Quem nasceu para ser Pablo Villaça never gonna be Barbara Heliodora

O “crítico de cinema” wyllyano-sakamotiano Pablo Villaça – também conhecido como “sinhazinha que me disse Ni” é um mito nas redes sociais onde profere suas mini-frases lapidares no twitter ou no facebook ou blog onde mora durante três dias da semana, dividindo um cafofo com a Princesa Jean Wyllys, sua assessora mais próxima.

Ele que se diz mineiro castiço em razão da pressão familiar, e torce o nariz para o playboy que seguiu a carreira do vovô e outras carreiras é no mínimo um sujeito histriônico para dizer o mínimo. Esse sujeito ideologicamente arbitrário, mal versado em política, e conhecedor tão somente de cinema americano já foi convidado para o cargo de censor mor da classe média paulista, e quiçá já cogitou em sua vã vaidade um dia ser Ministro da Cultura no Brasil da pornochanchada e império da Lex Rouanet.

Notadamente seguido e favoritado por uma  galera com a  mesma percepção ideológica do mesmo, a qual anda compartilhando seu vasto conteúdo nas redes sociais, o  tal Pablo Villaça que em 30 segundos lendo o conteúdo do sujeito já diagnostiquei nele um quadro clínico endêmico no Brasil: a idiotice útil. A idiotice útil é um estado psicológico que afeta pessoas ingênuas demais pra saber que são úteis. Mas à quem são úteis? São úteis aos ditadores, aos acumuladores de poder pelo Estado, como Lenin, Stalin, Hitler, Mao Tse Tung, Pol Pot, Fidel Castro, etc Trocando em miúdos, são úteis aos socialistas.

Vejamos aqui um de seus posts:

https://www.facebook.com/pablovillaca01/posts/585974508174446

Irei comentar trecho por trecho, já que considero o tópico inteiro bastante didático em ilustrar o comportamento da esquerda militante radical, formada por uma massa homogênea de repetidores de jargões e viciada em cacoetes mentais. Vamos lá. Ele começa dizendo:

Um bando de imbecis pedindo intervenção militar na Paulista. Para essas pessoas, só é possível dizer: vocês são uns canalhas. Mas esta é a consequência principal da despolitização provocada PROPOSITALMENTE pela direita brasileira: o surgimento da semente do fascismo.

Já de cara ele liga sua metralhadora giratória de desinformação. Um verdadeiro teatro de horrores, em que ele, o ator principal, envia sua mensagem todo “brabinho” e indignado, crente de que está fazendo um grande serviço. O sujeito já chega metendo o pé na porta, tentando descaracterizar uma manifestação popular PACÍFICA e ESPONTÂNEA (ao contrário das manifestações da esquerda, repleta de militantes profissionais, a soldo de partidos políticos, e que em alguns casos se utilizam de táticas de guerrilha urbana, como vimos nas manifestações de Julho em 2013). A manifestação da Avenida Paulista tinha como principais reivindicações a auditoria das urnas eletrônicas (pelas incontáveis suspeitas de fraudes) e o impeachment da presidente Dilma Rousseff (pelo seu suposto envolvimento com o Petrolão). Vale lembrar que não houve casos de violência, confronto com policiais e vandalismo. Mesmo assim, o autor do post tenta rotular a manifestação de “fascista”. Os pedidos de intervenção militar se limitaram a meia dúzia de plaquinhas aqui e acolá, mas foi o que ganhou destaque na grande mídia esquerdista. Uma vergonha. Nota-se também que o sujeito não consegue diferenciar uma intervenção militar (mecanismo garantido pela constituição contra governos anti-democráticos) de um golpe que visa uma ditadura militar.

Quando o energúmeno, por conta de um número pífio de plaquinhas de intervenção militar, já insinua o surgimento da “semente do fascismo” pela direita brasileira, está obviamente, de má fé, atribuindo à direita algo que ela reiteradamente não compactua: regimes totalitários. O fascismo não é nada mais do que um regime de centralização de poder nas mãos do Estado, algo que é diametralmente oposto ao que a direita liberal e conservadora tem como modelo de governo, calcado no Estado mínimo, decentralizado e de pouca intervenção, respaldado no império da Lei e garantidor das liberdades individuais. Mas exigir que um sujeito como esse estude o conteúdo da direita é pedir demais, já que é notório que ele não tem o conhecimento básico do próprio conteúdo da esquerda. No Brasil, o militante esquerdista é apenas um chimpanzé treinado para repetir jargões, sendo “fascismo” o preferido deles. Na cabeça dessa gente, fascismo é tudo aquilo que é anti-comunista. Mal imaginam que fascismo e comunismo são parentes próximos. Mussolini era membro do partido comunista italiano. O partido socialista alemão de Hitler era repleto de “ex-comunistas”. Enfim, isto é assunto para uma outra oportunidade. Prossigamos:

Na Av. Paulista, gente pedindo “mais Bolsonaro”. Reflitam. “Mais. Bolsonaro.”

Mas que coisa terrível! Pedir por “mais Bolsonaro”! Este deputado teve a audácia de combater os socialistas do governo que querem implantar um regime de autoritarismo bolivariano no nosso país! Onde já se viu? Sem falar que ele se recusou a participar dos mensalões e petrolões do governo. Como ele ousa não se envolver com a corrupção? E o pior de tudo: ele combateu o “kit gay” e suas cartilhas que continham conteúdo sexual abusivo para crianças de 7 anos! Que miserável! O que é que tem demais as criancinhas ficarem se tocando em suas partes íntimas e assistindo filmetes pornográficos?

Não dá nem pra comentar seriamente sobre essas birrinhas de esquerdistas com o Bolsonaro, que além de ser um político HONESTO (coisa rara neste país), já provou ser um sujeito muito tranquilo. Quem conhece o deputado pessoalmente afirma categoricamente que a pecha de “homofóbico”, “racista”, “torturador”, “nazista” (entre outras mil calúnias) não cola, por mais que a esquerda radical faça sua propaganda difamatória torpe e rasteira.

Nestes momentos é que me dou conta de que me manifestar politicamente não me prejudicou profissionalmente; apenas me fez perder leitores que eu não queria.

Só uma coisa a comentar aqui: um cidadão intelectualmente inócuo como este ter “leitores” só indica o estado terminal em que se encontra a educação brasileira.

Vejam o absurdo: “Vivemos numa ditadura petista!”, dizem as mil pessoas se manifestando LIVREMENTE nas RUAS. “Vivemos numa ditadura petista”, dizem as mil pessoas protestando na rua contra o resultado de uma eleição democrática. “Vivemos numa ditadura petista”, dizem as mil pessoas pedindo intervenção militar contra um governo eleito democraticamente.

Aqui me parece que ele utiliza como fonte de informação a mentirosa matéria de Gustavo Uribe (petista e amigo de Delúbio Soares, condenado do mensalão), do “Falha de São Paulo”, que informa ter havido apenas “mil” pessoas nas manifestações, quando na verdade houveram 2500 (há quem diga que foi muito mais), se tornando motivo de chacota nas redes sociais e denegrindo a imagem de todo o jornal (que já não é lá essas coisas). Mas esta fraude não é o mais importante neste trecho. O que espanta é ver que Pablo Villaça acha “absurdo” que consideremos o governo petista uma ditadura. Para ele, a ditadura só é caracterizada quando começa a matança. Mesmo que todas as instituições democráticas do país estejam severamente deterioradas e aparelhadas, isto não importa. Num país onde o poder judiciário demora quase 10 anos para condenar os corruptos do partidão, mesmo com abundância de provas, e que, mesmo depois da condenação, logo em seguida promove a soltura dos indivíduos, escorraçando de lá debaixo de ameaças o presidente do STF; num país onde a liberdade de imprensa está seriamente ameaçada, sob a ação da patrulha e da censura do partidão, que usa seus coletivos sociais para atacar o espaço físico de uma revista (uma das poucas investigativas ainda livres) que denuncia a corrupção do governo, e que tenta calar a boca de jornalistas da TV, pela chantagem econômica de cortes de subsídios e concessões estatais às emissoras; num país onde as pessoas não têm mais liberdade para sair à noite nas ruas, pela violência caótica, estimulada pelo próprio governo, cuja ideologia promove o banditismo como agenda revolucionária, e pela sua omissão ao tráfico de drogas, fomentado por narcotraficantes internacionais que o governo se nega a reconhecer como grupos terroristas, por serem parceiros de ideologia; num país onde o governo tenta incansavelmente burlar a Constituição e driblar o congresso com sucessivas tentativas de implantação de coletivos não-eleitos, ao melhor estilo dos soviets, além de convocar uma nova constituinte, que visa anular a Constituição atual, para se perpetuarem no poder; se isto não é o claro início de uma ditadura, o que mais poderia ser? Mas nada disso importa para este sujeito. Para ele, só é ditadura quando há a matança. Mais que isso, ditadura é quando a “direita” mata guerrilheiros de esquerda. E só.

Em seguida, ele posta links de pessoas mortas pelo regime militar. Neste ponto, a sua indignação é, até certo ponto, legítima. Jamais será bom que pessoas morram sob a ação de nenhum governo. Vale lembrar, porém, que os perseguidos pelo regime militar não eram “santos”.

Tratavam-se de pessoas da extrema-esquerda revolucionária, envolvidas com a guerrilha e com os movimentos terroristas. Estavam a explodir bombas, sequestrar e matar pessoas, incluindo militares e civis inocentes. E estavam a praticar tudo isto ANTES do regime militar, o qual veio a ser uma consequência da onda de desestabilização social e caos provocada pela própria esquerda, que tentava instaurar no país uma verdadeira ditadura, nos moldes da ditadura cubana, que já naquela época estava a fuzilar milhares de pessoas, numa quantidade IMENSAMENTE MAIOR do que as vítimas do confronto que se instaurou por aqui. Se este Pablo Villaça quer realmente nos mostrar como é uma ditadura, por que não mostra as crianças, mulheres e idosos, camponeses inocentes e civis DESARMADOS fuzilados pelo regime castrista, muitos pelas próprias mãos de Che Guevara (o qual aposto ser um de seus ídolos)? É claro que ele não irá fazer isto, pois o militante de esquerda brasileiro é, dentre todos, o mais imparcial e incoerente que já existiu na história universal, e que padece miseravelmente de qualquer senso básico de proporções.

Pra finalizar toda sua boçalidade, ele diz:

Para encerrar, linko esta animação de 1943 na qual Walt Disney já explicava as táticas que testemunhamos hoje. A diferença é que agora as raposas estão publicando colunas em revistas semanais, apresentando telejornais, divulgando manchetes maniqueístas em portais e escrevendo comentários raivosos em todo canto da Internet.

Como é de praxe, o esquerdista não estuda, e sequer faz uma pesquisa básica do conteúdo que escreve, e por isto mesmo só escreve besteiras. O vídeo que ele cita é uma clara crítica ao socialismo, no qual a raposa representa o líder revolucionário, e nada tem a ver com o regime militar brasileiro, que impediu justamente a instauração do socialismo no país. Walt Disney chegou a trabalhar para o governo americano, fazendo animações anti-comunistas para conscientização do povo. De certa forma, Pablo Villaça está certo: as raposas (os comunistas) estão publicando conteúdo na mídia em geral. Mas isto não é recente, e não é surpresa pra ninguém. Qualquer jornalista brasileiro sabe que as redações estão quase completamente dominadas por esquerdistas.

Estou assustado com a quantidade de pessoas se deixando impressionar pelos truques contidos em um post de um crítico de cinema chamado Pablo Villaça, bolivariano retinto. Essas pessoas me pedem: “Aloprado, por favor refute isso”.

O problema é que meu blog está repleto de refutações para quase tudo. Outros blogs como os de Felipe Moura BrasilReinaldo Azevedo e Rodrigo Constantino já tem trazido as refutações às essas mentiras em larga escala também. O site Aécio de Verdade também. E ainda há os posts que fiz aqui, contra Olavo de Carvalho, Lobão, Claudio Tognolli, Xico Sá, Jean Wyllys e outros seres mostrengos que usurpam da ignorância alheia para se passarem como grandes senhores da razão política nas redes sociais. Sendo assim, para que eu deveria gastar tempo com os embustes de Pablo Villaça? Todos baseados em tudo que já foi refutado por aí.

O que eu espero é bem diferente: que vários de meus leitores já consigam demonstrar como Villaça engana seus leitores.

Se eu for perder tempo com cada repetidor de mentiras que aparecer, então esse blog perde o sentido, pois aí eu estaria gastando tempo para fazer o que já fiz antes.

O que me incomoda neste comportamento de “pedir refutação” é que Villaça usa uma série de truques de persuasão, que, combinados com uma desonestidade épica, acaba impressionando os oponentes. Quer dizer, as pessoas impressionadas não conseguem entender que estão diante de alguém que já não é capaz de viver sem enganar os outros.

Diante disso, o que podemos fazer? Explicar o modus operandi, e dizer para o máximo de pessoas o quanto possível como Villaça engana a patuleia.

O que farei aqui é fornecer um “memorando”, que, nos meios corporativos, significa um documento padrão, que pode ser preenchido várias vezes, com conteúdos diferentes, para obter um resultado similar. Exemplos são “termos de abertura de projeto”, “planos de projeto” e “mapas de riscos”.

Para começar, segue o “memo” de Pablo Villaça para impressionar os incautos:

[Início – diga que seu texto é uma “carta aberta” a uma parcela do eleitorado. Este é o uso da técnica “distanciando a propaganda da fonte”, pois o objetivo é dar a impressão de se tratar de material de um cidadão comum, e não de alguém com uma agenda específica]

[Use senso de urgência – Diga que sua “carta” é escrita por alguém “preocupado”, pois isso serve para instar senso de urgência nos leitores, e motivar a tropa para agir]

[Use a adulação – Esta é uma técnica de culto, usada por líderes picaretas de seita, para seduzir o público. Diga algo como “Você é a mudança, a salvação, a superação”…]

[Fisgue o alvo – Após “adulado”, diga que o seu leitor alvo tem a “obrigação de concordar com você”, já que… repita a adulação]

[Invente uma racionalização qualquer para explicar por que parte de seu público alvo não esteja te seguindo – pode ser qualquer bobagem, como simulação de guerra de classes, uso de teorias da conspiração, etc.]

[Inverta valores para neutralizar problemas morais daqueles que você quer defender – isso é essencial para petistas que querem validar as corrupções de nível stalinista/chavista de seu partido]

[Agora depois destas introduções, use a técnica da metralhadora, e lance o maior número possível de mentiras em sequência, assim como distorções, de modo a dar “impressão de volume”. Quanto mais, melhor. A verdade aqui não importa mais. A quantidade sim. Quanto mais baixo for, melhor.]

[Volte para a técnica do distanciamento da propaganda da fonte, onde é importante que o leitor seja persuadido a achar que você não está seguindo agenda]

[Combine com a retórica do medo, usando recursos de ameaça – note que até aqui você está seguindo todo o catálogo da propaganda estilo bolchevique]

[Tente convencer o leitor que tudo que você faz é com a melhor das intenções]

[Use técnicas de pêndulo, dizendo “é isto ou aquilo”, em sequência]

[Nova fisgada – Retorne à adulação dizendo que com certeza seu leitor “terá o pensamento crítico” para ser convencido a aceitar todos os seus truques como verdadeiros. Não diga que é truque, evidentemente.]

[Sempre vá repetindo a propaganda partidária mais mentirosa possível. Use tudo que tiver às mãos. Sem moderação]

[Volte para a adulação mais um pouquinho. O ritmo deve ser o dalavagem cerebral]

[Conclua dizendo que você está preocupado apenas com o seu futuro e de seus filhos, ou seja, novamente “distanciando a propaganda da fonte”, retornando ao uso do senso de urgência]

[Use a técnica de persuasão “Não é isto, é aquilo”, dizendo “Isso não é partidarismo, é responsabilidade”. Propagandisnha básica]

[Ah, por fim cite as fontes para tudo que você disser, mesmo que sejam fontes suspeitas, como da BLOSTA]

Agora, você mesmo caro leitor já pode explicar para todos os leitores de Pablo Villaça que eles foram enganados com um truque de seita, e explique para as pessoas que estão ao seu lado o quão baixo essa gente é capaz de descer para ajudar seus tiranetes preferidos. É sempre assim, seja aqui, na Venezuela ou na China.

Diga que este é o tipo de gente que o PT atrai: pessoas imorais o suficiente para tratar seus leitores como gado, desrespeitando-os assim como Jim Jones fazia com seus seguidores. É de uma covardia intelectual sem limites. A perfídia é inacreditável. Ou que tipo de gente você acha que fez propaganda para todos os genocídios praticados pelos socialistas no século XX? É com esse tipo de mente que estamos lidando.

Por fim, faça uma listinha das refutações à todas as mentiras, que você terá sido eficiente, pois ao mesmo tempo em que mostra Villaça como um enganador (que trata seus leitores como pascácios e néscios de carteirinha), também refuta todas as suas mentiras.

Conteúdo para refutar todas as mentiras você já tem. E ainda tem o memorando para explicar como esse tipo de mente perversa age.

Taí uma foto do rapazola para tu saber de quem se trata e não errar o alvo ao atirar no pombo enxadrista da vez:

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Sobre Aloprado Alonso

O cara mais aloprado da internet - barbudo, blogueiro, rockeiro, mulherengo e sempre tentando parar de fumar ...

Publicado em 3 de junho de 2015, em Comportamento e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. É ululante(sem trocadilhos): Villaça é um meninão sonhador do twitter que faz bico quando questionado.
    Mas isso não me chama tanta atenção,internet tem muito disso,na verdade, é só o que há. O que me impressionou mesmo foi o seu blog: cara você escreve extremamente mal, é um texto muito forçado, não digo nem pelo conteúdo, a fluidez é horrível, parece que você tenta empurrar palavrinhas novas e diferentes que decorou de algum Schopenhauer. Não faz isso, é muito óbvio, extremamente superficial. Empregar algum sarcasmo a cada duas linhas é outro artifício que deixa a leitura ainda mais insuportável. Cara, você escreve bastante, por que não tentar se envolver em algum projeto mais ambicioso e útil? Leão Lobo das celebridades internéticas é dureza. Bom,arruma essa grafia, ao menos.

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