A guerra assimétrica contra os boçais energúmenos continua…

Caríssimos leitores deste blog onde digo sem restrições o que penso dando total liberdade para dizerem o que acham do que penso sem cerceá-los em sua liberdade expressão.

Fui impedido por um membro da direção do grupo Política Democrática Independente de postar essa nota a seguir numa afronta aos princípios de liberdade de expressão ditos existentes no referido grupo de debates políticos. Fui assim tolhido sumariamente de exercer o meu constitucionalmente e garantido direito de resposta aos ataques sofridos por um dos seus membros diretores naquele espaço e nas redes sociais via denúncias sem mérito as quais os estagiários do Facebook acataram sem conhecer o real teor e contexto dos fatos num ato de retaliação conjunta de seus comparsas MAVs-PT.

Segue  a nota onde a verdade é dita nua e crua, sobre meu antagonista que se vale de expedientes hipócritas típicos da luta virtual da esquerda contra a liberdade de expressão e implantação da censura nas redes sociais em prol de seus militantes e sobre meu reiterado nobre caráter em  lutar sempre até onde for possível pelas vias ordinárias da internet e movimentos aos quais apoio também fora dos meios virtuais pelas vias constitucionalmente legalizadas que visam preservar a livre expressão de pensamento e exercício da cidadania no Estado Democrático de Direito.

Eis a nota de repúdio  e acordo que propus para evitar novos desentendimentos por divergência ideológica a qual foi negada de ser publicada no grupo Política Democrática Independente e em outros espaços do Facebook devido aos MAVs-PT terem dominado o referido espaço virtual:

“Caros membros do grupo Política Democrática Independente:

Versa a  Lei de Coulomb, que é uma lei da física que descreve a interação eletrostática entre partículas carregadas eletricamente, que as cargas iguais se repelem e as cargas opostas se atraem. No mundo dos debates essa é uma regra que também é seguida à risca, afinal sem pontos de vista antagônicos não há debate.  Entendo que os pensamentos opostos, se atraem para gerar uma discussão sobre qualquer assunto, ainda mais política. Isso é um fato.

Estes dias me deparei com um tal de Nestor Filho, um rapaz aparentemente pacato e supostamente inteligente, porém de pavio curto e dado a não suportar contra-argumentos bem fundados em face de suas alucinações e baixo crivo dos seus argumentos repetitivos de lavra duma esquerda falida e mal vista por seus atos de corrupção. Ele provavelmente é professor, apesar da sua escrita ser dum semi-analfabeto, verifica-se com facilidade a sua infinita capacidade de empregar pleonasmos, e valer-se de vícios de linguagem tais como escrever que irá “repetir de novo”, ou que no “Brasil existe uma multidão de pessoas”; apesar de não conhecer regência verbal e nem concordância verbal o mesmo ainda parece não conhecer a diferença entre mau e mal, onde e aonde, nem sabe escrever sentenças diretas sem cometer vários erros ortográficos ou confundir-se com palavras parecidas no vernáculo mater.

Além do mais, e sem sombras de dúvidas, Nestor Filho ainda é redundante discursivamente e no comportamento, pois repete o mesmo arcabouço retórico e ideológico de partidos de esquerda intransigentes, tanto quanto o mesmo comportamento vitimista e insalubre quanto ao decoro típico de Maria do Rosário em face do Jair Bolsonaro, ou de Jean Wyllys em face do já citado quando é interpelado por alguma menção direta à sua pessoa. Tal jeito maroto de ser como canta talvez Alcione, é marca registrada do companheiro Nestor – seus próprios colegas o chamam assim devido sua verve em proferir postagens e defender enredos políticos oriundos dos ex-alunos do DCA de universidades federais até hoje alinhados com sindicatos de professores pelegos massa de manobra da CUT, Via Campesina e MST dentre outras mazelas a qual ele diz ter contato por ser um profundo conhecedor dos problemas sociais do Brasil ou testemunha ocular dos avanços da era Lula.

Em suma isso revela nítido o comportamento febril político de Nestor Filho sendo o fato que mais torna evidente suas raízes ideológicas ser o ranço notório e automatizado contra o PSDB. Basta citar PSDB ou estado de São Paulo numa manchete de jornal ou postagem para ele disparar alguma frase típica de militonto petralha contra o governo paulista há décadas nas mãos dos rivais.

Creio eu, que esse tipo de comportamento assemelha-se mais a dum fanático religioso pentecostal que é explorado no seu sentimento religioso por charlatães da teologia da prosperidade. Creio que Nestor Filho tenha ainda sido no passado ou até mesmo agora no presente possivelmente membro de alguma denominação religiosa onde a prática da lavagem cerebral conceitual seja práxis recorrente, pois seus argumentos justapostos emanam sempre um resquício de senso de medo do novo, seja de novas idéias ou conceitos, bem como refutações da sua base dogmática de crenças alucinadas. Resta claro que esse comportamento é recorrente em pessoas com baixa instrução e que passam muito tempo nesses ambientes onde o fanatismo é personificado com fulcro na lavagem cerebral através de conceitos distorcidos por dogmas obscurantistas seja da religião ou da política. Se Nestor Filho foi um dia filiado ao PT ou adepto de alguma denominação social ou até religiosa onde o fanatismo é característico desconheço o paradeiro, mas tudo aponta para essa realidade passada ou presente. O relevo da frágil personalidade do mesmo me parece bem preciso e atestável caso qualquer pessoa tenha o desprazer de observar e rastrear as fontes do comportamento psicossomático e fútil do rapazola.

Descrito o centro das nossas atenções e o seu uso de técnicas retóricas excessivas da esquerda no debate em redes sociais, tudo isso faz de Nestor Filho um sujeito indigesto de se ler ou dialogar em grupos de política.  Ao que tudo leva a crer ele é o centro das atenções no grupo do qual ele é membro e administrador. Casa de debates políticos batizada de Política Democrática Independente. De independente e democrático da parte de Nestor Filho ao menos esse grupo não possui nada. Explico: Em duas ou três ocasiões sucessivas Nestor Filho se indispôs contra meus argumentos, e depois de ser devidamente refutado cabalmente na pauta do debate ele passava a bater o pé posando de vítima das circunstâncias demonstrando seu comportamento pueril e dogmatizado pela sua biografia de vida passada nos cabrestos já delineados e supracitados como tudo nos leva a ponderar sobre seus modos e opiniões radicalmente defendidas com sangue nos olhos e facas nos dentes.

Rechaçado por mim mesmo e pelos seus colegas de plantão que o socorrem quando o debate perde o foco e se torna numa troca de postagens eivada de insultos, Nestor Filho num ato de supremacia do seu ser ontológico superior da raça humana disse-me para ser humilde e respeitar o currículo dele, o qual desconheço, e nem faço menção em conhecer por certamente ser professor pelego da CUT como já citado. Depois de me enxovalhar e querer até marcar um risca faca comigo num duelo pós bebedeira em botecos fura bucho, tornou a posar de vítima, e num ato de democracia e mui respeito ao livre pensamento alheio me denunciou para os estagiários da rede social para que fosse removidas minhas postagens do seu grupo, no qual ele pensa que reina absoluto como ponto de referência do pensamento político para a platéia que lê suas sandices políticas rasas e se depara com esse comportamento agressivo e maculado por hipocrisia de se dizer democrata e defensor da liberdade de expressão, porém quando se depara com a mesma faz de tudo para combatê-la por não aceitar a prática da mesma por outros cidadãos.
Como estamos carecas de saber eu não fujo dos bons debates virtuais e nem das pelejas retóricas menos dignificantes da minha persona non grata. Confesso que até me divirto com esses arranca rabos retóricos de longa data, pois os mesmos ocorrem contra minha pessoa quando o interlocutor imagina-se estar soterrado de razão em face dos meus argumentos sempre bem dispostos e alinhavados até mesmo em bibliografias pertinentes ao tema ora debatido. Devido a ser um expert em retórica pelo uso recorrente da mesma anos a fio seja por ofício ou por hobby, isto pode me fazer vencer alguém em determinado assunto que até eu mesmo desconheça razoavelmente, mas tratado-se de política detenho uma cultura e experiência pessoal bem sólida nesse campo que me faz ter vantagem já na largada.

Quando uma série de fatores desembocam na contramão nesses debates políticos e nosso entendimento bem fundamento sobre algum assunto gera mais do que meras polêmicas e sim fomentam a discórdia e o que há de pior nas pessoas, como é o caso do covarde Nestor Filho que jamais aceita ser contraditado em seus argumentos batidos e superficiais e recorre a chiliques similares de dondoca, ante a isso eu recorro ao expediente de provocar a outra parte ironizando a sua falta de conhecimento sobre a pauta e seu comportamento hostil e exacerbado emocionalmente. Nestor Filho, como um patinho, e não como uma pessoa cônscia da certeza dos seus argumentos e inteligência, que em nada somam a reputação do mesmo, caiu na minha lábia retórica e passou a esbravejar impropérios e vociferar contra moi ao ponto de me denunciar visto que ninguém dava pelota para sua sanha infantil de menininho mimado contrariado ou pirraça de marmanjo criado com a vó na pior das hipóteses em face da minha pessoa ao ponto de me expulsarem do grupo já referido.

Não estou me referindo ao mesmo tão somente por ter sido mais um na vasta lista de debatedores mal educados no lato sensu da acepção do termo, ou ansiosos e ignorantes da mesma laia do João Xavier, que jaz insepulto em algum lugar da grande São Paulo num sanatório. João Xavier o famigerado Big John, depois de anos quebrando o pau comigo nas redes sociais, tribunais, centros acadêmicos e até mesmo na rua em frente minha residência num ato de insânia persecutória sem limites para ter razão sobre nada. Os métodos de elucubração e locupletamento argumentativo de Nestor Filho são sem dúvida a dum corrupto e me lembram muito a figura tresloucada de João Xavier, rábula e motoqueiro, ex-milico da direita que era torturador nos anos de chumbo, o qual dizia que iria me chutar os fundilhos, mas nunca chegou as vias de fato.

Vejo em Nestor Filho, o João Xavier cuspido e escarrado com o diferencial que são ideologicamente opostos em política, um falava como generais da ditadura em suas falas, mas desta vez, o outro, fala, discursa e dialoga com ares de insanidade retórica possivelmente inspirado na biografia de seus heróis que cumpriram pena na Papuda ou estão na carceragem da Polícia Federal em Curitiba.

Vocês bem sabem quando uma pessoa merece ou quando não merece vencer um debate, e há vitórias em que o adversário assume que nem acreditava, e derrotas que leva vocês a dizerem a mesma coisa. Isso é algo comum nos debates acadêmicos ou em reuniões de negócios onde muitas vezes a sua posição é tratorada por outra mais pujante ou razoável ou quando a sua é mais contundente e factível e vice-versa. Ceder aos argumentos e dobrar-se a verdade não é demérito para ninguém, porém para sujeitos como Nestor Filho, eivado de cinismo petista ou psolista, isso é o fim do mundo. Para pessoas dessa estirpe fanática por política de negociatas, de propagandismo demagogo e ideologias caudilhistas tudo nos leva a crer que os sujeitos adeptos dessa facção tem mentores políticos bem próximos que operam a manutenção da lavagem cerebral, isso se o mesmo não for um desses líderes ou coordenadores de movimentos sociais que ganham a sua vida em sindicatos e grupos como MST engendrando negócios suspeitos em conluio com seus padrinhos políticos.

A briga virtual que gente assim chega a causar é um grande barulho por pouca coisa. Tudo leva a crer que o esquentar dos ânimos dessa gente não é apenas por terem sido refutados, mas sim porque são pessoas cujas passagens de vida passam por sobre a urbanidade e até os bons modos, usando técnicas vulgares para baixar o moral do adversário no caso da resposta vir no mesmo tom. Dito isso, sabemos que é algo bem típico em políticos profissionais ou de pessoas com carreira profissional nas demandas sociais, política ou jurídicas da vida na maior parte dos casos. Corrobora com esse entendimento o fato ocorrido entre o deputado Roberto Freire no qual Jandira Feghalli disse ter sido agredida por ele no plenário após tentar interromper Roberto Freire com safanões, em sua argumentação em face do deputado Orlando Silva. Jandira Feghalli, que não é flor que se cheire, gerou maior bafafá em conluio com outros colegas, incluindo um choque contra deputado Alberto Fraga no episódio o qual disse na lata para todo plenário ouvir sobre Jandira que: “Ninguém pode se prevalecer da posição de mulher para querer agredir quem quer que seja. E eu digo sempre que mulher que participa da política e bate como homem, tem que apanhar como homem também”.  Do dito e feito ainda sobrou um cala boca moral no deputado Glauber Braga do PSB que resolveu pagar de bom moço defensor da ordem moral e bons costumes e taxando Alberto Fraga da fama de matador no DF.
Isso revela claramente que, até para fazer um debate político de alto nível é preciso ter o emocional sob controle, caso contrário o adversário pode destruí-lo de pronto por sua exclusiva ansiedade e maus modos como foi o caso do deputado Fraga ao quebrar Glauber Rocha no meio argumentando que ele era um moleque que não conhece os fatos e nada de política e que foi eleito puxado ao contrário do mesmo campeão de votos na sua circunscrição eleitoral e com muitos mandatos nas costas.

No entanto, se um destrói seu adversário, como se relacionará com ele amanhã? Qual a importância que você dará aquele que o venceu? Ou sairá da comunidade depois da vitória?  Sabemos que há intrigas em demasia no mundo dos debates, e nas redes sociais, no mundo político e social não é diverso, há indiretas porque há antipatias e rixas pessoais, há corporativismo, bairrismo, preconceitos, entre outras formas de formação de rivalidades entre grupos de pessoas que usam a ferramenta do parlamento das redes sociais idem.

Por isso, perder ou ganhar um debate não significa obrigatoriamente que o melhor venceu. De repente, tratava-se de um palmeirense, debatendo num grupo com grande quantidade de “verdes” ou dum corintiano sendo achacado no mesmo lugar. Mesmo debatendo pessimamente, por obrigação e amor a camisa, sagrar-se-á vencedor o palmeirense no hipotético debate por uma conjunção de fatores do espaço em que o debate ocorreu.

Mas o tempo é precioso e deveríamos aproveitá-lo para produzirmos mais e melhor, coisas de valor que agregassem informações importantes, principalmente no debate político. Certa vez no STF, na época em que Joaquim Barbosa ainda era membro, houve um bate boca do mesmo em face de Gilmar Mendes, e a repercussão foi grande. Todavia, naquele momento houve constrangimento ao ponto de encerrarem a sessão por falta de clima propício entre pares no plenário do STF. Diante deste fato decorre a questão: Será que o grupo Política Democrática Independente deseja passar pelo mesmo devido ações e dizeres impensados e imprudentes de algum de seus membros da direção? Sei que o grupo é na maioria freqüentado por pessoas polidas e muito bem educadas tanto em saber quanto em proceder, mas já vi alguns esquentadinhos, que devido serem inferiores nesses dois quesitos, preferem abordar os temas na base do “ad hominem” do que dialogar com base em idéias e argumentos bem alinhavados em teses, antíteses e sínteses.

Uma comunidade de debates só resulta em bons debates e resultados quando prospera o alto nível de conduta intelectual de seus participantes. Qualquer professor ou pedagogo seja de nível primário ou universitário conhece o teorema por de trás disso. Se um faz um tópico que muitos consideram excelentes as informações prestadas no transcorrer dos debates, porque um que denigre a opinião proveitosa de algum deles é mais destacado no meio dos debates mais do que o elogio quanto ao bom conteúdo? Visto a olho nu é isso que é recorrente no Nestor Filho e outros participes; a saber: o uso das falácias, ou dos argumentos do espantalho a todo momento. Isto posto questiono aos interessados em manter o bom nível dos debates do grupo: O que eles tem a dizer a respeito desse tipo de argumento ser o mais recorrente nesse grupo?

Seria importante fazer num debate sobre o grau de conduta dos debatedores ao meu ver nesse aspecto, pois estamos trilhando aqui mais o caminho da rixa verbal, dos debates contraproducentes, do que dos debates de elevado teor em seus conteúdos. Se porventura acusam outro grupo de não ter lhes dado liberdade de expressão, ora aqui falham por não elevar o bom nível dos debates inclusive mantendo a ampla liberdade de expressão e exercício do contraditório. Explico o motivo: O Nestor Filho ao me bloquear e denunciar resolveu o problema dele na teoria, não irá precisar me ler responder com suas falácias já refutadas, porém e certamente, ao fazer isso gerou um problema gravoso para o grupo por ser um dos seus fundadores com base em certos princípios, pois não é cabível que não possa haver contraditório num grupo que se preze a máxima liberdade de expressão entre seus membros.
A falta de contribuição de bom nível intelectual é até compreensível e hodiernamente aceitável dentro do nosso quadro social e educacional onde a ignorância é perene, mas o pensamento focado na disputa e destruição mútua, transforma as comunidades de debates em rinhas, e isso torna a finalidade do grupo com foco na rinha, que por consequência gera a destruição do grupo em curto espaço de tempo devido a falta de proveito que outros membros extrai do espaço e experiência ali contidos. Há que se por um ponto final nessas disputas, especialmente naquelas que são ofensivas aos olhos de quem as leia, em seu lugar, colocando criatividade e humor seria o ideal que é o que faz o nosso dia ser melhor e não pior. Dias já cheios de ameaças e contaminações de ordens diversas por todos os lados, seja pela mídia, pelas relações de trabalho ou sociais que confrontam nossa liberdade de expressão em muitos aspectos. Sendo este o mote do discurso e princípio basilar do grupo fica a questão: Onde está a garantia que a liberdade de expressão é de fato garantida nesse grupo? Se um dos seus membros é capaz de limitar o acesso as redes sociais por mecanismos de denúncia outrem isso comprova que estamos falando dum grave tormento a essa mesma liberdade de expressão.

O costume de se sentir vítima dos argumentos e das circunstancias é que o faz o beiço do Nestor Filho se tornar em atitudes desse porte mais gravoso. E eu nada tenho contra ele, bem como nada tenho contra alguém no referido grupo, o que sei é que beiçudos não dão bom exemplos e nem agem racionalmente e agem movidos por razões torpes. Como os manifestantes do MST que cultivam nada na agricultura, mas cultivam no seio social mais nada além da divisão e semeiam medo nas pessoas por onde passam, sabem apenas bradar o mesmo discurso enfadonho e decrépito na mentira, sabem apenas empunhar suas foices e facões nas longínquas estradas e cidades do nosso país, cuja sociedade é refém de desmandos e ações malévolas deste naipe em outros setores também. Se temos que dar o bom exemplo aos demais e satisfações à nossa própria consciência moral e ética, por que devemos tolerar que um membro do grupo haja como um manifestante do MST em nosso meio? O que me adianta todas essas considerações se o Nestor Filho adentrar aqui com um machado retórico na mão para me enxovalhar mais uma vez e me denunciar até impedir que meu perfil de rede social possa novamente se comunicar com a mesma rede ou grupo de debates? A divergência do mesmo é além da ideologia, é uma ataque a a liberdade de expressão de qualquer pessoa, hoje fui eu seu alvo e de seus asseclas, amanhã poderão ser outros! Atentem-se para isso! Como sou pacifista irei demonstrar cordialidade e desapego pessoal mantendo preservada a urbanidade, boas relações sociais entre cidadães cumpridores da leis, e princípios democráticos constitucionais os quais prezo como brasileiro igual ao meu desafeto propondo ao mesmo um acordo de paz em face de seus atos destemperados e irracionais. Caso contrário, se ele não aceitar essa premissa, de trégua e paz, creio que as reais intenções dele já foram bastante claras ao me denunciar via seus associados MAVs-PT ao Facebook me impedindo de usar a rede social temporariamente. As comprovações seguem em anexo com prints de diálogos e demais ônus probatório que comprovam ação nestoriana.

Um dia, uma hora, tudo isso haverá de acabar, haveremos todos de prestar contas de tudo que fizemos, pois, necessariamente, nossas vidas se cruzaram sobre os riscos dessas redações, alguém dirá que não, mas o tempo dedicado da alguns outros membros da casa, ou das casas pelas quais todos nós já passamos, excede, muitas vezes, o tempo que dedicam aos próprios familiares. Isso é fato, e quem em sã consciência achar isso algo normal está fadado a perder esposa, filhos, quiçá até o emprego do qual retira seu sustento. Não sei se o Nestor Filho chegará até mesmo a este ponto, pois creio que ocioso ele não é, talvez tenha a vida ganha, tempo de sobra, não o julgo nem o condeno por isso, pois estou aqui dando a cara à tapa sem dever nada para ele ou para alguém dentro ou fora das redes sociais. Estou tão simplesmente expondo meu ponto de vista por crer que os princípios da democracia e liberdade de expressão devem ser defendidos sob pena de omissão e recrudescimento da censura latente que já existe em nosso meio social e virtual como a ocasião preceitua o fato aponta a pessoa  que o realiza. Portanto, se o mesmo usa seu tempo para fechar o tempo – com perdão do trocadilho redundante – por onde passa e depois age com ato bloquear de denunciar outros que insulta ou depõe contra nitidamente com ações de impedi-los de acessar as redes sociais, isso me parece obviamente exercício dum censor que se julga dono da razão que age sob falsos pretextos de ter sido ofendido ou agredido ou de evitar maiores bate bocas.

Ora, se convivemos na mesma sociedade nacional, se leio tudo que escrevem sobre mim e me dou ao luxo de ignorar os despautérios redigidos ao meu respeito e outrem lê o que escrevo no mesmo sentido e teor e não os bloqueio nem denuncio, por hábito e por princípio resta evidente que prezo a liberdade de expressão e não saio por aqui e acolá desafiando ninguém para lutas de bar, ou citando as pessoas que me falam desaforos sem fartos e justos motivos, não vou em delegacias denunciá-los por injúria, calúnia ou difamação, nem mesmo via de cliques bloqueadores de redes sociais. Não vivo sob a temperatura do ânimo exaltado como muitos vivem e que os fazem tomar ações tolas como as que o Nestor Filho e tantos outros tomam. Em absoluto.  Estabelecida uma regra de convivência, que afaste a possibilidade de ocorrência dessas rinhas descontroladas eu tenho maior prazer em segui-las já de antemão como sempre faço, mas quando as quebram unilateralmente ou por ambos os lados o precedente é ter direito de resposta proporcional ao agravo com bem ordena a prática pública, mas nada posso fazer se o sujeito, se a outra parte, além de não ter senso de respeito, também não possui brios na cara comum aos do sexo masculino e age pelas costas em atos até de tentativa de invasão de contas de redes sociais, como aponta o caso em tela.

Se o Nestor Filho quer a emoção e adrenalina duma bebedeira e briga de bar que arrume outra companhia para realizar seus desejos etílicos e de violência gratuita e desordenada devido à falta de freios morais mais nobres. Recuso qualquer convite de resolução desse naipe porque me julgo altamente civilizado e uso as palavras e diálogo para me defender e leis, nunca ou mui raramente fiz uso da força bruta para tal ou garrafas para ter coragem de recorrer ao uso das minhas habilidades de defesa pessoal. Eu não me disponho a aceitar este tipo de convite de natureza sórdida que por si só já revela as intenções de rixa do mesmo com tom de afronta e jocosidade típico dos mal civilizados. Não mesmo. Se ele quer provar sua masculinidade, força física ou provar que tem razão em seus argumentos que arrume outro modo de fazer isso, pois este ora adotado pelo mesmo é nefando e grotesco, é o que lhe faz levar a pecha e fama de boçal e energúmeno por onda passa certamente.

Proponho que façamos um debate pontual com regras. Com introdução, réplica, tréplica e conclusões finais para ambas as partes em paridade de armas, de espaço redacional para expor cada um suas opiniões e linha argumentativa. Isso sim é civilizado e civilizatório, educado e educativo. Brigas de bar ou de palavras não são. Espero que Nestor Filho e seus admiradores aprendam ao menos isso e não repitam à exaustão a luta verbal e braçal que tanto os caracterizam em seus ditos e condutas já verbalizadas. Não é preciso ofender a mãe de ninguém, muito menos expor as suas fraquezas pessoais para comover o público para ganhar um debate meu caro Nestor, às vezes, esse ganhar transforma-se numa retumbante derrota, ganha sobre algumas linhas uma reputação de idiota e perde uma reputação de bom moço que poderia ser útil até mesmo para arrumar uma companheira de muitas empreitas na vida conjugal vivendo um grande laço afetivo de amor e afeição. Leia e aceite meu conselho para ser mais dócil ao autodomínio e não um servo vassalo do despeito e rixa agressiva em bares e rodas de embriagados como deve ser seu atual hábito já desde os tempos de mocidade. Tu és jovem, ainda tem certa saúde mental e anos de vida pela frente para desfrutar duma vida mais proveitosa e moralmente aceitável sem correr o risco da cirrose hepática. Quem sabe possa reverter esse quadro de intelecto combalido por teses “esquerdocidas” e na próxima eleição ao menos uma vez na vida votar conscientemente. Faço votos para que isso ocorra na sua biografia, afinal o valor do seu voto é igual ao meu, embora os motivos para votar neste ou naquele candidato sejam diversos bem como ser ébrio eventual também o sejam.

Evidentemente que, ao encaramos os mestres do debate, como eu, isso deixe marcas de inferioridade no sentimento das pessoas, mas veja o lado bom disso, se não fosse isso não teria motivo para exercer essa humildade que tanto prega caro colega Nestor e dar exemplo dela por si próprio.  Muitos que nos antecederam desde Sócrates até os mais atuais, já passaram por isso, não vemos baixarias nem covardias verbais como as suas sendo eternizadas pela história da humanidade com bons olhos. O que vemos são práticas como a minha de peito aberto em resolver tudo pela palavra amena e bem posta entre os homens tementes ao Nosso Senhor Jesus Cristo e seguidores de suas boas novas e paz de espírito sem nada a temer ou dever a não para a justiça divina.  Essa coisa capciosa e demoníaca da divisão, intuindo-se demonstrar inabilidades, fraquezas, bullying em outras palavras, atitude essa de cunho criminoso na atualidade digital, com a intenção de fazer as pessoas desistirem do debate sob intimidações de brigas de bar, ou restringir o direito de liberdade de expressão alheio sob práticas da agressividade vivaz ou falta discernimento lógico em denúncias sem pé nem cabeça ou cabimento nas redes sociais e até práticas de hacker é um tanto dantesco Nestor Filho. Denigre a sua casta e berço mais do que a si próprio, e coloca a sociedade em estado de alerta e suspeita de todos contra todos. Não torne isso, portanto uma sanha de agressão constante, e até delitiva, contra este ou aquele, agindo com tamanha disparidade de ética, ora conhecida como hipocrisia e corrupção de valores.

Não é preciso ler muita coisa sobre psicologia ou política, mas sim ter vivido muito em sociedade para perceber tais intenções deletérias em face justiça dos fatos. Por ora também não é preciso ser psicólogo ou psiquiatra para notar o momento exato em que a trama atroz duma lavagem cerebral de anos no seio de grupos políticos mal intencionados e com sanha pelo poder a qualquer custo se manifesta em seus militantes. Usando a primeira pessoa do plural, nós, demonstrando igualdade de uns contra a satanização da nossa pátria, contra esses que transmutam a República em antro de ladrões e covil de salteadores, devemos isolar e rechaçar em nossa sociedade o “divide et impera” de Lula, o qual toma suas formas mais corrosivas e corruptivas nos dias atuais.

Ora Nestor eu sei bem do que falo, fui filiado ao Partido dos Trabalhadores na minha juventude, na minha ingenuidade de universitário fui levado a crer que minhas origens interioranas no seio da industrial Sorocaba, filho de professora e comerciante, e ex-funcionário de oficina de tornearia mecânica como Lula, que o PT e sua ética alardeada fosse a tão sonhada solução para nossas mazelas sociais e políticas. Mas a ficha caiu. Ao estudar melhor conceitos de política e economia na faculdade e ver o que era tão pregado pelo partido da ética já era corrompido por ideais marxistas e leninistas, e que o dito e manifesto nos comícios não era realizado no comitê interno e que a jogatina era chegar ao poder pela faceta da hipocrisia, ao testemunhar tal teatro macabro caí fora do partido e fui militar em outras paragens sem sentir-me envergonhado de ter mudado de opção e sem negar o passado nas fileiras do PT.

Isso é uma conversa amigável Nestor, com exposição de fatos e biografias ou até do  tão valorizado currículo que tanto fala, mas se almeja dizer algo que diga de forma direta, sem se valer de denúncias na calada da noite, sem bloqueios, sem tentativas de hackeamento para destruir o meu perfil nas redes sociais e outros expedientes dos MAVs-PT.  Nestor, você não pode ser hipócrita o tempo todo, nem mesmo pode me taxar de burro a vida inteira, isso seria demais, isso fala mais de você do que sobre minha pessoa na verdade. Seria uma estratégia indigna de João Santana contra Marina Silva para manter essa rinha de galo ativa por tempo indefinido e jogar na lama assim como PT fez com sua reputação de integridade pela sanha megalomaníaca dum alcoólatra, isso será jogar também na lama a reputação do grupo Política Democrática Independe por suas mãos Nestor Filho!

Não acredito que necessitamos de alternativas cuja força e masculinidade precise ser provada num duelo ou debate, basta querermos e nos auto propor a não pelejar retoricamente sobre o que já foi dito e feito, uma pá de cal, um trato no fio do bigode entre cavalheiros de não agressão mútua basta para selar a paz. Caso contrário tenho minha ética nipônica aprendida no karatê intacta e me valerei dela para não ser achacado novamente pela sua pessoa. Serei como um daqueles 47 ronins que não descansa enquanto sua honra não for lavada com sangue de seus antagonistas. Não se assuste, não é uma ameaça de sangue sendo derramado e chumbo grosso sendo sepultado no couro de suas nádegas caro Nestor, isso é apenas uma amostra que meus valores são elevados e sei que o não uso da força é o poder que detenho em minhas mãos para não decepá-lo da vida em sociedade e colocá-lo atrás das grades pelos seus atos de violação das leis digitais que vigem em nosso país tão acostumando com a impunidade.  Aceite isso como um ato de clemência da minha parte.

Como um todo, respeitando-se mutuamente, e levando as discussões num nível de cordialidade que acho perfeitamente exeqüível, podemos mostrar para os demais desse grupo que somos pessoas que sabem conviver em sociedade democraticamente e sem acintes irracionais como os ora perpetrados por sua pessoa na calada da noite Nestor Filho.
Sei por experiência, que meu adversário não é dado a responder questões que lhe são dirigidas, portanto, farei apenas uma pergunta e a considero de máxima relevância: Qual sua proposta para urbanizarmos os debates virtuais nesse grupo, não deixando que rivalidades intelectuais influenciem negativamente, de modo a transformar o debate numa briga?

Obrigado aos membros da casa pelo espaço e atenção cedida aos meus apontamentos em face do forista Nestor Filho.

Aguardo a resposta do Nestor Filho ou imponho ao mesmo silêncio obsequioso em sinal de respeito à verdade dos fatos que me assistem razão”.

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Sobre Aloprado Alonso

O cara mais aloprado da internet - barbudo, blogueiro, rockeiro, mulherengo e sempre tentando parar de fumar ...

Publicado em 28 de maio de 2015, em Uncategorized. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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