçar as políticas de seu antecessor e elevar o grau delas ao extremo.  Não é por acaso que logo que foi reeleita ela contraria sua natureza centralizadora e autoritária e pede enganosamente um diálogo com a sociedade. Isso a fará ter uma aparência mais cordial e pacífica como de alguém que quer conversar sim, mas só para impor seus ditames e regras aos interlocutores numa clara amostra que nada mudou em sua natureza pessoal e nem nos planos do seu partido. Em meio a isso a PT lança planos de regulação da mídia, convoca seus militantes a combater ferozmente a oposição nas ruas para evitar que o clamor de impeachment venha ser um duro golpe nos planos de implantação de ao menos mais quinze anos de manutenção no poder.

Enquanto isso, lá fora os EUA e as potências ocidentais devem continuar a bloquear as tentativas do Brasil em jogar papéis maiores em assuntos internacionais, incluindo as suas exigências para se tornar um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, e daqui pra frente irão tratar o Brasil com a suspeita em todos os setores devido a má fama que ganhou nos últimos anos no cenário internacional devido apoiar ditaduras e planos de armamento nuclear de governos totalitaristas e ainda mais devido a economia que fraqueja e desmorona a passos largos.

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Governo iraniano persegue Aloprado Alonso

Na deep wed a coisa tá foda!

O Governo do Irã dos Ayaotários tá puto com esse que vos fala escreve…

Descobriram que o meu blog subversivo “Happiness In Persia” não precisa de filtro, pois não está hospedado em nenhum país árabe que censura e proíbe o uso de blogs e redes sociais.

Estou ficando famoso na cidade de Tabriz terra natal do vovô ainda por cima!

Hahahahahahahahaha-ha! Se cuida Ahmadinejad eu vou te derrubar e o povo vai te enrabar!

Chupa essa pica seus ditadores ordinários !